Adotando a Rede Definida por Software no ambiente corporativo

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1 Publicação técnica da Intel IT Eficiência do Datacenter Rede definida por software Novembro 2014 Adotando a Rede Definida por Software no ambiente corporativo Visão Geral Executiva Com a virtualização da rede por meio de uma interface programável, podemos oferecer suporte melhor aos desenvolvedores de aplicativos Intel A Intel IT está adotando a rede definida por software (SDN) para permitir o provisionamento de redes e serviços de redes por demanda. Mediante a virtualização da rede por meio de uma interface programável, podemos oferecer melhor apoio aos clientes internos desenvolvedores de aplicativos Intel que trabalham em um ambiente de desenvolvimento ágil e acelerado. Esses clientes precisam ter acesso aos recursos da rede sem terem que negociar um gargalo criado pela configuração de serviços de rede e de provisionamento. A rede definida por software pode nos ajudar a aumentar o valor para os negócios das máquinas virtuais em nossos centros de dados além de oferecer os seguintes benefícios adicionais: Menor tempo de provisionamento de rede Processo de criação de rede simplificado em um ambiente de autoatendimento Custos de serviço reduzidos por meio de maior eficiência do gerenciamento da rede Recentemente a indústria de redes definidas por software fez várias melhorias de desempenho e escalabilidade nos componentes de SDN. Nos dois últimos anos temos avaliado alguns itens para podermos determinar os benefícios da implantação de redes definidas por software: Definição de quais casos de uso justificam a implementação de redes definidas por software Testes e análise de diferentes arquiteturas de SDN para compreender o fluxo de dados entre os nós Atualização dos papéis e responsabilidades dos funcionários que criarão as redes em um ambiente de autoatendimento, mas que talvez não tenham experiência em engenharia de redes À medida que continuarmos a adotar as redes definidas por software e a implantá-las em nosso ambiente de virtualização, continuaremos a avaliar de que modo os componentes e arquiteturas dessas redes podem remover os obstáculos aos serviços de rede para nossos clientes, permitindo que eles implantem aplicativos mais rapidamente. Sridhar Mahankali Engenheiro de Rede de Cloud Computing, Intel IT Sanjay Rungta Engenheiro Principal Sênior, Intel IT

2 Publicação técnica da Adotando a Rede Definida por Software no ambiente corporativo Índice Visão Geral Executiva... 1 Desafios comerciais... 2 Expansão do uso da nuvem nos nossos centros de dados: armazenamento, computação e rede... 2 Expectativa de benefícios para a empresa de uma rede virtualizada programável... 3 Solução... 3 Escolha de uma arquitetura de SDN... 4 Arquitetura da rede de sobreposição... 4 Alteração da arquitetura de segurança... 6 Alteração das funções e responsabilidades... 6 Resultados preliminares... 7 Próximos passos... 7 Conclusão... 7 Informações relacionadas... 7 Acrônimos... 7 Desafios DE NEGÓCIO A Intel IT opera aproximadamente servidores em 64 centros de dados que prestam suporte a mais de empregados. 1 Há mais de uma década a Intel IT vem virtualizando os servidores em nossos próprios Datacenters, em empresase provedores de Datacenters. No ano de 2000, eram necessários mais de 90 dias para implantar uma máquina virtual (MV). Hoje, podemos provisionar uma MV por demanda para acelerar o tempo de comercialização para unidades de negócio que estão desenvolvendo aplicativos. Mais de 85% da carga de trabalho do Datacenter de escritórios, do corporativo e serviços são executados em máquinas virtuais. Entretanto, os serviços de rede continuam a ser um ponto de obstrução para o provisionamento por demanda, especialmente nos nossos centros de dados de escritórios e empresas. Consequentemente, estamos buscando uma solução para acelerar o provisionamento de serviços de rede que nos permita atender melhoràs demandas de negócios. Evoluindo o uso da nuvem em nossos Datacenters: armazenamento, computação e rede Conforme ilustra a linha do tempo da Tabela 1, é possível ver que o uso da virtualização na Intel 1 Para definir "centro de dados" a Intel utiliza a classificação de tamanhos de centros de dados da IDC: "qualquer sala com mais de 9,3 m2 (100 ft2) que abrigue servidores e outros componentes de infraestrutura." teve início em Em 2009, somente 12% do ambiente de computação da empresa estava virtualizado. Além disso, naquele tempo eram necessários mais de 90 dias para implantar uma máquina virtual e a confiabilidade do ambiente virtualizado variava. Em 2009, começamos a virtualizar a maior parte do nosso ambiente de Datacenter de escritórios e corporativos. Apenas três anos mais tarde, em 2012, 75% do ambiente de computação da empresa estava virtualizado, o provisionamento de computação era feito por demanda e a disponibilidade era de 99,7% a 99,9%. A partir de 2014 (com 85% da computação corporativa virtualizada), planejamos continuar a virtualizar os serviços de computação, armazenamento e redes, além de dar suporte ao provisionamento por demanda desses serviços. Isso nos ajudará a acompanhar o incrível aumento do ecossistema de desenvolvimento de aplicativos da Intel. Com o modelo legado de provisionamento de redes que usávamos antes do modelo de redes definidas por software, o fornecimento de uma rede exigia um total de quatro a seis horas de trabalho e com as paralizações, o acúmulo de solicitações de instalação de redes e outras complexidades, o processo de provisionamento de redes poderia levar até 13 dias. O atraso estendia-se para outras tarefas de aterrissagem de aplicativos, tais como configuração de segurança, balanceamento de carga local e global e configurações do sistema de domínio de nomes (DNS). Para acompanhar o crescente volume de solicitações, precisamos mudar para a implantação de componentes de rede programáveis em nosso Datacenter de O programa conecta profissionais de TI em todo o mundo com seus colegas em nossa organização compartilhando lições aprendidas, métodos e estratégias. Nosso objetivo é simples: compartilhar as melhores práticas de TI da Intel que geram valor comercial e fazem da TI uma vantagem competitiva. Visite-nos hoje mesmo em ou entre em contato com seu representante Intel local se quiser saber mais sobre o assunto. Tabela 1. Desde 2000, evoluímos de uma pequena percentagem de máquinas virtuais para uma nuvem privada em 2010 e para uma nuvem híbrida atualmente. Servidores virtualizados Hospedagem tradicional Provisionamento Mais de 90 dias Solicitações de serviço Confiabilidade Virtualização predominante Nuvem Intel % 42% 75% 85% Manual 10 dias Manual Computação por demanda Alguns por demanda Confiabilidade 99,7% 99,7%-99.,9% variável do servidor Confiabilidade da MV disponibilidade Nuvem híbrida 2.0 Nuvem convergida Computação, rede e armazenamento por demanda Autoatendimento completo capacidade de 99,9% de disponibilidade 2

3 Adotando a Rede Definida por Software no ambiente corporativo Publicação técnica da escritórios e corporativo por demanda. Embora as LANs virtuais e o roteamento e encaminhamento virtuais (VRF) nos permitam virtualizar alguns recursos de rede sobre a rede física, aquelas tecnologias por si só não têm a capacidade de programação necessária para a automação e o autoatendimento. Expectativa de benefícios para a empresa de uma rede virtualizada programável A integração dos componentes dos serviços de rede programáveis à rede do Datacenter pode ajudar a aumentar a agilidade, simplificar o processo de provisionamento e reduzir o custo total de propriedade (TCO). Agilidade. A configuração de redes e serviços de provisionamento, tais como balanceadores de carga e firewalls podem criar um gargalo no processo geral com as novas demandas de aplicativos. Com uma rede virtualizada programável podemos provisionar dinamicamente os recursos de rede a partir de uma console central de gerenciamento ou desenvolver uma automação personalizada adicional usando APIs. Prevemos que a maioria dos nossos serviços de rede do Datacenter possa ser provisionada por demanda sem interação com o administrador de rede. Simplicidade. Uma rede virtualizada com provisionamento por demanda pode reduzir as tarefas do administrador da rede e tornar mais fácil para nossos clientes criarem e gerenciarem suas próprias redes para desenvolvimento de aplicativos. TCO Uma rede virtualizada com capacidade para automatizar a configuração de equipamentos de rede pode reduzir a necessidade de configurar manualmente cada componente da rede. Esperamos que esta visão global programável da rede ajude a reduzir o custo das operações de nossas redes. Solução Os recursos de redes definidas por software (SDN) ilustrados na Figura 1 permitem-nos virtualizar a rede do Datacenter corporativo de maneira semelhante à que usamos na virtualização de servidores. A SDN separa o plano de controle do plano de dados para fornecer uma interface centralizada e programável para a parte da rede habilitada pela SDN. Ao tornar os componentes da rede programáveis, a SDN oferece modelos mais novos, com vários demandantes controle de acesso de segurança distribuído, aumenta a escalabilidade e habilita a rápida inovação de serviços por intermédio dos aplicativos da rede. O ambiente de rede privada baseada em OpenStack* que estamos desenvolvendo e adotando em nossa rede do Datacenter corporativo oferece uma estrutura para a integração dos elementos da rede definida por software As APIs do Neutron do OpenStack permitem provisionamento, modificação e exclusão de serviços de rede, tanto por código aberto quanto por componentes de rede proprietária programável. Os recursos das redes definidas por software são relativamente novos para a indústria e continuam a evoluindo. A TI da Intel está avaliando a rede definida por software para determinar se ela vai reduzir o tempo de provisionamento, simplificar o processo de provisionamento de serviços de rede e reduzir os custos de serviço. Nossa avaliação concentrou-se em testar e analisar o desempenho dos controladores de rede definida por software. O controlador de SDN atua como o centro da SDN, apresentando uma visão lógica da rede de cada demandante e gerenciando o controle do fluxo entre o hardware da rede e os demandantes. QUALQUER APLICATIVO Virtualização do servidor Componentes do servidor físico VN: Rede virtual VN QUALQUER LOCAL VN Virtualização de rede VN Componentes de rede física Figura 1. Assim como a virtualização de servidores cria várias máquinas virtuais desacopladas dos servidores físicos, a virtualização de rede ou seja, rede definida por software cria várias redes virtuais desacopladas dos componentes da rede física. Evolução das redes: da dependência do hardware para o software aberto Quando as redes de computadores tornaram-se populares, somente alguns fornecedores fabricavam o hardware inclusive os chips de silício e o software. Isso exigiu que as empresas comprassem o hardware, software e os serviços relacionados para instalar uma rede com produtos de vários fornecedores. À medida que a indústria se desenvolvia, alguns fornecedores começaram a concentrar seus esforços no desenvolvimento de componentes de hardware com exclusividade. Como consequência, o mercado de software abriu-se e permitiu que terceiros desenvolvessem e ampliassem os recursos do software. Com o advento das redes definidas por software (SDN), as empresas podem regular o desenvolvimento de software e torná-lo mais aberto. Acreditamos que a SDN ajudará a eliminar a dependência de fornecedor e, ao mesmo tempo, simplificará e automatizará o processo de provisionamento da rede. DESACOPLADO 3

4 Publicação técnica da Adotando a Rede Definida por Software no ambiente corporativo Escolha de uma arquitetura de SDN Nossa avaliação revelou que a rede definida por software pode ser implementada de duas maneiras. Um método utiliza o OpenFlow*, uma interface de comunicação de padrão aberto que permite o acesso direto e a manipulação do comutador e das tabelas de encaminhamento. O outro método usa uma rede de sobreposição que consiste em nós e links lógicos montados sobre uma rede existente. Ela cria um serviço de rede que não está disponível na rede física existente, onde cada link lógico pode consistir em vários links na rede física.. O OpenFlow requer novo hardware para suportar a tabela de encaminhamento do OpenFlow. Uma rede de sobreposição não requer hardware adicional e, portanto, não é preciso fazer investimento em novos equipamentos. Além disso, existem diferentes versões do OpenFlow e nem todos os fornecedores de controladores de SDN e hardware de rede suportam as mesmas versões. O OpenFlow é apropriado quando o fluxo de dados é volátil e as redes precisam ser reprogramadas de acordo com a mudança de fluxo. Entretanto, não temos um ambiente de hardware homogêneo e como os fluxos de dados entre nossos nós de origem e de destino são em geral previsíveis depois de serem estabelecidos, um modelo de sobreposição é mais importante para nós do que um modelo de OpenFlow. De 2012 até meados de 2013 testamos quatro controladores de rede definida por software com várias arquiteturas que variaram desde arquitetura baseada em sobreposição até arquitetura baseada em OpenFlow. Os critérios dos testes incluíram largura de banda e benchmarks de desempenho. A Figura 2 ilustra nosso sistema de testes. Realizamos nossos testes em três fases: Fase 1 problemas de desempenho da rede definida por software. Essa fase de testes realizada no início de 2012 suportou a validade do conceito de rede definida por software e identificou alguns problemas de desempenho comuns a todos os controladores de SDN que testamos. Esses problemas teriam que ser tratados pela indústria para que pudéssemos adotar a tecnologia. Por exemplo: os resultados obtidos com um cenário de teste de uma rede Ethernet 10 gigabits (GbE) sem a rede de sobreposição apresentou taxa de transferência de 9,39 Gbps em duas máquinas virtuais em dois hipervisores. A mesma configuração usando rede de sobreposição apresentou taxa de transferência de apenas 3,3 Gbps. O desempenho não melhorou quando acrescentamos mais máquinas virtuais aos hipervisores, o que indicou que os drivers da rede de sobreposição não estavam otimizados. Fase 2: problemas de escalabilidade Durante essa fase de testes no final de 2012 e início de 2013 a taxa de transferência melhorou, mas nos deparamos com problemas de escalabilidade. Descobrimos que a arquitetura não poderia ser dimensionada para um grande número de máquinas virtuais e fluxos. Para cada comunicação novos fluxos foram iniciados e não expiraram, portanto o número de túneis também aumentou em várias máquinas virtuais. Fase 3: fluxos otimizados A fase final de testes realizada em meados de 2013 revelou que os fornecedores de produtos haviam solucionado a questão da proliferação de fluxos e que o software estava aprimorado e estabilizado. Embora os diversos fornecedores tivessem tratado o problema de maneira diferente, o resultado foi que todas as máquinas virtuais conseguiram manter a comunicação sem precisar difundir para outras máquinas virtuais; a criação de fluxos foi otimizada de acordo com os endereços de origem e de destino. Arquitetura da rede de sobreposição A configuração da rede de sobreposição da SDN é a configuração que proporciona mais valor em termos de otimização do fluxo de dados nos nossos centros de dados. No segundo semestre de 2013 implantamos uma rede de sobreposição em nosso ambiente de produção. A Figura 3 ilustra uma visualização geral da nossa arquitetura de rede definida por software. Os três componentes principais dessa arquitetura são o(s) controladore(s) da rede definida por software, os nós do gateway e os nós dos hipervisores, que se conectam às máquinas virtuais usando comutadores virtuais. Tunel de revestimento sobre a rede CONTROLADOR 1 2 n Processador Intel Xeon série 5600 Cliente DE 10GbE 10 GbE 10 GbE 10 GbE Armazenamento compartilhado (NFS) 1 2 n Processador Intel Xeon série 5600 Sistema em teste Figura 2. Configuração de teste da Intel. Durante nossa avaliação da rede definida por software utilizamos uma arquitetura baseada em sobreposição para testar e monitorar o desempenho do controlador de SDN, problemas de escalabilidade e otimização de fluxo. 4

5 Adotando a Rede Definida por Software no ambiente corporativo Publicação técnica da Controlador de SDN O controlador da rede definida por software torna uma rede SDN possível separando a rede do hardware. O controlador na realidade um aplicativo de software e não um hardware gerencia a comunicação entre os aplicativos e os dispositivos de rede. Em uma implementação grande, pode haver mais de um controlador de SDN, que cria um cluster de controladores de SDN. A abordagem de console centralizada resulta em rede inteligente caracterizada por fluxos de comunicação otimizados e configuração automatizada, junto com uma visão geral da rede a partir de uma única console: fluxos de dados otimizados. Uma rede tradicional tem um único caminho da origem do fluxo de comunicação até o seu destino. O controlador da rede definida por software pode identificar diversos caminhos para um fluxo e pode dividir o tráfego do fluxo por vários nós. O controlador de rede definida por software otimiza o caminho da rede para um determinado fluxo de dados com base nos nós de origem e de destino. Esses recursos aumentam o desempenho e a escalabilidade da rede. Configuração automatizada: Diferentemente da configuração manual, dispositivo por dispositivo de uma rede tradicional, o controlador de SDN economiza tempo e aumenta a exatidão e a consistência da configuração mediante a automação da configuração dos dispositivos de rede. Essa abordagem ajuda a adaptar com facilidade as configurações quando as condições da rede mudam. Basicamente, o controlador de SDN ajuda a gerenciar toda a arquitetura da rede como se fosse um único dispositivo. Visão geral da rede. A console do controlador da SDN fornece aos administradores de rede uma visão geral de toda a rede melhorando a eficiência da tomada de decisão e do gerenciamento. A interface programável do controlador de SDN oferece aos administradores de rede mais controle sobre o tráfego da rede do que é possível ter com uma rede tradicional. Nossas políticas de segurança, por exemplo, podem requerer que o tráfego de entrada de um determinado servidor passe por um firewall. Mas o tráfego de saída não representa ameaça à segurança e não teria necessariamente que passar pelo firewall. Em uma rede tradicional, esse nível de controle granular é difícil de alcançar. Com a rede definida por software, um funcionário que não seja engenheiro de redes pode programar com facilidade o controlador para redirecionar o tráfego de saída para contornar o firewall. Essas políticas podem ser aplicadas por meio do controlador de rede definida por software nos níveis de sessão, usuário, dispositivo e aplicativo. Nós de gateway/serviços Os nós de gateway oferecem uma maneira de integrar a malha da rede física das VLANs à malha da nuvem habilitada por rede definida por software, o que é configurado e gerenciado pelo controlador de SDN. O recurso de gateway permite a integração dos dois ambientes, permitindo que o hipervisor habilitado pela rede definida por software se comunique com a rede não habilitada por rede definida por software. Os nós de serviços processam a difusão, multicast e criação de fluxo entre máquinas virtuais. Nós do hipervisor Os nós do hipervisor abrigam as máquinas virtuais. Conforme ilustra a Figura 3, cada nó de hipervisor executa o módulo de comutação virtual, que é onde o controlador de rede definida por software cria as redes virtuais para os demandantes. Um único hipervisor pode abrigar máquinas virtuais de várias redes virtuais. O controle de políticas é gerenciado por um comutador virtual entre o hipervisor e as máquinas virtuais. Rede virtual 1 Serviços de rede Rede virtual 2 Serviços de rede Rede virtual 3 Serviços de rede SO na nuvem, Lógica empresarial do prestador de serviço em nuvem CLUSTER DE CONTROL ADORES de SDN API GATEWAY FÍSICO MALHA do túnel VLAN Tecido físico Figura 3. Nossa arquitetura de rede de sobreposição definida por software consiste em três componentes principais: um cluster de controladores de SDN, nós de gateway/serviços e nós de hipervisor. Basicamente, um controlador de SDN permite o gerenciamento da arquitetura de toda a rede como se fosse um único dispositivo. 5

6 Publicação técnica da Adotando a Rede Definida por Software no ambiente corporativo Exemplo de grupo de segurança no nível do demandante Firewall do Datacenter físico Demandante do aplicativo Grupo de segurança do administrador Aplica-se a todas as máquinas virtuais no interior do locatário e permite o acesso do administrador ao bastion host para Grupo de segurança da Web Permite o acesso ao aplicativo web a partir da Internet Servidores de web Grupo de segurança de banco de dados Permite a comunicação entre o banco de dados e máquinas virtuais de outros aplicativos App Servers Database Servers Figura 4. Este modelo de grupo de segurança exibe a flexibilidade de controle de acesso à rede que temos com nosso ambiente de nuvem privada baseado em OpenStack* associado aos recursos de rede definida por software. Alteração da arquitetura de segurança Consumerização e outras tendências da indústria estão contribuindo para o aumento de aplicativos que estão sendo provisionados nos nossos ambientes de virtualização que fazem interface com a Internet. Tradicionalmente utilizamos a segmentação baseada na rede e o controle de acesso à rede como os principais mecanismos de proteção das máquinas virtuais. Em nosso modelo de provisionamento de redes legadas, nos baseávamos em dispositivos monolíticos de firewall externos para fornecer controles sofisticados de acesso á rede a essas máquinas virtuais e aplicativos. Esse tipo de modelo de segurança apresentou problemas de escalabilidade, capacidade de prestar suporte e risco. Em alguns dos nossos ambientes, por exemplo, o firewall externo teve que impor milhares de regras de segurança, as quais criaram problemas de capacidade de gerenciamento da segurança e aumentaram o potencial de violações de segurança. Nosso ambiente de nuvem privada baseado no OpenStack associado aos recursos da rede definida por software permite-nos trocar para uma estrutura de segurança focada no demandante mais distribuída. Cada demandante de aplicativo recebe seu próprio ambiente de rede virtual privada além da nossa nuvem privada. O controle de acesso à rede é gerenciado no interior do ambiente de rede virtual do demandante usando grupos de segurança. Os grupos de segurança são basicamente um conjunto de regras de controle de acesso que podem ser trocados no interior de cada locatário. Diversos conjuntos de grupos de segurança podem ser aplicados às máquinas virtuais para definir a segurança da rede para aquela máquina virtual como ilustra a Figura 4. Utilizando grupos de segurança de aplicativo no nível de demandante impostos nos hosts, é possível implementar um conjunto de regras de controle de acesso mais gerenciáveis para cada demandante e habilitar o autoatendimento para gerenciar essas regras. Dispositivos de firewall físicos podem, então ser usados para proteger o perímetro do Datacenter e necessitar de um conjunto de regras de segurança menor e mais fácil de gerenciar. Alteração das funções e responsabilidades Não existe mais uma separação rígida entre as responsabilidades de nossas equipes de rede, servidor e computação durante a criação de uma instância de rede. Com a SDN, os recursos de rede que antes eram implementados em um dispositivo de rede física são agora implementados em uma rede virtual. Assim a adoção de redes definidas por software requer que as habilidades que antes eram divididas entre os administradores de sistema e administradores de rede sejam combinadas. Autoatendimento em ação A rede definida por software transforma o provisionamento de serviços de rede em uma atividade de autoatendimento para aqueles funcionários que não são administradores de rede. Por exemplo: Thomas Birch, Gerente de Programas da Incubadora de TI da Intel, utiliza SDN para criar redes que permitam às unidades de negócios iniciarem um serviço de web. Esta é uma captura de tela da interface da web que Birch usa para gerenciar as redes que cria. Para seu uso específico, Birch configura as conexões de entrada em uma máquina virtual mediante a criação de regras. Ele olha para uma máquina virtual, determina o que as outras máquinas virtuais precisam para comunicar-se com ela e para que finalidade e implanta e testa a instância da rede tudo a partir da interface da web. Antes de adotarmos a SDN, Birch tinha que solicitar o provisionamento de todos os serviços de rede de um administrador de rede. Agora ele cria redes em tempo real. Antes da SDN", diz Birch, "a automação era limitada e a configuração envolvia muita modificação manual. Eu precisava pedir a um engenheiro de TI para abrir determinadas portas, o que me transformava em um intermediário... com a SDN, estou no comando." Para criar uma rede de autoatendimento, os funcionários usam uma interface gráfica do usuário de web para provisionar uma instância de rede virtual. 6

7 Adotando a Rede Definida por Software no ambiente corporativo Publicação técnica da Para fechar essa lacuna, criamos a função de administração de sistemas de cloud computing. Representantes de todas as equipes rede, servidor e computação são responsáveis pelo desenvolvimento e operação do ambiente de cloud computing. Esses representantes trabalham em colaboração e compartilham suas habilidades. Existe uma curva de aprendizagem para os funcionários que instalam redes, mas que não necessariamente têm formação acadêmica em redes. A equipe de engenharia de redes ajuda esses funcionários a entenderem alguns conceitos básicos e práticas de segurança de redes e depois a interface gráfica com o usuário do manual de instalação os orienta no restante do trabalho. Estamos criando também modelos intuitivos de ambientes de aplicativos para tornar mais fácil para os clientes a instalação de componentes de rede por demanda sem a necessidade de ter amplo conhecimento sobre redes. Resultados preliminares O tempo de provisionamento de serviços já está melhorando. A visão global do controlador de SDN da rede e o benefício de autoatendimento habilitado pela SDN estão reduzindo a pressão sobre os administradores de rede para que eles cumpram os Contratos de Nível de Serviço (SLAs) para as solicitações de serviços de rede. A rede definida por software está simplificando o processo de provisionamento de redes. A criação de redes requer um certo treinamento, especialmente para funcionários que tenham pouca ou nenhuma experiência com redes. Contudo, depois de receberem assistência de engenheiros de redes e de trabalhar com o aplicativo de gerenciamento de redes definidas por software, os funcionários percebem os benefícios da abordagem de autoatendimento. Eles ficam satisfeitos com a remoção de restrições ao suporte das unidades de negócio que trabalham em desenvolvimento ágil; com o maior controle sobre a implantação da rede e com a capacidade de implantar e testar em tempo real. Os resultados dos testes iniciais indicam que as redes definidas por software podem reduzir os custos de serviços por meio de maior eficiência no gerenciamento da rede. Podemos também aproveitar o investimento em nossa infraestrutura atual e depender menos de hardware proprietário e utensílios dedicados. Próximos passos Em 2014 ampliaremos a implantação de rede de sobreposição tomando por base a implantação da nossa produção inicial em Continuaremos também a explorar formas de usar o OpenFlow para agregar valor à rede de sobreposição. Planejamos utilizar APIs para virtualizar serviços de rede como balanceadores de carga e firewalls de aplicativos de web em nosso ambiente de cloud computing. Monitoraremos a sobrecarga da CPU que esses recursos acrescentarão ao host e, quando for pertinente, descarregaremos o processamento para hardware em baixo nível ou para um controlador de interface de rede. Embora a migração de um ambiente de hipervisor para um ambiente de rede definida por software apresente muitos desafios, estamos explorando métodos para simplificar essa migração. À medida que passamos de um modelo de segurança monolítico para um modelo de segurança distribuído, precisamos monitorar a escalabilidade, especialmente em termos de limitações do host. Planejamos descarregar o processamento sempre que possível. Para obter mais informações sobre as melhores práticas da área de TI da Intel, visite o site Conclusão A SDN virtualiza a rede para nossos ambientes de cloud computing e permite que os funcionários que não sejam engenheiros de redes programem os componentes da rede de sobreposição para que possamos instalar redes por demanda dinamicamente. Os serviços de rede que antes levavam vários dias para serem configurados podem agora ser realizados em tempo real por meio de uma abordagem de autoatendimento. Percebemos os seguintes benefícios de SDN: Provisionamento mais rápido de serviços. Criação de redes mais simples e por autoatendimento. Custos reduzidos de serviços Além disso, temos mais controle sobre a infraestrutura atual e dependemos menos de hardware proprietário e utensílios dedicados. Informações relacionadas Visite para encontrar conteúdo sobre tópicos relacionados: Estratégia de Centro de Dados da Intel IT para Transformação dos Negócios Atualização da arquitetura da rede do centro de dados para Ethernet 10 Gigabits Acrônimos BU unidade de negócios DNS sistema de nomes de domínio GbE Ethernet Gigabit NIC controlador de interface de rede SDN rede definida por software SLA contrato de nível de serviço TCO custo total de propriedade VLAN LAN virtual MV máquina virtual VRF roteamento e encaminhamento virtuais 7

8 O software e as cargas de trabalho usadas nos testes de desempenho podem ter sido otimizados para desempenho apenas em microprocessadores Intel. Testes de desempenho como SYSmark* e MobileMark são medidos usando sistemas de computador, componentes, software, operações e funções específicos. Qualquer modificação em algum desses fatores pode provocar variação nos resultados. Consulte outras informações e outros testes de desempenho para ajudá-lo a avaliar melhor as suas compras, incluindo o desempenho desse produto quando combinado com outros produtos. Configurações: Servidor (sistema em teste) Modelo: Intel S5520UR (Urbanna) Processador: Intel Xeon 3,33 GHz (2 soquetes, 6 núcleos/soquete), 96 GB de RAM, Hyper-threading desativada BIOS: S B Adaptadores de Rede: 2 x adaptador de servidor Ethernet Intel X GbE para a comutação de 10GbE Driver de rede:: ixgbe vmw-NAPI : ware ESX* 5.1 RC (versão ) Configuração d MV convidada: 1 vcpu, 4 GB RAM, RHEL 6.2 ( el6.x86_64), vmxnet3 e ixgbevf, 24 s Controlador de comutador grande (Corona) versão beta Configuração cliente: Configuração de rede Configuração de armazenamento Aplicativo Netperf* 2.5 Modelo: Intel S5520UR (Urbanna) Processador: Intel Xeon 2,93 GHz (2 soquetes, 6 núcleos/soquete), 96 GB de RAM, Hyper-threading desativada BIOS: S B Adaptadores de Rede: 2 x adaptador de servidor Ethernet Intel X GbE para a comutação de 10GbE Driver de rede:: ixgbe vmw-N : ware ESX* 5.1 RC (versão ) Configuração d MV convidada: 1 vcpu, 4 GB RAM, RHEL 6.2 ( el6.x86_64), vmxnet3, 24 s Modelo: Extreme Networks Summit* X650 comutador 10GbE Conectividade de rede: 2 x adaptador de servidor Ethernet Intel X GbE (a partir do servidor) 2 x adaptador de servidor Ethernet Intel X GbE (a partir do cliente) 1 x Controladora Ethernet Gigabit 10 IX1-SFP+ 10GbE (a partir de NetApp FAS6240) NetApp FAS6240 Versão: 0.8,0.1-P1 Processador Intel Xeon 2,53 GHz (8 proc), 48 GB RAM 512 GB de RAM-II Armazenamento 10GbE Ferramentas utilizadas para a coleta de dados Taxa de transferência capturada de Netperf Utilização do sistema capturada no host ware ESX* host usando o utilitário esxtop AS INFORMAÇÕES FORNECIDAS NESTE DOCUMENTO TÊM NATUREZA GENÉRICA E NÃO DEVEM SER TOMADAS COMO ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS. AS RECOMENDAÇÕES (INCLUINDO POTENCIAIS ECONOMIAS DE CUSTOS) SE BASEIAM NA EXPERIÊNCIA DA INTEL E SÃO APENAS ESTIMATIVAS. A INTEL NÃO GARANTE QUE OUTRAS PESSOAS IRÃO OBTER RESULTADOS SEMELHANTES. AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO FORNECIDAS EM CONEXÃO COM PRODUTOS INTEL. NENHUMA LICENÇA EXPRESSA OU IMPLÍCITA, POR EMBARGO OU DE OUTRA FORMA, PARA QUAISQUER DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL É CONCEDIDA POR ESTE DOCUMENTO. EXCETO CONFORME DISPOSTO NOS TERMOS E CONDIÇÕES DE COMERCIALIZAÇÃO DA INTEL PARA TAIS PRODUTOS, A INTEL NÃO ASSUME RESPONSABILIDADES DE QUALQUER ESPÉCIE E ISENTA-SE DE QUAISQUER GARANTIAS, EXPLÍCITAS OU IMPLÍCITAS, RELATIVAS À VENDA E/OU AO USO DE PRODUTOS INTEL, INCLUINDO RESPONSABILIDADES OU GARANTIAS RELATIVAS À ADEQUAÇÃO A UMA FINALIDADE ESPECÍFICA, COMERCIALIZAÇÃO OU VIOLAÇÃO DE QUALQUER PATENTE, DIREITO AUTORAL (COPYRIGHT) OU OUTROS DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL. Intel, o logotipo da Intel, Intel Xeon, Look Inside e o logotipo de Look Inside são marcas comerciais da Intel Corporation nos Estados Unidos e/ou em outros países. *Outros nomes e marcas podem ser propriedade de terceiros. Copyright 2014 Intel Corporation. Todos os direitos reservados. Impresso nos EUA Recicle 1214/WWES/KC/PDF US

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