09 _Relatório de Actividades 2009 Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP.

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3 Av. Padre Cruz Lisboa t: r _Relatórios _título: _data: _Lisboa _Dezembro de 2010 Catalogação na fonte: PORTUGAL. Ministério da Saúde. Doutor Ricardo Jorge Relatório de actividades de 20 / Doutor Ricardo Jorge. Lisboa : INSA, IP, p. : il. ISBN: Título: Relatório de actividades de 20 / Doutor Ricardo Jorge. Autor: Editor: Doutor Ricardo Jorge Coordenador: Pedro Coutinho Design e Paginação: Nuno Almodovar Impressão e acabamento: DPI Cromotipo ISBN: Lisboa, Dezembro de

4 _índice _Mensagem do Presidente do Conselho Directo do INSA, IP 0 Introdução _ Factos mais relevantes em _ Iniciativas do Novo Modelo de Gestão para I INSA, IP at glance _ Missão, Atribuições e Organização _ Breve enquadramento _ Estrutura Orgânica _ Capital Intelectual _ Aposta na Certificação e Qualidade _ Museu da Saúde _ Principais Indicadores 025 II A Prossecução dos Objectivos Estratégicos e Progresso no Reforço das Funções Essenciais _ Objectivos Estratégicos _ Funções Essenciais 028 III Informação de Gestão _ Situação Económico-Financeira _ Situação Orçamental _ Balanço Social _ QUAR

5 IV Actividade dos Departamentos Técnico-Científicos _ Departamento de Alimentação e Nutrição _ Departamento de Doenças Infecciosas 9 4.3_ Departamento de Epidemiologia _ Departamento de Genética _ Departamento de Promoção da Saúde e Doenças Crónicas _ Departamento de Saúde Ambiental 158 V Actividade dos Serviços de Apoio à Investigação, Gestão e Administração e das Assessorias de Apoio Técnico Especializado _ Direcção de Gestão de Recursos Humanos _ Direcção de Gestão de Recursos Financeiros _ Direcção de Gestão de Recursos Técnicos _ Assessorias de Apoio Técnico Especializado 178 _Anexos A. Lista de Projectos de Investigação Científica em Curso/Concluídos 186 B. Lista de Novos Projectos de Investigação Científica 195 C. Lista de Acções de Difusão da Cultura Científica 198 D. Lista das Actividades Formativas 199 E. Lista de Produção Científica 200 F. Relação da Estrutura Orgânica do INSA, IP 236 G. Balanço, Demonstração de Resultados e Anexos às Demonstrações Financeiras 237 _Anexos _Relatório Anual da Fiscalização 245 _Relatório e Parecer do Fiscal Único 258 _Certificação Legal de Contas 260 _002 / 003

6 _Lista de siglas e acrónimos ACS _Alto Comissariado da Saúde ACSS _Administração Central do Sistema de Saúde ARS _Administração Regional de Saúde ARSLVT _Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo CEVDI _Centro de Estudos e Vectores e Doenças Infecciosas Doutor Francisco Cambournac CPLP _Comunidade dos Países de Língua Portuguesa CSPGF _Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira CGMJM _Centro de Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães DGS _Direcção Geral de Saúde EUPHA _European Public Health Association ECDC _European Centre for Disease Control EFSA _European Food Safety Authority EPE _Entidade Pública Empresarial FCT _Fundação para a Ciência e a Tecnologia FioCruz _Fundação Oswaldo Cruz do Ministério da Saúde do Brasil IANPHI _International Association of National Public Health Institutes IGM _Instituto de Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães INSA, IP _ INSP _ Pública de Angola I&D _Investigação e Desenvolvimento KTL _ Pública (Finlândia) MCTES _Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior MS _Ministério da Saúde OCDE _Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico OMS _Organização Mundial de Saúde PALOPS _Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa PDE/Plano _Plano de Desenvolvimento Estratégico 2008/2012 PNS _Plano Nacional de Saúde QUAR _Quadro de Avaliação e Responsabilização QREN _Quadro de Referência Estratégico Nacional RIVM _Instituto Nacional para a Saúde e para o Ambiente (Holanda) SINAVE _Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica UE _União Europeia TESSy _The European Surveillance System

7 _Mensagem do Presidente do Conselho Directivo do INSA, IP O ano de 20 foi de consolidação dos importantes desafios iniciados em 2008: o da reorganização orgânica e o de reorientação estratégica alinhados com um único propósito: contribuir para ganhos em saúde. De facto, em 20, atravessámos um período de turbulência económica que obrigou a uma gestão o mais eficiente possível dada a contenção orçamental exigida; reorganizaram-se os departamentos técnico-científicos reforçando a capacidade de resposta técnica e científica ao exterior e potenciando sinergias internas, fruto da nova filosofia para o INSA, IP; respondemos à pandemia da gripe H1N1 em estreita articulação com a Tutela e demais autoridades de saúde; criámos importantes sinergias com entidades congéneres reforçando o networking e troca de experiências e competências; consolidamos a imagem do Instituto promovendo a Agenda de Investigação junto do Ministério da Saúde e lançamento do Museu da Saúde; entre outras. Tendo presente os eixos estratégicos e iniciativas-chave elencados no Plano de Desenvolvimento Estratégico 2008/2012, foi preparado o Relatório de Actividades de 20, visando prestar contas da actividade do Instituto entre 2006 e 20 período do primeiro mandato enquanto Presidente do Conselho Directivo do INSA, IP. Este Relatório de Actividades reflecte o que consideramos ser uma boa prática de gestão, na medida em que espelha o conjunto de valores que norteiam o novo INSA, IP, elenca o mais exaustivamente possível a acção global do Instituto no período compreendido entre 2006 e 20 e está plenamente orientado para a mensuração objectiva de resultados, num esforço contínuo de prestar boa informação para gestão. Gostaria de deixar expresso um sentido agradecimento a todos os colaboradores do INSA, IP pelo empenho no desenho deste Relatório de Actividades, que espero ser um instrumento de partilha de conhecimentos e esforços, de preocupação em concretizar as metas propostas e de motivação permanente para alcançarmos a nossa missão. _José Pereira Miguel _Conselho Directivo do INSA _004 / 005

8 0 _introdução Na sequência do PRACE (Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado) foi publicada uma nova Lei Orgânica do Ministério da Saúde através do Decreto-Lei n.º 212/2006 de 27 de Outubro. Aqui se definiu o Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge como Instituto Público, Laboratório de Estado da Saúde, e se explicitaram a sua missão e atribuições, essencialmente em torno da ideia do seu imprescindível contributo para ganhos em saúde pública. Mais tarde o Decreto-Lei n.º 271/2007 de 26 de Julho e a Portaria n.º 812/2007 de 27 de Julho vieram dar corpo às orientações iniciais. O INSA, IP viu também as suas atribuições reforçadas com a inclusão do ex-instituto de Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães. É sobre a forma de concretizar estes mandatos que o Plano de Desenvolvimento Estratégico (PDE ou Plano) se debruça, onde todo o Plano decorre de uma visão para o INSA, IP: realizar-se como instituição de excelência ao serviço da saúde pública, constituindo um braço armado do sistema de saúde na luta contra os principais riscos para a saúde da população, apoiando-se em ciência sólida e nas melhores práticas, em todas as sua funções essenciais. No seguimento da avaliação do desempenho do INSA, IP aos seus diversos níveis (técnico-científico, económico-financeiro e actividade produtiva) foi preparado o Relatório de Actividades de 20 com a finalidade de não só acompanhar a materialização dos objectivos traçados no Plano de Desenvolvimento Estratégico 2008/2012, bem como o aferir da execução das iniciativas do novo modelo de gestão preconizado para 20. O Relatório de Actividades de 20 traduz e mensura a actividade do INSA, IP em termos das suas funções essenciais, aferindo desde a actividade de investigação & desenvolvimento até à função de difusão da cultura científica, para além de fornecer informações ao nível da situação económico-financeira, da actividade analítica e de prestação de serviços, da quantidade e qualidade dos recursos humanos e dos recursos técnicos e, por fim, da auto-avaliação a nível do QUAR 20. Este documento pretende ser um instrumento de gestão que avalia consistente e plenamente as metas e objectivos estratégicos alinhados no PDE 2008/2012 e que afere as iniciativas operacionais concretizadas e em curso, que visam dotar o Instituto dos meios que lhe permitam alcançar um novo e exigente patamar de eficiência e da inovação com valor. O Plano espelha ainda um conjunto de valores que norteiam o novo INSA, IP. Entre eles, o primado do interesse colectivo, o rigor científico, a gestão orientada para resultados, a partilha de conhecimentos e esforços, a preocupação em prestar contas públicas sobre o trabalho realizado.

9 0.1 _factos mais relevantes _em 20 Os desafios iniciais e correspondidos durante o ano de 20 levaram a um alargado número de iniciativas das quais se destacam: 1. Implementação do novo Plano de Desenvolvimento Estratégico através da formulação de um Plano de Acção por Departamento e Assessoria, com especial foco nas funções essenciais e nos objectivos e estratégias do INSA, IP; 2. Apresentação de uma candidatura, em parceria com outras instituições, para a investigação na área da Saúde Pública, junto da FCT: o Health Public Consortium ; 3. Participação do INSA, IP, no Consórcio BIOPOLIS, maioritariamente através do Departamento de Alimentação e Nutrição; 4. Apresentação junto do Governo de uma Proposta para o Programa Nacional de Diagnóstico Precoce e reorganização da respectiva área; 5. Apresentação junto do Governo de uma Proposta para o Registo Nacional de Paramiloidose; 6. Apresentação à Tutela de uma proposta de Agenda de Investigação do Ministério da Saúde; 7. Realização do I Fórum Nacional de Investigação em Saúde; 8. Definição do Framework de avaliação e aprovação de projectos de investigação à luz do novo posicionamento estratégico do INSA, IP; 9. Cooperação no Plano Internacional, designadamente através de visitas de missão a Angola e Brasil, mais concretamente foi celebrado o Protocolo de Cooperação entre o INSA, IP e o INSP de Angola e assinado o Plano de Cooperação entre o INSA, IP e o FIOCRUZ para ; 10. Encontro em Salamanca entre os Institutos Carlos III e INSA, IP para partilha de experiências ao nível das diferentes competências; _006 / 007

10 11. Implementação do mapa de pessoal aprovado pela tutela e lançamento dos procedimentos de contratação dos recursos em falta; 12. Publicação do Regulamento do Conselho Científico em Diário da República, após revisão e aprovação; 13. Revisão do Regulamento de Bolsas Ricardo Jorge (inicio e conclusão); 14. Conclusão dos processos SIADAP de anos anteriores e implementação do sistema, com formulação de objectivos, para 20; 15. Implementação do novo Processo de Compras e criação da Comissão Técnica de Compras, tendo em vista unificar a codificação de produtos e reagentes; 16. Implementação dos novos procedimentos de contratação electrónica; 17. Definição de uma nova Tabela de Preços do INSA, IP e revisão de todos os Acordos e Convenções existentes; 18. Apresentação da candidatura do INSA, IP como entidade habilitada a coordenar o processo de Licenciamento das unidades prestadoras de serviços no âmbito da Patologia Clínica e Anatomia Patológica; 19. Conclusão do processo de integração do Centro de Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães no INSA, IP; 20. Entrada em pleno funcionamento das novas instalações do Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira (Porto); 21. Entrada em funcionamento do CEVDI em Águas de Moura e realojamento das respectivas equipas; 22. Conclusão do processo de identificação e nomeação dos titulares para todos os novos órgãos estatuários e promoção de reuniões com os respectivos responsáveis; 23. Aprovação do Regulamento Interno de Funcionamento, por parte do Governo, e sua implementação no Instituto; 24. Definição do conceito do Museu da Saúde e lançamento de pequenos pólos bem como a organização de exposições temporárias e de outras iniciativas de divulgação do conceito; 25. Estudo da reabilitação e afectação das antigas instalações do CSPGF, no Porto, para lançamento do Museu da Saúde; 26. Consolidação da imagem corporativa e do site do INSA, IP; 27. Introdução de uma gestão orçamental, com objectivos fixados por Departamento; 28. Reforço e modernização do parque de equipamentos informáticos, da rede de comunicações e das aplicações de gestão; 29. Optimização do Plano de Investimento, dada a redução de verbas do PIDDAC; 30. Apresentação de novas candidaturas junto do QREN, tendo sido aprovado já um conjunto de projectos num montante que ultrapassa os quatro milhões de euros.

11 0.2 _as iniciativas do Novo Modelo de Gestão para _Um posicionamento estratégico aguerrido em defesa da saúde pública A plena afirmação dos objectivos estratégicos exige uma jornada coerente e consistente no plano nacional e internacional. O INSA, IP deve ter a ambição de um posicionamento internacional que permita: _Participar mais activamente em projectos internacionais, como o TESSy e outros projectos que façam a ponte com o ECDC e a OMS; _Aprofundar a cooperação com os institutos homólogos europeus, criando oportunidades de troca de recursos e conhecimento; _Intensificar a cooperação com a África, apoiando os países da CPLP a desenvolver os seus institutos nacionais de saúde. São uma oportunidade de cooperação de longo prazo que permite a troca de experiências e a mobilização de recursos portugueses. No plano nacional será importante afirmar algumas iniciativas de grande impacto como: _Liderar a Agenda Portuguesa de Investigação em Saúde, sendo parte activa na aprovação dos projectos de investigação e seu financiamento; _Liderança do Public Health Consortium, como plataforma de partilha de experiências e factor de união entre diferentes cientistas e instituições; _Aumentar as Bolsas e Prémios Ricardo Jorge; _Contribuir para a capacitação dos Recursos Humanos ligados à Saúde Pública; _Implementar redes de laboratórios associados; _Planear uma avaliação dos serviços de Saúde Pública. _Algumas Condições de Sucesso O ano de 2010 é particularmente decisivo para confirmar o caminho traçado ou para o alterar a partir da experiência ou novas orientações. O efeito mais temível será de perder o caminho por efeito da inércia, da perturbação da liderança ou do estrangulamento financeiro. Algumas condições de sucesso serão, seguramente, a determinação na prossecução dos objectivos claros já expressos no plano estratégico do INSA, IP, a procura constante de maior efectividade, eficiência e inovação, e a luta por condições económicas e financeiras mais favoráveis. Ao aproximar-se o final do ano de 20 a compreensão sobre os desafios futuros é tanto maior por parte da equipa de responsáveis do INSA, IP, bem como por todos os seus colaboradores a quem é pedido um grande esforço no presente em troca da completa reafirmação do INSA, IP como uma instituição de referência no sistema de saúde português, em que cada profissional sinta orgulho em trabalhar e o País se orgulhe de contar. _008 / 0

12 Orientações Estratégicas Iniciativas Chave Deliverables _Carteira de Actividades _Capital Intelectual _Equilibrio Orçamental _Funções Essenciais _Programas Nacionais _Agenda de Investigação própria alinhada com a Agenda Portuguesa de Investigação em Saúde _Medir os resultados de I&D através da criação de indicadores de performance _Negociar Contrato-Programa (Funções Essenciais e Programas Nacionais) _Desenvolver as Receitas Próprias via Prestação de Serviços EPE _Estabelecer Programas de Gestão Orçamental por Departamentos _Estabelecer Centros de Resultados por Departamento e/ou por Projecto _Planos de Acção Orientado para Resultados _Agenda de I&D _Novo Modelo de Negócio _Eficiência Operacional _Best People _Melhorar a Orgânica Interna _Melhorar as Infra-estruturas e os Sistemas de Informação de suporte às Actividades _Fomentar o conceito de Direcções Funcionais (ex. Direcção de Recursos Humanos) nas mais diversas áreas de competência científica, de gestão e/ou de suporte às anteriores _Premiar competências com base na meritocracia _Racionalização dos Meios e Agilidade Operacional _Prémios de Mérito _As grandes prioridades para 2010 podem ser sintetizadas em 5 grandes orientações: 1. Carteira de Actividades em função do contexto do Plano Estratégico: garantir o pleno cumprimento das funções essenciais e alojamento de um conjunto de programas nacionais integrados no Plano Nacional de Saúde, através da avaliação dos programas existentes e pela cooperação no desenvolvimento de novos programas; 2. Capital Intelectual: criação sustentada dos meios de desenvolvimento do capital intelectual do INSA, IP através da negociação de uma Agenda de Investigação própria, em linha com a proposta de Agenda Portuguesa de Investigação em Saúde, bem como a medição dos seus resultados através da criação de indicadores de performance sobre o contributo de cada projecto; 3. Equilíbrio Orçamental: negociação de um Contrato Programa com a Tutela que estabeleça os níveis de serviço para as funções essenciais e para o desenvolvimento dos programas de saúde. Criação de receitas de exploração através da oferta de serviços competitivos, reagrupando toda a área de prestação de serviços num departamento ou entidade empresarial a criar. Aprofundamento da gestão orçamental por Departamento e do princípio de imputação de qualquer despesa ou receita à conta de um projecto ou ao budget do Departamento; 4. Eficiência Operacional: Melhoria das infra-estruturas de suporte à actividade, investimento em sistemas de informação e na simplificação de processos. As prioridades são a eficiência energética, plataforma de comunicações, e climatização do edifício. O Plano de Investimentos contemplará e dará prioridade aos projectos que contribuam para uma maior eficiência das condições operacionais; 5. Best People: criar condições para fazer uma avaliação de desempenho cada vez mais efectiva, promovendo os melhores e concedendo incentivos ao mérito. Abertura da contratação a profissionais diferenciados para as diversas áreas científicas e de suporte, tendo em vista estabilizar uma nova geração de colaboradores. Rever o quadro de referência de autorização de acumulação de funções. Rever o nível remuneratório dos dirigentes e responsáveis de primeiro e segundo nível.

13 O ano de 2010 não será um ano fácil a nível da conjuntura internacional e nacional, o que retirará capacidade de investimento e de apoio a muitos projectos não essenciais. A competição mundial pela disputa para verbas de investigação é muito forte e mobiliza todos os países do mundo e centenas de instituições. Muitos apoios comunitários estão a chegar a organizações sem fins lucrativos e, com maior dificuldade, a institutos públicos. A nível interno, a simplificação dos procedimentos dos serviços administrativos e a sua adequação às actividades de I&D, bem como a implementação de um sistema de gestão de projectos com financiamento externo ao INSA, IP, será factor decisivo de progresso, ao que se associará a excelência. Contudo acreditamos que o INSA, IP com o seu novo Plano Estratégico, com uma missão e atribuições claras e com a implementação deste novo modelo de gestão estará em condições de superar todas essas dificuldades. Anterior Modelo de Negócio Novo Modelo de Negócio Prestação de Serviços DAN DDI DPSDC DAN DSA DG DEP DPSDC DDI DEP DSA DG Prestação de Serviços Centralizada _O INSA presta um conjunto de serviços que são facturados em locais diversos por diferentes sistemas com uma integração complexa PNAEQ Outros Serviços _Modelo de prestação de serviços por departamento e de facturação individual e independente _Desaproveitamento do efeito sinérgico derivado da utilização comum de serviços partilhados e, por conseguinte, aumento da complexidade _Desarticulação entre a capacidade de produção e de expectativa do cliente _Duplicação de estruturas e de sistemas, implicando o aumento de custos Modelo Complexo, desarticulado e ineficiente _O Novo Modelo de Prestação de Serviços assenta numa lógica de Central de Serviços eficiente com vista à Sustentabilidade Financeira do INSA _Concentração de Prestação de Serviços, logica de serviços Partilhados _Sinergias derivadas de partilha de Serviços _Implementação de ferramentas e métodos de gestão orientados para Resultados _Revisão da Tabela de Preços _Dotação de modernos equipamentos de produção analitica que garantam competitividade e qualidade _Dinamização da marca INSA no mercado _Inversão do actual mix de financiamento _010 / 011

14 I _INSA, IP at glance 1.1_Missão, Atribuições e Organização O Doutor Ricardo Jorge, IP (INSA, IP) é uma instituição centenária fundada em 1899 pelo médico e humanista Ricardo Jorge (Porto, Lisboa, 1939), como braço laboratorial do sistema de saúde português e, na qualidade de instituto público está integrado na administração indirecta do Estado, dotado de autonomia científica, técnica, administrativa, financeira e com património próprio. O INSA, IP desenvolve a sua actividade como laboratório do Estado no sector da saúde, laboratório nacional de referência e observatório nacional de saúde, tendo como missão 1 contribuir, quer no âmbito laboratorial quer em assistência diferenciada, para ganhos em saúde. O INSA, IP assegura a sua missão através da investigação e desenvolvimento tecnológico, investigação epidemiológica e em serviços de saúde, garantia da avaliação externa da qualidade laboratorial, difusão da cultura científica, fomento da capacitação e formação e a prestação de serviços diferenciados, incluindo a prevenção de doenças genéticas. de Saúde (OMS) e o Centro Europeu de Controlo e Prevenção de Doenças (ECDC), para os quais é uma das entidades competentes em Portugal. Importa igualmente destacar que o INSA, IP é membro da Associação Internacional de Institutos Nacionais de Saúde (IANPHI) e de várias redes científicas europeias e internacionais, assegurando também, colaboração com inúmeras instituições estrangeiras no domínio de I&D. O INSA, IP tem como atribuições 2 : _Prosseguir objectivos da política científica e tecnológica adoptada pelo Governo para o sector da saúde, nomeadamente gerando evidência para a tomada de decisão; _Promover, realizar e coordenar actividades de investigação e desenvolvimento (I&D), no domínio das ciências da saúde; _Promover, organizar e garantir a avaliação externa da qualidade no âmbito laboratorial, bem como preparar e distribuir materiais de referência; O INSA, IP colabora com vários organismos internacionais, destacando-se a Organização Mundial (1) A Missão e Atribuições do INSA, IP estão plenamente elencadas no Decreto-Lei n.º 271/2007 de 26 de Julho, publicado no Diário da República, 1.ª série N.º de Julho de 2007 (2) Para maior detalhe, recomenda-se a leitura do Decreto-Lei n.º 271/2007 de 26 de Julho, publicado no Diário da República, 1.ª série N.º de Julho de 2007.

15 _Prestar assistência diferenciada no diagnóstico precoce, tratamento e seguimento, em serviços clínicos laboratoriais; _Colaborar com a Direcção Geral da Saúde na realização de actividades de vigilância epidemiológica de doenças transmissíveis e não transmissíveis; _Estudar e actualizar os indicadores que descrevam o estado de saúde da população portuguesa e seus determinantes; _Contribuir para capacitar investigadores e técnicos na área da saúde, através da realização de estágios, cursos e outras acções de formação profissional ou pós-graduada; _Prestar serviços remunerados a entidades públicas e privadas nas áreas das suas atribuições. Para além da estrutura acima descrita, o Instituto conta com o aporte de know-how e de guidance de diversas estruturas a si atinentes (sendo órgãos do INSA, IP conforme Decreto-Lei n.º 271/2007 de 26 de Julho, publicado em Diário da República, 1.ª série N.º de Julho de 2007): (1) Conselho de Orientação; (2) Conselho Científico; (3) Unidade de Acompanhamento; (4) Fiscal Único; (5) Comissão Paritária; (6) Comissão de Ética estes órgãos prestam apoio ao Conselho Directivo do INSA, IP. No ponto Estrutura Orgânica, explicar-se-á em maior detalhe a estrutura orgânica e a relação dos responsáveis por unidade orgânica, à data de 31 de Dezembro de 20. Todas as entidades, públicas e privadas, detentoras de informação, amostras ou outros elementos considerados pertinentes para aprofundar o conhecimento sobre o estado de saúde da população e os factores que o determinam, devem cooperar com o INSA, IP, proporcionando-lhe a sua utilização, com salvaguarda do cumprimento da legislação em vigor. Para a prossecução das suas atribuições o Instituto está organizado 3 em: 1.2_Breve enquadramento Neste capítulo apresentamos o enquadramento do INSA, IP no âmbito do posicionamento estratégico previsto até 2012 (vide PDE 2008/2012) e sua relação com os principais key stakeholders o posicionamento institucional, os seus pontos fortes e pontos a desenvolver, as oportunidades identificadas e respectivas ameaças (análise SWOT), alinhadas segundo os objectivos estratégicos do Instituto. 1. Seis Departamentos técnico-científicos; 2. Museu da Saúde; 3. Três Serviços de apoio à investigação, gestão e administração; 4. Oito Assessorias de apoio técnico e especializado; 5. Dois serviços desconcentrados: Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira (Porto) e Centro de Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães (Porto); 6. Duas unidades operativas: Sede (Lisboa) e Centro de Estudos e Doenças Infecciosas Doutor Francisco Cambournac (Águas de Moura). Para além da estrutura acima descrita, o Instituto conta (3) Conforme Despacho Normativo 15/20 publicado em Diário da República, 2.ª série N.º 68 7 de Abril de 20 _012 / 013

16 Análise dos Pontos Fortes e Pontos Fracos _Pontos Fortes _Pontos Fracos _Boa proximidade aos decisores em saúde OE1 _Pouco enfoque na evidência para decisão política OE1 _Interesse dos profissionais em aumentar o impacte do seu trabalho na política de saúde _INSA, IP é já instrumental na implementação de vários programas nacionais _Os Departamentos estão envolvidos em Projectos e outras Actividades internacionais, sendo pontos focais para Portugal em muitos deles _Noção limitada, pessoal, das prioridades nacionais devido à ausência de discussão e deficit de formação em saúde pública _O trabalho dos Departamentos relacionado com as prioridades em saúde nem sempre tem carácter estratégico _A constituição de parcerias nacionais e internacionais nem sempre é decidida a nível institucional/estratégico _Elevada preparação do pessoal para se ajustar às funções essenciais _Equipamentos modernos e novas estruturas de apoio _Elevada produção científica OE2 _A concretização das funções essenciais varia grandemente entre os Departamentos. _Rigidez dos Departamentos nos temas centrais do trabalho desenvolvido na cultura organizacional. OE2 _Elevado número de profissionais com grau académico adequado _Conselho Científico, que desempenha as funções de aconselhamento da Direcção, no estabelecimento de padrões e de políticas institucionais na área da investigação em saúde _Cultura institucional de candidatura a financiamentos de investigação _Potencial técnico e científico existente OE3 _Capacidade limitada em algumas áreas importantes de investigação em saúde (p.ex., investigação em serviços e sistemas de saúde) _Inexistência de um processo sistemático no estabelecimento de prioridades em investigação _Fragmentação de candidaturas para financiamento de investigação _Instituição não está focalizada para a divulgação de resultados junto dos não especialistas e população em geral OE3 _Prestação de serviços externos consolidada OE4 _Inexistência de um sistema integrado de gestão OE4 _Muitos dos profissionais têm boa capacidade de comunicação a nível internacional _Baixa percepção de modelos de negócio por parte dos profissionais _Interesse e expectativa dos colaboradores, relativamente à capacidade da Direcção em promover a comunicação interna e externa OE5 _Actualmente a comunicação entre departamentos é limitada, bem como entre a gestão executiva e os departamentos OE5 _A dispersão geográfica pode ser uma barreira à comunicação _Colaboração com outras instituições em grande parte decidida pelos departamentos. Não existem decisões institucionais para o estabelecimento de parcerias estratégicas _Infra-estrutura de informação nem sempre é suficiente para cobrir as necessidades (acesso a internet, telefone, videoconferência)

17 _Pontos Fortes _Pontos Fracos _Nos últimos anos, melhoria nos procedimentos administrativos e de gestão criação de gabinete de planeamento e gestão, base de dados que colige a informação sobre recursos, desempenho e actividades desenvolvidas OE6 _Falta de integração da gestão e administração institucional no dia-a-dia dos departamentos _Recursos humanos com insuficientes conhecimentos e formação em administração e gestão OE6 _Possível falta de transparência na informação técnica e financeira, a nível institucional _Debilidade técnica e lentidão em vários serviços de apoio _Progressos notáveis na qualificação graduada e pós-graduada, no INSA, IP OE7 _Ausência de uma política institucional que promova a formação contínua dos RH OE7 _Proporção significativa (embora com tendência a diminuir) de pessoal com educação e formação de nível básico ou inferior _Algumas áreas do INSA, IP têm acesso a equipamentos laboratoriais modernos OE8 _Ausência de política institucional transparente na aquisição de novo equipamento OE8 _Diversidade de equipamento laboratorial, o que aumenta a competição entre centros _Algumas unidades referem atrasos no processo administrativo de compra de equipamento (apesar de se reconhecerem melhorias substanciais nos últimos anos) _Elevada capacidade dos profissionais para a produção de comunicações científicas e técnicas OE9 _Profissionais não têm uma imagem uniforme do INSA, IP enquanto centro de excelência em saúde pública OE9 Análise dos Oportunidades e Ameaças _Oportunidades _Ameaças _Nova legislação fortalece o papel do INSA, IP na apresentação de evidência para o processo político OE1 _INSA, IP nem sempre é consultado como produtor de evidência para os decisores OE1 _Processos paralelos, como a reforma do sector público, permitem uma maior autonomia do INSA, IP _Número crescente de prestadores de serviços de saúde e biomédicos, incluindo oriundos do sector privado _Papel do INSA, IP como Laboratório do Estado _Processos políticos nem sempre são comunicados todavia, aconselhamento procurado ad hoc e frequentemente em emergências _Elevado número de instituições relevantes a nível nacional e internacional e um número crescente de prioridades políticas _Plano Nacional de Saúde deve ser utilizado pelo INSA, IP para concretizar as suas funções essenciais _Plano Nacional de Acção Ambiente e Saúde OE2 _Número crescente de entidades privadas que prestam serviços laboratoriais, tornando redundantes alguns dos serviços públicos OE2 _Reforma dos laboratórios do Estado _Possibilidade de evoluir para estatuto de EPE _014 / 015

18 _Oportunidades _Ameaças _Elevado número de instituições de investigação internacionais, que podem oferecer oportunidades para a geminação e troca de experiências OE3 _Competição e falta de transparência de mandatos na área de investigação em saúde, a nível nacional OE3 _Articulação com os Institutos congéneres europeus _Complexidade de normas e padrões na investigação em saúde _Celebração de contratos-programa _Definição de carteira de negócios que vá de encontro às necessidades do mercado (público e privado) _Fortes oportunidades para o estabelecimento de parcerias nacionais e internacionais produtivas OE4 OE5 _Mais rápida capacidade de adaptação e de abordagem pró-activa ao mercado por parte do sector privado _Perda para o sector privado de elementos do INSA, IP com valor técnico e científico, diminuindo a capacidade de resposta e de inovação OE4 _Melhoria substancial nos sistemas de administração e gestão OE6 _Ambiente muito competitivo, especialmente na prestação de serviços laboratoriais e investigação OE5 _Considerável experiência a nível institucional, que pode ser utilizada vantajosamente a nível nacional e internacional _Ambiente não propício ao envolvimento e adesão dos profissionais ao processo de modernização a nível nacional e internacional OE6 _Oportunidades disponíveis de qualificação e formação, a nível nacional e internacional OE7 _Competitividade a nível salarial OE7 _Uma maior focalização na investigação pode reduzir as necessidades em equipamento de elevada tecnologia _Melhoria contínua em marketing e meios de disseminação para instituições públicas OE8 OE9 _Possível redução do financiamento a nível europeu _Diversidade de instituições a trabalhar com interesse em competição _Falta de clareza nos mandatos exclusivos do INSA, IP OE8 OE9 Como se pode observar dos quadros acima representados, o Instituto tem a noção clara do seu enquadramento no contexto nacional da saúde, mas também da sua configuração a nível internacional. Esta visão permite de uma forma contextualizada adoptar medidas e procedimentos de gestão no sentido de pontenciar/manter os pontos fortes, atenuar / eliminar os pontos menos fortes, consubstanciar acções no sentido de alinhar-se perante as oportunidades e, por fim, atenuar/eliminar as ameaças na medida do seu raio de acção. Mais adiante no relatório, salientar-se-ão as medidas preconizadas ao longo do ano de 20 para fazer face aos pontos espelhados na análise SWOT. 1.3_ Estrutura Orgânica O novo Estatuto 4 estabelece um dispositivo organizativo que contempla um conjunto de órgãos executivos, de aconselhamento e fiscalização. _São órgãos do INSA, IP: a) Conselho Directivo; b) Conselho de Orientação; c) Conselho Científico; d) Unidade de Acompanhamento; e) Fiscal Único; f) Comissão Paritária; g) Comissão de Ética. (4) Conforme Decreto-Lei nº 271/2007 de Julho publicado em Diário da República, 1.ª série N.º de Julho de 2007

19 _Conselho Directivo - órgão responsável pela gestão, planeamento, coordenação e avaliação da actividade do INSA, IP, bem como pela direcção dos respectivos serviços, em conformidade com a lei e com as orientações governamentais. _Conselho de Orientação - órgão responsável por assegurar a eficaz articulação de vários departamentos governamentais, da comunidade científica e dos sectores económicos e sociais, na actividade do INSA, IP. _Conselho Científico - órgão responsável pela apreciação e acompanhamento das actividades de investigação científica e de desenvolvimento tecnológico do INSA, IP. _Unidade de Acompanhamento - exerce funções de avaliação e de aconselhamento interno, de acordo com os parâmetros definidos pelo conselho directivo do INSA, IP. _Fiscal Único - tem as competências e é nomeado nos termos da Lei n.º 3/2004, de 15 de Janeiro. _Comissão Paritária - pronuncia-se, a título consultivo, sobre o plano e o relatório anual de actividades do INSA, IP, bem como sobre questões de natureza laboral, designadamente de organização e segurança do trabalho e formação profissional. _Comissão de Ética - tem o mandato e competências constantes do Decreto-Lei n.º 97/95, de 10 de Maio. _Em termos da sua Estrutura Interna o INSA, IP está organizado: a) Departamentos técnico-científicos b) Museu da Saúde; c) Serviços de apoio à investigação, gestão e administração; d) Dois serviços desconcentrados: e.1) Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira (Porto) - Serviço Desconcentrado; e.2) Centro de Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães (Porto) - Serviço Desconcentrado; e.3) Centro de Estudos de Vectores de Doenças Infecciosas (Águas de Moura) - Unidade Operativa. Os departamentos concretizam as atribuições do INSA, IP através da realização de actividades de investigação e desenvolvimento em ciências da saúde, referência e garantia da qualidade, observação do estado de saúde da população, incluindo a vigilância epidemiológica, a prestação de serviços e a formação. São departamentos do INSA, IP: a) Departamento da Alimentação e Nutrição; b) Departamento de Doenças Infecciosas; c) Departamento de Epidemiologia; d) Departamento de Genética; e) Departamento de Promoção da Saúde e Doenças Crónicas; f) Departamento de Saúde Ambiental. Dispõem de autonomia operacional e científica, sem prejuízo da adequada articulação com outros serviços do INSA, IP e têm as competências e a organização definidas em regulamento interno. Para a realização das suas actividades em termos operacionais, o INSA, IP dispõe dos seguintes serviços de apoio à investigação, gestão e administração: a) Direcção de Gestão de Recursos Humanos; b) Direcção de Gestão de Recursos Financeiros; c) Direcção de Gestão de Recursos Técnicos. _016 / 017

20 Igualmente para a realização das suas actividades em termos operacionais, o INSA, IP dispõe das seguintes assessorias de apoio técnico especializado: a) Gabinete de Comunicação e Relações Externas; b) Gabinete de Apoio à Investigação; c) Gabinete de Planeamento e Apoio à Gestão; d) Gabinete da Qualidade; e) Gabinete Jurídico; f) Gabinete de Formação g) Gabinete de Avaliação da Qualidade Laboratorial; h) Gabinete de Segurança, Ambiente, Higiene e Saúde no Trabalho. Apresenta-se seguidamente, a Estrutura Organizacional: _Conselho Directivo _Conselho de Orientação _Conselho Científico _Unidade de Acompanhamento _Fiscal Único _Comissão Paritária _Comissão de Ética _Serviços de Apoio à Investigação Gestão e Administração _Direcção de Recursos Financeiros _Direcção de Recursos Humanos _Direcção de Recursos Técnicos _Serviços Desconcentrados e Unidade Operativa _Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira _Centro de Saúde Médica Doutor Jacinto Magalhães _Centro de Estudos de Vectores e Doenças Infecciosas Doutor Francisco Cambournac _Departamentos Técnico-Científicos _Alimentação e Nutrição _Doenças Infecciosas _Promoção da Saúde e Doenças Crónicas _Epidemiologia _Genética _Saúde Ambiental _Assessoria de Apoio Técnico Especializado _Museu da Saúde _Gab. de Comunicação e Relações Externas _Gab. de Apoio à Investigação _Gab. de Planeamento e Apoio à Gestão _Gab. de Segurança, Ambiente, Higiene e Saúde no Trabalho _Gab. da Qualidade _Gab. Jurídico _Gab. de Formação _Gab. de Avaliação Externa da Qualidade Laboratorial Podemos denotar pela tabela seguinte a relação de responsáveis por unidade orgânica do INSA, IP, com excepção dos responsáveis das unidades orgânicas de nível hierárquico inferior às anteriormente apresentadas. De notar que o Centro de Estudos de Vectores e Doenças Infecciosas é uma unidade operativa. enquadrada no âmbito de competências do Departamento de Doenças Infecciosas. Para melhor conhecimento da estrutura orgânica do Instituto, recomenda-se a visita ao site de forma a permitir um compreensivo conhecimento quer da estrutura orgânica quer dos seus responsáveis (descritos no Mapa de Pessoal).

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