ÍNDICE. Mensagem da Administração 3. Principais Riscos e Oportunidades 4. Desafios e Metas da Organização 4. Perfil da Organização 5.

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2 ÍNDICE Mensagem da Administração 3 Principais Riscos e Oportunidades 4 Desafios e Metas da Organização 4 Perfil da Organização 5 Liderança 6 Missão e Valores 8 Inovação 9 Processos de Fabrico 10 Estratégia de Sustentabilidade 11 Certificações 11 Responsabilidade Social 12 Ajuda à Comunidade 12 Puma Safe Score 13 Enquadramento do Relatório 14 Stakeholders Identificação e Envolvimento 15 Indicadores de Desempenho 17 Desempenho Económico 17 Desempenho Social 17 Direitos Humanos 18 Práticas Laborais 18 Responsabilidade pelo Produto 20 Desempenho Ambiental 20 Pedido de Feedback 25 Requisitos de Aplicação para o Nível C do GRI 25 Índice GRI 26 2

3 Mensagem da Administração Visão e Estratégia de Negócio Acreditamos que, para o sucesso económico da empresa, o caminho a percorrer é o da especialização e da inovação, agora e no futuro. Focalizámo-nos na área de negócios de vestuário para a prática de desportos de alta competição. Principais eventos de 2009 Na visita do Sr. Presidente da República a Barcelos, os administradores da empresa foram convidados a participar num debate, dedicado ao tema Desemprego e novos riscos de pobreza, na Câmara Municipal de Barcelos e na empresa Silsa. Participação no Fórum da Indústria Têxtil realizado pela ATP. A vontade de inovar levou já a P&R a participar em projectos que envolvem parcerias de diferentes áreas técnicas para produzir artigos com finalidades terapêuticas ou de sobrevivência em condições extremas, uma aplicação transversal à área de desporto/saúde. Privilegiamos parcerias com entidades que nos podem ajudar a impulsionar a área tecnológica como é o caso da COTEC, Associação Empresarial para a Inovação. Temos como prioridade o respeito pelos colaboradores, pelos parceiros de negócio e pelo ambiente, cumprindo com os códigos de ética estabelecidos bem como toda a legislação e regulamentos aplicáveis. Neste relatório iremos abordar temas tais como a viabilidade do negócio, o respeito pelos direitos humanos, o emprego, a saúde e segurança no trabalho, a responsabilidade pelo produto e correctos procedimentos relativamente ao Ambiente. Tendências que afectam a Organização As tendências que de forma mais abrangente afectam a organização e poderão ter influência nas prioridades da sustentabilidade são: a globalização, mercados cada vez mais exigentes, o envelhecimento da população na Europa e a crescente perda de tecido industrial europeu. A Sustentabilidade É vital uma gestão sustentável, que para além de ter em conta a viabilidade económica da empresa, tenha ainda em consideração uma correcta gestão ambiental, e para isso, implementamos os procedimentos da norma ISO 14001, com o objectivo da redução de impactos ambientais. Na área da responsabilidade social estamos a iniciar o caminho para a certificação na norma SA8000. O Desafio A convite do cliente Puma, fomos convidados a participar no projecto de publicar um relatório de sustentabilidade, reportando a 2009, segundo as directrizes G3 do GRI de acordo com o nível C. Pretendemos desta forma mostrar a nossa realidade e procurar formas de melhorar o nosso desempenho na área da sustentabilidade. A Partilha Enquanto organização, o envolvimento neste projecto significou aprendizagem e consciencialização. Aos leitores deste relatório convidamos a participar com sugestões que nos possam levar a melhorar o nosso desempenho na área da sustentabilidade. A Administradora Ascenção Pinto 3

4 Principais Riscos e Oportunidades Os riscos principais que enfrentamos actualmente são: O aumento da concorrência internacional Maior celeridade da obsolescência dos produtos levando a uma maior necessidade de investimento em períodos cada vez mais curtos. Diminuição do mercado - alvo Dificuldade de recrutamento de recursos humanos especializados Por outro lado vemos as seguintes oportunidades: A fiabilidade e reputação da empresa junto dos seus clientes actuais Constante investimento da empresa em produtos inovadores Boas referências da nossa organização na região em que está instalada a sua unidade produtiva e junto aos colaboradores Acréscimo de praticantes de alta competição e a consciência alargada da importância da utilização de vestuário adequado Principais desafios e metas da organização Manter a satisfação dos clientes com o valor do indicador superior a 75%. É realizado anualmente um inquérito de satisfação aos clientes, no ano de 2009 o resultado foi 76.7%. Os clientes representados no resultado do inquérito perfazem cerca de 70% da produção do ano de Manter o índice de reclamações reduzido. Em 2009 foram reclamadas 0,27% do total das peças entregues aos clientes. A nossa meta anual é a 1%. Pretendemos assegurar este bom desempenho. Criar polivalências dentro da empresa para garantir postos de trabalho, bem como uma rápida reorganização de acordo com as necessidades dos clientes. Dar formação inter sectorial para responder com a capacidade adequada nos diversos processos fabris - formação a 5 funcionários de sectores diversos. Dar formação a todos os colaboradores na área de Higiene e Segurança no Trabalho até ao fim do ano de Participar na criação de novos produtos para mercados inovadores, com a parceria no projecto YEXS, que termina em Setembro de

5 Perfil da Organização Histórico da Empresa A P&R, Têxteis, S.A., foi fundada em Desde a sua fundação e até 1992, a empresa centrou a sua actividade de confecção na produção de exteriores, essencialmente sportswear e em malhas tradicionais, tendo também produção de fatos de banho e interiores. O ano de 1992 representou o início da aposta da P&R no Vestuário Técnico Desportivo, segmento onde se tem especializado e imposto, trabalhando em regime de estreita parceria com os seus clientes. A Empresa serve as grandes marcas mundiais de desporto, bem como importantes cadeias de lojas de desporto, vestindo milhares de atletas que participam em importantes eventos desportivos, como: Jogos Olímpicos, Mundiais e Europeus de atletismo, Mundiais e Europeus de Futebol e em diferentes desportos inclusive; Triatlo, Natação, Maratonas, Ciclismo, Rugby, Esqui, Surf, Remo, Bodyboard, Futebol, Voleibol, etc. Produzimos centenas de referências muito diferenciadas de vestuário técnico de desporto para a prática de desportos colectivos e individuais. Na sua concepção e produção estes produtos virão a ser utilizados por atletas de alta competição e ao nível de praticantes de desporto. A P&R Têxteis é uma Sociedade Anónima, está situada no norte de Portugal, em Barcelos, uma cidade com forte tradição têxtil. As principais marcas de produtos, que confeccionamos são para o mundo desportivo, tendo como principais clientes marcas tais como Adidas, a Puma, Veltec, Trango, Ronhill, Astore, Ternua, Royal Bikewear entre outros. O nosso mercado é o do vestuário técnico de desporto especializado. Os nossos clientes são líderes de mercado e nós temos um papel importante nesta cadeia de valor. O nosso enfoque é a alta competição e por isso trabalhamos com tecnologia de ponta para darmos a resposta adequada a este tipo de mercado. 5

6 Os eventos em que participamos são de grande visibilidade, tais como os Jogos Olímpicos, campeonatos mundiais e europeus e outros desportos. Circuito Mundial de BodyBoard IBA (International Bodyboarding Association) Campeonato de MTB (Cross Country) Durante o ano de 2009 produzimos peças que foram utilizadas posteriormente nos Jogos da Vigésima Olimpíada de Inverno em Vancouver, no Canadá em Fevereiro de Do nosso volume de negócios, 80% do mesmo destina-se à exportação e os nossos clientes distribuem os produtos a um nível geográfico global, sendo no entanto forte destino o mercado europeu (nomeadamente Alemanha, França, Espanha..). Em 2009 destacamos alguns eventos em que participaram atletas com peças produzidas na P&R: Etape Caledónia Campeonatos do Mundo de Atletismo de 2009, realizado em Berlim, na Alemanha. Campeonatos Europeus e Mundiais de Triatlhon Volta a Portugal em Ciclismo Campeonato Europeu de Natação A empresa contou em 2009 com 129 colaboradores. A autonomia Financeira da Empresa (Património Líquido/ Capitais Próprios) foi em 2009 de 45%. Não existiram mudanças na estrutura do capital social durante o período do corrente relatório. Estrutura Organizacional 6

7 O mais alto órgão de liderança é a Dª. Ascenção Pinto, é também directora executiva e supervisiona todos os outros macro departamentos, representando a empresa nas suas relações com clientes, poderes públicos ou outras entidades. Define as decisões vitais, estratégia e política da empresa e orienta as actividades da empresa. Assume ainda a direcção comercial. Existe ainda o Órgão de Fiscalização Social (fiscal único) auditor e revisor oficial de contas e a Assembleia-geral dos accionistas, que estão directamente envolvidos na gestão da empresa. Os colaboradores têm acesso a uma caixa de sugestões, onde podem colocar as suas opiniões ou sugestões as quais são expostas à administração. As respostas relativas às sugestões são comunicadas aos chefes de sector ou afixadas na área social. É realizado um inquérito anual de satisfação aos colaboradores. São realizadas reuniões departamentais e inter departamentais de acordo com os projectos a trabalhar e reuniões gerais tais como a Revisão ao Sistema de Gestão onde são analisados os resultados e definidos os objectivos para o ano seguinte. 7

8 Missão e Valores 8

9 Inovação A empresa tem um historial de inovação em processos e produtos, que nos diferencia face ao mercado e nos tem permitido manter uma posição sólida num momento em que a tendência é deslocalizar a indústria de mão de obra intensiva para países onde os custos de produção são mais baixos. A P&R orgulha-se de ser membro da COTEC. A rede PME Inovação COTEC pretende dar a conhecer publicamente as PME, que por terem um posicionamento inovador, criam valor ao País. Promove a cooperação em rede entre estas empresas. Destacamos as iniciativas mais relevantes do ponto de vista da inovação: Participação em conjunto com outros parceiros no projecto Pellisaquae, em que foi realizado o protótipo de um fato para utilizar em hidroterapia em utentes que sofreram Acidentes Vasculares Cerebrais ou que sofram de incontinência. A aplicação desta investigação servirá para realização de produtos que possam vir futuramente a ser lançados no mercado e que inclusivamente podem também ser úteis na prática desportiva (natação). A P&R faz parte do Projecto YEXS (Your Extreme Experience). Sendo desenvolvido por etapas com uma duração de aproximadamente 2 anos, o projecto reuniu um grupo de parceiros estratégicos que contribuem com as respectivas áreas de conhecimento e especialização: P&R Têxteis CITEVE CeNTI PTInovação Amigos da Montanha O objectivo do projecto é o desenvolvimento de um blusão multifuncional para a prática de Montanhismo e outros desportos "outdoor em condições de utilização adversas, como por exemplo temperaturas muito baixas. Os objectivos do produto são os seguintes: melhorar a flutuação e o equilíbrio do utente na água; promover a autonomia do utente na realização das terapias e monitorizar os sinais vitais tais como temperatura corporal, ritmo cardíaco, fluxo sanguíneo e pressão arterial, entre outros. O nosso processo de fabrico tem vários aspectos inovadores, quer em tecnologia quer em adaptação a uma produção com uma multiplicidade de referências, que englobam a produção de artigos personalizados. Gestão Estratégica Gestão Recursos Humanos Gestão Recursos Físicos Comercial Compras Cliente Modelagem Produção Estamparia e Sublimação Neoprene Transferes Corte Acabamento Expedição Colados Confecção Cliente 9

10 Processos de Fabrico A tendência para a produção de pequenas séries, com uma grande variedade de referências, levou-nos a tornar os sectores produtivos altamente flexíveis. Laboratório Todas as partidas recebidas são testadas de acordo com as normas têxteis relativamente à gramagem, estabilidade dimensional, encolhimento e solidez do tinto à lavagem e à fricção. Estamparia e Sublimação A estamparia de papel e sublimação foi modernizada, com a aquisição de duas máquinas de impressão digital que funcionam com pigmentos à base de água e sem qualquer tipo de substâncias perigosas. Confecção Na confecção, organizada em células de fabrico e com base no Sistema de Lean Production, temos equipas flexíveis em termos de utilização de equipamento. Corte O corte é automatizado, em sistema CAD CAM, os riscos são elaborados de forma a minimizar o consumo de matéria-prima e reduzir desperdícios. Para corte de componentes com desenhos de grande complexidade e precisão, ou diferentes tipos de materiais temos o sistema de laser, Prospin ou corte com Prensa de moldes metálicos. Costuras tradicionais O nosso parque de máquinas é muito variado e temos uma forte capacidade em flatlock e nas restantes máquinas tais como ponto preso, ziguezague, diferentes tipos de elástico e recobrimentos, máquina de colorete, de pregar bandas, máquinas de corta e cose e outras. Colados Os diferentes tipos de materiais são unidos sem recorrer á costura tradicional. Utilizamos colagem por sobreposição (overlap), ultra-som e aplicação de fita ou elástico e por sopro de ar quente. 10

11 Estratégia de Sustentabilidade A nossa organização tem vindo a desenvolver uma estratégia de sustentabilidade apoiada em sistemas que promovem as boas práticas e que permitem manter a viabilidade e o equilíbrio entre as vertentes económica, ambiental e social. Certificações e implementações de normas A P&R encontra-se certificada pelo referencial normativo ISO9001:2008 para Sistemas de Gestão da Qualidade. Temos implementadas as normas ISO 14001:2004, para Gestão Ambiental e consequente protecção do meio ambiente e a NP 4397,que tem como objectivo eliminar ou minimizar o risco para os trabalhadores em matéria de Saúde e Segurança no Trabalho. Procuramos que os nossos fornecedores tenham a certificação Oeko-Tex Standard 1000 ou seja os produtos que fornecem são testados, para verificar se na sua composição têm substâncias nocivas para a saúde. Esta certificação garante que os produtos são inócuos para a saúde na sua utilização. Está em projecto uma posterior certificação na norma SA 8000 Sistema de Gestão de Responsabilidade Social. 11

12 Responsabilidade Social Como já foi referido com a futura certificação na norma SA 8000 a P&R pretende contribuir para o desenvolvimento sustentável e promover um ambiente de trabalho onde estejam presentes as boas práticas. Associação dos Familiares e Amigos dos Utentes da Casa de Saúde de S. João de Deus de Barcelos Fundação Luíza Andaluz Lar de Crianças e Jovens Esta norma será mais uma garantia da ética da organização e do cumprimento de toda a legislação relativamente a remunerações, horário de trabalho, práticas disciplinares, discriminação, trabalho infantil, trabalho forçado, liberdade de associação e direito à negociação colectiva e segurança e saúde. Ajuda à Comunidade Num momento de grande carência social, surgem solicitações que são colocadas à nossa empresa por várias organizações de cariz social, fundações e escolas. Apoiamos prioritariamente iniciativas locais, não obstante termos em conta pedidos que nos chegam de outros pontos do país. Durante 2009 a empresa ajudou com donativos monetários e em espécie: Bombeiros Voluntários de Barcelinhos Paróquia de Santa Maria Maior Cruz Vermelha Escola EB 2/3 Rosa Ramalho, Barcelinhos Associação de Pais da Escola e Jardim-deinfância de Moreiros Centro de Solidariedade Social de S. Veríssimo Liga Portuguesa Contra o Cancro- Núcleo Regional Norte Associação AVC Acidentes Vasculares Cerebrais 12

13 Auditorias Sociais e Ambientais PUMA SAFE SCORES A nossa empresa é regularmente auditada a nível social e ambiental por clientes com equipas próprias ou recorrendo a empresas independentes de consultadoria. Nomeadamente a Puma realiza este tipo de auditorias. Histórico das auditorias S.A.F.E. da PUMA: Data Resultados em % Classificação A A A A classificação A representa o mais alto escalão classificativo A última visita S.A.F.E foi realizada por dois auditores em Durante a visita foram verificadas as instalações, vistos documentos e licenças e foram conduzidas aleatoriamente entrevistas aos colaboradores (a tradução ficou a cargo de técnico da Puma e decorreram em privado). O resultado da auditoria ficou nos padrões mais elevados atingindo uma percentagem de 98%. Em , a ponderação e pontuação segundo as áreas auditadas foram as seguintes: Áreas Auditadas Ponderação % Classificação% Social 50% 49,32% Ambiente 10% 9,00% HST 35% 34,77% Adicional 5% 5,00% 13

14 Enquadramento do Relatório Este relatório refere-se ao desempenho da P&R Têxteis, S.A em Portugal com uma prestação de contas do ano 2009, não obstante serem mencionados, em alguns indicadores, históricos de 2007 e 2008 com o objectivo de demonstrar a sua evolução. A sua publicação será anual e a evolução dos indicadores será demonstrada numa próxima publicação. Na estruturação deste relatório foram seguidas as directrizes de Orientação G3 da Global Reporting Initiative GRI, correspondendo ao nível C de acordo com a aplicação da Estrutura de Relatórios da GRI. O processo de escolha dos temas a abordar neste relatório foi elaborado segundo a materialidade dos aspectos considerados relevantes para as partes interessadas e também pela sua importância para a Sustentabilidade. 14

15 Identificação dos Stakeholders Os grupos de Stakeholders foram identificados segundo a definição G3 GRI com base na norma AA 1000 SES e analisados segundo os seguintes atributos: Dependência, Proximidade, Influência, Responsabilidade e Representações de acordo com a tabela apresentada (*). Foi efectuada a verificação dos stakeholders prioritários utilizando a linha de orientação do GRI, que através de uma tabela relacional pontua a influência mútua ente os vários grupos ao nível do desempenho económico, ambiental e social. O resultado foi a escolha dos três grupos mais pontuados em termos de impacto: Colaboradores Clientes Fornecedores Relação dos grupos que constituem as partes interessadas Os colaboradores foram consultados através de um inquérito distribuído internamente. Os clientes e fornecedores foram contactados através de . A lista de questões enviadas a clientes e fornecedores foi baseada nos aspectos das directrizes G3 do GRI de três categorias principais: económicas, ambientais e sociais. Foi solicitado aos stakeholders que identificassem os aspectos de maior relevância a serem relatados. Citamos alguns dos contactos, neste âmbito: Clientes: Puma Adidas TrangoWorld Fornecedores: Lma Carvico Ikk Envolvimento dos Stakeholders Os grupos referidos foram consultados quanto aos temas a incluir neste relatório. Tabela de Identificação dos Stakeholders (*) 15

16 Embora em algumas respostas nos ter sido transmitido que todos os aspectos são relevantes segue-se a lista com o total dos aspectos mencionados: Aspectos GRI Mencionados pelas partes interessadas Desempenho Económico Presença no mercado Materiais Energia Água Emissões, efluentes e resíduos Produtos/serviços Aspectos Gerais Ambientais Emprego Relações entre os trabalhadores e a liderança Saúde e Segurança no Trabalho Formação Diversidade e igualdade de oportunidades Não Discriminação Liberdade de Associação e acordo de negociação colectiva de trabalho Trabalho Infantil Trabalho Forçado Gestão dos Impactos na Comunidade Saúde e segurança do Cliente Privacidade do Cliente Conformidade A materialidade tem em conta o interesse dos stakeholders, o cumprimento de leis e regulamentos relevantes, a verificação de oportunidade/riscos para a organização ou para a sustentabilidade, a competência, e o cumprimento da estratégia e reforço dos valores da organização. Foi decidido em reunião com a presença da Administração incluir doze indicadores que privilegiam: A Viabilidade do negócio O respeito pelos Direitos Humanos O Emprego A Saúde e Segurança no trabalho A Responsabilidade pelo Produto Os correctos procedimentos relativamente ao Ambiente Embora nesta primeira publicação não seja possível abordar e apresentar indicadores de todos os temas tentaremos a partir desta experiência numa próxima publicação introduzir mais elementos. Foi feita conversão dos aspectos mencionados em indicadores e aos mesmos foi aplicado o princípio da materialidade. 16

17 Indicadores de Desempenho Indicador de Desempenho Económico A facturação da empresa teve em 2009 uma ligeira diminuição, produzimos uma menor quantidade de peças mas com maior valor acrescentado logo com maior preço médio unitário. Houve uma melhoria da rentabilidade em Em 2008 foi 4,08% e em ,75%. EC1 - Valor Económico Directo gerado e distribuído a) Receitas Valor Económico Directo Gerado Vendas líquidas e receitas provenientes de investimentos financeiros e venda de activos Valor Económico Distribuído b) Custos Operacionais Pagamentos a fornecedores, investimentos estratégicos, royalties c) Salários e Benefícios de Empregados Total da folha de pagamento dos Empregados Pagamentos a provedores de capital Todos os pagamentos Financeiros feitos aos provedores de capital da organização e) Pagamentos ao Estado Impostos Brutos f) Investimentos na Comunidade 2500 Contribuições voluntárias/doações e investimento de fundos na comunidade Valor Económico Acumulado (VEG VED) Indicadores de Desempenho Social As condições de trabalho adequadas são da maior relevância para a competitividade da empresa e para o bem-estar dos colaboradores. Instalações adequadas e um acompanhamento em Saúde, Higiene e Segurança são fundamentais para uma actividade sustentável. 17

18 Direitos Humanos HR6 Operações identificadas como risco significativo de ocorrência de trabalho infantil Para a P&R e para os seus clientes, que trabalham à escala global, é de maior importância o respeito pelos direitos humanos. Neste âmbito insere-se o trabalho infantil. Na admissão de novos colaboradores são solicitados elementos comprovativos da idade, nomeadamente o Bilhete de Identidade ficando uma cópia do mesmo no processo dos funcionários. Segundo a legislação, a partir dos 16 anos os jovens podem trabalhar se tiverem concluído o 9º ano de escolaridade ou com uma autorização comprovada dos pais. Os colaboradores jovens não executam tarefas consideradas perigosas. Idade Homens Mulheres Total Total As faixas etárias mais expressivas foram dos e com igual número de colaboradores. Temos uma forte predominância de mão-deobra feminina (84,50%), o que é comum no nosso sector industrial. HR7 Operações identificadas como risco significativo de ocorrência de trabalho forçado Ainda relativamente aos direitos humanos salientamos que a P&R trabalha de acordo com a legislação e regulamentos sociais, condenando práticas abusivas tais como o trabalho forçado. Relativamente a estes dois indicadores, no futuro com a implementação da Norma SA 8000, teremos também por parte dos nossos fornecedores a garantia de que respeitam os direitos humanos. Práticas Laborais Emprego LA1 Total de trabalhadores por tipo de emprego, contrato de trabalho e região No final de 2009 a P&R contava com 129 colaboradores. Os contratos que a empresa estabelece são, numa fase inicial, de 4 meses e poderão ser renovados por duas vezes. Ao completar um ano de trabalho, havendo interesse mútuo o colaborador passa a efectivo ou seja a um contrato sem termo. 16% Homens Mulheres Ao fecho do ano havia 4 trabalhadores com contratos com termo e 125 contratos de trabalhadores efectivos, isto é a contrato sem termo. 84% Em 2009 as colaboradoras mais novas tinham 18 anos Saúde e Segurança no Trabalho Temos um contrato com uma empresa especializada que nos presta serviços na área de Segurança e Higiene no Trabalho, bem como assegura os serviços de Medicina no Trabalho. São feitos exames médicos de admissão e exames periódicos ao pessoal ao serviço para avaliar o seu estado físico e ainda verificar a 18

19 repercussão do trabalho e das suas condições no trabalhador. Um Técnico Superior de Segurança e Higiene assegura ainda os seguintes serviços: Identificação e avaliação de riscos Informação e formação sobre riscos para a segurança e saúde Análise dos acidentes de trabalho Elaboração em conjunto com a empresa de Mapas de Medidas e Planos de Acção para Eliminação/Minimização de Riscos no Trabalho LA7 Taxas de lesões, doenças ocupacionais, dias perdidos, absentismo Durante o ano de 2009 ocorreram, num total de 129 trabalhadores, 8 casos de acidentes de trabalho. Num desses casos, registaram-se 25 dias de ausência, de acordo com o quadro apresentado. No sector o número médio de dias de trabalho perdidos por acidente com ausência foi 39,1 em 2007 de acordo com o GEP. Data do Acidente Categoria Profissional Motivo Dias de Ausência Encarregado de armazém Movimentação de cargas /07/20 até 2009/08/24 Chefe de Secção Movimentação de Cargas Chefe de Secção Produtos químicos - Temos um Plano de Emergência que identifica possíveis cenários de emergência e também prevê a actuação adequada nas seguintes situações: Derrame de produtos químicos Incêndio e /ou explosão Inundação Descarga de efluente não tratado Acidentes de trabalho Dentro do quadro da segurança efectuamos planos de Simulação de Cenários de Emergências Derrames de Produtos Químicos e Formação em Técnicas e Meios de Combate a Incêndios, para os responsáveis de Sector. Treino de evacuação em Cenário de Emergência para todos os colaboradores Embaladeira Movimentação de cargas Estampador Movimentação de cargas Serralheiro mecânico Queda Serralheiro mecânico Utilização inadequada de equipamento Chefe de Secção Corte - Total de dias perdidos Tendo sido observado que a movimentação de cargas e a utilização inadequada de equipamento e produtos químicos foram a origem de vários acidentes de trabalho, deu-se início a um plano de formação em Ergonomia O tempo de evacuação em simulação de incêndio, juntando todos os colaboradores no ponto de encontro que se situa na entrada das instalações, foi de 2min 30seg no último treino realizado. Há um manual de primeiros socorros e vários responsáveis de sector têm formação em socorrismo. Durante as formações foram transmitidos aos colaboradores os conceitos de posturas correctas e exercícios simples de relaxamento que podem ser feitos durante o trabalho. De acordo com cada sector foram também evidenciados os riscos associados às funções desempenhadas. 19

20 Pretendeu-se desta forma diminuir o número de acidentes de trabalho e também contribuir para a prevenção de lesões ocasionadas por trabalhos repetitivos ou más posturas continuadas. A formação foi dada pela empresa que presta o serviço em Higiene e Segurança no trabalho e irá ser continuada abrangendo a totalidade dos funcionários até ao final de Segundo pesquisas da HFES (Human Factores and Ergomics Society) ficou demonstrado que a aplicação dos conceitos de ergonomia dentro das empresas reduz os acidentes em 70%. Em 2009 a taxa de lesões e a taxa de dias perdidos foram as seguintes: Taxa de lesões (TL) =29.43 Taxa de dias perdidos (TDP) = Foi confirmado pela empresa que presta serviço em Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho que não se registaram casos de doenças profissionais durante o ano de Responsabilidade pelo Produto PR9 - Valor monetário de multas (significativas) por não conformidade com leis e regulamentos relativos ao fornecimento e uso de produtos e serviços Durante o ano de 2009 não se registaram multas judiciais por não cumprimento de leis ou regulamentos relativos ao fornecimento e uso de produtos e serviços. Indicadores de Desempenho Ambiental Gestão Ambiental A indústria têxtil é um sector forte na indústria transformadora portuguesa que em algumas das suas áreas se caracteriza por um acentuado consumo de água e pela produção de vários tipos de resíduos nomeadamente: papel e cartão, plástico, resíduos de fibras, sucata e embalagens metálicas, resíduos resultantes do tratamento de efluentes e óleos usados. Absentismo Histórico Taxa de Absentismo % A taxa de absentismo do ano de 2009 foi de 8.70 %, ficando aquém do objectivo estipulado que seria 6%. Este valor inclui também as licenças de maternidade e paternidade. Foi atribuído um prémio de assiduidade mas mesmo assim não se atingiu o objectivo pretendido. O número elevado de baixas médicas esteve na origem do aumento da taxa de absentismo. O facto de, no universo dos colaboradores da P&R, tal como já foi referido, 84,50 % serem mulheres e que são quem tradicionalmente presta acompanhamento à família em caso de doença contribui também para o aumento da taxa de absentismo. A P&R tem implementado um sistema de gestão ambiental, baseado na norma ISO 14001, onde foram identificados os impactos ambientais resultantes dos processos produtivos. Monitorizamos os nossos resíduos e consumos energéticos com o objectivo de melhorar a nossa performance. 20

21 Consumo (Lts) Consumo (Galões) Consumo de Energia (Gjoules) Custos Operacionais ( ) Anualmente publicamos as Notícias do Ambiente, afixando-as em vários locais da empresa, em que informamos os colaboradores sobre o desempenho ambiental: Resíduos gerados e respectivo destino Emissões para a atmosfera Consumos de água, de energia eléctrica e gasóleo Resultados das análises à água Sensibilizamos os colaboradores para a redução de consumos, como por exemplo, desligando equipamentos ou luzes que não estejam a ser necessários. Temos contrato com a Sociedade Ponto Verde em que aderimos ao Sistema de Gestão de Resíduos de Embalagens. Esta entidade garante que os resíduos que colocamos no mercado e que não são reutilizáveis seguem para um processo de valorização e reciclagem prolongando a sua vida útil. Monitorização dos Consumos de Energia: Electricidade e Gasóleo Consumo de Electricidade em 2009 EN4 Consumo de energia indirecta discriminado por fonte primária Registo do Consumo (kwh) e cos , ,9 kwh cos ,8 0 0,7 Jan. Fev. Mar. Ab. Maio Jun. Jul. Ag. Set. Out. Nov. Dez. Consumos kwh cos da P&R cos estabelecido (EDP) Registo dos Consumos dos 3 últimos anos e custos correspondentes: Consumo de Gasóleo EN3 - Consumo de energia directa discriminado por fonte de energia primária O consumo de combustíveis fósseis é uma das principais fontes de emissão de gases de efeito de estufa. A utilização de gasóleo no parque automóvel tem vindo a decrescer como pode ser comprovado pelos consumos apresentados. O consumo total de electricidade em 2009 foi de kw, tendo aumentado relativamente ao ano anterior em 3.6%.Uma explicação possível pode ser percursos produtivos mais longos dos artigos produzidos, levando à utilização de maior número de equipamentos e fazendo aumentar os consumos , , , , , ,90 978, , , ,56 914, ,48 21

22 Uma gestão simples, mas eficaz, dos percursos a efectuar pelas diversas viaturas resulta em menos consumo de combustível e consequentemente em menos poluição. Todos os circuitos a efectuar são descritos num quadro comum e os percursos são feitos da forma mais eficiente. As águas industriais do processo de produção e domésticas utilizadas na P&R são encaminhadas para a nossa própria ETAR. As águas residuais domésticas são as que provêm dos sanitários e refeitório. As águas residuais industriais têm origem na operação de lavagem de telas/quadros e utensílios utilizados na operação de impressão do papel utilizado no processo de sublimação. Monitorização do Consumo de Água EN8 Total de retirada de água por fonte A água utilizada na P&R é retirada de um poço existente no perímetro da empresa. Durante o ano de 2009 gastaram-se 927,20m3 de água. Optamos por ter uma ETAR própria que funciona de forma biológica utilizando micro culturas que metabolizam os componentes do efluente e que os transformam em formas ambientalmente aceites. Após o tratamento, as águas são lançadas para a Ribeira das Pontes sendo o caudal máximo 10m3/dia. Registo dos Consumo dos 3 últimos anos: ,6 853,9 927, A água é um recurso de crescente escassez, pelo que cada vez mais devemos estar atentos ao seu consumo. A monitorização do consumo é realizada semanalmente. O consumo de água no ano de 2009 aumentou relativamente aos dois anos anteriores. Vai ser um objectivo para 2010 inverter esta tendência, verificando com a manutenção possíveis perdas em torneiras ou canalizações. Efluentes e Resíduos Destino e Tratamento da Água Utilizada nas instalações EN21 - Descarga total de água por qualidade e destino No ano de 2009 a licença em vigor para utilização dos recursos hídricos emitida pela CCRDN (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte) foi a nº 360/2008 com validade até 28/01/2011. O volume de descarte foi em 2009 de 751m3. A diferença entre o valor de consumo e o valor de descarga ocorreu porque as águas utilizadas para lavagem das viaturas da empresa e para regar os espaços ajardinados não são encaminhadas para a ETAR. 22

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