MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/36

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1 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE 1/36

2 OBJECTIVOS DA FUNÇÃO PRODUÇÃO... 3 A CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO... 5 INFRA-ESTRUTURAS EQUIPAMENTOS CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS PLANEAMENTO E GESTÃO DA PRODUÇÃO GESTÃO E NÍVEL DE STOCKS MANUTENÇÃO QUALIDADE SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO AMBIENTE E ENERGIA IDENTIFICAÇÃO DOS PONTOS FORTES E DOS PONTOS FRACOS /36

3 OBJECTIVOS DA FUNÇÃO PRODUÇÃO A função produção é, no contexto global da empresa industrial, um dos sectores mais complexos e aquele onde o sentido do termo optimização tem maior potencial de aplicação. A análise da estrutura produtiva e da sua eficiência numa óptica de integração de processos, permite obter uma visão mais rigorosa dos métodos, organização e gestão da produção. O conhecimento detalhado dos processos produtivos e das sua variáveis, possibilitam a detecção de oportunidades de melhoria na actividade produtiva e o aumento o desempenho da Empresa, para o que se torna necessário construir uma ferramenta de análise importante : O Diagnóstico Técnico e Produtivo O Diagnóstico Técnico e Produtivo tem por objectivos: 3/36

4 Avaliar a estrutura produtiva da empresa Identificar o Know-How da Empresa A Descrição das instalações e dos recursos Caracterizar a Organização da Estrutura Produtiva Identificar vantagens e debilidades do seu sistema Produtivo Definir o que deve ser feito a curto e a médio prazo Definição de medidas sectoriais ou Globais e respectivas condições de implementação Identificar as Necessidades de investimento tecnológico e Humano Prever os mecanismos de monitorização das melhorias Caracterizar posição relativamente á concorrência 4/36

5 A CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO A realização de um diagnóstico deverá ter em atenção a especificidade de cada sector de actividade. Cada sector é dotado de uma lógica própria, sendo necessário situar a empresa e definir a sua área de actuação de forma a permitir estabelecer uma orientação correcta ao diagnóstico e fundamentar a avaliação efectuada. O diagnóstico deverá atender a factores tais como: Ciclo de transformação; Dimensão da empresa. CICLO DE TRANSFORMAÇÃO Três grandes tipos de sistemas de produção são estabelecidos a partir deste critério: EXTRACÇÃO, REFINAÇÃO E PRIMEIRA TRANSFORMAÇÃO A partir da natureza dos produtos fabricados, as principais características deste tipo de actividade são a simplicidade de produção, a importância dos meios materiais, custos de exploração elevados e número de clientes limitados. O principal aspecto consiste em optimizar ao máximo os recursos materiais (grandes investimentos necessitam de grandes meios financeiros, ex.: explorações petrolíferas e indústrias químicas). 5/36

6 INDÚSTRIAS DE SEGUNDA TRANSFORMAÇÃO Este tipo de indústrias fabrica produtos que entram no processo de fabrico de produtos mais elaborados. O aspecto a reter consiste na necessidade de séries de fabrico grandes e de cadências de produção elevadas (economia de escala e prazos de entrega).estas indústrias podem ser divididas entre indústrias de produtos de consumo e indústrias de bens de equipamento Os principais problemas destas Empresas, resultam das estratégias utilizadas de acordo com a dimensão da Empresa e o volume da Empresa : se a produção é em grande série, exigências de produtividade e de custos competitivos, se a produção é efectuada em pequenas séries, exigências de qualidade, diferenciação de produtos, inovação e criatividade). INDÚSTRIAS DE TERCEIRA TRANSFORMAÇÃO Este tipo de indústrias fabrica produtos de maior complexidade e com grau de especificidade elevado. O aspecto a reter consiste na produção de pequenas séries e grande numero de referencias, determinando a necessidade de uma grande flexibilidade de fabrico. Estas indústrias aproximam-se do fabrico artesanal e actuam em faixas limitadas do mercado 6/36

7 DIMENSÃO DA EMPRESA A dimensão é o critério mais simples de classificação. O número de trabalhadores de uma empresa é um dado facilmente mensurável e que traduz frequentemente a sua dimensão, nomeadamente no que diz respeito ao seu sector produtivo. Uma pequena empresa possui vantagens e desvantagens em relação a uma empresa de dimensão superior. Num diagnóstico produtivo é essencial ter em linha de conta a dimensão da empresa em análise, dado que qualquer análise e medidas sugeridas deverão atender à realidade da empresa, aos recursos disponíveis e ao tipo de organização existente. ÁREAS A ABORDAR Todas as empresas industriais apresentam uma estratégia produtiva de forma a atingir os seus objectivos: Objectivos de Produção Objectivos de Qualidade Objectivos de Mercado Objectivos de Lucro Em algumas empresas a estratégia está formalizada em documentos escritos (planos de investimentos, objectivos a atingir, etc.) e em outras ela existe implicitamente, embora não esteja formalizada. Em qualquer dos casos é essencial, para a realização do diagnóstico, conhecer e compreender as estratégias industriais estabelecidas nos últimos 7/36

8 anos e aquelas que se pretendem estabelecer. Este conhecimento permite definir como os resultados técnicos foram obtidos e avaliar se as orientações definidas são coerentes com os objectivos. Após uma primeira caracterização da actividade industrial, a realização do diagnóstico técnico e produtivo determinará a análise das seguintes áreas: Infra-estruturas (instalações, secções, iluminação e serviços); Equipamentos (produtivos e auxiliares) Concepção e Desenvolvimento (o porquê, quem e como) Planeamento, Gestão e Controlo da Produção Gestão e Nível de Stocks Manutenção e Serviços de Apoio Qualidade Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Ambiente e Energia 8/36

9 A caracterização dos aspectos principais de cada uma das áreas deverá ter um grau de detalhe proporcional à relevância de cada uma no caso de cada uma das Empresas abordadas 9/36

10 INFRA-ESTRUTURAS Uma primeira análise das infra-estruturas é um aspecto fundamental, porque permite um enquadramento da realidade da empresa no que diz respeito ás instalações e estruturas de apoio às actividades relacionadas directamente ou indirectamente com a produção. Dados como a localização geográfica das instalações fabris, a Planta dos edifícios, os espaços disponíveis para movimentação de produtos, a rede de Energia, são exemplos de factores condicionantes do desenvolvimento produtivo e que importa analisar com cuidado quando estamos perante a realização de um diagnóstico da área de tecnologia e produção. A recolha das informações necessárias deverá ser estruturada por forma a contemplar dados técnicos e quantitativos relacionados com os sectores e áreas de apoio à produção ou que constituam infra-estrutura da própria produção Geralmente estas áreas relacionam-se com : Instalações fabris Rede de abastecimento e distribuição de Energia eléctrica Produção de Energia Térmica e Rede de Fluidos térmicos Produção e Rede de Ar Comprimido Instalações de aspiração ou Climatização Abastecimento, Tratamento e distribuição de agua Tratamento de Efluentes No quadro seguinte apresentam-se alguns dos tópicos a abordar. 10/36

11 Aspectos a Analisar Questões a colocar Qual a área total? E a área coberta? Instalações Rede de energia eléctrica Produção de Energia Térmica Rede de Ar Comprimido Rede de Água Sistemas de Aspiração Quais as secções produtivas? A que área correspondem? Como estão implantados os equipamentos? Quais os fluxos de materiais? Qual a Potencia instalada? Qual a Potencia contratada vs Potencia consumida? Existem custos de Energia reactiva? Existem contadores por secções e equipamentos principais? Qual o Tipo e características dos Geradores? Que combustíveis são usados? Quais os Fluidos térmicos que são obtidos? Quais os utilizadores do Calor e para que fins? Quais as Condições de distribuição e armazenamento? Qual a Pressão da rede e de utilização? Qual o capacidade de Produção de Ar comprimido? Quais as condições de distribuição e utilização do Ar Comprimido no processo? Quais as Fontes de abastecimento e os Caudais? Quais os dispositivos de tratamento de águas e Efluentes? Como é que são constituídos? Que equipamentos é que servem e com que caudais? 11/36

12 EQUIPAMENTOS Os equipamentos existentes nas empresas são o resultado das políticas praticadas no que diz respeito à área industrial e técnica. É necessário analisar se os equipamentos utilizados são tecnologicamente adequados e permitem à empresa atingir os seus objectivos. A par da recolha de informação relativa aos equipamentos é necessário obter informação relativa a previsão de investimentos em equipamentos produtivos.. Torna-se necessário listar os equipamentos, a sua data de aquisição e instalação e a sua capacidade produtiva nominal É fundamental para a empresa a criação de um ficheiro de equipamentos que se irá articular com os registos de intervenção dos serviços de Manutenção. Questões a colocar Que Equipamentos de produção ou apoio existem em cada secção? Quais as suas capacidades de Produção e para que produtos? Quais são as utilidades que consomem (Energia, Ar, água, etc) e quanto? Quais os Efluentes emitidos e em que Quantidade? 12/36

13 CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS A concepção e o desenvolvimento corresponde à abordagem organizada e criativa que permite investigar e encontrar as possíveis soluções para um dado problema (ou novo produto), tendo em conta a necessidade de conciliar os parâmetros em jogo, como sejam : Tecnologia de Fabrico Custo de Fabrico Aceitação no mercado A concepção e Desenvolvimento deve apoiar-se no conhecimento adquirido pela Empresa (Know-How) através de instrumentos como manuais, fichas técnicas ou dados de produção. Outras formas de preparar a concepção, passam pelo estudo dos artigos concorrentes ou pela aplicação de software de desenvolvimento e simulação. As etapas da concepção podem ser escalonadas da seguinte forma : Caracterização do Problema Proposta de Solução Experimentação e Resultados Solução Os instrumentos de concepção intervêm a dois níveis: o nível de elaboração do produto o nível da definição dos processos que permitem a realização deste último Uma vez definido o produto, os instrumentos de concepção permitem em seguida pesquisar e conceber o processo que permite a sua fabricação. 13/36

14 Durante o processo de concepção é necessário assegurar o maior grau possível de aplicação das soluções evitando que, a concepção de um produto seja incompatível com um processo (em execução ou em custo). Dada a sua estrutura e por não dispor de meios próprios, as PME poderão, recorrer à subcontratação destes serviços a outras instituições do sector em que se inserem, devendo esta função estar devidamente estruturada pela Empresa, de forma a que o desenvolvimento das soluções seja compatível com interesse e os objectivos da PME. Dado que é na concepção de um novo produto que poderão ser evitados problemas relacionados com dificuldades de Produção, defeitos e reclamações, entre outros, esta actividade é de crucial importância para o sucesso da Empresa 14/36

15 Aspectos a Analisar Questões a colocar Porquê que é efectuada a concepção e o Motivo Quem Como desenvolvimento de novos produtos? À Empresa tem marca própria ou processos tecnológicos inovadores? A concepção é efectuada internamente ou por entidades externas? Existem planos de concepção e responsabilidades atribuídas? É efectuada a documentação de toda a informação elaborada? Estão estabelecidas as especificações e os critérios de aceitação e de aprovação de protótipos? PLANEAMENTO E GESTÃO DA PRODUÇÃO Após a análise das políticas no domínio técnico industrial e a identificação dos recursos materiais disponíveis, é necessário caracterizar o processo de gestão da produção. A metodologia de Gestão da Produção deverá procurar atingir alguns objectivos base, que se identificam com : Optimização da utilização dos recursos Minimização de stocks finais ou intermédios Redução dos tempos de fabrico Manter a eficiência de transformação ao nível mais elevado 15/36

16 Estes e outros objectivos são realizáveis através de uma Gestão racional da Produção cuja metodologia assente no balanceamento permanente das necessidades de venda com as disponibilidades de produção. Deverá ser aferido com que eficácia é que o sistema de Planeamento da Produção existente, põe em prática este equilíbrio entre necessidades e disponibilidades de produção. No âmbito do diagnóstico produtivo é necessário confirmar as capacidades reais de produção, identificando os pontos de estrangulamento da Produção e aferindo se está estabelecido o mais correcto equilíbrio de cargas de forma a que não se verificam roturas no processo de fabrico O diagnóstico tecnológico e produtivo, deverá evidenciar aspectos relacionados com perdas de Produção motivadas pelas condições em que a Gestão da Produção decorre, identificando sempre que possível, as causas de cada tipo de perda Para a devida aferição das capacidades de produção, devem-se identificar os factores de perda de produção e quantificar o seu efeito na degradação da capacidade teórica. Na realidade a capacidade é menor devido a: Perdas por dificuldade de organização; Absentismo de pessoal; Defeitos de qualidade; Regulação das máquinas; Paragens dos equipamentos (manutenção/avarias). 16/36

17 Entre os factores de perda atrás referidos, o de mais difícil quantificação é o de Dificuldades de Organização da Produção, cujo significado é associado à má definição de lay-outs Este factor deve merecer toda a atenção, pois a actividade produtiva é consideravelmente afectada por fluxos complicados de materiais e disposição incorrecta de equipamentos produtivos. A definição de um lay-out não se deve limitar à mera arrumação de equipamentos, dado que acarreta graves perdas de tempo e eficiência no processo produtivo Um parâmetro cuja avaliação é crucial para a avaliação do Controlo de Produção, refere-se à quantidade e qualidade de informação gerada no decurso da actividade produtiva e ao nível de monitorização da Produção que essa informação oferece. Deverá ser verificado se o Processo de obtenção (registos) e tratamento (informatização) dos dados de Produção proporciona um conjunto de informações (índices) que caracterizem o desempenho produtivo. As respostas às questões colocadas devem permitir responder à questão: A gestão da produção é eficaz? 17/36

18 Aspectos a Analisar Questões a colocar Existem fichas técnicas e de Estrutura dos Produtos? Está definida a gama de fabricação e tempos standard? Informação para a gestão da produção Planeamento e Controlo da Produção Custos da não Qualidade Custeio de Produtos Existe uma nomenclatura e codificação de produtos? Existem registos de Produção e de Defeitos? Estão definidos planos de inspecção e ensaio? Está estabelecida a codificação e caracterização dos centros de trabalho? Existe controlo de tempo de trabalho e absentismo? Como é efectuado o planeamento e controlo da produção? Qual o período standard do Plano de Produção? Ocorrem alterações frequentes ao Plano inicial Existe um sistema com apoio informático centralizado? Existe um sistema estruturado de cálculo de custos de não qualidade? São desencadeadas acções correctivas e preventivas? Existe um sistema de custeio de produtos? O custeio tem em conta parâmetros tecnológicos diferenciadores do artigo (perdas e tempos específicos)? O desempenho dos sectores é efectuado pelo Custeio? 18/36

19 GESTÃO E NÍVEL DE STOCKS Pela análise de balanços e contas de exploração industriais conclui-se da importância que assumem os stocks quer como elemento do activo, quer como elemento gerador de encargos na estrutura de custos. Este aspecto tem levado as empresas a procurar um ponto de equilíbrio entre duas necessidades contraditórias: Reduzir e limitar as imobilizações financeiras em stock; Manter estabilidade nas cedências de produção e respectivos custos, sem prejuízo da satisfação das necessidades expressas pelos mercados e clientes. Assim, há que estabelecer um equilíbrio entre os diversos objectivos que se pretendem atingir com a constituição de stocks e a necessidade de reduzir os encargos que a sua existência acarreta para o funcionamento ou exploração da empresa. A existência de um Stock é a sua dimensão deverá ser justificada por razões processuais (manter a linha em carga), tecnológicas (homogeneidade de MP) ou de dificuldades especificas de abastecimento O diagnóstico deverá avaliar da existência de Stocks desnecessários ao nível do Armazenamento e no decurso do processo de fabrico, considerando as capacidades produtivas e o tempo médio de consumo do Stock. 19/36

20 Outro aspecto de considerável importância, reporta-se à qualidade dos fornecedores da Empresa, quanto à fiabilidade das entregas e à homogeneidade dos artigos fornecidos Aspectos a Analisar Questões a colocar Como é efectuado o controlo de stocks? Está implementado um sistema administrativo Controlo dos Stocks Selecção de Fornecedores Estruturas de Apoio (entradas e saídas de materiais) de apoio à gestão de stocks? Estão definidos stocks de segurança, mínimos e pontos de encomenda? Qual o período de inventariação de existências? Estão definidos critérios de avaliação e classificação? É efectuada uma análise ABC de fornecedores? Quais são os principais parâmetros de Avaliação e que peso têm na classificação do Fornecedor? Existe uma zona de recepção e conferência de mercadorias? Existem procedimentos de controlo de Qualidade na recepção de Materiais e Matéria-Prima? Existe demarcação entre zonas de Armazenagem e Quarentena? Os Stocks intermédios da produção têm zonas demarcadas e identificadas? São conhecidos os custos de movimentação e Embalagem? 20/36

21 MANUTENÇÃO A manutenção é uma função que interfere com a disponibilidade dos equipamentos e que, por conseguinte, interfere com a gestão e planeamento da produção. A redução da frequência de paragens dos equipamentos por avaria é conseguida através da realização da manutenção preventiva. A sua implementação passa pela existência de registos de paragens por avarias e das intervenções efectuadas que permitam analisar rácios de manutenção e adquirir alguma capacidade de previsão nas intervenções da Manutenção. Para reduzir o número de avarias,é necessário proceder à substituição antecipada de peças, treinar os operadores e envolvê-los na reparação das máquinas A função Manutenção desempenha um papel muito importante na optimização da capacidade de produção através da redução dos tempos de paragem e calibração de equipamentos. Grande parte dos sistemas de apoio (Ar Comprimido, Vácuo, Iluminação, captação de água, ETAR, etc) são supervisionados pelos serviços da Manutenção pelo que deverão ser caracterizadas as funções e responsabilidades deste sector na monitorização destes equipamentos O Diagnóstico técnico e produtivo deverá determinar o grau de coordenação entre a Gestão dos serviços de Manutenção e a Gestão da Produção 21/36

22 A avaliação da política de manutenção dos equipamentos da Empresa pressupõe a constatação de aspectos como os seguintes: Procedimentos de Limpeza e Lubrificação por equipamento Procedimentos de Auto-inspecção pelos operadores; Atribuição de responsabilidades a operadores e a elementos de Manutenção Requisição de serviços de Manutenção em caso de avaria Existência de Plano Geral de Manutenção aos equipamentos; Plano de Formação dos operadores; Dado o custo elevado dos profissionais desta área, a existência de um sector de Manutenção com muitos elementos nas PME s é muitas vezes impraticável, pelo que os operadores do equipamento são uma peça chave na função manutenção, nomeadamente em funções de auto-inspecção. Uma vez que mantém um contacto permanente com a máquina, ele pode rapidamente constatar qualquer tipo de sinal de aviso actuar preventivamente. O desenvolvimento das suas competências técnicas é adquirido através de formação e treino. 22/36

23 Aspectos a Analisar Questões a colocar Paragens de Máquinas Tipo de Manutenção Organização da Manutenção São registadas as paragens por máquina? É identificado o motivo da avaria e a duração? São registados os materiais de substituição? Existe Manutenção preventiva? Existe período de paragem anual? Existe um Plano de Manutenção? Existe um cadastro de intervenções por máquina? São quantificados os tempos e os materiais por intervenção? QUALIDADE A função Qualidade é uma nova definição do modo de gestão de uma empresa, que traduz a vontade de controlar a qualidade segundo três eixos: O controlo de todo o ciclo do produto, onde todas as funções da empresa são consideradas, e todos os procedimentos que concorrem para o resultado final estão implicados; A associação do pessoal em que cada um, no seu nível de responsabilidade, pode ter objectivos de qualidade, identificar anomalias, tomar medidas correctivas; A implicação do ambiente da empresa, visto que o controlo da qualidade se insere numa verdadeira rede de relações entre os diferentes interlocutores da empresa: fornecedores, contratantes, distribuidores, autoridades locais. 23/36

24 Um processo de garantia da qualidade só pode ser progressivo e planificado num longo período de tempo, visando a melhoria continua dos seus métodos e produtos. A melhoria da Qualidade ocorre ao longo do tempo, traduzindo uma evolução em que é preciso passar de um defeito sobre dez para um defeito sobre cem e, depois de um defeito sobre cem para um defeito sobre mil Para cada etapa são necessárias reorganizações, investimentos em meios físicos e humanos e, finalmente, são necessárias acções de sensibilização e formação dos colaboradores. No âmbito do diagnostico técnico e produtivo, importa realçar a caracterização das metodologias de controlo de qualidade ao longo do processo de fabrico assim como identificar os registos e índices que monitorizem o desempenho da produção segundo parâmetros de Qualidade (reprocesso, perdas, refugo, etc) 24/36

25 Aspectos a Analisar Questões a colocar Estão definidos os critérios de aceitação e rejeição de Produtos ou Matérias-primas? Existe um plano de inspecção que defina frequências, responsabilidades e métodos de Controlo da Qualidade Indicadores de Qualidade Orientação para o Cliente controlo? Existem procedimentos de tratamento de não conformidades? Existem instruções de trabalho e procedimentos para operações relevantes da produção? Estão implementados círculos de Qualidade Existe um mapa de indicadores ( Tableau de Bord ) sobre o desempenho da empresa (produção, qualidade, eficiência, custos...) Estão definidos objectivos de Qualidade e desempenho? É assegurado o tratamento das reclamações? São identificadas as causas e implementadas acções correctivas? Estão estabelecidas garantias associadas ao produto? São fornecidas instruções de utilização? 25/36

26 SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO A evolução técnica, económica e organizacional das empresas tem vindo a gerar novos riscos ocupacionais e uma consequente necessidade de desenvolver técnicas e metodologias para o seu controlo efectivo. O uso crescente de substâncias perigosas, a aplicação de novas tecnologias ou o desenvolvimento de sistemas complexos de produção exigem o envolvimento de todos os sectores da empresa na área da Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (SHST). A análise de riscos constitui a primeira abordagem de um programa de segurança no trabalho. Tem como objectivo o levantamento de todos os factores do sistema de trabalho (factor humano, máquina e ambiente) que podem causar acidentes As empresas têm que estar conscientes que, para além da necessidade do cumprimento da legislação, a ausência de uma política de SHST, e de meios de prevenção do acidente e doenças profissionais, reflecte-se em custos acrescidos para elas próprias, resultantes de agravamentos dos seguros, danos em equipamentos e instalações, aumento das taxas de absentismo, quebras de produção, entre outros. O Diagnóstico deverá identificar e avaliar os principais factores de risco do processo produtivo e dos sistemas de apoio, relativamente aos aspectos de Higiene e Segurança envolvidos. 26/36

27 Aspectos a Analisar Questões a colocar Está definida uma política de segurança? Responsabilidades Riscos Profissionais Sinistralidade Equipamentos de Protecção Estão atribuídas responsabilidades pela área da SHST? Existe equipa de prevenção e Segurança? Estão identificados os principais riscos profissionais? Os colaboradores estão sensibilizados para o uso de equipamento de protecção? Os equipamentos possuem dispositivos de segurança adequados? Estão em funcionamento? Existe sinalização adequada nas instalações? São realizadas simulações de acidentes e evacuações? Possui registos de acidentes de trabalho? Os índices de sinistralidade da empresa são habitualmente calculados e tratados? Existem equipamentos de protecção colectiva e individual? São utilizados e adequados aos riscos? 27/36

28 AMBIENTE E ENERGIA Desde finais do sec. 19 que o desenvolvimento social e industrial determinou um enorme crescimento na extracção e consumo de recursos naturais, sem grandes preocupações com o baixo aproveitamento dos recursos e os desperdícios daí resultantes. Uma vez que os recursos naturais pareciam inesgotáveis e que os mercados não paravam de crescer, os problemas ambientais não tardaram a ocorrer dado o crescimento imparável da industrialização. Contudo, só nos finais dos anos 70, é que os problemas ambientais, resultantes de uma actividade económica predadora, assumiram a dimensão de problema á escala planetária. O final do século 20, foi decisivamente marcado pela necessidade de o Homem repensar a sua actividade nos termos da maior sustentabilidade no consumo dos recursos e na poluição por ele produzida. Competindo à sociedade, como maior interessada no crescimento económico sem degradação ambiental, fiscalizar e proporcionar condições para que se estabeleça um compromisso de desenvolvimento sustentável., cabe às empresas o papel mais importante na optimização do uso dos recursos que extraem da natureza e minimizar os impactos negativos que os seus produtos e as suas actividades possam gerar. O papel das Empresas, é determinante quanto ao rumo do desenvolvimento, sendo por sua vez regulado, por uma sociedade (Mercado) cada vez mais consciente da necessidade de valores ambientais que respeitem a capacidade de obter um desenvolvimento sustentado 28/36

29 Nesta área, são cruciais dois parâmetros associados à actividade industrial, cuja análise e tratamento, poderá contribuir, em escalas diferentes, para a optimização dos processos de produção : Ambiente e Poluição Produção e Consumo de Energia No caso dos problemas Ambientais, para além do mero cumprimento da lei, a Empresa pode ganhar com a reflexão que faz em volta dos desperdícios (Efluentes) que produz, procurando desse modo encontrar soluções para melhorar o seu rendimento de transformação e assim reduzir custos. No caso da produção e consumo de Energia, a Empresa que já paga um custo elevado pelo seu valor unitário, terá todo o interesse em racionalizar os seus consumos e através do aumento da sua eficiência energética, obter dois resultados : Reduzir custos energéticos dos seus processos Reduzir a poluição associada PROBLEMAS AMBIENTAIS Aspectos a Analisar Questões a colocar Quais os Processos com produção de Efluentes? Áreas de Poluição Qual a monitorização da Poluição que existe? Qual a legislação e Regulamentação aplicável? 29/36

30 Que efluentes é que são produzidos e em que quantidade? Que tipos de tratamento / separação é que estão em Resíduos e Efluentes Ruído prática? Que processos de reciclagem de resíduos é que estão implementados? Existe ETAR? Com que capacidade? Existe alguma unidade de incineração? Foi efectuada uma avaliação do ruído? Foram adoptadas medidas minimizadoras? ENERGIA 30/36

31 Aspectos a Analisar Questões a colocar Existe alguma auditoria Energética realizada? Existe um Plano de Racionalização em Curso? Situação actual Caracterização dos Consumos Gestão da Energia A empresa encontra-se abrangida pelo Regulamento de Gestão dos Consumos de Energia? São conhecidos consumos específicos de referencia para o sector de actividade? Que formas de Energia utiliza? Que combustíveis consome e em que quantidade? A empresa possui instalação de Cogeração? Existem contadores de Energia por sector ou equipamento principal? Existem registos de consumos de Energia?A Empresa conhece o seu consumo especifico de Energia? Existe um responsável pela Gestão de Energia? São tomadas medidas conducentes a reduzir as perdas de Energia do processo? São controladas as facturas Energia eléctrica? IDENTIFICAÇÃO DOS PONTOS FORTES E DOS PONTOS FRACOS Após a recolha de todos os dados referentes à área de Tecnologia e Produção, a empresa está em condições de reflectir sobre os seus pontos fortes e fracos. 31/36

32 Nas empresas industriais podem-se identificar muitos problemas que são, directa ou indirectamente, resultantes de: Ciclos de fabrico longos podem constituir um ponto fraco pois não permitem a necessária flexibilidade e capacidade de resposta a solicitações de clientes; Falta frequente de materiais é inequivocamente um ponto fraco. A inexistência de uma política de gestão de stocks, sistemas de classificação de fornecedores e níveis de stocks pode ser a causa deste problema; Lay-outs incorrectos são geradores de custos devido ao manuseamento excessivo de componentes ao longo do processo produtivo, aos percursos extensos e complexos, stocks em curso elevados, entre outros aspectos; Problemas frequentes de não qualidade são devidos à falta de definição de critérios de aceitação/rejeição claros, à falta de prática do auto-controlo e de uma formalização e sistematização do sistema de garantia da qualidade; Sobredimensionamento de equipamentos produtivos, os quais não são utilizados na sua máxima capacidade, não se retirando dos mesmos a devida rentabilidade; Paragens frequentes dos equipamentos por avaria, responsáveis por atrasos na entrega de encomendas, devido à inexistência de um plano de manutenção e à prática de uma manutenção curativa, tipo apaga fogos. 32/36

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