CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE EXTERNO

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1 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E CONTROLE FRANCISCO JURUENA Credenciamento MEC Portaria nº 1965/06 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE EXTERNO LEVANTAMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS PARA IMPLANTAÇÃO DE MEDIDAS PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEGURANÇA DOS SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO MARILIA DAMM SANTOS PORTO ALEGRE 2008

2 RESUMO Este trabalho tem como objetivo principal efetuar um levantamento dos riscos ambientais a que estão expostos os servidores visando a adoção de medidas para promoção da saúde e segurança em uma Instituição Pública. Ao contrário do que ocorre nas organizações privadas, a saúde e a segurança do servidor público não possui uma legislação específica, ficando limitado aos trabalhadores regidos pela CLT- Consolidação das Leis do Trabalho a aplicação destas leis. Entretanto, a preocupação de proporcionar aos servidores as condições de trabalho adequadas para o bom desempenho de suas tarefas e o seu bem estar físico e emocional, tem sido cada dia mais evidenciado nas instituições públicas através da implantação de programas na área de gestão da saúde e segurança. É nesse aspecto que se propõe este trabalho: conhecer o produto, a maneira como ocorre o processo produtivo, a mão-de-obra trabalhadora, o ambiente em que se desenvolvem as tarefas e, com isso, promover ações para promoção da saúde e segurança do servidor público.a metodologia adotada foi aplicada em cinco etapas: análise da demanda (consulta aos trabalhadores e análise dos indicadores de segurança e saúde), análise do processo produtivo e instalações físicas existentes, aplicação do checklist, elaboração de um mapa de riscos ambientais e indicação de possíveis soluções apresentadas na forma de um plano de ação de melhorias. Como resultado do trabalho, foi possível evidenciar situações passíveis de causar danos à saúde e integridade física dos trabalhadores, assim como ao funcionamento da Instituição, pela ameaça de danos à saúde e ao bem estar dos servidores e, em conseqüência, da continuidade dos processos. A partir do levantamento dos riscos existentes, foi traçado um plano de ação visando a correção de tais problemas, com o apontamento do item de segurança não-conforme, a sugestão da maneira como poderá ser corrigido, a indicação dos responsáveis pela execução da ação, a justificativa da necessidade de resolução da não conformidade, a estimativa de custo para implantação da ação e a estipulação de prazo para atendimento. Este plano de ação constitui-se no ponto de partida para a aplicação das medidas apontadas, uma vez que possibilitará o estabelecimento de um cronograma físico-financeiro para implementação das ações, conforme o

3 grau de risco aferido pelo analista e prioridades estabelecidas junto aos administradores da Instituição. Palavras-chave: saúde, segurança, servidor público

4 Survey of ambient risks for implantation of measures for promotion of health and security of the servers of the Tribunal de Contas do Estado Abstract The main objective of this paper is to effect a survey of the ambient risks that the servers are exposed to, aiming at the adoption of measures for promotion of the health and security of the Public Instituition. In contrast of what it occurs in the private organizations, the health and security of the public servers do not possess a specific legislation, being limited to the workers conducted for the C.L.T Consolidation of the Work Laws, the application of these laws. However, the concern to provide to the servers the conditions of work ajusted for the good performance of its tasks and its emocional and physical welfare, has been each evidenced more and more each day in the public instituitions, through the implantation of programs in the area of management of health and security. It is in this aspect that this work must be considered: to know the product, the way the productive process occurs, the diligent man power, the environment where they develop the tasks and, with this, to promote action for promotion of health and security of the public server. The methodology used was divided into five parts: assessment of the demand and of the health and safety indicators and assessment of the productive process and of the existing facilities and apply a checklist, construction of a map of the ambiental risks and presentation of possible solutions in the form of a plan of improvement actions. As a result of this work as a whole, we have found situations which could harm the workers health and put their physical integrity at risk. Problems have been found in the way the institution works as far as possible data loss and monitoring of processes is concerned. After having the risk assessment findings a plan outline to correct the problems has been presented. The initial solution to the item safety was identified as not being appropriate and a team was nominated to take forward the action and to justify the need for another action, the cost estimate of the action implementation and an estimated deadline to be met. This action plan is the starting point for carrying out the suggested measures which will establish a financial/physical schedule for the action implementation according to the degree of risk assessed by the analyst and the priorities established by institution s administration. Key-words: health, security, public servers.

5 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 : Relação de Normas Regulamentadoras...9 FIGURA 2 : Relação de Normas Internacionais e seus assuntos...10 FIGURA 3 : Tabela I do Anexo IV- NR FIGURA 4 : Análise de Esclarecimentos...31 FIGURA 5 : Análise de Esclarecimentos...31 FIGURA 6 : Extintores de Incêndio...34 FIGURA 7 : Posto de Trabalho...35 FIGURA 8 : Utilização de apoio para os pés...35 FIGURA 9 : Utilização de ventiladores...36 FIGURA 10 : Utilização de ventiladores...36 FIGURA 11 : Sistema de iluminação artificial do local...36 FIGURA 12 : Controles de insolação existentes...37

6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Apresentação do Tema Objetivos Geral Específicos Justificativa: Delimitação do estudo Metodologia REFERENCIAL TEÓRICO Segurança e Saúde Ocupacional Evolução Histórica da Segurança e Saúde do Trabalhador Gestão da Saúde e Segurança do Servidor Público no Brasil Auditoria de Sistemas de Gestão Normas Brasileiras e Internacionais Normas da família NBR ISO 9000 da ABNT Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho Normas Internacionais Riscos Existentes no Ambiente de Trabalho Grupo 1: Riscos Físicos Grupo 2: Riscos Químicos Grupo 3: Riscos Biológicos Grupo 4: Riscos Ergonômicos Grupo 5: Riscos Mecânicos (acidentes) Aspectos Considerados na Análise de Riscos Acidente Auditoria Melhoria Contínua Fatores de risco Identificação de Situação de Fatores de Risco Incidente Partes Interessadas Não conformidade... 15

7 2.4.9 Objetivos Saúde Ocupacional e Segurança Sistema de Gestão de Saúde Ocupacional e Segurança Organização Desempenho Risco Análise de Risco Segurança Risco Tolerável METODOLOGIA Análise da Demanda Construção do Checklist Normas Regulamentadoras abordadas NR-1 Disposições Gerais NR- 5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) NR-7 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) NR-8 Edificações NR-9 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) NR-10 Instalações e serviços em eletricidade NR-11 Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais NR-12 Máquinas e Equipamentos NR-17 Ergonomia NR-23 Proteção contra incêndio NR-24 Condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho Estrutura do checklist Aplicação do Checklist Elaboração do Mapa de Riscos Ambientais Etapas de elaboração Sugestões de melhorias RESULTADOS... 27

8 4.1 Apresentação da Organização Setor analisado Descrição do local e equipamentos Descrição das atividades e distribuição e trabalhadores por área Análise da demanda Resultados do Checklist Sugestões de melhorias CONCLUSÃO Considerações a Respeito do Trabalho Realizado Considerações a respeito da metodologia empregada Conclusão REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES APÊNDICE A APÊNDICE B APÊNDICE C...52

9 1 INTRODUÇÃO 1.1 Apresentação do Tema O tema para este trabalho é o levantamento de riscos ambientais para implantação de medidas para promoção da segurança e saúde do trabalho dos servidores do Tribunal de Contas do Estado. O trabalho abordará a análise dos requisitos baseados na legislação brasileira, em especial as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego e nas normas do sistema ISO para permitir que qualquer tipo de organização controle de forma eficaz os riscos de acidentes e doenças ocupacionais existentes nos ambientes de trabalho, passíveis de integração com outros sistemas de gestão, principalmente da qualidade ( ISO 9001) e meio ambiente (ISO 14001). 1.2 Objetivos Geral O objetivo deste trabalho é, através da análise das normas regulamentadoras e dos requisitos do sistema ISO efetuar um diagnóstico da instituição e, através da elaboração de um Mapa de Riscos Ambientais Setorial, apresentar as possíveis ações de melhorias do arranjo físico dos locais de trabalho adequadas aos requisitos de segurança, conforto e saúde, estabelecendo um conjunto de regras, ferramentas e procedimentos que visem eliminar, neutralizar ou reduzir os danos decorrentes, apoiados em normas técnicas brasileiras e internacionais específicas para o assunto. O Mapa de Riscos tem como objetivos, segundo o anexo à Portaria nº 25, de 29/12/94: a) Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho em uma organização; b) Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores, bem como estimular sua participação nas atividades de prevenção. 1

10 1.2.2 Específicos a) Estudar os requisitos das normas e realizar o diagnóstico da instituição em relação aos requisitos; b) Identificar os tipos de riscos aos quais os servidores estejam expostos; c) Elaborar o mapeamento de riscos setorial, a partir do qual serão adotadas medidas corretivas e preventivas. 1.3 Justificativa: Muitas vezes, condições ambientais adversas, um layout inadequado e arranjos físicos que não favorecem o desenvolvimento de uma atividade podem levar a padrões de fluxos longos ou confusos, estoques de processos, tempos de processamento longos e operações inflexíveis, além do surgimento de doenças ocupacionais e, em conseqüência, afastamentos do trabalho. Neste sentido, projetar o arranjo físico de uma operação produtiva no serviço público, considerando os riscos a que os trabalhadores estejam expostos, torna-se imprescindível para o atendimento de metas de eficiência e satisfação dos interesses da sua clientela, ou seja, a sociedade em geral. A preocupação em promover a qualidade no setor público tem sido cada dia mais evidenciado na busca, por algumas entidades, da obtenção da Certificação pelas Normas ISO. No âmbito estadual não tem sido diferente. A importância de proporcionar aos servidores as condições de trabalho adequadas para o bom desempenho de suas tarefas e o seu bem estar físico e emocional, não pode ficar excluída deste processo. É nesse aspecto que se propõe este trabalho: conhecer o produto, a maneira como ocorre o processo produtivo, a mão-de-obra trabalhadora, o ambiente em que se desenvolvem as tarefas e, com isso, promover ações para promoção da saúde e segurança do servidor público. Ao contrário do que ocorre nas organizações privadas, a saúde e a segurança do servidor público não possui uma legislação específica, ficando limitado aos trabalhadores regidos pela CLT- Consolidação das Leis do Trabalho a aplicação destas leis, assim como das Normas Regulamentadoras do Ministério do 2

11 Trabalho e a fiscalização das condições de trabalho, realizada através das Delegacias Regionais do Trabalho. Assim sendo, as administrações públicas tem se baseado nestas matérias para elaboração de programas de saúde e segurança do trabalhador. A atuação da autora na Assessoria de Projetos e Obras, na Comissão Permanente de Prevenção de Acidentes e na Comissão Gestora do Programa de Gestão Ambiental e de Responsabilidade Social motiva a realização deste estudo sobre o assunto devido a necessidade de identificação das condições existentes nos ambientes de trabalho para a proposição e adoção de medidas para promoção da saúde e segurança dos servidores do TCE. 1.4 Delimitação do estudo Este estudo limitar-se-á a identificação das condições de saúde e segurança existentes na instituição analisada através da elaboração de um mapa de riscos ambientais setorial para servir de subsídio ao estabelecimento de uma política de segurança e saúde ocupacional a ser implementada no âmbito do TCE. 1.5 Metodologia A metodologia de trabalho baseia-se numa abordagem ergonômica de situação do problema constando de análises qualitativas e descritivas das situações observadas. a) análise da demanda: são consultados os responsáveis pelos setores analisados, bem como os trabalhadores, que são ouvidos para identificar as reais necessidades do setor. Também são analisados os indicadores de segurança e saúde disponíveis no local; b) elaboração de uma ferramenta de análise: montagem de um checklist para verificação de condições de segurança do setor, baseados nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego; c) aplicação do checklist: etapa onde são realizadas as vistorias e análises do local para identificar as deficiências e problemas do setor. Esta coleta de in- 3

12 formações é realizada a partir da aplicação da ferramenta de análise de condições de segurança e saúde elaborada na etapa anterior; d) elaboração do mapa de riscos ambientais: concluído o levantamento dos riscos existentes no ambiente de trabalho, as informações obtidas são classificadas pelo grau de risco (gravidade) e pelo tipo de agente causador e mapeadas segundo convenções pré-definidas, em uma planta baixa do setor; e) indicação de possíveis soluções: nesta etapa final, determina-se as a- ções necessárias para implantar as melhorias nas condições de trabalho e segurança no setor em estudo. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Segurança e Saúde Ocupacional Evolução Histórica da Segurança e Saúde do Trabalhador A Segurança do Trabalho é a sistematização de normas destinadas a prevenir acidentes, quer eliminando as condições inseguras do trabalho, quer preparando o trabalhador para prevenção dos desastres ocupacionais. Visa, portanto, estabelecer melhores condições físicas e psíquicas no trabalho e, conseqüentemente, melhores condições de eficiência e produção. O registro histórico de maior relevância na analise da relação trabalhosaúde remonta ao lançamento do livro De Morbis Artificium Diatriba, no ano de 1700, pelo médico italiano Bernardino Ramazzini, onde relaciona mais de 60 profissões, traçando um paralelo entre o exercício das atividades e as doenças conseqüentes, indicando ainda o tratamento recomendável e as medidas preventivas. O incremento da produção em série, após a Revolução Industrial, deixou à mostra a fragilidade do trabalhador na luta desleal com a máquina, fazendo crescer assustadoramente o número de mortos, mutilados, doentes, órfãos e viúvas.nesse período, surgiu a etapa da Medicina do Trabalho, cuja característica principal foi a colocação de um médico no interior da empresa para atender ao 4

13 trabalhador doente e manter produtiva a mão-de-obra. Surgiram também as primeiras leis a respeito do acidente do trabalho, primeiramente na Alemanha, em 1.884, estendendo-se a vários países da Europa, até chegar ao Brasil, por intermédio do decreto Legislativo nº 3.724, de 15 de janeiro de A criação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelo Tratado de Versailles, incrementou a produção das normas preventivas, tanto que, já na sua primeira reunião no ano de 1919, foram adotadas seis convenções, que direta ou indiretamente visavam a proteção da saúde, bem-estar e integridade física dos trabalhadores, uma vez que tratavam da limitação da jornada, desemprego, proteção à maternidade, trabalho noturno das mulheres, idade mínima para admissão de crianças e trabalho noturno dos menores. No entanto, com o tempo, percebeu-se que era preciso ir além do simples atendimento médico, pois, sem interferência nos fatores causais, o tratamento não surtiria efeito satisfatório. Entra em cena, então, a contribuição da Engenharia, por intermédio da Higiene Ocupacional e, posteriormente, a Ergonomia, cuja análise multidisciplinar conta com a participação de fisiologistas, psicólogos, arquitetos, médicos e engenheiros. Com efeito, tem início, em meados do século XX, a etapa da Saúde Ocupacional.Alarga-se o conceito de saúde com a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1946 e o Brasil amplia as normas de segurança e medicina do trabalho, instituindo os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) e as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA).No ano de 1978, o Ministério do Trabalho publicou a consolidação das normas de segurança e medicina do trabalho por intermédio da Portaria nº Normas Regulamentadoras (OLIVEIRA, 2006/2007). No Brasil, a Constituição da República de 1988 foi o marco principal de introdução da etapa da saúde do trabalhador no ordenamento jurídico. A saúde foi considerada como um direito social, ficando garantida aos trabalhadores a redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança. A segurança visa a integridade física do trabalhador e a higiene tem por objetivo o controle dos agentes do ambiente de trabalho para a manutenção da saúde no seu amplo sentido. Ficou estabelecido que a saúde é um direito de todos e dever do Estado, em sintonia com as declarações internacionais. A Lei 5

14 Orgânica da Saúde (8080/90) e as leis previdenciárias (8212/91 e 8213/91) também instituíram normas de amparo à saúde do trabalhador Gestão da Saúde e Segurança do Servidor Público no Brasil Até o momento, as políticas públicas direcionadas à saúde e segurança dos trabalhadores tem como foco principal os trabalhadores vinculados às organizações privadas,ou seja, aos trabalhadores sob o regime da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), uma vez que as normas regulamentadoras dispostas no capítulo V da CLT são voltadas apenas aos trabalhadores celetistas. No entanto, várias iniciativas tem sido implementadas visando garantir a extensão destas normas para o servidor público. Nas Iª e IIª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador, realizadas nos anos de 1986 e 1994, respectivamente, surgiram propostas com a preocupação de garantir ações dentro do sistema de vigilância e fiscalização nas instituições públicas e privadas, a criação de Comissões de Saúde dos Trabalhadores nos serviços públicos e privados, entre outros. Ainda, o Decreto 5961/06, da Presidência da República, instituiu o Sistema Integrado de Saúde Ocupacional do Servidor Público Federal e a Portaria 1675/06, o Manual para os Serviços de Saúde dos Servidores Civis Federais (RAMMINGER, 2007). Também ao nível dos Estados e Municípios, embora não exista a obrigatoriedade de criação de Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), assim como a formação de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA) nas instituições públicas, tem-se constatado a formação destes serviços como uma maneira de garantir qualidade de vida ao trabalhador através de programas de atenção à saúde e à segurança no ambiente de trabalho. No caso da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, foi criada através do Decreto 14705/04 a Comissão de Segurança e Saúde do Trabalho (CSST) e do Decreto 15293/06, a Gerência de Saúde do Servidor Municipal (GSSM). No âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, foi instituída através da Resolução nº 699/05 a Comissão Permanente de Prevenção de Acidentes (CPPA) com o intuito de detectar situações de risco nos ambientes de 6

15 trabalho e sugerir medidas para reduzi-las, eliminá-las ou neutralizá-las, bem como combater as causas eventuais de incidentes Auditoria de Sistemas de Gestão No cenário atual, as empresas buscam a certificação do sistema de gestão com o fim de comprovar a garantia da qualidade. Surge também a certificação de gestão de saúde no trabalho. No Brasil ainda não se dispõe de norma específica sobre a gestão em segurança e saúde do trabalho. As normas da família NBR ISO 9000, publicadas pela ABNT, foram desenvolvidas para apoiar organizações na implementação e operação de sistemas de gestão da qualidade eficazes. Entre elas, a NBR ISO 9004 que, embora não tenha propósitos de certificação ou finalidade contratual, possibilita a uma organização o alinhamento ou a integração de seu sistema de gestão de qualidade com outros sistemas de gestão relacionados. Assim, os programas de qualidade assentam suas bases em normas da série ISO, cuja filosofia contrasta com os modelos de gestão de segurança de trabalho tradicionais, baseados na identificação de riscos sem comprometimento dos responsáveis por sua eliminação ou redução e sem a alocação de recursos necessários para tal. Dentre as possibilidades de certificação internacional observa-se a Norma BS 8800 de 1996 publicada pelo BSI British Standard Institute e a OHSAS A norma OHSAS 18001:1999 é baseada na BS 8800 e contém requisitos para desenvolvimento de sistemas de gestão de Segurança e Saúde Ocupacional, além de diretrizes para a ligação com outros sistemas que buscam a melhoria do desempenho das organizações. A norma OHSAS 18001:1999 foi aprovada em 1999 e é compatível com a ISO 9001:2004 e ISO 14001:1996. A OHSAS 18002:2000 é um guia dos sistemas de gestão da saúde ocupacional e de segurança para execução de OHSAS 18001(OLIVEIRA,1999). 2.2 Normas Brasileiras e Internacionais Para uma correta análise das condições de segurança e saúde do trabalho é necessário fazer um estudo das determinações exigidas no local onde está ins- 7

16 talado o setor, ou a organização analisada. A partir deste estudo, têm-se os pontos básicos que devem ser atendido para o desenvolvimento das atividades em condições salubres Normas da família NBR ISO 9000 da ABNT São as Normas de Qualidade-Melhoria do Sistema de Gestão, desenvolvidas para apoiar organizações, de todos os tipos e tamanhos, na implementação e operação de sistemas de gestão da qualidade eficazes. A NBR ISO 9004 refere que a organização deve determinar e gerenciar as condições do ambiente de trabalho necessárias para alcançar a conformidade com os requisitos do produto. Convém ainda que a direção deve assegurar que o ambiente de trabalho exerça uma influência positiva na motivação, satisfação e desempenho das pessoas, para aumentar o desempenho da organização. Refere também que, na criação de um ambiente de trabalho adequado, sendo uma combinação de fatores humanos e físicos, convém que sejam incluídas as seguintes considerações: - métodos criativos de trabalho e oportunidades para aumentar o envolvimento e identificar o potencial das pessoas na organização; - regras e orientações de segurança, incluindo o uso de equipamentos de proteção; - ergonomia; - localização do espaço de trabalho; - instalações de apoio para pessoas da organização; - calor, umidade, luminosidade, ventilação, higiene, limpeza, barulho e poluição Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho No Brasil, as diretrizes da Segurança e Medicina do Trabalho são determinadas pela Portaria n.º 3214, de 8 de junho de 1978, que aprova as Normas Regulamentadoras (NR) do Ministério do Trabalho e Emprego. São 33 normas que dispõem sobre as condições de segurança e saúde dos trabalhadores em diver- 8

17 sas áreas. Na figura 01 são apresentadas as NRs com seus respectivos assuntos. NORMA REGULAMEN- TADORA NR 1 NR 2 NR 3 NR 4 NR 5 NR 6 NR 7 NR 8 NR 9 NR 10 NR 11 NR 12 NR 13 NR 14 NR 15 NR 16 NR 17 NR 18 NR 19 NR 20 NR 21 NR 22 NR 23 NR 24 NR 25 NR 26 NR 27 NR 28 NR 29 NR 30 NR 31 NR 32 NR 33 ASSUNTO DISPOSIÇÕES GERAIS INSPEÇÃO PRÉVIA EMBARGO OU INTERDIÇÃO SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENG.DE SEG. E EM MEDICINA DO TRABALHO COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EPI PROGRAMAS DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL EDIFICAÇÕES PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO FORNOS ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS ERGONOMIA CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDUSTRIA DA CONSTRUÇÃO EXPLOSIVOS LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS TRABALHO A CÉU ABERTO SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL NA MINERAÇÃO PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO RESÍDUOS INDUSTRIAIS SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA REGISTRO PROFISSIONAL DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO MTB FISCALIZAÇÃO E PENALIDADES NORMA REGULAMENTADORA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PORTUARIO NORMA REGULAMENTADORA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AQUAVIÁRIO NORMA REGULAMENTADORA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA AGRICULTURA, PECUÁRIA SILVICULTURA,EXPLORAÇÃO FLORESTAL E AQUICULTURA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ESPAÇOS CONFINADOS Figura 1 Normas Regulamentadoras do MTE Além das normas regulamentadoras do MTE, a Saúde e Segurança do Trabalhador no Brasil estão abordadas na Constituição Federal da República de 1988, inciso XXII, do artigo 7º do capítulo II, do título II, na Consolidação das Leis 9

18 do Trabalho: artigos 155 e 200, item VI, com a redação dada pela Lei nº de 22/12/94, no Decreto , de 15/10/86: convenção nº 148 da OIT( proteção dos trabalhadores contra os riscos profissionais devido à contaminação do ar), no Decreto 1.254, de 29/09/94: convenção nº 155 da OIT sobre segurança e saúde dos trabalhadores e o meio ambiente, na Portaria nº 25 de 29/12/94, anexo IV à NR-5, entre outros Normas Internacionais Dentro do âmbito da saúde e segurança do trabalhador, cada país possui sua série de normas. A figura 2 apresenta uma relação das normas internacionais, citando os assuntos abordados pelas mesmas. Norma Assunto Guia para Sistemas de Gestão da Segurança e saúde no trabalho BS 8800 Especificação para Sistemas de gestão da OSHAS Segurança e saúde no Trabalho Sistemas de gestão da segurança e saúde OSHA no trabalho AS/NZS 4360 Gestão de Riscos Figura 2 Normas internacionais e seus assuntos 2.3 Riscos Existentes no Ambiente de Trabalho A análise das atividades desenvolvidas por um determinado grupo de trabalhadores e das condições do local onde estão instalados permite a melhor compreensão dos riscos à saúde e segurança a que estão expostos. A partir da elaboração pela Instituição de um documento - o Mapa de Riscos-segundo a Norma Regulamentadora NR-5-Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, é possível traçar uma série de medidas de segurança e saúde para o trabalhador a serem implementadas e monitoradas. A formatação final do Mapa de Riscos trata-se de uma alocação visual, seguindo cores e formas pré-definidas que simbolizam o tipo e o grau do risco, 10

19 em uma planta baixa dos vários setores da organização, indicando ou informando de tais ocorrências. Os riscos são classificados por grau de perigo: pequeno, médio e grande. Estes tipos são agrupados em cinco grupos classificados pelas cores vermelho, verde, marrom, amarelo e azul. Cada grupo corresponde a um tipo de agente: físico, químico, biológico, ergonômico e mecânico ( risco de acidentes ). O mapa de riscos deverá ser colocado em um local visível para alertar aos trabalhadores sobre os principais riscos existentes naquela área. Além das cores, os riscos serão simbolizados por círculos de três tamanhos diferentes sendo pequeno, com diâmetro de 2,5 cm; médio, com diâmetro de 5 cm; e grande, com diâmetro de 10 cm, conforme o grau de perigo. Assim, os mapas de risco auxiliam na orientação quanto aos procedimentos necessários à garantia da integridade das pessoas usuárias de cada um dos espaços da instituição, sejam estes usuários habituais, transitórios ou meramente circulantes, ou seja, empregados, pessoal temporário, terceirizados, visitantes e quaisquer outras pessoas presentes no local do trabalho. De posse deste levantamento dos riscos, os responsáveis pela instituição são comunicados das ocorrências e deverão providenciar as alterações necessárias para tratamento dos riscos. Este papel, no âmbito do Tribunal de Contas, é exercido pela Comissão Permanente de Prevenção contra Acidentes ( Res. 699/05). Tendo como base o disposto na referida norma, pode-se relacionar os principais riscos existentes no ambiente de trabalho estudado Grupo 1: Riscos Físicos São as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores podendo, a depender da intensidade, provocar danos físicos nestes. Os riscos físicos mais encontrados nos ambientes de trabalho são: ruído, calor, frio, pressões anormais, umidade, vibrações, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como infra-sons e ultra-sons. Cor de identificação: verde 11

20 2.3.2 Grupo 2: Riscos Químicos São considerados agentes químicos as diversas substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo por via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases e vapores, ou que pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvido pelo organismo através da pele ou por ingestão. Cor de identificação: vermelho Grupo 3: Riscos Biológicos São considerados agentes biológicos ou microorganismos que podem contaminar o trabalhador e são, basicamente, as bactérias, os fungos, os bacilos, os parasitas, os protozoários, os insetos e os vírus. Cor de identificação: marrom Grupo 4: Riscos Ergonômicos Os riscos ergonômicos são considerados aqueles que geram algum tipo de lesão ou doença no trabalhador, tendo como causa aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e as condições do posto de trabalho e a própria organização do trabalho, gerando situações de monotonia, repetitividade, responsabilidade, ritmo excessivo, trabalho em turnos, entre outros. Cor de identificação: amarelo Grupo 5: Riscos Mecânicos (acidentes) Podem ser definidos os riscos mecânicos como toda aquela situação de risco que pode gerar acidentes imediatos, tais como: - máquinas sem proteção: riscos provocados pelas partes móveis das máquinas nos pontos de operação ou de transmissão de força devem ser eliminados 12

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