PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ZOOTECNIA

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CÂMPUS BAMBUÍ Fazenda Varginha Rodovia Bambuí/Medeiros, Km 05 Caixa Postal 05 Bambuí-MG CEP: (37) PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ZOOTECNIA BAMBUÍ-MG 2015

2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CÂMPUS BAMBUÍ Fazenda Varginha Rodovia Bambuí/Medeiros, Km 05 Caixa Postal 05 Bambuí-MG CEP: (37) Reitor: Prof. Caio Mário Bueno Silva Pró-Reitora de Ensino: Profª Soraya Sosa Antunes Candido Diretor Geral do Câmpus: Prof. Flávio Vasconcelos Godinho Diretor de Ensino: Prof. Gabriel da Silva Coordenador do Curso: Prof. Jeferson Eder Ferreira de Oliveira Colegiado de Curso Coordenador: Prof. Jeferson Eder Ferreira de Oliveira Titulares Professor: Jeferson Eder Ferreira de Oliveira Professora: Adriano Geraldo Professor: Gustavo Lacorte Professor: Antônio Augusto Rocha Athayde Professor: André Luís Costa Paiva Professora: Cláudia Aparecida Campos Discente: Karyne Luana Chaves de Paula Discente: Marllon Jose Karpeggiane de Oliveira Técnico Administrativo: Maria Amélia G. F. R. Souto Suplentes Professor: Rafael Bastos Teixeira Professora: Patrícia Carvalho Campos Professor: Alex de Andrade Fernandes Discente: Sara Santana Ramos Lemke Técnico Administrativo: Alice Goulart da Silva Núcleo Docente Estruturante NDE Presidente: Jeferson Eder Ferreira de Oliveira Professor: Luiz Carlos Machado Professora: Silvana Lucia de Medeiros Professor: Antônio Augusto Rocha Athayde Professor: Rafael Bastos Teixeira Professor: Sônia Paciulli de Oliveira

3 Sumário: 1 DADOS DO CURSO CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO As Finalidades do IFMG Histórico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Minas de Gerais A missão do IFMG O IFMG - Câmpus Bambuí Histórico do Câmpus Bambuí CONCEPÇÃO DO CURSO Apresentação do Curso Justificativa Princípios Norteadores do Projeto Objetivos do Curso Objetivo Geral Objetivos Específicos Perfil do egresso Formas de Acesso ao Curso Representação gráfica de um perfil de formação ESTRUTURA DO CURSO Regime Acadêmico e Prazo de Integralização Curricular Organização Curricular Definição da Carga-Horária das Disciplinas e do Tempo de Integralização Eixos de Conteúdos e Atividades (Áreas do Saber): Desdobramento em Disciplinas Matriz Curricular Ementário Critérios de Aproveitamento de Disciplinas, Conhecimentos e Experiências Anteriores

4 4.4 Metodologia do Ensino O processo de Construção do Conhecimento em Sala de Aula Proposta Interdisciplinar de Ensino Atividades Complementares da Estrutura Curricular Atividades de Pesquisa e Produção Científica Atividades de Extensão Estágio supervisionado Trabalho de conclusão de curso TCC Modos da Integração entre os Diversos Níveis e Modalidades de Ensino Serviços de Apoio ao Discente Certificados e Diplomas Administração Acadêmica do Curso Coordenador do Curso Docentes Corpo técnico-administrativo Formas de Participação do Colegiado do Curso e do Núcleo Docente Estruturante - NDE Colegiado de Curso Núcleos Docentes Estruturantes (NDE) Infraestrutura Sala de Coordenação Instalações e Equipamentos Espaço Físico Disponível e Uso da Área Física do Câmpus Salas de Aula Biblioteca Laboratórios

5 Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no Processo Ensino- Aprendizagem Estratégias de Fomento ao Empreendedorismo e à Inovação Tecnológica Estratégias de Fomento ao Desenvolvimento Sustentável e ao Cooperativismo PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação da aprendizagem Recuperação da aprendizagem Sistema de avaliação do projeto do curso Procedimentos para avaliação do Projeto Pedagógico do Curso Composição da Comissão Própria de Avaliação Avaliação interna realizada pela Comissão Própria de Avaliação CPA Avaliação externa realizada pelos órgãos do Sistema Federal de Ensino Participação da Sociedade CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE A - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE BACHARELADO EM ZOOTECNIA APÊNDICE B - REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO APÊNDICE C - QUADRO DE ESPAÇO FÍSICO DISPONÍVEL E USO DA ÁREA FÍSICA DO CÂMPUS APÊNDICE D - ACERVO DA BIBLIOTECA APÊNDICE E LABORATÓRIOS

6 1 DADOS DO CURSO Denominação do curso: Zootecnia Modalidade oferecida: Bacharelado Título acadêmico conferido: Bacharel(a) em Zootecnia Modalidade de ensino: Presencial Regime de matrícula: Por disciplina Tempo de integralização: Mínimo de 9 semestres e máximo de 18 semestres Carga horária mínima: 4520 horas Número de vagas oferecidas: 40 por ano Turno de funcionamento: Integral (manhã e tarde) Endereço do Curso: Fazenda Varginha, Rodovia Bambuí - Medeiros, km 05, Bambuí, MG, CEP Forma de ingresso: Sistema de Seleção Unificada (SISU), Vestibular, Transferência Interna, Transferência Externa e Obtenção de Novo Título. Ato legal de autorização: Resolução nº 12/2006 do Conselho Diretor/CEFET autoriza o a transformação do Curso Superior de Tecnologia em Zootecnia para Bacharelado em Zootecnia a partir de Ato de reconhecimento: Reconhecido pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, Portaria nº 786, de 10/06/2009, publicada no DOU de 15/06/2009. Ato de renovação de reconhecimento: Reconhecimento renovado pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, Portaria nº 01 de 06/01/2012, publicada no DOU de 09/01/2012. Ato de renovação de reconhecimento: Reconhecimento renovado pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, Portaria nº 819 de 30/12/2014, publicada no DOU de 02/01/

7 2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 2.1 As Finalidades do IFMG Conforme o Art. 6º da Lei nº de 29 de dezembro de 2008, o IFMG tem as seguintes finalidades e características: I. Ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional; II. Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais; III. Promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão; IV. Orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal; V. Constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular, estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à investigação empírica; VI. Qualificar-se como centro de referência no apoio à oferta do ensino de ciências nas instituições públicas de ensino, oferecendo capacitação técnica e atualização pedagógica aos docentes das redes públicas de ensino; VII. Desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica; VIII. Realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e tecnológico; IX. Promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente. X. Participar de programas de capacitação, qualificação e requalificação dos profissionais de educação da rede pública. 6

8 2.2 Histórico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Minas de Gerais O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Minas Gerais (IFMG) é uma Instituição da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, criada pela Lei nº , de 29 de dezembro de 2008, mediante a integração dos Centros Federais de Educação Tecnológica de Ouro Preto, Bambuí, Escola Agrotécnica Federal de São João Evangelista e duas Unidades de Educação Descentralizadas de Formiga e Congonhas que, por força da Lei, passaram de forma automática, independentemente de qualquer formalidade à condição de câmpus da nova instituição. Atualmente, o IFMG é composto por 18 câmpus, instalados em regiões estratégicas do Estado de Minas Gerais e vinculados a uma reitoria, sediada em Belo Horizonte. São eles: Bambuí, Betim, Congonhas, Coronel Fabriciano (em implantação), Formiga, Governador Valadares, Ibirité (em implantação), Ipatinga (em implantação), Ouro Branco, Ouro Preto, Ponte Nova (em implantação), Pitangui (em implantação), Piumhi (em implantação), Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia, São João Evangelista e Sete Lagoas (em implantação), além de unidades conveniadas em diversos municípios do Estado. A Instituição também mantém polos de ensino a distância nos municípios de Belo Horizonte, Betim, Ouro Preto (distrito de Cachoeira do Campo) e Piumhi. (IFMG, 2014) São disponibilizados mais de 60 cursos, divididos entre as modalidades de Formação Inicial e Continuada, Ensino Técnico (Integrado ao Ensino Médio, Concomitante, Subsequente e Educação de Jovens e Adultos), Ensino Superior (Bacharelado, Licenciatura e Tecnologia) e Pós-Graduação Lato Sensu. São promovidas também parcerias entre o IFMG e outras instituições de Ensino Superior para a realização de programas de Mestrado e Doutorado Interinstitucional (Minter e Dinter) (IFMG, 2012). Em 2015, no câmpus Bambuí iniciará o Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu, Mestrado Profissional em Sustentabilidade e Tecnologia Ambiental. 2.3 A missão do IFMG Conforme definido no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) para o quinquenio , o Instituto Federal de Minas Gerais, tem como missão, visão e princípios institucionais: 7

9 Missão Promover Educação Básica, Profissional e Superior, nos diferentes níveis e modalidades, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida nacionalmente como instituição promotora de educação de excelência, integrando ensino, pesquisa e extensão. Princípios I. Gestão democrática e transparente; II. Compromisso com a justiça social e ética; III. Compromisso com a preservação do meio ambiente e patrimônio cultural; IV. Compromisso com a educação inclusiva e respeito à diversidade; V. Verticalização do ensino; VI. Difusão do conhecimento científico e tecnológico; VII. Suporte às demandas regionais; VIII. Educação pública e gratuita; IX. Universalidade do acesso e do conhecimento; X. Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; XI. Compromisso com a melhoria da qualidade de vida dos servidores e estudantes; XII. Fomento à cultura da inovação e do empreendedorismo; XIII. Compromisso no atendimento aos princípios da administração pública. 2.4 O IFMG - Câmpus Bambuí Histórico do Câmpus Bambuí Nos anos de 1949 e 1950, na zona rural de Bambuí, algumas propriedades foram doadas, outras compradas e outras, ainda, desapropriadas, formando-se, assim, a Fazenda Varginha. Nessa fazenda, passou a funcionar o Posto Agropecuário em 1950, ligado ao Ministério da Agricultura, que utilizava o espaço para a multiplicação de sementes, empréstimo de máquinas agrícolas e assistência técnica a produtores de Bambuí e região. Ele era subordinado ao posto da cidade de Pains, que existe até os dias de hoje. Já em 1956, foi criada a Secção de Fomento Agrícola em Minas Gerais, que deu início ao Curso de Tratoristas. Em 1961 nascia a Escola Agrícola de Bambuí, subordinada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário e criada pela Lei 3.864/A. Pelo Decreto de criação, a Escola deveria 8

10 utilizar as dependências do Posto Agropecuário e do Centro de Treinamento de Tratoristas, absorvendo suas terras, benfeitorias, máquinas e utensílios. Em 13 de fevereiro de 1964, a Escola foi transformada em Ginásio Agrícola pelo Decreto nº e no dia 20 de agosto do Ano da Agricultura 1968, o Decreto nº elevou o Ginásio à posição de Colégio Agrícola de Bambuí, tendo como primeiro diretor o engenheiro agrônomo Guy Tôrres. Nessa fase inicial, o Colégio funcionava no Centro de Treinamento de Tratoristas e o trabalho desenvolvido pelo Posto Agropecuário manteve-se em harmonia, mesmo com as atividades do Colégio. Aprender para fazer e fazer para aprender foi o lema que, durante anos, motivou alunos nas atividades setoriais e de produção, já que a fazenda precisava produzir para manter o funcionamento da instituição. Em 04 de setembro de 1979, o Decreto nº mudou a denominação de Colégio Agrícola para Escola Agrotécnica Federal de Bambuí (EAFBí), subordinada à Coordenação Nacional do Ensino Agropecuário (COAGRI). A instituição ministrava o Curso Técnico em Agropecuária e o curso supletivo de Técnico em Leite e Derivados e em Agricultura. A COAGRI veio, de fato, criar um ambiente capaz de refazer o Ensino Agrícola de nível médio. Todo um contexto foi criado para oferecer melhores condições às Escolas nos diversos setores da educação, principalmente no que tangia à qualidade dos recursos materiais e humanos, que transformaram o aspecto do processo de ensino-aprendizagem e, consequentemente, a qualidade do profissional a ser formado. Em 1986, foi extinta a COAGRI e criada a Secretaria de Ensino de Segundo Grau SESG. No ano de 1990, esta foi transformada em Secretaria Nacional de Educação Tecnológica SENETE; em 1992, passou a ser chamada Secretaria de Educação Média e Tecnológica SEMTEC e, por último, em 2004, tornou-se a Secretaria de Educação Profissional Tecnológica SETEC. A Escola Agrotécnica baseava-se no trinômio Educação-Trabalho-Produção, que foi incorporado à pedagogia de ensino e buscava dignificar o trabalho, estimular a cooperação, desenvolver a crítica, a criatividade e o processo de análise. Seu principal objetivo era preparar o jovem para atuar na sociedade e participar da comunidade, utilizando o Sistema Escola- Fazenda, para que os alunos tivessem no trabalho um elemento essencial para a sua formação. Esse sistema visava à preparação e capacitação do técnico para atuar como agente de serviço e de produção, satisfazendo as necessidades de produtores rurais, atuando na resolução de 9

11 problemas. Essa metodologia de ensino tinha como objetivo estruturar uma escola que produz e uma fazenda que educa, utilizando dois processos que funcionavam integrados: as Unidades Educativas de Produção UEP e a Cooperativa-Escola. Outra transformação foi o aumento da carga horária do estágio, de 160 horas para 360 horas, de acordo com a Lei 6.494/77. Em 1993, a Escola Agrotécnica de Bambuí foi transformada em autarquia federal, com autonomia didática, administrativa e financeira e dotação própria no orçamento da União, o que lhe conferiu maior dinamismo. Em 1997, com a reforma na educação profissional, a Escola Agrotécnica de Bambuí, que formava apenas técnicos agrícolas com habilitação em Agricultura e Zootecnia, passou a oferecer também cursos nas áreas da Agroindústria e Informática. No ano de 2001, com o Programa de Expansão da Educação Profissional (PROEP), a Instituição firmou convênio com o Ministério da Educação para construir, equipar, reformar e modernizar instalações e laboratórios, além de qualificar pessoal para oferecer cursos dentro do padrão e da realidade das empresas tecnologicamente evoluídas e empregadoras dos egressos. A criação de novos cursos, os novos laboratórios, o investimento em infraestrutura, o crescimento da receita como fonte de sua própria manutenção, juntamente com a união de esforços de professores, diretores, alunos e servidores, culminaram num projeto de transformação da então Escola Agrotécnica em Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET, no ano de 2002, com o curso de Tecnologia em Alimentos, o primeiro de nível superior oferecido pela Instituição. Em dezembro de 2008, ampliando ainda mais as possibilidades da educação técnica e tecnológica, foram criados os Institutos Federais. Dessa forma, a tradicional Escola de Bambuí foi transformada em Câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Minas Gerais IFMG. O eixo central deste projeto do governo federal é equiparar essas instituições de ensino às universidades federais. A criação do IFMG - Câmpus Bambuí se deu por meio da reversão ao IFMG do patrimônio do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET) - Bambuí, que foi criado a partir da transformação da Escola Agrotécnica Federal de Bambuí, através do Decreto Presidencial de 17 de dezembro de 2002, publicado no D.O.U. no dia 18 do mesmo mês. O IFMG - Câmpus Bambuí fica localizado na região Centro-Oeste do Estado de Minas Gerais. A região tem uma localização geográfica privilegiada, permitindo uma interligação e escoamento da produção para todo o Estado e fora dele, por meio das rodovias MG 050, BR 10

12 354 e BR 262, situando-se a 260 Km de Belo Horizonte e de Uberaba, 240 km de Passos, 630 Km de Brasília e 660 Km de São Paulo, além da malha ferroviária. Tem uma área de abrangência que inclui, além do município de Bambuí, as regiões do Cerrado Mineiro, Oeste de Minas, Noroeste, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba. A Agropecuária é o setor de destaque na economia da mesorregião respondendo por 35,79% da população ocupada. A agricultura e pecuária leiteira se destacam com acentuado crescimento de pequenas indústrias de laticínios. O setor industrial ocupa 25,23% da população economicamente ativa, incluindo indústria de transformação, mineração, construção e serviços industriais de utilidade pública. A indústria iniciou-se na mesorregião nas áreas têxtil e de alimentação, porém, atualmente, os principais destaques são a Siderurgia e a produção de cimento. O setor de serviços é o que mais vem crescendo na mesorregião, apesar de ocupar somente 6,59% da população do Estado, contribuindo com 0,62% de sua receita total. O setor de comércio detém 5,19% da população total, com receita de 4,4% do PIB estadual. A mesorregião em questão possui diversos municípios de pequeno e médio portes, caracterizados, em grande parte, por micro, pequenas e médias empresas. Atualmente são ofertados os seguintes cursos técnicos: Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio: Informática Manutenção Automotiva Agropecuária Meio Ambiente; Cursos Técnicos Subsequentes ao Ensino Médio: Agropecuária, Meio Ambiente, Manutenção Automotiva, Açúcar e Álcool. Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio na modalidade EJA - Educação de Jovens e Adultos: Açúcar e Álcool. 11

13 Cursos de graduação (de Tecnologia, Licenciaturas e Bacharelado): Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Licenciatura em Física, Licenciatura em Ciências Biológicas, Bacharelado em Administração, Bacharelado em Agronomia, Bacharelado em Engenharia da Computação, Bacharelado em Engenharia de Produção, Bacharelado em Engenharia de Alimentos, Bacharelado em Zootecnia. Pós-Graduação stricto sensu em: Mestrado Profissional em Sustentabilidade e Tecnologia Ambiental 12

14 3 CONCEPÇÃO DO CURSO 3.1 Apresentação do Curso O curso de Bacharelado em Zootecnia, ofertado pelo IFMG - Câmpus Bambuí, que fica localizado à Fazenda Varginha, Rodovia Bambuí - Medeiros, Km 05, Bambuí, MG, CEP O curso de Bacharelado em Zootecnia, iniciou suas atividades em 2004, sendo autorizado pela portaria IFMG portaria nº 07/ 2003, de 30 de outubro de 2003, reconhecido pela portaria A comissão de Avaliação, para fins de reconhecimento do Curso de Graduação Tecnológica em Zootecnia emitiu o Parecer Final em 13 de dezembro de 2006, como melhor sugestão, transformar o curso em bacharelado em Zootecnia, o que inclusive, já era proposta do PDI do CEFET-Bambuí. A Resolução nº 12/2006 do Conselho Diretor/CEFET autoriza o a transformação do Curso Superior de Tecnologia em Zootecnia para Bacharelado em Zootecnia a partir de O reconhecimento se deu pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, Portaria nº 786, de 10/06/2009, publicada no DOU de 15/06/2009. Sendo renovado pela primeira vez pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, Portaria nº 01 de 06/01/2012, publicada no DOU de 09/01/2012 e pela segunda vez pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, Portaria nº 819 de 30/12/2014, publicada no DOU de 02/01/2015, tendo o mesmo obtido conceito 04 (numa escala que vai até 5). O conceito preliminar do curso é 3,0 (CPC) e o Conceito de Curso (CC) é 4, Justificativa O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais IFMG oferta cursos na área de ciências agrárias há mais de 45 anos, desde quando se originou como Posto Agropecuário - Centro de Treinamento de Tratoristas do Ministério da Agricultura, como Escola Agrícola de Bambuí (1961) sendo reconhecida em todo território nacional. Atualmente, o câmpus Bambuí conta com uma infraestrutura considerável para o ensino de vários cursos, principalmente, os relacionados à área agrária além de estar inserido em uma da região com uma economia essencialmente rural. A idealização desse curso está assentada numa visão voltada para o amplo mercado de trabalho do profissional da área de ciências agrárias (PDI - IFMG, 2015). 13

15 O mercado de trabalho para o zootecnista está em expansão, A zootecnia mexe com o agronegócio e esse é um mercado em expansão visto que o agronegócio vem contribuindo expressivamente na economia brasileira, com seus aportes principalmente na balança comercial e no fornecimento de alimentos para o mercado nacional, O alimento tem de ser bom para exportar e também para o consumo do brasileiro. E tudo isso tem a ver com o zootecnista, afirma o presidente da Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ, 2015). Outra vantagem da carreira, segundo (Carvalho, G. J., 2015) é a O mercado de trabalho é bastante amplo, permitindo ao zootecnista atuar na propriedade rural, fazenda, chácara, passando por órgãos governamentais. Nos últimos anos, o País consolidou sua posição de maior exportador mundial de carnes de frango e bovina, 2º maior produtor mundial de frango de corte, 1ª produtor de bovinos e 4º maior produtor mundial de suínos, leite e tornou-se também líder em soja (grão) além de alcançar a segunda posição em farelo e óleo de soja. De acordo com as projeções do agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 2014/15, o crescimento anual projetado para o consumo da carne de frango é de 2,8% no período 2014/15 a 2024/25. Isso significa um aumento de 32,1% no consumo nos próximos 10 anos. O consumo de carne de frango projetado para 2025 é de 11,9 milhões de toneladas; supondo a população total projetada pelo IBGE em 218,3 milhões de pessoas, tem se ao final das projeções um consumo de 54,7 kg/hab/ano; o consumo em 2015 estimado pela Conab é de 44,2 kg/hab/ano. A carne suína passa para o segundo lugar no crescimento do consumo com uma taxa anual de 2,6% nos próximos anos. Em nível inferior de crescimento situa-se a projeção do consumo de carne bovina, de 1,5% ao ano para os próximos anos. O bom desempenho do Brasil destacou-se também na agroindústria, produção de ração, ou seja, no segmento que inclui diversas atividades de transformação de matérias-primas animais e agrícolas tais como beneficiamento, secagem, processamento e embalagem, bem como o seguimento de Pet, (Sindirações, 2015). No período de janeiro a junho de 2008, a atividade agropecuária foi responsável pela contratação formal de 552,2 mil empregados, apresentando um resultado positivo entre contratações e demissões nesse período de 207,6 mil novos empregos. Apenas em junho, o setor contratou 117,2 mil empregados, o que corresponde a 15% de todas as contratações realizadas no País. Dessa forma, pode-se afirmar com exatidão que o setor agropecuário foi responsável pela geração de 30% dos empregos do País. Vale ressaltar a importância da agropecuária como 14

16 atividade de fixar o homem no campo, reduzindo as pressões sociais nos centros urbanos, contando ainda com grande capacidade de absorver contingentes com baixa formação escolar, mas que exige a qualificação profissional para o bom desempenho no trabalho, (Almeida Júnior G. A. et al., 2012). O Brasil apresenta boas oportunidades de trabalho para o zootecnista, atendendo-se a uma análise de necessidades e vocação regionais e microrregionais o curso de Bacharelado em zootecnia apresenta como propósito básico a formação de profissionais com competências e habilidades que atendam plenamente as exigências de um mercado globalizado onde a agropecuária e o agronegócio têm um destaque marcante na economia, respeito ao meio ambiente e sustentabilidade dos recursos. Assim, o PPC do curso Zootecnia no câmpus Bambuí encontra respaldo na demanda por desenvolvimento sócio-econômico da região que reivindica o aprimoramento e a qualificação dos serviços e geração de emprego e renda 3.3 Princípios Norteadores do Projeto De acordo com o PDI do IFMG, o princípio pedagógico da contextualização permite à instituição pensar os projetos pedagógicos de forma flexível, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão do saber, vislumbrando a prática de uma educação que possibilite a aprendizagem de valores e de atitudes para conviver em democracia e que, no domínio dos conhecimentos, habilite o corpo discente a discutir questões do interesse de todos, propiciando a melhoria da qualidade de vida, despertando a conscientização quanto às questões concernentes à questão ambiental e ao desenvolvimento econômico sustentável. Dentre estes princípios norteadores do IFMG, destacamos os que mais fortemente se vinculam aos aspectos pedagógicos: Responsabilidade social, através de inclusão de elementos sociais no ensino a fim de provocar aprendizagens significativas, visando contribuir com a formação do discente frente às demandas sociais; Priorizar a qualidade do ensino sendo essa exigência estendida às atividades de pesquisa e extensão; Garantir a qualidade dos programas de ensino, pesquisa e extensão, desenvolvendo atividades de pesquisa de relevância e qualidade, reconhecidas em nível nacional; Respeito aos valores éticos, estéticos e políticos; 15

17 Articulação com empresas, família e sociedade; Integridade acadêmica através do compromisso de todos os membros da comunidade acadêmica com altos padrões de honestidade pessoal e comportamento ético. 3.4 Objetivos do Curso Objetivo Geral I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social; II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso; III - formas de realização da interdisciplinaridade; IV - modos de integração entre teoria e prática; VI - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem; VII - modos da integração entre graduação e pós-graduação, quando houver; VIII - incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica; IX - regulamentação das atividades relacionadas com trabalho de curso de acordo com as normas da instituição de ensino, sob diferentes modalidades; X - concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado opcional, quando for o caso, contendo suas diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento; XI - concepção e composição das atividades complementares Objetivos Específicos Formar profissionais que atuem nos diferentes setores do mercado, utilizando os recursos naturais, ambientais e tecnológicos de forma sustentável; Atuar na produção Zootécnica, fundamentando-se no desenvolvimento teórico e prático, integrando conhecimentos técnico-científicos e valorizando a formação humana, o desenvolvimento pessoal, sócio-cultural e de cidadania; Desenvolver trabalhos de pesquisa científica e extensão rural, com o objetivo de capacitar o aluno a desenvolver destacando a realidade agrícola regional. 16

18 Absorver e desenvolver novas tecnologias, resolver problemas e atuar na melhoria dos processos de produção, incentivar o desenvolvimento pessoal, sócio-cultural e de cidadania; Ser capaz de empreender, promovendo mudanças e inovações de forma a agregar valor econômico à produção e valor social ao indivíduo e no sistema de produção; Desenvolver habilidades de relacionamento interpessoal, comunicação e trabalho em equipe, baseada em valores éticos e atitudes que reflitam uma postura coerente de respeito, responsabilidade, flexibilidade, orientação global, decisão, iniciativa, criatividade e comunicação, como características necessárias para a atuação profissional. 3.5 Perfil do egresso Os cursos ministrados pelo IFMG têm como objetivo formar um profissional competente e atuante na área a que se destina, com base sólida de conhecimentos tecnológicos, capaz de gerenciar seu próprio negócio, adaptando-se a novas situações para o seu real sucesso profissional. O profissional deve ser capaz de desempenhar seu papel com competência, com postura profissional adequada a uma sociedade cada vez mais competitiva e exigente contribuindo para o desenvolvimento e melhoria da vida da comunidade e interferir no processo produtivo, adquirindo habilidades que o capacitem para o exercício da reflexão, da crítica, do estudo e da criatividade, adquirindo habilidades que o capacitem para o exercício da reflexão, da crítica, do estudo e da criatividade, a fim de contribuir para o desenvolvimento e melhoria da vida da comunidade com interferência no processo produtivo. O aluno egresso do Curso de Bacharelado em Zootecnia do IFMG Câmpus Bambuí deve se constituir em um profissional com sólida formação científica e tecnológica. Este profissional deve ser capaz de compreender, desenvolver e aplicar tecnologias, com visão reflexiva, crítica e criativa e com competência para identificação, formulação e resolução de problemas. Somando a estas questões técnicas e científicas e de cunho operacional, este profissional também deve estar comprometido com a qualidade de vida numa sociedade cultural, econômica, social e politicamente democrática, justa e livre, visando ao pleno desenvolvimento humano aliado ao equilíbrio ambiental Competências 17

19 O Curso de graduação em Zootecnia deverá assegurar sólida base de conhecimentos científicos e tecnológicos no campo da Zootecnia; dotado de consciência ética, política, humanista, com visão crítica e global da conjuntura econômica, social, política, ambiental e cultural da região onde atua, no Brasil e do mundo; com capacidade de comunicação e integração com os vários agentes que compõem os complexos agroindustriais; com raciocínio lógico, interpretativo e analítico para identificar e solucionar problemas; capaz de atuar em diferentes contextos, promovendo o desenvolvimento, bem estar e qualidade de vida dos cidadãos e comunidades; além de compreender a necessidade do contínuo aprimoramento de suas competências e habilidades como profissional Zootecnista. As competências descritas como exigências mínimas formativas previstas nas Diretrizes Curriculares brasileiras dos Cursos de Graduação Plena em Zootecnia. O Zootecnista teve sua consolidação como profissão de nível superior e ciência aplicada, a Zootecnia afirmando um papel preponderante e estratégico nas diferentes Sociedades modernas conquistando um perfil profissional ligado à produção e produtividade animal, tais como: a) Fomentar, planejar, coordenar e administrar programas de melhoramento genético das diferentes espécies animais de interesse econômico e de preservação, visando maior produtividade, equilíbrio ambiental e respeitando as biodiversidades no desenvolvimento de novas biotecnologias agropecuárias. b) Atuar na área de nutrição e alimentação animal, utilizando seus conhecimentos do funcionamento do organismo animal, visando aumentar sua produtividade e o bem-estar animal, suprindo suas exigências, com equilíbrio fisiológico. c) Responder pela formulação, fabricação e controle de qualidade das dietas e rações para animais, responsabilizando-se pela eficiência nutricional das fórmulas. d) Planejar e executar projetos de construções rurais, formação e/ou produção de pastos e forrageiras e controle ambiental. e) Pesquisar e propor formas mais adequadas de utilização dos animais silvestres e exóticos, adotando conhecimentos de biologia, fisiologia, etologia, bioclimatologia, nutrição, reprodução e genética, visando seu aproveitamento econômico ou sua preservação. f) Administrar propriedades rurais, estabelecimentos industriais e comerciais ligados à produção, melhoramento e tecnologias animais. 18

20 g) Avaliar e realizar peritagem em animais, identificando taras e vícios, com fins administrativos, de crédito, seguro e judiciais e elaborar laudos técnicos e científicos no seu campo de atuação. h) Planejar, pesquisar e supervisionar a criação de animais de companhia, esporte ou lazer, buscando seu bem-estar, equilíbrio nutricional e controle genealógico. i) Avaliar, classificar e tipificar produtos e subprodutos de origem animal, em todos os seus estágios de produção. j) Responder técnica e administrativamente pela implantação e execução de rodeios, exposições, torneios e feiras agropecuárias. Executar o julgamento, supervisionar e assessorar inscrição de animais em sociedades de registro genealógico, exposições, provas e avaliações funcionais e zootécnicas. k) Realizar estudos de impacto ambiental, por ocasião da implantação de sistemas de produções de animais, adotando tecnologias adequadas ao controle, aproveitamento e reciclagem dos resíduos e dejetos. l) Desenvolver pesquisas que melhore as técnicas de criação, transporte, manipulação e abate, visando o bem-estar animal e o desenvolvimento de produtos de origem animal, buscando qualidade, segurança alimentar e economia. m) Atuar nas áreas de difusão, informação e comunicação especializada em Zootecnia, esportes agropecuários, lazer e terapias humanas com uso de animais. n) Assessorar programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade animal, públicos e privados, visando à segurança alimentar humana. o) Responder por programas oficiais e privados em instituições financeiras e de fomento a agropecuária, elaborando projetos, avaliando propostas, realizando perícias e consultas. p) Planejar, gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção animal e estabelecimentos agroindustriais, inseridos desde o contexto de mercados regionais até grandes mercados internacionalizados, agregando valores e otimizando a utilização dos recursos potencialmente disponíveis e tecnologias sociais e economicamente adaptáveis. q) Atender às demandas da sociedade quanto a excelência na qualidade e segurança dos produtos de origem animal, promovendo o bem-estar, a qualidade de vida e a saúde pública. 19

21 r) Viabilizar sistemas alternativos de produção animal e comercialização de seus produtos ou subprodutos, que respondam a anseios específicos de comunidades à margem da economia de escala. s) Pensar os sistemas produtivos de animais contextualizados pela gestão dos recursos humanos e ambientais. t) Trabalhar em equipes multidisciplinares, possuir autonomia intelectual, liderança e espírito investigativo para compreender e solucionar conflitos, dentro dos limites éticos impostos pela sua capacidade e consciência profissional. u) Desenvolver métodos de estudo, tecnologias, conhecimentos científicos, diagnósticos de sistemas produtivos de animais e outras ações para promover o desenvolvimento científico e tecnológico. v) Promover a divulgação das atividades da Zootecnia, utilizando-se dos meios de comunicação disponíveis e da sua capacidade criativa em interação com outros profissionais. w) Desenvolver, administrar e coordenar programas, projetos e atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como estar capacitado para atuar nos campos científicos que permitem a formação acadêmica do Zootecnista. x) Atuar com visão empreendedora e perfil pró-ativo, cumprindo o papel de agente empresarial, auxiliando e motivando a transformação social. z) Conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na gestão de políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação. 3.6 Formas de Acesso ao Curso O ingresso no curso de Bacharelado em Zootecnia se dará por meio de vestibular, programas especiais do Ministério da Educação como, atualmente, o Sistema de Seleção Unificada SISU, transferência interna, transferência externa e obtenção de novo título. Os vestibulares serão regulamentados através de editais próprios, conforme períodos definidos no Calendário Acadêmico. Em conformidade com as políticas institucionais, parte das vagas destinadas ao vestibular podem ser reservadas para ingresso através do SISU (Sistema de Seleção Unificada) do Ministério da Educação. Os ingressos por meio de transferência interna, transferência externa e obtenção de novo título acontecerão semestralmente de acordo com edital próprio e a disponibilidade de vagas no curso. Os processos de transferência interna, transferência externa 20

22 e obtenção de novo título são regulamentados pelo Regimento de Ensino do IFMG, aprovado pela resolução CS/IFMG nº 041 de 03 de dezembro de Representação gráfica de um perfil de formação As Figuras 1(a) e 1(b) mostram a representação gráfica da formação no curso de Bacharelado em Zootecnia. O aluno deverá cursar 3920 horas de disciplinas obrigatórias, no mínimo, 160 horas de disciplinas optativas, 120 horas de atividades complementares, 320 horas de atividade de estágio supervisionado. 21

23 Figura 1 a) Perfil Gráfico de Formação 22

24 Figura 1 b) Perfil Gráfico de Formação Disciplinas Optativas 23

25 4 ESTRUTURA DO CURSO 4.1 Regime Acadêmico e Prazo de Integralização Curricular O curso de Bacharelado em Zootecnia será ofertado na modalidade presencial com regime de matrícula por disciplina. Os prazos mínimo e máximo de integralização são de 9 semestres e 18 semestres, respectivamente. O curso ofertará 40 vagas por ano e possuirá funcionamento em período integral. Estudantes com excepcional desenvolvimento acadêmico poderão ainda ter o prazo de integralização mínimo reduzido, sendo, no entanto, computado como período mínimo padrão de integralização os 9 semestres previstos na matriz curricular. Em conformidade com o Art. 59 da Lei 9394/1996, os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Os incisos I e III detalham que deverão ser construídos e oferecidos aos estudantes com necessidades específicas currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades, bem como professores capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns. A Resolução CNE 02/1981, alterada pela Resolução 05/1987, diz que: Art. 1º. Ficam as Universidades e os Estabelecimentos Isolados de Ensino Superior autorizados a conceder dilatação do prazo máximo estabelecido para conclusão do curso de graduação, que estejam cursando, aos alunos portadores de deficiências físicas assim como afecções, que importem em limitação da capacidade de aprendizagem. Tal dilatação poderá ser igualmente concedida em casos de força maior, devidamente comprovados, a juízo da instituição. Deste modo, é permitido a estudantes com necessidades específicas, mediante a apresentação de laudo médico, psicológico e/ou pedagógico, conforme a necessidade apresentada, solicitar procedimentos especiais durante a sua formação, bem como a dilatação de prazo para integralização do curso. 4.2 Organização Curricular A organização curricular do curso de Zootecnia tem como parâmetro as diretrizes curriculares nacionais e as demais legislações vigentes, buscando garantir a formação do perfil desejado ao futuro profissional, desenvolver as competências e habilidades esperadas. 24

26 A matriz curricular está organizada com flexibilidade de tal forma a permitir a formação interdisciplinar, estimulando o desenvolvimento do discente e o aperfeiçoamento de habilidades individuais. O curso é composto ainda, por uma gama diversificada de atividades acadêmicas como iniciação científica incluindo a participação dos alunos em projetos de pesquisa propostos pelos professores bem como, projetos de extensão a fim de difundir os conhecimentos acadêmicos em prol do desenvolvimento local e regional e através da realização de estágios não obrigatórios em instituições de públicas e privadas. Essa proposta possibilita a realização de práticas interdisciplinares, assim como a favorece a unidade dos projetos de cursos, concernente a conhecimentos científicos e tecnológicos, propostas metodológicas, tempos e espaços de formação. Quanto ao Plano de Ensino, os professores deverão elaborar e entregar à Coordenação do Curso para apreciação e aprovação dentro do prazo definido em Calendário Acadêmico. No início do período letivo, deverá apresentá-lo aos alunos. No plano de ensino, o professor apresenta qual a metodologia adotada, atividades a serem executadas, formas de avaliação e quais os recursos didáticos que ele utilizará. Além disto, no plano de ensino o aluno é informado sobre qual conteúdo programático será estudado naquela disciplina e quais livros serão adotados pelo professor. Este plano de ensino deverá ser atualizado pelo professor da disciplina. Sugere-se também que no plano de ensino sejam elencadas atividades de caráter interdisciplinar, possibilitando assim, uma integração entre as disciplinas de um eixo ou de eixos diferentes. O aluno poderá matricular em qualquer período do curso nas disciplinas optativas, desde que estejam sendo ofertadas e que ele atenda aos critérios de pré-requisitos Definição da Carga-Horária das Disciplinas e do Tempo de Integralização De acordo com o art. 3º da Resolução nº 03, de 02 de julho de 2007 A carga horária mínima dos cursos superiores é mensurada em horas (60 minutos), de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo.. No Câmpus Bambuí do IFMG, a duração da hora-aula (atividades teóricas e práticas) é de 60 minutos, portanto no presente projeto a carga horária das disciplinas já estão mensuradas em 60 minutos. 25

27 O curso proposto é de regime semestral, ficando definido que para atender o cumprimento do ano letivo de 200 dias, conforme estabelecido na Lei nº 9.394/96, e cada semestre terá 100 dias letivos. A carga horária total do Curso é de horas, distribuídas em 9 períodos, com total de 4,5 anos. De acordo com a Resolução CNE/CES 2/2007 cursos que tem entre 3600 e 4000 horas devem ter um limite mínimo para integralização de 5 (cinco) anos. No entanto, o artigo 2º, do inciso IV da referida resolução, estabelece que a integralização distinta das desenhadas nos cenários apresentados nesta resolução poderá ser praticada desde que o Projeto Pedagógico justifique sua alteração. Considerando este aspecto, o curso de bacharelado em Zootecnia do Instituto Federal de Minas Gerais Câmpus Bambuí, que é ofertado na modalidade presencial tem regime semestral, onde são ofertadas 40 vagas e uma entrada por ano, funcionando em período integral (diurno), o que dá oportunidade de distribuir as cargas horárias no semestre. Além disto, o aluno poderá participar de diversas outras atividades que complementam sua formação profissional, como em projetos de pesquisa, extensão, programas de monitorias e tutorias, estágios internos, e outras atividades esportivas e culturais, dando total condição para que os discentes cumpram todas as atividades previstas no Projeto Pedagógico do Curso. O discente deverá matricular-se no mínimo em uma disciplina por semestre letivo Eixos de Conteúdos e Atividades (Áreas do Saber): Desdobramento em Disciplinas O curso de graduação em Zootecnia deve possuir um projeto pedagógico que demonstre claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu formando, o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas e a coexistência de relações entre teoria e prática, como forma de fortalecer o conjunto dos elementos fundamentais para a aquisição de conhecimentos necessários à concepção e à prática do Zootecnista, capacitando o profissional a adaptar-se de modo flexível, crítico e criativo às novas situações. O PPC indica, além dos componentes curriculares a serem cursados pelos alunos, as estratégias que devem ser seguidas pelos docentes para atingir os objetivos do curso, devendo para tal, ter afinidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do curso de bacharelado em Zootecnia (Resolução nº 4, de 2 de fevereiro de 2006), bem como com todos os outros instrumentos normatizadores em nível federal. Abaixo é apresentado um quadro com as disciplinas e os conteúdos curriculares dos núcleos básicos, profissionais essenciais e específicos descritos no PARECER CNE/CES Nº 337 de 26

28 11/11/2004 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Zootecnia. Quadro 1 Mapeamento de disciplinas por núcleo e campos de saber. Campos de saber Abrangência Disciplinas I - Morfologia e Fisiologia Animal II - Higiene e Profilaxia Animal III - Ciências Exatas e Aplicadas IV - Ciências Ambientais V - Ciências Agronômicas Incluem os conteúdos relativos aos aspectos anatômicos, celulares, histológicos, embriológicos e fisiológicos das diferentes espécies animais; a classificação e posição taxonômica, a etologia, a evolução, a ezoognósia e etnologia e a bioclimatologia animal. Incluem os conhecimentos relativos à microbiologia, farmacologia, imunologia, semiologia e parasitologia dos animais necessários às medidas técnicas de prevenção de doenças e dos transtornos fisiológicos em todos os seus aspectos, bem como, a higiene dos animais, das instalações e dos equipamentos. Compreende os conteúdos de matemática, em especial cálculo e álgebra linear, ciências da computação, física, estatística, desenho técnico e construções rurais. Compreende os conteúdos relativos ao estudo do ambiente natural e produtivo, com ênfase nos aspectos ecológicos, bioclimatológicos e de gestão ambiental. Trata dos conteúdos que estudam a relação solo-planta-atmosfera, quanto à identificação, à fisiologia e à produção de plantas Citologia, Zoologia, Histologia e embriologia, Anatomia dos Animais de Interesse Zootécnico, Biologia Ambiental, Fisiologia animal básica, Fisiologia da Digestão, Fisiologia da Reprodução, Introdução à Zootecnia, Aquicultura, Caprinocultura e Ovinocultura, Avicultura, Suinocultura, ovinocultura de Leite, Bovinocultura de Corte, Tecnologia de Produtos de Origem Animal (TPOA), Tratamento de Resíduos, Animais Silvestres, Apicultura, Controle de Qualidade de Carnes, Cunicultura, Equideocultura, Exterior e Julgamento de Bovinos, Métodos de Controle da Qualidade do Leite, Minhocultura e Compostagem, Produção Comercial de Peixes Ornamentais Microbiologia Geral, Parasitologia, Biosseguridade, Doenças da Produção Animal Fundamentos de Matemática, Cálculo, Desenho Técnico, Física, Estatística Básica, Estatística Experimental, Construções Rurais, Informática, Topografia Básica Biologia Ambiental, Bioclimatologia e Ambiência Animal, Etologia e Bem Estar Animal, Zoologia Geral, Gestão e Legislação Ambiental, Gênese e Morfologia dos Solos, Fertilidade do Solo, Morfologia e Fisiologia Vegetal, Máquinas e Mecanização Agrícola, Forragicultura e 27

29 Campos de saber Abrangência Disciplinas VI - Ciências Econômicas e Sociais VII - Genética, Melhoramento e Reprodução Animal VIII - Nutrição e Alimentação IX - Produção Animal e Industrialização forrageiras e pastagens, adubação, conservação e manejo dos solos, bem como o uso dos defensivos agrícolas e outros agrotóxicos, a agrometeorologia e as máquinas, complementos e outros equipamentos e motores agrícolas. Inclui os conteúdos que tratam das relações humanas, sociais, macro e microeconômicas e de mercado regional, nacional e internacional do complexo agroindustrial. Inclui ainda a viabilização do espaço rural, a gestão econômica e administrativa do mercado, promoção e divulgação do agronegócio, bem como aspectos da comunicação e extensão rural. Compreende os conteúdos relativos ao conhecimento da fisiologia da reprodução e das biotécnicas reprodutivas, dos fundamentos genéticos e das biotecnologias da engenharia genética e aos métodos estatísticos e matemáticos que instrumentalizam a seleção e o melhoramento genético de rebanhos. Trata dos aspectos químicos, analíticos, bioquímicos, bromatológicos e microbiológicos aplicados à nutrição e à alimentação animal e dos aspectos técnicos e práticos nutricionais e alimentares de formulação e fabricação de rações, dietas e outros produtos alimentares para animais, bem como do controle higiênico e sanitário e da qualidade da água e dos alimentos destinados aos animais. Envolve os estudos interativos dos sistemas de produção animal, incluindo o planejamento, a Pastagens, Culturas de Interesse Para a Atividade Zootécnica, Forragicultura Aplicada e Conservação do Solo e da Água, Correção e adubação do solo e da planta Comportamento Humano nas Organizações, Práticas Esportivas e Ergonomia, Fundamentos da Economia, Administração, Gestão de Pessoas, Sociologia e Extensão Rural, Elaboração de Projetos Agropecuários, Ética e Cidadania, Metodologia do Trabalho Científico, Estágio Orientado, TCC I, TCC II, Atividades Complementares (Realizadas ao longo do curso), Estágio Supervisionado (Poderá ser realizado ao longo do curso), Ensino de Libras, Inglês Instrumental, Produção de Textos, Empreendedorismo Genética, Melhoramento Genético Animal, Melhoramento Animal Aplicado, Fisiologia da Reprodução, Química Geral, Química Orgânica, Química Analítica, Laboratório de Química, Bioquímica, Análise e Controle de Qualidade dos Alimentos Para Animais (ACQAPA), Nutrição Animal Básica, Nutrição de Não Ruminantes, Nutrição de Ruminantes, Formulação de Rações, Dietas e Suplementos Para Animais, Nutrição de Cães e Gatos Introdução à Zootecnia, Aquicultura, Caprinocultura e Ovinocultura, Avicultura, Suinocultura, ovinocultura 28

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