Laboratório de Análise de Movimento: pilares técnico-científicos. Miguel Velhote Correia João Manuel R. S. Tavares Jorge G.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Laboratório de Análise de Movimento: pilares técnico-científicos. Miguel Velhote Correia João Manuel R. S. Tavares Jorge G."

Transcrição

1 Laboratório de Análise de Movimento: pilares técnico-científicos Miguel Velhote Correia João Manuel R. S. Tavares Jorge G. Barbosa

2 Sumário Motivação e objectivos do projecto Análise clínica da marcha Recursos do laboratório Testes e resultados Conclusões e trabalho futuro

3 Definição A análise clínica da marcha é usualmente considerada como sendo a medição, o processamento e a interpretação sistemática dos parâmetros biomecânicos, que caracterizam a locomoção humana e facilitam a identificação de limitações no movimento de modo a identificar procedimentos adequados de reabilitação (Davis, 1997) (Davis, 1997) R. B. Davis, Reflections on clinical gait analysis, J. of Electromyography and Kinesiology, 7, pp , 1997

4 Análise clínica da marcha implica Capacidade de adquirir e tratar de forma instrumentada a informação cinemática, cinética, energética e mioeléctrica do movimento Capacidade de interpretar clinicamente esta informação integrando pessoal especializado (Sutherland, 2005) D. H. Sutherland, The evolution of clinical gait analysis part III - kinetics and energy assessment, Gait & Posture, 21, pp , 2005.

5 Propôs-se Criação de um centro de recursos computacionais e tecnológicos integrados para avaliação do desempenho e funcionalidade de cidadãos com incapacidades músculoesqueléticas Melhorar a qualidade dos serviços e das soluções em ajudas técnicas, através da adopção e desenvolvimento de métodos quantitativos de medição e análise baseados em conhecimentos científicos e técnicos. (Sutherland, 2005) D. H. Sutherland, The evolution of clinical gait analysis part III - kinetics and energy assessment, Gait & Posture, 21, pp , 2005.

6 Áreas de estudo Cinemática Caracterização clinicamente relevante dos movimentos articulares Deslocamentos Obliquidade, inclinação e rotação pélvica, p adução angulares ou abdução, flexão ou extensão, rotação da anca, flexão ou extensão do joelho, dorsiflexão ou flexão do tornozelo, rotação do pép Dinâmica Deslocamentos e velocidades lineares Momentos articulares e potência mecânica Parâmetros espaço-temporais do ciclo de marcha Comprimentos do passo e da passada, fase de apoio e de balanço, suporte bilateral, velocidade, cadência Estimativa da tensão nas articulações Momentos na caracterização da acção dos músculos flexores e extensores Tipo de acção das estruturas Potência na caracterização da acção concêntrica, excêntrica ou isométrica

7 Áreas de estudo Pressão plantar Caracterização estática tica e dinâmica da distribuição da carga pela superfície de contacto do pép centro de pressão, picos de pressão/força a de reacção, integrais de pressão/força a de reacção, tempos de contacto, áreas de contacto... Início e o fim da actividade muscular, músculo m activo ou não, EMG consistente com informação cinemática e dinâmica Electromiografia Análise Temporal do sinal EMG Análise em Frequência do sinal EMG Períodos de actividade, duração e cadência Amplitude média m do sinal rectificado, valor quadrático médio m do sinal, integral do sinal Frequências média, m mediana e máxima, m frequência de máxima m amplitude

8 Recursos de Hardware

9 Recursos de Hardware 4 câmaras vídeo digitais, formato PAL, a 25/50 Hz, com 720x576 pixels de resolução 1 plataforma de forças, modelo 9281B da Kistler Instruments, 0,6 m de comprimento e 0,4 m de largura 1 plataforma de pressões, modelo Footscan 3D da RSscan Internacional, 0,5 m de comprimento e 0,4 m de largura 2 sistemas de electromiografia da Delsys: Myomonitor III de 8 canais (telemetria) e Bagnoli de 4 canais (por cabo) 8 dispositivos portáteis para registo cinemático da marcha

10 Recursos de Software Simi Motion RSScan Gait Sientific Delsys EMGWorks

11 Recursos de Software WALKinG

12 Recursos de Software Aquisição sincronizada de vídeo, forças de apoio, pressão plantar e electromiografia Cálculo das posições 3D dos marcadores articulares Cálculo de deslocamentos angulares e de velocidades dos segmentos corporais Cálculo de momentos e forças articulares por dinâmica inversa Registos de activação muscular, com a sua duração e cadência Relatórios de análise de desempenho e funcionalidade

13 Testes de validação Efectuados: 5 sujeitos sem alterações de movimento Programados: 9 sujeitos com alterações de movimento 3 amputados transtibiais; 3 utilizadores de ortóteses do membro inferior; 3 portadores de paralisia cerebral.

14 Alguns protocolos a testar Alinhamento estático da prótese recorrendo a linha de carga efectiva Registo e avaliação dos parâmetros de marcha de pessoas com ortóteses de membros inferiores Registo e avaliação dos parâmetros de marcha de pessoas com paralisia cerebral (Blumentrit, 1999) S. Blumentritt, T. Schmalz, R. Jarasch, M. Schneider, Effects of sagittal plane prosthetic alignment on standing trans-tibial amputee knee loads, Prosthetics and orthotics international, 23: , (Blumentrit, 2002) S. Blumentritt, T. Schmalz, R. Jarasch, Energy expenditure and biomechanical characteristics of lower limb amputee gait: the influence of prosthetic alignment and different prosthetic components, Gait Posture, 16: , 2002.

15 Domínios de aplicação Reabilitação Ergonomia Desporto Investigação Potenciais utilizadores Técnicos e profissionais de saúde Técnicos e profissionais da área desportiva Designers de equipamentos e ambientes de trabalho

16 Ponto da situação Integração final dos equipamentos Validação do sistema integrado Validação de um conjunto de protocolos de análise clínica Conclusão do plano de exploração Conseguiu-se Criar o Laboratório de Análise de Movimento do CRPG Integrar recursos tecnológicos e computacionais necessários para análise de desempenho e funcionalidade Colocar conhecimentos científicos e técnicos ao dispor dos cidadãos com incapacidades musculo-esqueléticas

17 Trabalho futuro muito! colaborações precisam-se.

18 Agradecimentos Carolina Vila-Chã Daniela Sousa Inês Campos João Neiva José Cruz Ana Margarida Nunes Cristina Crisóstomo Emília Mendes e ao pessoal do CRPG

Análise Clínica da Marcha Exemplo de Aplicação em Laboratório de Movimento

Análise Clínica da Marcha Exemplo de Aplicação em Laboratório de Movimento Análise Clínica da Marcha Exemplo de Aplicação em Laboratório de Movimento Daniela Sofia S. Sousa João Manuel R. S. Tavares Miguel Velhote Correia Emília Mendes Sumário Introdução à análise clínica da

Leia mais

Department of Research, Otto Bock Health Care, Duderstadt, Germany 2. Orthopaedic Workshop, Rehabilitation Centre, Go ttingen, Germany

Department of Research, Otto Bock Health Care, Duderstadt, Germany 2. Orthopaedic Workshop, Rehabilitation Centre, Go ttingen, Germany Gasto de energia e características biomecânica da marcha membro inferior amputado: A influência do alinhamento da prótese e de diferentes componentes protéticos Energy expenditure and biomechanical characteristics

Leia mais

INTRODUÇÃO À BIOMECÂNICA

INTRODUÇÃO À BIOMECÂNICA 1 Ano Lectivo 2009/10 Licenciatura em Condição Física e Saúde no Desporto PROGRAMA UNIDADE CURRICULAR INTRODUÇÃO À BIOMECÂNICA Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior

Leia mais

Efeito de Duas Técnicas de Alongamento na Actividade Mioeléctrica dos Músculos Trapézio Superior e Trapézio Médio

Efeito de Duas Técnicas de Alongamento na Actividade Mioeléctrica dos Músculos Trapézio Superior e Trapézio Médio Efeito de Duas Técnicas de Alongamento na Actividade Mioeléctrica dos Músculos Trapézio Superior e Trapézio Médio Abel Rodrigues*; Sandra Figueiredo*; António Coutinho * *Escola Superior de Saúde Dr. Lopes

Leia mais

Page 1. Tipos de Força. Força máxima. Força rápida. Força de resistência. Força reactiva

Page 1. Tipos de Força. Força máxima. Força rápida. Força de resistência. Força reactiva Bibliografia Adaptações do aparelho locomotor ao exercício físico e à inactividade Cap. 5 (pp. 107-138). Efeitos da actividade física nos tecidos não contrácteis. Cap. 8 (pp. 124-183). Adaptações neuromusculares

Leia mais

Biomecânica. Estudo das forças agindo sobre e dentro da estrutura biológica e os efeitos produzidos por tais forças (Hay,1973).

Biomecânica. Estudo das forças agindo sobre e dentro da estrutura biológica e os efeitos produzidos por tais forças (Hay,1973). Princípios e Aplicações de Biomecânica EN2308 Profa. Léia Bernardi Bagesteiro (CECS) leia.bagesteiro@ufabc.edu.br Biomecânica Estudo das forças agindo sobre e dentro da estrutura biológica e os efeitos

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA DE FORÇA EM FISIOTERAPIA NA AMPUTAÇÃO DO MEMBRO INFERIOR

UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA DE FORÇA EM FISIOTERAPIA NA AMPUTAÇÃO DO MEMBRO INFERIOR ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE LICENCIATURA EM FISIOTERAPIA PROJECTO E ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE II UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA DE FORÇA EM FISIOTERAPIA NA AMPUTAÇÃO DO MEMBRO INFERIOR Cláudia Sofia Martins Almeida

Leia mais

TRIPLO SALTO VELOCIDADE FORÇA OUTRAS VELOCIDADE EXECUÇAO (MOV. ACÍCLICO) FORÇA RESISTÊNCIA HIPERTROFIA CAPACIDADE DE ACELERAÇÃO EQUILÍBRIO

TRIPLO SALTO VELOCIDADE FORÇA OUTRAS VELOCIDADE EXECUÇAO (MOV. ACÍCLICO) FORÇA RESISTÊNCIA HIPERTROFIA CAPACIDADE DE ACELERAÇÃO EQUILÍBRIO TRIPLO SALTO O TRIPLO SALTO É UMA DISCIPLINA TÉCNICA MUITO COMPLEXA QUE OBRIGA A UM GRANDE APERFEIÇOAMENTO EM VÁRIAS VERTENTES, VISTO O SEU DESENVOLVIMENTO DEPENDER DE UMA COMBINAÇÃO DE VÁRIAS HABILIDADES

Leia mais

Lesões Músculo-esqueléticas na Medicina Dentária

Lesões Músculo-esqueléticas na Medicina Dentária Lesões Músculo-esqueléticas na Medicina Dentária Paula Carneiro, Mónica Barroso, Ana Cristina Braga Departamento de Produção e Sistemas Escola de Engenharia Universidade do Minho Workshop Atenção! Mais

Leia mais

A GARANTIA DE UM TESTE DE FORÇA ISOMÉTRICA DO QUADRICÍPETE COM DINAMÓMETRO PORTÁTIL

A GARANTIA DE UM TESTE DE FORÇA ISOMÉTRICA DO QUADRICÍPETE COM DINAMÓMETRO PORTÁTIL A GARANTIA DE UM TESTE DE FORÇA ISOMÉTRICA DO QUADRICÍPETE COM DINAMÓMETRO PORTÁTIL Tomás, M.T. (1) ; Espanha, M.M. (2) & Santos, J. (3) (1) - Hospital de Curry Cabral (2) Laboratório de Anatomofisiologia,

Leia mais

Gait analysis contribuition to problem identification and surgical planning in CP patients: an agreement study

Gait analysis contribuition to problem identification and surgical planning in CP patients: an agreement study Gait analysis contribuition to problem identification and surgical planning in CP patients: an agreement study Análise da Marcha Vários estudos revelam a utilidade no plano cirúrgico de crianças com PC;

Leia mais

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA Raul Oliveira 2º ano 2007-2008 músculos monoarticulares músculos multiarticulares Músculos bi-articulares 1 LINHA DE TRACÇÃO DO MÚSCULO

Leia mais

Seguimento do Movimento Humano Usando Visão Computacional Aplicação na Análise da Marcha

Seguimento do Movimento Humano Usando Visão Computacional Aplicação na Análise da Marcha FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Seguimento do Movimento Humano Usando Visão Computacional Aplicação na Análise da Marcha por Daniela Sofia Seixas Sousa Licenciada em Engenharia Electrotécnica

Leia mais

CARTA COTAÇÃO Nº. 664/11:

CARTA COTAÇÃO Nº. 664/11: CARTA COTAÇÃO Nº. 664/11: Solicitamos cotação dos seguintes produtos: ITEM UN QDE ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO 1 Und 1 Equipamento para o Laboratório de Marcha Aplicação Básica: Este equipamento será utilizado

Leia mais

Projecto de Bioengenharia

Projecto de Bioengenharia Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Projecto de Bioengenharia Projecto de uma clínica de análise biomecânica do movimento Andreia Filipa Fonseca da Silva Mestrado Integrado em Bioengenharia

Leia mais

Descrição de um Software livre como Sistema de Análise Clínica

Descrição de um Software livre como Sistema de Análise Clínica Descrição de um Software livre como Sistema de Análise Clínica Autores: Yuri Reno Xavier Felipe Ribeiro de Oliveira Resumo: Este projeto visa demonstrar um sistema de medição óptico, baseado em técnicas

Leia mais

Avaliação do desempenho estrutural de pontes

Avaliação do desempenho estrutural de pontes Avaliação do desempenho estrutural de pontes Luís Oliveira Santos Laboratório Nacional de Engenharia Civil Seminário Gestão da Segurança e da Operação e Manutenção de Redes Rodoviárias e Aeroportuárias

Leia mais

João Magarreiro. Protocolo de recolha e processamento de dados 3D cinemáticos e cinéticos da marcha em regime laboratorial e ambulatório

João Magarreiro. Protocolo de recolha e processamento de dados 3D cinemáticos e cinéticos da marcha em regime laboratorial e ambulatório João Magarreiro Protocolo de recolha e processamento de dados 3D cinemáticos e cinéticos da marcha em regime laboratorial e ambulatório Dissertação submetida como requisito parcial para obtenção do grau

Leia mais

Projeto de Auditoria Clínica

Projeto de Auditoria Clínica Projeto de Auditoria Clínica Resumo Unidade Curricular: Educação Clínica V (Outubro de 2011) Local: Hospital S. José Área: Fisioterapia nas Disfunções Neurológicas Docente Responsável: Prof. Gabriela Colaço

Leia mais

Estudo dos momentos e forças articulares. Problema da dinâmica inversa. Ana de David Universidade de Brasília

Estudo dos momentos e forças articulares. Problema da dinâmica inversa. Ana de David Universidade de Brasília Estudo dos momentos e forças articulares Problema da dinâmica inversa Ana de David Universidade de Brasília Estudo dos momentos e forças articulares Momentos atuam para produzir acelerações lineares enquanto

Leia mais

Força e Resistência Muscular

Força e Resistência Muscular Força e Resistência Muscular Prof. Sergio Gregorio da Silva, PhD Objetivos do Treinamento com Pesos Aumento da massa muscular Força Potência Velocidade Resistência Muscular Localizada Equilibro Coordenação

Leia mais

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com Estrutura do Curso Bases Morfofisiológicas - 25 hs Princípios fisiológicos aplicados à musculação e ao cardiofitness Aspectos biomecânicos

Leia mais

CONTROLO VISUAL DE UM TAPETE ROLANTE

CONTROLO VISUAL DE UM TAPETE ROLANTE CONTROLO VISUAL DE UM TAPETE ROLANTE José Fernandes; José Silva; Nuno Vieira; Paulo Sequeira Gonçalves Curso de Engenharia Industrial Escola Superior de Tecnologia de Castelo Branco Av. do Empresário,

Leia mais

ESTUDO APLICADO DE UMA EÓLICA

ESTUDO APLICADO DE UMA EÓLICA Temática Energias Renováveis Capítulo Energia Eólica Secção ESTUDO APLICADO DE UMA EÓLICA INTRODUÇÃO Nesta exposição apresentam-se as equações e os conhecimentos necessários para a resolução dos exercícios.

Leia mais

Relatório Interno. Estudo de Soluções Comerciais para Análise Clínica da Pressão Plantar

Relatório Interno. Estudo de Soluções Comerciais para Análise Clínica da Pressão Plantar Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial - Laboratório de Óptica e Mecânica Experimental Relatório Interno Estudo de Soluções Comerciais para

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE JOELHO POLICÊNTRICO ATUADO POR PISTÃO MAGNETO-REOLÓGICO PARA PRÓTESE TRANSFEMURAL

DESENVOLVIMENTO DE JOELHO POLICÊNTRICO ATUADO POR PISTÃO MAGNETO-REOLÓGICO PARA PRÓTESE TRANSFEMURAL DESENVOLVIMENTO DE JOELHO POLICÊNTICO ATUADO PO PISTÃO MAGNETO-EOLÓGICO PAA PÓTESE TANSFEMUAL Thiago Silva ocha, Antônio Padilha Lanari Bó, Claudia Patricia Ochoa Diaz, Felipe Shimabuko, Geovany Araújo

Leia mais

Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação. Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015

Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação. Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015 Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015 O que iremos discutir.. Definições sobre o atleta e suas lesões Análise

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada Professor: Rui Morcela Ano Lectivo: 2009/10 Ano: 8º Turma: A Nº Alunos: 20 Aula Nº: 58 e 59 Aula U.D. Nº: 1 e 2 de 8 Instalações: Pavilhão Data: 9-3-2010 Hora: 10h20m Duração: 75 minutos Unidade Didáctica:

Leia mais

Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE. Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho

Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE. Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho Objetivo Objetivo Apresentar os conceitos científicos sobre o Risco Ergonômico e sua relação com o corpo humano. Fazer

Leia mais

João Samartinho Departamento de Informática e Métodos Quantitativos. Jorge Faria Departamento de Ciências Sociais e Organizacionais

João Samartinho Departamento de Informática e Métodos Quantitativos. Jorge Faria Departamento de Ciências Sociais e Organizacionais A e-liderança nos Projectos em Empresas de Inserção (EI) de Economia Social Enquanto Potenciadora da Construção de Pontes para a Estratégia de Emprego e Inclusão Social João Samartinho Departamento de

Leia mais

PROTETIZAÇÃO E TIPOS DE PRÓTESES

PROTETIZAÇÃO E TIPOS DE PRÓTESES PROTETIZAÇÃO E TIPOS DE PRÓTESES PROTETIZAÇÃO (A) OBJETIVOS GERAIS - Independência na marcha e nos cuidados pessoais - Adequação física e emocional quanto ao uso da prótese OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Cicatrização

Leia mais

V Jornadas de Assumar Qualidade em saúde mental: A gestão, a promoção e as parcerias para a mudança

V Jornadas de Assumar Qualidade em saúde mental: A gestão, a promoção e as parcerias para a mudança V Jornadas de Assumar Qualidade em saúde mental: A gestão, a promoção e as parcerias para a mudança As parcerias e as suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança O olhar da

Leia mais

O Dimensionamento do Centro de Produção

O Dimensionamento do Centro de Produção O Dimensionamento do Centro de Produção (posto de trabalho) ANTROPOMETRIA estudo e sistematização das medidas físicas do corpo humano. ANTROPOMETRIA ESTÁTICA - refere-se a medidas gerais de segmentos corporais,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À FISICA Ano Lectivo 2010/2011

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À FISICA Ano Lectivo 2010/2011 Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À FISICA Ano Lectivo 2010/2011 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Engenharia Informática 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Centro de Formação Contínua de Professores de Cascais. Escola Secundária de S. João do Estoril

Centro de Formação Contínua de Professores de Cascais. Escola Secundária de S. João do Estoril Escola Secundária de S. João do Estoril Acção de Formação: A calculadora gráfica no ensino: aprofundamento Sob a orientação da Drª. Margarida Dias Formandos: Ana Figueiredo, Carla Curopos, Delmina Subtil

Leia mais

CALÇADO PRESENTE E FOOTURE. Maria José Ferreira, CTCP SPQ Expo, 26.09.2013

CALÇADO PRESENTE E FOOTURE. Maria José Ferreira, CTCP SPQ Expo, 26.09.2013 CALÇADO PRESENTE E FOOTURE Maria José Ferreira, CTCP SPQ Expo, 26.09.2013 1 ÍNDICE indústria nacional Enquadramento sectorial Inovação: o presente dois exemplos Visão 2020 Footure 2020 2 TÓPICOS Europa

Leia mais

EMENTA: PROGRAMA: MEDIÇÃO DE VETORES

EMENTA: PROGRAMA: MEDIÇÃO DE VETORES DISCIPLINA: FÍSICA I CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 h/a OBJETIVOS: Identificar fenômenos naturais em termos de quantidade e regularidade, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizam as

Leia mais

CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011

CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011 1 CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011 João Pedro Ramos, CPT, PES National Academy of Sports Medicine Certified Personal Trainer Performance Enhancement Specialist AVALIAÇÃO DA COMPONENTE MÚSCULO-ESQUELÉTICA

Leia mais

Dra. Sandra Camacho* IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA

Dra. Sandra Camacho* IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA Uma cadeira e uma garrafa de água O que podem fazer por si Dra. Sandra Camacho* IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA A prática de uma actividade física regular permite a todos os indivíduos desenvolverem uma

Leia mais

VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho

VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho MANIPULAÇÃO MANUAL DE CARGAS (MMC) Fatores de Risco e Avaliação Ana Sofia Colim A Problemática da MMC Legislação Decreto-Lei 330/93 Métodos de Avaliação de

Leia mais

1. História do Voleibol. 2. Caracterização do Voleibol. 2. Regras do Voleibol. Documento de Apoio de Voleibol VOLEIBOL

1. História do Voleibol. 2. Caracterização do Voleibol. 2. Regras do Voleibol. Documento de Apoio de Voleibol VOLEIBOL VOLEIBOL 1. História do Voleibol O Voleibol foi criado em 1885, em Massachussets, por William G. Morgan, responsável pela Educação Física no Colégio de Holyoke, no Estado de Massachussets, nos Estados

Leia mais

Análise de Acidentes com Colisão ----------------------------------------------------------------

Análise de Acidentes com Colisão ---------------------------------------------------------------- MECÂNICA DA COLISÃO Análise de Acidentes com Colisão ---------------------------------------------------------------- Entre os casos básicos de acidente, aparecem aqueles em que é necessário investigar

Leia mais

Treinar primeiro os grandes grupos musculares (tab. 1) Alternar os movimentos de flexão / extensão (tab. 2) Alternar tronco e m. superiores / m.

Treinar primeiro os grandes grupos musculares (tab. 1) Alternar os movimentos de flexão / extensão (tab. 2) Alternar tronco e m. superiores / m. CONSTRUÇÃO de PROGRAMAS de TREINO 8 Objectivos Selecção dos Exercicíos Organização dos exercicíos Frequência de Treino Selecção das Cargas Selecção do nº. de Repetições Selecção do nº. de Séries e Pausas

Leia mais

Análise Univariada de Sinais Mioelétricos

Análise Univariada de Sinais Mioelétricos Análise Univariada de Sinais Mioelétricos Orientador: Maria Claudia Ferrari de Castro Departamento: Engenharia Elétrica Candidato: Luiz Victor Esteves N FEI: 11209220-0 Início: Setembro/10 Provável conclusão:

Leia mais

movimento & saúde REVISTAINSPIRAR

movimento & saúde REVISTAINSPIRAR AVALIAÇÃO ISOCINÉTICA EM AMPUTAÇÕES TANSTIBIAIS ANÁLISE DA FORÇA MUSCULAR DOS FLEXORES E EXTENSORES DOS JOELHOS Evaluation in below knee amputees Resumo Gilmar Camilo da Silva¹, Caio Augusto de Sousa Nery²,

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular

Ficha de Unidade Curricular Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação: Técnicas de Representação Digital I Área Científica: Desenho (DES) Ciclo de Estudos: Licenciatura Carácter: Obrigatória Semestre: 3º ECTS: 6 Tempo

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Pereira, Amaral e Castro, Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Pereira, Amaral e Castro, Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal, Computerworld, 2011 1 Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal João Varajão 1, Cidália Pereira 2, Luís Amaral 3, Sandra Castro 2 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias,

Leia mais

KINETIC CONTROL: OTIMIZANDO A SAÚDE DO MOVIMENTO

KINETIC CONTROL: OTIMIZANDO A SAÚDE DO MOVIMENTO KC seguindo adiante KINETIC CONTROL: OTIMIZANDO A SAÚDE DO MOVIMENTO Otimizar a saúde do está no coração da Fisioterapia e da Terapia do Movimento. As pesquisas de neurociência nos tem proporcionado um

Leia mais

EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A

EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A INTRODUÇÃO Maior articulação do corpo Permite ampla extensão de movimentos Suscetível a lesões traumáticas Esforço Sem proteção por tecido

Leia mais

Semiologia Ortopédica Pericial

Semiologia Ortopédica Pericial Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O Para acessar os módulos do hipertexto Para acessar cada módulo do hipertexto clique no link

Leia mais

Abdução do quadril Posição inicial Ação Extensão do quadril em rotação neutra Posição inicial Ação

Abdução do quadril Posição inicial Ação Extensão do quadril em rotação neutra Posição inicial Ação 12) Abdução do quadril - músculos comprometidos da articulação do quadril: glúteo médio, glúteo mínimo, tensor da fascia lata e os seis rotadores externos; da articulação do joelho: quadríceps (contração

Leia mais

Fundação Cardeal Cerejeira. Acção de Formação

Fundação Cardeal Cerejeira. Acção de Formação Fundação Cardeal Cerejeira Acção de Formação Formadoras: Fisioterapeuta Andreia Longo, Fisioterapeuta Sara Jara e Fisioterapeuta Tina Narciso 4º Ano de Fisioterapia da ESSCVP Em fases que o utente necessite

Leia mais

HIERARQUIA E CONTROLE DE MOVIMENTOS

HIERARQUIA E CONTROLE DE MOVIMENTOS HIERARQUIA E CONTROLE DE MOVIMENTOS (Sherrington) CORTEX MOTOR Movimentos voluntários e ajustes antecipatórios NÚCLEOS DA BASE E CEREBELO Iniciação, modulação, coordenação, refinamento e aprendizado motor

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO 2007 - COTR - CRIAR CONHECIMENTOS E CAPACIDADES

PLANO DE FORMAÇÃO 2007 - COTR - CRIAR CONHECIMENTOS E CAPACIDADES PLANO DE FORMAÇÃO 2007 - COTR - CRIAR CONHECIMENTOS E CAPACIDADES O que é COTR? O Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio COTR - é uma Associação de direito privado sem fins lucrativos, criada no dia

Leia mais

AS DIFERENTES TECNOLOGIAS

AS DIFERENTES TECNOLOGIAS Temática Energias Renováveis Capítulo Energia Eólica Secção AS DIFERENTES TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Nesta secção apresentam-se as diferentes tecnologias usadas nos sistemas eólicos, nomeadamente, na exploração

Leia mais

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 Biblioteca Virtual BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 A. Introdução A Biblioteca Virtual da Universidade do Porto (BVUP) continuará no ano de 2007 com a sua missão

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem

Leia mais

MULTIMÉDIA. Aprendizagem Multimédia. Luís Manuel Borges Gouveia. IM - Instituto Multimédia Porto, 9 de Maio de 1994. Luis Gouveia

MULTIMÉDIA. Aprendizagem Multimédia. Luís Manuel Borges Gouveia. IM - Instituto Multimédia Porto, 9 de Maio de 1994. Luis Gouveia MULTIMÉDIA Aprendizagem Multimédia Luís Manuel Borges Gouveia IM - Instituto Multimédia Porto, 9 de Maio de 1994 Introdução Q Aprendizagem multimédia X Onde a realizar? X Como a concretizar? Q Luís Manuel

Leia mais

FUTURO DO EMPREENDEDORISMO MÉDICO COM RELEVÂNCIA NAS RADIOFREQUÊNCIAS APLICADAS À BIOTECNOLOGIA

FUTURO DO EMPREENDEDORISMO MÉDICO COM RELEVÂNCIA NAS RADIOFREQUÊNCIAS APLICADAS À BIOTECNOLOGIA FUTURO DO EMPREENDEDORISMO MÉDICO COM RELEVÂNCIA NAS RADIOFREQUÊNCIAS APLICADAS À BIOTECNOLOGIA Manuel Pais Clemente Organização: Introdução Empreendedorismo Médico Turismo de Saúde e Bem-estar Dispositivos

Leia mais

I- Sumário Executivo (Laboratório de Ensaios Mecânicos)

I- Sumário Executivo (Laboratório de Ensaios Mecânicos) Escopo de Serviços I- Sumário Executivo (Laboratório de Ensaios Mecânicos) A SCiTec aparece como uma empresa de base tecnológica apta para prestar serviços de forma integrada com o setor empresarial. Constituída

Leia mais

SISTEMA DE APONTAMENTO

SISTEMA DE APONTAMENTO Introdução SISTEMA DE APONTAMENTO Alunos: Lucas Castro Faria Carolina do Amaral Galhardo Orientador: Hans Ingo Weber Foi feito um estudo para aquisição de dados através da placa NI USB-6229, usando o programa

Leia mais

19 Congresso de Iniciação Científica ANÁLISE CINÉTICA E CINEMÁTICA DO SALTO A PARTIR DA POSIÇÃO ORTOSTÁTICA

19 Congresso de Iniciação Científica ANÁLISE CINÉTICA E CINEMÁTICA DO SALTO A PARTIR DA POSIÇÃO ORTOSTÁTICA 19 Congresso de Iniciação Científica ANÁLISE CINÉTICA E CINEMÁTICA DO SALTO A PARTIR DA POSIÇÃO ORTOSTÁTICA Autor(es) GABRIELA MARGATO Orientador(es) GUANIS DE BARROS VILELA JÚNIOR Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP

Leia mais

Disciplina: Educação Física Unidade didáctica: Andebol Turma: 7º B Aula Número: 43-44 COMPONENTES CRÍTICAS

Disciplina: Educação Física Unidade didáctica: Andebol Turma: 7º B Aula Número: 43-44 COMPONENTES CRÍTICAS Plano de Aula Professora estagiária: Disciplina: Educação Física Unidade didáctica: Andebol Turma: 7º B Aula Número: 43-44 Data: 19/01/10 Horário: 11h50-13h20 Duração: 90 min. Local: Pavilhão Número de

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Ensino Regular Diurno Disciplina: T.I.C. Professores: Margarida Afonso Curso Profissional - Técnico de Auxiliar de Saúde Ano: 10.º Turma(s): TAS MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO OBJECTIVOS Indicar as principais

Leia mais

Qualidade em Saúde Siemens Healthcare Consulting Portugal

Qualidade em Saúde Siemens Healthcare Consulting Portugal Siemens, S.A. Protection Informação notice de circulação / Copyright restrita notice Doing the right things, at the first time to the right people, at the right time in the right place, at the lower cost

Leia mais

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO 2014/2015 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 6) Realização de experiências no âmbito da Biologia Escola Secundária Cacilhas-Tejo Agrupamento de Escolas Emídio Navarro EB 2,3

Leia mais

CRID - Centro de Recursos para a Inclusão Digital

CRID - Centro de Recursos para a Inclusão Digital CRID - Centro de Recursos para a Inclusão Digital Célia Sousa Coordenadora Técnica Escola Superior de Educação e Ciências Sociais Instituto Politécnico de Leiria Campus 1 R. Dr. João Soares Apartado 4045

Leia mais

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA NOTA EXPLICATIVA DA AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO ÂMBITO DO 1º CICLO DE ESTUDOS DO CURSO DE LICENCIATURA/MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA, CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM CIÊNCIAS DA ARQUITECTURA.

Leia mais

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural AVALIAÇÃO POSTURAL 1. Desenvolvimento Postural Vantagens e desvantagens da postura ereta; Curvas primárias da coluna vertebral; Curvas Secundárias da coluna vertebral; Alterações posturais com a idade.

Leia mais

Palavras-chave: Prioritização de Investimentos; Gestão de Activos; Matriz Multicritério; Rede de Distribuição; Sistema de Informação Geográfica.

Palavras-chave: Prioritização de Investimentos; Gestão de Activos; Matriz Multicritério; Rede de Distribuição; Sistema de Informação Geográfica. GESTÃO DE ACTIVOS Palavras-chave: Prioritização de Investimentos; Gestão de Activos; Matriz Multicritério; Rede de Distribuição; Sistema de Informação Geográfica. A EPAL caracteriza-se por ser uma empresa

Leia mais

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010 Certificação de Sistemas de Gestão ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010 Sumário 1. Certificação de Sistemas de Gestão Qualidade (ISO 9001:2008); 2. Certificação

Leia mais

Interfaces para Instalações Interativas

Interfaces para Instalações Interativas Interfaces para Instalações Interativas Conceito de sistema Interação Homem-máquina Segundo Eugenio Tisseli: Sensores e atuadores São transdutores: dispositivos que traduzem sinais de um domínio para outro.

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL. Sistema Integrado de Teste em Umbilicais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL. Sistema Integrado de Teste em Umbilicais BI AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL Sistema Integrado de Teste em Umbilicais Objetivos da Apresentação Demonstrar a Arquitetura de hardware e software da National Instruments utilizada na solução; Discutir

Leia mais

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano.

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano. Biomecânica Parte do conhecimento da Ergonomia aplicada ao trabalho origina-se no estudo da máquina humana. Os ossos, os músculos, ligamentos e tendões são os elementos dessa máquina que possibilitam realizar

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

Princípios Gerais da Reforma Judiciária. João Miguel Barros

Princípios Gerais da Reforma Judiciária. João Miguel Barros Princípios Gerais da Reforma Judiciária João Miguel Barros Agenda reformadora: 1. Reforma do Processo Civil 2. Organização Judiciária 3. Plano de Acção para a Justiça na Sociedade de Informação Ensaio

Leia mais

EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA

EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA Logomarca da empresa Nome: N.º Registro ESQUERDA EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA PESCOÇO (COLUNA CERVICAL) Inclinação (flexão lateral) OMBROS Abdução

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Os seres mais basais possuem capacidade de reação a estímulos ambientais; Células procariontes, metazoários contraem

Leia mais

Preditiva de Geradores. Inácio Fonseca, Torres Farinha, F. Maciel Barbosa, António Simões. Eólicos

Preditiva de Geradores. Inácio Fonseca, Torres Farinha, F. Maciel Barbosa, António Simões. Eólicos Manutenção Preditiva de Geradores Inácio Fonseca, Torres Farinha, F. Maciel Barbosa, António Simões Eólicos Sumário: 1. Introdução aos aero-geradores 2. Recursos de energia eólica 3. Sistema integrado

Leia mais

Curso Piloto O Atendimento nas Lojas do Cidadão

Curso Piloto O Atendimento nas Lojas do Cidadão Curso Piloto O Atendimento nas Lojas do Cidadão Objectivos da Iniciativa Nova Aprendizagem Equacionar novas formas de participação, de realização e de desenvolvimento de competências dos funcionários das

Leia mais

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades:

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: Enquadramento Desafios: aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: eficiência dos sistemas agrícolas e florestais gestão sustentável

Leia mais

Desenvolvimento da Prótese Biomecânica do Joelho

Desenvolvimento da Prótese Biomecânica do Joelho INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Departamento de Engenharia Mecânica Desenvolvimento da Prótese Biomecânica do Joelho PÉRICLES CABRAL SILVA (Licenciado em Engenharia Mecânica) Trabalho Final

Leia mais

CURSO DE FOTOGRAFIA DIGITAL COMPLETO

CURSO DE FOTOGRAFIA DIGITAL COMPLETO CURSO DE FOTOGRAFIA DIGITAL COMPLETO Módulos 1. Câmaras e Imagens Digitais. 2. Controlar a Exposição. 3. Controlar a Nitidez. 4. Captar Luz e Cor. 5. Compreender as Objectivas. 6. Fotografia com o Flash

Leia mais

PROVAS NEUROMUSCULARES 1 2009

PROVAS NEUROMUSCULARES 1 2009 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE UNIDADE DE TRAUMA ORTOPÉDICO Hospital Universitário Miguel Riet Corrêa - Rua Visconde de Paranaguá, 102 Rio Grande, RS CEP 96200/190 Telefone:

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Física 12.º ano homologado em 21/10/2004 ENSINO SECUNDÁRIO FÍSICA 12.º ANO TEMAS/DOMÍNIOS

Leia mais

MANUAL RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO

MANUAL RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja Mário Beirão PLATAFORMA GATO:\> GESTÃO DE EQUIPAMENTOS E EQUIPAMENTOS ON LINE MANUAL RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO Novembro de 2009 1 O QUE É O GATO:\>? A aplicação das Tecnologias

Leia mais

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO O contexto da Globalização Actuação Transversal Aposta no reforço dos factores dinâmicos de competitividade Objectivos e Orientações Estratégicas para a Inovação Estruturação

Leia mais

Medições de Ondas Sinusoidais

Medições de Ondas Sinusoidais Medições de Ondas Sinusoidais A figura 6 apresenta a forma de onda de saída de um gerador. Se o condutor executar uma rotação num segundo, a frequência da onda sinusoidal produzida pelo gerador é de um

Leia mais

MERC 2010/11 RCM/TRC/SIRS. Especificação do Projecto

MERC 2010/11 RCM/TRC/SIRS. Especificação do Projecto MERC 2010/11 RCM/TRC/SIRS Especificação do Projecto Grupo nº: 9 Turno (e campus): Taguspark Nome Número Luís Silva 68672 Ivo Marcelino 70684 José Lucas 70685 Nome do Projecto Enterprise Digital Content

Leia mais

Ciências Físico - Químicas. Planificação de uma Actividade Laboratorial No contexto dos Novos Programas

Ciências Físico - Químicas. Planificação de uma Actividade Laboratorial No contexto dos Novos Programas ESCOLA SECUNDÁRIA NUNO ÁLVARES CASTELO BRANCO Ciências Físico - Químicas Planificação de uma Actividade Laboratorial No contexto dos Novos Programas Trabalho elaborado por: Célia Maria Antunes Dias Castelo

Leia mais

CURSO DIAGNÓSTICO MECÂNICO e TRATAMENTO TÉCNICA de McKENZIE. Parte A Coluna Lombar

CURSO DIAGNÓSTICO MECÂNICO e TRATAMENTO TÉCNICA de McKENZIE. Parte A Coluna Lombar CURSO DIAGNÓSTICO MECÂNICO e TRATAMENTO TÉCNICA de McKENZIE Parte A Coluna Lombar Conteúdos Programáticos A Lombalgia Incidência, custos, tempo e tipos de tratamentos Abordagem à Técnica de McKenzie. Anatomia

Leia mais

Andreia Sofia Pinheiro de Sousa Mestrado em Engenharia Biomédica

Andreia Sofia Pinheiro de Sousa Mestrado em Engenharia Biomédica Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto ANÁLISE DA MARCHA BASEADA NUMA CORRELAÇÃO MULTIFACTORIAL Andreia Sofia Pinheiro de Sousa Mestrado em Engenharia Biomédica Setembro de 2008 Faculdade de

Leia mais

CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS

CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS 1INTRODUÇÃO A partir dos 40 anos, a estatura começa a se reduzir em torno de um centímetro por década¹.a capacidade de manter o equilíbrio corporal é um prérequisito

Leia mais

Bateria de Medidas e Testes. Centros de Formação de Jogadores Federação Portuguesa de Voleibol

Bateria de Medidas e Testes. Centros de Formação de Jogadores Federação Portuguesa de Voleibol Bateria de Medidas e Testes Centros de Formação de Jogadores Federação Portuguesa de Voleibol 2004 Nota Introdutória A bateria de medidas e testes a ser aplicada nos centros de formação resulta de um conjunto

Leia mais

OSCILOSCÓPIO DIGITAIS COMPACTOS PORTÁTEIS DE 2 CANAIS ISOLADOS MODELOS OX 5022 E OX 5042

OSCILOSCÓPIO DIGITAIS COMPACTOS PORTÁTEIS DE 2 CANAIS ISOLADOS MODELOS OX 5022 E OX 5042 OSCILOSCÓPIO DIGITAIS COMPACTOS PORTÁTEIS DE 2 CANAIS ISOLADOS MODELOS OX 5022 E OX 5042 Pontos-chave: 2 Canais isolados; Três instrumentos num só: osciloscópio de 20 ou 40 MHz, multímetro TRMS / analisador

Leia mais

Intervenção Ergonómica na Volkswagen Autoeuropa. Ergonomia e MTM Parceiros na melhoria continua Palmela 24.05.2012

Intervenção Ergonómica na Volkswagen Autoeuropa. Ergonomia e MTM Parceiros na melhoria continua Palmela 24.05.2012 Intervenção Ergonómica na Agenda 1 Estrutura organizacional 2 Plano estratégico Estrutura organizacional Volkswagen A marca de volume mais inovadora no mundo PESSOAS CLIENTES LUCRO CRESCIMENTO Estrutura

Leia mais

Produção Multimédia Interactiva

Produção Multimédia Interactiva Produção Multimédia Interactiva Candidaturas 2012/13 secretaria@ipa.univ.pt http://pmi.ipa.univ.pt www.ipa.univ.pt IPA Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos No IPA prosseguimos os seguintes

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL

AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL Daniela da Maia José Marques de Carvalho Júnior Antonio Vinicius Soares 2010 INTRODUÇÃO É um laboratório especializado em análise biomecânica

Leia mais