XXI Conferência Anual - IPAI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "XXI Conferência Anual - IPAI"

Transcrição

1 XXI Conferência Anual - IPAI Desenvolvimento do Plano de Auditoria Interna Lisboa, VIP Grand Lisboa Hotel & Spa 20 Novembro 2014

2 AGENDA 1.Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 2.Desenvolvimento do Plano de Auditoria Interna 3.Factores Potenciadores de Reavaliação do Plano reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ).

3 Objectivo da Apresentação

4 Slide da Apresentação de Resultados do III Survey de AI (IPAI/KPMG) no VIII Fórum do IPAI (20 Junho 2013) Plano de Acção Importa, pois, continuar a investir em: Desenvolvimento de planos e programas de auditoria interna orientados aos principais riscos da organização; Formação específica em auditoria interna, na qual se incluem as certificações internacionalmente reconhecidas; Desenvolvimento de auditorias a Sistemas de Informação; Desenvolvimento da Auditoria e Monitorização Contínuas (CA/CM); Avaliações Externas da Qualidade da função de AI. reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 3

5 Objectivo da Apresentação PARTILHAR CONHECIMENTO E IDEIAS SOBRE: Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano Desenvolvimento do Plano de Auditoria Interna Factores Potenciadores de Reavaliação do Plano PARA PERMITIR CONSTRUIREM UM PLANO MAIS ROBUSTO reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 4

6 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano

7 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano Boa Prática O Responsável de Auditoria Interna deve estabelecer um plano baseado no risco, no sentido de determinar as prioridades da actividade de Auditoria Interna, consistente com os objectivos da Organização. Ciclo da Actividade de Auditoria Interna 1ª ETAPA 2ª ETAPA 3ª ETAPA 4ª ETAPA 5ª ETAPA Análise Estratégica Avaliação de Risco Desenvolvimento Plano Auditoria Execução e Reporting Follow-up Melhoria Contínua Foco nas Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano de Auditoria 1ª ETAPA Análise Estratégica 2ª ETAPA Avaliação de Risco reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 6

8 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 1ª ETAPA Análise Estratégica 1.1 Compreender o Sector e o Negócio Objectivos Principais Compreender a organização ao nível: - Sector/mercado e tendências - Modelo de governo - Estrutura organizacional - Estratégia e objectivos - Performance histórica em termos de risco e controlo, incluindo IT - Assurance providers que possam existir Comentário Se o nosso objectivo é o de contribuir para a consecução dos objectivos estratégicos, operacionais, de reporting e de compliance é imperativo que o nosso ponto de partida para a construção de um Plano de Auditoria Interna seja o de obter: 1) um conhecimento da estratégia e objectivos da organização 2) conhecimento do próprio Sector/ mercado no qual operamos reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 7

9 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 1ª ETAPA Análise Estratégica 1.2 Análise das Necessidades dos Stakeholders Objectivos Principais Identificar os Stakeholders-Chave e compreender as suas necessidades, preocupações e motivações, obtendo um entendimento, através de reuniões presenciais, relativamente a: - Visão sobre a estratégia e objectivos - Iniciativas ou projectos relevantes - Riscos emergentes - Áreas de risco e melhoria de processo - Alterações tecnológicas previstas - Reportes que recepcionam das áreas Comentário O Responsável de Auditoria Interna (AI) deve comunicar directamente com cada Stakeholder para compreender as suas expectativas relativamente à AI e permitir um entendimento sobre o papel da função. Deverá compreender as necessidades e preocupações dos Stakeholders para determinar como a AI pode acrescentar valor. Poder-se-á documentar e confirmar esssas expectativas, prioritizando-as, o que será um input importante para o plano. reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 8

10 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 2ª ETAPA Avaliação de Risco 2.1 Compreender o processo de Enterprise Risk Management (ERM) (se aplicável) Objectivos Principais Compreender a abordagem ERM existente Efectuar um assessment de alto nível do processo de gestão de risco da organização. Decidir com base na maturidade do ERM se a AI vai: 1) Desenvolver uma avaliação de risco de raiz (Maturidade Básica); 2) Utilizar a avaliação de risco existente, complementando-a (Maturidade Intermédia). 3) Utilizar a avaliação de risco como input para o desenvolvimento plano (Maturidade Avançada). Comentário Para compreender a abordagem de ERM implementada importa colocar questões: 1)Existe uma clara metodologia associada ao processo de Gestão de Risco? 2)Que processos para identificar os principais riscos? Workshops, surveys, entrevistas? Como é que se atribuí o rate aos riscos? Através de probabilidade e impacto? Definições formalizadas? 3)Como os resultados da actividade de gestão de risco são recolhidos e reportados? reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 9

11 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 2ª ETAPA Avaliação de Risco Boa Prática Se não existir um framework de Gestão de Risco implementado na Organização, o CAE deve utilizar o seu próprio julgamento dos riscos, após considerar o input do Senior Management e do Board. 2.2 Desenvolver uma avaliação de risco da organização (1/5) Objectivos Principais Actualizar e validar à avaliação de risco efectuada pela Área de Gestão de Risco ou, caso não exista, estruturar e desenvolver e uma nova avaliação de risco, por exemplo, de rating qualitativo. Comentário Suportando-se na Análise Estratégica realizada o CAE procura: - Identificar e avaliar as principais áreas de risco da organização, focando-nos nos principais processos de negócio e projectos (e.g. implementação de sistemas, aquisições). - Prioritizar através de rating qualitativo (análise qualitativa e opiniões subjectivas) de processos, sistemas e iniciativas, através de critérios de materialidade e complexidade do processo, se inclui controlos sobre riscos relevantes, a criticidade dos sistemas. reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 10

12 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 2ª ETAPA Avaliação de Risco Boa Prática Se não existir um framework de Gestão de Risco implementado na Organização, o CAE deve utilizar o seu próprio julgamento dos riscos, após considerar o input do Senior Management e do Board. 2.2 Desenvolver uma avaliação de risco da organização (2/5) MAJOR PROCESS PROCESS PRIORITY RATING London Singapore RETAIL OPERATIONS Hong Kong Melbourne New York Chicago SHARED SERVICES FUNCTIONS (LONDON) Human resources Tax Finance Legal Information Technology Manage information technology Manage the business of IT Develop and manage IT customer relationships Manage business resiliency and risk Manage enterprise information Develop and maintain IT solutions Deliver and support IT services Manage IT knowledge Perform planning & management accounting Manage financial resources Perform revenue accounting Perform management accounting Manage fixed assets Manage Payroll Manage Accounts payable Manage treasury operations Manage taxes reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 11

13 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 2ª ETAPA Avaliação de Risco Boa Prática Se não existir um framework de Gestão de Risco implementado na Organização, o CAE deve utilizar o seu próprio julgamento dos riscos, após considerar o input do Senior Management e do Board. 2.2 Desenvolver uma avaliação de risco da organização (3/5) Objectivos Principais (Alternativo) Actualizar e validar à avaliação de risco efectuada pela Área de Gestão de Risco ou estruturar e desenvolver uma nova avaliação de risco com maior grau de sofisticação, podendo no limite ser quantitativo para alguns riscos. Comentário O CAE suportando-se da Análise Estratégica desenvolve uma Avaliação de Risco: 1) Estabelecendo os critérios de avaliação dos riscos significativos, considerando o apetite ao risco, a probabilidade e impacto. 2) Desenvolvendo workshops, reuniões individuais, questionários para a identificação e prioritização e categorização dos riscos. 3) Confirmando superiormente a prioritização dos riscos na matriz de riscos, considerando o apetite ao risco. reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 12

14 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 2ª ETAPA Avaliação de Risco Boa Prática Se não existir um framework de Gestão de Risco implementado na Organização, o CAE deve utilizar o seu próprio julgamento dos riscos, após considerar o input do Senior Management e do Board. 2.2 Desenvolver uma avaliação de risco da organização (4/5) Catastrophic 3j # 1 3j Top 8 Risks Loss of building, together with key staff or technology infrastructure Risk Consequence Major Moderate Minor Insignificant 3a 1d 1e 3f 4d 4g 2b 4b 3c 3b 1b 3h 5c 3g 4e 1f 4f 1a 2a 2c 3e 4c 4j 4i 4h 3d 5a 5b 1c 4a 3i c Adverse changes in law and government affecting the company s business model 5a Loss of market share or revenue through competition or regulation 5b Introduction of competing products and technologies by other companies 5c Inability to attract and retain key employees 1b Failure to develop global management and information systems 4d Exposure to litigation related to the company s products/services Remote Unlikely Possible Likely Almost certain Likelihood of Risk Occurrence 8 3h Deficient products/services provided resulting in loss of reputation reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 13

15 1. Etapas que precedem o Desenvolvimento do Plano 2ª ETAPA Avaliação de Risco 2.2 Desenvolver uma avaliação de risco da organização (5/5) Comentário Após a determinação da Matriz de Riscos vamos mapear os riscos identificados com os processos da organização. Existem riscos que atravessam vários processos, bem como processos aos quais se encontram associados diversos riscos, identificando-se os Focos de Auditoria baseados no risco, representados por Procurement Manage Financial Resources Major Process Sub Process / Initiatives INITIATIVE Roll-out new vendor performance management system Roll-out system User training Procurement Planning Vendor Selection Purchasing Receiving Vendor Performance Management Quality Assurance Risk Rating INITIATIVE Expand into new markets Expand Retail division into China Expand Retail division in Africa Establish new distribution business in Australia Perform planning and budgeting Perform revenue accounting Perform management reporting Manage fixed assets Risks Process Priority Rating Transportation Failure Product Failure Product feature mismatch with regulations Bribery and Corruption Failure to achieve gross margin Inefficient product capacity Poor system maintenance Lost or inaccurate order entered into system Loss of Major Vendor Due to Financial difficulties Unethical Sourcing Poor cost control reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 14

16 2. Desenvolvimento do Plano de Auditoria

17 2. Desenvolvimento do Plano de Auditoria Interna 3ª ETAPA Desenvolvimento Plano Auditoria 3.1 Elementos-Base de suporte ao Desenvolvimento do Plano (1/2) O CAE vai desenvolver o plano de AI, com base num conjunto de elementos relevantes: Risco: Auditorias a desenvolver dado o score de risco gerado pelo risk assessment anual. Regulatório: Auditorias a desenvolver considerando os requisitos regulamentares e legais, bem como as políticas internas e procedimentos. Ciclo de Auditoria: Auditorias que deverão ser desenvolvidas numa base periódica, não necessariamente anual, sobre objectos do universo auditável. Riscos Emergentes: Novos processos significativos, tecnologia, produtos e serviços ou áreas em desenvolvimento. Governance: Auditorias a processos de governance (e.g. integridade e valores éticos). reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 16

18 2. Desenvolvimento do Plano de Auditoria Interna 3ª ETAPA Desenvolvimento Plano Auditoria 3.1 Elementos-Base de suporte ao Desenvolvimento do Plano (2/2) O CAE vai desenvolver o plano de AI, com base num conjunto de elementos relevantes: Horas descricionárias/projectos Especiais: Tempo reservado para projectos não programados, pedidos especiais e expansão não planeada do âmbito das auditorias previstas. Follow-up: Desenvolvimento de follow-up sobre deficiências de maior gravidade no sentido de aferir a sua adequada resolução. Avaliação de Risco: Reuniões com os stakeholders-chave, para actualizar e confirmar o risk assessment, bem como o plano de AI. Projectos Adicionais: Desenvolvimento das avaliações interna e externa independente da AI. reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 17

19 2. Desenvolvimento do Plano de Auditoria Interna 3ª ETAPA Desenvolvimento Plano Auditoria 3.2 Conteúdos a incluir num Plano de Auditoria Interna (1/2) O CAE deve incluir no seu Plano de Auditoria Interna um conjunto de tópicos, nomeadamente: A função de Auditoria interna - Missão e Âmbito. Sumário Executivo - Refere como o plano foi desenvolvido e com base em que elementos, a composição do universo auditável, como foi realizada a prioritização dos riscos e objectos de auditoria. Inclui um resumo do plano por temas e orçamento, bem como limitações de recursos ao plano, se aplicável. Avaliação de Risco de suporte ao Plano - Onde se incluem as matrizes de risco, bem como o Mapeamento dos Riscos e Processos para identificação dos focos da actividade de AI. reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 18

20 2. Desenvolvimento do Plano de Auditoria Interna 3ª ETAPA Desenvolvimento Plano Auditoria 3.2 Conteúdos a incluir num Plano de Auditoria Interna (2/2) O CAE deve incluir no seu Plano de Auditoria Interna um conjunto de conteúdos, nomeadamente: Prioritização dos objectos de auditoria - Baseada no risco e em outros critérios (e.g. ciclo de auditoria, materialidade, última notação). Sumário das Acções de AI planeadas - Âmbito, objectivos, tempo exigido. Cronograma detalhado das actividades de AI - Quando ocorrem e com que duração. Plano de Comunicação com Stakeholders - Função, frequência e principais tópicos. reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 19

21 2. Desenvolvimento do Plano de Auditoria Interna 3ª ETAPA Desenvolvimento Plano Auditoria 3.3 Discussão e Aprovação do Plano de Auditoria Interna O CAE deve apresentar e discutir com os Stakeholders-Chave (Senior Management e Board) o âmbito dos trabalhos de AI, o grau de cobertura dos riscos/áreas, os requisitos de reporte, os recursos e competências necessários (humanos e materiais) para o cumprimento do plano, bem como eventuais restrições/limitações, caso existam quer ao nível de recursos, quer ao nível da independência da própria função. Finalmente, após eventuais ajustamentos ao plano que resultam da discussão com os Stakeholders-Chave, estes deverão proceder à sua aprovação formal. reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 20

22 3. Factores Potenciadores de Reavaliação do Plano

23 3. Factores Potenciadores de Reavaliação do Plano Rapidez de Crescimento Alterações na Estratégia e Objectivos Alterações significativas a nível regulamentar Alteração na disponibilidade de recursos de AI Plano de Auditoria Interna Alterações- -Chave na Gestão de Topo Alteração significativas ao nível do Control Environment Aumento significativo de solicitações por parte do Board Resultados das Avaliações Internas e Externas reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ). 22

24 Obrigado Rui Branco KPMG Advisory - Consultores de Gestão, S.A

25 A informação contida neste documento é de natureza geral e não se aplica a nenhuma entidade ou situação particular. Apesar de fazermos todos os possíveis para fornecer informação precisa e actual, não podemos garantir que tal informação seja precisa na data em que for recebida/conhecida ou que continuará a ser precisa no futuro. Ninguém deve actuar de acordo com essa informação sem aconselhamento profissional apropriado para cada situação específica KPMG Advisory - Consultores de Gestão, S.A., a firma portuguesa membro da rede KPMG, composta por firmas independentes afiliadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. Todos os direitos reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ).

e no Mundo 19-10-2008 1

e no Mundo 19-10-2008 1 Resultados questionário IIA - CBOK 2006 Auditoria Interna em e no Mundo Orlando Sousa, CCSA Vice-Presidente do IPAI 19-10-2008 1 Evolução CBOK 1972/2006 10000 8000 6000 9366 4000 2000 0 1 1972 1985 2 75

Leia mais

Lisboa, 18 e 19 de Outubro

Lisboa, 18 e 19 de Outubro Formação Profissional Implementar um programa de Gestão do risco operacional e resiliência de negó ócio Lisboa, 18 e 19 de Outubro Assessoria de Gestão, Lda Gestão do risco operacional e resilência de

Leia mais

Controlo Interno e Auditoria Interna Lisboa, 24 e 25 de Maio

Controlo Interno e Auditoria Interna Lisboa, 24 e 25 de Maio Formação Profissional Controlo Interno e Auditoria Interna Lisboa, 24 e 25 de Maio Assessoria de Gestão, Lda Controlo Interno e Auditoria Interna No actual contexto de crise, em que as organizações estão

Leia mais

OS NOVOS DESAFIOS DA GESTÃO DE RISCO Tiago Mora

OS NOVOS DESAFIOS DA GESTÃO DE RISCO Tiago Mora PATROCINADORES OURO Lisboa 28 e 29 Junho 2011 Museu do Oriente OS NOVOS DESAFIOS DA GESTÃO DE RISCO Tiago Mora O Contexto actual A Crescente Interdependência e vulnerabilidades à escala global: 2 O Contexto

Leia mais

AHETA - Associação. Empreendimentos. Oportunidades de poupança fiscal e incentivos financeiros

AHETA - Associação. Empreendimentos. Oportunidades de poupança fiscal e incentivos financeiros AHETA - Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve Oportunidades de poupança fiscal e incentivos financeiros Abril de 2013 Alojamento local AHETA Oportunidades de poupança fiscal Reafectação

Leia mais

Gestão do Risco Operacional

Gestão do Risco Operacional www.pwc.pt/academia Gestão do Risco Operacional 2ª Edição Lisboa, 13 e 14 de março de 2013 Academia da PwC Considerando que existe um conjunto de factores na questão da gestão de risco operacional, é importante

Leia mais

IT Governance e ISO/IEC 20000. Susana Velez

IT Governance e ISO/IEC 20000. Susana Velez IT Governance e ISO/IEC 20000 Susana Velez Desafios de TI Manter TI disponível Entregar valor aos clientes Gerir os custos de TI Gerir a complexidade Alinhar TI com o negócio Garantir conformidade com

Leia mais

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação O funcionamento dos sistemas e tecnologias de informação e comunicação têm nas organizações um papel cada vez mais crítico na medida em que

Leia mais

Projecto GTBC. leading excellence 1. Portugal: Espanha:

Projecto GTBC. leading excellence 1. Portugal: Espanha: Projecto GTBC Portugal: Edifício Taurus Campo Pequeno, 48 2º 1000-081 Lisboa Tel.: +351 217 921 920 Fax: +351 217 921 929 www.gtbc.pt info@gtbc.pt Espanha: CalleAtocha, 20, 2ªIzq 28012 Madrid Tel.: +34

Leia mais

ISO 9001:2015. Implementar a mudança Ciclo de workshops práticos

ISO 9001:2015. Implementar a mudança Ciclo de workshops práticos ISO 9001:2015 Implementar a mudança Ciclo de workshops práticos W1 - CONHECER AS ALTERAÇÕES OBJECTIVOS Conhecer as principais alterações introduzidas na ISO 9001:2015 face à versão de 2008 Conhecer a estrutura

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 BANKING Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores perfis qualificados, sendo

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 FINANCE Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores perfis qualificados, sendo

Leia mais

Auditoria interna Especialização PwC

Auditoria interna Especialização PwC www.pwc.pt/academy Especialização PwC PwC s Academy Formação de profissionais para profissionais Especialização PwC Este curso com uma forte componente prática, procura dotar os recursos afetos à função

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 SECRETARIAL & MANAGEMENT SUPPORT Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores

Leia mais

Sustentabilidade Workshops

Sustentabilidade Workshops www.pwc.pt/academy Workshops PwC s Academy Portefólio de soluções formativas de profissionais para profissionais Workshops As empresas do futuro devem ser capazes de garantir a gestão dos seus pilares

Leia mais

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório Primeiro Relatório 62473 Pedro Vasconcelos 63563 Francisco Ferreira 73440 Filipe Correia 74211 Carolina Ferreirinha 82665 Nkusu Quivuna Sumário Este documento é o primeiro relatório de um projeto de análise

Leia mais

ISO/IEC 20000 DOIS CASOS DE SUCESSO DE CLIENTES QUALIWORK

ISO/IEC 20000 DOIS CASOS DE SUCESSO DE CLIENTES QUALIWORK ISO/IEC 20000 DOIS CASOS DE SUCESSO DE CLIENTES QUALIWORK A Norma ISO/IEC 20000:2011 Information technology Service management Part 1: Service management system requirements é uma Norma de Qualidade que

Leia mais

IDC IT & Internet Security 2008. Rui Shantilal (rui.shantilal@oni.pt)

IDC IT & Internet Security 2008. Rui Shantilal (rui.shantilal@oni.pt) IDC IT & Internet Security 2008 Rui Shantilal (rui.shantilal@oni.pt) Security Practice Manager Agenda Definição de Risco Percepção geral de Risco Modelo de Abordagem de Risco Melhores práticas Definição

Leia mais

PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE. Qualificação e Certificação em Gestão de Serviços de TI

PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE. Qualificação e Certificação em Gestão de Serviços de TI Pólo de Competitividade das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica TICE.PT PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE Qualificação e Certificação em Gestão de Serviços

Leia mais

IT Governance. Alinhar as Tecnologias de Informação (TI s) com o negócio! www.pwc.pt/academy

IT Governance. Alinhar as Tecnologias de Informação (TI s) com o negócio! www.pwc.pt/academy www.pwc.pt/academy IT Governance Alinhar as Tecnologias de Informação (TI s) com o negócio! PwC s Academy Formação de profissionais para profissionais IT Governance Alinhar as TI s com o negócio Os projetos

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 HUMAN RESOURCES Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores perfis qualificados,

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial

Leia mais

Hotel Sana Parque Lisboa

Hotel Sana Parque Lisboa Hotel Sana Parque Lisboa 8 de Abril de 2010 Rui Soares GFI Portugal Desafios da Gestão de Serviço de TI Complexidade dos processos de negócio suportados pelas TI Gestão e controlo de subcontratação Infra-estrutura

Leia mais

Credenciais KPMG Março 2011

Credenciais KPMG Março 2011 Credenciais KPMG Março 2011 Aquilo que diferencia a KPMG é o esforço e a procura constante para sermos melhores. É este estado de espírito que determina a qualidade de serviços que prestamos, as experiências

Leia mais

Auditoria Contínua Estudo de Caso de Auditoria Contínua no Banco Real e Santander Implantação, Operação e Resultados

Auditoria Contínua Estudo de Caso de Auditoria Contínua no Banco Real e Santander Implantação, Operação e Resultados Auditoria Contínua Estudo de Caso de Auditoria Contínua no Banco Real e Santander Implantação, Operação e Resultados São Paulo, 20 de Maio de 2010 In GOD we trust All others bring data (W. Edwards Demming)

Leia mais

A implementação de Sistemas de Gestão ISO27001 e ISO20000 Principais Etapas

A implementação de Sistemas de Gestão ISO27001 e ISO20000 Principais Etapas A implementação de Sistemas de Gestão ISO27001 e ISO20000 Principais Etapas Paulo Faroleiro ISO 20000 CC/LA, ISO 27001 CC/LA, CISA, CISM Certified Processes Auditor (BSI) Certified Project Manager C-Level

Leia mais

Revisão da Qualidade da Função de Auditoria Interna

Revisão da Qualidade da Função de Auditoria Interna www.pwc.pt/academia Revisão da Qualidade da Função de Auditoria Interna Lisboa, 5 de fevereiro de 2013 Academia da PwC 1ª Edição Líder na formação de executivos Revisão da Qualidade da Função de Auditoria

Leia mais

Workshop. Maturidade da Governação e Gestão de TI em Portugal. Inquérito Nacional 2011. Mário Lavado itsmf Portugal 11-10-2011

Workshop. Maturidade da Governação e Gestão de TI em Portugal. Inquérito Nacional 2011. Mário Lavado itsmf Portugal 11-10-2011 Workshop Maturidade da Governação e Gestão de TI em Portugal Inquérito Nacional 2011 Mário Lavado itsmf Portugal 11-10-2011 Agenda Apresentação dos resultados do estudo de maturidade do ITSM & ITGovervance

Leia mais

Diretrizes G4 da GRI: Quais os seus efeitos nos relatórios corporativos de sustentabilidade?

Diretrizes G4 da GRI: Quais os seus efeitos nos relatórios corporativos de sustentabilidade? Meio acadêmico Sustentabilidade Diretrizes G4 da GRI: Quais os seus efeitos nos relatórios corporativos de sustentabilidade? Além do maior foco na cadeia de valor e na materialidade, a quarta geração (G4)

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

SCORE INNOVATION Corporate Profile Luanda Maputo, 1 de Novembro 2012

SCORE INNOVATION Corporate Profile Luanda Maputo, 1 de Novembro 2012 New Standards for Business SCORE INNOVATION Corporate Profile Luanda Maputo, 1 de Novembro 2012 Quem Somos A SCORE INNOVATION é uma empresa que tem como objecto social a prestação de serviços em consultoria,

Leia mais

Integração da Gestão de Risco Operacional noutras Áreas da Gestão. Maio 2008

Integração da Gestão de Risco Operacional noutras Áreas da Gestão. Maio 2008 Integração da Gestão de Risco Operacional noutras Áreas da Gestão Maio 2008 Agenda 1. Risco Operacional a definição 2. Cálculo de capital requisitos regulamentares relação com perfil de risco utilidade

Leia mais

BUSINESS CONNEXION MOZAMBIQUE

BUSINESS CONNEXION MOZAMBIQUE BUSINESS CONNEXION MOZAMBIQUE 2012 Business Connexion Seminário Sobre a Plataforma de Uniformização de Licenças no âmbito do Governo Electrónico de Moçambique Outubro 2012 A BCX COMO PARCEIRO Parceria

Leia mais

Organizações. Pedro Sousa

Organizações. Pedro Sousa Organizações Índice Introdução aos Tipos de Organizações Industriais Grossistas/Armazenistas Distribuição e Retalho Logística Serviços. Áreas das Organizações Financeira Recursos Humanos Produção Marketing

Leia mais

RISCO DE TESOURARIA. Gestão de Operações de SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW O SEU FORMADOR

RISCO DE TESOURARIA. Gestão de Operações de SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW O SEU FORMADOR INSCREVA-SE EM 912 570 003 www.formiventos.com Curso Prático Gestão de Operações de RISCO DE TESOURARIA SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW Lisboa, 18,19

Leia mais

ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações

ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações Raquel Silva 02 Outubro 2014 ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 PUBLICAÇÃO DIS: - Draft International Standard

Leia mais

Relatório de asseguração limitada dos auditores independentes

Relatório de asseguração limitada dos auditores independentes KPMG Risk Advisory Services Ltda. R. Dr. Renato Paes de Barros, 33 04530-904 - São Paulo, SP - Brasil Caixa Postal 2467 01060-970 - São Paulo, SP - Brasil Central Tel 55 (11) 2183-3000 Fax Nacional 55

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

Serviços Financeiros. Créditos Incobráveis. Recuperação do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) Outubro de 2009

Serviços Financeiros. Créditos Incobráveis. Recuperação do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) Outubro de 2009 Serviços Financeiros Créditos Incobráveis Recuperação do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) Outubro de 2009 Sabia que 25% das falências são resultado de créditos incobráveis? Intrum Justitia Os créditos

Leia mais

Formação em PGC e IFRS. Angola Junho/Julho de 2014

Formação em PGC e IFRS. Angola Junho/Julho de 2014 Formação em PGC e IFRS Angola Junho/Julho de 2014 Formação em PGC e IFRS As áreas financeiras e contabilísticas assumem uma complexidade e sofisticação cada vez maior, desempenhando um papel central nas

Leia mais

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NBR ISO/IEC 27002: 2005 (antiga NBR ISO/IEC 17799) NBR ISO/IEC 27002:2005 (Antiga NBR ISO/IEC 17799); 27002:2013. Metodologias e Melhores Práticas em SI CobiT; Prof. Me. Marcel

Leia mais

Implementação de Ferramentas de Gestão SOX ISO 20000 ISO 27001. Susana Carias Lisboa, 24 de Outubro de 2008

Implementação de Ferramentas de Gestão SOX ISO 20000 ISO 27001. Susana Carias Lisboa, 24 de Outubro de 2008 Implementação de Ferramentas de Gestão SOX ISO 20000 ISO 27001 Susana Carias Lisboa, 24 de Outubro de 2008 Agenda Introdução Desafio 1º passo Problemática ISO 27001 ISO 20000 Conclusões 2 Agenda Introdução

Leia mais

Property & Construction Property & Construction. Estudos de Remuneração 2012

Property & Construction Property & Construction. Estudos de Remuneração 2012 Property & Construction Property & Construction Estudos de Remuneração 2012 3 Michael Page Page Estudos de Remuneração 2012 - Property & Construction 4 Apresentamos-lhe os Estudos de Remuneração 2012,

Leia mais

Avaliação Ambiental Estratégica

Avaliação Ambiental Estratégica Mestrado em Engenharia do Ambiente Avaliação Ambiental Estratégica O que é a AAE? Evolução, âmbito, formas, benefícios 2 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário O que é a AAE? Instrumento (processo)

Leia mais

Programa Avançado em Controlo Interno De profissionais para profissionais

Programa Avançado em Controlo Interno De profissionais para profissionais www.pwc.pt/academy Programa Avançado em Controlo Interno De profissionais para profissionais PwC s Academy Considerando que existe um conjunto de fatores na questão de controlo interno, é importante que

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 information TECHNOLOGY Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores perfis qualificados,

Leia mais

Governação Novo Código e Exigências da Função Auditoria

Governação Novo Código e Exigências da Função Auditoria Novo Código e Exigências da Função Auditoria Fórum de Auditoria Interna - IPAI 19 de Junho de 2014 Direito societário e auditoria interna fontes legais 1. CSC artigo 420,º, n.º 1, i) - fiscalizar a eficácia

Leia mais

Building, Construction & Real Estate

Building, Construction & Real Estate KPMG no Brasil Building, Construction & Real Estate FINANCIAL SERVICES kpmg.com/br Quem somos Constituída na Suíça e com sede em Amsterdã, a KPMG International Cooperative (KPMG International) é uma rede

Leia mais

Pesquisa de Auditoria Interna

Pesquisa de Auditoria Interna Pesquisa de Auditoria Interna - IARCS 1 Pesquisa de Auditoria Interna IARCS kpmg.com/br 2 Pesquisa de Auditoria Interna - IARCS PREFÁCIO A Auditoria Interna tem sido considerada nas companhias como sua

Leia mais

Maria Rosário Bernardo, Doutoranda na Universidade de Lille Gestão de Projetos no Setor Público Desafios e Oportunidades

Maria Rosário Bernardo, Doutoranda na Universidade de Lille Gestão de Projetos no Setor Público Desafios e Oportunidades Agenda 15h00 15h15 15h45 Boas vindas e enquadramento espap A Governação de Projetos no Setor Público Melhor Estado, Maior valor entregue à sociedade Nuno Ponces de Carvalho, Perito Internacional na área

Leia mais

ESTUDO DE REMUNERAÇÃO 2013. Specialists in human resources recruitment www.michaelpage.pt

ESTUDO DE REMUNERAÇÃO 2013. Specialists in human resources recruitment www.michaelpage.pt ESTUDO DE REMUNERAÇÃO 2013 Healthcare Human Resources & Life Sciences Specialists in human resources recruitment www.michaelpage.pt Human Resources Estudo de Remuneração 2013 Apresentamos-lhe os Estudos

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Fórum ABBC Como a atuação integrada do Compliance e da Auditoria Interna pode se tornar estratégica na Governança Corporativa

Fórum ABBC Como a atuação integrada do Compliance e da Auditoria Interna pode se tornar estratégica na Governança Corporativa www.pwc.com/br Como a atuação integrada do Compliance e da Auditoria Interna pode se tornar estratégica na Governança Corporativa Maio 2011 Agenda 1. Considerações iniciais 2. A Governança Corporativa

Leia mais

2003 / 2007 SaeR, Lda. Consultor de Estratégia e Competitividade

2003 / 2007 SaeR, Lda. Consultor de Estratégia e Competitividade Habilitações Académicas Qualificações Licenciatura em Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, concluída em 1995. Frequência do 3º ano da licenciatura

Leia mais

www.pwc.com/ao Auditoria interna Os desafios da Auditoria Interna em Angola 09 de Junho de 2014

www.pwc.com/ao Auditoria interna Os desafios da Auditoria Interna em Angola 09 de Junho de 2014 www.pwc.com/ao Auditoria interna Os desafios da Auditoria Interna em Angola Estrutura 1. Introdução ao tema 2. Estado actual da profissão 3. Definindo o caminho para aumentar o valor da auditoria interna:

Leia mais

O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal

O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal 10 ANOS DO IPCG O GOVERNO SOCIETÁRIO EM PORTUGAL O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal Lisboa, 09 de Julho de 2013 SUMÁRIO 1. Acontecimentos empresariais e governance 2. Fatores normativos

Leia mais

Building, Construction & Real Estate

Building, Construction & Real Estate Building, Construction & Real Estate Uma abordagem integrada para o investimento imobiliário Financial Services kpmg.com/br Como podemos ajudar Com uma equipe focada no setor de Real Estate, a KPMG no

Leia mais

Auditoria Informática

Auditoria Informática Auditoria Informática ou de sistemas de informação 2 Auditoria Informática O Auditor Informático Funções e Áreas de actuação Objectivos de Auditoria Informática Vantagens e Inconvenientes Metodologia 1

Leia mais

Como implementar a ISO 31000?

Como implementar a ISO 31000? www.pwc.pt/academy Como implementar a ISO 31000? PwC s Academy Formação de profissionais para profissionais Este curso será particularmente útil para todos os profissionais com responsabilidades diretas

Leia mais

Drifting or driving? Desempenho da função financeira

Drifting or driving? Desempenho da função financeira www.pwc.com/pt Drifting or driving? Desempenho da função financeira As ferramentas, tecnologias e serviços de suporte para uma função financeira líder no desempenho a um custo reduzido estão disponíveis

Leia mais

COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO

COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO GOVERNANÇA DE TI O QUE É GOVERNANÇA DE TI É um conjunto de estruturas e processos que visa garantir que a TI suporte e maximize adequadamente os objetivos e estratégias

Leia mais

Transformação dos negócios de distribuição e os desafios do setor

Transformação dos negócios de distribuição e os desafios do setor Transformação dos negócios de distribuição e os desafios do setor Geraldo Guimarães Jr Diretor para Indústria de Utilities SAP para Utilities Liderança Global no Setor Maior Provedor de Soluções e Aplicações

Leia mais

Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade

Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade COMO ORGANIZAR O SGQ SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade A Gestão da Qualidade foca o produto / a realização do serviço;

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

Strategic IT Manager +351 21 793 29 89. Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT. Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos

Strategic IT Manager +351 21 793 29 89. Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT. Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos www.iirangola.com MASTERCLASS IT Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT Strategic IT Manager Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos Variáveis no desenho do orçamento: objectivos,

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting

ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting Contactos: Isabel Fonseca Marketing VP Consulting Telefone: +351 22 605 37 10 Fax: +351 22 600 07 13 Email: info@vpconsulting.pt

Leia mais

A Normalização e a Gestão do Risco

A Normalização e a Gestão do Risco A Normalização e a Gestão do Risco ISO 26000 e a Gestão do Risco 22 de Maio 2014 João Simião Algumas reflexões para partilhar 2 Curiosidades sobre riscos Sabia que o termo risco (risk) é referido em 141

Leia mais

IT Governance. Alinhar as Tecnologias de Informação (TI s) www.pwc.pt/academy. Academia da PwC

IT Governance. Alinhar as Tecnologias de Informação (TI s) www.pwc.pt/academy. Academia da PwC www.pwc.pt/academy IT Governance Alinhar as Tecnologias de Informação (TI s) com o negócio Academia da PwC Considerando que existe um conjunto de factores críticos de sucesso na governação das Tecnologias

Leia mais

Human Resources Human Resources. Estudos de Remuneração 2012

Human Resources Human Resources. Estudos de Remuneração 2012 Human Resources Human Resources Estudos de Remuneração 2012 3 Michael Page Page 4 Apresentamos-lhe os Estudos de Remuneração 2012, realizados pela Michael Page. O objectivo dos nossos Estudos de Remuneração

Leia mais

ERASMUS+ PROGRAM 2015/16 Degree Year Sem. Code Subject Subject (English) ECTS Notes

ERASMUS+ PROGRAM 2015/16 Degree Year Sem. Code Subject Subject (English) ECTS Notes ERASMUS+ PROGRAM 2015/16 Degree Year Sem. Code Subject Subject (English) ECTS Notes Busin. Manag. 1º 1 LGE1104 Contabilidade Empresarial I Business Accounting I 6 Not available in English Busin. Manag.

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

Marcos N. Lessa. Global Document Outsourcing Director

Marcos N. Lessa. Global Document Outsourcing Director Marcos N. Lessa Global Document Outsourcing Director Managed Print Services: Serviço de valor acrescentado Managed Print Services (MPS) é um serviço que envolve a gestão de todos os equipamentos de impressão,

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

B U S I N E S S I M P R O V E M E N T

B U S I N E S S I M P R O V E M E N T BUSINESS IMPROVEMENT A I N D E V E QUEM É A Indeve é uma empresa especializada em Business Improvement, composta por consultores com uma vasta experiência e com um grande conhecimento do mundo empresarial

Leia mais

A sua Organização já está preparada para o novo Código dos Contratos Públicos (CCP, DL 18/2008)?

<Insert Picture Here> A sua Organização já está preparada para o novo Código dos Contratos Públicos (CCP, DL 18/2008)? A sua Organização já está preparada para o novo Código dos Contratos Públicos (CCP, DL 18/2008)? Sessão Aberta Homero Silveira - Sector Público e Saúde Contratação Pública agenda

Leia mais

III Survey sobre a função de Auditoria Interna em Portugal

III Survey sobre a função de Auditoria Interna em Portugal INTERNAL AUDIT III Survey sobre a função de Auditoria Interna em Portugal 2013 ADVISORY SERVICES kpmg.pt 2 III Survey sobre a função de Auditoria Interna em Portugal SOBRE O ESTUDO A KPMG Advisory Consultores

Leia mais

Advisory Human Capital & Tax Services Family Business. Pensar a Família, Pensar o Negócio

Advisory Human Capital & Tax Services Family Business. Pensar a Família, Pensar o Negócio Advisory Human Capital & Tax Services Family Business Pensar a Família, Pensar o Negócio Realidade das Empresas Familiares Na PricewaterhouseCoopers há muito que reconhecemos nas empresas familiares um

Leia mais

II Survey sobre a função de Auditoria Interna em Portugal - 2009

II Survey sobre a função de Auditoria Interna em Portugal - 2009 INTERNAL AUDIT, RISK AND COMPLIANCE SERVICES II Survey sobre a função de Auditoria Interna em Portugal - ADVISORY 2 II Survey sobre a função de Auditoria Interna em Portugal Sobre o Estudo A KPMG Advisory

Leia mais

Tendências de Mercado

Tendências de Mercado Tendências de Mercado Maior exigência no recrutamento de profissionais Globalização crescente do mercado e multiplicidade de stakeholders Internacionalização das empresas / Mobilidade Internacional Alteração

Leia mais

Como integrar a estrutura de Controles Internos à gestão de Risco Operacional

Como integrar a estrutura de Controles Internos à gestão de Risco Operacional Como integrar a estrutura de Controles Internos à gestão de Risco Operacional Wagner S. Almeida Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários Divisão de Equipes Especializadas I Comissão

Leia mais

Sales and Operations Planning S&OP, Integrated Business Planning - IBP, Planejamento Integrado do Negócio

Sales and Operations Planning S&OP, Integrated Business Planning - IBP, Planejamento Integrado do Negócio Sales and Operations Planning S&OP, Integrated Business Planning - IBP, Planejamento Integrado do Negócio Novembro de 2009 STEFANO JR, Wilson Principal - Oliver Wight Together We Make a Difference wstefano@oliverwight.com

Leia mais

PARTE I GESTÃO DA PERFORMANCE E BALANCED SCORECARD CONCEITOS E INSTRUMENTOS

PARTE I GESTÃO DA PERFORMANCE E BALANCED SCORECARD CONCEITOS E INSTRUMENTOS Índice PREFÁCIO 15 PARTE I GESTÃO DA PERFORMANCE E BALANCED SCORECARD CONCEITOS E INSTRUMENTOS CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO À GESTÃO DA PERFORMANCE 1. Medir a performance 24 2. Gerir a performance 27 3. Contexto

Leia mais

Business Value Delivery The IT Challenge

Business Value Delivery The IT Challenge Business Value Delivery The IT Challenge Luis Miguel Porém Country Manager Compuware Portugal Coimbra, Abril de 2004 ustentação do negócio Uma aplicação que funciona e está disponível é o activo principal

Leia mais

Ciclo de Formações em Prestação de Contas

Ciclo de Formações em Prestação de Contas Ciclo de Formações em Prestação de Contas A prestação de informação financeira, exige uma constante actualização, quer gerada pela experiência prática de diferentes casos, cada vez mais complexos e não

Leia mais

Auditoria Interna REPORTING DE AUDITORIA

Auditoria Interna REPORTING DE AUDITORIA 11ª EDIÇÃO Saiba como planificar, realizar e preparar o Audit Assessment Form ventos FORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS Auditoria Interna Aumente os Controlos Preventivos, reduza os Riscos e assegure a

Leia mais

SQS Portugal Portfólio de Serviços de Segurança. SQS Software Quality Systems

SQS Portugal Portfólio de Serviços de Segurança. SQS Software Quality Systems SQS Portugal Portfólio de Serviços de Segurança SQS Software Quality Systems SQS Portugal Apresentação A SQS Portugal - Software Quality Systems, é uma empresa especializada em ajudar os seus clientes

Leia mais

Enterprise risk management Como transformar a crise em oportunidades

Enterprise risk management Como transformar a crise em oportunidades www.pwc.pt/academia Enterprise risk management Como transformar a crise em oportunidades Academia da PwC Lisboa, 19 e 26 novembro, e 3 de dezembro A implementação de um sistema de gestão de risco (ERM)

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE ÍNDICE Artigo 1.º Instituição

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO

Leia mais

Governança em TI e os objetivos estratégicos da organização

Governança em TI e os objetivos estratégicos da organização Governança em TI e os objetivos estratégicos da organização A otimização dos investimentos em TI, a importância do uso do modelo CobiT, adotado mundialmente em IT Governance Um painel sobre as certificações

Leia mais

A gestão de risco, no topo da agenda

A gestão de risco, no topo da agenda A gestão de risco, no topo da agenda 4 KPMG Business Magazine Ambiente de incertezas e estagnação econômica traz novos desafios em GRC O gerenciamento de riscos permanece no topo da agenda corporativa

Leia mais

ANGOLA BANKING SERIES GOVERNANÇA CORPORATIVA 14 HORAS FORMAÇÃO À MEDIDA ANGOLA BANKING SERIES

ANGOLA BANKING SERIES GOVERNANÇA CORPORATIVA 14 HORAS FORMAÇÃO À MEDIDA ANGOLA BANKING SERIES GOVERNANÇA CORPORATIVA 14 HORAS FORMAÇÃO À MEDIDA ANGOLA BANKING SERIES OBJECTIVOS DO CURSO Saiba como prevenir, detectar e implementar medidas que garantam um Bom Governo Empresarial Conheça as melhores

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO DE PROJETOS

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO DE PROJETOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO DE PROJETOS COORDENADOR ENG.º JOSÉ MIGUEL RODRIGUES GASPAR Índice Designação do Curso... 2 Duração Total... 2 Destinatários... 2 Perfil de saída... 2 Pré-Requisitos...

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 Estudo 2015 RETAIL Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Estudo Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores perfis qualificados,

Leia mais

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Sumário País Portugal Sector Saúde Perfil do Cliente O Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho envolve

Leia mais

Finanças para Não Financeiros

Finanças para Não Financeiros www.pwc.pt/academy Finanças para Não Financeiros Academia da PwC Este curso permite-lhe compreender melhor as demonstrações financeiras, os termos utilizados e interpretar os principais indicadores sobre

Leia mais

i 3.2 Assegurar Integridade e Profissionalismo 43 9 3.2.1 Lucro Pessoal 44

i 3.2 Assegurar Integridade e Profissionalismo 43 9 3.2.1 Lucro Pessoal 44 ICE Introdução 1 PARTE I - CONTEXTO DA GESTÃO DE PROJECTOS E NORMAS DO MERCADO 1. Enquadramento da Gestão de Projectos 7 1.1 Definição de Projecto 7 1.2 Intervenientes no Projecto 9 1.3 Triângulo de Restrições

Leia mais