Grupo Soares da Costa, SGPS, SA RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Grupo Soares da Costa, SGPS, SA RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA 2013"

Transcrição

1 Grupo Soares da Costa, SGPS, SA RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA 2013

2 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Relativamente à recomendação II.2.2 esclarecemos que o Conselho Fiscal tem relacionamento direto com os serviços da empresa e com o auditor externo e intervém ativamente na contratação deste. Entende-se, todavia, que, havendo dupla fiscalização, a do Conselho Fiscal e R.O.C. e a do auditor, é mais adequado que sejam independentes entre si. O Conselho Fiscal pode, no entanto, avaliar o auditor externo e, se o entender, propor a sua destituição. Refira-se, por fim, que a fiscalização é submetida à apreciação da Assembleia Geral. Cumpre ainda acrescentar que o auditor externo não tem limitação de âmbito, competindo-lhe, entre o mais, a verificação do cumprimento dos procedimentos instituídos, propor a sua alteração ou revogação ou a criação de novos procedimentos, bem como a observância do cumprimento das políticas remuneratórias. 4 Relatório de Responsabilidade Social Corporativa Introdução O relatório de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo Soares da Costa é um anexo ao seu relatório e contas anual. A quase totalidade da informação reportada diz respeito à área de negócios da construção, que é a principal atividade do Grupo, englobando a maioria dos colaboradores. É também nesta área de negócios que a informação disponível se encontra numa fase de maturidade que permite o seu reporte e enquadramento. Para uma melhor compreensão da informação apresentada, nomeadamente a que respeita aos indicadores quantitativos, esta deve ser analisada em coerência com o âmbito descrito junto a cada um dos capítulos. As iniciativas de responsabilidade social são uma parte importante da cultura do Grupo Soares da Costa, nomeadamente no que respeita à vertente da responsabilidade social interna (iniciativas direcionadas para colaboradores e familiares) sem, no entanto, descurar as ações de responsabilidade social externa direcionadas para as várias comunidades nas geografias onde atuamos, bem como a gestão sustentável dos impactes ambientais decorrentes das nossas atividades. Assim, ao longo deste relatório, apresentamos os principais dados de desempenho quantitativo e qualitativo em matéria de responsabilidade social. Num primeiro capítulo é apresentado o desempenho social, com destaque para a caraterização do capital humano que compõe a organização, as iniciativas de formação realizadas, os principais indicadores de saúde e segurança no trabalho e o envolvimento social da Soares da Costa com os seus colaboradores, comunidade académica e comunidades envolventes. No capítulo de desempenho ambiental apresentamos os indicadores de desempenho referentes ao consumo de energia, emissões atmosféricas, consumo de recursos hídricos e materiais, produção de resíduos e investimentos na preservação/ proteção ambiental. Por fim, no capítulo sobre ética e responsabilidade social, damos conta das linhas de orientação para uma atuação responsável que fazem parte das políticas de responsabilidade social da empresa e apresentamos alguns dos principais impactes da nossa atividade. 87

3 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA 1 - Desempenho Social A Soares da Costa continua a ser um empregador relevante no mercado de emprego, contribuindo ativamente para o emprego direto e indireto, tanto em Portugal como nas outras geografias onde tem atividades. 21 Este capital humano representa o principal ativo da Empresa, para o qual são desenvolvidas várias iniciativas no âmbito da responsabilidade social interna e que procuram envolver e valorizar os colaboradores. Também no que respeita à responsabilidade social externa, direcionada para o envolvimento com as comunidades onde desenvolvemos a nossa atividade, foram promovidas algumas iniciativas ao longo do ano. Estas iniciativas inserem-se na Política de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo de envolver ativamente a empresa e os seus colaboradores com as comunidades locais, reconhecendo a importância de o fazer de forma sustentada pelos objetivos empresariais da Soares da Costa. 1.1 CAPITAL HUMANO Referente à área de negócio da construção, a empresa terminou o ano de 2013 com colaboradores, representando uma descida de 4% face ao ano anterior. A diminuição gradual do número de colaboradores ao longo dos últimos anos (mais acentuada em 2012) está relacionada com a diminuição do volume de trabalho no setor da construção, principalmente no mercado doméstico, implicando inevitavelmente uma adaptação da estrutura operacional, dotando-a de maior flexibilidade e eficiência. Colaboradores por Geografia (número) Colaboradores por Género (número) Em consequência desta adaptação, tem vindo a crescer o número de colaboradores que atuam no mercado internacional, sendo já cerca de 78% do total (quando em 2012 este número representava cerca de 72%), entre quadros contratados localmente e quadros mobilizados de Portugal para as geografias onde operamos. No que diz respeito à percentagem de colaboradores do género feminino, mantem-se o desequilíbrio verificado ao longo dos anos (a percentagem de mulheres mantem-se na ordem dos 9%). 21 Âmbito: No que diz respeito ao desempenho social reportado neste relatório foram considerados dados de colaboradores, formação e saúde e segurança relativos à área de negócio da construção e às diferentes geografias onde operamos. 88

4 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Colaboradores por Volume de Negócios (número/milhões de Euros) 22 O gráfico anterior ilustra a evolução do capital humano da empresa em função do volume de negócios, no mercado doméstico e internacional. Constata-se que em 2013 o mercado nacional representou apenas 15% do volume de negócios mas tendo afetos 22% dos recursos humanos da empresa, enquanto o mercado internacional representou 85% do volume de negócios que realizou com 78% dos recursos humanos totais. 1.2 FORMAÇÃO A formação profissional é uma técnica de desenvolvimento de recursos humanos que contribui ativamente para o desenvolvimento organizacional e para a criação de valor do negócio. Em 2013 registou-se um total de horas de formação. Horas de Formação por tipo de Formação (horas) 22 Âmbito: Área de negócio da construção. 89

5 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Deste total, 57% dizem respeito a formação na área de Gestão e Engenharia, áreas de extrema relevância para o core business da Empresa. É precisamente nesta área que se enquadram as Jornadas Técnicas da Construção, uma iniciativa interna, organizada anualmente, de promoção e partilha do conhecimento técnico e de experiências profissionais entre colaboradores. Em 2013 (o quarto ano de edição das jornadas em Portugal e o segundo ano da sua edição em Angola), vários quadros técnicos apresentaram temas atuais e discutiram questões técnicas ligadas à atividade de construção. No conjunto das duas iniciativas estiveram presentes cerca de 500 colaboradores. Em Portugal deu-se especial destaque ao momento de internacionalização com dois temas centrais: Soares da Costa no Mundo (apresentações sobre a consolidação da posição da empresa em Angola; o crescimento do mercado moçambicano e os primeiros passos da atividade da empresa no Brasil) e o potencial de exportação do Grupo (com apresentações sobre a valorização de resíduos, a gestão do risco na Soares da Costa e a capacidade técnica aplicada à resolução de problemas). Já em Angola, as apresentações recaíram sobre muitos casos práticos da gestão da atividade neste país (segurança, responsabilidade e boas práticas, construir nas províncias, regimes de empreitada, sistemas de gestão técnica centralizada e supervisão) e apresentação de projetos em execução pela empresa (Encostas Sambizanga, tecnologias de execução de obra: edifício AAA e Total TTA2 Office Building). À tendência de recurso a formadores internos na formação na organização, associa-se a valorização do conhecimento interno, uma vez que a empresa dispõe de recursos tecnicamente habilitados e com competências pedagógicas desenvolvidas, além do importante conhecimento da nossa realidade de negócio, fundamental para a customização da formação. Em 2013, esta aposta foi mantida, nomeadamente com a organização de ações de formação sobre MS Excel e SAP. Horas de Formação por Volume de Negócios (horas por milhão de Euros) 23 Não obstante o decréscimo verificado nas horas totais de formação de 2013 (menos horas que em 2012), a análise comparativa com o volume de negócios da área de negócio da construção permite aferir o esforço desenvolvido para a manutenção deste indicador, não existindo uma alteração significativa entre 2012 e Âmbito: Área de negócio da construção. 90

6 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Destacam-se também as iniciativas formativas a propósito do novo regime de bens em circulação, decorridas ao longo do ano. A adaptação de procedimentos e práticas a desenvolvimentos legislativos continua a ser uma prioridade para a organização. Outro exemplo passou pela especialização de um colaborador na área da soldadura, através da frequência de uma Pós- Graduação em Engenharia da Soldadura, com o objetivo de adaptar a empresa à conformidade dos requisitos da marcação CE (norma de qualidade que será obrigatória em Portugal, já a partir de julho de 2014). No início de 2013, realizaram-se em Angola duas ações de formação de Inglês. Estas iniciativas tiveram como objetivo desenvolver competências de comunicação neste idioma em dois grupos de formandos, um da CLEAR Angola, e outro de colaboradores da Soares da Costa em Angola. 1.3 SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO A gestão da saúde e segurança está implementada no universo das empresas que integram a Soares da Costa. Embora existam diferentes sistemas de gestão, e consequentemente diferentes políticas de atuação em cada empresa, no que respeita a este tema, os princípios subjacentes a estas políticas são partilhados e têm em vista uma atuação cuidada e tendo como objetivo principal a redução dos índices de sinistralidade. Nas áreas de prevenção e segurança, as principais atividades são a identificação e implementação de medidas preventivas e de proteção da vida humana no exercício da atividade profissional, garantindo condições de segurança, higiene e saúde no trabalho. Para além disso, todos os colaboradores têm acesso aos serviços de saúde da empresa (nomeadamente de medicina do trabalho disponível na própria empresa). Em 2013 verificaram-se 90 acidentes de trabalho, no universo de atuação da área de negócio da construção, menos 2% que no ano anterior, não se registando qualquer acidente mortal. Com a redução das atividades desenvolvidas, o número de horas trabalhadas diminuiu bastante (cerca de 24% face ao ano anterior), razão pela qual, mesmo diminuindo o número total de acidentes de trabalho, o índice de frequência aumentou ligeiramente em Os restantes indicadores de saúde e segurança, apresentados na tabela seguinte, ilustram a melhoria do desempenho nesta matéria. 24 Indicadores de Saúde e Segurança Índice de Frequênciade Acidentes de Trabalho (número de acidentes de trabalho por milhão de horas trabalhadas) Índice de Frequênciade Doenças Profissionais (número de doenças profissionais por milhão de horas trabalhadas) Taxa de Absentismo (número de horas perdidas totais por número de horas trabalháveis) x 100% Índice de Gravidade (número de dias perdidos por sinistralidade por milhão de horas trabalhadas) 26,9 25,3 32,4 1,8 2,5 0,4 4,3 3,8 3,4 361, ,0 307,9 No âmbito da Saúde e Segurança no Trabalho é de destacar que foi atribuído à Sociedade de Construções Soares da Costa em 2013 uma menção honrosa no Prémio MAPFRE Prevenir Melhor 2012, uma iniciativa conjunta organizada pela Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e pela MAPFRE Seguros. 24 Nota: Em 2012 verificou-se a ocorrência de um acidente mortal em obra, justificando o aumento expressivo do índice de gravidade desse ano. 91

7 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA 1.4 ENVOLVIMENTO SOCIAL Através da sua política de responsabilidade social corporativa, a empresa procura gerir o seu envolvimento com a comunidade, comprometida em desenvolver, implementar e monitorizar as suas ações em todos os níveis da organização. A Comunicação Interna é um instrumento essencial para que haja envolvimento e participação de todos os colaboradores nas iniciativas, projetos e ações desenvolvidos. Procuramos dar a conhecer e partilhar a mais diversa informação, tendo em consideração as diferentes áreas de negócio e os mercados onde atuamos, de forma atual, rápida e clara para todos. A Educação e as iniciativas de Apoio Familiar continuam a ser pilares fundamentais da atuação da empresa em matéria de responsabilidade social corporativa, destacando-se também outras iniciativas desenvolvidas em 2013 nesta área: Encontro de Quadros: como habitualmente, os quadros da empresa reuniram-se numa iniciativa de partilha de informação e alinhamento de estratégia, com apresentações dos membros da Comissão Executiva e de um convidado externo. Os encontros de quadros de 2013 reuniram colaboradores no Porto, Luanda e Maputo (pela primeira vez). Newsletter: com o objetivo de fazer chegar informação relevante e atualizada sobre a atividade da empresa a todos os colaboradores nas diversas geografias onde atuamos, manteve-se a distribuição mensal da Newsletter Colaboradores. Esta informação é distribuída por via digital ( ) a todos os colaboradores e em papel a todos os colaboradores em obra, existindo ainda uma edição adaptada para o mercado angolano. Atividades de Natal: Uma vez mais a época natalícia foi assinalada com a realização de vários lanches em vários locais da empresa, permitindo o convívio entre os trabalhadores e contando com a presença dos membros da Comissão Executiva, designadamente no estaleiro central (Parque Industrial da Rechousa), na delegação de Lisboa e na sede do Grupo, no Porto. Também por muitas das obras e estaleiros espalhados pelas diversas geografias foram realizados vários convívios alusivos a esta quadra. Ainda durante a época natalícia, a Soares da Costa levou a cabo outras iniciativas de responsabilidade social interna, distribuindo 261 cabazes de Natal, contendo bens alimentares, a alguns colaboradores e oferecendo presentes de Natal aos filhos dos colaboradores com vínculo laboral a Portugal, até aos 10 anos de idade, inclusive (em 2013 ano foram entregues 372 brinquedos); Galardoados: A Soares da Costa homenageou, como é habitual, os seus colaboradores que celebraram, ao longo deste ano, 25 ou 35 anos de trabalho no Grupo. Durante os vários lanches de Natal, realizados em Portugal, foram distinguidos 121 colaboradores que, apesar de colaborarem em diversas geografias, têm vínculo contratual em Portugal. Em 2013, também foram homenageados (pelo segundo ano consecutivo) os 12 colaboradores angolanos, que ao longo de 2012, celebraram 25 anos de colaboração com a empresa, numa cerimónia realizada em Angola; Bolsas de Estudo: O programa de Bolsas de Estudo 2012/2013 atribuiu 71 bolsas a filhos de colaboradores com vínculo laboral a Portugal, das quais 69 bolsas de apoio social e 2 bolsas de ensino especial. 92

8 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Atribuição de Bolsas de Estudo (número) Protocolos: é uma área em contínuo desenvolvimento que tem como objetivo estabelecer protocolos que visam atribuir benefícios/ condições especiais aos colaboradores e seus familiares no acesso a vários produtos e serviços. São também muitas as iniciativas de responsabilidade social desenvolvidas em Angola e Moçambique, países onde a Soares da Costa está presente há largos anos, procurando atuar nas vertentes interna e externa, por meio de apoio aos nossos colaboradores ou através do envolvimento com as comunidades locais. Ao longo de 2013, destacaram-se as seguintes iniciativas: Atividades de promoção da saúde em Moçambique (no âmbito da obra de construção da nova ponte de Tete): realização (bimestral) de palestras, exibição de filmes temáticos sobre vários temas, como o VIH, tuberculose, higiene pessoal, malária, entre outros, com a presença da população local que trabalha nesta empreitada. Estas palestras são realizadas por médicos e ativistas da área de saúde (através de contrato com uma clínica local) e contaram em 2013 com um total de participantes. Também é de referir a celebração de um acordo com a Direção de Saúde de Tete (Moçambique) para a distribuição de preservativos, de forma gratuita, pela população da obra, uma ação que conjuntamente com as atividades de promoção da saúde pretende ajudar a diminuir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis. Durante o ano de 2013 foram distribuídas unidades. Apoio logístico e doação de materiais para a realização de um convívio-fraterno em Maputo, com a participação de vários jovens e com a duração de três dias, que remeteu para a reflexão de temas como a ação cívica, social e solidária; Transformação de dois contentores metálicos marítimos em bibliotecas, pela Soares da Costa Moçambique, SARL, instaladas nos centros cívicos das vilas de Mapai e Chicualacuala, promovendo a melhoraria das condições de acesso à leitura, no seu aspeto didático e de formação e como forma de lazer; Apoio material e logístico pontual à Casa do Gaiato de Moçambique em Boane; Apoio material e logístico pontual à Fundação Gonçalo Silveira, ajudando na construção da ESIL - Escola Secundária Inácio de Loyola ; Oferta de uma máquina fotocopiadora à Escola Secundária da Ponta Gêa na cidade da Beira e, em colaboração com a Fundação Vale, apoio à reabilitação dos edifícios existentes e à ampliação de um outro edifício; Apoio a várias iniciativas de sensibilização/ alerta por altura da comemoração do Dia Mundial do VIH/ SIDA, na Suazilândia; 93

9 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Donativos na ordem dos USD (cerca de Euros) e apoio em géneros a várias iniciativas realizadas em Angola, como: apoio às comemorações do mês da mulher (Sindicato Provincial da Mulher Sindicalizada); comemoração do 10 de junho (pela embaixada de Portugal) e comemoração do 1º de maio (apoio à Comissão Sindical); comemorações do 11º aniversário da Paz e 39º aniversário da Cidade do Soyo; 5ª Edição do Jazz Mulher JazzBello; Fundação Lwini; Baile da Amizade; Associação de Escuteiros de Angola - Agrupamento 188; Programa do Dia do Mineiro e Conselho Consultivo do MGM; Instituto Médio Politécnico do Sambizanga; Centro Acolhimento S. José (Soyo); Administração Comunal da Barra do Kwanza; Governo Nacional de Proteção Civil e Bombeiros - Comando Provincial de Luanda; Movimento Nacional Espontâneo - Secretariado Municipal do Cacuaco; Associação dos Descendentes e Amigos do 4 de fevereiro e Orfanato Mama Muxima; Instalação e disponibilização de um posto de vacinação junto ao estaleiro da empresa para a população da comunidade de Huije (em colaboração com a Direção Provincial de Luanda), prestando também apoio de enfermagem; Apoio médico e de enfermagem aos cônjuges e filhos de colaboradores angolanos, no posto de saúde do Estaleiro Central. 1.5 LIGAÇÃO À ACADEMIA No âmbito das relações com a comunidade académica, a Soares da Costa realiza anualmente várias iniciativas que visam dar o contributo da empresa para a formação, em meio laboral, de jovens estudantes e/ ou recém-licenciados. Ao longo do ano, acolhemos em Portugal oito estágios curriculares, ligados a áreas técnicas da atividade da empresa (Engenharia Civil, Topografia, Desenho de Projetos, Saúde e Segurança no Trabalho, Arquitetura, Condução de Obra e Qualidade e Ambiente). Já em Angola, inseridos no Programa de Estágios, foram acolhidos seis estagiários (quatro de Engenharia Civil, um da área de Recursos Humanos e um da área de Gestão de Empresas), todos integrados nos quadros da Empresa no final do período de estágio. À semelhança do programa desenvolvido em Portugal, o tempo dos estágios foi distribuído por várias áreas da empresa, para que os jovens estagiários tivessem oportunidade de conhecer os vários departamentos que dão suporte à área de produção. Com este programa, a Soares da Costa abre as portas à comunidade académica angolana e aposta na formação de jovens quadros locais. Por outro lado, numa parceria com o programa BEST/Inside View, do Instituto Superior Técnico, recebemos nas nossas unidades de trabalho (obras e escritórios) alunos finalistas dos cursos de engenharia civil, engenharia do ambiente e arquitetura, que acompanharam os profissionais da empresa ao longo de uma jornada de trabalho, com o objetivo de receberem uma formação prática complementar à sua formação académica. 1.6 SOU CAPAZ O Sou Capaz é o programa de voluntariado corporativo da Soares da Costa, estando inserido na sua estratégia de Responsabilidade Social Corporativa, e tem como vetores de atuação a Educação, a Saúde e Segurança e o Ambiente. A missão deste projeto (de âmbito nacional e transversal a todos os colaboradores) é a promoção do bem-estar social dos segmentos mais desfavorecidos da população, pelo que o seu maior objetivo é o de promover as condições necessárias para que qualquer colaborador possa participar em ações de solidariedade social (voluntariado), inclusive durante o horário normal de trabalho e sem prejuízo da sua remuneração ou atividade: Legião da Boa Vontade: colaborando, uma vez mais, com a Legião da Boa Vontade do Porto, realizaram-se este ano mais duas Rondas da Caridade onde os voluntários da Soares da Costa participaram na preparação e distribuição de refeições aos sem-abrigo da região; Parte de Nós Saúde: Intervenção, em parceria com o projeto Parte de Nós (promovido pela Fundação EDP), na reabilitação das instalações do serviço de Hematologia do Hospital de Dia de Oncologia, integrado no Hospital de Santo António no Porto. O projeto Parte de Nós tem como principais objetivos humanizar as áreas oncológicas de vários hospitais do país, através da realização de obras, oferta de mobiliário, 94

10 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA equipamento audiovisual e ainda doar equipamentos de vanguarda, que permitam a criação de centros de excelência no tratamento oncológico, com vista, a aumentar a qualidade e o conforto destes espaços. A Soares da Costa participou neste projeto disponibilizando uma equipa especializada de colaboradores, que garantiram todos os trabalhos de reparação/ regularização, emassamento e pintura das paredes e tetos das várias salas do espaço, para além dos trabalhos de raspagem, reparação e envernizamento dos apainelados, aros e guarnições de madeira existentes (portas e janelas). Esta colaboração contou com cerca de 480 horas de trabalho e a doação de alguns materiais necessários à realização dos trabalhos. Ecoponto Solidário: no âmbito deste projeto de doação voluntária de vários bens pelos nossos colaboradores, foram entregues em 2013 os seguintes materiais a instituições de solidariedade social, em Portugal e Angola:. Recolha de sapatos novos ou usados, em colaboração com a empresa Botaminuto, que distribuiu os sapatos angariados numa campanha nacional a várias instituições de solidariedade;. Recolha de tampinhas de plástico para entrega ao Centro Social de Gião (sediado em Santa Maria da Feira) para posterior entrega para valorização; o valor obtido pela instituição através da valorização das tampinhas foi investido em equipamentos didáticos;. Participação na campanha Papel por Alimentos, promovida continuamente pelo Banco Alimentar contra a Fome que, após a recolha do papel nas nossas instalações, o entregou a entidades gestoras de resíduos devidamente certificadas; o valor obtido pela entrega do papel foi convertido em alimentos pelo Banco Alimentar;. Recolha de livros infantis não escolares em Portugal e posterior expedição e entrega por colaboradores voluntários da Soares da Costa aos orfanatos Mama Muxima e Betânia, localizados em Angola;. Recolha de telemóveis usados e respetivos acessórios com vista à sua reparação e reintrodução em mercados menos desenvolvidos a preços reduzidos campanha em colaboração com a empresa EMC-recycling; o valor obtido reverteu a favor da Fundação do Gil;. Recolha de bens alimentares a favor da associação de solidariedade social de apoio a crianças OlharFuturo;. Recolha de brinquedos novos ou usados em bom estado, que foram doados às crianças apoiadas pela Associação Nomeiodonada, em conjunto com vários brinquedos adquiridos pela empresa para oferta aos filhos de colaboradores no ano anterior e não reclamados;. Recolha de pilhas e baterias usadas, a favor do Instituto Português de Oncologia, em parceria com a Ecopilhas, entidade gestora destes resíduos. Além das campanhas desenvolvidas internamente, a Soares da Costa colaborou também, através do apoio em transporte e entrega, com a iniciativa Um livro, uma criança, muitos hospitais, que promove a recolha de livros por particulares e empresas em Portugal para posterior distribuição em Angola. Em 2013 garantimos o transporte de mais de livros. Ainda no âmbito da responsabilidade social corporativa, a CLEAR Instalações Electromecânicas efetuou ainda a doação de sete televisores usados à instituição Aldeias de Crianças SOS de Gulpilhares (Vila Nova de Gaia). 2 - Desempenho Ambiental A gestão dos aspetos ambientais na Soares da Costa tem como objetivo constante a minimização dos potenciais impactes negativos decorrentes das atividades de construção e da operação corrente das unidades fixas das suas empresas. Os princípios de atuação de uma gestão ambientalmente sustentável passam pela proteção e preserva- 95

11 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA ção ambiental e centram-se em quatro grandes linhas de orientação: otimização do consumo de materiais, redução dos consumos de energia e água, proteção da biodiversidade envolvente e minimização dos impactes de emissões, efluentes e resíduos produzidos. Além do cumprimento dos requisitos legais e operacionais em vigor, a empresa tem implementadas medidas de minimização do risco ambiental dessas atividades, com vista à otimização do desempenho ambiental ENERGIA E CLIMA O decréscimo das atividades de construção em Portugal, as diferentes fases em que se encontram as obras em curso, a sua tipologia e as iniciativas de sensibilização e gestão sustentável da energia resultaram nos últimos dois anos num decréscimo do consumo energético, independentemente da fonte de energia considerada ou local de consumo. Consumo Total de Energia em Portugal por tipo (gigajoules) A maior parte deste consumo provém do abastecimento da frota ao serviço da empresa (automóveis e equipamentos), que representa cerca de 40% do consumo total de 2013 ( GJ), e que implica que a fonte de energia mais utilizada seja o gasóleo (57% do consumo total). Em 2013, a redução do consumo energético total foi de 32%, em virtude do decréscimo da atividade em Portugal e também da sensibilização para os consumos desta natureza. Embora não significativo, verificou-se um ligeiro aumento (inferior a 1%) entre 2013 e 2012 no rácio do consumo total de energia comparativamente ao volume de negócios. Como já referido, este tipo de indicadores é fortemente influenciado pelo tipo de atividades desenvolvidas em obra e pelos estágios/ fases de desenvolvimento das obras/ atividades em cada momento. 25 Âmbito: O estágio de desenvolvimento/ implementação do Sistema de Gestão Ambiental apenas permite aferir, de forma fidedigna, os indicadores ambientais decorrentes das atividades realizadas em Portugal. Desta forma, neste capítulo, apenas são apresentados dados relativos a Portugal, incluindo todas as unidades fixas de trabalho (escritórios e estaleiros), projetos em curso (excluindo ACE s) e frota automóvel. 96

12 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Consumo Total de Energia por Volume de Negócios (gigajoules por milhão de Euros) 26 Em 2013 o total de CO 2 emitido foi de toneladas, uma redução de cerca de 53% em relação ao ano anterior; a maior parte destas emissões estão normalmente associadas ao consumo de eletricidade e às viagens de colaboradores (avião e comboio). Emissões Atmosféricas Totais por tipo (toneladas de CO 2 ) É de referir, no entanto, que este decréscimo não deverá traduzir uma efetiva redução das emissões atmosféricas da empresa ao longo do ano. De facto, apenas é possível apurar os dados referentes a viagens de avião adquiridas em Portugal, quando em 2013 a grande maioria das viagens realizadas, em resultado da crescente mobilidade dos quadros da empresa, foram adquiridas pela sucursal de Angola e não monitorizadas pelo Sistema de Gestão Ambiental. 26 Âmbito: Consumo de energia total da área de negócio da construção em Portugal (incluindo todas as unidades fixas de trabalho (escritórios e estaleiros), projetos em Portugal (excluindo ACEs) e frota automóvel); o âmbito do volume de negócios considerado inclui a atividade da construção em Portugal, excluindo ACEs. 97

13 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Caso fosse possível apurar os dados de forma consolidada, seria expetável a manutenção das emissões atmosféricas ou, possivelmente, um aumento das emissões decorrentes dessas viagens. É possível efetuar a mesma análise no gráfico seguinte, onde a comparação das emissões atmosféricas totais com o volume de negócios traduz uma redução significativa. Emissões Atmosféricas Totais por Volume de Negócios (toneladas de CO 2 por milhão de Euros) 27 No âmbito da proteção e preservação ambiental, a Soares da Costa desenvolveu várias iniciativas, com vista à minimização de consumos energéticos, consumo de materiais, produção de resíduos e envolvimento com os colaboradores e comunidades envolventes, destacando-se: Dia Mundial do Ambiente: realização de uma Campanha Ambiental 2013, realizada ao longo de todo o mês de junho e focando quatro temas distintos: consumo de eletricidade, produção de resíduos, consumo de água e consumo de combustível associado à frota automóvel; Movimento ECO: a empresa associou-se uma vez mais ao Movimento ECO Empresas contra os fogos, uma iniciativa de proteção do património florestal nacional, à qual nos associamos desde 2008, divulgando através dos meios de comunicação internos e externos várias formas de sensibilização para este tema; Gestão Documental de Obras: o software de gestão documental de obras implementado em 2012 pela CLEAR funciona a partir de uma base de dados ligada um servidor de uma determinada organização, disponibilizando, desta forma, essa informação a todos os utilizadores da rede. Com esta ferramenta possibilita-se o desenvolvimento de uma base de dados digital sobre cada obra, facilitando a circulação da informação e reduzindo os impactes associados ao consumo de papel e tintas; Energy Project of the Year: um dos projetos desenvolvidos pela CLEAR (projeto de eficiência energética, implementado pela Galp Soluções de Energia em parceria com o ISQ) foi reconhecido com o título de Western Europe Region - Energy Project of the Year de 2013 atribuído pela Association of Energy Engineers (AEE), na qualidade de melhor projeto de eficiência energética da Europa Ocidental. 27 Âmbito: Emissões atmosféricas totais da área de negócio da construção em Portugal (incluindo todas as unidades fixas de trabalho (escritórios e estaleiros), projetos em Portugal (excluindo ACEs) e frota automóvel); o âmbito do volume de negócios considerado inclui a atividade da construção em Portugal, excluindo ACEs. 98

14 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA 2.2 RECURSOS HÍDRICOS Nos últimos anos verificou-se um decréscimo generalizado no consumo de água, fruto do decréscimo das atividades em Portugal, como anteriormente referido. Porém, em 2013, verificou-se um consumo total de metros cúbicos, superior em cerca de 28% ao ano anterior. Este aumento está diretamente relacionado com um dos projetos em curso (empreitada de construção do Gasoduto Mangualde-Celorico-Guarda), que exigiu a realização de ensaios hidráulicos com largos consumos (da ordem dos metros cúbicos). Os recursos hídricos utilizados para este fim acabaram por ser devolvidos ao meio recetor no final dos ensaios realizados, pelo que se não o considerássemos como consumo efetivo, o consumo total anual seria de metros cúbicos, cerca de 1,2% inferior ao ano anterior. Consumo Total de Água por fonte (metros cúbicos) Como decorre dos consumos apresentados, não consideramos que as atividades desenvolvidas tiveram um impacto significativo no consumo de recursos hídricos, nem afetaram o meio ambiente envolvente, seja em abaixamento dos níveis de lençóis freáticos, ou em alteração da capacidade dos ecossistemas vizinhos. Apesar disso, o esforço de minimização é contínuo, passando por uma adequada gestão das atividades em obra, com procedimentos estipulados pelos Sistemas de Gestão Ambiental implementados. Por outro lado, apenas são utilizados recursos provenientes de fontes devidamente licenciadas, o que garante uma adequada monitorização e controlo. Tal como se verifica o aumento total do consumo de água, a análise comparativa com o volume de negócios também reflete esse aumento, como expetável pelas razões acima descritas. 99

15 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Consumo Total de Água por Volume de Negócios (metros cúbicos por milhão de Euros) MATERIAIS E RESÍDUOS Na gestão do consumo de materiais, a Empresa procura agir tendo em vista dois princípios de atuação: a minimização sustentada dos consumos de materiais utilizados na execução das obras e a redução do consumo de materiais administrativos ou de suporte às atividades de escritório. O planeamento da aquisição de materiais é feito tendo em conta dois critérios, a defesa do meio ambiente e razões económicas, procurando a utilização mínima (e eficiente dos mesmos) e a garantia da qualidade da execução da obra. É ainda de referir a reutilização de diversos materiais em obra, originários das próprias atividades e, sempre que seja viável do ponto de vista da execução das mesmas. Estas práticas ambientalmente responsáveis permitem diminuir o consumo de materiais virgens e de resíduos encaminhados para outros destinos. No que respeita aos resíduos produzidos, a sua elevada produção e diversidade de tipologias requer uma gestão cuidada, quer no sentido da sua minimização, quer da separação adequada e promoção de um destino final que respeite os princípios da valorização, sempre que possível. Na gestão dos resíduos produzidos, são seguidos vários procedimentos de separação e armazenamento temporário, de acordo com as suas características (e em concordância com o estipulado pelos Sistemas de Gestão Ambiental), sendo depois encaminhados para um destino final adequado, através de empresas externas, licenciadas e contratadas para efetuar a gestão de resíduos, procedendo à sua recolha e transporte. A tabela seguinte apresenta a produção de resíduos, catalogada de acordo com a designação da Lista Europeia de Resíduos (LER), expressa em toneladas, entre os anos 2011 e A diversidade de resíduos produzidos pelas atividades de construção, conduz a que aqui sejam apresentados apenas os principais tipos de resíduos. 28 Âmbito: Consumo de água total da área de negócio da construção em Portugal (incluindo todas as unidades fixas de trabalho (escritórios e estaleiros), projetos em Portugal (excluindo ACEs) ); o âmbito do volume de negócios considerado inclui a atividade da construção em Portugal, excluindo ACEs. 100

16 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Código LER Indicadores de Saúde e Segurança Mistura de embalagens 0,64 0,00 0, Betão 878,27 257,86 582, Mistura de betão, tijolos, ladrilhos, telhas e materiais cerâmicos 3.657, ,12 983, Plástico 44,66 19,17 16, Misturas betuminosas não abrangidas em ,04 60,50 628, Ferro e Aço 294,06 202,39 63, Mistura de metais 19,27 5,36 52, Solos e rochas não abrangidos em ,48 11,12 230, Mistura de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) 314,02 183,73 56, Mistura de resíduos urbanos equiparados 53,67 5,13 37,22 Outros (incluindo RCD reutilizados) , , ,72 Total (em toneladas) Em 2013 consolidou-se a tendência decrescente da produção de resíduos, que neste ano se reduziu em cerca de 50% relativamente a À semelhança de outros indicadores ambientais já referidos, estes também são muito influenciados pelo decréscimo das atividades de construção em Portugal, pelas diferentes fases em que se encontram as obras em curso, pela sua tipologia e pelas iniciativas de sensibilização e gestão sustentável implementadas, o que não permite fazer uma comparação linear desta evolução. Produção Total de Resíduos por Volume de Negócios (Toneladas por milhão de Euros) 29 Os resíduos produzidos são enviados, quase na totalidade (99% em 2013), para destinos de reciclagem e valorização. Em 2013 regista-se um aumento notável do destino de reciclagem, que decorre do código R4, utilizado no caso de resíduos de metal. Os resíduos de metais, distribuídos por diferentes códigos LER, assumem um valor significativo no total da produção de resíduos, cerca de 44%, decorrente da venda de máquinas e equipamentos da empresa. 29 Âmbito: Produção total de resíduos da área de negócio da construção em Portugal (incluindo todas as unidades fixas de trabalho (escritórios e estaleiros), projetos em Portugal (excluindo ACEs) ); o âmbito do volume de negócios considerado inclui a atividade da construção em Portugal, excluindo ACEs. 101

17 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA A quantidade de resíduos perigosos produzidos mantém-se pouco significativa face ao total de resíduos produzidos, representando menos de 1%. Ao nível dos efluentes produzidos, há o registo dos efluentes industriais produzidos no estaleiro de São Félix da Marinha, que em 2013 representou a emissão de metros cúbicos. Todavia, devido à tipologia destes efluentes e, sobretudo, devido ao seu tratamento e monitorização, não se considera que afetem significativamente quaisquer habitats, recursos hídricos e respetiva biodiversidade. Produção de Efluentes caudal da ETAR (metros cúbicos) INVESTIMENTOS AMBIENTAIS A maioria dos custos associados ao desempenho ambiental da empresa decorrem do acompanhamento ambiental em obra e da adoção de medidas de proteção ambiental inerentes à implementação dos próprios sistemas de gestão que privilegiam a proteção e preservação de meio ambiente, pelo que na cultura da Soares da Costa estes são entendidos como investimentos na preservação ambiental, e não como custos. Investimentos Ambientais por tipo (Euros) Em 2013, foram investidos cerca de 372 mil Euros em ações e equipamentos de proteção e preservação ambiental, dos quais cerca de 31% estão relacionados com a gestão de resíduos e efluentes e 48% com o acompanhamento ambiental em obra. 102

18 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Investimentos Ambientais por Volume de Negócios (Euros/ milhão de Euros) Conduta Ética e Responsabilidade Social Além da Visão, Missão e Valores pelos quais se rege, a Soares da Costa dispõe ainda de outros instrumentos de orientação para uma atividade responsável e sustentável, do ponto de vista ambiental, social e ético. O Código de Conduta Empresarial estabelece um conjunto de normas éticas e princípios basilares que devem nortear a atividade da Empresa, princípios esses que são complementados com os Princípios de Negócio direcionados para a área da construção. Para além disso, a Empresa dispõe ainda das Política de Sustentabilidade, Política de Responsabilidade Social Corporativa, Políticas de Igualdade de Oportunidades e Respeito pela Diversidade, Política Ambiental, Política da Qualidade e Política de Prevenção, Segurança, Higiene e Saúde, cada uma estabelecendo orientações específicas em determinado âmbito de atuação. A atuação da Soares da Costa em diferentes economias é um contributo positivo para o desenvolvimento económico, ambiental e social das mesmas, quer pelos fluxos económicos diretos que decorrem dessas atividades, quer pelos impactes económicos indiretos que origina. 30 Âmbito: Total de investimentos ambientais da área de negócio da construção em Portugal (incluindo todas as unidades fixas de trabalho (escritórios e estaleiros), projetos em Portugal (excluindo ACEs) ); o âmbito do volume de negócios considerado inclui a atividade da construção em Portugal, excluindo ACEs. 103

19 RELATÓRIO E CONTAS 2013 GRUPO SOARES DA COSTA, SGPS, SA Principais Impactes Criação de postos de trabalho diretos e indiretos Aquisição de bens ou serviços locais Construção de edifícios e infraestruturas várias Assimilação de boas práticas pelos parceiros de negócio Desenvolvimento económico de outros setores de atividade Transmissão de know-how no setor Consequências/Extensão Os principais impactes decorrem do pagamento de salários a colaboradores locais, garantindo a sua subsistência pessoal/ familiar e a promoção da melhoria da qualidade de vida destes colaboradores. Contribuição indireta para o desenvolvimento socioeconómico de diferentes regiões onde opera, apoiando uma economia local estável através da redução de custos associados à exportação de materiais e, do ponto de vista ambiental, reduzindo os impactes associados ao transporte destes materiais. Ainda que representem um benefício económico direto para o Grupo, as atividades de construção constituem igualmente benefícios expressivos para sociedades envolventes proporcionando- lhes uma maior qualidade de vida e/ou o acesso a bens e serviços. As boas práticas ao nível da gestão de aspetos da qualidade, do ambiente, da saúde e segurança e da responsabilidade social são, na maioria das vezes, assimiladas e replicadas pelos vários parceiros envolvidos nas atividades. O desenvolvimento das atividades da Soares da Costa acaba por ter, em muitos países, um efeito de arrastamento no impulso ao desenvolvimento de outros setores de atividade. Existe um efeito de aprendizagem induzido em mercados onde a empresa desenvolve atividades e onde não existia esse know-how especializado na comunidade local. 104

Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente

Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente 1 Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente O Corinthia Hotel Lisbon está implementado num edifício com mais de 30 anos em que a

Leia mais

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda.

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa, com sede em Castelo Branco, é uma empresa criada em 2007 que atua nos domínios da engenharia civil e da arquitetura. Atualmente, é uma empresa

Leia mais

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental 1 Melhoria do desempenho ambiental implementação do Sistema de Gestão Ambiental A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem implementado

Leia mais

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA EDP PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA O Grupo EDP Energias de Portugal centra as suas actividades na produção, distribuição e comercialização de energia eléctrica,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS 1. APRESENTAÇÃO PRINCÍPIOS E VALORES Acreditamos pela força dos factos que o desenvolvimento desportivo de um Concelho ou de uma Freguesia, entendido na sua vertente quantitativa e qualitativa, exige uma

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE Princípios do Bom Governo das Cumprir a missão e os objetivos que lhes tenham sido determinados, de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO ÍNDICE 1.- INTRODUÇÃO... 3 2.- ESPECIFICAÇÕES SOBRE AS OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO... 3 3.- PLANO DE PREVENÇÃO

Leia mais

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20%

Leia mais

Mais clima para todos

Mais clima para todos Mais clima para todos 1 Mais clima para todos Na União Europeia, entre 1990 e 2011, o setor dos resíduos representou 2,9% das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), e foi o 4º setor que mais contribuiu

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

Política de Responsabilidade Social

Política de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social e Programa 2015 I. ENQUADRAMENTO A criação da Fábrica do Chocolate materializa por si só o sentido de responsabilidade social da empresa e das pessoas envolvidas na

Leia mais

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço Política de Produto e Serviço Publicado em julho 2012 1 Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o maior grupo financeiro nacional, atuando em diferentes áreas, designadamente na banca comercial,

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

PO AÇORES 2020 FEDER FSE

PO AÇORES 2020 FEDER FSE Apresentação pública PO AÇORES 2020 FEDER FSE Anfiteatro C -Universidade dos Açores -Ponta Delgada 04 de marçode 2015 8EIXO EMPREGO E MOBILIDADE LABORAL > Administração regional Objetivo Específico 8.1.1

Leia mais

O Fórum Económico de Marvila

O Fórum Económico de Marvila Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado

Leia mais

história sucesso Inovação e agilização dos processos de Gestão de Pessoal com SAP HCM

história sucesso Inovação e agilização dos processos de Gestão de Pessoal com SAP HCM história sucesso de Inovação e agilização dos processos de Gestão de Pessoal com SAP HCM sumário executivo Empresa Logiters Setor Serviços - Soluções Logísticas Especializadas Sitio Web http://logiters.com

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados,

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados, Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados, Encontro-me hoje aqui para, em nome do Governo Regional da Madeira, apresentar a Vossas

Leia mais

BALANÇO FINAL PLANO DE FORMAÇÃO 2014 Anexo R&C 2014

BALANÇO FINAL PLANO DE FORMAÇÃO 2014 Anexo R&C 2014 BALANÇO FINAL PLANO DE FORMAÇÃO 2014 Anexo R&C 2014 INTRODUÇÃO A Sociedade Portuguesa para a Qualidade na Saúde (SPQS) executou, em 2014, um Plano de Formação dirigido aos seus associados e outros profissionais

Leia mais

COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Subsistemas Fomento da Base Económica de Exportação Desenvolvimento Local Empreendedorismo

Leia mais

REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE

REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE Os Amigos do Cáster em parceria com a Câmara Municipal de Ovar criam o PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE, inserido no âmbito do Programa Integrado de

Leia mais

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Estratégias adoptadas As estratégias adoptadas e o desempenho da APFF nos três domínios da sustentabilidade encontram-se

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO PÓS-GRADUAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE SOCIAL FORMAÇÃO SGS ACADEMY PORQUÊ A SGS ACADEMY? Criada, em 2003, como área de negócio da

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Síntese O Compromisso ALIANSCE para a Sustentabilidade demonstra o nosso pacto com a ética nos negócios, o desenvolvimento das comunidades do entorno de nossos empreendimentos,

Leia mais

Plano de Atividades e Orçamento. Exercício de 2014

Plano de Atividades e Orçamento. Exercício de 2014 Plano de Atividades e Orçamento Exercício de 2014 Plano de Atividades e Orçamento para o exercício de 2014 Preâmbulo O Plano de Atividades do ano de 2014 foi elaborado de acordo com as expetativas dos

Leia mais

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE 1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE I. Enquadramento A UGT regista o lançamento da Iniciativa Oportunidade para a Juventude em Dezembro de 2011 e, no âmbito

Leia mais

Relatório de Sustentabilidade 2014

Relatório de Sustentabilidade 2014 1 Relatório de Sustentabilidade 2014 2 Linha do Tempo TAM VIAGENS 3 Política de Sustentabilidade A TAM Viagens uma Operadora de Turismo preocupada com a sustentabilidade, visa fortalecer o mercado e prover

Leia mais

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 5/2013

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 5/2013 1 9 ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 5/2013 (S00537-201301) Nos termos do Artigo 33º. do Decreto-Lei n.º 178/2006, com a redação conferida pelo Decreto- Lei n.º

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE AS ATIVIDADES REALIZADAS NO ANO LETIVO 2014/15 NO ÂMBITO DOS OBJETIVOS DA GLOBAL COMPACT

RELATÓRIO SOBRE AS ATIVIDADES REALIZADAS NO ANO LETIVO 2014/15 NO ÂMBITO DOS OBJETIVOS DA GLOBAL COMPACT RELATÓRIO SOBRE AS ATIVIDADES REALIZADAS NO ANO LETIVO 2014/15 NO ÂMBITO DOS OBJETIVOS DA GLOBAL COMPACT Objetivos gerais: Promover os valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, direito do trabalho,

Leia mais

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO.

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO. CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO O emprego tem uma enorme importância tanto para os indivíduos como para a sociedade Para além de ser uma fonte de rendimento, uma forma de ocupação e

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013 SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas CCDRC, 14 fevereiro 2013 PROGRAMA VALORIZAR RCM n.º 7/2013, de 9/01 Valorização do território do interior e de baixa densidade demográfica e

Leia mais

ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.12. COM() 614 final ANNEX 1 ANEXO da COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Fechar o ciclo

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.b Desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT Conteúdo Artigo 1º... 3 OBJECTIVO... 3 Artigo 2º... 3 CONCEITO DE ENCONTRO DE SABEDORIA... 3 Artigo 3º... 3 ÂMBITO

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU PROPOSTA DE REGULAMENTO 1 Preâmbulo Uma sociedade que quer preparar o futuro tem que criar condições para se proporcionar aos jovens o acesso a uma formação educativa,

Leia mais

Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo. Data de Apresentação:14 de Abril de2010

Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo. Data de Apresentação:14 de Abril de2010 Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo Data de Apresentação:14 de Abril de2010 1 Agenda 1 SIFIDE 2 Internacionalização 3 Investimento Produtivo 2 Incentivos Fiscais SIFIDE

Leia mais

N REQUISITOS OBSERVAÇÕES

N REQUISITOS OBSERVAÇÕES N REQUISITOS OBSERVAÇÕES 01 02 03 04 05 06 07 A - MANUTENÇÃO E SUPORTE A empresa fornece produto de software com Verificar se a empresa fornece manual do produto (instalação), documentação de suporte ao

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

Regulamento do Green Project Awards

Regulamento do Green Project Awards Regulamento do Green Project Awards A GCI em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente e a Quercus Associação Nacional de Conservação da Natureza, institui um Prémio de reconhecimento de boas práticas

Leia mais

PROGRAMA ESCOLA + Voluntária

PROGRAMA ESCOLA + Voluntária PROGRAMA ESCOLA + Voluntária 1. Apresentação O voluntariado é considerado como uma atividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando de

Leia mais

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo Preâmbulo A, no enquadramento legal do artigo 241º, da Constituição da República Portuguesa, e da Lei 75/2013, de 18 de Setembro, é um espaço dinamizado por um corpo de voluntários, com o apoio e promoção

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

Prospeção e Desenvolvimento de Novos Negócios

Prospeção e Desenvolvimento de Novos Negócios Internacionalização ÍNDICE Breve Introdução da Visabeira Ambições e Objetivos na Internacionalização Prospeção e Desenvolvimento de Novos Negócios Implementação de Negócios Internacionais Modelo de Criação

Leia mais

VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho da AEVA

VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho da AEVA VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho da AEVA A importância da formação O caso prático da Soares da Costa Tânia Pereira da Silva Divisão de Prevenção e Segurança 9 / Abril / 2015 Quem somos? Quem

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Estiveram presentes 98 técnicas em representação de 66 Instituições.

Estiveram presentes 98 técnicas em representação de 66 Instituições. 1. No dia 4 de Dezembro, a União Distrital de Santarém em parceria com Segurança Social, levou a efeito o ultimo dos 5 encontros realizados em várias zonas do distrito, sobre o tema "Encontros de Partilha",

Leia mais

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS Os Indicadores Ethos são uma ferramenta de gestão, de uso gratuito, que visa apoiar

Leia mais

REGULAMENTO GERAL COMISSÃO ORGANIZADORA PATROCINADOR DE OURO CO-FINANCIAMENTO PATROCINADOR DE PRATA

REGULAMENTO GERAL COMISSÃO ORGANIZADORA PATROCINADOR DE OURO CO-FINANCIAMENTO PATROCINADOR DE PRATA REGULAMENTO GERAL COMISSÃO ORGANIZADORA PATROCINADOR DE OURO CO-FINANCIAMENTO PATROCINADOR DE PRATA PNAM REGULAMENTO GERAL VALORES E NORMAS REGULAMENTARES GERAIS DO 1. ORIGEM, OBJETIVOS E PERIODICIDADE

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6 PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2016 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 1. Princípios de Ação.4 2. Recursos Organizacionais.4 3. Recursos Humanos 5 4. Recursos Físicos

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros Regulamento do Programa de Estágios Curriculares no Ministério dos Negócios Estrangeiros Preâmbulo Na sequência do acordo tripartido celebrado entre o Governo e os parceiros sociais em junho de 2008 e

Leia mais

Campanha EcoAtitude AdP Sensibilização para a Ecoeficiência

Campanha EcoAtitude AdP Sensibilização para a Ecoeficiência Campanha EcoAtitude AdP Sensibilização para a Ecoeficiência 1 Campanha EcoAtitude AdP Sensibilização para a Ecoeficiência O Grupo Águas de Portugal desempenha um papel fundamental na sociedade, estando

Leia mais

II Edição 2014/2015 - REGULAMENTO -

II Edição 2014/2015 - REGULAMENTO - II Edição 2014/2015 - REGULAMENTO - Iniciativa de: Com o apoio de: 1. Apresentação O voluntariado é considerado como uma atividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 Biblioteca Escolar GIL VICENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE ESCOLA GIL VICENTE EB1 CASTELO BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 As atividades constantes do presente

Leia mais

Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal

Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal INSCRIÇÕES ABERTAS NOS SERVIÇOS ACADÉMICOS!!! Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal Reabilitação Urbana e do Património Edificado

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

Inovação Produtiva PME

Inovação Produtiva PME Inovação Produtiva PME Objetivos Promover a inovação no tecido empresarial, traduzida na produção de novos, ou significativamente melhorados, bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis diferenciadores

Leia mais

Matriz de Responsabilidades. PAE: Programa Aproximar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal

Matriz de Responsabilidades. PAE: Programa Aproximar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal A - Políticas Educativas A2. Políticas de avaliação institucional A1. Planeamento Estratégico A3. Relação escola/comunidade 1 Definição geral de políticas educativas nacionais Informado Informado 2 Definição

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES...

PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES... PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 3.1. FASE DE PLANEAMENTO (PRÉ-OBRA)...5 3.2. FASE DE CONSTRUÇÃO...5 3.2.1. Deposição

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020 COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA 2014-2020 18-11-2015 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, IP-RAM MISSÃO Promover o desenvolvimento, a competitividade e a modernização das empresas

Leia mais

Matriz de Responsabilidades. Descentralizar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal

Matriz de Responsabilidades. Descentralizar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal A3. Relação escola/comunidade A - Políticas Educativas A2. Políticas de avaliação institucional A1. Planeamento Estratégico 1 Definição geral de políticas educativas nacionais 2 Definição do Plano Estratégico

Leia mais

Inovação Empreendedorismo Qualificado e Criativo

Inovação Empreendedorismo Qualificado e Criativo Inovação Empreendedorismo Qualificado e Criativo Objetivos Promover o empreendedorismo qualificado e criativo Tipologias de Projetos 1. São suscetíveis de financiamento os projetos das PME, com menos de

Leia mais

CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO

CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1.º Âmbito das iniciativas de apoio a empreendedores emigrantes O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe

Leia mais

Regulamento do Green Project Awards

Regulamento do Green Project Awards Regulamento do Green Project Awards A GCI em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente e a Quercus Associação Nacional de Conservação da Natureza, institui um Prémio de reconhecimento de boas práticas

Leia mais

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA?

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA? INVENTARIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE AVIFAUNA DA RESERVA NATURAL LOCAL DO PAUL DE TORNADA - Quais os objetivos da tarefa? Manter, incrementar e divulgar os valores naturais da Reserva Natural Local do Paul de

Leia mais

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO A Lei nº 31/2012, de 20 de Dezembro, veio aprovar o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações para a autoavaliação

Leia mais

NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP. Outubro 2014

NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP. Outubro 2014 NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP Outubro 2014 EDP Valor Direção de Segurança e Saúde Outubro de 2014 Agenda 1. O Grupo EDP 2. O Sistema de Gestão da

Leia mais

OBJETIVO GERAL DA FUNÇÃO

OBJETIVO GERAL DA FUNÇÃO PROGRAMA DE COOPERAÇÃO EM MOÇAMBIQUE FUNÇÃO: Técnico de Capacitação Institucional (TCI) LOCALIZAÇÃO: Moçambique, Província de Nampula DURAÇÃO: 17 meses (datas prováveis: 1 de agosto de 2015 a 31 de dezembro

Leia mais

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS. Conteúdo

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS. Conteúdo Conteúdo O Instituto Ethos Organização sem fins lucrativos fundada em 1998 por um grupo de empresários, que tem a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente

Leia mais

O desafio da gestão da segurança e saúde no trabalho na indústria

O desafio da gestão da segurança e saúde no trabalho na indústria 7 de Maio 2013 O desafio da gestão da segurança e saúde no trabalho na indústria Realidade da SST em Portugal Parte I A realidade das empresas em SST pode ser analisada com base nos dados conhecidos sobre:

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS Fundação Alentejo no Alentejo e para o Alentejo, um projeto para além da esperança Fernanda Ramos 1992 Aprovado na reunião do Conselho de Administração da FA Novembro

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DO CARTAXO. Preâmbulo

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DO CARTAXO. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DO CARTAXO Preâmbulo As Autarquias Locais são os órgãos que, devido à sua proximidade com a população, mais facilmente podem criar condições para uma efetiva

Leia mais

Política de investimento na Comunidade

Política de investimento na Comunidade Política de investimento na Comunidade Galp Energia in NR-006/2014 1. ENQUADRAMENTO Na sua Política de Responsabilidade Corporativa, aprovada em 2012, a GALP ENERGIA estabeleceu o compromisso de promover

Leia mais

O grupo das. empresas da família. Janz resultaram da. Bruno Janz Herdeiros. SA fundada em 1915. pelo Engº Bruno Janz.

O grupo das. empresas da família. Janz resultaram da. Bruno Janz Herdeiros. SA fundada em 1915. pelo Engº Bruno Janz. O grupo das empresas da família Janz resultaram da Bruno Janz Herdeiros SA fundada em 1915 pelo Engº Bruno Janz. Prestação de serviços na área dos Recursos Humanos, da Contabilidade e Gestão Finaceira

Leia mais

Plano de Atividades 2014-15. Gabinete de Serviço Social

Plano de Atividades 2014-15. Gabinete de Serviço Social Plano de Atividades 2014-15 Gabinete de Serviço Social 1. Voluntariado e Dinamização da Comunidade 1.1. Clube Social 1.2. Projeto Conhecer a Terceira Idade 1.3. Campanha de Natal 1.4. Campanha Papel por

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Vendas Novas. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Vendas Novas. Preâmbulo Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Vendas Novas Preâmbulo Enquanto autarquia local, a Câmara Municipal deve promover a participação dos seus munícipes nas decisões relativas ao destino do

Leia mais

CANDIDATURAS ABERTAS:

CANDIDATURAS ABERTAS: Resumo das candidaturas aos Sistemas de Incentivos QREN CANDIDATURAS ABERTAS: Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico Tipologia de Projectos Abertura Encerramento Individuais

Leia mais

EDITAL Nº 21/10. Regulamento

EDITAL Nº 21/10. Regulamento MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 21/10 Regulamento - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna público que, por deliberação deste órgão

Leia mais

Portugal 2020. CCILC, Junho 2014

Portugal 2020. CCILC, Junho 2014 Portugal 2020 CCILC, Junho 2014 Internacionalização: Quando? Para Quem? PME Organizações Onde? Regiões Como valorizar? + RH +Inovação O Quê? Que Investimentos? Quais? Temas Prioridades Objetivos Internacionalização:

Leia mais

MASTER EXECUTIVO GESTÃO ESTRATÉGICA

MASTER EXECUTIVO GESTÃO ESTRATÉGICA Pág.: 1/10 HISTÓRICO DO DOCUMENTO / EMISSÃO Data Ver. Objeto da Revisão Elab. / Verif. (Função / Nome / Assinatura(*)) C. Técnicocientífica/ S. Iglésias Aprovação (Função / Nome / Assinatura(*)) Diretora/

Leia mais

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias:

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias: REGULAMENTO Introdução O Prémio Healthy Workplaces - Locais de Trabalho Saudáveis pretende reconhecer e distinguir as organizações portuguesas com contributos notáveis e inovadores para a segurança, o

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita Foi aprovado pela tutela no ano de 2008 o Regulamento Interno do Centro Hospitalar do Porto que passou a reger a

Leia mais

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha.

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha. A Câmara Municipal procura ser um exemplo de bom desempenho ambiental. A gestão ambiental da autarquia promove, através de um conjunto de projectos, a reciclagem junto dos munícipes e dos seus trabalhadores.

Leia mais

ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS

ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS I. Objetivo ATUALIZAÇÕES As Declarações Ambientais (DA) elaboradas no âmbito do Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria, devem

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS Documento aprovado por deliberação do Conselho Superior em 16 de julho de 2014 P á g i n a 0 REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORIZAÇÃO PROFISSIONAIS

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

PRÉMIO DE BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE

PRÉMIO DE BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE PRÉMIO DE BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE REGULAMENTO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Edição de 2015 1 Introdução A edição do ano de 2015 do Prémio de Boas Práticas em Saúde (PBPS), pretende, como sempre, acompanhar

Leia mais