Atravessando fronteiras

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2 Editorial Editores Eliane Domingos de Sousa Vera Cavalcante Redatores Angelo Cnop Cidinei Luiz Cassol Claudionei de Aguiar Emanuel Negromonte Enrique Amestoy Bassi Fernando Vaz de Lima Pereira Francisco Morvan Bliasby Gilberto Schiavinatto Julio Cesar Medeiros de Castro Keith Curtis Luiz Claudio Malafaia Pacheco Marcos Severiano Reuber Silva Thiago R. M. Bitencourt Vera Cavalcante Tradução David Jourdain Olivier Hallot Revisão Olnei Augusto Araujo Vera Cavalcante Atravessando fronteiras Qual foi nossa surpresa ao receber a colaboração de Keith Curtis, um ex programador da Microsoft, que atendeu a um chamado que fizemos nas listas internacionais para que colaborassem com artigos para essa edição. Ele nos presenteia com um artigo em que descreve sua colaboração para o código do. Veja que isso reflete como as pessoas estão se dando conta de que, o trabalho colaborativo e voluntário, é extremamente dignificante e significante para diminuir as diferenças. E a cada nova edição, vamos descobrindo coisas muito interessantes sobre a utilização do nas empresas. O interesse em comunicar, ao quatro ventos, também é crescente. Houve um tempo em que isso era dito em voz baixa. Hoje isso soa em terra, no ar e ao mar. Um exemplo é a EMGEPRON empresa Diagramação Eliane Domingos de Sousa Vera Cavalcante pública vinculada ao Ministério da Defesa. Usa o, bem Capa Leandro Ferra - (Quadro-chave Produções Livres) documentos. Prova que o adequa-se a todas as Contato como, criou extensões necessárias para utilização em seus necessidades. Quer outro exemplo de utilização? Há o artigo da Cooperativa Central de Crédito Rural Cresol que utiliza o para facilitar e agilizar o trabalho diário de seus Redação colaboradores. A revista Magazine é desenvolvida somente com ferramentas livres. Programas usados: Draw, Inkscape e Gimp. Além do assunto, Gimp e Arduino são assuntos nessa O conteúdo assinado e as imagens que o integram, são de inteira responsabilidade de seus respectivos autores. Não representam necessariamente a opinião da Magazine e de seus responsáveis. Todos os direitos sobre as imagens são reservados a seus respectivos proprietários. edição. E países vizinhos que estão construindo leis sobre a utilização de software livre e o ODF em seus órgãos públicos, além de sediar eventos importantes para discussão e troca de conhecimentos sobre o assunto. Um texto sobre a vulnerabilidade de nossas informações e outro sobre como as pessoas se comportam em redes na internet. Boa leitura! Agradecemos a todos que contribuíram para essa edição. Vera Cavalcante Magazine Abril 2

3 Índice Mundo Libre Inovação na EMGEPRON com o uso do 05 Migração e utilização do em uma Cooperativa de crédito 12 Repensando a automação O problema com macros e UNO, no 15 Patches para um HiDPI 27 Eventos: Participação da Comunidade 39 Como Fazer Convite de casamento moderno 43 Como usar o modelo de cartão de ponto do Escritório Aberto 53 Trabalhando com formulários de dados no Calc 59 Otimizando o tempo com a função CONT.SE 64 Espaço Aberto Software Livre e Formatos Abertos no Uruguai 68 AVANZA 74 Comando simples do Arduino 80 Arquivos, senhas e Snowden: a era da conspiração chegou 88 GIMP: uma poderosa ferramenta de edição de imagens 92 Por que as pessoas são tão agressivas na internet? 96

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5 Mundo Libre Ar tigo Por Luiz Claudio Malafaia Pacheco e Julio Cesar Medeiros de Castro Magazine 5

6 Mundo Libre Ar tigo A Empresa Gerencial de Projetos Navais - EMGEPRON, é uma empresa pública, vinculada ao Ministério da Defesa, por intermédio do Comando da Marinha do Brasil, criada em Tem como finalidades principais: Promover a Indústria Militar Naval Brasileira; Gerenciar projetos integrantes de programas aprovados pelo Comando da Marinha; e Promover e executar atividades vinculadas à obtenção e manutenção de material militar naval. No ano de 2009, a Marinha do Brasil aderiu ao Protocolo Brasília, entrando para o rol dos órgãos públicos comprometidos a adotar o formato Open Document Format - ODF, o que a capacitaria, em futuro próximo, a tramitar documentos eletrônicos editáveis entre si. Com o intuito de atender as diretrizes e recomendações do Plano de Implantação de Software Livre da Marinha- PISL-MB, que tem como propósito a otimização do emprego de recursos de Tecnologia da Informação TI, aliada ao aumento do nível de segurança e a maior independência tecnológica, a EMGEPRON iniciou a migração para o nas estações de trabalho. Um estudo sobre a viabilidade do processo de migração dos aplicativos da antiga ferramenta comercial para a Suíte, realizado pelo Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação TIC da EMGEPRON constatou que, além da grande economia com a aquisição de licenças (o é gratuito), a mudança para uma mentalidade de constante busca por soluções inovadoras, que atendam as necessidades da empresa com a melhor relação de custo x benefício, foi o maior ganho para todos. Isso porque, durante o processo de transição, 80% das dificuldades encontradas pelo Departamento de TIC estavam na resistência dos usuários na adaptação ao novo aplicativo. Como se sabe, toda mudança gera um desconforto inicial mas, com o tempo, os processos tornam-se naturais e entram na rotina. Para amenizar a resistência, o Departamento de TIC capacitou sua equipe de suporte técnico e ministrou, semanalmente, treinamentos aos usuários, apresentando as diferenças e as vantagens do novo aplicativo. Magazine 6 6

7 Mundo Libre Ar tigo Treinamentos Capacitação em Rio de Janeiro 2013 Capacitação em Rio de Janeiro / 2013 Capacitação em São Paulo / Capacitação em São Paulo / Além disso, o Departamento de TIC inovou ao desenvolver extensões personalizadas para o editor de texto Writer, que facilitaram a elaboração e a padronização de documentos e agilizaram os processos internos. São elas: Magazine 7 7

8 Ar tigo Mundo Libre Menu Personalizado Botão de atalho na barra Barra de Menu de ferramentas Padronização de modelos EMGEDOCS: disponibiliza modelos de Ofícios, Cartas e outros leiautes documentos padronizados, formatados Normas de conforme com já as Documentos Administrativos da Marinha do Brasil NODAM. Magazine 8 8

9 Ar tigo Mundo Libre Padronização de modelos PAGINATOR: oferece ao usuário página pré- uma formatada, nos padrões de cabeçalho, rodapé e numeração de página, que devem constar nos documentos da EMGEPRON. FISCALDOCS: proporciona aos usuários todos os 27 documentos necessários para a fiscalização de contratos, de acordo com a Norma de Procedimento de Fiscalização de Acordos Administrativos da empresa. Magazine 9 9

10 Ar tigo Mundo Libre Atualmente, todos os computadores da sede da EMGEPRON, aproximadamente 240, estão com o instalado e todos os documentos editáveis enviados à Marinha do Brasil, por meio de Ofícios e Cartas, possuem o formato ODF. Em um futuro próximo todos estarão, efetivamente, operando a ferramenta e isto representará ao final do projeto, para a empresa, uma economia de aproximadamente R$ ,00 (duzentos e setenta e três mil reais). Luiz Claudio Malafaia Pacheco - Analista de Sistemas. Chefe do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação da EMGEPRON. Julio Cesar Medeiros de Castro - Analista de Redes. Chefe da Divisão de Infraestrutura de Tecnologia da Informação da EMGEPRON. Magazine 10 10

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12 Ar tigo Mundo Libre Por Cidinei Luiz Cassol Migração e utilização do em uma Cooperativa de crédito A Cresol Central SC/RS é uma cooperativa central de crédito rural, formada pela filiação de 34 cooperativas singulares, que operam nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Estas cooperativas juntas, possuem sócios, depósitos totais de R$ 398,2 milhões, capital social de R$ 112 milhões, ativos totais de R$ 881,8 milhões e uma carteira total de R$ 614,4 milhões. Atualmente existe um projeto de expansão em andamento que prevê a filiação de algumas cooperativas situadas no nordeste brasileiro. A central é composta por 41 colaboradores nos diversos setores de sua estrutura. O tem uma utilização intensa em nossas atividades, e o Calc Magazine principalmente, até mesmo pelas atividades exercidas, como cálculos de parcelas, cálculo de financiamentos, planilhas de controles, relatórios de valores com gráficos, entre outros. Também trabalhamos com o Writer, onde temos os documentos padrões préformatados com paginação, capa, cabeçalho, rodapé e fontes, fator que facilita e agiliza o trabalho. Outra utilização que temos é do Impress, onde produzimos vários modelos de apresentação de nossa cooperativa para agentes internos e externos. Desde o início da utilização, tivemos resistência de alguns usuários, pois anteriormente era utilizado o pacote Office da Microsoft. Neste caso, passar a utilizar o os 12 12

13 Mundo Libre obrigaria a sair da sua zona de conforto, e ainda, o colaborador teria que se adaptar com uma nova ferramenta. Com o passar dos tempos, ocorreu de vários colaboradores adotarem a prática de trabalhar com o, até mesmo porque este é a nossa suíte oficial e homologada pelo TI para o uso interno. Outra dificuldade que enfrentamos, foi a migração de algumas planilhas legadas que possuíamos, Neste caso, nossa dificuldade foi fazer funcionar alguns mecanismos mais complexos existentes dentro destes documentos. Passada estas dificuldades, temos ainda poucos arquivos para finalizar nossa migração completa, que é o nosso objetivo. Em suma, a migração para uma plataforma diferente da comumente utilizada apresentou até o momento duas dificuldades principais no nosso Ar tigo caso, que foram, inicialmente a resistência dos usuários acostumados com a outra ferramenta e em um segundo momento a migração efetiva. Contudo, esta segunda é ligeiramente mais branda em relação a primeira. O processo de migração não é algo simples, pois envolve vários detalhes que precisam ser testados e aprovados. Além disto, geralmente não se tem um período possível em que se pode dizer: Vamos parar todas as atividades e fazer a migração neste mês. Isto se deve ao fato que na Cresol Central SC/RS, o setor de TI não é o carro-chefe, pois a nossa finalidade é o crédito rural. Contudo possuímos um papel importante neste processo e precisamos trabalhar sempre para garantir que as ferramentas funcionem e que o fluxo das tarefas seja cumprido dentro do prazo e sem erros. Cidinei Luiz Cassol Técnico Agrícola pela EAFC. Bacharel em Sistemas de Informação pela UNOESC. Trabalhou na empresa Datatransp Sistemas começando como estagiário, e depois como Programador de Sistemas. Atualmente é Analista de Sistemas e Coordenador do setor de TI na Cresol. Magazine 13 13

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15 Mundo Libre Ar tigo Repensando a automação O problema com macros e com o UNO, no Por Francisco Morvan Bliasby Neste tomo, discorreremos sobre Automação no e faremos um pequeno, porém, acreditamos, oportuno questionamento sobre a implementação dos recursos de Automação no, seus problemas e o que pode e deve ser melhorado. Veremos quais as linguagens utilizadas no, para Automação, e como estas são implementadas, e também como estas interagem com o UNO. A linguagem mais acessível, do ponto de vista de haver uma menor curva de aprendizagem, é o Basic. Considere, porém, que o Basic da Sun, ou OOBasic, ou ainda qualquer fork deste é totalmente diverso, no que concerne a API, do Basic padrão Microsoft. Magazine Então, mesmo no Basic, existe uma curva de aprendizagem. A boa notícia é que o motor de macros da suíte aceita, trabalha, de modo nativo, com outras linguagens, que são muito mais poderosas e flexíveis que o Basic. Por exemplo, você pode trabalhar seguramente no com o JavaScript e com o Python. O Python é a linguagem que defendemos, se você considerar um conhecimento prévio e uma curva de aprendizagem que teria que ser percorrida para alguém com pouco ou nenhum domínio em Basic. O Python ainda se torna a linguagem correta pela sua capacidade de trabalhar de modo bastante elegante na API do, podendo interagir em 15 15

16 Mundo Libre uma camada de acesso à manipulação de objetos, de forma global, com recursos comparáveis, em termos de profundidade, à utilização do Java. UNO - Universal Network Objects O UNO é um Modelo de Acesso Universal a Componentes da Suíte e suas congêneres. Segundo a sua definição, na Wikipedia, Universal Network Objects (UNO) is the component model used in the OpenOffice.org and computer software application suites. It is interface-based and designed to offer interoperability between different programming languages, object models and machine architectures, on a single machine, within a LAN or over the Internet. Users can implement or access UNO components from any programming language for which a language binding exists. Complete UNO language bindings exist for C++ (compiler-dependent), Java, Object REXX, Python, and Tcl. Bindings allowing access, but not writing, to components exist for StarOffice Basic, OLE Automation and the.net Common Language Infrastructure. Magazine Ar tigo Universal Network Objects operate within the UNO Runtime Environment (URE). UNO is released under the terms GNU Lesser General Public License (LGPL) as free and open source software. O UNO foi, do ponto de vista de sua concepção, uma ideia genial de Unificação de Métodos de Acesso Universal a Objetos da Suíte; uma sacada de mestre, por assim dizer, que, se tivesse sido plenamente implementada, resolveria, de vez, o problema da criação de macros no. Mas, não. O UNO ora só funciona se o usuário tiver muito domínio de Java ou C, pois a sua implementação é feita nestas linguagens, bem como o seu acesso pleno. Quando o usuário invoca o Gravador de Macros (Macro Recorder), ele está, na verdade, invocando um serviço UNO (o qual, vez por outra, falha, pois, pela sua própria filosofia de implementação, visa isolar o usuário dos seus bastidores). O Gravador de Macros não grava os objetos da API do, e sim chamadas UNO. O UNO nos comunica os seus objetos e serviços de forma estanque, inacessível ao usuário comum, via 16 16

17 Mundo Libre Dispatchers. Os Dispatchers são padrões de entrega de requisições que, se tivessem sido implementados para dispor os seus objetos, propriedades e métodos, e não um serviço genérico, encapsulado, seria muito bom. A concepção inicial do Dispatcher do UNO era ser uma via dupla entre o usuário e a API, provendo meios universais de acesso e de requisição de informações. Na verdade, o UNO as vezes nos traz informações incompletas. Quando se salva um documento através do mouse, clicando no ícone do disquetinho, ou através do atalho Ctrl & S ou até utilizando-se o menu Arquivo > Salvar, para o UNO, deveria ser gerado (e o é, neste caso) o mesmo Dispatcher. Já quando, via Macro Recorder, tenta-se salvar um arquivo, utilizando-se uma Caixa de Diálogo para fornecer um nome, uma localização e um formato, o UNO falha. A passagem de parâmetros é incorreta. O UNO não grava as opções do usuário em forma de objetos ou de propriedades. Se chamar a macro, ela exibirá, fatalmente, a Caixa de Diálogo, pois esta não reteve as propriedades de quando feito o salvamento da macro. Magazine Ar tigo O UNO, é, em última instância, uma abstração de métodos, tornando possível executar métodos e emitir Dispatchers de forma universal, isolado, assim do Sistema Operacional, da arquitetura da máquina, enfim, o universal aqui significa independência. Mas o que havia sido concebido para trazer universalidade e liberdade ao usuário acabou por ser uma camisa de força para o desenvolvedor de macros. O desenvolvedor ficou sem acesso à API (documentação escassa) e sem acesso aos componentes do engine do. Ressalte-se que o Macro Recorder só grava suas requisições de Chamadas UNO em Basic, justamente a linguagem com mais limitações, em nível de API. Problemas na passagem de parâmetros e implementação ausente em aplicativos, como o Draw e o Impress completam a lista de deficiências do Macro Recorder. À guisa de exemplo, uma simples macro, chamada PrintCurrentPage, há pouco tempo, esteve na relação de bugs do. Ela, como se depreende do próprio nome, imprime a página atual no. Observe o seu pequeno código: 17 17

18 Mundo Libre Pois bem. Esta macro esteve envolvida em um problema clássico do UNO: a passagem de parâmetros para e das Caixas de Diálogo. Em versão anterior do, a passagem dos parâmetros estava correta; na próxima versão, não. Daí a macro não funcionava mais. O problema está resolvido, nestas últimas versões do. Magazine Ar tigo Apenas falamos sobre este problema clássico, já que esta macro enfrentou, além do problema descrito, um caso de reversão, que é quando algo já está corrigido e algum programador reembute código com o problema, criando um ciclo de conserta / quebra. Daí o nome reversão. Problema já resolvido, felizmente

19 Ar tigo Mundo Libre Alternativas ao UNO XRay Como alternativa, recomenda-se aprender a utilizar a API. Na internet tem algumas fontes, escassas, sabemos, mas que devem ser buscadas. Escrever o código em Python, Java ou em C, quando se tratar de funções complexas. Uma vez que o VB não é capaz de modificar Objetos UNO, apenas recuperá-los, e tem muito pouca interação com a API do, seu uso não é recomendado, pelo menos para desenvolvimento. Para pequenas macros, claro que o OOVB ajuda. Mas, além das dificuldades na implementação do OOBasic, há o problema do UNO e de seus bindings incompletos ou deficientes, como veremos a seguir. Uma alternativa ao programador é a utilização do XRay. O XRay é um utilitário indispensável ao desenvolvedor, do mediano ao avançado. Consiste em uma ferramenta de inspeção de métodos, propriedades, objetos, passagem de parâmetros, semáforos, etc. Foi desenvolvido e é mantido por Bernard Marcelly. Ao baixar o utilitário, baixa-se, na verdade, um arquivo.odt, que é o próprio instalador do XRay. Lembre-se de deixar, em Ferramentas > Opções > Segurança, habilitada a execução de macros. Na Seção de Endereços Úteis deste tomo é fornecido o linque para baixar o XRay. Janela do XRay Magazine 19 19

20 Ar tigo Mundo Libre Dispatch to API Macro Recorder Outra ferramenta útil é o "Dispatch To API Macro Recorder", mantido (infelizmente, sem nenhum upgrade desde 2006) pelo programador Paolo Mantovani. Este utilitário, instalado via dois pacotes, provê um tradutor do UNO para a API do. Uma desvantagem desta ferramenta é que ela ainda provê poucos métodos traduzíveis para a API e também o fato de ela só fazer traduções dos métodos do Calc. A razão desta ferramenta só prover interface utilizável para o Calc é porque o UNO implementa métodos inconsistentes para o Calc e para o Writer, por exemplo, com relação a seleções e ainda métodos diferentes para a 'seleção de seleções', já que falamos, aqui, de Coleções, via mouse ou via teclado. No caso do Draw e do Impress, o Gravador de Macros sequer está implementado. Além de o Macro Recorder só prover suporte via OOBasic, a linguagem que oportuniza menos acesso e menos privilégios aos escaninhos da API. Esta página, do Wiki do OpenOffice.org, contém uma descrição profunda, mesmo que sucinta, do problema da implementação de um UNO realmente universal e eficaz. Magazine Access2Base: sensata uma abordagem A partir da versão 4.1 do, os desenvolvedores adotaram uma abordagem inteligente, sensata, com relação ao trabalho com Bancos de Dados e sua ferramenta Base: a implementação de uma robusta biblioteca de métodos invocados a partir de uma API totalmente baseada no MSAccess. Até então, o método de se trabalhar com o Base, em termos de scripting, era, como se sabe, através de Objetos UNO. Com todos os percalços e limitações ora expostos. Sensata porque a curva de aprendizagem para novos métodos, funções, API, Coleções, etc, não pode ser relegada. A página do Access2Base exara, textualmente: Estamos falando em migração de pessoas, não de dados. O intuito aqui é, claramente, aproveitar a base de conhecimento de pessoas que domina[va]m o MSAccess e, ao tentar migrar para o Base, com nova Interface de Modelos de Objetos, nova sintaxe, novos Assistentes, reconhecidamente menos intuitivos, não obtiveram sucesso ou simplesmente desistiram. Quem já tentou fazer uma Consulta com o HQSQL e com o Assistente do Access sabe sobre o que se fala

21 Mundo Libre Na página sugerida há exemplos de chamadas de procedimentos via clássica ou via Access2Base, para efeito de comparação. É uma questão de se copiar o que é bom e funciona. O MSWord copiou, sem qualquer cerimônia, o Sumarizador do. Quem utilizou o Word até a versão 2003 sabe o malabarismo que era fazer um simplíssimo sumário, nem se cogitando outras modalidades de Índices. Os arranjos, gambiarras, como tabelas com linhas não-aparentes eram recorrentes; quem aprendeu a fazer um sumário no, vai se sentir em casa nas novas versões do MSWord, todas elas utilizando a abordagem de Estilos, como ficou padronizado, no e congêneres. Daí, a pergunta que não quer calar: por que não estender a utilização do Basic com as Chamadas de Funções, Sistemas e Métodos a la MS a toda a Suíte, inclusive o Draw e o Impress? Reescrever o que for necessário, mantendo a compatibilidade com o UNOOM? Se se considerar que o Base requer muito mais scripting do que os outros componentes da Suíte, haja vista o trabalho de um SGBD excede, em muito, a utilização de métodos e Magazine Ar tigo propriedades disponibilizados de modo estanque. Há situações em que a implementação de algoritmos é mandatória. Nem tudo pode ser disponibilizado tão somente através das funções e métodos já embutidos. Necessário disponibilizar uma forma de acesso aos meandros da programação da Suíte que seja universal, mesmo. Que não seja scriptable tão somente via Basic, em qualquer que seja o dialeto. Para deixar bem aclarado: a Instanciação, seja de Métodos, de Propriedades e ou de Classes no MSBasic é muito mais simples e direta do que no OOBasic. Uma Interface acessível, documentada, via Python, seria o Estado da Arte, pois quem não tem domínio pelo Basic não teria problema com curva de aprendizagem. Fica a sugestão para os desenvolvedores desta bela Suíte de escritório, a qual, sem nos darmos conta, é um majestoso exemplo de solidariedade e conhecimento comunitário. Como Localizar as Minhas Macros O armazena as macros em diretórios padrão, a não ser, claro, que você tenha modificado as rotas dos arquivos; no caso do Linux, 21 21

22 Ar tigo Mundo Libre os arquivos de macros estarão na rota /home/nomeusuario/.config/libre office/version/user/basic/ - observe que temos, antes do nome, config, um ponto. Arquivos iniciando com ponto não são visíveis, normalmente. Para visualizar a rota, digite-a como está ou, no seu navegador, pressione Ctrl & H (no Dolphin, do KDE, digite ALT Esquerdo &. (ponto) e o Doplhin exibe, alternadamente, os arquivos ocultos. O Version, na path informada, se refere à versão do. Ajuste-a convenientemente. No Windows, supondo que estamos no Windows 7, a rota para os arquivos de configuração é Unidade:\Users\NomeUsuario\App Data\... É importante saber destes detalhes, tanto por motivos técnicos como para fazer cópias de segurança de suas macros. O recurso de gravação de macros no vem desabilitado, por padrão. Para habilitá-lo, acione o menu Ferramentas > Opções > Avançado. Deixe habilitadas as duas Caixas de Opção, como na figura a seguir: Magazine 22 22

23 Ar tigo Mundo Libre Observe que o sempre tem tratado, até ora, o recurso de gravação de macros como experimental e também como limitado. De fato, há muitos recursos a implementar, ainda, como veremos, com relação ao UNO. Não esqueça, também, nesta mesma Caixa de Diálogo, em Segurança, deixar a execução das macros habilitada em modo Médio (este modo vai pedir confirmação de execução de macros desconhecidas). Após criar sua macro, testá-la e ver que está funcionando, nada melhor do que atribuir um botão em uma Barra de Ferramentas ou a um item de menu. Você pode rodá-la a partir da linha de comando, também, desde que a configuração de segurança do esteja feita de modo a permitir rodar macros. Não desceremos ao nível de especificação de nenhuma das linguagens aceitas pelo, pois o intuito deste tomo é discutir o UNO, a API e a filosofia por trás da decisão de utilizar o UNO no gravador de macros. Executando suas macros em linha de comando Magazine Para executar uma macro a partir da CLI - (Command Line Interface, Linha de Comando do Cliente), é bem fácil: ou você informa o endereço completo, para executar sua macro a partir da linha de comando, ou digita: soffice.exe macro:///standard. module1.macro1 e confirma (Enter); (a sintaxe acima pressupõe que a sua macro macro1 está no Contêiner Standard e que estamos a operar via Windows; se estivéssemos no Linux, por exemplo, o comando seria soffice), em seguida no Módulo Module1. O ponto separa o nome da macro. Ao executar a macro, o soffice.exe libera o controle do próprio, matando a instância chamada. Macros - Conclusão Como se disse outrora, é importante aprender a programar em nível de API, pois só assim poderemos criar macros robustas e independentes. Por ora, não se sabe o destino do UNO. Se vai crescer e agregar funções e solidez ou se os desenvolvedores irão, enfim, optar por um modelo fortemente baseado em API, expondo sua interface de modo mais universal, menos estanque

24 Mundo Libre Ar tigo Acreditamos que a abordagem utilizada com relação ao Base é algo a se colocar na mesa de debate, pelas suas implicações e pela importância do tema, claro. OpenOffice.org para a Fundação Apache já é um bom augúrio, pois a Oracle não nos ensejaria mudanças pró-software Livre; não é da sua natureza, sabe-se. O 4.X está operando, segundo os próprios mantenedores, a maior limpeza de código, desde a versão 1.0 do OpenOffice.org. Seria o momento perfeito para pensar na filosofia por trás do UNO e de sua própria implementação. Aguardemos esperançosamente que seja o início de uma guinada sem retorno para uma API madura e bem menos afeita aos humores da interface UNO. A própria liberação do código-fonte do Aqui, visou-se a iniciar uma pequena discussão sobre os problemas na implementação dos recursos do atinentes a Automação, não deixando de discutir, breve e superficialmente, o Macro Recorder e o UNO e suas deficiências. Esperamos que o leitor nos sugira caminhos alternativos. Fica aberta, do nosso lado, a discussão acerca deste importante assunto. Endereços úteis aqui você baixa a suíte livre e gratuita e muito mais: complementos, corretores ortográficos, modelos, fórum, etc; não deixe de visitar também o portal internacional da TDF - The Document Foundation; How To do OpenOffice.org (Wiki) - (inglês) contém muitas informações técnicas e HowTo's para toda a Suíte OpenOffice.org; dicas, Escritorio Aberto um local a ser visitado sempre, pois é o local, na wiki do, onde os usuários postam suas contribuições de documentos do (modelos, cartões de visita, controle orçamentário, etc); Lotus Symphony - neste endereço, você faz o download do Lotus Symphony Suíte (IBM), uma suíte livre, como o e o OpenOffice.org; Brief History of SpreadSheets apresenta, em inglês, a história das planilhas eletrônicas, indo aos primórdios, quando poderiam ser implementadas somente em mainframes; Magazine 24 24

25 Mundo Libre Ar tigo Página do Andrew Pitonyak sobre Automação e Macros no LO excelente fonte de consulta para quem procura tópicos avançados em programação de macros; Wiki The Document Foundation Macros página da TDF sobre Macros e elos de ligação para páginas ligadas ao tema; UNO, na Wikipedia Descrição e Definição do UNO, na Wikipédia Iniciando com Macros (Eng) outra página da TDF sobre Macros; básico; mostra rudimentos para construir macros, com ou sem o uso do UNO; Text Document: More Than Just Text rudimentos sobre trabalho com macros e campos de documentos; OpenOffice.org: trabalhando com campos de texto Página muito útil para quem quer treinar com campos de texto; Bernard Marcelly - Macros e o XRay página do Bernard Marcelly sobre a ferramenta XRay. Ferramenta fundamental para o programador que deseja inspecionar e escrever código para o. A partir deste elo é possível fazer a descarga do Xray; Página do Paolo Mantovani sobre o Dispatch to API Macro Recorder esta é a página onde você baixa esta útil ferramenta de programação. Francisco Morvan Bliasby - Pedagogo com Especialização em Orientação Educacional em Recursos Humanos e Prática Organizacional. Trabalha como Técnico em Prospecção em Software Livre, na Seplag Ceará, onde tem a função de Assistente de Administração; trabalhou, durante 5 anos, como Técnico de Suporte. Autodidata em informática e em eletrônica linear. Tem vários trabalhos publicados em sítios sobre informática e eletrônica. Magazine 25 25

26 Magazine Abril 26

27 Mundo Libre Ar tigo Patches para um HiDPI Por Keith Curtis Tradução: David Jourdain Em outubro de 2013, eu comprei um laptop HiDPI para substituir o meu Thinkpad de 5 anos de idade. Com 5,7 milhões de pixels e luz de LED com fundo brilhante, para substituir meu moribundo e escurecido monitor CFL, esta troca fez minha experiência diária de computação muito mais fácil para os olhos. Eu até gostaria de falar um pouco mais sobre este novo monitor. Acontece que eu tenho que ter em mente a comparação com o meu antigo Lenovo, que veio com um layout de teclado inferior incompatível, os drivers Synaptics do mouse são pouco confiáveis, bateria ou disco rígido eram difíceis de substituir, etc. Atualmente, eu uso Arch Linux com Gnome 3.10 no modo Classic. Magazine Gnome é o único que reconhece a tela de alta resolução de forma simples e oferece um bom tamanho de fonte. Ele tem alguns bugs específicos que eu descrevi na minha análise do laptop, mas, em geral, parece bem, embora meio desajeitado. O Firefox precisa de um plugin, antiestrabismo, mas depois a navegação parece aceitável. O próximo problema mais notável para mim foi com o. O texto e os diálogos pareciam bonitos. No Retina Macs, o e outros aplicativos por padrão iniciam em um modo de compatibilidade de autoduplicação, até que uma flag de aplicação seja informada para o sistema operacional, para utilizar a resolução apropriada

28 Mundo Libre Ar tigo No Linux (e no Windows 8.1), o texto parecia uma revista, mas os bitmaps eram muito pequenos, e havia outros problemas. Considerando que o tem centenas de mapas de bits, esta solução temporária pode ser útil por enquanto. O atualmente oferece ícones de ou para a barra de ferramentas, mas os pequenos pareciam joaninhas mortas na tela, e até mesmo os ícones grandes exigiam concentração para reconhecê-los. Além das barras de ferramentas, os controles de barra de status, o navegador, a barra lateral assim como várias caixas de diálogo também tinham bitmaps pequenos. Um dos problemas mais irritantes é que o sublinhado ficava tão fino que você nem percebia se casualmente olhasse para a tela. Por isso, você tinha que olhar com cuidado para ver as linhas, o que lhes causava visão remanescente quando você fechava os olhos. Era de enlouquecer! Um dia (quem sabe?), um conjunto de ícones para a barra de ferramentas possa ser criado, mas enquanto isso não acontece, você pode dobrar sua visualização para torná-lo visualmente razoável e fácil de clicar. Magazine 28 28

29 Mundo Libre E então eu pensei: talvez algum desenvolvedor voluntário no poderia doar um novo hardware para a The Document Foundation, para que eles trabalhassem sobre este problema. O trabalho para o HiDPI ser compatível com o Gnome 3.10 aconteceu por conta de uma doação de computador e, talvez, isso poderia acontecer aqui. E então eu escrevi um para as listas, perguntando se havia interesse, mas não recebi nenhuma resposta pública. Aparentemente, todo mundo já está tão ocupado entregando um novo, promovendo nossa jovem comunidade, resolvendo problemas técnicos, fazendo o funcionar no Android, melhorando a importação e a exportação, reescrevendo a engine do Calc, removendo Java, etc, que ninguém tem tempo para fazer com que o fique esteticamente bom nestes monitores. Há muita coisa sendo feita sem a ajuda de algum rico benfeitor e a comunidade está dividida em diversas atividades. Se você acha que o é incrível, imaginem o que seria se a IBM doasse US$ 10 milhões por ano mais a marca, e não seduzisse os voluntários com doações ingênuas. Magazine Ar tigo (Acredito que se a IBM fosse perguntar ao Watson se deve acabar com o fork, a I.A. recomendaria. Watson apenas está sendo direcionado para os problemas dos clientes, em vez dos seus próprios. Pode-se gastar muito tempo corrigindo FUD escrito nas listas AOO de desenvolvimento. Imaginem, atualmente vivemos em uma sociedade que comemora o divórcio, ao invés do casamento.) Eu considerei a criação de um prêmio em um site, mas decidi avaliar se eu poderia encontrar alguém na comunidade com conhecimentos e que poderia ser persuadido a trabalhar sobre este tema. Parecia que corrigir este bug nas barras de ferramentas seria um grande primeiro passo e senti que ficaria feliz com essa melhoria. Sendo assim, enviei um para Michael Meeks e perguntei se ele conhecia alguém que poderia ter algumas horas extras para dedicar. Ele me colocou em contato com Andrzej Hunt que, escreveu um patch para dobrar o tamanho dos bitmaps da barra de ferramentas. Mas aí eu senti que o sublinhado era a próxima questão prioritária a ser tratada

30 Mundo Libre Decidi eu mesmo verificar o código fonte e ver se eu poderia encontrar o lugar que deveria ser corrigido. Se eu percebesse que poderia fazê-lo, eu compraria um SSD externo para compilar e fazer algumas experiências. Minha primeira parada foi no opengrok.libreoffice.org. É uma maneira simples e rápida para pesquisar o código fonte. Esta é uma das melhores ferramentas do, desde que começaram o uso. Mesmo quando você tem o código em sua máquina local, é melhor usar o seu sistema de forma mais inteligente. A fonte OpenGrok é codificada por cores e tudo é clicável para levá-lo para a definição e as referências, tanto das classes como das funções. Eu não me lembro exatamente quantas buscas fiz, mas finalmente encontrei o código para desenhar "linhas onduladas" (wave lines). Se soubesse desse termo com antecedência, teria sido mais rápido, mas sempre pensei nelas como um sublinhado rabiscado (squiggly underlines) e esse termo não trazia nada. Eventualmente, encontrei rotinas interessantes, como D r a w Te x t, I m p l D r a w Te x t L i n e, Magazine Ar tigo ImplDrawWaveLine, DrawWavePixel, DrawWaveLine, etc. Normalmente, quem lê código tenta entendê-lo, mas a princípio, eu estava apenas tentando descobrir se o código que estava olhando era relevante. O desenha o ondulado como uma propriedade da fonte e como parte de erros de ortografia/gramática e, por outras razões. Por isso, tive que ler o código, entender quem chamou quem, etc. Eventualmente, descobri que DrawWaveLine era a função que eu queria. Chamava-se a partir do final da rotina principal DrawText, que chama a lcl_drawlineforwronglistdata, que passou por uma lista de erros de gramática e ortografia e chama DrawWaveLine para cada área do problema. E nessa rotina, descobri uma pista forte: 5302 if ( nstyle == WAVE_NORMAL ) 5303 { 5304 nwaveheight = 3; Eu sabia que o sublinhado ortográfico era de 3 pixels de altura, por isso, naquele momento percebi que minha busca havia terminado. Decidi gastar dinheiro em um SSD externo para que pudesse fazer o download do 30 30

31 Mundo Libre Ar tigo código, compilá-lo e fazer alterações. A wiki é incrível e o processo de construção é incrivelmente fácil. Aqui estão os comandos que executei depois de instalar as dependências de compilação: $ git clone git://anongit.freedesktop.org/libreoffice/core libreoffice $ cd libreoffice $./autogen.sh --enable-dbgutil --without-java --without-help --without-myspell-dicts $ make (esperar duas horas) $ instdir/program/soffice --writer Com esses passos, eu poderia então executar o e experimentar algumas coisas. Depois de algumas compilações, encontrei o que parecia melhor. Aqui está o primeiro diff que enviei para o dev alias: diff --git a/vcl/source/gdi/outdev3.cxx b/vcl/source/gdi/outdev3.cxx index f3f5a77..6e142fd a/vcl/source/gdi/outdev3.cxx +++ b/vcl/source/gdi/outdev3.cxx -5301, ,12 void OutputDevice::DrawWaveLine( const Point& rstartpos, const Point& rendpos, long nwaveheight; if ( nstyle == WAVE_NORMAL ) { - nwaveheight = 3; + nwaveheight = 5; nstarty++; nendy++; + + nstarty++; //Shift down additional pixel for hidpi screens + //TODO: Probably should be done above, before rotation happens Magazine 31 31

32 Ar tigo Mundo Libre } else if( nstyle == WAVE_SMALL ) { -5320, ,7 void OutputDevice::DrawWaveLine( const Point& rstartpos, const Point& rendpos, nwaveheight = pfontentry->mametric.mnwunderlinesize; ImplDrawWaveLine( nstartx, nstarty, 0, 0, - nendx-nstartx, nwaveheight, 1, + nendx-nstartx, nwaveheight, 2, norientation, GetLineColor() ); if( mpalphavdev ) mpalphavdev->drawwaveline( rstartpos, rendpos, nstyle ); Note que este código não poderia ficar marcado para o como está, porque muda o comportamento para todas as telas, mas ao menos me permitiu testar. Eventualmente, o que é necessário é uma maneira de saber quando usar os diferentes valores, mas não havia nenhuma maneira fácil de obter essa informação. E assim, Michael Meeks me apresentou ao Kendy (Jan Holešovský), que acrescentou um membro para a classe OutDev de baixo nível, que contém o DPIScaleFactor. Em princípio, essa informação é baseado nos DPIs da tela/janela, mas às vezes o sistema operacional retorna apenas 96DPIs Magazine por razões de compatibilidade e, portanto, pode precisar de lógica adicional com base no tamanho da fonte do sistema. Com a barra de ferramentas e o sublinhado ortográfico bem melhor, isso fez com que os problemas restantes ficassem mais visíveis, e isso me motivou a continuar. Decidi como próximo passo olhar para a barra de status. O primeiro controle foi o zoom, que é o que mais uso. Eventualmente, encontrei a classe: SvxZoomSliderControl. Neste caso, eu era capaz de ler apenas as 400 linhas, até que vi as áreas problemáticas. Para começar, ele tinha codificado o tamanho bitmap via #defines

33 Mundo Libre Por isso mesmo, se você conectar um bitmap maior, ele não ficaria adequado. E assim eu corrigi primeiro o controle de trabalho com base no tamanho do bitmap, que faz um desenho maior, se necessário. A mudança foi bastante simples. De lá, fui para os outros controles da barra de status, o navegador, e vários outros lugares, e, até agora, já apresentei uma primeira e uma segunda rodada de correções. O processo foi simples. Primeiro quis encontrar uma área com um problema visual que eu queria trabalhar, e então buscava através do código no OpenGrok até que encontrava o lugar certo, fazia uma mudança, e via como ficava. Vi muito código que eu não entendia, mas as minhas alterações foram em sua maioria simples e seguras. Algumas vezes tinha que executar primeiro um printf para ter alguns diagnósticos, para entender o que estava acontecendo em tempo de execução, pois não há uma IDE com debugging, autocompletar, etc. Algumas vezes, horas de buscas não deram em nada! Eu me sentia como Indiana Jones cavando no deserto. Depois de muita transpiração e esforço, você encontra algumas Magazine Ar tigo coisas, mas pode levar algum tempo para descobrir se o artefato é valioso, como ele se encaixa com outras peças, e assim por diante. A parte do código mais difícil para encontrar foi o triângulo preto na cor da fonte, da barra de ferramentas suspensa, disposto em muitos outros lugares. Eu eventualmente recorria aos comentários de desenho lógico que, me pareciam, poderiam controlar isso. Em um certo ponto, os controles aleatórios de todo o produto não estavam mais visíveis, mas os indicadores suspensos ainda estavam lá. Era o Exterminador de Triângulos. A base de código do é globalmente muito razoável, se comparado com o Microsoft Office. Tem um monte de ferramentas lógicas, pois tenta desenhar visuais nativos de uma maneira multiplataforma. Enviei um aos devs e não recebi nada de volta. Isso não foi uma surpresa, porque as pessoas que escreveram o código de barra de ferramentas não fazem mais parte do grupo de desenvolvedores. Isso acontece ainda com maior frequência no mundo proprietário. Eventualmente, desisti e decidi trabalhar na barra de ferramentas 33 33

34 Ar tigo Mundo Libre das setas duplas, que aparecem quando alguns dos botões não se encaixam. Encontrei rapidamente essa rotina, através da leitura do código das barras de ferramentas, quando descobri como é a situação dos controles, que não têm espaço suficiente. Foi aí então, que encontrei a rotina de desenho, e pude analisar os dados. Com isso, foi possível mudar o código das setas, e começar a compilar. Enquanto eu esperava, decidi dar uma olhada ao redor, e descobri que o código do desenho triangular era a função seguinte, no mesmo arquivo. Não podia acreditar! Eu tinha passado pelo menos 4 horas procurando por ela. Ler através do código, para encontrar o lugar certo para fazer a mudança, pode levar uma quantidade inacreditável de tempo. Uma vez que o lugar certo é encontrado, o diff era mecânico, mas geralmente havia algo interessante sobre cada caso. Depois de encontrar a função certa, geralmente o resto é fácil. Até agora, passei cerca de 40 horas, trabalhando algumas horas por sessão, e corrigindo os itens mais visíveis no código, incluindo a barra lateral. Magazine Complexidade e comunidade O código para suporte a HiDPI está muito longe de terminar, apesar das muitas mudanças que eu já fiz. A maioria do código que fiz acabará por ser substituído! Não deveríamos estar dobrando bitmaps, mas sim ter melhores. A lógica para gerar o triângulo suspenso na barra de ferramentas deve, eventualmente, ser substituída por código que chama o conjunto de ferramentas do sistema operacional, para que ele também pareça mais natural. Essa é uma solução melhor, mas também maior e mais arriscada, e poderia ter implicações para o layout da barra de ferramentas. E eu não tenho ideia de como fazer isso. Sou muito melhor em gerar o com inteiros duplos e bitmaps. Ainda existem mais problemas por resolver, mas também mais e mais pessoas que vão querer o (e outros aplicativos) para trabalhar bem em sua nova atualizado a página wiki, tela. Tenho constantemente bem como tenho mantido a lista dos itens restantes ainda por corrigir. Como exemplo, temos aqui uma correção isolada no 34 34

35 Mundo Libre código de desenho de guia (e-testes hit) na régua. A lógica do desenho começa na linha 874. No Mac, alguém precisa desligar o modo de compatibilidade e ver o que acontece. Na minha velha vida, eu teria contabilizado um Macbook Retina para testá-lo eu mesmo, mas agora, o precisa encontrar alguém para levar este trabalho adiante. Infelizmente, parece que não há nenhum desenvolvedor atual com um ambiente de alta resolução para Windows ou para Mac. Espero que alguém que seja apaixonado por ajudar a tornar o mais bonito para os outros sistemas operacionais apareça em breve. Se você é um desenvolvedor capaz para Mac ou para Windows e tem uma tela HiDPI e gostaria de cair dentro, assim como eu fiz, entre em contato comigo e nós poderemos trabalhar em conjunto. Eu não fiz este recurso para o 4.2.0, por isso, não creio tenhamos qualquer publicidade automática decorrente desse processo, mas acredito que ele possa entrar no e ser anunciado em seguida. O faz um novo lançamento ao menos uma vez por mês, e cada novo lançamento você Magazine Ar tigo poderá encontrar nos repositórios do Arch Linux automaticamente em um ou dois dias. Isso significa que eu só tenho que esperar um extra de 32 dias. Eu poderia escrever um código no final de dezembro e obtê-lo em minha máquina no início de março. Isso é um retorno rápido, principalmente se comparamos com o mundo proprietário. Se eu fosse um aluno universitário, pegaria um bug em algum lugar em algum software livre e trabalharia sobre ele. O é um dos mais necessários e relativamente fácil de se envolver no desenvolvimento. Você tem que procurar muito para encontrar maneiras de melhorar o kernel do Linux. Mas com o, esse não é o caso. Uma série de coisas em que eu trabalhava na universidade era para escrever programas infantis. Ele facilitaram a compreensão das disciplinas, mas o código gerado não era realista ou útil para qualquer pessoa. Também não havia muito sobre software livre, tanto para aprender como para contribuir. Eu acabei por entrar para o mundo Microsoft para saber mais sobre a programação, porque eu sabia que havia muito mais do que softwares infantis como os que eu 35 35

36 Mundo Libre estava fazendo. O é um programa muito rico para entender completamente e você nem precisa saber muito para ser produtivo. A maioria dos diffs são entre 5 a 50 linhas. Um dos desafios constantes para é remover o máximo de complexidade possível. Ele já pagou por uma grande quantidade da dívida técnica nos arquivos prontos e em outros lugares, mas este processo vai continuar por um longo tempo. Eu acho que as partes do Base ainda deveriam ser reescritas em Python, e VCL deveria ser substituído por WxWidgets ou Qt. Mas estas são tarefas muito grandes e que ninguém ainda está trabalhando e, portanto, apenas quimeras. A boa notícia é que elas podem ser feitas de forma incremental. Portar a barra de status para outro conjunto de ferramentas pode ser feito por um estudante universitário durante um verão. A barra de ferramentas seria um desafio maior, que poderia levar dois verões. Há pouco trabalho acontecendo no VCL ou no mecanismo de layout do Writer. Uma das desvantagens da barra lateral do Symphony/AOO é que ela deu ao uma nova interface do Magazine Ar tigo usuário, mas não uma forma melhor e mais simples de compilar uma interface de usuário realmente bonita. Eu recebi um excelente "serviço ao cliente" do Kendy, ao longo da minha caminhada dentro do código. A comunidade é grande e patchs de iniciantes são aceitos o tempo todo. Por isso, enquanto esperamos pela IBM para mudar de rumo, o pode continuar fazendo o melhor que pode. O tem 100 colaboradores dev por mês. Mesmo que as pessoas apareçam para corrigir um bug real, elas se somarão ao grupo de desenvolvedores já existente. Estou pensando em fazer mais, mas primeiro eu quero ajudar no processo de liberação do código já verificado. Eu já escrevi sobre alguns dos problemas ainda existentes na wiki, mas as pessoas podem encontrar outros. Por exemplo, o primeiro batch que eu submeti alterava a largura da SvxPosSizeControl para telas normais e também para as telas de alta resolução. Ele ainda está quebrado para as compilações atuais, pois o texto ainda 36 36

37 Mundo Libre Ar tigo não se encaixa e os bitmaps ainda desenham por cima do texto: A barra de status é um dos poucos lugares no que faz uso de um esquema com base em pixels, e os arquivos XML de recursos não são um lugar que você atualmente possa mudar durante a execução. A boa notícia é que não é muito usado na barra de status do Draw e do Impress. Assim sendo, o desperdício de 200 pixels em telas de baixa resolução pode não ser um problema real. Também mudei a largura do estilo e tamanho da fonte suspensa para todas as telas, em processo de encolhimento de 33% e os outros para 25%. Estou esperando para ouvir reclamações! Uma suíte de escritório competitiva é fundamental para o sucesso de um ambiente de trabalho livre. Há bilhões de arquivos do Office no mundo e há pessoas que sequer ouviram falar da melhor alternativa livre. O é uma base de código extremamente rica, mas é mais subfinanciado para suas necessidades do que o kernel, Firefox, systemd, etc. Se alguém pode entender minhas diffs, também pode contribuir com algum código para. Eu chamo atenção de que o autor do artigo dizendo que o é "ridiculamente fácil de construir" na verdade nunca submeteu um patch! As pessoas podem contribuir por dever ou por puro egoísmo, como eu, mas o melhor é encontrar uma área isolada ou um problema que eles se interessem. Há uma abundância de Easy Hacks e bugs para ler, e vários projetos em andamento, tais como a conversão do formato de diálogo. Keith Curtis Ex-programador da Microsoft, autor de um livro explicando por que devemos ter carros que nos levam para passear e hoje está fazendo um filme. Magazine 37 37

38 Magazine Abril 38

39 Evento Mundo Libre no Congresso da Sociedade Brasileira de Computação Por Vera Cavalcante Nos dias 28 a 31 de julho aconteceu Seu objetivo é reunir professores e em Brasília o XXXIV CSBC Congresso alunos da Sociedade Brasileira de Computação. O evento acontece anualmente, com de dos Institutos instituições ensino Federais médio e que outras ofereçam o objetivo de promover e incentivar a cursos técnicos em informática. troca A Comunidade, se fez de experiências entre as comunidades científicas, acadêmicas e os profissionais da computação. Desde sua primeira edição, ha 35 representar no ENCompIF. No dia 31 de julho Henderson anos atrás, o evento tornou-se um Matsuura importante local para a exposição de palestra Apresentado o, trabalhos científicos, palestras, curso na e debates de cunho acadêmico como também social. E dentro desse evento qual Sanches contou ministrou a história a do aplicativo, suas vantagens em relação aconteceu o II Encontro Nacional de a suíte de escritórios proprietária e as Computação dos Institutos Federais novidades das versões 4.2 e 4.3 que ENCompIF. foi lançada no dia 30 de julho. Magazine 39 39

40 Magazine Junho 40

41 Evento Mundo Libre na Campus Party Recife Por Vera Cavalcante No período de 23 a 27 de julho de aconteceu em Recife a terceira edição da Campus Party. A Comunidade Brasil não poderia deixar de participar desse grande evento tecnológico, tendo espaço para 2 atividades. No dia 25 de julho de, Eliane Domingos de Sousa ministrou uma oficina de Writer com foco na área operacional e no dia 26 de julho de, Eliane Domingos subiu ao palco Pitágoras e falou sobre o hoje e o amanhã do projeto. Magazine 41 41

42 Magazine Abril 42

43 Tutorial Como Fazer Convite de casamento moderno Por Claudionei de Aguiar Na Edição 9 da Magazine você viu como fazer um convite de casamento tradicional. Foi demonstrado como é simples realizar um modelo que tenha em mente, utilizando essa ferramenta fantástica que é o Draw. Nesta edição veremos como criar um convite de casamento moderno, fugindo um pouco daquele padrão clássico utilizado na maioria dos casos. Então chega de conversa e mãos a obra! Abra Draw e vá em Formatar > Página. Na caixa de dialogo Configuração da página, coloque Largura e Altura, bem como margens como na figura ao lado. Vamos fazer o lado esquerdo, desenhando um retângulo que deve ocupar a metade do espaço do convite. Para isso vá para a barra de ferramentas Desenho localizada na parte inferior de sua tela. Magazine 43 43

44 Como Fazer Desenhe um retângulo de qualquer tamanho. Selecione o retângulo e clique com o botão direito do mouse. Tutorial No menu de contexto escolha Posição e tamanho... e na caixa de dialogo Posição e tamanho coloque os valores 10 x15 cm para a largura e altura respectivamente. Deixe os campos posição x e posição y zerados. Isso manterá o retângulo na posição correta. Ainda com o retângulo selecionado clique no menu de contexto e escolha Área... e na aba Área da caixa de dialogo Área em Preenchimento escolha Nenhum. Veja na imagem a seguir como está até esse momento. Importe uma imagem de sua preferência. Vamos colocá-la atrás do retângulo. Menu Modificar > Dispor > Enviar para trás. Vamos mesclar a imagem junto com o retângulo. Para isso, faremos uma interseção da imagem com o retângulo. Selecione primeiro o retângulo e depois segure a tecla Shift e clique na imagem. Magazine 44 44

45 Como Fazer Tutorial Nota: Nota: Tem que clicar primeiro no retângulo, pois é ele quem cortará parte da imagem. Em seguida Modificar > Formas > Interseção. O retângulo vai aparar a imagem que estiver fora dele. Experimente fazer isso naquele software proprietário! Como é o nome mesmo? Ah, não vem o caso! Naquele programa você tem que dar uns quinhentos cliques. No Draw você faz isso brincando! Agora vamos colocar duas figuras em miniatura que vão dar um charme ao convite. Insira a primeira imagem na área de trabalho do Draw. Desenhe um retângulo de qualquer tamanho. No exemplo usei o tamanho de 4,10 x 3 cm. Tire a cor de preenchimento. Duplique esse retângulo. Vá em Editar > Duplicar e depois reduza o seu tamanho. Magazine 45 45

46 Tutorial Como Fazer Encaixe dentro do retângulo maior. Assim estamos fazendo a borda da miniatura. Selecione a imagem inserida e traga para perto dos retângulos. Vá em Modificar > Dispor > Recuar. A imagem fica atrás do retângulo menor e na frente do maior. Ou seja, fica entre os retângulos. Selecione o retângulo menor primeiramente, depois a imagem. Vá em Modificar > Formas > Interseção. É necessário clicar em cima da linha de contorno do retângulo para selecioná-lo, pois o Draw não o faz quando contém algum objeto vetorial sem preenchimento de cor. Magazine 46 46

47 Como Fazer Tutorial Selecione o retângulo maior da miniatura. Preencha-o com a cor branca. Ainda com o retângulo selecionado retire o contorno clicando em Formatar > Linha... Na aba Linha da caixa de dialogo Linha, na seção Propriedades da linha > Estilo > nenhum -. Agrupe todos os objetos da miniatura através do menu Modificar > Agrupar. Proceda da mesma forma para colocar a segunda miniatura. Em seguida rotacione os objetos em sentidos opostos em relação um ao outro. Selecione um dos objetos e vá em Formatar > Posição e tamanho... Abre-se a caixa de dialogo Posição e tamanho. Na aba Rotação na seção Ângulo de rotação escolha o valor adequado. Magazine 47 47

48 Como Fazer Tutorial Faça o mesmo procedimento com a outra imagem. E assim esta pronta a primeira metade do convite. Agora faremos a outra parte. Primeiro desenhe um retângulo com as mesmas medidas utilizadas anteriormente: 10 x15 cm e coloque ao lado do trabalho realizado até agora. Tire o preenchimento de cor do objeto. Vamos colocar os textos tais como: nome dos pais dos noivos que ficarão na parte superior do convite; na parte inferior a mensagem com o local da cerimônia e o local da festa. Escolha uma fonte. No exemplo, estou utilizando a fonte Lilly. Veja os textos do nosso exemplo, nas imagens a seguir, que deverão ser digitados em caixas de textos individuais. Magazine 48 48

49 Como Fazer Tutorial Depois de digitar todos os textos disponha-os na área de forma harmoniosa. Agora coloque o nome dos noivos no centro. No exemplo foi utilizada uma fonte específica para convites: brockscript, com tamanho de fonte 40. Dica: Coloque o nome de cada um dos noivos em caixas de textos individuais. Assim facilita a manipulação e posição dos textos no convite e consequentemente melhora a aparência do mesmo. Ajuste conforme o seu agrado. Neste caso utilizei o carácter &, usando a mesma fonte, na cor verde e coloquei para trás das outras letras. Vá no menu Modificar > Dispor > Recuar. Para finalizar vamos adicionar uma cor ao convite. No exemplo será um gradiente. O Draw possui vários modelos de gradientes prontos. Mas vamos personalizar um. Selecione o retângulo e no menu de contexto clique em Área...É aberta a caixa de dialogo Área. Na aba Gradientes use sua imaginação e curiosidade passeando pelas seções de Propriedades, para criar o seu gradiente. Veja suas modificações na parte inferior direita da caixa de dialogo. Magazine 49 49

50 Como Fazer Tutorial Salve o gradiente criado. Clique em Adicionar e dê um nome para seu novo gradiente. No exemplo ele foi denominado convite. Vamos alterar a posição do gradiente. Foi utilizado um degradê radial. Selecione o retângulo grande. Na barra de ferramentas Linha e preenchimento, preenchimento clique no botão Efeitos. Efeitos Escolha a opção Gradiente. Gradiente Veja na figura, que no retângulo selecionado apareceu uma seta de controle onde poderemos mudar a posição do gradiente. No exemplo, colocou-se a posição central no canto inferior direito do retângulo. Elimine o contorno do retângulo. Magazine 50 50

51 Como Fazer Tutorial Faça os ajustes necessários em relação à posição dos textos no convite, nas cores utilizadas, nas fontes e disposição de imagens. Use sua criatividade. Veja o resultado do nosso tutorial. Claudionei de Aguiar - É graduando em Sistemas de Computação pela Universidade Federal Fluminense do Rio de Janeiro e formado em Administração de Empresas pela Universidade da Região de Joinville de Santa Catarina. Entusiasta e defensor do software livre, é professor de cursos livres na área de design gráfico e web em Florianópolis/SC. Magazine 51 51

52 Magazine Abril 52

53 Dica Como Fazer Como usar o modelo de cartão de ponto do Escritório Aberto Por Gilberto Schiavinatto O Projeto Escritório Aberto tem como objetivo fornecer modelos de arquivos para o. Assim, futuros usuários contarão com aplicações práticas para demonstração dos diversos usos do por meio de exemplos utilizáveis. Desse modo, aqueles que estiverem no início de um aprendizado, poderão ver a teoria aplicada à realidade. Isso facilitará muito a vida desses iniciantes, assim como a de usuários experientes, que poderão também se beneficiar desse repositório. Trata-se de arquivos de uso no cotidiano, enviados por voluntários, poupando muito trabalho, pois estes servem perfeitamente a nossas necessidades. Basta, para isso, baixar e usar. Magazine Temos, hoje, a nossa sustentabilidade garantida pela contribuição de alguns colegas, principalmente da lista de discussão: Usuários LibO, que colaboram fornecendo arquivos licenciados pela GPL. Cartão de Ponto Este trabalho teve como ponto de partida, a solicitação de ajuda para cálculos com horas em planilha de cartão de ponto. A partir disso montei esta planilha com todos os dados fornecidos pelo solicitante. Em seguida veja as considerações sobre o funcionamento da planilha e regras adotadas. A imagem a seguir corresponde a aba Considerações da planilha de exemplo

54 Como Fazer Dica A imagem ao lado corresponde a planilha INICIO. Contém o menu das planilhas e suas funções e cadastro do período de controle. Magazine 54 54

55 Dica Como Fazer Planilha FERIADOS para cadastro dos feriados, que serão levados em consideração. Planilha COLABORADORES para registro dos empregados e do Tipo de semana de trabalho. Magazine 55 55

56 Como Fazer Dica Planilha REGPONTO para registro de ponto dos empregados. Sobre a digitação sem os dois pontos veja matéria na Edição 8 da Revista Magazine. Magazine. Planilha RESUMO para consulta e/ou impressão de um determinado colaborador. Magazine 56 56

57 Como Fazer Dica Essa planilha, com todos os detalhes, pode ser baixada aqui. aqui. Contribua para o Escritório Aberto enviando seus modelos. Antes de enviar, observe as instruções para adição da licença no seu modelo em Adicionando licença a um arquivo Maiores informações em https://wiki.documentfoundation.org/pt-br/projetos/ea GILBERTO SCHIAVINATTO - Trabalhou por 17 anos em Programação de Produção na Aços Villares, sendo 3 anos ligado ao pessoal de Sistemas para melhoria das telas e programas da Programação da Produção. Conheceu o StarOffice na versão 5.1 e o segue até o. Proprietário, por 13 anos de minimercado onde só usava o Open/BrOffice para planilhas, etiquetas, avisos, cartazes etc. Atualmente é vendedor de uma loja de Material de Construção onde demonstrou as vantagens de utilização do. Magazine 57 57

58 Magazine Abril 58

59 Dica Como Fazer Trabalhando com formulários de dados no Calc Por Fernando Vaz de Lima Pereira O Calc é um aplicativo de planilhas eletrônicas onde podemos executar cálculos matemáticos, gerenciar dados e gerar relatórios gráficos para possíveis apresentações. da planilha, tornando o trabalho mais fácil e rápido. Vamos aprender sobre o assunto. Um recurso muito interessante é o Formulário de dados. dados Através dele o usuário pode inserir informações de maneira que não seja necessário trabalhar diretamente nas células Com o documento salvo digite as seguintes informações na planilha e formate as células ao terminar a digitação. Magazine Inicie o Calc e salve este documento com o nome de cadastro_alunos.ods

60 Como Fazer Dica Selecione qualquer uma das células da linha 3, com conteúdo, e clique no menu Dados > Formulário... Abre-se a caixa de dialogo Formulário de dados. dados Veja que o formulário já está pronto para a inserção de dados. Agora digite as informações que serão cadastradas na planilha. Exemplo: Código 01 Nome João Pedroso Magazine 60 60

61 Como Fazer Idade 24 Curso Linux Ubuntu Período M Valor 100,00 Dica Após a digitação clique no botão Novo para incluir estas informações na planilha. Nota: Durante a digitação na caixa de dialogo Formulário de dados, caso haja necessidade de exclusão de registros, navegue através dos botões Próx Próximo registro ou Registro anterior na caixa de dialogo Formulário de Dados. Para efetuar uma exclusão use o botão Excluir. cluir Caso tenha apagado um registro por engano é possível recuperar através do botão Restaurar. estaurar Magazine 61 61

62 Como Fazer Dica Veja o resultado do trabalho na imagem abaixo. Fernando Vaz de Lima Pereira - Pós-graduando em PIGEAD, Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação. Técnico em informática. Instrutor de informática e adepto a cultura dos softwares livres. Magazine 62 62

63 Magazine Abril 63

64 Dica Como Fazer Otimizando o tempo com a função CONT.SE Por Vera Cavalcante Você tem uma planilha em que deseja contar quantas vezes um certo dado nela aparece. Vamos utilizar, como exemplo, a planilha abaixo. Para isso use a função CONT.SE. A função CONT.SE retorna o número de células que atendem a determinados critérios dentro de um intervalo de células. Sua sintaxe é CONT.SE(Intervalo; Critério) Intervalo é o intervalo de células onde os critérios serão buscados. Critérios indica o critério a ser utilizado. Pode ser um número, um endereço de célula ou um texto literal. No caso do texto literal este deve estar entre aspas duplas. Magazine 64 64

65 Como Fazer Dica Nessa planilha, quero saber quantos alunos fazem o curso de Design Gráfico. Digite na célula E3 Design Gráfico; Selecione a célula F3 e clique no Assistente de funções. É aberta a caixa de dialogo Assistente de funções. As funções no Calc são divididas em Categorias. Na aba Funções escolha em Categoria > Estatísticas e em Função escolha CONT.SE. Clique em Próximo >>. >> Agora vamos preencher alguns dados no Assistente de funções. No nosso exemplo preencha assim: Em intervalo selecione as células de C2 até C27. Em critérios selecione a célula E3. Clique em OK. Nesse exemplo, utilizamos um endereço de célula E3, onde digitamos o critério desejado Design Gráfico. O resultado obtido foi 6. Magazine 65 65

66 Como Fazer Dica Agora vamos utilizar como critério um texto literal. Quero saber quantos alunos fazem o curso de Web Design. O resultado estará na célula F5. Veja na figura abaixo como fica a função e o resultado obtido. Dica: No campo critério, pode-se usar os operadores matemáticos <, >, <>, <=, >= e =. No caso do sinal de igual (=), este pode ser omitido, digitando-se apenas o valor a ser pesquisado, que pode ser texto (entre aspas), números ou um endereço de célula, e neste caso o Calc comparará com o valor da célula em questão. Veja abaixo, alguns exemplos de utilização da função com os operadores matemáticos, quando procuramos algumas respostas sobre Idade na planilha de exemplo. Simples! Vera Cavalcante - Empregada na área administrativa em empresa pública até setembro de Usuária de ferramentas livres desde 2004 quando conheceu e passou a utilizar o OpenOffice versão 1.0 na empresa e particularmente. Revisora voluntária nas revistas Magazine e Espírito Livre e na Documentação do para pt-br. Editora da revista Magazine. e Magazine 66 66

67 Magazine Abril 67

68 Espaço Aberto Ar tigo Por Enrique Amestoy Bassi Faz mais de dez anos que o Parlamento do Uruguai analisa textos de projetos de lei (sobre este tema) para o Estado. Os primeiros textos apontavam timidamente para a utilização de Formatos Abertos. Outros propunham migração para Software Livre e a obrigação de uso de Formatos Abertos. Finalmente, em Dezembro de 2012, um projeto obteve meia sanção na Câmara dos Deputados. Um texto [1] um pouco mais radical finalmente foi votado no dia 18 de dezembro de É de se destacar o papel fundamental da comunidade de Software Livre do Uruguai, sintetizado no trabalho do Centro de Estudos de Software Livre, o CESoL. Este último projeto de lei, votado em dezembro de 2013, recorre ao texto votado no ano anterior pela Câmara dos Deputados, com algumas substituições e adições feitas pelo senado uruguaio, sendo finalmente transformado em lei: a Lei de Software Livre e Formatos Abertos no Estado, N [2]. Magazine 68 68

69 Ar tigo Espaço Aberto O texto proposto no ano de 2012 mostrava que o software que fosse comprado ou desenvolvido pelo Estado, além de ser Software Livre, deveria ter atenção para que o software para o desenvolvimento em si também fosse Software Livre, incluindo o acesso a um software livre ou programas necessários para o desenvolvimento, conforme o texto. Foram levadas em consideração as recomendações da FSF sobre o tema:"... a FSF atualizou suas recomendações para as políticas de governo, sugerindo que os contratos exijam que as soluções sejam passíveis de desenvolvimento em ambiente contendo 100% software livre..." [3] O texto da lei contém cinco artigos: ARTIGO 1º. Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, os entes autônomos, os organismos descentralizados, as empresas onde o Estado possua maioria acionaria, os Governos Regionais, as Juntas Regionais, o Tribunal Administrativo de Contas, a Justiça Eleitoral e as agências de Controladoria do Estado deverão distribuir todas as informações em, pelo menos, um padrão aberto e em formato aberto. Todos os pedidos de informação devem ser aceitos por, pelo menos, um formato aberto e padrão. ARTIGO 2º. Nas instituições e agências estatais que se refere o artigo 1, quando forem contratadas licenças de software, será dada preferência para o licenciamento de software livre. Em caso de opção por um software proprietário, a razão da preferência deverá ser fundamentada. Caso o Estado contrate o desenvolvimento do software, o mesmo, ao ser distribuído, será licenciado como software livre. A troca de informações realizada com o Estado, através da internet, deve ser possível ao menos através de um programa licenciado como software livre. Magazine 69 69

70 Espaço Aberto Ar tigo ARTIGO 3º. Se considera de interesse geral que o sistema educacional trabalhe para a promoção do uso de software livre. ARTIGO 4º. O Poder Executivo regulamentará no prazo de 180 (cento e oitenta) dias as condições, os prazos e os modos em que efetuará a transição da situação atual para uma que satisfaça as condições da presente lei e orientará, neste sentido, as licitações e contratações futuras de programas de computador (software) realizadas a qualquer título. ARTIGO 5º. Definições para efeitos desta Lei: A) É software livre o que se encontre licenciado de forma que satisfaça simultaneamente as seguintes condições: 1) Pode ser usado para qualquer finalidade. 2) Acesso ao código-fonte para que ele possa ser estudado e modificado para atender às necessidades. 3) Ser capaz de ser copiado e distribuído. 4) Deixe a possibilidade de melhorar o programa e liberar as melhorias para a cidadania. B) O software proprietário é qualquer software que prive de qualquer uma das quatro condições e liberdades inerentes ao software livre. C) Formatos abertos são formas de manipulação e armazenamento de dados em que a estrutura é conhecida, sua modificação é permitida e não há imposição de quaisquer restrições ao seu uso. Os dados armazenados em formatos abertos não exigem software próprio para serem usados. D) Os formatos padrão são aqueles que foram aprovados por uma entidade internacional certificadora de padrões. O Uruguai finalmente tem uma lei que deve ser regulada e controlada em um prazo máximo de seis meses (final de junho de ) e que é certamente um motivo para comemorar. Magazine 70 70

71 Espaço Aberto Ar tigo O Estado uruguaio está se movendo em direção a Soberania Tecnológica e a proteção de seus dados. Uma nova etapa se abre no Uruguai, onde a defesa da Soberania Tecnológica será feita nos termos desta lei. Onde a colaboração entre organizações ou ministérios poderá ser a melhor maneira de aplicar a máxima francesa de que "software livre se paga apenas uma vez". Está coerente com a política externa feita pelo Ministério das Relações Exteriores em áreas regionais, onde foi definido desde julho de 2013, um curso claro de integração regional ao nível do Mercosul, com a criação do Grupo de Segurança, por exemplo [4], e da Unasul, em colaboração tecnológica em face da defesa real da soberania tecnológica. Em 7 de abril de, o Executivo e o Conselho de Ministros deu mais um passo importante: assinou o Decreto de Segurança Cibernética que, entre outras coisas, exige que todos os ministérios hospedem seus servidores de em território nacional, com o soberano controle dos mesmos. Também exige do Estado o uso exclusivo de.gub.uy ou.mil.uy, de modo a garantir a soberania e a aplicação da legislação local. A partir de agora será requerido o apoio dos tomadores de decisão nos diversos órgãos do Estado, dos que elaboram chamadas de licitação para compra de software, da comunidade organizada de Software Livre, proporcionando, apoiando e controlando os novos processos de aquisição ou implantação de ferramentas de informática. Se abrem importantíssimas portas para as micro, pequenas e médias empresas, que até agora não podiam competir com as multinacionais nas compras estatais, permitindo assim o acesso ao desenvolvimento ou implementação de software e, assim, este processo estimulará e incentivará o trabalho de pesquisa e garantirá que o conhecimento permanecerá no país e na região. Também colaborará para a formação, já que, por exemplo, quando um Ministério decide migrar suas ferramentas de escritório, os funcionários deverão ser treinados na utilização dos mesmos e a eventual migração dos software proprietários poderá ser feita por uma empresa local. Magazine 71 71

72 Espaço Aberto Ar tigo Como indica em um de seus parágrafos no comunicado púbico do Centro de Estudos de Software Livre do Uruguai (CESoL), referente local indiscutível da Comunidade de Software Livre Esta Lei é um pequeno passo ao objetivo do uso social do conhecimento e a apropriação por parte dos trabalhadores da computação do Estado e, em consequência, de toda a comunidade do conhecimento, para seguir construindo o país soberano e independente que todos os uruguaios querem. [1] Texto aprovado pelos Deputados em Dezembro de 2012 [2] Parlamento Uruguaio: Ley de Software Livre e Formatos Abertos no Estado [3] Free Software Foundation: Lesson from Uruguay [4] Cooperação regional, em matéria de segurança de dados e telecomunicações Enrique Amestoy Bassi Militante em prol do Software Livre e pela Soberania Tecnológica no Uruguai. Sócio fundador do Centro de Estudos de Software Livre (CESoL). Atualmente é Assessor do Ministro de Relações Exteriores, para TIC e Administrador/Programador na Comissão Setorial de Pesquisa Científica (CSIC UDELAR). Representa o Uruguai no Grupo de Segurança de Dados e Telecomunicações do MERCOSUL. Professor de programação, redes e segurança de dados. Palestrante em eventos e atividades de tecnologia e Software Livre na Argentina, Brasil, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. Autor de diversos artigos para portais web, revistas e blogs, sobre tecnologia. Magazine 72 72

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74 Espaço Aberto Ar tigo Por Thiago R. M. Bitencourt No início do mês de deste ano aconteceu a terceira edição do CISL AVANZA Conferência Internacional de Software Livre e Código Aberto, evento realizado anualmente pela Antel (Empresa de Comunicações do Uruguai). O evento contou com a participação de palestrantes de diversas nacionalidades, incluindo alguns brasileiros. O CELTAB - Centro LatinoAmericano de Tecnologias Abertas, também foi convidado a comparecer e apresentar os trabalhos de pesquisa realizados. Tive a oportunidade de participar da edição deste ano do evento e, junto com David Jourdain, apresentamos o CELTAB e as nossas pesquisas. Neste artigo escrevo sobre a minha Magazine experiência e opinião pessoal a respeito do evento. Tento trazer a conhecimento um pouco do ambiente ao qual estive envolvido, trato da organização do evento, estrutura, palestras e palestrantes que se apresentaram e, qual foi a minha impressão em relação ao evento. Para mim, pessoalmente, foi a primeira vez em Montevidéu, alias, a minha primeira vez em qualquer parte do Uruguai. Aos palestrantes convidados foi oferecido o conforto e comodidade do Regency Golf Hotel que está localizado no bairro de maior prestígio e movimento de Montevidéu, o Punta Carretas. O evento foi realizado na torre da Antel, um edifício que se destaca junto as 74 74

75 Espaço Aberto muitas belezas da cidade. Vale destacar que os palestrantes foram todos tratados com muita dedicação e respeito por parte dos organizadores do evento. As palestras apresentadas visavam mostrar o trabalho de pesquisa e desenvolvimento na área de tecnologias abertas e software livre em diversos centros de pesquisa. A grande maioria das palestras estavam relacionadas principalmente ao assunto de segurança da informação nos governos, confiança nas soluções adotadas e também na educação utilizando ferramentas livres. Pude observar claramente a preocupação dos governos e instituições em relação as recentes descobertas de espionagem e, aparentemente, todos estão buscando e/ou desenvolvendo maneiras de garantir a segurança e confiança nas informações de seus governos. Já na palestra de abertura, Jon Maddog falou da importância de cada país desenvolver as suas próprias soluções confiáveis e também, como é importante terem os seus próprios padrões e estrutura de comunicação para garantir a Magazine Ar tigo operabilidade e a confidencialidade dos dados e estruturas críticas. Algumas palestras apresentadas tratavam da migração de tecnologias proprietárias para tecnologias livres e de código aberto nas instituições públicas em diversos países como, por exemplo: Cuba, Argentina, Espanha, Brasil e Uruguai. A principal migração abordada no evento foi em relação ao sistema operacional utilizado. Atualmente a grande maioria das estações de trabalho utilizadas por funcionários dos governos, do mais baixo ao mais alto nível, em todo o mundo, estão equipadas com sistema operacional e ferramentas proprietárias e de código fechado, causando assim um grande desconforto em relação ao que esses softwares realmente fazem por baixo dos panos. Portanto, muitos centros de pesquisa e desenvolvimento representados no evento citaram pelo menos uma estratégia de migração de sistema operacional proprietário para um sistema livre e de código aberto. Inclusive, o CELTAB também citou o projeto de migração adotado pela Itaipu Binacional, utilizando a distribuição JoinOS que está sendo desenvolvida justamente para este propósito

76 Espaço Aberto Além dos sistemas utilizados nos governos foram abordados os padrões, formatos e compartilhamento de documentos. Em algumas palestras abordou-se o sistema de correio eletrônico Expresso, desenvolvido no Brasil e já em uso pelo governo federal. Também foi apresentado um caso de otimização e uso do Expresso por parte do governo argentino. Apesar de os diversos projetos para atender as demandas de softwares confiáveis para o governo, a migração das tecnologias ainda está em fase inicial e, de acordo com algumas palestras apresentadas, este processo de migração ainda levará um bom tempo. Alguns dos motivos são: a relutância dos usuários por utilizar ferramentas novas as quais ainda não estão habituados; a definição de padrões e estruturas a serem utilizadas; a falta de leis que obrigue as instituições públicas a utilizarem tecnologias livres e de código aberto; a falta dos softwares que atendam as demandas de maneira eficiente, entre outros. Apesar disso, pude observar que existe uma pró-atividade para atender a estas questões e muitos centros de pesquisa estão trabalhando em um ritmo acelerado. Magazine Ar tigo Um outro tema bastante abordado no evento foi o uso das tecnologias livres e software de código aberto no auxílio à educação. Alguns projetos buscam trazer jovens para o mundo da programação e desenvolvimento de sistemas e outros buscam apenas a inclusão de todos na educação através de softwares livres. Um dos projetos apresentados foi o Nahual que busca trazer jovens e adolescentes para o mundo do desenvolvimento de sistemas através do ensino da programação e testes de sistemas. Este projeto busca romper as barreiras sociais e capacitar jovens menos favorecidos para o mercado de trabalho e possibilitar a evolução social de algumas regiões. Este projeto é desenvolvido na Argentina e está presente em algumas cidades do país, como por exemplo, em Bariloche. Outro projeto argentino voltado para a educação é o chamado projeto pilas-engine que consiste em uma ferramenta de ensino de programação de maneira dinâmica e divertida. Este projeto também é voltado para crianças e adolescentes e tem como pr in cip al ob jetivo d esp er tar o 76 76

77 Espaço Aberto Ar tigo interesse pela programação. Trata-se de uma plataforma de desenvolvimento de jogos de maneira interativa, ou seja, a programação de jogos de maneira fácil e dinâmica. No site do projeto encontra-se tutoriais e documentos para construir um robô e utilizar a plataforma Butiá para a programação dos comportamentos deste. O sistema é desenvolvido em Python e possui personagens com características e comportamentos específicos e, através de instruções para os personagens o jogo é construído. Uma característica da plataforma é que as instruções para cada personagem são intuitivas e na língua espanhola, o que facilita o entendimento e aprimoramento das funcionalidades para o jogo. Este projeto facilita o entendimento da programação, para crianças e adolescentes, e busca também despertar o interesse pela programação desde cedo. O projeto Butiá, que está na versão 2.0, foi desenvolvido no Uruguai pela Faculdade de Engenharia da Universi dade da República em parceria com a Antel. Porém, este projeto também já está presente no Brasil. Através de uma parceria entre a Antel e o Serpro o projeto Butiá deve ser reproduzido nas escolas públicas brasileiras. Já foram realizados alguns treinamentos e capacitações para alunos e educadores para se verificar a aceitação do projeto. O projeto Butiá é livre e pode ser reproduzido e adaptado para atender as necessidades de cada finalidade onde será utilizado. Um outro projeto apresentado, também voltado para a educação de crianças e adolescentes, é o projeto Butiá. Este projeto, que conta com o apoio e parceria da Antel, tem como objetivo o ensino de programação voltada para robótica. Trata-se, também, de uma plataforma de desenvolvimento intuitivo para chamar a atenção de crianças e adolescentes para a programação. Magazine Um outro projeto apresentado, foi a utilização de computadores e softwares interativos para a inclusão de crianças com algum tipo de deficiências em escolas no ensino regular. O uso da tecnologia neste caso traz aos alunos deficientes a possibilidade de interagir com alunos normais e realizar as mesmas tarefas e atividades

78 Espaço Aberto Com isso, os alunos deficientes se sentem capazes e incentivados a se dedicar em suas softwares atividades. utilizados Os trazem funcionalidades básicas, como alguns jogos de quebra-cabeça, desenhos, entre outros. Porém, a prática destas atividades muito à simples vida de acrescentam pessoas com deficiência, já que, o simples fato de manusear um computador e conseguir montar um quebra-cabeças trabalha com a coordenação motora e cerebral, trazendo assim um grande avanço no aprendizado aprimoramento pessoal. e Ar tigo A participação em eventos internacionais em tecnologias abertas e software livre oferece a possibilidade de estar por dentro dos projetos realizados no mundo e quais as tendências tecnológicas no mercado. Além disso, é possível estabelecer vínculos com outras instituições de pesquisa e desenvolvimento e buscar colaboradores, parceiros e investidores para os projetos nos quais se esteja trabalhando e, ainda, encontrar e estabelecer contatos com quem trabalha em projetos semelhantes. Thiago R. M. Bitencourt - Pesquisador no Centro Latino-Americano de Tecnologias Abertas CELTAB, situado no Parque Tecnológico de Itaipu. Integrante do grupo de desenvolvimento do projeto de Monitoramento da migração de peixes no Canal da Piracema, interagindo com as tecnologias: Raspberry Pi, Sistema Operacional Linux, C+ +, Framework Qt, Node.js, MongoDB, Postgresql, PHP, shell script, protocolo TCP/IP. Bacharel em Ciências da Computação. Linkedin: br.linkedin.com/pub/thiago-r-m-bitencourt/67/7a1/30a/ Magazine 78 78

79 Magazine Abril 79

80 Tutorial Espaço Aberto Comandos simples do Arduino Por Angelo Cnop Na edição anterior da revista, falei sobre o Arduino, como é interativo, e fiz uma breve introdução. Além disso, também foi dito como é perfeitamente possível iniciar os trabalhos apenas com o dispositivo, um cabo USB e um computador. Nessa edição vai rolar um tutorial com os comandos mais simples e terminando em um primeiro programa: basicamente o controle de um LED. Então que exista a luz (do LED obviamente). microcontrolador Atmel AVR com suporte de entrada/saída embutido, uma linguagem de programação padrão, a qual tem origem em Wiring, e é essencialmente C/C++. O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis, com baixo custo, flexíveis e fáceis de se usar por artistas e amadores. Principalmente para aqueles que não teriam alcance aos controladores mais sofisticados e de ferramentas mais complicadas. Esclarecendo alguns pontos rápidos para quem não leu a última edição. Porém Segundo a Wikipédia é uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre e de placa única, projetada com um resumir que o Arduino é uma forma Magazine deixemos definições de complicadas lado e estas vamos de fazer uma comunicação de um computador ou um sistema com o mundo à nossa volta e ponto

81 Espaço Aberto Tutorial É necessário saber algumas definições do mundo da eletrônica. Basicamente coisas como tensão, voltagem, capacitores, resistores etc. Isso caso algum leitor que nunca tenha visto queira se aprofundar mais no tema, mas para nós por enquanto isso não é e nem será necessário. 1 Arduino O seu Arduino pode ser, branco, azul, vermelho, amarelo, Isso importa pouco. O Arduino possui muitos genéricos, nos quais se programa do mesmo jeito e com as mesmas ferramentas. Portanto, não fique quebrando a cabeça se o seu não é igual ao que você viu no tutorial X ou Y. Observações: a) O Arduino brasileiro chama-se Severino e é um pouco mais rudimentar do que os apresentados nas fotos; b) Severino = quebra-galho. Normalmente qualquer genérico do Arduino é nomeado assim: ou alguma coisa mais ino ou Ardu mais alguma coisa ; assim como a maioria dos sistemas que usam Arduino, tais como Beholduino e o Climaduino. 2 - Instalando e configurando a IDE Na página clique em downloads e baixe a IDE necessária para programar no Arduino. Existe a possibilidade de programar com Eclipse e outros compiladores mais atuais mas depende de muita configuração e pesquisa em tutoriais. Então vamos deixar isso de lado. Magazine 81 81

82 Espaço Aberto Tutorial Veja na página anterior a interface atual da ferramenta, oferecida pelo pessoal do Arduino para programação. Nas distribuições do Linux, ios e Windows mais atuais, assim que o Arduino for plugado na USB, tudo já vai funcionar restando 2 detalhes. Em ferramentas ou Tools deve-se selecionar a porta serial em que o Arduino se encontra. Geralmente é a que aparece depois que se pluga na USB, portanto é bem tranquilo saber qual é. Nota - Sem a porta correta o programa não será compilado e não funcionará. Magazine 82 82

83 Espaço Aberto Tutorial Na tela acima será escolhido o modelo do Arduino, que geralmente vem identificado na caixa ou o informado pelo pessoal que vendeu. Mas a grande maioria dos genéricos usa a arquitetura duemilanove (2009) com o atmega328 ou o UNO. Nota - Caso não seja escolhido corretamente, o programa não compilará e não funcionará, mas em caso de dúvida isso pode ser testado com diferentes portas e versões até ter um resultado positivo. 3 O programa Caso apareça o erro mostrado na imagem a seguir, existe algo errado na conexão significando que o programa não sincronizou com o Arduino para receber os dados. Mas isso será assunto depois. Magazine 83 83

84 Espaço Aberto Tutorial A grande maioria dos programas compilados no Arduino tem 2 blocos principais de comandos: o bloco setup, onde ficam as informações sobre como o Arduino vai se comportar e que variáveis/recursos utilizará, e o bloco loop onde o programa fica compilando infinitamente e os comandos são digitados. O programa que está digitado na figura acima acende um LED ligado na saída 13 por 1 segundo e apagado por 1 segundo, piscando seguidamente até que o Arduino tenha sua fonte de energia cortada ou estrague por algum motivo qualquer. Como em todo Arduino já vem um LED embutido na porta digital 13, é o programa mais básico e fácil de compilar. Caso queira ligar um LED separado, a perna negativa do LED deve estar ligada no GND ou GROUND ou TERRA que representa a voltagem 0 e a perna positiva do LED deve estar ligada no pino 13 para que o LED acenda ou algo assim. Magazine 84 84

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