AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO

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1 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO 1 / 23

2 OBJETIVO APRESENTAR OS PRINCIPAIS DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO PARA OBTENÇÃO DA AUTONOMIA TECNOLÓGICA NO SETOR CIBERNÉTICO. 2 / 23

3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PREMISSAS BÁSICAS PARA A COOPERAÇÃO 3. ESTRUTURAÇÃO DO SETOR CIBERNÉTICO 4. DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO 5. CONCLUSÃO 3 / 23

4 INTRODUÇÃO Evolução da humanidade: agrícola, industrial e tecnológica. Era da Informação velocidade do processo decisório. Era do Conhecimento GESTÃO. A Informação é fluida, plural e instantânea, devendo ser oportuna, confiável e relevante. 4 / 23

5 PREMISSAS BÁSICAS PARA COOPERAÇÃO Alinhar-se com a Estratégia Nacional de Defesa. Atender às necessidades da Defesa Nacional. Visualizar as necessidades do Setor Cibernético no âmbito da Defesa. Focar na capacitação de recursos humanos. Incrementar a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico no Setor Cibernético Nacional. 5 / 23

6 PREMISSAS BÁSICAS PARA COOPERAÇÃO Contemplar a multidisciplinaridade e a dualidade das aplicações dos produtos. Contribuir para fomentar a Indústria Nacional de Defesa, na aplicação de conhecimento e geração de empregos, induzindo-a para produzir sistemas inovadores. Produzir, nacionalmente, componentes críticos. Contribuir para a defesa das Infraestruturas Críticas Nacionais. 6 / 23

7 ESTRUTURAÇÃO DO SETOR CIBERNÉRTICO Diretriz Ministerial Nr NOV 09 Integração e Coordenação St Estrt Def - Nuclear MB - Espacial - FAB - Cibernético - EB GT InterForças 1ª FASE - Abrangência do tema - Objetivos Setoriais - Ações Estratégicas 2ª FASE - Adequabilidade das estruturas existentes - Alternativas e soluções 7 / 23

8 ESTRUTURA DE SEGURANÇA E DEFESA CIBERNÉTICAS NÍVEL POLÍTICO (Segurança Cibernética) NÍVEL ESTRATÉGICO (Defesa Cibernética) 8 / 23

9 NÍVEIS DE EMPREGO DO SETOR CIBERNÉTICO NÍVEL DENOMINAÇÃO COORDENADOR POLÍTICO ESTRATÉGICO SEGURANÇA CIBERNÉTICA DEFESA CIBERNÉTICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL/PR MINISTÉRIO DA DEFESA OPERACIONAL TÁTICO GUERRA CIBERNÉTICA FORÇAS ARMADAS 9 / 23

10 CENTRO DE DEFESA CIBERNÉTICA DO EXÉRCITO Criado em 06 AGO 10. Núcleo ativado em 02 SET 10. Principais atribuições: Coordenar as atividades do Setor Cibernético no Exército. Promover ações que atendam ao preconizado na Estratégia Nacional de Defesa, com ênfase na atuação em rede. 10 / 23

11 SETOR CIBERNÉTICO PROJETOS Segurança Cibernética Capacitação, Preparo e Emprego Operacional Apoio Tecnológico Pesquisa Cibernética Centro de Defesa Cibernética Arcabouço Documental Gestão de Pessoal Inteligência Cibernética 11 / 23

12 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO CAPACITAÇÃO E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Criar estruturas, cursos e processos. Identificar e cadastrar pessoal com competências ou habilidades nos ambientes interno e externo à Defesa. Capacitar, de forma continuada, o pessoal envolvido com o Setor Cibernético. Realizar parcerias estratégicas e intercâmbio com instituições de interesse. Planejar ações para incrementar a quantidade de pessoal técnico especializado. Selecionar, controlar e estabelecer critérios para a mobilização e desmobilização de pessoal. 12 / 23

13 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO FOMENTAR A INDÚSTRIA NACIONAL DE DEFESA Identificar, definir e integrar competências de interesse na nacionalização da produção de materiais estratégicos. Identificar, definir e integrar, por competência, instituições geradoras do conhecimento científico e tecnológico. Planejar e fomentar a utilização dos potenciais de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica das instituições geradoras do conhecimento científico e tecnológico, voltados para a produção de materiais estratégicos. 13 / 23

14 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO FOMENTAR A INDÚSTRIA NACIONAL DE DEFESA Criar atrativos para a instalação e o desenvolvimento de empresas especializadas. Fomentar ambientes de inovação tecnológica como incubadoras, condomínios empresariais, parques ou pólos tecnológicos. Estudar a viabilidade e implementar adequada infraestrutura urbana para a satisfação de empresas. Estabelecer estratégias para identificação, relacionamento e negociação com entidades de fomento, financiamento e investimento. 14 / 23

15 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO FOMENTAR A PESQUISA CIENTÍFICA E O APOIO TECNOLÓGICO Fomentar o desenvolvimento e o intercâmbio de teses, dissertações e trabalhos de iniciação científica. Promover intercâmbio entre instituições, militares e civis, nacionais e de nações amigas. Adequar e criar laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de interesse do setor cibernético. Mapear e incluir instituições no esforço de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Planejar ações para o incremento da pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico na comunidade acadêmica. Incrementar as atividades de Inteligência Tecnológica. 15 / 23

16 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO COMPARTILHAMENTO DE RECURSOS Identificar e desenvolver tecnologias que permitam o uso dual. Definir requisitos para o uso compartilhado dos recursos humanos e das estruturas concebidas. Definir política, padrões, normas e procedimentos para o compartilhamento dos recursos humanos e das estruturas concebidas, considerando os aspectos de segurança. Criar CONSELHO, no âmbito da Defesa, constituído por representantes do MD, das Forças Armadas, do GSI, do MCT, da SAE, de instituições civis, outros ministérios e agências de fomento para intensificar e explorar oportunidades de cooperação em ciência, tecnologia e inovação. 16 / 23

17 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO Conscientização nacional sobre a importância da Segurança e da Defesa Cibernéticas. Custo-benefício da cooperação setor empresarial. APF necessidade de coordenação, integração e atuação colaborativa. Proteção das Infraestruturas Críticas Nacionais. 17 / 23

18 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO PARCERIAS EM ANDAMENTO # INSTITUTO VON BRAUN (UNICAMP). # INSTITUTO RENATO ARCHER (MCT). # CENTRO DE ESTUDOS E SISTEMAS AVANÇADOS DO RECIFE (C.E.S.A.R). # LABORATÓRIO NACIONAL DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. # UNIVERSIDADE NACIONAL DE BRASÍLIA (UNB). # EMPRESAS PRIVADAS. 18 / 23

19 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO COOPERAÇÃO MD MCT VISÕES: - De Estado. - Prospectiva. VETORES: - Emprego dual. - Inovação. 19 / 23

20 DESAFIOS PARA COOPERAÇÃO I JORNADA DE DEFESA CIBERNÉTICA Áreas de Aderência Escola Nacional de Defesa Cibernética. Sistema Integrado de Proteção Ambientes Computacionais. Simulador de Guerra Cibernética. Sistema Modular de Defesa Cibernética. Computação de Alto Desempenho. 20 / 23

21 CONCLUSÃO Segurança e Defesa Cibernéticas interessam à sociedade como um todo necessidade de Conscientização e Colaboração. Peculiaridades do Espaço Cibernético requerem maior engajamento e criação de Mentalidade de Defesa. 21 / 23

22 CONCLUSÃO Necessidade de maior sinergia das Forças Armadas com o Setor Privado. A Autonomia Tecnológica fundamenta a Segurança e Defesa Cibernéticas. 22 / 23

23 A estruturação do Setor Cibernético de Defesa não se resume em uma questão científico-tecnológica, trata-se de gestão de pessoas, com ênfase na capacitação, colaboração, integração e coordenação entre as Forças Armadas, a APF e a Sociedade. 23/23

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