UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA GESTÃO DA QUALIDADE NO DESENVOLVIMENTO DE SOLUÇÕES DE SOFTWARE NO AMBIENTE CORPORATIVO Por: Igor Almeida Orientador Prof. Jorge Tadeu Vieira Lourenço Rio de Janeiro 2012 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES

2 2 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA GESTÃO DA QUALIDADE NO DESENVOLVIMENTO DE SOLUÇÕES DE SOFTWARE NO AMBIENTE CORPORATIVO Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Administração da Qualidade Por: Igor Almeida

3 3 AGRADECIMENTOS Ao meu Bom PAI que me guiou até aqui. Ao meu irmão que me inspirou a tentar ser tão inteligente quanto ele e me mostrou que éramos capazes. À minha mãe que sozinha não se cansou em nos educar e em nos proporcionar a oportunidade que não teve de estudar. Ao meu pai que tem meu amor incondicional. Ao meu avô que me mostrou que dinheiro não é tudo e se tornou meu pai. À minha avó que me mostrou o que amor é incondicional e complementou o papel de minha mãe. Aos meus tios Marli, Salvador, Augusta e Samuel que acreditaram em mim. Ao meu mestre Nery Machado Filho que me inspirou a sempre tentar ir além de ser um bom profissional... ser também um bom ser humano. À minha Linda e minhas filhas cujos sorrisos transformam o mundo num lugar melhor...

4 4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a toda minha família, em especial às minhas filhas que são as 2 luzes que iluminam minha vida e me fazem querer ser uma pessoa melhor... e à minha Linda que é uma grande mulher em todos os sentidos, e que consegue me acalmar e me fazer seguir em frente...

5 5 RESUMO O estudo apresenta o tema Qualidade de Software enfocando uma das mais relevantes questões encontradas no desenvolvimento de soluções de software no ambiente corporativo: as manutenções recorrentes de software. E da mesma forma, aborda objetivamente suas principais causas, apontando as ações mais eficazes que permitem evitá-las ou ao menos reduzi-las.

6 6 METODOLOGIA O estudo foi produzido através do método bibliográfico, pois foram realizadas buscas em livros, material eletrônico e revistas relacionadas à Engenharia de Software e à Qualidade. Da mesma forma, também foi utilizado o método explicativo através da observação em campo do processo de desenvolvimento de software, focando nas causas e conseqüências do problema observado. Dentre os livros utilizados (citados na bibliografia), alguns eram de acervo particular e outros obtidos via empréstimo na Biblioteca da PETROBRAS e da FGV.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I - Conceitos relevantes 10 CAPÍTULO II - Manutenção de Software 21 CAPÍTULO III Manutenções Recorrentes 30 CONCLUSÃO 39 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 41 ÍNDICE 44 FOLHA DE AVALIAÇÃO 46

8 8 INTRODUÇÃO O presente trabalho é um estudo sobre a Qualidade de Software sob o ponto de vista específico do alto número de manutenções recorrentes. Contudo para o estudo da Gestão da Qualidade no desenvolvimento de soluções de software nas empresas foi necessário buscar os conceitos básicos e avançados referentes à Engenharia de Software e à Gestão da Qualidade. O estudo justifica-se devido às recorrentes manutenções de correção e ajustes, realizadas em softwares desenvolvidos dentro das empresas, que são ações conseqüentes de falhas e/ou defeitos detectados em produção e que acarretam inevitavelmente retrabalho e aumento de custos direto para a empresa. Sendo assim, o estudo visa apontar os principais fatores causadores das recorrentes manutenções, para reafirmar a importância da aplicação correta de Gestão da Qualidade e Engenharia de Software na produção e manutenção de software dentro das empresas O estudo partiu do pressuposto que o alto número de manutenções recorrentes nos softwares desenvolvidos dentro das empresas é devido a não aplicação de métodos e ferramentas de Engenharia de Software, pois a maioria dos processos de desenvolvimento nas empresas não enxergam todas as características da qualidade de software, apenas focando na dimensão funcional, onde o único requisito é verificar externamente se o software funciona sem apresentar erros visíveis. Em contrapartida, não são implementados requisitos de qualidade internos de um software, que são abordados por outras características da qualidade de software e estão diretamente ligados a manutenibilidade do mesmo.

9 9 É oportuno observar que a implementação correta de requisitos de qualidade, referentes a outras características da qualidade de software, também se refletirá em redução nos prazos de realização de manutenções futuras, redução do tempo de parada do software com falha detectada em produção, maior confiabilidade do software em produção e melhor escalabilidade para implementar novas funcionalidades ao software. A opção feita nessa pesquisa foi estudar os fatores geradores de manutenção recorrentes nos software desenvolvidos dentro das empresas desde os anos 90, quando a utilização de sistemas de informação nas corporações disseminou-se, até os dias atuais. Nos capítulo I descrevemos os conceitos relevantes à Qualidade, à Qualidade de Software e à Engenharia de Software. No capítulo II apresentamos como as empresas que desenvolvem suas próprias soluções de software realizam a manutenção de software buscando manter as características básicas de qualidade pertinentes a um software em ambiente produtivo. No capítulo III apresentamos como as empresas se defrontam com as manutenções recorrentes, descrevendo suas principais causas e conseqüências identificadas durante o ciclo de vida do software. apresentado. Desejo ao leitor uma boa leitura e um bom proveito do estudo

10 10 CAPÍTULO I CONCEITOS RELEVANTES Para o entendimento deste trabalho, é imperativo a descrição de conceitos relevantes referentes à Qualidade, Qualidade de Software e Engenharia de Software para contextualizar a Gestão da Qualidade nas empresas que realizam desenvolvimento de soluções de software. 1.1 Qualidade Dentre as várias definições de qualidade, descrevo a mais básica advinda do dicionário mais utilizado no Brasil: Qualidade é a propriedade, atributo ou condição das coisas ou das pessoas, que as distingue das outras e lhes determina a natureza. Superioridade, excelência de alguém ou de algo. Dote, virtude. (FERREIRA, 2004, p. 669). Na linha de definições mais objetivas temos por Crosby (1992) Qualidade é conformidade aos requisitos, por Juran (1974) Qualidade é adequação ao uso e por Peters e Walterman (1982) Qualidade é encantar o cliente. Da mesma forma, o PMBOK (2002) descreve a qualidade como Totalidade de características de um produto que o torna capaz de satisfazer necessidades declaradas ou implícitas. Esta definição permite a comparação com outras definições similares com foco no produto como: Um produto com qualidade é aquele com suas características em conformidade aos requisitos previamente definidos, visando satisfazer às necessidades dos clientes, usuários e fabricantes do produto. ; Qualidade de Produto é garantir que os

11 11 produtos possuam as características de qualidade definidas ; Um produto com qualidade deve atender aos clientes e usuários, mas também ser viável operacional e financeiramente para seus fabricantes. Na linha de definições mais abrangentes temos: Qualidade é algo que é hoje parte integrante das nossas vidas, abrangendo desde os aspectos puramente particulares e individuais aos de serviço e da sociedade. Qualidade não é só um produto ou serviço que adquirimos e usamos em casa; qualidade é, também, a forma como estamos perante a vida, como nos comportamos individual, social e profissionalmente. Poderíamos dizer que ela tem como princípio o respeito que temos pelo próximo, seja ele quem for, e o respeito que temos por nós próprios. No fundo, Qualidade tem como principal alicerce a educação e, podemos dizê-lo, começa no lar. (REIS; MAÑAS, 1994, p. 52). Em contrapartida, é relevante também a definição negativa por Deming (1990) que afirma que Qualidade não é pudim instantâneo evidenciando a premissa de que implantar qualidade leva tempo e que, para isso, torna-se imprescindível planejamento, execução e controle específicos. 1.2 Gestão da Qualidade Segundo o PMBOK (2002), Gestão da Qualidade é o conjunto de processos voltados para a implantação de qualidade em um determinado produto. Basicamente, resumindo-se em três macro-processos: Planejamento da Qualidade: define as características de qualidade a serem implantadas; Garantia da Qualidade: assegura que as características de qualidade definidas estão sendo implantadas nos novos produtos criados (a serem utilizados);

12 12 Controle da Qualidade: verifica se as características de qualidade estão presentes em produtos já criados (sendo utilizados / em produção) e, em caso negativo, executa ações para implantá-las. Da mesma forma, na enciclopédia digital colaborativa Wikipedia (2012), temos a definição de Gestão da Qualidade como uma estratégia de administração orientada a criar consciência da qualidade em todos os processos organizacionais. Seu objetivo é a implicação não apenas de todos os escalões de uma organização, mas também da organização estendida, ou seja, seus fornecedores, distribuidores e demais parceiros de negócios. Finalizando, para que as empresas possam efetivamente se desenvolver de acordo com estes pressupostos devem obrigatoriamente aplicar o PDCA (Plan; Do; Check; Act to correct) Histórico da Gestão da Qualidade Para entendermos a evolução da Gestão da Qualidade é necessário revisitarmos seu histórico. Conforme Theisen (1997), seguem as mais relevantes etapas do histórico da Gestão da Qualidade: Entre os séculos XVIII e XIX: o Artesões e artífices habilidosos ou trabalhadores experientes e aprendizes sob a supervisão dos mestres do ofício; o Produção de pequenas quantidades de um produto; o Realização de inspeção a critério do próprio artesão: esporadicamente e informalmente somente após o produto pronto; o Ajustes manuais em outros produtos por comparação a um produto que saiu bem-feito ;

13 13 o Produto de Qualidade era o resultado da confiança nos artífices qualificados para todos os aspectos do projeto, da produção e do serviço. Início do século XIX: o Surgimento da produção em massa (através dos conceitos de Taylor em 1919); o Necessidade de produção de peças intercambiáveis (visando redução de custos para realização de reparos e substituição de peças com falha ou defeito, que eram quase sempre altos para o consumidor médio, especialmente no caso de máquinas e equipamentos); o Utilização de maquinário de finalidade específica nos sistemas de produção (visando a produção de peças intercambiáveis com procedimento de substituição simplificado); o Utilização de um sistema racional de medidas, gabaritos e acessórios (os dois últimos para manter as ferramentas e/ou peças seguras às máquinas para serem trabalhadas com exatidão e precisão). O sistema de medidas baseava-se num modelo-padrão de cada produto para assegurar a uniformidade; o Realização de inspeção obrigatória durante o processo de fabricação (devido a importância e necessidade de geração de peças intercambiáveis); o Atividades antes realizadas a olho nu foram substituídas por um processo mais objetivo, onde dois inspetores, usando um instrumento de medição, tinham muito maior probabilidade de chegar ao mesmo resultado; o A inspeção ganhou relevância e foi separada do processo de produção (quem produz não é que inspeciona);

14 14 o Aumento da importância do controle sobre os instrumentos de medição (visando a realização de inspeções confiáveis); o Um instrumento de medição em mal funcionamento pode comprometer todo o sistema de inspeção e permitir a produção de produtos inadequados ao uso; o Disseminação da Máxima: Garantia da Qualidade somente é atingida se houver confiabilidade metrológica; o Criação de Sistemas da Qualidade normalizados internacionalmente (principalmente o ISO 9000) para exigir o controle sobre os instrumentos de medição visando a qualidade dos produtos fabricados; o Qualidade torna-se responsabilidade gerencial e com função independente (1922); o Classificação (bom ou ruim; de qualidade ou sem qualidade); o Reparo: para os produtos classificados como ruim ou sem qualidade; o Qualidade transforma-se no grande diferencial de riquezas dos países. 1.3 Sistema de Gestão da Qualidade O Sistema de Gestão da Qualidade ou Sistema da Qualidade ou simplesmente SQ é o agrupamento de estrutura da organização, responsabilidades, procedimentos, processos e recursos estabelecidos para implementar a Gestão da Qualidade. Segundo a ABNT NBR ISO 9000 (2005), a abordagem do Sistema de Gestão da Qualidade incentiva as organizações a analisar os requisitos do cliente, definir os processos que contribuem para a obtenção de um produto que é aceitável para o cliente e manter estes processos sob controle. Um sistema de Gestão da Qualidade pode fornecer a estrutura para melhoria contínua com o objetivo de aumentar a probabilidade de ampliar a satisfação

15 15 do cliente e de outras partes interessadas. Ele fornece confiança à organização e a seus clientes de que ela é capaz de fornecer produtos que atendam aos requisitos do cliente de forma consistente. A implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade deve ser iniciada pela elaboração de um draft do Manual da Qualidade (MQ), que posteriormente deve ser emitido formalmente e aprovado pela alta administração da organização. Da mesma forma, a melhoria contínua deve ser praticada através de auditorias internas e implantação de ações corretivas para deficiências detectadas. Figura 1 Modelo de um sistema de gestão da qualidade baseado em processo (extraída de ABNT NBR ISO 9000, 2005, p. 8). 1.4 Qualidade de Software

16 16 Um Software com qualidade é aquele com suas características em conformidade aos requisitos funcionais e não-funcionais especificados visando a satisfação operacional e financeira de clientes, usuários e fabricantes. Em resumo, a qualidade de software para os Clientes é importante, mas também para os fabricantes de Software. Isso fica evidente em Lobo (2008), que afirma que a qualidade no software permite atender, da melhor forma, às necessidades dos seus usuários". Qualquer que seja o método ou processo de desenvolvimento de software será necessário que a empresa procure atender a alguns conceitos que foram surgindo com a evolução da Engenharia de Software. Estes conceitos modelam um software com características de qualidade satisfatórias aos seus usuários. Nesse contexto, não é suficiente termos clientes e usuários totalmente satisfeitos se os custos de TI aumentarem absurdamente, o que torna imprescindível que a qualidade de software atingida não eleve os custos operacionais de Desenvolvimento de Software a patamares impraticáveis para o seu fornecedor. Há algumas características de qualidade de software cuja ausência, a curto e médio prazo, pode inviabilizar financeiramente a construção e manutenção do software. Estas características foram classificadas em dimensões da qualidade de software e serão apresentadas a seguir. 1.5 Características da Qualidade As Características da Qualidade, também denominadas Dimensões da Qualidade (RUP), é um modelo hierárquico que classifica as características do produto para melhor identificação, compreensão e organização dessas características dentro do contexto de Qualidade. São elas: Funcionalidade

17 17 A funcionalidade refere-se ao que o software realiza ao ser solicitado pelo usuário, como por exemplo: armazenar os dados do cadastro de clientes; impressão do relatório de clientes inadimplentes; consulta aos dados detalhados de cada cliente etc. A funcionalidade refere-se à capacidade de executar tarefas. Sendo que, a forma como essa função é executada pode ser avaliada em função de outras características. Pode-se dizer que esta características é idêntica aos requisitos funcionais definidos por Sommerville (2003), os requisitos funcionais para um sistema descrevem a funcionalidade ou os serviços que se espera que o sistema forneça Manutenibilidade A manutenibilidade refere-se à facilidade de modificação de um produto de software. Uma modificação pode ser uma correção, uma adaptação ou uma evolução (melhoria) no software. Esta característica é a mais relevante para nosso estudo, visto que define se um software será facilmente modificado, determinando se o mesmo é mais propício a erros recorrentes que consequentemente geram manutenções recorrentes. Da mesma forma, a característica Manutenibilidade é mais ligada a qualidade intrínseca de um software cuja responsabilidade maior é do projetista (geralmente Analista de Sistemas) e do desenvolvedor do software. Em concordância com o que foi exposto, Koscianski e Soares (2006) descrevem Esta característica é de interesse especialmente para desenvolvedores e não deve ser confundida com a possibilidade de configurar o software.

18 18 Na prática, para que a característica de Manutenibilidade esteja presente no software construído, as metodologias e ferramentas da Engenharia de Software devem estar presentes durante todo o processo de desenvolvimento para que os artefatos gerados sejam padronizados e aderentes com características de qualidades intrínsecas aos artefatos, definidas por responsáveis qualificados e com atribuições específicas para elaborar, verificar, inspecionar e constantemente melhorar estas características que definem a qualidade de software em seu processo de desenvolvimento Usabilidade A usabilidade refere-se a facilidade de usar o software. O que visivelmente depende da interface com usuário, tornando imprescindível tratar esta característica durante a elicitação de requisitos e durante os estágios posteriores do ciclo de vida do software, bem como, na sua verificação e validação. Seguindo essa linha de raciocínio, vale a pena citar: Embora não esperemos que auditores se tornem especialistas em psicologia cognitiva, queremos que estejam cientes que grande porcentagem do desempenho de uma tarefa ocorre de maneira invisível na cabeça do usuário. (NIELSEN, 1993, p. 102). Durante uma avaliação de usabilidade, é preciso distinguir a influência do software e a influência do avaliador em um teste. Fatores como nível de atenção, habilidades cognitivas, e mesmo motoras, podem mudar completamente os resultados. Um exemplo seria utilizar dois avaliadores para julgar uma interface particularmente complexa de um produto: uma secretária e uma programadora. Embora ambas utilizem computadores com freqüência, o conhecimento da segunda a respeito da construção interna de softwares pode auxiliá-la a compreender mais depressa a operação da interface. Além disso, é praticamente impossível determinar o efeito de fatores como ruídos ambientes,

19 19 desconforto ou talvez uma preocupação pessoal sobre o nível de atenção e de desempenho Confiabilidade A confiabilidade refere-se a ausência ou baixa ocorrência de falhas no software. Num conceito mais amplo, um produto tem confiabilidade ou é definido como confiável quando não falha. Em contrapartida, conforme a ISO/IEC 9126, a confiabilidade de um software se traduz como a capacidade se manter um certo nível de desempenho quando operando em um certo contexto de uso. Um conceito importante para nosso estudo desdobra-se a partir do conceito de confiabilidade: maturidade. Este refere-se a um software exaustivamente utilizado por vários usuários, onde as principais falhas já foram encontradas e corrigidas. Quanto mais maduro o software, menor a possibilidade de encontrarmos falhas Eficiência A eficiência refere-se basicamente a dois fatores: tempo de resposta e uso de recursos. O tempo de resposta, ou velocidade de operação como também é conhecida, de um software pode ser afetada por vários fatores: velocidade da CPU, quantidade de memória cache e memória RAM, desempenho de disco rígido, volume de tráfego de rede, integração com outros softwares e com o sistema operacional etc. Dessa forma, para realizar a medição do fator tempo de resposta devem ser especificadas as condições sob as quais a medição foi realizada (contexto de uso).

20 20 O uso de recursos é todo recurso que não seja o tempo de resposta: memória RAM, memória cache, carga de CPU, espaço de armazenamento em disco, dentre outras Portabilidade A portabilidade refere-se a possibilidade de um software ser instalado e utilizado em plataformas de execução distintas, e consequentemente organizações diferentes. Durante a construção do software, para que a característica portabilidade esteja presente, deve ser instituído que o programa possa operar em ambientes com características diferentes.

21 21 CAPÍTULO II MANUTENÇÃO DE SOFTWARE Com a grande maioria das organizações implementando seus processos de negócio em soluções de software, a manutenção de software, que é uma das etapas do ciclo de vida do software, tornou-se muito relevante, para garantir o funcionamento adequado dos softwares em ambiente produtivo e consequentemente, a continuidade dos processos de negócios apoiados por esses softwares. Segundo Lobo (2008), criar um software de qualidade é um objetivo que deve ser perseguido por todas as empresas de criação de software. Este assunto deve ser abordado previamente para permitir que os recursos da Engenharia de Software sejam estudados já com o pensamento em qualidade. Com o mercado cada vez mais competitivo, pessoas cada vez mais informadas, educação e conscientização da sociedade em níveis ascendentes, chegará o dia em que não será mais possível vender um produto que não esteja em um nível satisfatório de qualidade. Existe um único diferencial que permite a comercialização de produtos sem controle de qualidade: preço baixo. Mas normalmente, este é um barato que sai caro. Ainda segundo Lobo (2008), a qualidade no software permite que os setores de desenvolvimento de software (muitas vezes estabelecidas como fábricas de software), criem produtos capazes de atender, da melhor forma, às necessidades dos seus usuários. Qualquer que seja o método ou processo de desenvolvimento de software, será necessário que a empresa procure atender a alguns conceitos que foram surgindo com a evolução da Engenharia de

22 22 Software. Estes conceitos modelam um software com características de qualidade satisfatórias aos seus usuários. 2.1 Ciclo de Vida do Software como: Pressman (2006) conceitua as etapas do ciclo de vida do software Análise: definição dos serviços e objetivos do sistema; Requisitos: descrição detalhada em linguagem natural do que o sistema deve fazer. Definem as funções, serviços e restrições operacionais do sistema (deve definir exatamente o que será implementado); Projeto: definição da estrutura de dados do sistema, sua arquitetura, detalhes procedimentais e caracterização da interface; Codificação: implementação do sistema em linguagem de máquina; Teste: validação dos aspectos lógicos internos do software, bem como dos aspectos funcionais externos, a fim de garantir que o sistema atenda as especificidades; Manutenção: tratamento de erros encontrados e adaptação para novas funcionalidades. É importante salientar que a manutenção de um sistema de informação reaplica cada uma das etapas precedentes do ciclo de vida ao sistema existente.

23 23 Figura 2 Ciclo de vida do software (extraída de PRESSMAN, 2006, p. 33) Manutenção de Software Complementando a definição de Pressman (2006) supracitada, a enciclopédia digital colaborativa Wikipedia (2012) afirma que Manutenção de Software é o processo de melhoria e otimização de um software já desenvolvido (versão de produção), como também reparo de defeitos. A manutenção do software é uma das fases do processo de desenvolvimento de software, e ocorre a seguir a entrada do software em produção. 2.2 Tipos de Manutenção de Software De acordo com Engholm (2010), a manutenção de software pode estar associada a motivos diferentes, originando diferentes tipos de manutenção. Entre estes podemos listar: Corretiva: modificação do software com o objetivo de corrigir falhas; Evolutiva: relacionada à inclusão de novas funcionalidades ou ao desempenho;

24 24 Adaptativa: relacionada à adaptação do software a ambientes operacionais diferentes. Ainda segundo Engholm (2010), com base nos vários tipos de manutenção, podemos dizer que as manutenções estão associadas a pelo menos um dos itens a seguir: Remoção de defeitos; Adição de funcionalidades no sistema; Alteração de funcionalidades; Evolução das funcionalidades; Ajustes; Atualização; Melhora de desempenho. 2.3 Defeito x Falha A urgência das manutenções depende da priorização e da necessidade do usuário final em ter a manutenção já implementada no produto final: o software. No caso específico dos erros, as manutenções sobre os mesmos tem sua necessidade definida pelo tipo de erro encontrado (defeito ou falha) e as conseqüências diretas deste erro sobre o usuário final e sobre a organização como um todo. De acordo com Koscianski e Soares (2006), qual melhor palavra para explicar que um programa travou ou não funciona corretamente? Há termos relacionados com erros de programação que, algumas vezes, provocam um pouco de confusão. Embora evoquem idéias parecidas, defeito, erro e falha não são sinônimos entre si e são usados para designar conceitos distintos.

25 Defeito Defeito é uma imperfeição de um produto. O defeito faz parte do produto e, em geral, refere-se a algo que está implementado no código de maneira incorreta (KOSCIANSKI; SOARES, 2006). Mas a palavra defeito não significa apenas um problema que faz um programa não funcionar. Um programa defeituoso, segundo o dicionário Houaiss, é um programa que não funciona como deve. Realizar testes e gastar tempo com revisões apenas procurando possibilidade de crash não é suficiente. É claro que um programa que sofre muitas paralisações deve ser corrigido, mas existem outros tipos de erros a serem tratados. Podem existir inúmeros outros tipos de defeitos que não resultam no aborto do programa. Tais erros são menos aparentes, mas podem ser igualmente graves Falha Falha como o resultado errado provocado por um defeito ou condição inesperada (KOSCIANSKI; SOARES, 2006). Ainda segundo Koscianski e Soares (2006), os defeitos podem existir, mas nem sempre são visíveis. Falhas também podem ocorrer por fatores externos ao programa, como corrupção de bases de dados ou invasões de memória por outros programas. Como foi dito antes, as falhas que chamam mais a atenção são certamente aquelas em que o programa aborta. Contudo, toda falha potencial pode ser perigosa, mesmo se o programa não for paralisado.

26 26 Abaixo segue uma figura onde podemos distinguir defeito, erro e falha e seus respectivos domínios: Figura 3 Defeito x Erro x Falha (extraída de DEVMEDIA MAGAZINE, 2012, p. 2) Isolar um Defeito ou Falha Isolar um defeito ou falha consiste em determinar sob quais condições o mesmo ocorre. O objetivo é encontrar as causas dentro de um programa que as estão ocasionando, e isso implica descobrir em qual linha de código ocorre uma falha como um crash (ou seja, o programa é abortado) (KOSCIANSKI; SOARES, 2006). Da mesma forma, ainda por Koscianski e Soares (2006), algumas falhas ou defeitos são bastante difíceis de reproduzir. É preciso encontrar previamente a combinação de fatores como entradas de dados e comandos executados na interface que fazem que ela se manifeste. Muitos programadores (e, sobretudo, gerentes) desconhecem a existência de técnicas e ferramentas que permite facilitar a tarefa de depuração de código (KOSCIANSKI; SOARES, 2006). 2.4 Custo da Manutenção

27 27 De acordo com Engholm (2010), existe uma série de motivos que influenciam os custos de manutenção de um sistema. Entre eles podemos enumerar os seguintes pontos como diretamente relacionados a esses custos: Documentação existente relacionada ao sistema e qualidade da mesma; Qualidade do software; Design do sistema; Paradigma de programação utilizado; Tamanho do software, relacionado à quantidade de linhas de código; Qualidade técnica da equipe responsável pela manutenção; Regras de negócio embarcadas no sistema; Plataforma de desenvolvimento. Ainda por Engholm (2010), os envolvidos em manutenção gastam, em média, 50% do esforço tentando entender o código. Isso geralmente é resultado de código mal ou nada documentado, podendo ser também resultado da falta de utilização de Engenharia de Software e de documentação do sistema durante o desenvolvimento Custo proporcional

28 28 Figura 4 Tabela de Custo proporcional de manutenção de software (extraída de ENGHOLM, 2010, p. 13). Observando os dados da figura 4, podemos ter uma ideia da importância de termos softwares bem desenvolvidos e com qualidade, justificando os custos associados nos processos de desenvolvimento dos mesmos Custo absoluto Podemos encontrar em Engholm (2010) as seguintes informações relacionadas a custos de manutenção de software: O custo anual relacionado à manutenção de software nos estados Unidos está estimado em mais de US$ 70 bilhões (SUTHERLAND apud ENGHOLM, 2010, p. 14) (EDELSTEIN apud ENGHOLM, 2010, p. 14). Por exemplo: nos EUA, o governo federal gastou sozinho cerca de US$ 8,38 bilhões durante o período de cinco anos devido ao bug do milênio.

29 29 A Nokia Inc. utilizou cerca de US$ 90 milhões relacionados a correções preventivas do bug do milênio. Além das manutenções corretivas, estudos estimam que cerca de 75% dos custos de manutenção são relativos a fornecer evolução ao software, na forma de manutenção adaptativa e evolutiva (MARTIN apud ENGHOLM, 2010, p. 14) (NOSEK; PALVIA apud ENGHOLM, 2010, p. 14) (VAN VLIET apud ENGHOLM, 2010, p. 14). Esses estudos mostram também que cerca de 50% do tempo é gasto no processo de entendimento do código a ser mantido (FJELDSTAD; HAMLEN apud ENGHOLM, 2010, p. 14) (STANDISH apud ENGHOLM, 2010, p. 14). Segundo Engholm (2010), essas informações comprovam o valor de sistemas bem implementados, documentados e fáceis de serem mantidos.

30 30 CAPÍTULO III MANUTENÇÕES RECORRENTES Os erros ocorrem em todas as fases do processo de desenvolvimento de software. Porém, a maior incidência dos erros está concentrada nas fases iniciais do processo de desenvolvimento. Pesquisas realizadas nos projetos das forças aéreas americanas, mostram que 41% dos erros em projetos ocorrem devido a erros de requisitos na especificação do software, como mostra o gráfico abaixo: Figura 5 Origem de erros (extraída de RASCOVSKY, 2006, p.4). Segundo Lobo (2008), o ambiente de desenvolvimento de software está sujeito a várias questões relacionadas a melhorias ou dificuldades que influenciarão no desenvolvimento do software. Estas questões, observadas cuidadosamente, irão influenciar no produto final, ou seja, no software. Um dos

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