"Voluntariado e Solidariedade Intergeracional"

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1 EUROPEAN PARLIAMENT Voluntariado e Solidariedade Intergeracional Relatório Trabalho de campo: Abril-Maio 2011 Publicação: Outubro 2011 Special Eurobarometer / Wave 75.2 TNS Opinion & Social O presente inquérito foi encomendado pelo Parlamento Europeu e coordenado pela Direcção-Geral da Comunicação (Unidade de Acompanhamento da Opinião Pública). O presente documento não representa o ponto de vista do Parlamento Europeu. As interpretações e opiniões 1 nele contidas são unicamente da responsabilidade dos autores.

2 EUROBARÓMETRO 75.2 VOLUNTARIADO E SOLIDARIEDADE INTERGERACIONAL Realizado por TNS Opinion & Social a pedido do Parlamento Europeu Inquérito coordenado pela Direcção-Geral da Comunicação TNS Opinion & Social 40 Avenue Herrmann Debroux 1160 Bruxelas Bélgica 2

3 Índice INTRODUÇÃO...4 SÍNTESE VOLUNTARIADO A actividade voluntária dos europeus Domínios de actividade em que é exercido o voluntariado Domínios em que o voluntariado desempenha um papel importante Benefícios percepcionados do voluntariado Preferências em relação a um quadro operacional para o sector voluntário Apoio à criação de equipas de salvamento voluntárias regionais SOLIDARIEDADE INTERGERACIONAL...21 CONCLUSÃO...23 ANEXOS Especificações Técnicas 3

4 INTRODUÇÃO 2011 foi declarado "Ano Europeu do Voluntariado". O seu objectivo é celebrar o trabalho de milhões de voluntários em toda a Europa e incentivar o envolvimento dos cidadãos que actualmente não participam em actividades de voluntariado. Este acontecimento é também uma oportunidade para reafirmar o papel fundamental desempenhado pelas associações na vida da União Europeia. No início de Junho, durante a Presidência húngara da União Europeia, Pál Schmitt, Presidente da República da Hungria, chamou a atenção para o facto de o Tratado de Lisboa incentivar os governos a trabalharem em cooperação com as ONG. Em 2012, as atenções incidirão nos cidadãos idosos e nas relações intergeracionais com a celebração do Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações. Estes temas foram escolhidos no contexto de uma população em envelhecimento na Europa e do declínio previsto da população activa: as projecções demográficas do Eurostat prevêem uma diminuição de 6,8 % no número de pessoas em idade activa até Isto significa que haverá apenas duas pessoas em idade activa para suportar as necessidades de uma pessoa em idade de reforma, em comparação com o rácio actual de quatro para um. Manter a vitalidade dos idosos, aumentar a sua participação na sociedade e eliminar as barreiras entre as gerações serão, portanto, os principais objectivos de Com este pano de fundo, foi realizado entre 13 de Abril e 2 de Maio de 2011, a pedido da Direcção-Geral da Comunicação do Parlamento Europeu (Unidade de Acompanhamento da Opinião Pública) o Inquérito Especial Eurobarómetro. Para este inquérito, foram entrevistados pessoalmente quase habitantes da Europa com mais de 15 anos de idade por entrevistadores da rede da TNS Opinion & Social (as respostas ao questionário foram obtidas por entrevistadores nas residências dos inquiridos). A metodologia utilizada foi a mesma dos Inquéritos Eurobarómetro Standard, aplicada pela Direcção-Geral da Comunicação do Parlamento Europeu (Unidade de Acompanhamento da Opinião Pública). Encontra-se anexada ao presente relatório uma nota técnica relativa às entrevistas conduzidas pelos institutos da rede da TNS Opinion & Social 1. Estão também incluídos nesta nota os métodos de entrevista e os intervalos de confiança. O inquérito abrange os 27 Estados-Membros da União Europeia e integra a vaga 75.2 do Eurobarómetro. No primeiro capítulo, é analisado o voluntariado na União Europeia: o seu âmbito e os domínios em que é praticado. Em seguida, as atenções centram-se na opinião pública europeia relativamente ao voluntariado: a percepção dos domínios em que o voluntariado desempenha um papel importante e dos principais benefícios do voluntariado. Por último, é realizada uma análise das principais expectativas dos cidadãos europeus em relação ao voluntariado. No segundo capítulo, é analisada a opinião europeia sobre as diferentes medidas destinadas a promover a solidariedade entre as gerações. 1 Do anexo constam igualmente os quadros de resultados. É de referir que as percentagens totais apresentadas nos quadros podem exceder 100 % nas perguntas com a opção de resposta múltipla. 4

5 Nota No presente relatório, os países são representados pela sua abreviatura oficial. ABREVIATURAS UE27 NS União Europeia (27 Estados-Membros) Não sabe BE CZ BG DK DE EE EL ES FR IE IT CY LT LV LU HU MT NL AT PL PT RO SI SK FI SE UK Bélgica República Checa Bulgária Dinamarca Alemanha Estónia Grécia Espanha França Irlanda Itália República de Chipre Lituânia Letónia Luxemburgo Hungria Malta Países Baixos Áustria Polónia Portugal Roménia Eslovénia Eslováquia Finlândia Suécia Reino Unido O sítio Web do Eurobarómetro pode ser consultado no seguinte endereço: Aproveitamos esta oportunidade para agradecer aos inquiridos de toda a União Europeia que se disponibilizaram a participar neste inquérito. Sem a sua participação activa, este inquérito não teria sido possível. 5

6 SÍNTESE As principais conclusões do presente inquérito são as seguintes: Perto de um quarto dos inquiridos estão envolvidos numa actividade voluntária (a título regular ou ocasional). Contudo, este envolvimento varia consideravelmente entre Estados-Membros. Os inquiridos que mais praticam o voluntariado fazem-no em clubes desportivos e em associações culturais. Existe a percepção de que o voluntariado desempenha um papel importante num número significativo de domínios que, logicamente, incluem a solidariedade e a ajuda humanitária, mas também a vida social, a saúde, a educação e o ambiente. São vários os benefícios percepcionados do voluntariado: este é visto como sendo benéfico para a sociedade no seu conjunto (reforço da coesão social, promoção dos valores da solidariedade na UE), bem como para o indivíduo (desenvolvimento pessoal e realização pessoal dos voluntários, desenvolvimento profissional). Os inquiridos reagiram de forma muito favorável à ideia de criar equipas de salvamento voluntárias regionais para dar resposta às catástrofes naturais. Contudo, os inquiridos mostraram-se mais divididos quanto à questão da definição de um quadro operacional para o sector voluntário: embora 47 % prefiram que esse quadro seja definido conjuntamente pelos Estados-Membros e pela UE numa Carta Europeia dos Voluntários, 45 % preferem que seja cada Estado-Membro a definir individualmente esse quadro. As opiniões variam significativamente entre Estados-Membros. No que diz respeito às medidas previstas para reforçar a solidariedade intergeracional, a maioria dos inquiridos é a favor da criação de empregos para os jovens no domínio da prestação de cuidados às pessoas idosas e da garantia da igualdade de acesso ao mercado de trabalho e à formação para as pessoas de todas as idades. Contudo, a proposta de incentivar as pessoas com mais de 60 anos a permanecerem no mercado de trabalho é muito menos consensual. 6

7 1. VOLUNTARIADO 1.1 A actividade voluntária dos europeus Um dos objectivos do Ano Europeu do Voluntariado é celebrar o trabalho de milhões de europeus que dedicam parte do seu tempo livre a uma actividade voluntária. Perto de um quarto dos inquiridos estão envolvidos numa actividade voluntária (24 % contra 75 %). Destes inquiridos, 11 % realizam esta actividade numa base regular e 13 % a título ocasional. Variações entre os Estados-Membros O envolvimento no voluntariado varia significativamente de um Estado-Membro para outro, sendo os países em que esse envolvimento está mais e menos desenvolvido separados por 48 pontos percentuais. - O envolvimento no voluntariado está muito difundido nos Países Baixos, onde mais de metade dos inquiridos realizam uma actividade voluntária (57 %, dos quais 31 % numa base regular). Este é também o caso da Dinamarca (43 %, dos quais 21 % numa base regular). Mais de um terço dos inquiridos estão envolvidos numa actividade voluntária na Finlândia (39 %), na Áustria (37 %), no Luxemburgo (35 %), na Alemanha (34 %) e na Eslovénia (34 %). 7

8 - Inversamente, Malta (16 %), Espanha (15 %), Grécia (14 %), Roménia (14 %), Bulgária (12 %), Portugal (12 %) e Polónia (9 %) situam-se muito abaixo da média da UE. 8

9 Análise sociodemográfica Uma análise das variáveis sociodemográficas mostra que o envolvimento no voluntariado não é influenciado pelo género ou pela idade. Contudo, é ligeiramente mais elevado entre os inquiridos mais instruídos (32 % dos inquiridos que prosseguiram estudos até pelo menos aos 20, anos para 16 % do grupo que abandonou o ensino antes dos 16 anos), os gestores (34 %, para 22 % dos operários) e os habitantes de zonas rurais e pequenas cidades (25 %, para 20 % das pessoas que vivem em grandes conglomerados). O envolvimento dos inquiridos reformados situa-se imediatamente abaixo da média (22 %), enquanto o dos inquiridos desempregados é um pouco mais baixo (17 %). A orientação política dos inquiridos parece não ser um factor significativo: 27 % dos que fazem voluntariado dizem situar-se à esquerda, 25 % ao centro e 24 % à direita. 9

10 1.2 Domínios de actividade em que é exercido o voluntariado A maioria dos voluntários europeus (24 %) realiza trabalho voluntário num clube desportivo ou numa associação de actividades ao ar livre. Seguem-se as associações culturais ou artísticas (20 %), as organizações de beneficência ou de apoio social (16 %), as associações comunitárias ou de bairro (13 %) e as organizações religiosas (12 %). A seguir situam-se as organizações de protecção do ambiente, dos direitos dos animais, etc. (7 %), as associações ou clubes de idosos (7 %) e de jovens (7 %) e as associações de defesa dos interesses dos doentes e/ou das pessoas portadoras de deficiência (6 %). As organizações profissionais, os sindicatos e os partidos políticos são os menos referidos (5 % ou menos). Base: europeus com uma actividade voluntária (24 % da amostra total) 10

11 Variações entre os Estados-Membros Existem diferenças significativas entre os Estados-Membros no que se refere a esta pergunta. A análise incide nas organizações e associações que foram referidas por mais de 10 % dos voluntários europeus: - Os clubes desportivos foram referidos com maior frequência na Irlanda (37 %), na Dinamarca (35 %) e na Alemanha (34 %). - As associações culturais foram mais referidas na Itália (31 %), na Grécia (29 %), em França (28 %), na Áustria (27 %) e em Portugal (27 %). Exceptuando a Áustria, estes países caracterizam-se por um nível de actividade voluntária próximo da média da União Europeia (Itália e França) ou significativamente inferior à média da União Europeia (Grécia e Portugal). - As organizações de beneficência foram referidas por mais de um quarto dos inquiridos que fazem voluntariado em Espanha (34 %), no Luxemburgo (28 %) e na Polónia (28 %). - As associações comunitárias ou de bairro mostraram resultados mais elevados na Eslovénia (26 %), na Bulgária (25 %), na Dinamarca (22 %) e na Irlanda (21 %). - As organizações religiosas foram mais referidas na Roménia (27 %), em Malta (24 %) e na Eslováquia (22 %). Análise sociodemográfica A análise das variáveis sociodemográficas não revela quaisquer diferenças significativas. Contudo, os inquiridos com um nível de escolarização mais elevado, que, como vimos, estão mais envolvidos no trabalho voluntário, apresentam uma maior probabilidade de referirem as associações culturais (24 %, em comparação com a média de 20 %), enquanto os inquiridos que abandonaram os estudos antes dos 16 anos referem com maior frequência as associações de idosos (13 %, em comparação com a média de 7 %). 11

12 1.3 Domínios em que o voluntariado desempenha um papel importante Quando inquiridos sobre os domínios em que consideram que o voluntariado desempenha um papel importante, os respondentes colocam a solidariedade e a ajuda humanitária em primeiro lugar (37 %), seguidas dos cuidados de saúde (32 %), da educação e da formação (22 %), do ambiente (22 %), da protecção dos direitos humanos (21 %), da inclusão social dos cidadãos desfavorecidos (21 %) e do envelhecimento activo, do emprego e do desporto (15 % cada). A cultura (10 %), o diálogo intercultural e inter-religioso (9 %), o diálogo intergeracional (9 %) e a protecção dos consumidores (9 %) são também identificados como domínios em que o voluntariado pode desempenhar um papel importante. Mais abaixo na lista situam-se a vida democrática (7 %) e a construção de uma identidade europeia (3 %). 12

13 Verificaram-se alterações significativas na percepção dos contributos do voluntariado desde o último Eurobarómetro Standard (EB73, Primavera de 2010). Existem agora mais inquiridos que consideram que os cuidados de saúde são um domínio em que o voluntariado desempenha um papel importante (+8 pontos percentuais). Este é também o caso da educação (+8), do emprego (+5) e do ambiente (+4); estes dois domínios ultrapassaram já a protecção dos direitos humanos e a inclusão social dos cidadãos desfavorecidos, que permanecem a um nível estável desde o EB73. Variações entre os Estados-Membros A percepção dos domínios em que o voluntariado desempenha um papel importante varia significativamente entre os Estados-Membros: - A importância do voluntariado para a solidariedade e a ajuda humanitária é particularmente salientada em Chipre (68 %), na Suécia (58 %) e em França (57 %). Inversamente, este domínio foi muito menos referido na Irlanda (14 %) e no Reino Unido (9 %). - A importância do voluntariado para os cuidados de saúde é referida com muita frequência na Polónia (55 %), nos Países Baixos (47 %), em Portugal (47 %) e na Áustria (46 %). - A educação é referida com maior frequência no Reino Unido (39 %), na Estónia (31 %) e na Irlanda (30 %). Com efeito, este é o domínio mais citado no Reino Unido e na Irlanda. - Os inquiridos da Grécia (50 %), da Estónia (36 %) e da Eslováquia (34 %) consideram que o voluntariado desempenha um papel particularmente importante no domínio do ambiente. Como vimos, a hierarquia dos domínios em que o voluntariado é tido como desempenhando um papel importante sofreu alterações desde o EB73 da Primavera de Esta evolução afigura-se extremamente pronunciada em alguns Estados-Membros: - O sistema de saúde é referido com muito maior frequência, em especial na Áustria (+21 pontos percentuais), na Polónia (+19), em Portugal (+18) e na Grécia (+14). - A educação conquistou muito terreno, em especial no Reino Unido (+16), na Irlanda (+14) e na Suécia (+13). 13

14 Análise sociodemográfica Uma análise sociodemográfica das respostas revela algumas tendências significativas. Os jovens europeus tendem a atribuir um papel importante ao voluntariado nos domínios da educação (26 % dos inquiridos com idades compreendidas entre 15 e 24 anos, para 18 % dos inquiridos com mais de 55 anos) e do ambiente (27 %, para 19 %). Os inquiridos com idade igual ou superior a 55 anos destacam a importância do voluntariado para os cuidados de saúde (36 %, para 30 % dos inquiridos com idades compreendidas entre 15 e 24 anos). Além disso, os inquiridos com um nível de escolarização mais elevado, que, como vimos, estão mais envolvidos em actividades voluntárias, apresentam uma probabilidade superior à média de atribuir um papel importante ao voluntariado no domínio da solidariedade e da ajuda humanitária (41 %), enquanto os inquiridos que abandonaram os estudos antes dos 16 anos têm uma maior probabilidade de referir os cuidados de saúde (35 %). * Apenas constam do quadro os domínios que foram referidos por mais de 20 % da amostra. 14

15 1.4 Benefícios percepcionados do voluntariado Quando inquiridos sobre os dois principais benefícios do voluntariado na União Europeia, os inquiridos referiram principalmente a manutenção e o reforço da coesão social (34 %) e o reforço dos valores fundamentais da solidariedade da UE (25 %). Contudo, os benefícios para os próprios voluntários também são importantes: para os inquiridos, o voluntariado contribui para a auto-realização e o desenvolvimento pessoal dos voluntários (25 %) e facilita a aquisição de conhecimentos e de competências que promovem a inclusão profissional (22 %). O facto de o voluntariado dar aos europeus a oportunidade de desenvolverem a sua participação cívica também é salientado (20 %). O impacto do voluntariado no desenvolvimento sustentável e na protecção do ambiente é ligeiramente menos reconhecido (18 %), tal como o é o seu papel na economia da União Europeia (12 %). 15

16 Variações entre os Estados-Membros Existem várias diferenças entre os Estados-Membros no que diz respeito aos principais benefícios percepcionados do voluntariado: - O papel do voluntariado no reforço da coesão social é particularmente salientado pelos inquiridos da Alemanha (50 %), da Áustria (48 %) e da Finlândia (47 %). - A realização pessoal dos voluntários reveste-se de grande importância na Dinamarca (52 %) e nos Países Baixos (41 %), os dois países onde a actividade voluntária está mais desenvolvida, bem como na Bélgica (38 %), na Estónia (35 %) e na Irlanda (35 %). - Mais de um terço dos inquiridos de Chipre (46 %), da Eslovénia (38 %), de Malta (35 %) e da Itália (34 %) referiram o reforço dos valores fundamentais da solidariedade da UE. - Uma proporção superior à média dos inquiridos da Suécia (33 %) e do Reino Unido (32 %) destacou o contributo do voluntariado para a formação e a integração profissional dos voluntários. - Uma proporção superior à média dos inquiridos do Reino Unido e da Irlanda reconhece o papel importante desempenhado pelo voluntariado na economia da UE (20 % em ambos os países). 16

17 Análise sociodemográfica Existem muito poucas variações entre as categorias sociodemográficas no que se refere a esta pergunta: é de referir que a percepção dos benefícios do voluntariado não difere grandemente entre os inquiridos que estão envolvidos numa actividade voluntária e aqueles que não estão. Contudo, os inquiridos com experiência de trabalho voluntário apresentam uma maior probabilidade de reconhecer o papel do voluntariado no reforço da coesão social (39 %, e 42 % para aqueles que realizam trabalho voluntário regularmente). A análise sociodemográfica revela também que os gestores, que, como vimos, estão mais envolvidos no trabalho voluntário, apresentam uma probabilidade superior à média de referir o reforço da coesão social (41 %). 17

18 1.5 Preferências em relação a um quadro operacional para o sector voluntário As práticas voluntárias variam actualmente entre Estados-Membros. Isto aplica-se também ao quadro do sector voluntário e ao modo como esse quadro funciona. Os inquiridos estão divididos quanto à criação de um quadro operacional para o sector voluntário: 47 % preferem que sejam os Estados-Membros e a UE a elaborar conjuntamente uma Carta Europeia dos Voluntários, enquanto 45 % preferem que seja o seu país a elaborar um quadro individual. Variações entre os Estados-Membros A maioria dos Estados-Membros (16 no total) apoia a ideia de uma colaboração a nível europeu. Contudo, as opiniões variam consideravelmente no que se refere a esta pergunta, e existe uma diferença de 62 pontos percentuais entre o nível mais elevado e o nível mais baixo de apoio a uma carta europeia. - Os países que apoiam em maior medida a criação de um quadro operacional nacional para o sector voluntário são a Dinamarca (84 %) e a Áustria (65 %), que, juntamente com os Países Baixos, se encontram entre os países onde o voluntariado está mais desenvolvido. A maioria dos inquiridos dos Países Baixos também apoia esta opção (59 %). Contudo, este é também o caso da Letónia (60 %) e do Reino Unido (60 %), onde menos de um quarto dos inquiridos realizam trabalho voluntário. - Os países que apoiam uma Carta Europeia dos Voluntários definida conjuntamente pelos Estados-Membros e pela União Europeia são a Espanha (68 %), Chipre (65 %), a Bélgica (60 %), a Grécia (58 %), a Itália (57 %) e Portugal (56 %). Exceptuando a Bélgica e a Itália, estes são países onde a actividade voluntária não está muito difundida (entre 12 % e 15 %). 18

19 Análise sociodemográfica Uma análise sociodemográfica revela algumas variações interessantes entre categorias: os inquiridos com idades compreendidas entre 15 e 24 anos apoiam a criação de um quadro operacional europeu para o sector voluntário (55 %, para 38 % que apoiam um quadro operacional nacional), enquanto os inquiridos com idade igual ou superior a 55 anos têm uma ligeira preferência por quadros operacionais definidos a nível nacional (46 %, para 44 % que apoiam um quadro definido a nível europeu). As respostas também diferem ligeiramente com a ocupação dos inquiridos: os gestores apoiam quadros operacionais de nível nacional (50 % para 43 %), enquanto os restantes colarinhos brancos e os operários se distribuem mais uniformemente (46/48 e 47/47, respectivamente). Por último, os inquiridos que dizem realizar uma actividade voluntária apresentam uma maior probabilidade de preferir um quadro operacional definido a nível nacional para o sector voluntário, mas a diferença é pequena (49 %, para 45 % que optam por um quadro europeu). A diferença é mais marcada entre os inquiridos que fazem voluntariado regularmente (53 % para 41 %). 19

20 1.6 Apoio à criação de equipas de salvamento voluntárias regionais O Parlamento Europeu gostaria que os Estados-Membros da UE e as suas autoridades locais e regionais criassem equipas de salvamento voluntárias em todas as regiões para responder a situações de catástrofe e de desastre naturais. Os inquiridos reagiram muito favoravelmente a esta proposta: 88 % consideram que seria útil (em comparação com 9 % que consideram que seria "inútil"), e quase metade daqueles que afirmam que seria "muito útil" (48 %). Variações entre os Estados-Membros A maioria dos inquiridos de Chipre (79 %), de Malta (70 %), da Hungria (65 %), da Grécia (62 %) e da Eslovénia (62 %) consideram que a medida seria "muito útil". Contudo, o apoio é mais baixo na Finlândia (37 %), em Portugal e nos Países Baixos (40 %). Em nenhum dos países se verificou uma verdadeira oposição a esta ideia: os Países Baixos apresentam o resultado mais baixo, mas mesmo neste caso 78 % dos inquiridos afirmaram que a proposta é "útil". Análise sociodemográfica As variações entre as categorias sociodemográficas são muito pouco significativas no que se refere a esta pergunta: todas as categorias são amplamente a favor da criação de equipas de salvamento voluntárias em todas as regiões para responder a situações de catástrofe e de desastre naturais. 20

21 2. SOLIDARIEDADE INTERGERACIONAL Uma vez que 2012 será o Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações, foi pedido aos inquiridos que classificassem a eficiência de três medidas destinadas a reforçar a solidariedade entre as gerações (e, em especial, entre os jovens e os idosos). A maioria dos inquiridos apoia a medida destinada a incentivar a criação de emprego para os jovens no domínio do apoio aos idosos e das pessoas dependentes: 89 % classificam esta medida como eficiente, incluindo 45 % que a consideram "muito eficiente". A medida destinada a assegurar aos europeus de todas as idades igual acesso ao mercado de trabalho e às oportunidades de formação foi também classificada muito favoravelmente: 83 % dos inquiridos consideram que seria uma medida eficiente, incluindo 38 % que afirmam que seria "muito eficiente". Menos consenso reuniu a última proposta, nomeadamente o incentivo às pessoas com mais de 60 anos a permanecerem no mercado de trabalho para transmitirem os seus conhecimentos e a sua experiência às gerações mais novas. Embora a maioria dos inquiridos aprove esta medida (59 % classificam-na como eficiente, incluindo 23 % que consideram que seria "muito eficiente"), ela foi rejeitada por mais de um terço dos inquiridos (37 % consideram que não seria eficiente, incluindo 13 % que a classificam como "nada eficiente"). 21

22 Variações entre os Estados-Membros Antes de analisarmos as variações entre os Estados-Membros, é de referir que, para a terceira medida, verificou-se um apoio mais forte nos países que aderiram à UE antes de 2004 (63 %) do que nos países que aderiram à UE em 2004 e 2007 (51 %). Não se verificaram diferenças consideráveis no que se refere às duas primeiras propostas. - A proposta de incentivar a criação de emprego para os jovens no domínio da prestação de cuidados aos idosos e às pessoas dependentes foi muito bem recebida em todos os Estados-Membros, com o apoio a variar entre 76 % e 95 %. Em oito países, mais de metade dos inquiridos classificam a medida como muito eficiente: Eslovénia (63 %), Espanha (60 %), Bulgária (58 %), Chipre (58 %), Malta (55 %), Roménia (55 %), Alemanha (53 %) e Luxemburgo (52 %). A garantia de igualdade de acesso ao mercado de trabalho e à formação para os europeus de todas as idades foi também acolhida favoravelmente em todos os Estados-Membros, com o apoio a variar entre 73 % e 93 %. A medida obteve maior apoio em Espanha (93 %), na Bulgária (89 %) e em Malta (89 %), onde mais de metade dos inquiridos classificam a medida como "muito eficiente" (54 %, 55 % e 51 %, respectivamente), e na Eslováquia (91 %). A Bélgica, a Estónia e a França também classificaram a medida de forma muito favorável (87 % de classificações positivas). - A última medida, destinada a incentivar as pessoas com idade igual ou superior a 60 anos a permanecerem no mercado de trabalho para transmitirem os seus conhecimentos e a sua experiência às gerações mais novas, revelou-se menos consensual. Existe uma diferença de 43 pontos percentuais entre os países que são os maiores apoiantes da medida e os países mais relutantes. Os Países Baixos (76 %), a Dinamarca (75 %), a Estónia (70 %) e a Suécia (70 %) são particularmente a favor desta medida. Inversamente, o apoio excede em muito pouco um terço dos inquiridos em três Estados-Membros: Eslovénia (37 %), Hungria (34 %) e Chipre (33 %). Nestes países, cerca de um quarto dos respondentes consideraram esta proposta "nada eficiente". Análise sociodemográfica Uma análise das variáveis sociodemográficas revela muito poucas diferenças no que se refere às duas primeiras medidas, que são amplamente consensuais. Quanto à última proposta, incentivar os europeus a trabalharem para além dos 60 anos, os inquiridos com idade igual ou superior a 55 anos revelaram-se mais favoráveis (64 %) do que os jovens (58 % dos inquiridos com idades compreendidas entre 15 e 24 anos), e os gestores revelaram-se mais favoráveis (66 %) do que os operários (54 %). 22

23 CONCLUSÃO O presente Inquérito Especial Eurobarómetro, realizado entre 13 de Abril e 2 de Maio de 2011, permite fazer um balanço do envolvimento e das expectativas dos cidadãos da UE em relação a duas questões que se encontram no cerne dos actuais assuntos europeus: o voluntariado, no contexto do Ano Europeu do Voluntariado em 2011, e a solidariedade intergeracional, no contexto do Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações em As principais conclusões do presente inquérito são as seguintes: - Perto de um quarto dos cidadãos da UE participam numa actividade voluntária, a título regular ou ocasional. - Os clubes desportivos, as associações culturais e artísticas e as organizações de beneficência continuam a ser as estruturas que acolhem o maior número de cidadãos europeus voluntários. Dependendo do país, a actividade voluntária é também mais significativa nas associações de bairro e nas organizações religiosas. - Existe entre os cidadãos da UE a percepção de que o voluntariado desempenha um papel importante em muitos domínios, continuando a solidariedade e a ajuda humanitária a ocupar o primeiro lugar (37 %). Os cuidados de saúde (32 %, +8), a educação (22 %, +8) e o ambiente (22 %, +6) conquistaram muito terreno desde 2010, o que indica que os voluntários estão preocupados com as questões que afectam a vida quotidiana da maioria dos cidadãos da UE. - Os cidadãos da UE estão divididos quanto à definição de um quadro operacional para o sector voluntário: 47 % apoiam uma Carta Europeia dos Voluntários elaborada conjuntamente pelos Estados-Membros e pela União Europeia, enquanto 45 % preferem um quadro nacional criado pelo seu país. As opiniões variam grandemente entre os Estados-Membros, embora estas variações não pareçam estar ligadas ao nível de experiência ou de actividade voluntária. - Das três medidas previstas para promover a solidariedade intergeracional, duas são consideradas eficientes por uma grande maioria dos cidadãos da UE: o incentivo à criação de empregos para os jovens no domínio da prestação de cuidados aos idosos e às pessoas dependentes (89 %) e a garantia da igualdade de acesso ao mercado de trabalho e à formação para os europeus de todas as idades (83 %). 23

24 - Contudo, os cidadãos da UE encaram com menos entusiasmo a eficiência da última medida que visa manter as pessoas com mais de 60 anos no mercado de trabalho para transmitirem a sua experiência e os seus conhecimentos às gerações mais novas (59 %). A reacção a esta medida varia grandemente entre os Estados-Membros, reunindo mais apoio nos países que aderiram à UE antes de 2004 (63 %) do que nos países que aderiram à UE em 2004 e 2007 (51 %). 24

25 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 25

26 Intergeracional" "Voluntariado e Solidariedade EUROPEAN PARLIAMENT EUROBARÓMETRO ESPECIAL Voluntariado e Solidariedade Intergeracional ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Entre 13 de Abril e 2 de Maio de 2011, a TNS Opinion & Social, um consórcio criado entre a TNS plc e a TNS opinion, realizou a vaga 75.2 do EUROBARÓMETRO a pedido do PARLAMENTO EUROPEU, Direcção-Geral da Comunicação, Unidade de Acompanhamento da Opinião Pública. O EUROBARÓMETRO ESPECIAL integra a vaga 75.2 e abrange a população das respectivas nacionalidades dos Estados-Membros da União Europeia, residente em cada um dos Estados-Membros e com idade igual ou superior a 15 anos. A concepção básica da amostra aplicada em todos os Estados é multi-etapas e (de probabilidade) aleatória. Em cada país foi escolhido um número de pontos de amostragem de probabilidade proporcional ao tamanho da população (para uma cobertura total do país) e à densidade da mesma. Para este fim, os pontos de amostragem foram escolhidos sistematicamente de cada uma das "unidades administrativas regionais", após estratificação por unidade individual e tipos de áreas. Assim, representam todo o território dos países inquiridos de acordo com as regiões EUROSTAT NUTS II (ou equivalente) e com a distribuição da população residente das respectivas nacionalidades em termos de áreas metropolitanas, urbanas e rurais. Em cada um dos pontos de amostragem foi escolhido ao acaso um endereço inicial. Os outros endereços (a intervalos de N endereços) foram seleccionados por processos normais de itinerário aleatório ("random route") a partir do endereço inicial. Em cada agregado familiar, o inquirido foi escolhido ao acaso (seguindo a regra do aniversário mais próximo). Todas as entrevistas foram realizadas de forma directa e pessoal nas residências dos inquiridos e na língua nacional adequada. No que respeita à recolha de dados, utilizou-se a CAPI (Computer Assisted Personal Interview) nos países onde esta técnica estava disponível.

27 EUROPEAN PARLIAMENT ABREVIATURAS PAÍSES INSTITUTOS N.º DE ENTREVISTAS DATAS DO TRABALHO DE CAMPO POPULAÇÃO 15+ BE Bélgica TNS Dimarso /04/ /05/ BG Bulgária TNS BBSS /04/ /04/ CZ República Checa TNS Aisa /04/ /04/ DK Dinamarca TNS Gallup DK /04/ /05/ DE Alemanha TNS Infratest /04/ /05/ EE Estónia Emor /04/ /05/ IE Irlanda Ipsos MRBI /04/ /04/ EL Grécia TNS ICAP /04/ /05/ ES Espanha TNS Demoscopia /04/ /05/ FR França TNS Sofres /04/ /05/ IT Itália TNS Infratest /04/ /05/ CY República de Chipre Synovate /04/ /05/ LV Letónia TNS Latvia /04/ /05/ LT Lituânia TNS Gallup Lithuania /04/ /05/ LU Luxemburgo TNS ILReS /04/ /04/ HU Hungria TNS Hungary /04/ /05/ MT Malta MISCO /04/ /04/ NL Países Baixos TNS NIPO /04/ /05/ AT Áustria Österreichisches Gallup-Institut /04/ /05/ PL Polónia TNS OBOP /04/ /05/ PT Portugal TNS EUROTESTE /04/ /05/ RO Roménia TNS CSOP /04/ /04/ SI Eslovénia RM PLUS /04/ /05/ SK Eslováquia TNS Slovakia /04/ /05/ FI Finlândia TNS Gallup Oy /04/ /05/ SE Suécia TNS GALLUP /04/ /05/ UK Reino Unido TNS UK /04/ /05/ TOTAL UE /04/ /05/

28 EUROPEAN PARLIAMENT Para cada país procedeu-se a uma comparação da amostra com o universo. A descrição do universo decorre dos dados relativos à população do EUROSTAT ou dos serviços de estatística nacionais. Procedeu-se, para todos os países abrangidos pelo inquérito, a um procedimento de ponderação nacional utilizando a ponderação marginal e intercelular com base na descrição do universo. Em todos os países foram incluídos no processo iterativo os critérios de género, idade, região e dimensão da localidade. Quanto à ponderação internacional (médias da UE), a TNS Opinion & Social aplicou os números oficiais relativos à população fornecidos pelo EUROSTAT ou pelos serviços de estatística nacionais. Indicam-se acima os números totais relativos à população usados no procedimento de pós-ponderação. Recorda-se aos leitores que os resultados do inquérito são estimativas cuja exactidão, caso não se alterem as restantes condições, depende do tamanho da amostra e da percentagem considerada. Com amostras de cerca de entrevistas, as percentagens reais variam dentro dos seguintes limites de confiança: Percentagens consideradas 10 % ou 90 % 20 % ou 80 % 30 % ou 70 % 40 % ou 60 % 50% Limites de confiança ± 1,9 pontos ± 2,5 pontos ± 2,7 pontos ± 3,0 pontos ± 3,1 pontos

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