GS1 Portugal Programa. 13 de Abril de 2015

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1 GS1 Portugal Programa 13 de Abril de 2015

2 BEM VINDOS! 2

3 PROGRAMA da IIIa Edição Seminário Boas Práticas Colaborativas 08:30 Recepção dos Participantes 09:00 Abertura e Boas Vindas Jacques Reber (CEO Nestlé) João Guimarães (DE GS1 Portugal) 09:30 Códigos de Barras GS1: ganhar produtividade e fiabilidade no ponto de venda 10:00 Projecto com a AUCHAN: recolha de dados logísticos para optimizar processos de recepção 10:30 Apresentação de estudo: Níveis de Serviço Logístico entre Prod. & Dist. 11:00 Coffee Break 11:30 Da sincronização de dados aos catálogos globais Plataforma SYNC PT Artur Andrade Filipe Esteves Artur Andrade Nuno Azevedo 12:00 Rastreabilidade do Prado ao Prato Denis O Brien 12:45 Perguntas e Respostas 3

4 PROGRAMA DO SEMINÁRIO 14 Abril :00 Almoço 14:00 Projecto Out of Stock (rupturas em linear) Rafael Flôrez, GS1 Colombia & Giovanni Biffi, LOGYCA 14:45 Engaging Consumers through your packaging Augustin Calvo SCANBUY 15:30 Perguntas e Respostas 16:00 Encerramento & Conclusões João Guimarães 4

5 Códigos de Barras GS1: ganhar produtividade e fiabilidade no ponto de venda Artur Andrade, GS1 Portugal 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

6 Agenda 1. Enquadramento & Vectores de análise 2. Metodologia a) Metodologia de projecto b) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados (Auchan 2014) a) Análise em linear b) Análise em POS c) Utilização Indevida d) Códigos ineficientes (sem leitura POS) e) Exemplos de correcções efectuadas 6

7 Agenda 1. Enquadramento & Vectores de análise 2. Metodologia a) Metodologia de projecto b) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados (Auchan 2014) a) Análise em linear b) Análise em POS c) Utilização Indevida d) Códigos ineficientes (sem leitura POS) e) Exemplos de correcções efectuadas 7

8 1. Enquadramento & Vetores de análise O que é o Estudo de Fiabilidade de Leitura em Loja? Acção que permite analisar a qualidade e eficiência dos códigos de barras Analisa a performance da codificação aplicada no âmbito nacional Analisa as possíveis incorrecções, inconsistências e uso indevido do Sistema GS1 para, se possível, corrigir as mesmas 8

9 1. Enquadramento & Vetores de análise Estudo de Fiabilidade de Leitura em Loja, um projecto com passado, presente e de futuro ,

10 1. Enquadramento & Vetores de análise Principais vectores de análise 1. Tipos de inconformidades na construção e impressão dos códigos de barras de acordo com as Especificações e Normas Internacionais GS1: Magnitude: tamanho do código (largura x altura) Truncagem: redução na altura das barras Localização e orientação Zonas claras: zonas obrigatórias sem impressão Cores: contraste entre o fundo e as barras Elementos Humanamente Legíveis (EHL) 2. Eficiência na captura em POS Códigos com leitura Códigos sem leitura 10

11 Agenda 1. Enquadramento & Vectores de análise 2. Metodologia a) Metodologia de projecto b) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados (Auchan 2014) a) Análise em linear b) Análise em POS c) Utilização Indevida d) Códigos ineficientes (sem leitura POS) e) Exemplos de correcções efectuadas 11

12 2. Metodologia de projecto Fase 1 Fase 2 Fase 3 Fase 4 Fase 5 Planeamento e preparação Operação e execução em loja Análise de dados e relatórios Acções de correcção Plano de comunicação 1. Realização de reuniões de planeamento 2. Formação GS1 para preparação das equipas 1. Verificação e controlo no linear 2. Verificação e teste em POS 3. Verificação e análise técnica 1. Processamento e análise de dados 2. Elaboração de relatórios técnicos para cada produto 3. Apresentação de resultados finais 1. Contactar fornecedores 2. Implementar acções correctivas 3. Follow-up 4. Conclusão e Relatório 1. Newsletters e Brochuras GS1 2. Revista Workshops 4. Congresso GS1 5. Eventos Internacionais 3 Semanas 2 Semanas 2 Meses 7 Meses 12

13 2. Fluxo de operações em Loja Linear c Verificação Técnica POS 13

14 Agenda 1. Enquadramento & Vectores de análise 2. Metodologia a) Metodologia de projecto b) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados (Auchan 2014) a) Análise em linear b) Análise em POS c) Utilização Indevida d) Códigos ineficientes (sem leitura POS) e) Exemplos de correcções efectuadas 14

15 3. Análise de resultados a) Análise em linear Foram analisados códigos de barras Relativamente às Normas GS1, os códigos de barras têm a seguinte classificação: Normas GS1 Controladas (74%) apresentaram algum tipo de não conformidade* (26%) cumprem na totalidade os requisitos* 74% (20 936) Não Conformes* 26% (7 503) Conformes* *De acordo com as Especificações e Normas 15

16 3. Análise de resultados a) Análise em linear - Inconformidades Dos 74% (20 936) códigos de barras não conformes, constatou-se a ocorrência total de inconformidades* com a seguinte distribuição: Tipologia de inconformidades* 61% (19 478) Truncagem 18% (5 569) Magnitude Pequena 10% (3 161) Problemas de Localização 9% (2 945) Falta de Zonas Claras 0,43% (137) Erros na Leitura 0,17% (55) Problemas nos EHL 1% (432) Cores Incorrectas *De acordo com as Especificações e Normas Internacionais GS1 *De acordo com as Especificações e Normas Internacionais GS1 16

17 3. Análise de resultados b) Análise em POS Dos (74%) CB s analisados com inconformidades* no linear identificaram-se: Eficiência em POS (95%) códigos eficientes, com leitura na 1º passagem 5% (1 030) Sem Leitura (5%) códigos ineficientes, sem leitura na primeira passagem em POS 95% (19 906) Com Leitura *De acordo com as Especificações e Normas Internacionais GS1 74% (20 936) 17

18 3. Análise de resultados c) Utilização indevida de códigos (nacionais) Da análise aos CB s de âmbito nacional podemos constatar que 2% (210) encontram-se em situações irregulares perante a GS1 Portugal 2% (210) CB s Nacionais IRREGULARES 98% (11 133) CB s Nacionais Regulares 18

19 3. Análise de resultados d) Códigos ineficientes (sem leitura POS) Exemplos de códigos de barras sem leitura na primeira passagem em POS: 19

20 3. Análise de resultados e) Exemplos de correcções efectuadas 20

21 Obrigado! 21

22 Fiabilidade de Leitura em Armazém - Auchan Em parceria com o Gupo Auchan Filipe Esteves, GS1 Portugal 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

23 Agenda 1. Enquadramento 2. Circunstâncias que justificam o projeto 3. Principais objetivos 4. Recolha de dados 5. Vetores de análise 6. Metodologia de projeto 7. Out Comes 8. Status 23

24 1. Enquadramento O Estudo de Fiabilidade de Leitura em Armazém é uma Acão que permite analisar a qualidade e eficiência na leitura da simbologia GS1-128 no processo de receção de mercadorias em armazém. Este estudo pretende identificar possíveis incorrecções e inconsistências na codificação aplicada nas Etiquetas Logísticas GS1 de forma a que seja possível a correcção das mesmas de acordo com o Sistema de Normas GS1. Adicionalmente, pretende-se recolher os dados logísticos e volumétricos referentes a caixas ou paletes, para que seja possível a introdução e alinhamento da informação disponível na plataforma SYNC PT. 24

25 2. Circunstâncias que justificam o projeto Normalização e conformidade nos Códigos de Barras possibilitam: Maior eficiência para os Centros de Distribuição (Operador Logísticos e Retalhista) - Em todos as operações logísticas - Na gestão de stocks - Na gestão administrativa O estudo Fiabilidade de Leitura em Armazém é uma mais-valia porque permite Conhecer com exatidão, o nível de eficiência e qualidade dos códigos de barras nas Etiquetas Logísticas, assim como as inconformidades existentes Sensibilizar os fabricantes/produtores para a correção das inconformidades e adoção dos sistemas de codificação, gerando processos logísticos mais eficientes A extração de indicadores de grande relevo para a gestão das bases de dados dos retalhistas 25

26 3. Principais objetivos Estudo da qualidade de leitura das etiquetas logísticas Alinhamento e correção na utilização do código GS1 128 e Etiquetas Logísticas Recolha de dados logísticos e volumétricos (CUBISCAN) Introdução de dados plataforma SYNC PT Alinhamento de base de dados das insígnias e dos diferentes fornecedores 26

27 4. Recolha de dados Informação geral da caixa do produto (Descrição, GTIN e GLN) Dimensões da caixa Largura Altura Profundidade Peso da caixa Imagens da caixa ou pack s Tratamento de dados e inserção na plataforma SyncPT - Tratamento na GS1 Portugal (backoffice) 27

28 5. Vetores de análise Tipos de inconformidades: - Magnitude: tamanho do código (largura x altura) - Truncagem: redução na altura das barras - Zonas claras: zonas obrigatórias sem impressão - Elementos Humanamente Legíveis (EHL) - Qualidade de Impressão da simbologia Eficiência na captura Estrutura e utilização de dados - Utilização dos Identificadores de Aplicação (IA s) - SSCC e GTIN Estrutura da Etiqueta Logística GS1 - Localização da etiqueta - Qualidade e disponibilidade da etiqueta na palete 28

29 6. Metodologia de projeto 29

30 7. Out Comes 1. Reports 1. Fast Report (Categorização das diferentes incidências detectadas) 2. Relatórios individuais por produto e por categorias 3. Relatório final do trabalho de campo 2. Contacto com Fornecedores 4. Comunicação com fornecedores para resolução 5. Relatórios e acompanhamento mensal das correcções e alterações Status de resoluções 6. Relatório final de acompanhamento e encerramento das acções de correcção 3. Comunicação GS1 7. Brochura divulgação do projecto 8. Apresentação do projecto em eventos 30

31 8. Status Recolha de dados Cubiscan (1/2) caixas processadas A 16% de conclusão de projecto Produtividade CUBISCAN Dia 1 Dia 2 Dia 3 Dia 4 Dia 5 Dia 6 Dia 7 Dia 8 Dia 9 Dia 10 Dia 11 Dia 12 Dia 13 Dia 14 Dia 15 Dia 16 Dia 17 Dia 18 Dia 19 Dia 20 Dia 21 Dia 22 Dia 23 Dia 24 Dia 25 Dia 26 Dia 27 Dia 28 Dia 29 Dia 31 Dia 32 Dia 33 Dia 34 31

32 8. Status Recolha de dados Cubiscan (2/2) caixas processadas - 12% com inconformidades - Caixas sem código de barras - Código da caixa igual ao do produto - Código de barras da caixa (ITF-14) sem leitura - Erros de estrutura e codificação no código da caixa 32

33 8. Status Recolha de dados Etiqueta Logística (2/2) 280 Fornecedores Auditados 500 Etiquetas Logísticas para verificação Diferentes cenários e inconformidades de acordo com o Sistema GS1 - Múltiplas Etiquetas - Não existem relações Hierárquicas na codificação - Utilização incorreta de IA s - Diferentes SSCC s na palete 33

34 Apresentação de estudo: Níveis de Serviço Logístico entre Produtores & Distribuidores Artur Andrade, GS1 Portugal 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

35 O que é o Benchmarking? GS

36 O Benchmarking é Satisfaz as necessidades dos seus clientes? Sabe quais os parâmetros mais valorizados pelos seus clientes? Sabe se o seu nível de serviço é melhor que o da concorrência? Quer ter um nível de serviço de excelência? GS

37 O Benchmarking é É aprender com os outros É um processo contínuo Fornece informações úteis Estimula da criatividade e práticas de melhoria Exige tempo e trabalho Gera uma crescente competitividade GS

38 O Benchmarking é Os dois grandes objetivos deste estudo são, por um lado conhecer o nível de serviço oferecido pelos fabricantes do grande consumo aos retalhistas, nas entregas às plataformas e às lojas da distribuição e por outro, dar a conhecer aos retalhistas qual é o ponto de vista do fabricante no que diz respeito aos requisitos por eles colocados. Centra-se unicamente nas atividades relacionadas com supply chain, com o objetivo de identificar oportunidades de melhoria dos fornecedores em relação a entregas, prazos de entrega, gestão administrativa e capacidade de reação, entre outros fatores. Fabricantes Retalhistas GS

39 Evolução Benchmarking Fabricantes Retalhistas Compõem cerca de 80% da quota de mercado % 19% Crescimento GS

40 Empresas participantes em 2015 Fabricantes Retalhistas GS

41 Metodologia Grupos considerados no estudo: Fabricantes Retalhistas 9 grupos GS

42 Metodologia 1 Preenchimento de questionários 2 Formulário de KPIs 3 Reuniões individuais com os Retalhistas 4 Produção de Relatórios 5 Apresentação dos Resultados GS

43 Metodologia 1. Preenchimento de questionários Avaliação da Importância das Questões A Crucial B Muito importante C Importante D Pouco importante E Nada importante Avaliações de 1 a 5 por fabricante por questão 1 Um dos melhores fabricantes 2 Melhor do que os outros fabricantes 3 Igual aos outros fabricantes 4 Pior que a maioria dos fabricantes 5 Um dos piores fabricantes 1. PEDIDO Avalie o fornecedor em função dos erros entre referências 1,1 recebidas vs referências pedidas. Avalie o fornecedor em função dos erros entre 1,2 quantidades recebidas vs quantidades pedidas. Avalie o fornecedor no cumprimento dos prazos de 1,3 validade dos produtos entregues. Avalie o fornecedor em função do bom estado dos 1,4 produtos na recepção. IMPORTÂNCIA 1 JONHSON & JONHSON 2 BEIERSDORF 3 RENOVA 4 UNILEVER 5 PROCTER & GAMBLE 6 NESTLÉ 7 MONDELÉZ 8 CEREALIS 9 DANONE 10 LONGA VIDA 11 DELTA 12 SCC 13 UNICER 14 SOGRAPE 15 BACARDI / MARTINI 16 SUMOL COMPAL 17 REFRIGE 18 MINERAQUA 19 SOVENA 2. ENTREGA Considera que o prazo de entrega do fornecedor se ajusta 2,1 às suas necessidades? Avalie o fornecedor em função do cumprimento do prazo 2,2 de entrega acordado. Considera que a frequência de entrega acordada se ajusta 2,3 às suas necessidades? GS

44 Metodologia 2. Formulário de KPIs P.01 PEDIDO % Encomendas COMPLETAS por unidade (por unidade de consumo) Unidades de Consumo recebidas, sobre o total de Unidades de Consumo solicitadas. ENTREGA E.01 % Entregas a TEMPO Encomendas entregues a tempo, sobre o total de encomendas entregues. NOTA: As entregas a Tempo são as que foram efectuadas na data e hora acordadas, com uma margem de + 15 minutos. SI.01 SI.02 SI.03 SI.04 % Utilização ORDERS Encomendas tramitadas via EDI, sobre o total de encomendas. % Utilização DESADV Notas de Entrega tramitadas via EDI, sobre o total de notas de entrega recebidas do fornecedor. % Utilização RECADV Envios com confirmações de recepção tramitadas via EDI, sobre o total de envios. % Utilização INVOIC Facturas tramitadas via EDI, sobre o total de facturas. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO F.01 FACTURAÇÃO % Facturas com Incidência Geral Facturas recebidas que contenham qualquer tipo de erro que implique uma gestão administrativa para o solucionar, sobre o total de facturas recebidas. GS

45 Metodologia 3. Reuniões individuais com os Retalhistas Entrevistas individuais aos diretores e responsáveis de logística/supply chain dos grupos de retalho, com o objetivo de: Comparar a informação dos questionários e KPI s Obter uma visão qualitativa Enquadrar as avaliações dentro das guidelines estratégicas Identificar oportunidades de melhoria dos fornecedores participantes no estudo Conhecer as tendências do sector a médio prazo GS

46 Metodologia 4. Produção de Relatórios Os resultados serão calculados da seguinte forma: Cada retalhista tem o mesmo peso no cálculo final da avaliação aos fabricantes; Os resultados são ponderados tendo em conta a importância expressa por cada retalhista a cada grupo de questões; O nível de serviço oferecido pelos fabricantes ao retalho é apresentado da seguinte forma: Ranking de X posições, sendo o número 1 a melhor posição e X a pior; Avaliação de 0 a 10, sendo 0 a pior nota e 10 a melhor. O mesmo acontece para os retalhistas, aquando a avaliação feita pelos fabricantes com base nos seus requisitos GS

47 Metodologia 4. Produção de Relatórios Compostos por: - Prioridades do Retalho - Tendências do Setor do Retalho - Resultados quantitativos -> Rankings - Informação qualitativa (comentários) - Resultados por zona geográfica - Oportunidades de melhoria GS

48 Metodologia 5. Apresentação dos Resultados - Relatórios formato digital - Relatórios formato impresso - Apresentações em cada empresa participante GS

49 Tendências do Setor do Retalho O que são? Temas lançados aos grupos de retalho que posteriormente são comentados por cada uma das insígnias Implementação de mensagens EDI: RECADV, DESADV e INVOICE Um processo de entrega eficiente inclui a emissão e receção via EDI das mensagens normalizadas, acompanhadas pela captura dos dados contidos na Etiqueta Logística GS1. O número de fornecedores que estão comprometidos com a utilização dos Standards GS1 está a aumentar. AUCHAN: Juntando a utilização do DESADV ao GS1-128, as mais-valias são diversas, existindo apenas uma conferência com base em amostragem. Estamos neste momento a desenvolver um projeto com um fornecedor para a implementação dos Standards GS1, estando atualmente em fase de testes. JERÓNIMO MARTINS: As mensagens eletrónicas são um importante instrumento de suporte a toda a operação. Estas mensagens são encaradas de forma complementar à utilização da Norma GS1 128, procurando um compromisso adequado entre produtividade e controlo. GS

50 Apresentação dos Resultados Pode-se destacar as 10 questões mais importantes do estudo GLOBAL Grupo Perguntas mais importantes do estudo Importância Ranking 1,4 Pedido Avalie o fornecedor em função do bom estado dos produtos na recepção. 9,44 1º 8,2 Colaboração Avalie se os interlocutores são eficientes e rápidos na resolução de problemas. 9,17 2º 1,3 Pedido Avalie o fornecedor no cumprimento dos prazos de validade dos produtos entregues. 8,89 3º 6,2 Facturação Avalie o fornecedor em função dos erros nas facturas por discordância entre a quantidade pedida e a quantidade entregue. 8,61 4º 2,4 Entrega Avalie o fornecedor em função da execução das entregas nos dias acordados. 8,33 5º 2,6 Entrega Avalie o fornecedor em função do cumprimento dos horários de entrega acordados. 8,33 6º 2,8 Entrega 6,4 Facturação 7,5 Sistemas de informação Avalie a eficiência do seu fornecedor em períodos especiais: campanhas promocionais, campanha de Natal, feriados e sábados. Avalie o fornecedor em função dos erros nas facturas por discordância entre os preços facturados e os que constam no seu sistema. Avalie o grau de capacidade do fornecedor para se adaptar às suas necessidades EDI (ORDERS/DESADV/RECADV). 8,33 7º 8,33 8º 8,33 9º Grupos mais importantes em 2014: - Pedido - Documentação - Sistemas de Informação - Colaboração 7,6 Sistemas de informação Avalie o grau de etiquetagem GS1-128 do seu fornecedor na entrega. (RESPONDER- SE-Á EM PLAT.) 8,33 10º GS

51 Apresentação dos Resultados AVALIAÇÃO: Média global de todas as avaliações de cada um dos grupos de retalho. A Empresa X ocupa a oitava posição no ranking do nível de serviço global na plataforma. PLATAFORMA RANKING GERAL Posição Fabricante Avaliação 1 EMPRESA 1 7,26 2 EMPRESA 2 6,81 3 EMPRESA 3 6,78 4 EMPRESA 4 6,70 5 EMPRESA 5 6,52 6 6,51 6,38 8 EMPRESA X 6, , ,25 6, ,10 Posição no ranking geral dos níveis de serviço 17 6,04 5, ,83 GS

52 Apresentação dos Resultados AVALIAÇÃO: Comparação entre fabricantes para cada grupo dos Níveis de Serviço na PLATAFORMA TOP 5 Ranking de 1 a 5 Nível Alto Ranking de 6 a 10 Nível Médio Ranking de 11 a 16 Nível Baixo Ranking de 17 a 21 Empresa 1 Empresa 2 Empresa 3 Empresa 4 Empresa X Empresa 5 Empresa 6 Empresa 7 Empresa 8 Empresa 9 Empresa 10 Empresa 11 Empresa 12 PEDIDO ENTREGA SUPORTE DOCUMENTAÇÃO Comparação entre as empresas fabricantes participantes FACTURAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CAPACIDADE DE PLANEAMENTO E REACÇÃO COLABORAÇÃO GS

53 Apresentação dos Resultados AVALIAÇÃO: Média global de todas as avaliações do grupo PEDIDO A Empresa X ocupa a oitava posição no ranking do grupo PEDIDO com uma avaliação de 7,42 em 10. PLATAFORMA - RANKING PEDIDO Posição Fabricante Avaliação 1 EMPRESA 1 8,53 2 EMPRESA 2 8,42 3 EMPRESA 3 8,31 4 EMPRESA 4 8,20 5 EMPRESA 5 7,93 6 7,73 PEDIDO Empresa X MÉDIA Avalie o fornecedor em função do bom estado dos produtos na recepção. Avalie o fornecedor no cumprimento dos prazos de validade dos produtos entregues. Avalie o fornecedor em função dos erros entre referências recebidas vs referências pedidas. Avalie o fornecedor em função dos erros entre quantidades recebidas vs quantidades pedidas. 6,38 7,14 6,50 6,97 7,50 7,18 8,25 7, EMPRESA X 7,42 7, , ,05 Pontos fortes e pontos com margem para melhoria Importância da questão para os retalhistas 6, , ,28 5, ,46 Posição no ranking do Grupo Pedido Informação replicada para cada um dos 9 grupos do estudo GS

54 Apresentação dos Resultados EVOLUÇÃO: Avaliação em cada grupo no ano de 2013 e 2014 AVALIAÇÃO PEDIDO 7,01 (6º) 7,44 (7º) Evolução da Empresa X em cada grupo ENTREGA 5,79 (11º) 6,79 (10º) SOPORTE 6,06 (2º) 6,65 (3º) DOCUMENTAÇÃO 7,66 (2º) 7,5 (3º) FACTURAÇÃO 6,07 (12º) 4,47 (22º) SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 5,49 (11º) 6,5 (4º) CAPACIDADE DE PLANEAMENTO E REACÇÃO 5,85 (10º) 5,44 (15º) COLABORAÇÃO 5 (12º) 5,67 (13º) GS

55 Resultados por Retalhista AVALIAÇÃO: Avaliação média por retalhista do grupo ENTREGA na plataforma. PLATAFORMA Distribuidor Empresa X Nota Máx. Nota Min. 1 JERÓNIMO MARTINS 8,75 8,75 3,43 2 INTERMARCHÉ 8,06 8,70 3,15 3 SONAE 7,50 9,17 5,83 4 DIA 5,00 7,41 3,77 % Entregas a TEMPO Distribuidor Empresa X Máx. Min. Média Fornecedor 1 SONAE 100,00 100,00 89,35 88,09 2 DIA 96,00 100,00 87,00 81,00 3 INTERMARCHÉ 96,00 100,00 84,00 81,00 Estado Avaliação por grupo e por retalhista Informação replicada para cada um dos 9 grupos do estudo Citações de cada retalhista que justificam as pontuações JERÓNIMO MARTINS: Nos dias acordados não existem falhas, a Empresa X é bastante eficiente. DIA: À semelhança do ano passado, os transportadores têm noção que o Dia Portugal trabalha com um horário alargado (6h30 até às 19h30) e que não cumprem com o horário previsto de entrega mas sim com a ordem de chegada. Desta forma as incidências continuam a ocorrer. GS

56 Cronograma do Projeto GS

57 Áreas de intervenção - Benchmarking 2014 Alinhamento de dados mestre SYNC PT Partilhar os stocks e vendas das lojas Projeto Fast OSA Implementação de mensagens EDI Projeto GS1-128+DESADV Redução de litígio nas faturas Grupo de Trabalho EDI GS

58 Coffee Break GS1 2015

59 Da sincronização de dados aos catálogos globais Plataforma SYNC PT Nuno Azevedo, GS1 Portugal 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

60 Um dos princípios da eficiência de negócios são os Dados Mestre O que é a Sincronização de Dados? Informação de Produto Vendas & Marketing Imagem de Produto Informação para consumidor Logística e Distribuição Requisitos Regulamentares

61 Quais os Benefícios da Sincronização de informação entre parceiros de Negócio? Produtores Retalhistas Redução de das questões relacionadas com a compatibilização de informação Redução do Time-to -Shelf Redução dos esforços de gestão de dados Melhoria no OSA (on shelf availability)

62 Uma solução para as necessidades de todos os clientes! Portal GS1 B2C QA Media Barcode

63 Apoio de Grandes Insígnias

64 Ponto de Situação Sync PT Evolução Utilizadores 64

65 Ponto de Situação Sync PT Evolução Produtos 65

66 Objetivos 2015 Qualidade de Dados Ao Auditarmos os artigos existentes no Sync PT Detetámos que o maior problema, em cerca de 40% dos produtos, é a rotulagem não conforme com o Regulamento EU-1169/2011, nomeadamente: declaração nutricional não conforme e alergéneos não destacados 66

67 Objetivos 2015 Qualidade de Dados No sentido de apoiar os seus Associados a GS1 Portugal criou um serviço para apoiar, introduzir e auditar dados de produto 67

68 Objetivos 2015 B2C Qual o atual Desafio nas vendas? Mudança no comportamento dos consumidores. 68

69 Objetivos 2015 B2C Uma porta para o consumidor!

70 Objetivos 2015 B2C Uma solução para as marcas!

71 O futuro é agora!

72 Muito Obrigado Nuno Azevedo Diretor Área Inovação e Tecnologia

73 Rastreabilidade do Prado ao Prato Food Traceability Denis O Brien, GS1 Irland 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

74 TRACEABILITY An Overview 13 th April 2015 Denis O Brien Director of Standards & Solutions, GS1 Ireland

75 Traceability Definition Traceability is the ability to trace the history, application or location of that which is under consideration. When considering a product, traceability can relate to: the origin of materials and components processing history the distribution and location of the product after delivery ISO 9000:2005 Quality management systems, Fundamentals and vocabulary 75

76 Traceability Definition Traceability is the ability to track forward the movement through specified stages of the extended supply chain and trace backward the history, application or location of that which is under consideration (GS1 Global Traceability System Issue 1.3) 76

77 Traceability Why? Satin, Morton, Death in the Pot: The Impact of Food Poisoning on History, Prometheus Books, (2007) 77

78 Counterfeit Goods In 2010 officials in Ireland issued a warning about counterfeit brake pads that don t meet official standards. These products were labelled with brands like Volkswagen/Audi. Traceability Why? They were found to have 30% less braking US-based Consumer Reports also said efficiency than genuine some counterfeit brake pads were found brake pads to be made with kitty litter, sawdust, and dried grass. Source: International Business Times (US Edition), April 9 th, 2015

79 Counterfeit Goods Traceability Why? There are rather sophisticated and largescale factories that manufacture fake popular prescription drugs. The key is getting the bottle, labels, and physical attributes of the pills right. Some of the counterfeiters try to replicate the real drug, while others don t even bother. Counterfeits may have included; Viagra, for erectile dysfunction Plavix, a blood thinner Casodex, for prostate cancer Zyprexa, for schizophrenia Source: International Business Times (US Edition), April 9 th, 2015

80 Counterfeit Goods Traceability Why? Even very low value products are not immune... Back in 2005, the Chinese state news agency, Xinhua, reported that Fake eggs first appeared in the mid- 90s and production spread all over China At that time, the production cost of a fake egg was half that of a real one. Another Xinhua report stated that With the proper equipment and materials, one person can produce 1,500 fake eggs per day Source: November 12 th, 2012

81 Counterfeit Traceability Goods Why?

82 Traceability Why? The Counterfeit Economy in EU (Domestic Retail Value) intercepted by EU Customs Authorities in ,2% were daily use products and potentially dangerous to the health and safety of consumers (ie food and beverages, body care articles, medicines, electrical household goods and toys) Source: Report on EU Customs enforcement of intellectual property rights (2013)

83 The Counterfeit Traceability Economy Why in? EU Regulation No EU 178/2002, which applies in all EU Member States, Article 3 (15) defines: traceability means the ability to trace and follow a food, feed, food-producing animal or substance intended to be, or expected to be incorporated into a food or feed, through all stages of production, processing and distribution. Article 18 is concerned with traceability and states 1. The traceability of food, feed, food-producing animals, and any other substance intended to be, or expected to be, incorporated into a food or feed shall be established at all stages of production, processing and distribution. 2. Food and feed business operators shall be able to identify any person from whom they have been supplied with a food, a feed, a food-producing animal, or any substance intended to be, or expected to be, incorporated into a food or feed. To this end, such operators shall have in place systems and procedures which allow for this information to be made available to the competent authorities on demand. 3. Food and feed business operators shall have in place systems and procedures to identify the other businesses to which their products have been supplied. This information shall be made available to the competent authorities on demand. 4. Food or feed which is placed on the market or is likely to be placed on the market in the Community shall be adequately labelled or identified to facilitate its traceability, through relevant documentation or information in accordance with the relevant requirements of more specific provisions.

84 The Counterfeit Traceability Economy Why? in EU In 2001, the US Bioterrorism Act (2001,H.R. 3448) mandated a traceability system whereby food processors had until December 11, 2006 to ensure that, upon an FDA request, they could produce the following information within 24 hours, or be subject to civil and/or criminal penalties: Identify the immediate non-transporter previous sources, whether foreign or domestic, of all foods received, including lot or code number or other identifier Identify the immediate non-transporter subsequent recipients of all foods released, including lot or code number or other identifier Identify the specific source of each ingredient that was used to make every lot of finished product In 2004, the US Department of Agriculture published Agricultural Economic Report Number 830 (2004). Traceability in the U.S. Food Supply: Economic Theory and Industry Studies. The 2011 Food Modernization and Safety Act (FMSA, H.R. 2751) includes provisions to expand authority of the United States Food and Drug Administration (FDA) to, among other things, initiate mandatory food recalls and establishing a food product tracing system. Establishment of the food product tracing system is to involve development of a plan based on pilot studies and stakeholder recommendations. FDA has commissioned the Institute of Food Technologists (IFT) to execute traceability pilot studies, which are currently ongoing.

85 Traceability- Principles & Aims Tracing is the capability to identify the origin of a particular unit located within the supply chain by reference to records held upstream in the supply chain. Units are traced for purposes such as recall and complaints. 85

86 Traceability Principles & Aims Tracking is the capability to follow the path of a specified unit and/or batch of trade items downstream through the supply chain as it moves between trading partners. 86

87 Traceability- Principles & Aims DOWNSTREAM TRACEABILITY UPSTREAM SUPPLIERS INTERNAL TRACEABILITY (Manufacturing and Storage) DOWNSTREAM CLIENTS UPSTREAM TRACEABILITY 87

88 End-To-End Traceability is Complex Many actors in many countries! More trading partners, more business processes, and more I.T. systems in the supply chain make end-to-end traceability extremely complex Source: Gemini 88

89 Traditional Supply Chain Traceability Trawler Co-op Processor Distributor Retailer

90 Data Sharing is the challenge Data to be shared must be; Complete, Consistent, Accurate, Standardised & Timely * Data should be shared; Easily, Quickly, Reliably, & Cheaply Data Sharing Technologies; GDSN (Global Data Synchronisation Network) Barcodes EDI (Orders, Despatch Advice, Invoices) EPCIS (Electronic Product Code Info. System) Trawler Co-op *Source: GCI/CapGemini Report: Internal Data Alignment, May 2004

91 Types of Traceability Networks One up One down Single source data base Cumulative tracking Distributed Information Sources Or «traceability network»

92 Traceability Data Can be both public and private

93 GDSN SHARING PRODUCT MASTER DATA Manufacturer /Processor Distributor? Distributor Distributor A or B? X

94 GDSN SHARING PRODUCT MASTER DATA GDSN Manufacturer /Processor Distributor Distributor Distributor

95 Data Sharing Technologies

96 ERP Entries Data Sharing Technologies May kgs 27.7 PRODUCT: BATCH/L OT: DUBLIN BAY PRAWNS WEIG HT: BEST BEFORE: FAO AREA: Mai 2012

97 EDI Peer To Peer Data Sharing GS1 EDI Standards Manufacturer /Processor Purchase Order EANCOM and XML Price Catalogue Purchase Orders Advance Shipping Notice Despatch Advice Returns Note Invoice Customer Despatch Advice Invoice

98 EPCIS Event Driven Traceability EPCIS Trawler Co-op Processor Distributor Retailer

99 EPCIS Ultimate supply chain collaboration WHO WHAT WHEN WHY These EPCIS instances have information about WHO HAS this Product INFORMATIO N ABOUT THIS PRODUCT? Fisherman Co-Op Transporter Processor Distribution Retailer

100 EPCIS - Real Life Examples... Product Data Product Data Weight : 400grm Preservation: Fresh Weight gain: The good: This food is a good source of Magnesium and Phosphorus, and a very good source of Protein, Vitamin B6 and Selenium. Date of catch: Scientific Name: NEP Additional Data Expiry date: Fishing vessel: GS1 Ireland Processor: Galway Co-op For statistical purposes, 27 major fishing areas have been internationally established to date. These comprise - eight major inland fishing areas covering the inland waters of the continents, - nineteen major marine fishing areas covering the waters of the Atlantic, Indian, Pacific and Southern Oceans, with their adjacent seas. The major fishing areas, inland and marine, are identified by their names and by twodigit codes.

101 EPCIS - Real life Examples... European Sea bass European Sea bass Product info Production Facility Catch Method Fish Type Recipes The European bass is a member of the Moronidae family. The name Dicentrarchus derives from the presence of two dorsal fins. It has silver sides and a white belly. Juvenile fish maintain black spots on the back and sides, a feature that can create confusion with Dicentrarchus punctatus. This fish's operculum is serrated and spined. It can grow to a total length of over 1 m (3.3 ft) and 15 kg of weight.[1] Fishing Method Production Facility

102 Foodtrace Red Meat & Poultry Traceability

103 Foodtrace Seamless Traceability Carcase Primal Retail Pack Maximum Visibility Maximum Reliability Minimum Technology Minimum Cost

104 Foodtrace No I.T. Infrastructure required All Traceability Data Travels in Barcode on Carcase Tag Travels in Barcode on Primal Label is System and Factory Independent is freely available to Customers complies with GS1 standards

105 Foodtrace 400+ privately owned franchises Various Operating Systems & Versions Win 95, 98, NT, 2000, Me, & Xp Various levels of Service Packs & Upgrades Various PC specifications Various printer drivers Various PC skill levels Butchers - not I.T. staff! PC exposure from none to some! 2 Weighing Equipment Manufacturers Find common functionality Define and Drive firmware upgrades

106 Foodtrace

107 Foodtrace

108 Foodtrace Over 15 Years Old!

109 Riverview Eggs Egg Traceability

110 Riverview Eggs

111 Riverview Eggs

112 Riverview Eggs

113 Riverview Eggs Minister Simon Coveney TD meets representatives of Russian and Polish Poultry Industry to showcase Food Production and Traceability Standards adopted by Ireland s leading Egg and Poultry Producers The visit of such an influential international delegation is of huge significance not only to Riverview Eggs and Carton Brothers, but also to Ireland as it reinforces just how rigid we are with our traceability from farm to fork. I would like to congratulate Riverview Eggs, Carton Brothers and their counterparts GS1 on a truly important traceability and stock system. Mr. Simon Coveney TD, Minister for Agriculture, Marine and Food

114 e-locate An International Fish Traceability Framework

115 Relevant Legislation EU 178/2002 EU 1224/2009 EU 404/2011 EU 1169/2011 EU 16/2012 EU 1379/2013

116 116 EU Legislation 404/2011 Article 67.8 Member States shall cooperate with each other to ensure that the information affixed to the lot and/or accompanying physically the lot can be accessed by the competent authorities of another Member State than the one where the fisheries or aquaculture products have been put into the lot, in particular when the information is affixed to the lot by way of an identification tool such as a code, barcode, an electronic chip or a similar device. Operators using such tools shall ensure that they are developed on the basis of internationally recognised standards and specifications.

117 What Is e-locate? Sea Fisheries Protection Authority (SFPA) Bord Iascaigh Mhara (BIM) and GS1 Ireland (GS1)...have initiated a project to assess international best practice in the use of weighing, labelling and traceability technology, to identify the needs of the Irish fish industry and to provide resources to facilitate the adoption of these standards at all levels in Ireland... This project has been named e-locate 117

118 Implementation Partnership of competent authorities Establishment of a national project Steering Committee Stakeholder Forum Industry Assessment Launch of Grant-Aid Scheme

119 E-Locate Project Closed: Friday, 13 th March Original Applicants 16 Projects Proceeded 29 Solution Providers 3.1m Eligible Expenditure 1.4m in Grant Aid Extended by 3 Months Almost 200k UNDER budget After 2 years

120 EU Legislation 1224/2009 BATCH VESSEL GLN SPECIES DATES OF CATCH QTY / WEIGHT SUPPLIER GLN CATCH AREA PRODUCTION METHOD FREEZE DATE Article 58.5 Minimum Labelling Requirements The identification number of each lot; The external identification number and name of the fishing vessel or the name of the aquaculture production unit; The FAO alpha-3 code of each species; The date of catches or the date of production; The quantities of each species in kilograms expressed in net weight or, where appropriate, the number of individuals; The name and address of the suppliers; The information to consumers provided for in Article 8 of Regulation (EC) No 2065/2001: the commercial designation, the scientific name, the relevant geographical area and the production method; Whether the fisheries products have been previously frozen or not. 120

121 EU Legislation 16/2012 Annex II: Section IV (EU 853/2004) FREEZE DATE 1. For the purposes of this Section, date of production means: (a) the date of slaughter in the case of carcasses, half carcasses or quarter carcases; (b) the date of killing in the case of bodies of wild game; (c) the date of harvesting or catching, in the case of fishery products; (d) the date of processing, cutting, mincing or preparation, as appropriate, for any other food of animal origin. 2. Until the stage at which a food is labelled in accordance with Directive 2000/13/EC or used for further processing, food business operators must ensure that in the case of frozen food of animal origin intended for human consumption, the following information is made available to the food business operator to whom the food is supplied and, upon request, to the competent authority: (a) the date of production; and PRODUCTION DATE (b) the date of freezing, if different from the date of production. Where a food is made from a batch of raw materials with different dates of production and of freezing, the oldest dates of production and/or of freezing, as appropriate, must be made available. 3. The appropriate form in which the information must be made available is up to the choice of the supplier of the frozen food, as long as the information requested in paragraph 2 will be clearly and unequivocally available to and retrievable by the business operator to whom the food is supplied. 121

122 EU Legislation 1379/2013 Article 35, Section 1C the area where the product was caught or farmed, and the category of fishing gear used in capture of fisheries, as laid down in the first column of Annex III to this Regulation; FISHING GEAR

123 Fish Traceability In Europe Guidelines

124 GS1 in Europe: Fish Traceability Presented to; EU Fisheries Control Expert Working Group Directorate-General for Health and Food Safety (DG Sanco) Directorate-General for Maritime Affairs and Fisheries (DG Mare) Chairperson of EIFAAC (European Inland Fisheries and Aquacultur e Advisory Commission) a regional fisheries body of the Food and Agriculture Organisation (FAO). EU Representative to NASCO (North Atlantic Salmon Conservation Organisation)

125 The Burning Question!!! Which traceability technology should I choose? GDSN? Barcodes? GS1-128 DataMatrix, QRCode? EDI / ecom? XML? EANCOM? EPCIS?

126 Questions?

127 Almoço 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

128 Projecto Out of Stock (rupturas em linear) Rafael Florez GS1 Colombia e Giovanni Biffi, LOGYCA 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

129

130 Caso de Éxito Estudio de Agotados en Colombia

131

132 Datos acerca de LOGYCA

133 No mercado COLOMBIANO As pessoas não encontram a totalidade dos produtos desejados dos compradores decidem mudar de supermercado ou não comprar, gerando uma venda perdida que afecta as cadeias industriais e distribuidores Tomado de: Estudio de Consumidor LOGYCA 2014

134 Que faz quando não consegue encontrar o produto que deseja? Compra uma marca diferente Compra outro produto da mesma marca Vai outro supermercado ou loja Não compra produtos 83% é perdido devido à falta de disponibilidade de stock Tomado de: Estudio de Consumidor LOGYCA 2014

135 Estimamos que a perda anual de vendas no mercado colombiano por indisponibilidade em prateleira é USD320 milhões para as industrias e USD352 milhões para os distribuidores

136 O que é o estudo de OSA? É uma ferramenta para medir o nível de disponibilidade do produto em prateleira, baseada na percepção do consumidor, que identifica a causa pela qual surge, gerando ações que aumentem a satisfação do cliente e incrementem as vendas. total de vendas perdidas por falta de produto em prateleira *Grocery Manufacterers Asocciations (GMC) dos consumidores tomam a decisão no ponto de venda *7 Foro de proveedores del retail 2013, Grupo Acción Plus (Estudio realizados por VIEWS). diminuição do nível do OOS com práticas apropriadas de fornecimento *Rolland Berger Consultants

137 Estudo de disponibilidade em todo o mundo Europa 4% - 12% NA 7,9% APAC 1% - 18% LA 7,9% AUS/NZ 4,4% Fuente: Current state of OSA the case for change GS1 Accenture Portugal 2015 ( )

138 Venezuela Rep.Dominicana Chile Bolivia Argentina Nicaragua* El salvador Mexico Honduras* Uruguay Panamá* Ecuador* Costa Rica* Guatemala Colombia Indicador na America Latina 50% 45% 43,6% 40% 35% 30% 30,1% 25% 20% 17,0% 16,0% 13,8% 15% 10% 9,3% 7,8% 6,9% 6,2% 6,0% 5,5% 5,2% 5,1% 4,2% 4,2% 5% 0% Estudio de Disponibilidad de Producto en Góndola LOGYCA 2014 Otros países: Estudio de Faltantes en GS1

139 Cobertura regional do estudo LOGYCA México Canal Tradicional Guatemal a Honduras Panamá Costa Rica Colombia Ecuador Brasil

140 Industrias participantes no estudo na América Latina

141 Estudo na Colombia Distribuidores Grupo Éxito Olímpica Cencosud - La 14 Colsubsidio Consumo Makro Jerónimo Martins Lojas Grupo Éxito - 64 Pvs estándar 6 muestra Olímpica - 40 Pvs Cencosud -38 Pvs La 14-8 Pvs Colsubsidio - 10 Pvs Consumo 3 Pvs Makro 3 Pvs Jerónimo Martins 3 Pvs Cidades Áreas geográficas Antioquia, Bogotá, Eje cafetero, Pacifico, Centro, Oriente, Costa am. pm. Semanas de medição. Janeiro a Dezembro Dias da semana Tempo de medição Fornecedores Categorías de Producto Alimentos y Bebidas Cuidado Personal Aseo del Hogar Licores y Cigarrillos Ferretería y Misceláneos Medicamentos OTC Produtos por Loja

142 Evolução do indicador na Colômbia. Estudio de Disponibilidad de Producto en Góndola LOGYCA 2014

143 Segmentação OSA Comercial Abastecimento Fornecedor CD Operação PDV Alinhar o portfolio de acordo com a Estratégia de Mercado/ Fornecedor Produto Suspenso Produto Descontinuado Gestão de Aprovisionamient o da cadeia: Ponto de Venda & Centro de Distribuição Pedido Insuficiente Não pedido ao Fornecedor Não Pedido ao CD Nivel de Servicio: OTIF Não cumprimento da regra de entrega Distribuição eficiente, rápida e dinâmica = Demanda Não Envio mercadoria O Produto Indisponível em prateleira não é um indicador exclusivo do loja. Envolve o esforço conjunto de Fornecedores e Distribuidores com enfoque na Colaboração. Prateleira não Abastecida pelo Promotor Prateleira não abastecida por Restrições Produto Avariado Divergência de Inventario Venda

144 Evolução do Indicador de % Prateleira não abastecida pelo promotor Gôndola não fornecida pela Fornecedor não entregou o produto Divergência de Inventário Pedido Insuficiente Não pedido ao Fornecedor 9% Produto Suspenso Produto Descontinuado *Circulo Interno: Datos 2013, AGOTADO: 3,8% *Circulo Externo: Datos 2014, AGOTADO 4,2% Outros Estudio de Disponibilidad de Producto en Góndola GS1 Portugal 2015 LOGYCA 2014

145 Indicadores por Categoría (Distribuidores) Alimentos e Bebidas Limpeza Perfumaria Hardware e diversos Licores e Cigarros Medicamentos OTC Produtos medidos por ponto de venda Alimentos e Bebidas Limpeza Perfumaria Hardware e diversos Licores e Cigarros Total Varejo

146 Resultados por Distribuidor ,9% 5,1% 4,1% 3,6% 2,1% Ruptura Não pedido ao Fornecedor Divergência de Inventario Fornecedor não entregou o produto A B C D E Prateleira não abastecida pelo promotor Estudio de Disponibilidad de Producto en Góndola LOGYCA 2013

147 Medição no período de Natal Comportamiento Comportamento por por Ciudades cidade 12,9% Medellin Bogota 10,5% 13,3% Santa Marta 10,2% 87,1% Soledad 8,0% Barranquilla Disponible Agotado 6,5% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% Estudio de Disponibilidad de Producto en Góndola - Medición de temporada LOGYCA 2013

148 Entregas OSA RELATORIOS DIARIOS POR PDV ALERTAS DIARIOS ABASTECIMENTO TABELAS DINAMICAS SEMANAIS ESTUDOS TRIMESTRALES ENTREGA DE RESULTADOS DIARIOS EM BI

149 Alguns casos reais de trabalho conjunto com fornecedores 11,1% Proveedor 1 8,0% 8,3% - Alinhamento de portfólio Proveedor B 7,4% 6,9% 5,6% Marzo Abril Mayo - Alinhamento dos produtos pelo cluster de lojas Marzo Abril Mayo Proveedor C 14,0% 12,3% 4,7% Marzo Abril Mayo - Melhoria do nível de serviço - Formação: reduções de produto em ajustes de inventário / Devoluções Proveedor D 14,1% 9,7% 8,2% Marzo Abril Mayo

150 Benefícios do Estudo Gerar estratégias corporativas com base em informações primárias Analisar a concorrência para aumentar a produtividade e competitividade Conhecer o nível de serviço para o consumidor no ponto de venda Identificar os níveis de disponibilidade do produto na perspectiva dos consumidores Aumentar vendas líquidas com base na identificação de causas de falta de stock. Criar oportunidades de colaboração entre industriais e cadeias para identificar oportunidades de melhoria

151 Conclusões O estudo da OSA é uma ferramenta colaborativa que permite aumentar as vendas através da melhoria da cadeia de valor e aumentar a disponibilidade do produto nas lojas. A utilidade e o impacto do estudo depende do nível de compromisso e disciplina na gestão da melhoria deste indicador pelas empresas. O desenvolvimento do estudo por uma entidade neutra permite as empresas ter foco em os planos de ação e não no processo de medição. É possível desenvolver um estudo de características semelhantes liderado pela GS1 Portugal com o apoio da LOGYCA, a fim de impactar positivamente os indicadores das empresas.

152 Gracias por su atención

153 Engaging Consumers through your packaging Augustin Calvo SCANBUY 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

154 Source: xad/telemetrics Study: Mobile Path to Purchase

155 In 2015, mobile devices will influence 21% of in-store retail sales, or $752 Bn in consumer spending Source: Deloitte Digital Report 2014: The Dawn of mobile infliuence 155

156 For consumers, mobile is the Swiss Army Knife of shopping. It s the go-to device to research products, compare prices, find stores, determine what s in stock, even buy stuff. 156

157 Adv. spend in mobile phones is booming $58Bn in digital advertising in the US in 2015, more than half in mobile Source: emarketer June 2014

158 Mobile advertising x 25 in 6 years Over 90% of mobile advertising is just online advertising extended to mobile phones

159 Is mobile advertising used effectively? Have you clicked willingly in a mobile banner lately?

160 Is creating a Brand app the solution? 91% of Top 100 brands create their own app 4% Source: but of brands apps in Top 100 apps ranking (App Store UK) App Store Free Ranking May 6, 2012, Interbrand Top 100 Global Brands of 2011, Distimo We use only 5-10 apps in a given week Source: Flurry Analytics, Jan 2012 March 2012

161 At first, ads on new media replicate old medias TV ads end 1950 s Online ads end 1990 s 161

162 Mobile phone, the 7th mass media The unique mobile phones features: Bridge between physical world and digital world Always on Always carried on Very personal Real time context The Mobile Phone is the most persuasive and influencial channel today B.J. Fogg, Director Persuasive tech Lab, Stanford University 162

163 Mobile Relationship Management strategy driven by GS1

164 Mobile Relationship Management Using a neutral app where consumers are in control: They set preferences and interests They can share and change the interactions Industry leader app with over 30M unique users: ScanLife SDKs and APIs for other apps Using a neutral app where manufacturers manage the interactions and experience: Manage the experience on their products Target consumers directly in a non-intrusive way Reward consumers engagement Get analytics on consumer interactions

165 Mobile Relationship Management strategy 2Q Q Q 2015

166 GS1 Portugal s mpackaging service Do you prefer consumers get the info from others or from you?

167 Transform EAN barcodes of products in triggers to your digital information and experience when scanned with ScanLife mobile app (or other connected apps) Use EAN and QR codes as geo-located triggers to get relevant offers and info

168 Consumer engagement using packaging Consumers engage what they create Alan Moore, Engagement Marketing pioneer 168

169 mpackaging Wine template

170 mpackaging Food template

171 mpackaging platform

172 mpackaging visual analytics

173 GS1 Portugal s mtargeting 81% of CEOs see mobile technologies for customer engagement as the most strategically important in 2015 PwC's 18th Annual Global CEO Survey, Davos World Economic Forum 2015

174 Consumers are in complete control, they choose when to receive notifications, how many and related to what SEGMENTE D NOTIFICATI ONS TO CONSUMER S

175 Non-intrusive and personalized msgs SEGMENTE D NOTIFICATI ONS TO CONSUMER S Messages are filtered by user preferences and go to inbox in app +20% responses due to segmentation Complementary to other digital marketing actions Detailed reports on all the interactions

176 Mobile Couponing

177 The rise of the mobile coupons Source: : SimpleSavr s infographic Rise Of The Mobile Coupon Redemption

178 Mobile is transforming Retail Source: Fung Business Intelligence center. August % of digital searches lead to offline purchase (ComScore May14) 178

179 Mobile is transforming Retail Manufacturers look to mobile coupons as part of their mobile strategy, but they need retailers. It is a unique opportunity for retailers to enable manufacturers mobile strategy and monetize it 179

180 Retailers digital coupons today Shopper enters retailer website Clicks to add coupons to loyalty card At checkout, uses loyalty card to redeem coupons 180

181 Manufacturers digital coupons set for mass acceptance and distribution 181

182 GS1 Digital coupon standard Company/Brand Specific Coupons Campaign Unique coupon number Offer: 1 per Coupons campaign + Serial number: 1 per each coupon

183 mcoupon Enabling Manufacturers to directly create GS1 standard based mobile coupons to be redeemed at retailers

184 mcoupon cloud based platform Follows GS1 standard and GSMA recommendations Complementary to paper coupons Independent of retailer s POS technology Real time, no fraud Pay per redemption only Overnight clearing Open wallet in cloud

185 By redeeming manufacturers mobile coupons retailers can: Drive increased traffic to stores thanks to Manufacturers integrating digital coupons for the retail in their own marketing strategy to consumers Reduce basket price perception of retail s customers without lowering prices Get new revenue stream from coupons redemption fees Receive discounted amounts and fees from redeemed coupons in hours 185

186 Find & Save Offer

187 1. Using mcoupon Campaign Manager manufacturers publish offers (Offers URL s) 2. Consumer scans or clicks the offer URL to be assigned a unique coupon hosted on the cloud server Scan, tap, click to access offer All offers are stored in a virtual wallet in cloud server GS1 Portugal & 2015 accessed via any browser

188 mcoupons Campaign Manager 1. Create coupons campaign: Number of coupons, value, validity period, creativity 2. Choose participating retails Retailers need to accept to redeem the coupons to be listed in them 3. Choose offer publishers Including products 1D barcodes scanned with ScanLife app 4. Get real time acquisition and redemption data 188

189 Access to Open coupons wallet from Scanlife app

190 Redeem & Purchase

191 No new scanner hardware needed at POS 1. Shopper visits a supported retailer (listed in the coupons) 2. Shopper identification: 1. Shopper uses any QR scanner app to scan a unique QR Code at the POS or 2. Shopper uses loyalty card number at the POS 3. Shopper identification and purchase basked allow for the validation and clearing to be done

192

193 The Don t have a Promotional code feeling 193

194 Conclusões e Encerramento João de Castro Guimarães 14 de Abril de 2015 SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS COLABORATIVAS

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