Hotelaria. Reunião

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Hotelaria. Reunião"

Transcrição

1 Hotelaria Reunião

2 Envio dos indicadores; PAUTA Adesão ao programa; Participação dos hospitais; Avaliação do indicador de Taxa de Evasão do Enxoval

3 Índice do Quilo de Roupa Lavada Por Paciente-dia Quilo total de roupa lavada Número total de pacientes-dia Mediana: 12,42 *Este indicador obteve somente um hospital participante* Índice de 8,51%

4 Painel de Indicadores nº 1 Setor: Lavanderia Indicador: Índice de roupa lavada por paciente-dia Objetivo: Acompanhar consumo diário (kg) do uso do enxoval 1. Fórmula e Cálculo: kg total de roupa lavada/nº total de pacientes-dia 2. Análise e Interpretação do Indicador Avaliar o percentual do consumo diário de roupa por paciente-dia internado; Pode indicar: o Aumento de consumo por desperdício ou mau uso o Se o processo de lavagem está adequado (ex.: cheiro, manchas, etc) o Se o nº de trocas é suficiente 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Kg de roupa dados fornecidos pela lavanderia Pacientes internados dados fornecidos pelo SAME/SPP/Estatística 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o formulário de coleta da Instituição 3.3 Periodicidade: mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria Lavanderia/rouparia Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

5 Índice do Quilo de Roupa Lavada Centro Cirúrgico Quilo total de roupa lavada no Centro Cirúrgico Número de cirurgias realizadas no mês Mediana: 18,52 * Este indicador obteve somente um hospital participante* Índice de 13,63%

6 Painel de Indicadores nº 5 Setor: Lavanderia Indicador: Índice de custo do kg de roupa lavada Centro Cirúrgico Objetivo: Apurar o custo mensal por kg de roupa lavada no Centro Cirúrgico 1. Fórmula e Cálculo: kg total de roupa lavada CC / Nº de cirurgias realizadas mês. 2. Análise e Interpretação do Indicador Avaliar o percentual do consumo diário de roupa no CC; Pode indicar: o Aumento de consumo por desperdício ou mau uso o Se o processo de lavagem está adequado (ex.: cheiro, manchas, etc) o Se o nº de trocas é suficiente 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Kg de roupa dados fornecidos pela lavanderia / área de pesagem de roupa suja no hospital Número de cirurgias dados fornecidos pelo SAME/SPP/Estatística 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o formulário de coleta da Instituição 3.3 Periodicidade: mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria Lavanderia/rouparia Áreas assistenciais Hotelaria Hospitalar Data de Origem Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão Documentos revisados semestralmente.

7 Índice do Quilo de Roupa Lavada UTI - Adulto Quilo total de roupa lavada na UTI - Adulto Número total de pacientes-dia UTI - Adulto Mediana: 10,72 * Este indicador obteve somente um hospital participante* Índice de 16,91%

8 Painel de Indicadores nº 4 Setor: Lavanderia Indicador: Índice de custo do kg de roupa lavada UTI-A Objetivo: Apurar o custo mensal por kg de roupa lavada na UTI-A 1. Fórmula e Cálculo: kg total de roupa lavada UTI-A/nº total de pacientes-dia UTI-A 2. Análise e Interpretação do Indicador Avaliar o percentual do consumo diário de roupa por paciente-dia internado na UTI-A; Pode indicar: o Aumento de consumo por desperdício ou mau uso o Se o processo de lavagem está adequado (ex.: cheiro, manchas, etc) o Se o nº de trocas é suficiente 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Kg de roupa dados fornecidos pela lavanderia / área de pesagem de roupa suja no hospital Pacientes internados dados fornecidos pelo SAME/SPP/Estatística 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o formulário de coleta da Instituição 3.3 Periodicidade: mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria Lavanderia/rouparia Áreas assistenciais Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

9 TAXA DE EVSÃO DE ENXOVAL último inventário inventário atual = Número de peças perdidas/numero de intervalo de meses dos inventários *100 / pelo ultimo inventario Ex: = 166/4*100/1998 = 2,08% - índice de evasão *Este indicador não obteve o mínimo de hospitais participantes* Hospitais com dados 0,00%

10 Painel de Indicadores nº Setor: Lavanderia Indicador: Taxa de Evasão de Enxoval Objetivo: Acompanhar a evasão de enxoval na unidade 1. Fórmula e Cálculo: último inventário menos [inventário atual - menos (total de baixas do período + reposições ou compras)]/dividido pela diferença de meses entre um inventário e outro. 2. Análise e Interpretação do Indicador Avaliar o percentual de evasão de enxoval; Pode indicar: o Aumento de perdas de peças de enxoval o Se o controle de entrega das roupas está adequado o Necessidade de reposição de enxoval 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Inventario de enxoval nas dependências da unidade e da lavanderia ( caso seja externa) 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o formulário de coleta da Instituição 3.3 Periodicidade: Trimestral ou Semestral 4. Áreas interessadas: Lavanderia/rouparia Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

11 Total de Minutos de Limpeza Terminal (quarto, apartamento ou enfermaria) Somatório do tempo utilizado para a realização de limpeza terminal (quarto, apartamento ou enfermaria) Número de limpezas terminais executadas (quarto, apartamento ou enfermaria) *Este indicador não obteve o mínimo de hospitais participantes* Hospitais com dados 0,00%

12 Painel de Indicadores nº 2 Setor: Higienização Indicador: Tempo médio de limpeza terminal (quarto, apartamento ou enfermaria) Objetivo: Mensurar o tempo gasto para realizar a limpeza terminal de quartos, apartamentos ou enfermarias. 1. Fórmula e Cálculo: Somatório do tempo utilizado/nº de limpezas executadas 2. Análise e Interpretação do Indicador Definições: o Limpeza terminal: limpeza realizada na ocasião da alta, óbito ou transferência do cliente. Envolve a limpeza de teto, parede, mobiliário e piso. o Tempo utilizado = hora de término hora de início o Quarto (sem sanitário), apartamento (suíte), enfermaria (mais de um leito) Variáveis a considerar: o Metragem do local o N de funcionários o Equipamentos utilizados Excluir da análise aqueles casos onde é realizada a limpeza terminal apenas do leito (cama) que em algumas situações é realizada pelo pessoal da enfermagem. 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Origem: Higienização Coleta diária pelo profissional de higienização 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o método informatizado ou formulário de coleta da Instituição Vide modelo proposto 3.3 Periodicidade: Mensal 4. Áreas interessadas: Diretorias Internação Gerenciamento de leitos CCIH Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

13 Total de Minutos de Limpeza Concorrente de Sala Cirúrgica Mediana: 11,81 Somatório do tempo utilizado para a limpeza concorrente de sala cirúrgica Número de limpezas concorrentes executadas em salas cirúrgicas *Este indicador obteve somente um hospital participante* Índice de 5,57%

14 Painel de Indicadores nº 3 Setor: Higienização Indicador: Tempo médio de limpeza concorrente de sala cirúrgica Objetivo: Mensurar o tempo gasto para realizar a limpeza concorrente em sala cirúrgica 1. Fórmula e Cálculo: Somatório do tempo utilizado/nº de limpezas executadas 2. Análise e Interpretação do Indicador Definições: o Limpeza concorrente: limpeza realizada entre procedimentos em uma sala cirúrgica. o Tempo utilizado = hora de término hora de início. Variáveis a considerar: o Nº de colaboradores o Metragem do local o Equipamentos utilizados o Nº de cirurgias 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Origem: Higienização Coleta diária pelo profissional de higienização 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o método informatizado ou formulário de coleta da Instituição Vide modelo proposto 3.3 Periodicidade: Mensal 4. Áreas interessadas: Diretorias Enfermagem CCIH Centro Cirúrgico e/ou Centro Obstétrico Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

15 Percentual de Resíduos Infectantes e Pérfuro Cortantes Gerados Mediana: 26,45% Total de quilos de resíduos infectantes e pérfuro cortantes gerados Total de quilos de resíduos gerados X 100 *Este indicador obteve somente um hospital participante* Índice de 32%

16 Painel de Indicadores nº 4 Setor: Higienização Indicador: Percentual de resíduos gerados por grupos Objetivo: Mensurar e comparar os resíduos gerados atualmente com resíduos gerados em um período determinado 1. Fórmula e Cálculo: Quantidade de resíduos gerados por grupo/total de resíduos gerados 2. Análise e Interpretação do Indicador Definições: o Resíduos do grupo A: resíduos infectantes o Resíduos do grupo B: resíduos químicos/tóxicos o Resíduos do grupo C: resíduos radioativos o Resíduos do grupo D: domiciliares, recicláveis e não recicláveis o Resíduos do gropo E Variáveis a considerar: 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Origem: Higienização Coleta: coletor de resíduos 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o método informatizado ou formulário de coleta da Instituição Vide modelo proposto 3.3 Periodicidade: Mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria/áreas administrativas CCIH Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

17 Percentual de Resíduos Químicos/Tóxicos Gerados Mediana: 0,20% Total de quilos de resíduos químicos/tóxicos gerados Total de quilos de resíduos gerados X 100 *Este indicador não obteve o mínimo de hospitais participantes* Hospitais com dados 0,00%

18 Painel de Indicadores nº 4 Setor: Higienização Indicador: Percentual de resíduos gerados por grupos Objetivo: Mensurar e comparar os resíduos gerados atualmente com resíduos gerados em um período determinado 1. Fórmula e Cálculo: Quantidade de resíduos gerados por grupo/total de resíduos gerados 2. Análise e Interpretação do Indicador Definições: o Resíduos do grupo A: resíduos infectantes o Resíduos do grupo B: resíduos químicos/tóxicos o Resíduos do grupo C: resíduos radioativos o Resíduos do grupo D: domiciliares, recicláveis e não recicláveis o Resíduos do gropo E Variáveis a considerar: 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Origem: Higienização Coleta: coletor de resíduos 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o método informatizado ou formulário de coleta da Instituição Vide modelo proposto 3.3 Periodicidade: Mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria/áreas administrativas CCIH Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

19 Percentual de Resíduos Gerados por Materiais Comum Recicláveis Mediana: 11,65% Total de quilos de resíduos comuns recicláveis gerados Total de quilos de resíduos gerados X 100 *Este indicador obteve somente um hospital participante* Índice de 8%

20 Painel de Indicadores nº 4 Setor: Higienização Indicador: Percentual de resíduos gerados por grupos Objetivo: Mensurar e comparar os resíduos gerados atualmente com resíduos gerados em um período determinado 1. Fórmula e Cálculo: Quantidade de resíduos gerados por grupo/total de resíduos gerados 2. Análise e Interpretação do Indicador Definições: o Resíduos do grupo A: resíduos infectantes o Resíduos do grupo B: resíduos químicos/tóxicos o Resíduos do grupo C: resíduos radioativos o Resíduos do grupo D: domiciliares, recicláveis e não recicláveis o Resíduos do gropo E Variáveis a considerar: 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Origem: Higienização Coleta: coletor de resíduos 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o método informatizado ou formulário de coleta da Instituição Vide modelo proposto 3.3 Periodicidade: Mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria/áreas administrativas CCIH Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

21 Percentual de Resíduos Gerados por Materiais Comum Não Recicláveis Mediana: 43,95% Total de quilos de resíduos comuns não recicláveis gerados Total de quilos de resíduos gerados X 100 *Este indicador obteve somente um hospital participante* Índice de 60%

22 Painel de Indicadores nº 4 Setor: Higienização Indicador: Percentual de resíduos gerados por grupos Objetivo: Mensurar e comparar os resíduos gerados atualmente com resíduos gerados em um período determinado 1. Fórmula e Cálculo: Quantidade de resíduos gerados por grupo/total de resíduos gerados 2. Análise e Interpretação do Indicador Definições: o Resíduos do grupo A: resíduos infectantes o Resíduos do grupo B: resíduos químicos/tóxicos o Resíduos do grupo C: resíduos radioativos o Resíduos do grupo D: domiciliares, recicláveis e não recicláveis o Resíduos do gropo E Variáveis a considerar: 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Origem: Higienização Coleta: coletor de resíduos 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o método informatizado ou formulário de coleta da Instituição Vide modelo proposto 3.3 Periodicidade: Mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria/áreas administrativas CCIH Hotelaria Hospitalar Data de Origem Documentos revisados semestralmente. Última Revisão Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão

23 Tempo Médio para Internação (TMI) Soma tempos de internação Total de internações mês *Este indicador não obteve o mínimo de hospitais participantes* Hospitais com dados 0,00%

24 Painel de Indicadores nº 1 Setor: Gerenciamento de Leitos Indicador: Tempo Médio para Internação TMI Objetivo: Acompanhar o tempo médio para internação dos clientes. 1. Fórmula e Cálculo: TMI: Soma tempos de internação Total de internações mês Unidade: hora/fração hora 2. Análise e Interpretação do Indicador Tempo decorrido entre a abertura da ficha ou registro pela recepção até sua acomodação no leito pelo profissional responsável: Leito = alas, centro cirúrgico, Terapia Intensiva, sala observação... Profissional responsável = profissional que acompanhou o cliente até sua acomodação (Não considerar anotação da enfermagem e sim sua acomodação no leito). Soma de todos os tempos de internação dividido pelo total de internações no mês. Soma tempos de internação: Soma dos tempos da internação desde a abertura da ficha ou registro até acomodação do cliente no leito. Total de internações mês: Total de pacientes internados no mês. 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Soma Tempos de Internação: Horário de abertura de ficha ou registro do cliente na recepção - coletado diariamente, via sistema ou através de relatório. Acomodação no leito Horário em que o cliente foi acomodado no leito pelo profissional responsável coletado diariamente via sistema ou através de relatório. Total de Internações mês: Total de internações do mês coletado mensalmente, via sistema ou através de relatório. 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o formulário de coleta da Instituição ou relatórios. 3.3 Periodicidade: Coleta diária com fechamento Mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria, Enfermagem, Hotelaria Hospitalar, Serviço Social Data de Origem janeiro / 2009 Última Revisão Janeiro / 2009 Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão Janeiro /2010 Documentos revisados semestralmente.

25 Tempo Médio da Alta Até a Liberação do Leito (TMA) Intervalo de tempo entre a alta médica e a desocupação do leito Total de altas no mês *Este indicador não obteve o mínimo de hospitais participantes* Hospitais com dados 0,00%

26 Painel de Indicadores nº 2 Setor: Gerenciamento de Leitos Indicador: Tempo Médio da alta até a liberação do leito - TMA Objetivo: Acompanhar o tempo médio entre a alta médica e a desocupação do leito. 1. Fórmula e Cálculo: TMA : Soma tempos entre a alta médica e a liberação do leito Total de altas no mês Unidade: hora/fração hora 2. Análise e Interpretação do Indicador Tempo decorrido entre a alta médica do cliente até a desocupação do Leito. Soma de todos os tempos de alta dividido pelo total de altas no mês. Alta médica = horário em que o médico prescreveu a alta. Desocupação do leito = horário em que o cliente desocupou o leito. Soma tempos de alta até desocupação do leito: Soma dos tempos para cada alta desde a alta médica até a desocupação do leito. Total de altas mês: Total de pacientes com alta dentro do mês. 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Soma Tempos de alta médica até desocupação do leito: horário da alta médica até desocupação do leito coletado diariamente, via sistema ou através de relatórios. Total de altas mês: Total de altas do mês coletada mensalmente, via sistema ou relatórios. 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o formulário de coleta da Instituição ou relatórios 3.3 Periodicidade: Coleta diária com Fechamento Mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria, Enfermagem, Hotelaria Hospitalar, Serviço Social. Data de Origem Janeiro / 2009 Última Revisão Janeiro / 2009 Documentos revisados anualmente. Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão Janeiro/2010

27 Taxa de Alta Prescritas até às10 horas (TAM) Total altas prescritas até às10 horas Total altas mês X 100 *Este indicador não obteve o mínimo de hospitais participantes* Hospitais com dados 0,00%

28 Painel de Indicadores nº 3 Setor: Gerenciamento de Leitos Indicador: Taxa de Alta prescritas até 10 horas TAM Objetivo: Mensurar a taxa de liberação do leito no período da manhã. 1. Fórmula e Cálculo: TAM : Total altas prescritas até 10 horas X 100 Total altas mês Unidade: % (percentual) 2. Análise e Interpretação do Indicador Total das altas prescritas até 10h dividido pelo total de altas no mês multiplicado por 100. Altas prescritas = horário em que o médico prescreveu a alta. Total de altas prescritas até 10horas: Soma do total de altas médicas realizadas até 10 horas. Total de altas mês: Total de pacientes com alta no mês. 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Total de altas prescritas ante 10 horas: Horário da alta médica coletado diariamente, via sistema, relatório ou através de informação em prontuário. Total de altas mês: Total de altas no mês coletado mensalmente, via sistema ou através de relatório. 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o formulário de coleta da Instituição ou relatórios. 3.3 Periodicidade: Coleta diária com fechamento mensal 4. Áreas interessadas: Diretoria, Enfermagem, Internação, Hotelaria Hospitalar, Serviço Social. Data de Origem Janeiro / 2009 Última Revisão Janeiro / 2009 Documentos revisados anualmente. Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão Janeiro / 2010

29 Taxa de Agendamento Cirúrgico Eletivo (TAC) Total cirurgias agendadas com no mínimo 24 horas de antecedência Total de cirurgias eletivas mês X 100 *Este indicador não obteve o mínimo de hospitais participantes* Hospitais com dados 0,00%

30 Painel de Indicadores nº 4 Setor: Gerenciamento de Leitos Indicador: Taxa de Agendamento Cirúrgico Eletivo - TAC Objetivo: Gerenciar leitos cirúrgicos eletivos 1. Fórmula e Cálculo: TAC: Total cirurgias agendadas com 24 horas de antecedência X 100 Total de cirurgias Eletivas mês Unidade: % 2. Análise e Interpretação do Indicador Total das cirurgias eletivas agendadas com 24 horas de antecedência, dividido pelo total de cirurgias realizadas no mês, multiplicado por 100. Total cirurgias agendadas com 24 horas de antecedência: Soma das cirurgias eletivas agendadas com pelo menos 24 horas de antecedência ao procedimento, incluindo as cirurgias de hospital Dia. Total de cirurgias mês: Total de cirurgias realizadas no mês. 3. Metodologia de Apuração do Indicador 3.1 Coleta e origem dos dados: Total cirurgias agendadas com 24 horas de antecedência: Quantidade de cirurgias eletivas agendadas com pelo menos 24 horas de antecedência, incluindo - coletado diariamente, via sistema ou através de relatório. Total de cirurgias mês: Total de cirurgias realizadas dentro do mês coletado mensalmente, via sistema ou através de relatório. 3.2 Modelos de Formulário de Coleta: Utilizar o formulário de coleta da Instituição ou relatório. 3.3 Periodicidade: Coleta diária com fechamento mensal. 4. Áreas interessadas: Diretoria, Enfermagem, Internação, Hotelaria Hospitalar, Serviço Social. Data de Origem Janeiro / 2009 Última Revisão Janeiro / 2009 Documentos revisados anualmente. Nº da Revisão Itens Revisados Próxima Revisão Janeiro / 2009

31 OBRIGADA!! Adriana A. G. Araujo fone: (11)

Hotelaria. Reunião 05/08/2015

Hotelaria. Reunião 05/08/2015 Hotelaria Reunião 05/08/2015 PAUTA Definição dos indicadores; Registros das informações; Adesão ao programa; Participação dos hospitais; Estudo de Caso (próxima reunião); Índice do Quilo de Roupa Lavada

Leia mais

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE Indicadores de Hotelaria Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar NAGEH Reunião 18/03/2015 Índice do Quilo de Roupa Lavada Por Paciente-dia Quilo total de roupa lavada Número total

Leia mais

Grupo de Indicadores de Clientes do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar (NAGEH) 13 de novembro de 2013

Grupo de Indicadores de Clientes do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar (NAGEH) 13 de novembro de 2013 Grupo de Indicadores de Clientes do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar (NAGEH) 13 de novembro de 2013 Relatório de Indicadores elaborado pelo Grupo de Indicadores de Clientes versão 2010 Taxa de Satisfação

Leia mais

GERENCIAMENTO DO ENXOVAL

GERENCIAMENTO DO ENXOVAL GERENCIAMENTO DO ENXOVAL Enfª Jaqueline Vieira Dellagustinho LAVANDERIA HOSPITAL UNIMED CAXIAS DO SUL UNIMED NORDESTE-RS HOSPITAL UNIMED CAXIAS DO SUL HOSPITAL UNIMED CAXIAS DO SUL DADOS GERAIS 12.284m²

Leia mais

Taxa de Satisfação do Cliente - Internação = ra X 100 ra + rn

Taxa de Satisfação do Cliente - Internação = ra X 100 ra + rn Indicador : Taxa de Satisfação do Cliente - Internação Definição: Taxa de Satisfação do Cliente Internação: é a relação entre o número de respostas afirmativas dos serviços oferecidos na instituição e

Leia mais

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE Indicadores de Hotelaria Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar NAGEH Reunião 12.11.14 Índice do Quilo de Roupa Lavada Por Paciente-dia Quilo total de roupa lavada Número total de

Leia mais

Rotatividade de Pessoal

Rotatividade de Pessoal Rotatividade de Pessoal 4 3 2,2 2,2 2,2 % 2 1 1,28 1,47 1,79 Representa o movimento de entradas e saídas de empregados Regime de contratação CLT Taxa de Absenteísmo Geral 2,5 2 % 1,5 1,21 1,28 1,96,96,96,5

Leia mais

NAGEH NUTRIÇÃO NAGEH NUTRIÇÃO

NAGEH NUTRIÇÃO NAGEH NUTRIÇÃO UM POUCO DE SUA TRAJETÓRIA: 2007E2008 INÍCIO DAS REUNIÕES CADASTRO DOS PARTICIPANTES DEFINIÇÃO DOS DADOS APRESENTADOS NO PERFIL DOS HOSPITAIS REUNIÕES MENSAIS COM O OBJETIVO DE DEFINIR INDICADORES PARA

Leia mais

Preencher com a data limite de validade da senha concedida pela Petrobras para a internação. 7 Data de emissão da guia

Preencher com a data limite de validade da senha concedida pela Petrobras para a internação. 7 Data de emissão da guia GUIA DE RESUMO DE INTERNAÇÃO Número do Nome do campo Observação campo 1 Registro ANS Nas guias em papel impressas pela Petrobras ou Petrobras Distribuidora e nas guias disponibilizadas no site da Petrobras,

Leia mais

Objetivo. Melhorar a Eficiência Operacional Aumentar a produtividade sem aumentar o número de leitos

Objetivo. Melhorar a Eficiência Operacional Aumentar a produtividade sem aumentar o número de leitos Gestão de Leitos Objetivo Melhorar a Eficiência Operacional Aumentar a produtividade sem aumentar o número de leitos Contextualização Leitos de Retaguarda Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar e Núcleo

Leia mais

Perfil epidemiológico do CTI e estrutura de atendimento

Perfil epidemiológico do CTI e estrutura de atendimento Perfil epidemiológico do CTI e estrutura de atendimento O Serviço de Terapia Intensiva Adulto, possui 10 leitos que incluem 2 leitos de isolamento distribuídos em uma área aproximada de 130m2. Encontra-se

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 CFT COMISSÃO DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 CFT COMISSÃO DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 CFT COMISSÃO DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA 1. APRESENTAÇÃO O objetivo principal da Comissão de Farmácia e Terapêutica é elaborar a cada dois anos a padronização de medicamentos disponível

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/2014

PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/2014 PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/2014 31/07/2014 COMPLEXO ESTADUAL DO CÉREBRO V Relatório de gestão dos serviços assistenciais do Complexo Estadual do Cérebro: Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer e Hospital

Leia mais

Superintendência de Gestão, Planejamento e Finanças Gerência de Contratos e Convênios ANEXO II METAS DE PRODUÇÃO

Superintendência de Gestão, Planejamento e Finanças Gerência de Contratos e Convênios ANEXO II METAS DE PRODUÇÃO ANEXO II METAS DE PRODUÇÃO 1. ATIVIDADES MÍNIMAS A REALIZAR 1.1. ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Produção. 1.1.1. Realizar, no mínimo, 90% da meta estabelecida no Plano de Metas de 1.1.2. O indicador de aferição

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 01/CT/2016 Assunto: Desinfecção Terminal em UBS Palavras-chave: Desinfecção Terminal, UBS, Auxiliar de Limpeza I Solicitação recebida pelo Coren/SC: Nas UBS os responsáveis

Leia mais

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 ENFERMAGEM NOS CUIDADOS INTEGRAIS AO ADULTO E IDOSO NO PERÍODO PERI OPERATÓRIO Acadêmico: Curso: Período: Turno: Disciplina(s): Local: Campos de Observação: Profissional responsável

Leia mais

Hospital Privado Capital Fechado com fins lucrativos Geral e de Médio Porte Selado Qualidade Programa CQH desde 2008 Média e alta complexidade 96

Hospital Privado Capital Fechado com fins lucrativos Geral e de Médio Porte Selado Qualidade Programa CQH desde 2008 Média e alta complexidade 96 Hospital Privado Capital Fechado com fins lucrativos Geral e de Médio Porte Selado Qualidade Programa CQH desde 2008 Média e alta complexidade 96 leitos 19 leitos de UTI 5 Salas Cirúrgicas 300 Cirurgias/mês

Leia mais

Conceitos: Indicadores Hospitalares

Conceitos: Indicadores Hospitalares Conceitos: Indicadores Hospitalares Roberto Nabarro Hospital É a parte integrante de uma organização médica e social, cuja função básica consiste em proporcionar às pessoas a assistência médica integral,

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 191

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 191 Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 191 Manutenção e Operacionalização do SAH Promover a instalação de ferramentas de gestão que permitam o perfeito gerenciamento das informações dos diversos

Leia mais

MOVIMENTO GERAL DO HOSPITAL

MOVIMENTO GERAL DO HOSPITAL MOVIMENTO GERAL DO HOSPITAL SERVIÇOS OFERECIDOS PELO HOSPITAL OBJETIVO: Oferecer aos nossos clientes, pacientes, profissionais, médicos, enfermagem, técnicos e administrativos, dentro do possível, um hospital

Leia mais

Política de Avaliação Fisioterapêutica dos Pacientes e Continuidade do Cuidado NORMA Nº 001

Política de Avaliação Fisioterapêutica dos Pacientes e Continuidade do Cuidado NORMA Nº 001 1- Objetivo Página: 1/10 Estabelecer plano de cuidado e prestar atendimento fisioterapêutico às necessidades imediatas e continuadas do paciente interno e externo. 2- Definições 2.1 Plano de cuidado: visa

Leia mais

Sistema AGHU. Manual da Enfermagem. Versão 4.0

Sistema AGHU. Manual da Enfermagem. Versão 4.0 Sistema AGHU Manual da Enfermagem Versão 4.0 Data: 11/08/2016 Pacientes Internados A enfermagem poderá acompanhar os pacientes internados e situação dos leitos através do censo diário da sua unidade. 1)

Leia mais

Jonatã Nienczewski Químico Industrial DA TEORIA A PRÁTICA NA GESTÃO DE CUSTOS DE LAVANDERIA

Jonatã Nienczewski Químico Industrial DA TEORIA A PRÁTICA NA GESTÃO DE CUSTOS DE LAVANDERIA Jonatã Nienczewski Químico Industrial DA TEORIA A PRÁTICA NA GESTÃO DE CUSTOS DE LAVANDERIA INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO CONSTRUIR UM HOSPITAL Ajudar na saúde do país INTRODUÇÃO v DETALHES DA CONSTRUÇÃO v Localização?

Leia mais

Dra. Flávia Maria Porto Terzian. Dr. Cláudio de Oliveira. Mirtes Salantier Romão. Ângela Zerbielli. Haidê Lima Alexandre Barros

Dra. Flávia Maria Porto Terzian. Dr. Cláudio de Oliveira. Mirtes Salantier Romão. Ângela Zerbielli. Haidê Lima Alexandre Barros São Paulo 2011 2 Dra. Flávia Maria Porto Terzian Superintendente da Autarquia Hospitalar Municipal Dr. Cláudio de Oliveira Diretor do Departamento de Gestão Hospitalar Organização, Elaboração, Formatação

Leia mais

ROTEIRO DE VISITA PARA UNIDADES HOSPITALARES. Instruções para a utilização do roteiro de visita para unidades hospitalares

ROTEIRO DE VISITA PARA UNIDADES HOSPITALARES. Instruções para a utilização do roteiro de visita para unidades hospitalares 1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA Disciplina 070205 Enfermagem e Biossegurança ROTEIRO DE VISITA PARA UNIDADES HOSPITALARES Instruções para a

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/ /07/2015 COMPLEXO ESTADUAL DO CÉREBRO. Relatório de gestão dos serviços assistenciais

PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/ /07/2015 COMPLEXO ESTADUAL DO CÉREBRO. Relatório de gestão dos serviços assistenciais PRESTAÇÃO DE CONTAS JULHO/2015 31/07/2015 COMPLEXO ESTADUAL DO CÉREBRO V Relatório de gestão dos serviços assistenciais do Complexo Estadual do Cérebro: Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer e Hospital

Leia mais

Gestão à Vista: Transparência e Produtividade na Comunicação Organizacional. Adriana Daum Machado Assessora da Qualidade

Gestão à Vista: Transparência e Produtividade na Comunicação Organizacional. Adriana Daum Machado Assessora da Qualidade Gestão à Vista: Transparência e Produtividade na Comunicação Adriana Daum Machado Assessora da Qualidade MERIDIONAL DADOS DADOS 2012 2012 HOSPITAL PRIVADO COM FINS LUCRATIVOS 169 LEITOS 62 LEITOS DE UTI

Leia mais

Desenvolvimento da Habilidade na Resolução de Problemas por meio do Uso das Ferramentas da Qualidade no Serviço de Enfermagem. Ana Carolina G.

Desenvolvimento da Habilidade na Resolução de Problemas por meio do Uso das Ferramentas da Qualidade no Serviço de Enfermagem. Ana Carolina G. Desenvolvimento da Habilidade na Resolução de Problemas por meio do Uso das Ferramentas da Qualidade no Serviço de Enfermagem Ana Carolina G. Bonafim Hospital Unimed Bebedouro Objetivo Relatar como foi

Leia mais

VISITA TÉCNICA AO HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA - HUGO

VISITA TÉCNICA AO HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA - HUGO VISITA TÉCNICA AO HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA - HUGO Com o objetivo de conhecer a estrutura e o funcionamento da saúde pública estadual o Presidente da Comissão de Saúde e Promoção Social (CSPS), o

Leia mais

Impacto da Acreditação da Joint Commission International na Gestão Hospitalar

Impacto da Acreditação da Joint Commission International na Gestão Hospitalar Seminários de Gestão Tendências e Inovações em Saúde Tendências em Saúde e Impactos na Gestão Hospitalar FEHOSUL Impacto da Acreditação da Joint Commission International na Gestão Hospitalar Helena Barreto

Leia mais

INTERNAÇÃO (Avenida do Contorno, 9530 )

INTERNAÇÃO (Avenida do Contorno, 9530 ) INTERNAÇÃO (Avenida do Contorno, 9530 ) Atualizado em 30/11/2015 INFORMAÇÕES IMPORTANTES Convênios Atendidos Todos listados no Manual do Faturamento O que compõe a Diária: Leito próprio (cama ou berço)

Leia mais

Soluções que facilitam a gestão da saúde

Soluções que facilitam a gestão da saúde Soluções que facilitam a gestão da saúde A Hospidata Mais eficiência na gestão de saúde Empresa do grupo MV, líder brasileira em soluções de tecnologia para gestão da saúde, a Hospidata oferece um portfólio

Leia mais

HOSPITAL DE EMERGÊNCIA DE SOROCABA 09/10/13

HOSPITAL DE EMERGÊNCIA DE SOROCABA 09/10/13 HOSPITAL DE EMERGÊNCIA DE SOROCABA 09/10/13 PROPOSTA DE ARQUITETURA IMPLANTAÇÃO INSERÇÃO URBANA IMPLANTAÇÃO SISTEMA VIÁRIO BLOCO HOTELARIA BLOCO DE SERVIÇOS BLOCO DE ALTA COMPLEXIDADE P.A.E. - AMBULATÓRIO

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS MAIO/ /05/2015 COMPLEXO ESTADUAL DO CÉREBRO. Relatório de gestão dos serviços assistenciais

PRESTAÇÃO DE CONTAS MAIO/ /05/2015 COMPLEXO ESTADUAL DO CÉREBRO. Relatório de gestão dos serviços assistenciais PRESTAÇÃO DE CONTAS MAIO/2015 31/05/2015 COMPLEXO ESTADUAL DO CÉREBRO V Relatório de gestão dos serviços assistenciais do Complexo Estadual do Cérebro: Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer e Hospital

Leia mais

Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado.

Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado. Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado. Uma maneira diferente de focar a avaliação. Processo interativo,

Leia mais

Ações da Anvisa na segurança dos serviços de saúde"

Ações da Anvisa na segurança dos serviços de saúde Ações da Anvisa na segurança dos serviços de saúde" QUALIHOSP São Paulo 18/04/2011 Maria Angela da Paz Gerência Geral de Tecnologia em Serviço de Saúde - GGTES - ANVISA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Leia mais

Manual Ilustrado Cadastros de Registro e Controle

Manual Ilustrado Cadastros de Registro e Controle Manual Ilustrado Cadastros de Registro e Controle Dezembro - 2014 Índice Título do documento 1. Objetivos... 3 2. Introdução... 3 3. Cadastro de Sala... 3 3.1 Cadastrando Sala... 3 4. Cadastro de Procedência...

Leia mais

NAGEH Pessoas 15/06/2016 CQH NAGEH PESSOAS

NAGEH Pessoas 15/06/2016 CQH NAGEH PESSOAS Pessoas 15/06/2016 Agenda: 15/06/2016 8:30 as 9:00 h Recepção dos participantes 9:00 as 9:10 h Informes 9:10 as 10:00 h Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Recursos Humanos: - Conceitos de Tipologias

Leia mais

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DA CCIH NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DA CCIH NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO XIV CURSO DE CAPACITAÇÃO EM PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECCÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DA CCIH NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO Bernardo França Enfermeiro da CCIH

Leia mais

TERMO TÉCNICO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA CONTRATAÇÃO DE PESSOA JURÍDICA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS EM ANESTESIOLOGIA

TERMO TÉCNICO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA CONTRATAÇÃO DE PESSOA JURÍDICA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS EM ANESTESIOLOGIA TERMO TÉCNICO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA CONTRATAÇÃO DE PESSOA JURÍDICA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS EM ANESTESIOLOGIA PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS

Leia mais

ENCONTRO NACIONAL UNIMED DE VENDAS

ENCONTRO NACIONAL UNIMED DE VENDAS Atenção Primária à Saúde A experiência da Unimed-BH Triple Aim Como está nosso modelo tradicional de plano de saúde nestes 3 quesitos? Custos do cuidado http://www.iess.org.br/?p=publicacoes&id_tipo=13

Leia mais

Associação das Pioneiras Sociais. Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação

Associação das Pioneiras Sociais. Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação Associação das Pioneiras Sociais Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação REDE SARAH DE HOSPITAIS UNIDADE BELO HORIZONTE 13 ANOS DE PRGSS REDE SARAH DE HOSPITAIS DE REABILITAÇÃO SARAH BELO HORIZONTE Dados

Leia mais

REF.: PESQUISA DE MERCADO RESULTADO **LEVANTAMENTO DE INDICADORES ASSISTENCIAIS E GERENCIAIS**

REF.: PESQUISA DE MERCADO RESULTADO **LEVANTAMENTO DE INDICADORES ASSISTENCIAIS E GERENCIAIS** CIRCULAR AHESP Nº 025/17 São Paulo, 30 de Agosto de 2017. Prezados Senhores: REF.: PESQUISA DE MERCADO RESULTADO **LEVANTAMENTO DE INDICADORES ASSISTENCIAIS E GERENCIAIS** Para seu conhecimento, encaminhamos

Leia mais

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE NAGEH - Enfermagem Benchmarking em Saúde 22 de fevereiro de 2017 Coordenação: Rosemeire K. Hangai Indicadores Assistenciais de Enfermagem 2015-2016 Incidência de Queda de Paciente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS HOSPITAL ESCOLA NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS HOSPITAL ESCOLA NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS HOSPITAL ESCOLA NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE ROTINA DE IDENTIFICAÇÃO CORRETA DO PACIENTE META INTERNACIONAL DE SEGURANÇA 1 ( MIS-01) 1 OBJETIVO PROCEDIMENTO OPERACIONAL

Leia mais

Secretaria de Estado da Saúde SP Coordenadoria de Regiões de Saúde - CRS. Painel Santa Casa SUStentável

Secretaria de Estado da Saúde SP Coordenadoria de Regiões de Saúde - CRS. Painel Santa Casa SUStentável Painel Santa Casa SUStentável Em 11 de dezembro de 2013 foi realizado o lançamento do Programa de auxílio às Santas Casas e hospitais filantrópicos do Estado de São Paulo. O projeto, conhecido como Santa

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/16

PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/16 PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/16 INDICE RELATÓRIO DE ATIVIDADES ATENDIMENTO P.A. ADULTO & PEDIATRIA INTERNAÇÕES PRESTAÇÃO DE CONTAS FINANCEIRO RECEBIMENTOS DESPESAS ESTUDOS PRÉ ABERTURA DA SANTA CASA AÇÕES

Leia mais

Internacao Psiquiatrica (Transtorno Psiquiatrico) ENFERMARIA Internação Psiquiatríca Dependência Química - ENFERMARIA

Internacao Psiquiatrica (Transtorno Psiquiatrico) ENFERMARIA Internação Psiquiatríca Dependência Química - ENFERMARIA Unimed Goiânia Cooperativa de Trabalho Médico Terminologia de Diárias, Taxas e Gases Medicinais - Tabela Categoria (D) Clínica PARA Tabela CÓDIGO DESCRIÇÃO CÓDIGO DESCRIÇÃO 20/02/14 20/05/14 20/08/14 20/11/14

Leia mais

Indicadores de Políticas Públicas

Indicadores de Políticas Públicas Indicadores de Políticas Públicas Aula Conceito de Indicadores Indicadores de Políticas Públicas: Conceitos Conceito de Indicadores São expressões numéricas que refletem diferentes aspectos da ação e da

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA

QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA 18 de Novembro de 2016 UNIMED VITÓRIA / ES 328.000 CLIENTES, SENDO DESTES, 32.000 EM ATENÇÃO PRIMÁRIA; 2.360 MÉDICOS COOPERADOS; 260 PRESTADORES DE SERVIÇO;

Leia mais

TISS. Troca de Informações em Saúde Suplementar MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA REDE CREDENCIADA PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS

TISS. Troca de Informações em Saúde Suplementar MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA REDE CREDENCIADA PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS TISS Troca de Informações em Saúde Suplementar MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA REDE CREDENCIADA PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS 2007 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 03 2. INFORMAÇÕES CONTATOS... 03 3. APRESENTAÇÃO... 04

Leia mais

SLOGAM DA EMPRESA PPAP

SLOGAM DA EMPRESA PPAP PPAP Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfurocortantes Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL (Colocar

Leia mais

Local de 45m², destinado a receber os pacientes e direcioná-los.

Local de 45m², destinado a receber os pacientes e direcioná-los. HOSPITAL PEDRO II 1º PAVIMENTO 1- Recepção e acolhimento Local de 45m², destinado a receber os pacientes e direcioná-los. Mobiliário: balcão de atendimento, cadeiras 2- Consultórios maternidade Recepção

Leia mais

Tabela Própria para Convênios e Credenciamentos. Instruções de TAXAS E DIÁRIAS Anexo III

Tabela Própria para Convênios e Credenciamentos. Instruções de TAXAS E DIÁRIAS Anexo III TRE-SAÚDE Tabela Própria para Convênios e Credenciamentos Instruções de TAXAS E DIÁRIAS Anexo III TRE-SAÚDE Tabela Própria para Convênios e Credenciamentos I. DO ATENDIMENTO 1. O atendimento é o ato de

Leia mais

De Florence Nightingale até os dias de hoje: Contribuições da Enfermagem para o Controle de IRAS

De Florence Nightingale até os dias de hoje: Contribuições da Enfermagem para o Controle de IRAS De Florence Nightingale até os dias de hoje: Contribuições da Enfermagem para o Controle de IRAS Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem da USP Enfermagem Origens Gill, CJ; Gill, GC. CID 2005; 40:1799-805

Leia mais

Tabela 4. Descrição dos aspectos ambientais

Tabela 4. Descrição dos aspectos ambientais Tabela 4. escrição dos aspectos ambientais Unidade PSICOLOGIA PAPEL/ PLÁSTICO/ CARBONO RESÍUOS SÓLIOS EFLUENTES LÍQUIOS COMPRAS PAPEL/ PLÁSTICO/ CARBONO TRANSPORTE PAPEL/ PLÁSTICO/ CARBONO Tabela 6. CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Saúde Suplementar. Padrão TISS Troca de Informações em Saúde Suplementar

Ministério da Saúde Agência Nacional de Saúde Suplementar. Padrão TISS Troca de Informações em Saúde Suplementar Ministério da Saúde Agência Nacional de Saúde Suplementar Troca de Informações em Saúde Suplementar INSTRUÇÕES GERAIS Este manual tem como finalidade instruir todos os prestadores de serviço no preenchimento

Leia mais

Normas para utilização da área de Expurgo na Central de Esterilização da FOUFF-NF

Normas para utilização da área de Expurgo na Central de Esterilização da FOUFF-NF Normas para utilização da área de Expurgo na Central de Esterilização da FOUFF-NF De acordo com o exposto na página 13 do Manual de Normas e Biossegurança, os alunos devem calçar as luvas de limpeza, colocar

Leia mais

Auditoria Concorrente. Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015

Auditoria Concorrente. Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015 Auditoria Concorrente Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015 UNIMED PORTO ALEGRE 40,7% 46 de participação do mercado de planos de saúde no RS (ANS dezembro/2014) Municípios

Leia mais

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE. Reunião do Grupo de Indicadores de Enfermagem do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar NAGEH

EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE. Reunião do Grupo de Indicadores de Enfermagem do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar NAGEH EXIJA QUALIDADE NA SAÚDE Reunião do Grupo de Indicadores de Enfermagem do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar NAGEH 15 de agosto de Incidência de Queda de Paciente Incidência de Queda de Paciente 3,0

Leia mais

PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS E MELHORIA CONTÍNUA DOS RESULTADOS

PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS E MELHORIA CONTÍNUA DOS RESULTADOS PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS E MELHORIA CONTÍNUA DOS RESULTADOS PROJETO Implantação de metodologia para Gestão de Custos com o objetivo de comparar os custos das instituições e custeio de alguns

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO RELATORIO DE FISCALIZAÇAO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO RELATORIO DE FISCALIZAÇAO RELATORIO DE FISCALIZAÇAO 1. Identificação: 1.1. Estabelecimento: Pronto Atendimento Médico Municipal de Poconé. 1.2. CNPJ: 03.162.872/0001-44 1.3. Endereço: Av. Dom Aquino, 406. Centro. Poconé/MT. CEP

Leia mais

PERGUNTAS e RESPOSTAS. P. Qual a dimensão mínima para portas das salas de exames?

PERGUNTAS e RESPOSTAS. P. Qual a dimensão mínima para portas das salas de exames? PERGUNTAS e RESPOSTAS. P. Qual a dimensão mínima para portas das salas de exames? R. O dimensionamento de portas de EAS está estabelecido na RDC 50/02, Parte III Critérios para Projetos de Estabelecimentos

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL SANTA MARCELINA

MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL SANTA MARCELINA MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL SANTA MARCELINA Implantação do Método KanBan no Pronto Socorro (SUS) em um Hospital Filantrópico Quaternário da Zona Leste de São Paulo Autoria: Ir. Carla Rosimeire Felix São

Leia mais

Gestão de Processos. Gestão de Processos na Saúde. Identificação, mapeamento, redesenho e aprimoramento dos processos

Gestão de Processos. Gestão de Processos na Saúde. Identificação, mapeamento, redesenho e aprimoramento dos processos Gestão de Processos na Saúde Marcelo.Aidar@fgv.br 1 Gestão de Processos Identificação, mapeamento, redesenho e aprimoramento dos processos 2 O Ambiente de Negócios e os Stakeholders AMBIENTE DE AÇÃO INDIRETA

Leia mais

Ações de Sustentabilidade

Ações de Sustentabilidade Ações de Sustentabilidade Visão do GHC Ser reconhecido no Sistema Único de Saúde como modelo de atenção centrado nas pessoas, inovador na gestão e polo de produção de conhecimento, ensino e pesquisa, com

Leia mais

CAIXA BENEFICENTE DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO. Portaria 1000.000006-SUP, de 1º-8-2015

CAIXA BENEFICENTE DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO. Portaria 1000.000006-SUP, de 1º-8-2015 CAIXA BENEFICENTE DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO Portaria 1000.000006-SUP, de 1º-8-2015 O Superintendente da Caixa Beneficente da Polícia Militar, considerando: - a imperiosidade de ampliação dos serviços

Leia mais

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. (85)

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. (85) COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE nucit@saude.ce.gov.br (85) 3101-5234 SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE E SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIAS 5 e 6 de Maio de 2009 Fortaleza / CE Comissão

Leia mais

Encontro Nacional Unimed de Recursos e Serviços Próprios 2010 QUALIFICARE Programa de Qualificação de Recursos Próprios Fesp

Encontro Nacional Unimed de Recursos e Serviços Próprios 2010 QUALIFICARE Programa de Qualificação de Recursos Próprios Fesp Encontro Nacional Unimed de Recursos e Serviços Próprios 2010 12/5/2010 QUALIFICARE Programa de Qualificação de Recursos Próprios Unimed no Estado de São Paulo Singulares - 73 Intrafederativas - 6 Federação

Leia mais

Farmácia Clínica e uso racional de antimicrobianos

Farmácia Clínica e uso racional de antimicrobianos Farmácia Clínica e uso racional de antimicrobianos Portaria MS 2.616 / 98 regulamenta as ações de controle de infecção hospitalar no país Estabelece o serviço de farmácia como membro consultor da Comissão

Leia mais

Nº / ANO DA PROPOSTA: /2015 DADOS DO CONCEDENTE OBJETO:

Nº / ANO DA PROPOSTA: /2015 DADOS DO CONCEDENTE OBJETO: MINISTERIO DA SAUDE PORTAL DOS CONVÊNIOS SICONV - SISTEMA DE GESTÃO DE CONVÊNIOS Nº / ANO DA PROPOSTA: 043034/2015 OBJETO: DADOS DO CONCEDENTE AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO E MATERIAL PERMANENTE PARA UNIDADE

Leia mais

XVIII CONGRESSO MUNDIAL DE EPIDEMILOGIA VII CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA

XVIII CONGRESSO MUNDIAL DE EPIDEMILOGIA VII CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA XVIII CONGRESSO MUNDIAL DE EPIDEMILOGIA VII CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA PORTO ALEGRE SETEMBRO 2008 Dr Paulo Rogério Affonso Antonio Dra Diva Leonor Correa Longa Permanência Causada por Reações

Leia mais

Tabela TUSS Diárias e Taxas

Tabela TUSS Diárias e Taxas TUSS 6.00.00.015 DIÁRIA COMPACTA DE APARTAMENTO COM ALOJAMENTO CONJUNTO 18 TUSS 6.00.00.023 DIÁRIA COMPACTA DE APARTAMENTO LUXO 18 TUSS 6.00.00.031 DIÁRIA COMPACTA DE ISOLAMENTO DE APARTAMENTO LUXO 18

Leia mais

Manual de Instruções TISS

Manual de Instruções TISS Manual de Instruções TISS Introdução A ANS estabeleceu um padrão de Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS para registro e intercâmbio de dados entre operadoras de planos privados de assistência

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS POLÍTICA DE TREINAMENTO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS POLÍTICA DE TREINAMENTO 1. INTRODUÇÃO A Política de Treinamento tem por objetivo estabelecer critérios para o tratamento das solicitações de Capacitação, Desenvolvimento, Cursos Intensivos, Seminários, Palestras, Congressos,

Leia mais

MODELO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PGRSS.

MODELO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PGRSS. MODELO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PGRSS. 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Razão Social / Nome completo: C.N.P.J. / C.P.F.: Endereço: Bairro: Classificação

Leia mais

REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS. Programa SOS Emergências. Ministério da Saúde Brasil. Lançamento Nacional em 08/11/2011

REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS. Programa SOS Emergências. Ministério da Saúde Brasil. Lançamento Nacional em 08/11/2011 REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS Programa SOS Emergências Ministério da Saúde Brasil Ação Estratégica do Ministério da Saúde para as Portas de Entrada Hospitalares Prioritárias Lançamento Nacional

Leia mais

A trajetória do projeto do Hospital do Subúrbio. REGIONAL NORDESTE PPPS E CONCESSÕES 01 de Outubro 2015

A trajetória do projeto do Hospital do Subúrbio. REGIONAL NORDESTE PPPS E CONCESSÕES 01 de Outubro 2015 A trajetória do projeto do Hospital do Subúrbio REGIONAL NORDESTE PPPS E CONCESSÕES 01 de Outubro 2015 Contextualização: QUEM É VIVANTE? FOMOS HOJE SOMOS ÁREAS DE ATUAÇÃO OTIMIZAMOS OS RECURSOS E AUMENTAMOS

Leia mais

METAS DE DESEMPENHO, INDICADORES E PRAZOS DE EXECUÇÃO

METAS DE DESEMPENHO, INDICADORES E PRAZOS DE EXECUÇÃO METAS DE DESEMENHO, INDICADORES E RAZOS DE EXECUÇÃO HOSITAL ESCOLA MUNICIAL ROF. DOUTOR HORÁCIO CARLOS ANEUCCI/UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS/UFSCar OUTUBRO DE 2014 SUMÁRIO 1. Indicadores... 2 2. Quadro

Leia mais

Análise dos dados obtidos pelo APURASUS no contexto do PNGC

Análise dos dados obtidos pelo APURASUS no contexto do PNGC Potencialidades da Economia na Tomada de Decisão dos Gestores Estaduais do SUS Análise dos dados obtidos pelo APURASUS no contexto do PNGC São Paulo, 24 de junho de 2016 Departamento de Economia, Investimentos

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/2014

PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/2014 PRESTAÇÃO DE CONTAS JANEIRO/2014 31/01/2014 HOSPITAL ESTADUAL ALBERTO TORRES V. Relatório referente a execução do Contrato de Gestão 31/2012 sobre as ações executadas sobre o apoio ao gerenciamento e execução

Leia mais

Diária de Enfermaria Hospital-Dia c/ acompanhante (até 3 leitos 70%) R$ 206,75 R$ 165,40 R$ 127,23 R$ 99,97 R$ 77,40

Diária de Enfermaria Hospital-Dia c/ acompanhante (até 3 leitos 70%) R$ 206,75 R$ 165,40 R$ 127,23 R$ 99,97 R$ 77,40 PLANO SC SAÚDE ANEXO 11.3 - DIÁRIAS, TAXAS E GASES Vigência: 21/05/2016 TABELA DE DIÁRIAS E TAXAS HOSPITALARES - SC SAÚDE Código Descrição do Serviço Nível 5 Nível 4 Nível 3 Nível 2 Nível 1 80013015 Diária

Leia mais

Gilmara Noronha Guimarães 1 Rafaela Campos Emídio 2 Rogério Raulino Bernardino Introdução

Gilmara Noronha Guimarães 1 Rafaela Campos Emídio 2 Rogério Raulino Bernardino Introdução Comparação entre a média de permanência padronizada pelo Ministério da Saúde e a calculada em tempo real de um Hospital de Ensino da cidade de Manaus - AM. 1. Introdução Gilmara Noronha Guimarães 1 Rafaela

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM COMPETÊNCIA EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

PÓS-GRADUAÇÃO EM COMPETÊNCIA EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR PÓS-GRADUAÇÃO EM COMPETÊNCIA EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 520 h Período de Duração:

Leia mais

Interação de Processos. Hotelaria

Interação de Processos. Hotelaria 1 de 9 RESULTADO ESPERADO DO PROCESSO: 889 Estabelecer negociação entre clientes e fornecedores internos, de modo a assegurar a conformidade, com os requisitos de entrada e saída do processo. PRODUTO PRINCIPAL:

Leia mais

PROGRAMA DE SEGURANÇA DO PACIENTE EM TERAPIA SEMI INTENSIVA: ESTRATÉGIAS DE ENFERMEIRAS EM UMA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA

PROGRAMA DE SEGURANÇA DO PACIENTE EM TERAPIA SEMI INTENSIVA: ESTRATÉGIAS DE ENFERMEIRAS EM UMA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA FACULDADE MARIA MILZA BACHARELADO EM ENFERMAGEM PROGRAMA DE SEGURANÇA DO PACIENTE EM TERAPIA SEMI INTENSIVA: ESTRATÉGIAS DE ENFERMEIRAS EM UMA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA Maria do Espírito Santo da Silva¹ Adriana

Leia mais

Controle de antimicrobianos: como eu faço? Rodrigo Duarte Perez Coordenador da C.C.I.H. do H.S.I. Blumenau / SC

Controle de antimicrobianos: como eu faço? Rodrigo Duarte Perez Coordenador da C.C.I.H. do H.S.I. Blumenau / SC Controle de antimicrobianos: como eu faço? Rodrigo Duarte Perez Coordenador da C.C.I.H. do H.S.I. Blumenau / SC Hospital Santa Isabel 22.900m² de área construída. N total de leitos: 250. 20 leitos provisórios

Leia mais

Regimento Interno da URPA (Unidade de Recuperação Pós- Anestésica)

Regimento Interno da URPA (Unidade de Recuperação Pós- Anestésica) 1 de 5 335547035 5 RESULTADO ESPERADO: Proporcionar cuidados ao paciente durante os estágios de regressão da anestesia. 335547035 PROCESSOS RELACIONADOS: Atendimento Cirúrgico Diretoria Enfermagem OBJETIVOS

Leia mais

Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568

Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568 Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568 Projeto Coleta Seletiva Sumário 1. Objetivo: Descrição completa do objeto a ser executado --------------------------------- 3 2. Meta desejada: Descrição das Metas desejadas

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN CARGA DE TRABALHO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM DE UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO SEGUNDO O TISS-28 Kelly Ribeiro 1 Anair Lazzari Nicola INTRODUÇÃO: A unidade de terapia intensiva (UTI) é destinada

Leia mais

SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA

SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA Conteúdo 9: Gerenciamento de Resíduos Sólidos Não Perigosos: Classificação dos Resíduos Sólidos (perigosos e não perigosos). Função do gerenciamento dos resíduos

Leia mais

CENTRO CIRÚRGICO Relatório de Atividades 2013

CENTRO CIRÚRGICO Relatório de Atividades 2013 CENTRO CIRÚRGICO Relatório de Atividades 213 No ano de 211 e primeiro semestre de 212, o Centro Cirúrgico funcionou de maneira parcial e precária, em decorrência da prolongada paralisação dos médicos.

Leia mais

ESTATÍSTICA HNSC

ESTATÍSTICA HNSC ESTATÍSTICA HNSC - 2007 DADOS ESTATÍSTICOS - LEITOS geral de leitos de leitos para internação de leitos para observação de leitos projeto Canguru Leitos do nos setores de internação na UTI adulto na UTI

Leia mais

UNIMED PAULISTANA SEDIMENTAÇÃO DA CULTURA DE NOTIFICAÇÃO DE EVENTO SENTINELA HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA

UNIMED PAULISTANA SEDIMENTAÇÃO DA CULTURA DE NOTIFICAÇÃO DE EVENTO SENTINELA HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA UNIMED PAULISTANA SEDIMENTAÇÃO DA CULTURA DE NOTIFICAÇÃO DE EVENTO SENTINELA HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA Lidiana Oliveira Mendes Vanessa Esperidião da Silva Tatiane Silva Vieira UNIMED PAULISTANA 252

Leia mais

APLICAÇÃO DO LEAN THINKING NO SETOR DA SAÚDE

APLICAÇÃO DO LEAN THINKING NO SETOR DA SAÚDE APLICAÇÃO DO LEAN THINKING NO SETOR DA SAÚDE Enf. Alex Silva Chefe do Departamento de Emergência Adulto Novembro/2016 Escritório Corporativo da Qualidade Pronto Socorro Adulto Pompeia Estrutura 6 - Box

Leia mais

Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar)

Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar) Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar) 0 Última Atualização: 08/05/07 9:30h SUMÁRIO I Introdução Página 2 II - Formulários/ Legendas Página 5 II.1 Guias Página 5 2.1.1

Leia mais

MANUAL DE AVALIAÇÃO DE MEDICINA HIPERBÁRICA

MANUAL DE AVALIAÇÃO DE MEDICINA HIPERBÁRICA MANUAL DE AVALIAÇÃO DE MEDICINA HIPERBÁRICA Versão 2014 Entidades Associadas Sumário Seção 1 Estrutura Organizacional 1.1. Liderança 1.2. Equipe Médica 1.3. Equipe de Enfermagem 1.4. Gestão de Pessoas

Leia mais

Departamento de Saúde Coletiva NESC Laboratório de Análise de Sistemas de Informações em Saúde - LABSIS. Ministério da Saúde

Departamento de Saúde Coletiva NESC Laboratório de Análise de Sistemas de Informações em Saúde - LABSIS. Ministério da Saúde - MS Fundação Oswaldo Cruz - Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães - CPqAM Departamento de Saúde Coletiva - NESC Laboratório de Análises de Sistemas de Informações em Saúde - LABSIS Indicadores em Saúde Departamento

Leia mais

1.3 ESTÃO INCLUSOS NO PREÇO DA DIÁRIA (APARTAMENTOS, ENFERMARIAS E DAY HOSPITAL):

1.3 ESTÃO INCLUSOS NO PREÇO DA DIÁRIA (APARTAMENTOS, ENFERMARIAS E DAY HOSPITAL): TABELA HOSPITALAR DO FIOSAÚDE BAHIA 1. DIÁRIAS: Compreende o período de ocupação do aposento das 10h às 10h do dia seguinte, com tolerância de 02 horas sendo a mesma indivisível para efeito de cobrança.

Leia mais

PORTARIA Nº 1.703/GM Em 17 de agosto de 2004.

PORTARIA Nº 1.703/GM Em 17 de agosto de 2004. 1 de 5 12/03/2014 11:52 PORTARIA Nº 1.703/GM Em 17 de agosto de 2004. Destina recurso de incentivo à contratualização de Hospitais de Ensino Públicos e Privados, e dá outras providências. O MINISTRO DE

Leia mais