VITIMIZAÇÃO INFANTO-JUVENIL: ESTUDO DAS INCIDÊNCIAS EM DIFERENTES PERÍODOS.

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1 VITIMIZAÇÃO INFANTO-JUVENIL: ESTUDO DAS INCIDÊNCIAS EM DIFERENTES PERÍODOS. Thyana Cordeiro Lopes ; Maria Conceição Oliveira Costa. Bolsista CNPq, Graduanda em Educação Física, Universidade Estadual de Feira de Santana, Orientadora, Departamento de Saúde, Universidade Estadual de Feira de Santana, PALAVRAS-CHAVE: garantia de direitos; violência infanto-juvenil; notificação. INTRODUÇÃO A violência é um fenômeno biopsicossocial e sócio-histórico resultante das estruturas de vida e das relações díspares da sociedade, afetando a saúde individual e coletiva. Em nível mundial considerando as repercussões da morbimortalidade, a violência adiquiriu um caráter endêmico, tornando-se um problema de saúde pública (OPAS, ; MINAYO, 00). Além disso foi constatado que os óbitos por violência têm como grupo privilegiado a população de jovens e adultos, em idade produtiva (SOUZA; MELLO JORGE, 00). Observa-se que existem tipos de violência que tem o seu reconhecimento dificultado pelo modo como ela se manifesta ou como é percebida pela sociedade, como é o caso da violência praticada contra crianças e adolescentes. Toda criança deveria ter assegurado o direito ao convívio familiar que lhe propiciasse um desenvolvimento sadio. Entretanto, sabe-se que há situações que levam a família a agredir este menor, gerando abandono, agressão física, abuso sexual e até morte (DE LORENZI; PONTALTI; FLECH, 00). A vitimização infanto-juvenil ocorre nos mais diversos ambientes, como lares, escolas, sistemas assistenciais e de justiça, locais de trabalho, comunidade e outros locais (ONU, 00). Nesse sentido, os órgãos protetores e fiscalizadores têm que atuar de forma sincronizada e dialogada, a fim de evitar a vitimização de crianças e adolescentes, formando um sistema completo para garantir os direitos destas. Diante do exposto, este trabalho teve como objetivo geral levantar indicadores epidemiológicos das violências praticadas contra crianças e adolescentes, notificadas em Feira de Santana, Bahia, cujos agravos foram registrados nos Conselhos Tutelares I e II e Centro de Referência Especializado de Assistência Social/CREAS, nos de 00 e 00. METODOLOGIA O presente trabalho trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, do tipo série de casos, com base em dados secundários produzidos a partir das notificações efetuadas às Instâncias de Referência para denúncia dos casos de violência contra crianças e adolescentes (Conselhos Tutelares I e II e Centro de Referência Especializado de Assistência Social/CREAS), realizado no município de Feira de Santana, com crianças e adolescentes na faixa etária de 0 a, vítimas de violência, cujos casos foram registrados nos prontuários das Instituições para denúncia, nos períodos de 00 e 00. Os dados estão sendo processados no programa estatístico Social Package for the Social Sciences versão.0 e analisados em três etapas: A primeira é a realização do linkage entre os bancos de dados dos Conselhos Tutelares (I e II) e CREAS, para evitar a duplicidade de registro, pela possibilidade de notificação do mesmo caso nas

2 diferentes instituições. A segunda é calcular os coeficientes de incidência, segundo idade e sexo da vítima e idade e tipos de violência sofrida, tendo por base a população estimada para a mesma faixa etária e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E a terceira é a elaboração das curvas com base nos indicadores encontrados (coeficientes de incidência) para análise comparativa do perfil das violências e das vítimas, nos diferentes (00 e 00). RESULTADOS Segundo registros dos Conselhos Tutelares e CREAS de Feira de Santana, nos períodos de 00 e 00 (Tabela ), foram registrados, respectivamente, e casos de vitimização de crianças e adolescentes. Em ambos os períodos, as violências mais freqüentes foram negligência (, e,%) e violência física (, e,%); o principal local de vitimização foi o ambiente doméstico (, e,%); com maioria das denúncias realizadas por anônimos (, e,%) e mães; cujas principais medidas adotadas pelas Instâncias foram notificação (,0 e 0,%) e encaminhamento para o CREAS (, e,%), com destaque, entre os períodos, para aumento da participação policial nas denúncias (, e,%) e dos encaminhamentos para o setor saúde (, e,%). Quanto aos achados de agressores, registrados em 00 e 00 (Tabela ), verificou-se, respectivamente: predomínio dos pais (mãe:, e,% e pai:, e,%); na faixa etária entre a, com aumento da proporção de mulheres, na condição de perpetrador (, e,%). A associação entre faixa etária do agressor e vínculo com a vítima foi comprometida pela perda expressiva de dados referente à idade do agressor, entretanto, mesmo com essa limitação, observou-se altas proporções de agressores infanto-juvenis ( ), na categoria de amigos, colegas e namorados (Tabela ). No que diz respeito às curvas de incidência dos tipos de violências, segundo idade das vítimas (Figura ), verificou-se aumento geral e significativo do risco de vitimização de crianças e adolescentes, entre os períodos estudados (00 e 00), evidenciado pela elevação dos coeficientes, na maioria dessas ocorrências. A negligência/abandono representou a violência com maior incidência. Em 00, houve elevação dos coeficientes entre menores de um (, por.000) e aos quatro de idade (,0 por.000) e, em 00, o maior risco de vitimização ocorreu na faixa entre quatro a oito, com maiores coeficientes aos sete e oito (, e,0 por.000, respectivamente). A violência física apresentou a segunda maior incidência, no total das ocorrências registradas. Em 00, a faixa etária de maior incidência da agressão física ocorreu entre sete e oito (coeficientes de, e,0 por.000, respectivamente) enquanto em 00, entre cinco a oito (coeficientes de 0, a, por.000). As curvas de incidência da vitimização sexual (Figura ), de 00 e 00, mostraram risco de violação mais expressivo na adolescência, muito embora caiba assinalar o aumento dos coeficientes na faixa escolar (sete e oito ), em ambos os períodos. Em 00, os achados apontaram maior risco de vitimização na faixa dos aos (coeficientes de,0 a, por.000), enquanto, em 00, na faixa de a (coeficientes, a, por.000). O abuso psicológico (Figura ) aumentou os coeficientes aos sete (, por.000) e (coeficiente de, por.000), em 00, enquanto, em 00, essa elevação ocorreu aos seis, nove, onze e quatorze, respectivamente (coeficientes de,;,;, e, por.000).

3 Para outros tipos de violência (Figura ) (representados, principalmente, por trabalho infantil, drogadição, violência na escola e conflito familiar) ressalta-se a elevação da incidência. Em 00, verifica-se curva linear, com discretos picos dos coeficientes aos quatro, sete, dez e quinze e, em 00, elevação dos coeficientes a partir dos, com maior risco dos aos (coeficientes de, a, por.000). Os resultados, segundo sexo e idade das vítimas (Figura ), mostraram aumento dos coeficientes femininos e masculinos entre os períodos. Para o sexo masculino, os picos dos coeficientes ocorreram nas idades de e (coeficientes de, e, por.000, respectivamente) e, em 00, nas idades de e (coeficientes de, e, por.000, respectivamente). Para o sexo feminino, a curva de incidência de 00 mostra padrão similar a do sexo masculino, na infância e adolescência, com picos entre menores de um, sete e treze (coeficientes de,;, e,, por.000, respectivamente). Em 00, modifica-se essa distribuição por idade, com expressiva elevação do risco de vitimização na adolescência (pico dos aos com coeficientes de, a, por.000).

4 Tabela Distribuição dos casos dos diferentes tipos de vitimização de crianças e adolescentes, segundo dados dos Conselhos Tutelares e Centro de Assistência Social CREAS, nos períodos 00 e 00. Feira de Santana, Bahia, Brasil. VARIÁVEIS n % n % Instituição de atendimento Conselhos Tutelares 0,, CREAS,, Total Tipos de violência* Negligência/abandono,, Violência física,, Violência psicológica,, Violência sexual, 0, Outras,, Trabalho infantil,,0 Violência estrutural/situação de rua,, Outros,, Total Local de ocorrência Ambiente doméstico (casa), 0, Ambiente social / local da comunidade 0, 0, Total Denunciante Anônimo,, Mãe,, Outros familiares,, Instituições do SGDCA,0, Setor Policial,, Outros 0,, Total * respostas múltiplas; drogadição, violência na escola, conflito familiar, em trânsito e outros; rua, escola, casa do agressor, vizinhança, micareta e outros; pai, avós, irmãos, tios(as), madrasta, prima, madrinha e sogra; Juizado, Ministério público, Conselho Tutelar, CREAS/CRAS/SEDES, comissários de menor e outros; PM, PRF e delegacias; setor saúde, vizinhos e comunidade, escola, a própria vítima e outros; Tabela Características dos agressores dos diferentes tipos de vitimização de crianças e adolescentes, segundo dados dos Conselhos Tutelares e Centro de Assistência Social CREAS, nos períodos de 00 e 00. Feira de Santana, Bahia, Brasil. CARACTERÍSTICAS DO AGRESSOR n % n % Vínculo com a vítima Mãe,, Pai,, Outros familiares,, Padrasto/madrasta,0, Pessoas de confiança da comunidade,, Desconhecido,,0 Amigos/colegas/namorados,0, Total Sexo Masculino, 0, Feminino,, Total

5 Coeficientes de incidência dos tipos de violência - 00 (por.000 crianças e adolescentes) Faixa etária,, -, 0, -,, 0 e mais,,0 Total Cor da pele Preto e pardo, 0, Branco,, Total Grau de instrução do agressor Não alfabetizado,, Ensino fundamental e médio (incompleto e completo),, Total mãe adotiva (); avós, irmãos, tios e primos; professor(a), médico, taxista, patroa, motorista de ônibus e outros; em 00, ocorreram apenas casos de agressor com ensino superior completo (não apresentados na tabela) Tabela Características dos agressores dos diferentes tipos de vitimização de crianças e adolescentes, segundo faixa etária do agressor e vínculo com a vítima. Registros dos Conselhos Tutelares e Centro de Assistência Social CREAS, nos períodos de 00 e 00. Feira de Santana, Bahia, Brasil VARIÁVEIS n % n % N % n % n % n % n % n % Mãe, - -, - -,,0, - - Pai,,, - -,,, 0, Outros familiares*,,,,, 0,,0, Padrasto/madrasta ,,, 0, - - Pessoas de confiança da comunidade,,0,0,0,0,,,0 Desconhecido,,0, - -, - -,, Amigos/colegas/namorados,,0, - - 0,,,0, Total *(irmãos, primos, tios, avós) 00 dados perdidos; dados perdidos Figura Coeficientes de incidência dos diferentes tipos de violências contra crianças e adolescentes, segundo idade das vítimas. Registros dos Conselhos Tutelares e Centro de Assistência Social CREAS, no período de 00 e 00. Feira de Santana, Bahia, Brasil. 00,0 Negligência/abandono,,,,,0,,,,0, 0,,,0,,,,, Violência Física,,,,,,,,,0,,,,,0,,,, Violência Psicológica,,0,,,,,,,0,,,,,,,,, Violência Sexual,0,0,0,0,0,,0,0,,,,,,,0,, 0, Outros tipos,,,0,,,,,0,,,,,,, 0,,

6 Coeficientes de incidência 00 (por.000 crianças e adolescentes) Coeficientes de incidência 00 (por.000 crianças e adolescentes) Coeficientes de incidência dos tipos de violência - 00 (por.000 crianças e adolescentes) 00,0 Negligência/abandono,,,0,0,,,,0,0,,,0 0,,,0 0, 0, Violência física,,,,,,0, 0,,,,,,,,,, 0,, Violência psicológica,,,,,,,,,,,,,,,,,, 0, Violência sexual,0,,,,,,,,,,,,,,,0, 0, Outros tipos,0,,,,,,,,,,,,,,,0, 0,,, Figura Coeficientes de incidência dos diferentes tipos de violências contra crianças e adolescentes, segundo sexo e idade das vítimas. Registros dos Conselhos Tutelares e Centro de Assistência Social CREAS, no período de 00 e 00. Feira de Santana, Bahia, Brasil.,0,0 00,0,0,0,0,0,0 Coeficiente masculino,,,,,,,,,,,,,,,,,0 0, Coeficiente feminino,,,,,,0,,,,,,,,,,,,0 0,,0,0 00,0,0,0,0,0,0 Coeficiente masculino,,0,,,,,,,,,,,,,,,, 0, 0, Coeficiente feminino,,,0,0,,,,,,,,0,0,,,,, 0, 0,

7 CONCLUSÃO A análise da incidência das violências mostrou maiores coeficientes de negligencia e violência física, no período infantil; de violência sexual, na adolescência e abuso psicológico, em ambas as fases. O sexo masculino mostrou maior risco de vitimização, na infância, enquanto o feminino, na adolescência. O aumento da participação de instâncias da Rede nas denúncias e encaminhamentos dos casos, assim como predomínio de denúncias anônimas, evidencia expressivo controle social e sugere sensibilização popular, possivelmente, pela Rede de Instâncias, disseminando informações e ampliando a atuação interinstitucional. REFERENCIAS DE LORENZI, D.R.S.; PONTALTI, L.; FLECH; R.M. Maus tratos na infância e adolescência: Análise de 0 casos. Rev. Cient. AMECS, v., n., p. -, 00. MINAYO, M. C. S. Violência: um problema para a saúde dos brasileiros. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Impacto da violência na saúde dos brasileiros. Brasília: Ministério da Saúde, 00. p. -. ONU.United Nations Secretary-General. World report on violence against children. Geneva: United Nations, 00. ORGANIZAÇÃO PANAMERICANA DA SAÚDE (OPAS). Violência y salud: resolución nº XIX. Washington,. SOUZA, E. R.; MELLO JORGE, H. P. M. Impacto da violência na infância e adolescência brasileiras: magnitude da morbimortalidade. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Violência faz mal à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 00.

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