Portal Liferay. Com o grande crescimento de informações e aplicações. liferay_

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1 liferay_ Portal Liferay Construindo aplicações dinâmicas com apenas alguns cliques. Neste artigo apresentaremos algumas características e funcionalidades dessa poderosa plataforma para criação de portais. Logo depois, abordaremos algumas ferramentas que podem nos auxiliar no desenvolvimento das nossas aplicações, assim como as estratégias de desenvolvimento do Liferay. A partir daí, vamos entender o que são as Dynamic Data Lists e Dynamic Data Mapping e aprenderemos a utilizá-las para criarmos uma aplicação dinâmica com operações CRUD de forma bem simples, com apenas alguns cliques. E, finalmente, criaremos uma lista personalizada para a exibição dos dados da nossa aplicação. Com o grande crescimento de informações e aplicações na web, se faz necessário a existência de um canal único de acesso a dados de forma estruturada independentemente de tecnologia ou localização. Assim funciona um portal. Muitos portais oferecem s, fóruns, notícias, informações e entretenimento como serviço. Além disso, os portais geralmente apresentam uma estrutura visual padronizada formada por um conjunto de componentes disponibilizados visualmente como pequenas aplicações. Na tecnologia Java essas aplicações são chamadas de portlets, em outras plataformas podem ser chamados de widgets, mashups, plugins etc. Portlets são aplicações baseadas em componentes web que podem ser facilmente manipulados e exibidos em um portal, gerando conteúdo dinâmico. Devido a grande quantidade de organizações que implantaram portais para hospedar suas aplicações, foram elaboradas especificações com o intuito de padronizar o desenvolvimento dos portlets e buscar a interoperabilidade entre os portais e portlets. Então, foi lançada em 2003 a primeira especificação: a Java Specification Requests 168 (JSR-168). O principal benefício da padronização foi simplificar o desenvolvimento de portlets além de possibilitar que desenvolvedores possam criar seus próprios componentes que rodem em qualquer servidor de portal J2EE. Devido a algumas lacunas que ficaram da JSR- 168 e da evolução do JDK com a introdução de Generics e Annotations, por exemplo, foi aprovada em 2008 a JSR-286. Por essa nova especificação, os portlets são vistos como aplicações integradas ao portal e não uma coleção de pequenas janelas independentes. Algumas novidades dessa nova especificação foram o suporte a eventos, permitindo que os portlets se comuniquem, além da capacidade de compartilhar ou não parâmetros de requisições. Vale lembrar que essa nova especificação teve como objetivo manter a compatibilidade com a primeira JSR. Portlets possuem muitas semelhanças com Servlets, se você já tem experiência no desenvolvimento de Servlets, não encontrará muitas dificuldades com Portlets. O Liferay e seus portlets são aderentes a essas especificações. Eles também podem disponibilizar seus serviços remotamente através de web services especificados por outra especificação, a WSRP (Web Services for Remote Portlets). / 40

2 Antônio Júnior Graduando em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco e trabalha como engenheiro de suporte na Liferay Brasil. Sendo assim, toda a facilidade de uso associada aos recursos disponíveis por trás dos portlets fazem com que estes sejam um grande aliado do usuário para auxiliar no desenvolvimento das mais variadas aplicações. Figura 1. Gerenciamento de Conteúdo do Liferay. Figura 2. Exemplos de aplicações do Liferay. Adicionando com Drag and Drop. O Portal Liferay Portais geralmente são definidos como uma plataforma para desenvolvimento de websites e aplicações web. Os portais mais modernos, adicionaram muitas características ao seu core, fazendo-os uma das melhores opções para o desenvolvimento de aplicações web. O Liferay é um deles. Alguns usos comuns para um portal incluem: apresentação de páginas com conteúdo específico dependendo das permissões do usuário logado (CMS), integração de aplicações legadas e criação de ambientes colaborativos que permitam o compartilhamento de conteúdo entre usuários. O Liferay é líder no mercado mundial de portais open-source Java, sendo um dos portais mais utilizados em corporações. Mais do que um portal, o Liferay é uma plataforma para criação de aplicações web. Por padrão, na sua instalação, já estão disponíveis diversos componentes e aplicações integrados ao sistema de gerenciamento de usuários e de permissão, como fórum, wiki, gerenciador de arquivos, blogs, redes sociais, integração com redes sociais já existentes, entre outros. O Liferay suporta os principais servidores de aplicação, bancos de dados e sistemas operacionais, sendo possível utilizar a infraestrutura existente, sem gastos adicionais. Além disso, foi desenvolvido sobre uma arquitetura que permite uma enorme flexibilidade de instalação de novos plugins e tem suporte a mais de 30 idiomas. Além disso, o Liferay dá suporte a várias linguagens de programação como PHP, Ruby, Python, Grails, entre outras. Além dos portlets, existem três tipos de plugins que podem ser desenvolvidos: Temas responsáveis pela aparência das páginas e portlets. Layouts indicam onde os portlets podem ser posicionados numa página. Hooks permitem a modificação do comportamento do portal. Plugins ext A forma mais complexa de se desenvolver um plugin, usada para customizações avançadas. Deve ser usado apenas em casos especiais em que nenhum dos outros plugins possam substituí-lo, como, por exemplo, customizações de Struts Actions internas do portal. O kit de desenvolvimento (SDK) do Liferay facilita muito o desenvolvimento de componentes para o portal e pode ser usado em conjunto com qualquer IDE. O SDK inclui geradores de código e várias tarefas Apache Ant (ferramenta utilizada para automatizar a construção de softwares) que auxiliam a criação, compilação e distribuição dos plugins. Além do SDK, existe o Liferay IDE, um conjunto de plugins para o Eclipse, que pode ser baixado gratuitamente. Estratégias de desenvolvimento Existem, basicamente, três formas de customizar e adicionar novas funcionalidades ao portal. O que define qual dos métodos é o mais apropriado são 41 \

3 os requisitos da aplicação a ser desenvolvida. Cada método possui um nível de intrusão ao código-fonte do portal e podem influenciar nas atualizações do Liferay para versões mais recentes. Por isso, a depender do grau de intrusão, essas atualizações podem se tornar mais simples ou mais complexas. As formas de desenvolvimento são: Plugins O método menos intrusivo. Com ele, os plugins são desenvolvidos como aplicações independentes e distribuídas em arquivos WAR. Sendo assim, é a forma mais comum e mais recomendada de se desenvolver para o Liferay. Ambiente de extensão Por este método, os portlets que vêm com a instalação padrão do Liferay e os arquivos.jsp podem ser totalmente modificados. Desta forma, as modificações ficam sempre separadas do código-fonte do portal e depois copiadas para o servidor de aplicações. Modificação do código-fonte Este é o método mais intrusivo. Assim, o código-fonte é alterado diretamente. Não é recomendado fazê-lo quando se pretende atualizar o portal para releases posteriores. Baixando o Portal Para este artigo, utilizaremos o Liferay 6.1 Beta 3 Community (versão gratuita) que usa o servidor de aplicações Tomcat 7. Existe também a versão Enteprise (versão comercial) que oferece patches periódicos, suporte ao cliente, além de correções que garantem mais estabilidade e, consequentemente, uma melhor performance e segurança ao portal. O Liferay pode ser baixado do seu próprio site: na seção de downloads. Neste mesmo site também poderão ser encontrados documentação, fórum de discussão e tutoriais sobre o portal. Nota: neste artigo não iremos utilizar nenhuma IDE de desenvolvimento, pois iremos trabalhar com os portlets já em produção. Porém se você quiser desenvolver seus próprios plugins, recomendamos que utilize o Liferay IDE para facilitar seu trabalho, mas você também poderá utilizar qualquer outra ferramenta de sua preferência (eclipse, por exemplo). Configurando O arquivo baixado da página do Liferay é um portal já pré-configurado em um servidor de aplicação (no caso, o Tomcat). Após descompactar você encontrará três diretórios: data Armazena dados do portal como os arquivos do portlet Document Library, imagens, índices do Lucene e dados do HSQLDB, banco de dados que vem por padrão no Liferay. deploy Nesta pasta são colocados os plugins em que você deseja adicionar ao portal. O Liferay monitora constantemente essa pasta verificando a existência de novos plugins e, caso exista algum novo plugin, ele será instalado automaticamente. Tomcat é o próprio servidor web onde o Liferay será instalado. Como dito anteriormente, por padrão o Liferay já vem pré-configurado. Porém, nada impede que sejam feitas modificações em suas configurações. Para isso, basta criarmos um arquivo de configuração especial chamado portal-ext.properties no diretório Home do Liferay (onde estão as pastas data, deploy e o diretório do web container), nele poderão ser adicionadas uma grande quantidade de opções de configuração, que sobrescreverão as configurações iniciais do portal. Uma das configurações mais comuns é relativa ao banco de dados. Por exemplo, ao invés de se usar o HSQLDB, poderíamos usar o banco de dados MySQL. Para isso, bastaria simplesmente criar uma base de dados e fazer o Liferay apontar para ela adicionando alguns parâmetros no nosso arquivo de configuração como na Listagem 1, modificando os valores do nome do banco (lportal), usuário e senha pelas suas próprias configurações. Para os exemplos deste artigo não é necessário usar o MySQL, caso prefira usar o HSQLDB, basta pular esta etapa e iniciar o Tomcat. Listagem 1. Exemplo de configuração do arquivo portal-ext.properties. jdbc.default.driverclassname=com.mysql.jdbc.driver jdbc.default.url=jdbc:mysql://localhost/lportal? useunicode=true&characterencoding= UTF-8&useFastDateParsing=false jdbc.default.username=root jdbc.default.password=pass Com isso, ao inicializar o portal, as tabelas e dados necessários para sua execução serão automaticamente criados. Existem ainda opções relativas a , servidor, logs, segurança, idiomas, entre outros. Você poderá encontrar mais detalhes e opções de configuração no próprio site do Liferay. Figura 3. Página inicial do Liferay. / 42

4 Start! Para iniciar o portal basta executar o script startup.bat (Windows) ou startup.sh (Linux / Mac / Unix) localizado na pasta bin dentro do diretório do Tomcat. É necessário, também, verificar se o usuário possui permissão para executar o arquivo. Quando o portal completar sua inicialização, o browser deverá abrir automaticamente sua página inicial. Caso isso não aconteça, abra seu browser e navegue até o endereço Agora que o Liferay está iniciado podemos fazer o login como administrador. Por padrão o login do administrador é e a senha é test. Como administrador, temos acesso aos demais modos dos portlets e à edição do seu conteúdo, além da possibilidade de configuração do layout da página. Em nosso caso, usaremos o portlet Dynamic Data List localizado no menu do administrador no Painel de Controle para desenvolvermos nossa aplicação. Desenvolvendo aplicações dinâmicas com DDL e DDM Uma das features de destaque do Liferay 6.1 em relação ao release anterior é a presença de Dynamic Data Lists (DDL). As DDLs foram desenvolvidas para que usuário finais possam criar suas próprias aplicações sem a necessidade de escrever uma linha de código. Grande parte de aplicações simples podem ser inseridas em uma das seguintes categorias: Aplicações que criam uma lista de dados gerenciáveis utilizando operações CRUD (Create, Retrieve, Update, Delete). Um exemplo deste tipo de aplicação é quando um formulário de cadastro é disponibilizado para os usuários de um website e uma lista on-line dos usuários cadastrados é disponibilizada. Além disso, ainda pode-se ter funcionalidades administrativas para atualização e remoção de registros. Semelhante à primeira categoria, existe também aquelas aplicações em que os dados precisam passar por um workflow, seguindo um processo de aprovação. Neste caso, os dados cadastrados precisariam ser aprovados por um ou vários níveis hierárquicos para que possam, posteriormente, serem exibidos numa página. E, por último, pode-se agrupar dados de diferentes fontes. Aplicações desta categoria podem usar dados dos usuários que preencheram um formulário simples e, então, combiná-los com outros dados de um workflow ou de outros sistemas. As Dynamic Data Lists juntamente com o Kaleo (engine de workflow da Liferay) dão suporte para que cada uma dessas aplicações simples possam ser facilmente desenvolvidas. E através da interface gráfica do form builder (ferramenta integrada ao DDL) o usuário poderá construir formulários com os campos desejados. Também é possível estruturar o fluxo de um formulário para que ele seja preenchido em etapas, podendo dividi-lo em várias páginas. Essa propriedade pode ser bem útil quando os formulários são muito extensos. Na prática, estes formulários são definidos em objetos dinâmicos altamente flexíveis numa estrutura semelhante a tabelas de bancos de dados. Depois de definida a estrutura da entidade dinâmica, ela é convertida em um schema ou Data Definition Mapping (DDM). O DDM, na verdade, nada mais é do que um XML contendo o mapeamento entre os campos do formulário e a definição dos dados no banco de dados de acordo com os data types previamente definidos. Além disso, com o DDL também é possível exibir os dados persistidos em forma de tabelas HTML, planilhas ou de forma totalmente personalizada. Apesar de o plugin do Kaleo (Kaleo Web) ser grátis e de código-aberto (disponível no repositório de plugins do Liferay), os plugins necessários para a integração entre o workflow engine do Kaleo (Kaleo Designer e Kaleo Forms) e o DDL é de acesso restrito aos clientes Enterprise da Liferay. Vale lembrar que tanto o DDL e o DDM quanto o Kaleo Designer e o Kaleo Forms necessitam do Kaleo Web para seu perfeito funcionamento. Para o nosso exemplo, como não criaremos nenhuma estrutura de workflow, precisaremos apenas do plugin Kaleo Web. Por isso, devido a integração entre o DDL e o Kaleo é possível: Eliminar a necessidade de desenvolvimento de código para aplicações que precisam de operações CRUD. Construir um workflow por meio de um editor gráfico (Kaleo Design). Habilitar ações em cada estágio do workflow, como notificações por ou o envio de mensagens SMS. Templates Um Data Definition Mapping, por ser bastante flexível, pode ser exibido de várias formas. Essa customização pode ser realizada com o intuito de se exibir apenas alguns campos de um schema ou até mesmo para separar o seu preenchimento em diferentes páginas, como etapas de um workflow. Essas customizações são feitas através dos templates. Os templates, como o próprio nome já diz, são os modelos de dados a serem exibidos para o usuário. Em outras palavras, você utiliza o DDM para desenvolver a estrutura e os metadados de sua aplicação e utiliza os templates para limitar o escopo ou definir como os campos serão visualizados. 43 \

5 Como dito anteriormente, uma aplicação simples geralmente possui duas etapas: um formulário de cadastro e alguma forma de visualização dos dados cadastrados. Para cada uma dessas etapas, o DDM trabalha com templates diferentes, são eles: Detail Template template utilizado para o formulário de inclusão de dados. List Template template utilizado para a exibição dos dados persistidos. Agora, mãos à obra. Primeiro exemplo No nosso exemplo, vamos criar uma aplicação para cadastro de participantes num Evento Nacional de Tecnologia. O primeiro passo é, após fazermos o login como administrador, navegar até o portlet de Dynamic Data List localizado no Painel de Controle. Figura 6. Listas Default do DDL. Por padrão, o Liferay já traz quatro schemas prontos para uso: To Do, Issues, Meeting Minutes e Contacts, que também podem ser modificados. Vamos criar, portanto, o nosso próprio schema clicando em Add. No form builder, podemos encontrar alguns campos de dados que poderão ser arrastados até o centro para construir a estrutura do schema. Após colocarmos os campos da nossa definição poderemos customizar suas propriedades clicando na aba Settings do lado esquerdo do form builder. Podemos alterar, por exemplo, o texto do label do campo, seu tamanho ou até mesmo se o campo será de preenchimento obrigatório ou não. Uma boa prática é sempre alterarmos a propriedade Name para um valor mais amigável. Veremos posteriormente que isso será muito útil para quando formos desenvolver nossos templates. No meu exemplo coloquei os campos de Nome (Text), (Text), Estado (Select), CPF (Text), Data de Nascimento (Date) e Sexo (Radio). É interessante colocarmos um campo para o CPF, pois esse campo funcionará como identificação do participante, além disso ele deve ser obrigatório. Depois da estrutura salva, basta apenas adicioná- -la à lista e salvá-la. Figura 4. Portlet do Dynamic Data List no Painel de Controle. Agora, vamos adicionar uma nova lista (instância de um Data Definition Mapping). Nesse passo, depois de darmos o nome de Cadastro à nossa lista e uma descrição, você terá que adicionar um novo schema (Data Definition) ou selecionar um já existente. Figura 5. Criando uma lista no Dynamic Data List. Figura 7. Form Builder: criando um Dynamic Data Mapping. Pronto, já temos nossa estrutura, e agora? Agora vamos adicionar o formulário a nossa página. Volte para a página inicial do Liferay e, pelo menu Add localizado no canto superior esquerdo, localize o portlet Dynamic Data List Display, e arraste-o para a página. Agora que o portlet está na página, temos que configurá-lo. Clique no ícone de configuração localizado na parte superior portlet e clique em Configuration. Na janela que se abre, você deverá selecionar qual lista você deseja usar, no nosso caso selecionamos a lista Cadastro. Depois de salvo, você poderá ver uma mensagem indicando que nenhum registro foi encontrado, pois realmente nada foi inserido ainda. / 44

6 Existe também na janela de configuração a opção Spreadsheet View. Essa opção, quando habilitada, permite a visualização dos dados num formato de planilha. Figura 8. Adicionando o DDL à página. Figura 11. Spreadsheet View. Figura 9. Configurando o DDL Portlet. E como inserimos novos dados? Pois bem, na janela de configuração existe uma opção chamada Editable. Quando essa opção está habilitada, é inserido um botão no portlet que permite a visualização do formulário de cadastro. Assim, depois que realizamos o cadastro de um usuário, vemos na página principal do nosso portlet uma listagem com os registros adicionados. Para o nosso exemplo, adicionamos a nossa lista pelo portlet do Painel de Controle e os registros pelo portlet da página. Porém, é perfeitamente possível realizar qualquer uma das operações por ambos os portlets, essa característica oferece mais flexibilidade e agilidade para o usuário. Além disso, também é possível instanciar o Dynamic Portlet Display em qualquer página, quantas vezes forem necessárias. Detail Template Agora, vamos supor que queremos que um campo do nosso formulário (data de nascimento, por exemplo) seja desabilitado temporariamente. Uma opção seria modificar nosso schema original, retirando esse campo da estrutura. Porém, isso poderia acarretar numa série de efeitos colaterais, como afetar outras listas que utilizam a estrutura e até mesmo a perda de dados existentes. Por isso, uma boa solução seria o uso de Templates. Como visto anteriormente, com templates é possível limitar os campos da estrutura inicial que serão exibidos no formulário final de cadastro. Vamos lá, clique no botão Add Detail Template no canto inferior esquerdo do portlet. Perceba que, na página que se abre, são exibidos todos os campos da nossa estrutura. Caso queiramos remover algum campo, basta clicarmos no campo desejado e clicar no X. Figura 10. Formulário de Cadastro. Figura 12. Criando um Detail Template. 45 \

7 No repositório de plugins do Liferay existe um portlet chamado Dynamic Data List Form. Esse portlet é usado para habilitar ao usuário o preenchimento do formulário sem a necessidade de visualizar a listagem dos dados, como acontece com o Dynamic Data List Display. Outra característica importante nesse portlet é a opção de habilitar uma única submissão ou múltiplas submissões por usuário, ou seja, permite ou não a um usuário submeter o formulário mais de uma vez. Sendo assim, apenas usuários logados no portal conseguirão acessar o formulário deste portlet. Um bom exemplo de uso para esse portlet é o de uma enquete interna, onde apenas usuários cadastrados no portal podem votar e, uma única vez. Perceba também que, antes de o campo ser removido, a opção para adicionar outra instância do mesmo campo está desabilitada. Porém, quando o campo é removido essa opção é reabilitada. Isso acontece por não ser permitido adicionar mais de uma instância do mesmo campo ao formulário. Depois de salvo, o Detail Template é automaticamente aplicado e, tanto o formulário de cadastro quanto a listagem de registros ocultaram o campo removido. Assim, o campo ocultado será salvo com o valor padrão. E, caso esse template não seja mais necessário, basta selecionar outro template (o Default, por exemplo) nas configurações do portlet. Porém, mesmo que não seja necessário ocultar nenhum campo da sua estrutura, o Detail Template também seria útil para adicionar textos (como na figura 12), separadores ou fieldsets ao seu formulário. List Template Por padrão, o Dynamic Data List usa um componente do Liferay chamado de Search Container para a exibição dos dados persistidos. A grande maioria dos portlets do portal também utiliza esse componente para listagem de seus dados. E se quiséssemos mudar a forma como nossos dados persistidos são apresentados? Também usaríamos templates! Mas para a listagem de dados usaremos List Templates. Agora, porém, teremos que usar nossas habilidades de programação. Os List Templates são desenvolvidos com o auxílio de linguagens de templates. As linguagens de templates suportadas pelo Liferay são o Freemarker Template Language (FTL) e o Velocity Template Language (VTL), para o nosso exemplo usaremos o Velocity. Velocity é um projeto open-source desenvolvido pela Apache. Com ele podemos referenciar métodos definidos no código Java sem precisarmos fazer qualquer tipo de configuração ou deploy da aplicação. Geralmente o Velocity é usado por web designers, pois assim se torna possível trabalhar em paralelo com os programadores, separando totalmente suas responsabilidades de acordo com o padrão MVC (Model- -View-Controller). Mais detalhes podem ser encontrados no próprio site do projeto: apache.org/. Para o nosso exemplo, vamos criar outro DDM. Dessa vez, com uma estrutura mais simples, apenas com dois campos: CPF e URL (lembrando de alterar a propriedade Name de cada campo). Nessa nova lista iremos incluir as fotos dos participantes cadastrados. A ideia é podermos interligar nossas duas listas por uma única listagem, relacionando-as através do CPF do participante. Vale lembrar que no form builder existe o campo do tipo File Upload, onde poderíamos enviar a foto junto com os outros dados do participante, porém para fins de exemplo não iremos utilizá-lo. Vamos adicionar, então, mais duas instâncias do portlet Dynamic Data List Display à nossa página: uma reservada para o cadastro das fotos e outra para exibir nossa listagem personalizada. Figura 13. Página com três instâncias do DDL. Depois de alguns registros adicionados de fotos e ao de participantes, vamos ao nosso List Template. No portlet onde ele será adicionado, podemos escolher qualquer lista nas configurações (mais adiante veremos o porquê) e depois clicamos em Add List Template. Na página que se abre, temos a opção para selecionarmos o Language Type, usaremos o VM (formato dos arquivos Velocity). Existe também a opção de usar o Launch Editor, porém é altamente recomendado usarmos um editor de texto de sua preferência para codificar o template e, depois, fazer o upload do seu script.vm. O script está na Listagem 2. Listagem 2. Velocity para o Detail Template. #set ($ddlrecordservice = $servicelocator. findservice( com.liferay.portlet.dynamicdatalists.service. DDLRecordLocalService )) #set ($userrecords = $ddlrecordservice. getrecords(11907)) #set ($photorecords = $ddlrecordservice. getrecords(11923)) / 46

8 <table> #foreach($user in $userrecords) #set ($cpfuser = $user.getfieldvalue( cpf )) #foreach($photo in $photorecords) #set ($cpfphoto = $photo.getfieldvalue( cpf )) #if( $cpfphoto == $cpfuser) <tr> <td> <img src= $photo.getfieldvalue( url ) /> </td> <td> <th valign= top > Nome: $user.getfieldvalue( nome ) <br/> $user.getfieldvalue( ) <br/> Cidade: $user.getfieldvalue( local ) </th> </td> </tr> #end #end #end </table> Na linha 1, invocamos o serviço DDLRecordLocalService referente aos objetos do DDLRecord e colocamos na variável $ddlrecordservice. Aqui, você pode usar qualquer interface do portal que herde de Persisted- ModelLocalService. Assim como o $servicelocator, existem vários outros objetos auxiliares que podem ser usados no contexto do velocity. Uma lista dessas variáveis pode ser encontrada na wiki da Liferay procurando-se por Access Objects from Velocity. Nas linhas 2 e 3, usamos o serviço invocado anteriormente para pegar os registros das nossas listas, onde e são os IDs das listas. Os IDs das listas podem ser encontrados no portlet do DDL localizado Painel de Controle. Por isso, como estamos trabalhando diretamente com o ID das listas, não importa qual lista está configurada no portlet em questão. Porém, se quisermos utilizar o ID da lista selecionada poderíamos usar a variável de contexto $reserved_record_set_id. Depois disso, percorremos todos os objetos das nossas listas e fazemos algumas operações para formatarmos a exibição da nossa listagem. Note que usamos o método getfieldvalue para acessarmos os campos dos objetos. Lembra que mudamos a propriedade Name de cada campo do nosso schema? Eis aí a sua utilidade. No meu exemplo, adicionei mais dois campos na minha estrutura: facebook e twitter que, caso o usuário preencha, um link será habilitado. O resultado está na figura 15. O código Velocity completo utilizado no exemplo poderá ser baixado do site da revista. Considerações finais Este artigo apresenta algumas características e formas de desenvolvimento do portal Liferay. É notória a facilidade de se construir uma aplicação dinâmica utilizando Dynamic Data Lists e Dynamic Data Mapping. Esta, por ser uma das grandes funcionalidades da nova versão do Liferay, representa um grande diferencial perante às outras opções de desenvolvimento devido a sua facilidade e flexibilidade de uso. Além de tudo, o Liferay conta ferramentas, wiki, fórum de discussões e uma grande quantidade de documentação para auxiliar os desenvolvedores. /referências Figura 14. Criando um List Template. > Página do Liferay liferay.com > Fórum de discussões liferay.com/community/forums > Wiki do Liferay liferay.com/community/wiki > Página do apache ant ant.apache.org > Repositório oficial de plugins liferay.com/web/guest/ downloads/official_plugins > Repositório de plugins mantidos pela comunidade liferay.com/web/guest/downloads/community_plugins > Arquivos adicionais para download, como o plugins SDK liferay.com/downloads/liferay-portal/additional-files > Página do Velocity > Livro Oficial do Liferay Liferay in Action. The Official Guide to Liferay Portal Development. Figura 15. Listagem final. 47 \

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