MDMA HIPERTERMIA PARTE I FISIOPATOLOGIA DO CONTROLE DA TEMPERATURA CORPORAL MARCELO RIBEIRO UNIDADE DE PESQUISA EM ÁLCOOL E DROGAS (UNIAD UNIFESP)

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1 MDMA HIPERTERMIA PARTE I FISIOPATOLOGIA DO CONTROLE DA TEMPERATURA CORPORAL PROF. DR. MARCELO RIBEIRO UNIDADE DE PESQUISA EM ÁLCOOL E DROGAS (UNIAD UNIFESP)

2 A CÉLULA I

3 A CÉLULA TIPOS DE CÉLULAS CÉREBRO CARTILAGEM PELE MUSCULATURA 2 A CÉLULA É A UNIDADE VIVA BÁSICA DO ORGANISMO. PULMÃO CORAÇÃO FÍGADO O ORGANISMO HUMANO É COMPOSTO POR MAIS DE 75 TRILHÕES DE CÉLULAS. CADA ORGÃO É UM AGLOMERADO DE CÉLULAS, UNIDAS POR ESTRUTURAS DE SUSTENTAÇÃO. TECIDO GORDUROSO INTESTINO CADA TIPO DE CÉLULA ESTÁ ADAPTADA PARA REALIZAR UM TIPO DE FUNÇÃO, QUE VISAM SEMPRE À MANUTENÇÃO DA VIDA.

4 A CÉLULA O MEIO EXTRACELULAR CERCA DE 60% DO CORPO HUMANO É COMPOSTO POR LÍQUIDO (ÁGUA). A MAIOR PARTE DESSE, ENCONTRA-SE DENTRO DA CÉLULA (LÍQUIDO INTRACELULAR). CERCA DE /3 DO MESMO CIRCUNDA AS CÉLULAS (LÍQUIDO EXTRACELULAR). CÉLULAS DO FÍGADO ÓU HEPATÓCITOS (COR VERMELHA). OS SEUS ARREDORES (COR BRANCA) ENCONTRAM-SE PREENCHIDOS POR LÍQUIDO EXTRACELULAR. O LÍQUIDO EXTRACELULAR ESTÁ EM CONSTANTE MOVIMENTO, MISTURA-SE RAPIDAMENTE COM O SANGUE E O LÍQUIDO INTRACELULAR. ESSE LÍQUIDO LEVA DO SANGUE ATÉ AS CÉLULAS OS NUTRIENTES E O OXIGÊNIO TRAZIDO PELO SANGUE, E, PARA O SANGUE O GÁS CARBÔNICO E OS METABÓLITOS ORGINADOS PELAS CÉLULAS. DESSE MODO, É VITAL PARA A MANUTENÇÃO DO FUNCIONAMENTO CELULAR. 2

5 A CÉLULA O MEIO EXTRACELULAR PORTANTO O MEIO EXTRACELULAR É IMPORTANTE TANTO PARA O APORTE DE NUTRIENTES, COMO PARA A ELIMINAÇÃO DE SEUS METABÓLITOS.

6 HOMEOSTASE II

7 HOMEOSTASE PARA QUE AS CÉLULAS POSSAM FUNCIONAR É NECESSÁRIO QUE O CORPO HUMANO MANTENHA-NAS EM CONDIÇÕES IDEAIS E CONSTANTES DE EQUILÍBRIO. TAL CONDIÇÃO É DENOMINADA HOMEOSTASE. CADA ÓRGÃO E TECIDO DO ORGANISMO DESEMPENHA FUNÇÕES QUE AJUDAM A MANTER ESSAS CONDIÇÕES ESTÁVEIS. UM ORGANISMO É DITO EM HOMEOSTASE QUANDO [] OS NÍVEIS PRESSÓRICOS SÃO NORMOTENSOS, [2] SEU MEIO INTERNO CONTÉM A CONCENTRAÇÃO APROPRIADA DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS E [3] A TEMPERATURA CORPÓREA É ADEQUADA. 2

8 HOMEOSTASE NÍVEIS PRESSÓRICOS A PARTIR O GRADIENTE SALINO ENTRE O SANGUE E O MEIO EXTRACELULAR, A ÁGUA: PERMANECE NO VASO (SANGUE = MEIO) SAI DO VASO (SANGUE < MEIO) ENTRA NO VASO (SANGUE > MEIO) 2 VASO SANGUÍNEO SAL (MEIO EXTRACELULAR) O HIPOTÁLAMO, A PARTIR DA CONCENTRAÇÃO DE SÓDIO NO ORGANISMO, ENVIA MENSAGENS PARA A HIPÓFISE ESTIMULAR OU INIBIR A SECREÇÃO DE VASOPRESSINA. 5 MUSCULATURA LISA DA PAREDE ARTERIAL VASOPRESSINA (HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO) 3 INGESTÃO DE ÁGUA, SAL SAL & ALBUMINA (SANGUE) O HIPOTÁLAMO, POSSUI O CENTRO DA SEDE, QUE ESTIMULA ESSA SENSAÇÃO A PARTIR DAS CONCENTRAÇÕES DE SÓDIO NO SANGUE. DIMINUIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL LEVA O HIPOTÁLAMO A ESTIMULAR A SECREÇÃO DE NORADRENALINA, QUE SE LIGA AOS RECEPTORES α-2 ADRENÉRGICOS DA MUSCULATURA DAS ARTÉRIAS, PROVOCANDO VASOCONSTRIAÇÃO. 4 ELIMINAÇÃO RINS SUDORESE RESPIRAÇÃO

9 SAI DO VASO (SANGUE < MEIO) ENTRA NO VASO (SANGUE > MEIO) INGESTÃO DE ÁGUA, SAL HOMEOSTASE 2 SAL & ALBUMINA (SANGUE) VASOPRESSINA (HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO) NÍVEIS PLASMÁTICOS NÍVEIS PRESSÓRICOS ADEQUADOS DE ÁGUA, O HIPOTÁLAMO, A PARTIR DA OXIGÊNIO, NUTRIENTES E METABÓLITOS CONCENTRAÇÃO DE SÓDIO NO ORGANISMO, 3 A PARTIR O GRADIENTE ENVIA MENSAGENS PARA A HIPÓFISE SALINO ENTRE O SANGUE ESTIMULAR OU INIBIR A SECREÇÃO DE E O MEIO EXTRACELULAR, VASOPRESSINA. A ÁGUA: SAL PERMANECE NO VASO (SANGUE = MEIO) (MEIO EXTRACELULAR) SAIS MINERAIS GLICOSE VITAMINAS VASO SANGUÍNEO O HIPOTÁLAMO, POSSUI O CENTRO DA SEDE, QUE ESTIMULA ESSA SENSAÇÃO A PARTIR DAS CONCENTRAÇÕES DE SÓDIO NO CÉLULAS NECESSITAM DE QUANTIDADES SANGUE. IDEIAIS DE OXIGÊNIO E NUTRIENTES E ELIMINAR SEUS PRODUTOS FINAIS, 5 MUSCULATURA LISA DA PAREDE ARTERIAL DIMINUIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL LEVA O HIPOTÁLAMO A ESTIMULAR A SECREÇÃO DE NORADRENALINA, QUE SE LIGA AOS RECEPTORES α-2 ADRENÉRGICOS DA MUSCULATURA DAS ARTÉRIAS, PROVOCANDO VASOCONSTRIAÇÃO. ANTES QUE ESSES ATINJAM CONCENTRAÇÕES INCOMPÁTIVEIS (TÓXICAS) COM A VIDA DO ORGANISMO. 4 ELIMINAÇÃO RINS SUDORESE RESPIRAÇÃO

10 HOMEOSTASE TEMPERATURA CORPÓREA CONSTANTE PARA FUNCIONAR ADEQUADAMENTE, AS CÉLULAS NECESSITAM DE UMA TEMPERATURA INTERNA CONSTANTE. A TEMPERATURA CORPÓREA COMPATÍVEL COM A VIDA VARIA DE 36 37,6 C. 2 ABAIXO OU ACIMA DESSES NÍVEIS, AS CÉLULAS NÃO CONSEGUEM EXECUTAR SEUS MECANISMOS DE FISIOLÓGICOS NECESSÁRIOS PARA A SÍNTESE DE PROTEÍNAS E MANUTENÇÃO DA HOMEOSTASE.

11 III

12 [] MEIO INTERNO: ATP & 0 2 APESAR DE SUAS ESPECIFICIDADES, TODA A CÉLULA É CAPAZ DE PRODUZIR ENERGIA, A PARTIR DA REAÇÃO DO OXIGÊNIO COM OS CARBOIDRATOS (GLICOSE), GORDURAS E PROTEÍNAS. GLICOSE 2 TAL UNIDADE ENERGÉTICA É DENOMINADA ADENOSINA TRIFOSFATO (ATP), QUE POSSIBILITA ÀS CELULAS DESEMPENHAREM SUAS INÚMERAS FUNÇÕES NO ORGANISMO (TRABALHO).

13 [] MEIO INTERNO: ATP & PRODUÇÃO DE ENERGIA 3 PARTE DA GLICOSE É CONVERTIDA EM DIRETAMENTE EM ENERGIA. A EXCEDENTE, É TRANSFORMADA PELO FÍGADO EM GLICOGÊNIO E ARMAZENADO PARA LIBERAÇÃO RÁPIDA. AO FINAL DO PROCESSO DIGESTIVO, TODOS OS CH SÃO REDUZIDOS À GLICOSE, FRUTOSE E GALACTOSE. APÓS A ABSORÇÃO NA LUZ INTESTINAL, O FÍGADO TRANSFORMA OS DOIS ÚLTIMOS EM GLICOSE. 2 4 QUANDO AS RESERVAS DE GLICOGÊNIO HEPÁTICO ATINGEM SEUS NÍVEIS MÁXIMOS, A GLICOSE EXCEDENTE É TRANSFORMADA EM GORDURA PELO FÍGADO E TECIDO ADIPOSO. AS GORDURAS SÃO RICAS EM ENERGIA, PORÉM DIFÍCIES DE SE DISPONIBILIZAR. OS AÇÚCARES SÃO OS CARBOIDRATOS (CH) MAIS CONHECIDOS, MAS EXISTEM CARBOIDRATOS DE MOLÉCULAS MUITO GRANDES COMO A CELULOSE E O AMIDO. POR FIM, A GLICOSE É QUEBRADA POR MEIO DE MEIO DE DOIS MECANISMOS: A GLICÓLISE E O CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO. NESSE PROCESSO, SERÃO LIBERADAS IAS PARA FORMAR O ATP, A MOEDA-CORRENTE DE ENERGIA PARA O FUNCIONAMENTO DO ORGANISMO. 5

14 [] MEIO INTERNO: ATP & DURANTE O PROCESSO DE AO FINAL DO PROCESSO OBTENÇÃO DO DIGESTIVO, TODOS OS CH SÃO ATP, HÁ REDUZIDOS À GLICOSE, FORMAÇÃO E FRUTOSE E GALACTOSE. ABSORÇÃO APÓS E PERDA DE CONVERSÃO A ABSORÇÃO NA LUZ PELO CORPO. EM GLICOSE INTESTINAL, O FÍGADO TRANSFORMA OS DOIS ÚLTIMOS EM GLICOSE. 2 GORDURAS 4 3 GLICOGÊNESE PARTE DA GLICOSE É (GLICOGÊNIO) CONVERTIDA EM DIRETAMENTE EM ENERGIA. A EXCEDENTE, É TRANSFORMADA PELO FÍGADO EM GLICOGÊNIO E ARMAZENADO PARA LIBERAÇÃO RÁPIDA. QUANDO AS RESERVAS DE GLICOGÊNIO HEPÁTICO ATINGEM AS SEUS MAIORES NÍVEIS MÁXIMOS, A GLICOSE PERDAS EXCEDENTE OCORREM É TRANSFORMADA EM GORDURANTE PELO A FÍGADO E TECIDO ADIPOSO DIGESTÃO. AS GORDURAS E A SÃO RICAS EM ENERGIA, SÍNTESE PORÉM DE DIFÍCIES ATP 5. DE SE DISPONIBILIZAR. OS AÇÚCARES SÃO OS CARBOIDRATOS (CH) MAIS CONHECIDOS, MAS EXISTEM CARBOIDRATOS DIGESTÃO DE MOLÉCULAS MUITO GRANDES COMO A CELULOSE E O AMIDO. POR FIM, A GLICOSE É QUEBRADA POR MEIO DE MEIO DE DOIS MECANISMOS: A GLICÓLISE E O CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO. NESSE PROCESSO, SERÃO LIBERADAS IAS PARA FORMAR O ATP, A MOEDA-CORRENTE DE ENERGIA PARA O FUNCIONAMENTO DO ORGANISMO. 5 GLICÓLISE E LIBERAÇÃO DE ENERGIA (ATP)

15 [] MEIO INTERNO: ATP & A INGESTÃO DE ALIMENTOS ESTIMULA A PERDA DE AO, FINAL DO PROCESSO DIGESTIVO, PROVENIENTE TODOS OS CH SÃO REDUZIDOS DO ALIMENTO À GLICOSE, FRUTOSE E GALACTOSE. ABSORÇÃO APÓS E E DO CONVERSÃO A AUMENTO ABSORÇÃO DO NA LUZ EM GLICOSE 2 INTESTINAL, METABOLISMO O FÍGADO TRANSFORMA DO CORPO. OS DOIS ÚLTIMOS EM GLICOSE. OS AÇÚCARES SÃO OS CARBOIDRATOS (CH) MAIS CONHECIDOS, MAS EXISTEM CARBOIDRATOS DIGESTÃO DE MOLÉCULAS MUITO GRANDES COMO A CELULOSE E O AMIDO. GLICOGÊNESE PARTE DA GLICOSE É (GLICOGÊNIO) CONVERTIDA EM DIRETAMENTE EM ENERGIA. A EXCEDENTE, É TRANSFORMADA PELO FÍGADO EM GLICOGÊNIO E DURANTE A ARMAZENADO PARA QUEBRA DA LIBERAÇÃO RÁPIDA. GLICOSE PARA A SÍNTESE DE QUANDO AS RESERVAS DE GLICOGÊNIO ATP, 57% DA HEPÁTICO ATINGEM SEUS NÍVEIS ENERGIA MÁXIMOS, A GLICOSE EXCEDENTE É 4 POTENCIAL É TRANSFORMADA EM GORDURA PELO GORDURAS PERDIDA SOB FÍGADO E TECIDO ADIPOSO. AS GORDURAS A FORMA DE SÃO RICAS EM ENERGIA, PORÉM DIFÍCIES. DE SE DISPONIBILIZAR. GLICÓLISE E POR FIM, A GLICOSE É QUEBRADA LIBERAÇÃO DE POR MEIO DE MEIO DE DOIS ENERGIA MECANISMOS: A GLICÓLISE E O ATP CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO. NESSE PROCESSO, SERÃO LIBERADAS IAS PARA FORMAR O ATP, A MOEDA-CORRENTE DE ENERGIA PARA O FUNCIONAMENTO DO ORGANISMO. CONSUMO DE ATP PELA CÉLULA. 3 5 (ATP)

16 3 GLICOGÊNESE (GLICOGÊNIO) [] MEIO INTERNO: ATP & A INGESTÃO DE ALIMENTOS DURANTE A ESTIMULA A QUEBRA DA A PERDA SÍNTESE DE DE ATP GLICOSE PARA É, A GRANDE PROVENIENTE RESPONSÁVEL DO ALIMENTO PELA PRODUÇÃO ABSORÇÃO E E DO CONVERSÃO DO AUMENTO DO EM GLICOSE NECESSÁRIO METABOLISMO PARA A DO MANUTENÇÃO CORPO. DA TEMPERATURA INTERNA CONSTANTE DO ORGANISMO. 2 GORDURAS 4 ATP A SÍNTESE DE ESSA ATP, FONTE 57% DE DA ENERGIA É POTENCIAL É NECESSÁRIA PARA PERDIDA SOB A MANUTENÇÃO DO A FORMA DE METABOLISMO. BASAL DO ORGANISMO. GLICÓLISE E LIBERAÇÃO DE ENERGIA (ATP) DIGESTÃO 5 CONSUMO DE ATP PELA CÉLULA.

17 [2] MEIO EXTERNO: ADAPTAÇÕES APESAR DE PRODUZIR O NECESSÁRIO À MANUTENÇÃO DO SEU METABOLISMO BASAL, O ORGANISMO SE DEPARA CONSTANTEMENTE COM VARIAÇÕES DE TEMPERATURA AMBIENTE QUE COMPROMETEM SEU EQUILÍBRIO. 2 PARA ISSO, LANÇA MÃO DE MECANISMOS CAPAZES DE REGULAR E PROTEGER O ORGANISMO CONTRA ESSAS VARIAÇÕES.

18 [2] MEIO EXTERNO: ADAPTAÇÕES SECREÇÃO DE NORADRENALINA AUMENTO DO METABOLISMO & CONVERSÃO DE ENERGIA EM VASOCONSTRICÇÃO PERIFÉRICA SECREÇÃO DE HORMÔNIOS TIREOIDEANOS AUMENTO DO METABOLISMO QUEDA DA TEMPERATURA PILOEREÇÃO TERMOPROTEÇÃO CONTRAÇÃO MUSCULAR PRODUÇÃO DE TRABALHO & TREMORES & CALAFRIOS PRODUÇÃO DE TRABALHO & SENSAÇÃO DE FOME OS ALIMENTOS SÃO FONTE DE. FRENTE À INGESTÃO, O ORGANISMO REAGE PRODUZINDO. CONTRAÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS REDUZIR A ÁREA DE TROCA DE TODAS ESSAS AÇÕES SÃO REGULADAS A PARTIR DO HIPOTÁLAMO. MECANISMOS REGULADORES: O ORGANISMO REAGE PRODUZINDO E DIFICULTANDO A SUA PERDA (AUMENTO DO METABOLISMO BASAL).

19 [2] MEIO EXTERNO: ADAPTAÇÕES 2 SENSAÇÃO DE SEDE RESFRIAMENTO DILATAÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS AUMENTAR A ÁREA DE TROCA DE AUMENTO DA TEMPERATURA SUDORESE RESFRIAMENTO. EM SITUAÇÕES DE EXCESSIVO PERDE-SE DE,5 2 LITROS DE ÁGUA POR HORA. TODAS ESSAS AÇÕES SÃO REGULADAS A PARTIR DO HIPOTÁLAMO. MECANISMOS REGULADORES: O ORGANISMO REAGE PROVOCANDO RESFRIAMENTO E FACILITANDO A PERDA DE (REDUÇÃO DO METABOLISMO BASAL).

20 [2] MEIO EXTERNO: ADAPTAÇÕES EFEITO PROLONGADO DA TEMPERATURA ATMOSFÉRICA SOBRE O CORPO HUMANO NU. A TEMPERATURA CORPORAL INTERNA MANTEM-SE ESTÁVEL, APESAR DE AMPLAS MUDANÇAS NA TEMPERATURA AMBIENTE. FENÔMENO RESULTANTE DOS MECANISMOS DE TERMORREGULAÇÃO DO CORPO HUMANO, QUASE TODOS ESSES OPERADOS A PARTIR DOS CENTROS DE REGULAÇÃO DA TEMPERATURA (HIPOTÁLAMO).

21 [3] ESTRUTURAS [2] MEIO EXTERNO: TERMORREGULADORAS ADAPTAÇÕES O HIPOTÁLAMO É A ESTRUTURA ENCARREGADA DO CONTROLE INTERNO DA TEMPERATURA. É ELE O REGULADOR TÉRMICO DO ORGANISMO. 2 EFEITO PROLONGADO DA TEMPERATURA ATMOSFÉRICA SOBRE O CORPO HUMANO NU. O SISTEMA NORADRENÉRGICO (NA) É O MAIS ACIONADO PELO HIPOTÁLAMO, FRENTE ÀS A TEMPERATURA CORPORAL ALTERAÇÕES DA TEMEPRATURA CORPORAL, INTERNA MANTEM-SE ESTÁVEL, EM ESPECIAL APESAR DE O AMPLAS ARREFECIMENTO. MUDANÇAS NA TEMPERATURA AMBIENTE. O NA POSSUI MECANISMO CAPAZES DE FENÔMENO RESULTANTE DOS [] ESTIMULAR O TRABALHO FÍSICO, MECANISMOS DE [2] RETER, E, MAIS IMPORTANTE TERMORREGULAÇÃO DO CORPO [3] PRODUZIR POR MEIO DA AÇÃO HUMANO, QUASE TODOS ESSES DAS PROTEÍNAS DESACOPLADORAS (UPC). OPERADOS A PARTIR DOS CENTROS DE REGULAÇÃO DA TEMPERATURA (HIPOTÁLAMO).

22 [3] ESTRUTURAS TERMORREGULADORAS O SANGUE CHEGA AO HIPOTÁLAMO COM UMA CERTA TEMPERATURA. DENTRO DO HIPOTÁLAMO, NEURÔNIOS SENSÍVEIS AO E NEURÔNIOS SENSÍVEIS AO FRIO, FUNCIONAM COM SENSORES TÉRMICOS E CENTROS REGULADORES. TAIS NEURÔNIOS SE DESPOLARIZAM SEMPRE QUE A TEMPERATURA DO SANGUE ESTIVER FORA DO PONTO FIXO. OS MECANISMOS REGULADORES DA TEMPERATURA CORPÓREA SÃO ATIVADOS PELO HIPOTÁLAMO. 3 O HIPOTÁLAMO POSSUI UM NÍVEL CRÍTICO DE TEMPERATURA OU PONTO FIXO DO MECANISMO DE CONTROLE DA TEMPERATURA: EXATAMENTE 37, C. 37, C 2 FRENTE A ALTERAÇÕES NA TEMPERATURA, OS NEURÔNIOS ENVIAM MENSAGENS POR 4 4 NEUROTRANSMISSÃO OU PELO SANGUE, PARA QUE OS MECANISMOS DE AQUECIMENTO OU RESFRIAMENTO SEJAM ATIVADOS.

23 FRIO [3] ESTRUTURAS TERMORREGULADORAS OS MECANISMOS REGULADORES DA TEMPERATURA CORPÓREA SÃO SISTEMA ATIVADOS NORADRENÉRGICO PELO HIPOTÁLAMO. DENTRO DO HIPOTÁLAMO, NEURÔNIOS SENSÍVEIS AO E NEURÔNIOS SENSÍVEIS AO FRIO, FUNCIONAM COM SENSORES TÉRMICOS E CENTROS REGULADORES. TAIS NEURÔNIOS SE DESPOLARIZAM SEMPRE QUE A TEMPERATURA DO SANGUE ESTIVER FORA DO O SANGUE CHEGA AO HIPOTÁLAMO COM UMA CERTA TEMPERATURA. CONTRAÇÃO 3 DA MUSCULATURA DOS VASOS ARTERIAIS RECEPTORES α-adrenérgicos RETENÇÃO DE 37, C 2 PONTO FIXO. ATIVAÇÃO DAS PROTEÍNAS DESACOPLADORAS (UCP) TIPOS UCP, UCP2, UCP3, UCP4, UCP5 RECPTORES β3-adrenérgicos DOS TECIDOS GORDUROSOS PRODUÇÃO DE HIPOTÁLAMO O HIPOTÁLAMO POSSUI UM NÍVEL CRÍTICO DE TEMPERATURA OU PONTO FIXO DO MECANISMO DE CONTROLE DA TEMPERATURA: SISTEMA NORADRENÉRGICO EXATAMENTE 37, C. 4 4 FRENTE A ALTERAÇÕES NA TEMPERATURA, OS AUMENTO DO NEURÔNIOS ENVIAM TÔNUS MENSAGENS SIMPÁTICO POR NEUROTRANSMISSÃO SISTEMA NERVOS OU PELO AUTÔNOMO SANGUE, PARA QUE OS PRODUÇÃO DE TRABALHO MECANISMOS & DE AQUECIMENTO OU RESFRIAMENTO SEJAM ATIVADOS.

24 [3] ESTRUTURAS TERMORREGULADORAS FRIO TODA E QUALQUER CÉLULA, A TRANSFORMAÇÃO DA GLICOSE EM ENERGIA (ATP) É REALIZADA DENTRO DE UMA HIPOTÁLAMO ORGANELA DENOMINADA MITOCÔNDRIA PROTEÍNAS DESACOPLADORAS (UCP) SISTEMA NORADRENÉRGICO AUMENTO DO TÔNUS SIMPÁTICO RETENÇÃO DE SISTEMA NERVOS AUTÔNOMO ATIVAÇÃO DAS PROTEÍNAS DESACOPLADORAS (UCP) TIPOS UCP, UCP2, UCP3, UCP4, UCP5 PRODUÇÃO DE TRABALHO & SISTEMA NORADRENÉRGICO RECPTORES β3-adrenérgicos DOS TECIDOS GORDUROSOS PRODUÇÃO DE

25 MEMBRANA EXTERNA [3] ESTRUTURAS TERMORREGULADORAS D PROTEÍNAS DESACOPLADORAS (UCP) A MEMBRANA INTERNA B ENZIMA ATPASE H + CADEIA TRANSPORTADORA DE ELÉTRONS TODA E QUALQUER CÉLULA, A TRANSFORMAÇÃO DA GLICOSE EM ENERGIA (ATP) É REALIZADA DENTRO DE UMA ORGANELA DENOMINADA MITOCÔNDRIA H + H + H + H + H + PROTEÍNA DESACOPLADORA (UCP) H + MATRIX C B ESPAÇO INTERMEMBRANA A IV III Q II I H H H H H H EA UCP H ATP C ATP H + ADP+Pi GLICÓLISE & CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO H + H + H + H + H + H + OH - GLICOSE G

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