Traços da distinção contável-massivo no Chinês e no Português Brasileiro

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1 Traços da distinção contável-massivo no Chinês e no Português Brasileiro Nize Paraguassu Endereço Acadêmico: Departamento de Lingüística - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Universidade de São Paulo (USP). Caixa Postal São Paulo SP Brasil Endereço Residencial: Rua Benedito de Sousa 7. Vila Indiana Butantã São Paulo SP Brasil Abstract: This paper investigates the denotation of noun phrases in Brazilian Portuguese (BP) with respect to the mass-count distinction. More specifically, it addresses whether exists a lexical distinction between mass and count nouns. BP, similarly to Chinese, is a language where the nominals are indefined for number (Müller 2002). I claim that this similarity between BP nominals and mass nouns in the sense of Chierchia (1998) can not lead to the view that in BP does not have a lexical distinction between mass and count nouns. Keywords. mass-count distinction; semantics; syntax; common nouns. Resumo: Este artigo investiga a denotação dos sintagmas nominais no português brasileiro (PB) com respeito à distinção contável-massivo. Mais especificamente, ele discute se no PB há distinção entre nomes contáveis e massivos.o PB, assim como o Chinês, é uma língua em que os nominais são indefinidos para número (Müller 2002). Eu defendo que tal similaridade entre os nominais no PB e os nomes massivos de Chierchia (1998) não deve conduzir à visão de que no PB não há uma distinção lexical entre nomes contáveis e massivos. Palavras-chave. distinção contável-massivo; semântica; sintaxe, nomes comuns. 1. Introdução O objetivo deste artigo é investigar a denotação dos sintagmas nominais no português brasileiro (PB) com respeito à distinção contável-massivo. Mas especificamente, ele discute se no PB há ou não há uma distinção lexical entre nomes contáveis e massivos. 1 Doetjes (1997) defende que a contabilidade é um fenômeno lingüístico que deve ser sintaticamente marcado. Para a autora, a morfologia de número é similar ao classificador-contável: ambos são marcadores sintáticos de contabilidade sem função Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 1331 / 1336 ]

2 individualizadora 2. Segundo a autora, a informação sobre o que contar como unidade está presente na denotação do nome singular. Por outro lado, Doetjes (1997) explica que nomes massivos não apresentam morfologia de número, não porque eles não possuem um critério de contabilidade, mas porque eles não trazem a informação do que contar como indivíduo. Este artigo está organizado como segue: na seção 2, eu apresento os traços da distinção contável-massivo no Chinês (cf. Doetjes 1997 e Cheng & Sybesma 1999). Na seção 3, eu discuto a distinção contável-massivo no PB. Finalizando, os principais pontos da argumentação são retomados na conclusão. 2. Traços da distinção contável-massivo no Chinês. O fato de os nomes no Chinês apresentarem o mesmo comportamento sintático dos nomes massivos do Inglês sugere que essa língua não possua distinção lexical entre nomes contáveis e massivos. Nessa seção, eu apresento as evidências de Doetjes (1997) que mostram que esta conclusão é falsa. O Chinês tem distinção lexical entre nomes contáveis e massivos, embora tal distinção não se manifeste no nível do nome (cf. Cheng & Sybesma 1999). O Chinês é uma língua em que os nominais são indefinidos para número e, quando se combinam com um numeral cardinal, um classificador tem que ser inserido (cf. Gil 1987, Chierchia 1998a, entre outros). Em (1a) o nome shu livro não possui marca morfossintática de número. Em (1b) o classificador ben é inserido devido a presença do numeral cardinal: (1) a. Liu mai le shu. Liu comprar Asp. livro(s). Liu comprou livro(s). b. Liu mai le san ben shu. Liu comprar Asp. três CL livro. Liu comprou três livros. O nome shu livro, em (1a), segundo o modelo de Chierchia (1998), é um nome massivo, pois possui em sua extensão tanto átomos quanto pluralidades. Em outras palavras, shu livro, em Chinês, pode ser usado tanto para o singular quanto para o plural. Em construções com numerais cardinais, como em (1b), o nome shu livro necessita de um classificador. A similaridade semântica, em (1a), e sintática, em (1b), entre nomes chineses e os nomes massivos tem conduzido à visão de que todos os nomes no Chinês são nomes massivos e que a individualização é introduzida por classificadores. O que, de fato, segundo Doetjes (1997), não é verdade. Doetjes (1979) (diferentemente de Chierchia (1998), Gil (1986) e outros) defende que no Chinês existe distinção lexical entre nomes contáveis e massivos. A existência de classificadores que não individualizam, mas dependem de uma estrutura com partes mínimas, é uma evidência disso. Cheng & Sybesma (1999) defendem que os classificadores no Chinês estão divididos em dois grupos: massificadores ou classificadores-massivos e classificadorescontáveis. Os classificadores-massivos são classificadores que criam uma unidade de medida para os nomes que não possuem uma unidade padrão de medida, como o classificador ping garrafa, em (2a). Os classificadores-contáveis são classificadores Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 1332 / 1336 ]

3 que simplesmente nomeiam a unidade dos nomes que têm partição semântica natural, mas não especificam que unidades são. O classificador ge, em (2b), é um classificadorcontável. No contexto de classificadores-contáveis a escolha do que contamos como unidade é feita sobre as bases da denotação do nome (cf. Doetjes 1979). (2) a. Liu mai le san ping jiu. Liu comprar Asp. três Cl garrafa cerveja Liu comprou três garrafas de cerveja. b. Liu qing le san ge ren. Liu convidar Asp. três CL pessoa Liu viu três pessoas. Resumindo, todos os nomes no Chinês têm a mesma distribuição sintática dos nomes massivos no sentido em que eles não podem se combinar diretamente com numerais cardinais (cf. Doetjes 1997). Por outro lado, classificadores-contáveis mostram que a necessidade de um classificador no contexto de um numeral cardinal não indica a ausência de partes mínimas na denotação de um nome (Cheng & Sybesma 1999). Dado que a contabilidade é um fenômeno lingüístico que precisa ser sintaticamente marcado, o sistema de classificadores é a marcação sintática de contabilidade no Chinês (cf. Doetjes 1997). 3. Traços da distinção contável-massivo no PB Chierchia (1998) propõe que nomes massivos possuem em sua extensão tanto átomos quanto pluralidades, como demonstrado em (3). O esquema abaixo diz que tanto cadeira é mobília quanto cadeira e sofá o são. Chierchia trata os nomes massivos como uma neutralização entre singular e plural. {a,b,c} (3) [[mobília]] = {a,b} {a,c} {b,c} a b c No PB, assim como no Chinês, os nominais são indefinido para números, eles denotam tanto átomos quanto pluralidades (cf. Muller 2000, 2001). Observe a sentença em (4): (4) João comprou batata ontem. Em (4), o nome batata possui em sua extensão tanto átomos quanto pluralidades. Tal similaridade entre os nomes no PB e os nomes massivos de Chierchia não deve conduzir a visão de que no PB não há distinção lexical entre nomes contáveis e massivos. Nessa seção, eu irei apresentar as evidências de que há distinção lexical entre nomes contáveis e massivos no PB e que, da mesma forma que no Chinês, tal distinção não se manifesta no nível do nome. O PB é uma língua que possui marcas morfossintáticas de número. No contexto dessa morfologia, a escolha do que contamos como uma unidade é feita sobre as bases da denotação do nome, como mostra o contraste em (5a) e (5b): (5) a. João comprou dois carros. b. João comprou um carro. Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 1333 / 1336 ]

4 Em (5a) o morfema {-s} de plural em carros indica que há mais de um carro, isto é, ele indica que há uma pluralidade de indivíduos, mas não indica em si mesmo o que contar como indivíduo. Em (5b), a expressão um carro indica que há apenas um carro, isto é, uma singularidade. Um indica uma unidade e não o que está sendo tratado como unidade. Isso quer dizer que a informação sobre o que contar como unidade está presente na denotação do nome singular (cf. Doetjes 1997). Isso fica mais evidente na medida em que o nome singular carro não pode ser usado para se referir a uma parte do carro, como por exemplo, a traseira do carro. Por outro lado, os nomes no PB que não possuem a informação do que contar como unidade precisam de um classificador de medida que forneça essa informação para que possam ser contabilizados. Nesses casos, a marcação morfossintática de contabilidade vem no classificador, pois é ele que traz a informação do que deve ser tratado como unidade. Tais nomes são chamados massivos. Em (6) um classificador de medida precisa ser inserido diante no nome água. (6) João comprou três Cl garrafas/copos... de água. Os dados mostram que o PB apresenta distinção lexical entre nomes contáveis e massivos, mas tal distinção só é visível em ambientes sintaticamente marcados para contabilidade. O PB marca seus nomes para contabilidade através da morfologia de número. Segundo Muller (2002), a morfologia de número no PB funciona como um operador sobre a denotação do sintagma nominal definindo-o para número. Para a autora, são dois os operadores de número no PB: o operador SG (singular) e o operador PL (plural). O operador SG operar sobre o sintagma nominal, obtendo um conjunto de entidades atômicas, como exemplificado em (7). Em (7), a denotação da fórmula SG (revista), em um mundo que contém três revistas, é o conjunto dos indivíduos singulares revista existentes nesse mundo. (7) [[SG (revista)]] = a b c Por seu lado, o operador PL desencadeia uma operação sobre o nome comum que resulta num conjunto de pluralidades formado a partir da extensão da forma singular, como exemplificado em (8). Em (8), a denotação da fórmula PL (revista), em um mundo contendo três revistas, é o conjunto de pluralidades formado pelos indivíduos singulares desse mundo. {a,b,c} (8) [[PL (revista)]] = {a,b} {a,c} {b,c}. Doetjes (1997) defende que a contabilidade é um fenômeno que deve ser sintaticamente marcado. Dado que, assim como no Chinês, os nominais no PB não são especificados para número (cf. Müller 2000, 2001), como, então, identificar a operação SG no PB? A existência de alguns operadores torna clara a necessidade de uma marcação sintática de SG no PB. Seguem abaixo alguns quantificadores e determinantes que funcionam como marcadores sintáticos de singularidade, pois só operam sobre singularidades e conseqüentemente, só aceitam nomes contáveis: 1) O quantificador cada: (9) Eu vendi cada anel/*anéis/*ouro 3 que eu ganhei. Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 1334 / 1336 ]

5 2) Os determinantes o(a)e um (a): (10) João comprou o carro/*carros/*vinho 4. (11) Um(a) pessoa/*pessoas/*vinho 5 desapareceu Assim como cada é um quantificador que só opera sobre singularidades, o quantificador vários é um quantificador que só opera sobre pluralidades. Conseqüentemente, só aceita nomes contáveis, como demonstrado em (12): (12) Eu vendi vários carros/*carro 6 /*vinhos 7 ontem. Há casos no PB em que os nomes massivos apresentam morfologia de número. Isso não significa que eles mudaram de categoria lexical, isto é, deixaram de ser massivos e passaram a ser contáveis. A presença de morfologia de número implica em mudança de significado. Nomes massivos, diferentemente dos nomes contáveis, sob operação de plural ou singular, são interpretados de maneira taxionômica ou a unidade é estabelecida contextualmente. Observe os exemplos abaixo: (13) João comprou dois vinhos. a. João comprou dois tipos de vinho. b. João comprou duas garrafas/taças... de vinho. (14) Eu ganhei um vinho muito bom. a. Eu ganhei um tipo de vinho muito bom. b. Eu ganhei uma garrafa/taça... de vinho muito boa. Em (13), o nome massivo vinho sob operação de plural pode ser interpretado com uma leitura taxionômica, como em (13a), ou ser interpretado com um classificador de medida preenchido contextualmente, como em (13b). Da mesma forma, em (14), o nome massivo vinho sob operação de singular pode ser interpretado com uma leitura taxionômica, como em (14a), ou ser interpretado com um classificador de medida preenchido contextualmente, como em (14b). 4. Conclusão As evidências mostram que o PB apresenta distinção lexical entre nomes contáveis e massivos, mas que tal distinção só é visível em ambientes sintaticamente marcados para contabilidade. O PB marca seus nomes para contabilidade através da morfologia de número. A morfologia de número do PB é uma operação que torna visível a distinção lexical entre os nomes contáveis e massivos, a morfologia de número indica a presença de unidades contáveis, mas não dá informação sobre que unidades são (cf. Doetjes 1997). No PB a contabilidade de um DP que contém um nome massivo se dá através da inserção de um classificador de medida, implícita ou explicitamente. 1 O que eu estou chamando de distinção lexical entre nomes contáveis e massivos é a distinção entre nomes que possuem e nomes que não possuem partes mínimas em sua denotação (cf. Doetjes 1997). Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 1335 / 1336 ]

6 2 Classificadores-contáveis são classificadores que nomeiam a unidade dos nomes que têm partição semântica natural (nomes contáveis), mas não especificam que unidades são (cf. Cheng e Sybesma 1999). 3 Agramatical se preservado o seu sentido massivo. 4 Agramatical se preservado o seu sentido massivo. 5 Agramatical se preservado o seu sentido massivo. 6 Há, no PB, uma variante não padrão para os sintagmas de número que permite construções como Eu vendi vários carro ontem, mas eu não as considero aqui. 7 Agramatical se preservado o seu sentido massivo. Referências CHERCHIA, G. (1998). Plurality of mass nouns and the notion of semantic parameter. In.: ROTHSTEIN, S. (ed.) Events and Grammar: DOETJES, J.(1997). Quantifiers and Selection. On the distribution of quantifying expressions in French, Dutch and English. PhD Dissertation. Leiden University. The Hague: HAG MÜLLER, A (2000). Sentenças Genericamente Quantificadas e Expressões de Referência a Espécies no Português Brasileiro. Cadernos de Estudos Lingüísticos 39: (2001). Genericity and the Denotation of Common Nouns in Brazilian Portuguese. In.: WEERLE, A. & JI-YOUNG KIM, (eds.) The Proceedings of the SULA: The Semantics of Under-Represented Languages in the Americas, UMOP 25: Amherst, MA: GLSA, The University of Massachusetts. (2002). Nomes nus e o Parâmetro Nominal no Português Brasileiro. Revista Letras 58: CHENG, L. & SYBESMA, R. (1999). Bare and Not-So-Bare Nouns and the Structure of NP. Linguistic Inquiry 30: Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 1336 / 1336 ]

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