UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

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1 0 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE CIENCIAS EXATAS E ENGENHARIA Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Engenharia de Segurança do Trabalho RENATA BONUMÁ SOLDERA IMPLANTAÇÃO DA NR 33 EM UMA UNIDADE ARMAZENADORA DE GRÃOS Ijuí/RS 2012

2 1 RENATA BONUMÁ SOLDERA IMPLANTAÇÃO DA NR 33 EM UMA UNIDADE ARMAZENADORA DE GRÃOS Trabalho de Conclusão de Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança do Trabalho apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Engenheiro de Segurança do Trabalho. Ijuí 2012

3 2 FOLHA DE APROVAÇÃO Monografia defendida e aprovada em sua forma final pelo professor orientador e pelo membro da banca examinadora Professor Orientador Fernando Wypyszynski Engenheiro de Segurança do Trabalho Banca Examinadora Professora Cristina Possobon

4 3 RESUMO Acidentes de trabalho se constituem um problema de saúde pública em todo o mundo, por serem potencialmente fatais ou incapacitantes e por acometerem, em especial, pessoas jovens e em idade produtiva, o que acarreta grandes conseqüências sociais e econômicas. O espaço confinado é definido como um espaço com acessos limitados, ventilação inadequada ou deficiente e não sendo previstos para presença humana contínua. Esse ambiente possui grande potencial de risco e está geralmente associado a uma atmosfera perigosa, responsável por explosões, asfixia ou sufocamento dos colaboradores expostos a estes ambientes. Também há risco de queda, risco de engolfamento, choque elétrico, dentre outros, diariamente milhares de pessoas desenvolvem suas atividades em espaços confinados, porém estes recintos que apresentam múltiplos riscos, em muitos casos são ignorados ocasionando assim os acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Os profissionais de segurança e as linhas de supervisão devem ter conhecimento para reconhecer, avaliar e controlar os riscos inerentes aos trabalhos em espaços confinados. Os colaboradores devem ter conhecimento dos riscos e serem treinados pra efetuar as atividades nestes ambientes. O trabalho foi realizado na Fazenda do Chalé no município de Tupanciretã, e tem como finalidade estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados, seu reconhecimento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir a segurança e saúde dos colaboradores. Objetivo é Implantação da NR 33 na Unidade de Armazenamento de Grãos da Fazenda do Chalé. Palavra-chaves: espaço confinado, acidentes de trabalho, NR33

5 4 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Vista aérea da Fazenda do Chalé Figura 2: Placas de advertência identificando EC Figura 3: Sistemas de resgates em EC Figura 4: Moegas e entrada pra moega (BV) Figura 2: Silo metálico, BV entrada inferior e superior e escada de acesso externa Figura 6: Poço do elevador de expedição Figura 7: Elevadores 1 e 2, poço do elevador Figura 8: Silos, túnel e entrada para túnel ao lado do silo Figura 9: Elevadores 3 e Figura 10: Captador de poeira das moegas...60 Figura 11: Ciclones 01 e 02 da pré-limpeza...60

6 5 LISTA DE QUADROS Quadro 1: APR doa moegas Quadro 2: APR do poço do elevador Quadro 3: APR dos silos 1,2,3,4,5,6, e Quadro 4: APR dos túnel Quadro 5: APR do poço dos elevadores 3 e Quadro 6: APR do poço do elevador de expedição Quadro 7: APR dos túnel Quadro 8: APR dos silos metalicoa 1,2,3 e Quadro 9: Riscos, descrições e consequências ao trabalhador Quadro 10: Recomendações de medidas de controle... 53

7 6 LISTA DE SIGLAS E SÍMBOLOS ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas APR : Analise Preliminar de Riscos ATR: Autorização para Trabalho de Risco EC: Espaço Confinado EPC s: Equipamento de Proteção Coletiva EPI s: Equipamento de Proteção Individual IPVS: Atmosfera Imediatamente Perigosa à Vida ou a Saúde NIOSH: Instituto Nacional para Segurança e Saúde Ocupacional NR: Norma Regulamentar OSHA: Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho PET: Permissão de Entrada de Trabalho

8 7 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Delimitação do tema Formulação da questão de estudo Justificativas Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos Apresentação da empresa REVISÃO DA LITERATURA Definição Responsabilidades Riscos em espaços confinados Níveis incorretos de oxigênio Exposição aos agentes Explosão e incêndio Choques elétricos Riscos combinados Identificação e sinalização Avaliação e controle MEDIDAS DE SEGURANÇA Responsabilidade Supervisor Vigia Trabalhadores autorizados Permissões de entrada Equipamentos de proteção coletiva Equipamentos de proteção individual Treinamentos Equipamentos e instrumentos para medições Emergências de resgate MÉTODOS E MATERIAIS Métodos e técnicas utilizadas APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS Descrições dos espaços confinados Levantamentos das atividades relacionados aos espaços confinados da empresa Análises preliminar de risco Levantamentos dos riscos relacionados aos espaços confinados da empresa Elaborações do quadro de recomendações... 49

9 8 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS... 53

10 9 1. INTRODUÇÃO 1.1 Delimitações do tema A proposta do Trabalho de Conclusão de Curso é fazer um estudo da NR 33, realizar um levantamento e identificação dos espaços confinados e da análise dos seus riscos, em uma unidade armazenadora de grãos. 1.2 Formulações da questão de estudo Com a conclusão deste trabalho a empresa terá subsídios para atender a Norma Regulamentadora 33, publicada no Diário Oficial da União em 27 de dezembro de Justificativas Acidentes de trabalho se constituem um problema de saúde pública em todo o mundo, por serem potencialmente fatais incapacitantes e por acometerem, em especial, pessoas jovens e em idade produtiva, o que acarreta grandes conseqüências sociais e econômicas. A Portaria nº 202 foi assinada no dia 22 de dezembro de 2006, pelo Ministro do Trabalho Luiz Marinho, aprovando a Norma Regulamentadora 33 Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados. O disposto na Norma Regulamentadora (NR) é de cumprimento obrigatório pelos empregadores de todas as empresas que possuem locais ou espaços confinados, inclusive as microempresas e empresas de pequeno porte. A Lei 6.514/77 do MTb, dispõe que: Os colaboradores de toda e qualquer empresa, que estejam expostos a agentes agressivos e/ou riscos de acidentes, em suas atividades laborais diárias, deverão receber orientação detalhada de quais riscos estão expostos, e as medidas que deverão toma para evitar acidentes (BRASIL, 1977). 1.4 Objetivos Objetivo geral Este trabalho tem como finalidade estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados, seu reconhecimento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir a segurança e saúde dos colaboradores, em uma unidade armazenadora de grãos Objetivos específicos Levantamento, identificação e sinalização dos Espaços Confinados;

11 10 Estudo e levantamento dos riscos existentes na unidade; Levantamento dos equipamentos de medição e resgate para espaço confinado; 1.5 Apresentação da empresa A empresa está localizada no município de Tupanciretã-RS, situada em uma região extremamente dependente do setor primário, município este que cultiva principalmente soja e trigo. O início das atividades da empresa foi no ano 1977, atuando no negócio de agribusiness direcionando, sua atenção à pecuária, com a cooperação de apenas três funcionários. Hoje, a agricultura representa aproximadamente 95% de seu core business (grão industria), por conseqüência absorve a maior parte dos recursos financeiros, tecnológicos como humanos. Emprega 11 funcionários fixos e eventualmente serviços terceirizados, como por exemplo assistência mecânica para manutenção de máquinas. A figura 1 mostra uma vista áreas da empresa, que tem como razão social é Onésimo Eugênio Soldera, que tem o nome fantasia de Fazenda do Chalé, localiza-se no distrito do Boqueirão da Palma no município de Tupanciretã/RS, possui CNAE e grau de risco três. Figura 1: Mostra a vista aérea da empresa.

12 11 2. REVISÃO DA LITERATURA 2.1 Definição O espaço confinado (EC) define-se como um espaço com acessos limitados, ventilação inadequada ou deficiente e não sendo previsto para presença humana contínua, representa sérios riscos à saúde dos trabalhadores que nele precisam penetrar para execução de trabalhos, rotineiros ou não. A definição de Espaço confinado de acordo com a NORMATIVA REGULAMENTADORA Nº 33 Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio. (BRASIL, 2009, 656p) O grande potencial de risco destes locais está geralmente associado a uma atmosfera perigosa, responsável por explosões, asfixia ou sufocamento dos colaboradores expostos a estes ambientes, risco de queda, risco de engolfamento, choque elétrico, dentre outros. Os profissionais de segurança e as linhas de supervisão devem ter conhecimento para reconhecer, avaliar e controlar os riscos inerentes aos trabalhos em espaços confinados. São exemplos de espaços confinados: tanques, vasos, reatores, torres, dutos, galerias, caixas de inspeção, poços, silos, veículos tanques, entre outros. Segundo o Instituto Nacional para Segurança e Saúde Ocupacional NIOSH dos Estados Unidos podemos classificar o espaço confinado em classe A que são aqueles que apresentam situações que são IPVS, classe B não apresenta perigo para a vida ou a saúde, mas têm o potencial para causar lesões e classe C onde os riscos existentes são insignificantes, não requerendo procedimentos ou práticas especiais de trabalho. Veja as definições abaixo: Espaços Classe A aqueles que apresentam situações que são de Atmosfera Imediatamente Perigosa à Vida ou à Saúde - IPVS. Estão inclusos espaços que sejam deficientes de oxigênio e/ou que contenham atmosferas tóxicas ou explosivas. Requerem procedimentos de resgate com mais de um indivíduo completamente equipado com equipamento de ar mandado, manutenção de comunicação necessária e um vigia adicional fora do espaço confinado Espaços Classe B não representam riscos imediatos à vida ou à saúde, no entanto, têm potencial para causar lesão ou doenças se medidas de proteção não forem

13 12 tomadas. Demanda de procedimentos de resgate com um indivíduo completamente equipado com equipamento de ar mandado e visualização indireta ou comunicação freqüente com os trabalhadores Espaços Classe C são aqueles em que qualquer risco é tão insignificante que nenhuma prática ou procedimento de trabalho seja necessário. Não exige modificações nos procedimentos de trabalho, os procedimentos de resgate são padrões e comunicação direta com os trabalhadores, de quem está fora do espaço confinado (NR 33, 2007). 2.2 Responsabilidades A NR 33 define as responsabilidades que competem ao empregador e ao empregado. Segundo a Nr 33 cabem ao empregador as seguintes responsabilidades: a) indicar formalmente o responsável técnico pelo cumprimento desta norma; b) identificar os espaços confinados existentes no estabelecimento; c) identificar os riscos específicos de cada espaço confinado; d) implementar a gestão em segurança e saúde no trabalho em espaços confinados, por medidas técnicas de prevenção, administrativas, pessoais e de emergência e salvamento, de forma a garantir permanentemente ambientes com condições adequadas de trabalho; e) garantir a capacitação continuada dos trabalhadores sobre os riscos, as medidas de controle, de emergência e salvamento em espaços confinados; f) garantir que o acesso ao espaço confinado somente ocorra após a emissão, por escrito, da Permissão de Entrada e Trabalho, conforme modelo constante no anexo II da norma regulamentar; g) fornecer às empresas contratadas informações sobre os riscos nas áreas onde desenvolverão suas atividades e exigir a capacitação de seus trabalhadores; h) acompanhar a implementação das medidas de segurança e saúde dos trabalhadores das empresas contratadas provendo os meios e condições para que eles possam atuar em conformidade com esta norma regulamentar; i) interromper todo e qualquer tipo de trabalho em caso de suspeição de condição de risco grave e iminente, procedendo ao imediato abandono do local; e j) garantir informações atualizadas sobre os riscos e medidas de controle antes de cada acesso aos espaços confinados (BRASIL, 2007).

14 13 E cabem aos trabalhadores a seguintes atribuições: a) colaborar com a empresa no cumprimento desta norma regulamentar; b) utilizar adequadamente os meios e equipamentos fornecidos pela empresa; c) comunicar ao Vigia e ao Supervisor de Entrada as situações de risco para sua segurança e saúde ou de terceiros, que sejam do seu conhecimento; d) cumprir os procedimentos e orientações recebidos nos treinamentos com relação aos espaços confinados (BRASIL, 2007). 2.3 Riscos em espaços confinados Diariamente milhares de pessoas desenvolvem suas atividades em espaços confinados, porém estes recintos apresentam múltiplos riscos, que em muitos casos são ignorados ocasionando assim os acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Os riscos que podemos relacionas a EC são níveis incorretos de oxigênio, presença de gases e vapores tóxicos e inflamáveis, exposição aos agentes, explosão e incêndio, choques elétricos e riscos combinados Níveis incorretos de oxigênio Os níveis de oxigênio na atmosfera situam-se entre 20 e 21% em volume. As normas da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho - OSHA determinam um mínimo de 19,5% de oxigênio no ar. Na Europa, esse teor é 19%. No Brasil nossas normas aceitam 18%. O percentual de oxigênio no ar é normal nesses locais, mas há menos oxigênio porque há menos ar, por isso as pessoas sofrem o problema com suprimento inadequado de oxigênio. Sente-se dificuldade em respirar a níveis próximos dos 14% e confusões mentais aparecem aos 12%. Aos 10% há perda de consciência e aos 8% ocorre à morte. (BRASIL, 2007). Nos espaços confinados os níveis de oxigênio pode baixar, seja pelo seu consumo lento ou pelo deslocamento causado por outros gases. Trata-se na verdade de riscos bastante difíceis de serem notados pelos colaboradores, já que o consumo lento pode ocorrer devido a ação de bactérias aeróbicas (que consomem oxigênio) e liberam gás carbônico ou mesmo pela oxidação de metais, um caso comum - o enferrujamento de ferro. Já o deslocamento ocorre pela presença ou uso de gases como nitrogênio, carbônico, argônio e o hélio. Independente da causa, as conseqüências são similares, ou seja, a presença de uma atmosfera incapaz de sustentar a vida, em função da baixa concentração de oxigênio. Uma avaliação criteriosa e responsável é necessária antes da liberação do trabalho no espaço confinado. Uma pessoa habilitada conhecedora dos procedimentos deve efetuar as medições

15 14 da concentração de oxigênio utilizando um aparelho como oxímetro. Este aparelho deve ser previamente aferido Exposição aos agentes Os riscos químicos são as contaminações a que o trabalhador esta sujeito quando exposto aos agentes presentes no processo e que ocupam seu ambiente ocupacional. São os riscos causados principalmente pela exposição aos agentes emanados do processo de transformação como: poeiras, fumos, névoas, bastante presentes nos processo de transformação do grão. A ocorrência de uma atmosfera perigosa pode ter como causa gases e vapores remanescentes do material armazenado anteriormente ou em decomposição. Além disso, mesmo a água ou outros líquidos que por alguma razão estejam presentes nesse espaço podem absorver ou reagir com o oxigênio do ar, podendo ainda na remoção de lamas ou resíduos ocorrer a liberação de gases e vapores. Devemos também levar em conta que a própria operação a ser realizada no local pode conduzir a riscos e perigos, como por exemplo soldas e cortes a maçarico. Atividades como de inspeção, manutenção, limpeza e até mesmo a de construção do espaço confinado são exemplos de atividades onde o trabalhador esta exposto a agentes químicos. Essas atividades podem envolver solda, corte oxi-gás, radiografia, gamagrafia, corte com abrasivos, pintura e tratamento mecânico de superfícies (esmerilhamento e jateamento). Os riscos físicos são representados pelo ruído, vibração, radiação, pressão e temperatura anormais e iluminação, explosões. Devido ao grande número de atividades, que podem ser desenvolvidas em um espaço confinado, e conseqüentemente a variedade de agentes físicos e químicos gerados, uma análise detalhada antes do início de qualquer trabalho deve ser providenciada visando identificar as medições (concentrações e intensidades) e as medidas de controle necessárias. Também deve ser identificado o tipo de supervisão e os procedimentos para liberação dos serviços. Os equipamentos de medição que serão usados devem ser confiáveis, ou seja, serem previamente aferidos.

16 Explosão e incêndio As unidades armazenadoras de grãos apresentam alto poder de incêndios e explosões, pois o trabalho destas unidades e receber o produto que geralmente chega de caminhões que ao descarregar os grãos nas moegas produzem uma nuvem de poeira em condições e concentração propicia a explosão. Também o acumulo de poeiras no local de trabalho, depositada nos pisos, elevadores, túneis e transportadores, apresentam um risco de incêndio. A decomposição de grãos pode gerar vapores inflamáveis, se a umidade do grão for superior a 20%, poderá gerar metanol, propanol ou butanol. Os gases metano e etano, também produzidos pela decomposição de grãos, são igualmente inflamáveis e podem gerar explosões. O incêndio é uma reação química de oxidação rápida e exotérmica, em que há geração de luz e calor. Os incêndios ocorrem com todas as poeiras combustíveis, no entanto, para que aconteça é necessário que a quantidade de material combustível seja muito grande, e as partículas, tenham pouco espaço entre si, impedindo um contato direto e abundante com o oxigênio do ar. Conforme Serrão, Quelhas e Lima (2003), o incêndio pode ser dividido em quatro classes para facilitar a aplicação e utilização correta do agente extintor correto para cada tipo de material combustível: - Incêndios de classe A são os que ocorrem em materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos. Ex.: madeira, papel, tecidos, fibras, etc. - Incêndios da classe B são os que ocorrem em produtos considerados inflamáveis, que queimam somente em sua superfície, não deixando resíduos. Ex.: óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina, etc. - Incêndios da classe C são os que ocorrem em equipamentos elétricos energizados. Ex.: motores, transformadores, quadros de distribuição, fios, etc. - Incêndios da classe D são os que ocorrem em metais pirofóricos (magnésio, selênio, antimônio, lítio, cádmio, potássio, zinco, sódio e zircônio) Choques elétricos Os perigos proporcionados por fatores elétricos em espaços confinados dependem diretamente das atividades desenvolvidas. Ambos os fatores podem oferecer riscos como fonte de ignição ou até mesmo ocasionar acidentes em função do mau estado de conservação. Atividades como solda elétrica, corte oxi-gás, pintura, esmirilhamento, corte com abrasivo, entre outros, tem sempre presentes perigos elétricos ou mecânicos. É importante também mencionar o risco oferecido pela eletricidade estática no processo de ignição, e como

17 16 medida de proteção mais importante, recomendar o aterramento ou a interligação elétrica das partes eletricamente condutoras as partes elétricas. Uma análise dos riscos elétricos deve ser feita com critério e responsabilidade para as atividades desenvolvidas em espaços confinados Riscos combinados A análise prévia deve identificar todos os riscos decorrentes do trabalho, bem como a combinação desses riscos. A combinação de riscos pode resultar em outro risco, como exemplo: um curto circuito pode provocar uma centelha que pode causar uma explosão ou um incêndio que pode provocar deficiência de oxigênio. Sendo assim, o reconhecimento e avaliação dos riscos combinados são importantes para determinar as medidas de controle. Outro risco eminente é o de engolfamento e sufocamento, ou seja, os colaboradores envolvidos em atividades nestes ambientes correm o risco de serem soterrados ou sugados por grãos cereais ao realizarem suas atividades em silos e armazéns devido ao deslocamento destes grãos ou acionamento de máquinas e equipamentos. Dependendo das atividades a ser realizado no interior dos espaços confinados o colaborador poderá ficar exposto ainda ao risco ruído, que nestes ambientes ressoa sendo ainda mais prejudicial aos colaboradores do que em outras condições. Além das questões abordadas, devemos levar em conta ainda a possibilidade de riscos menos subjetivos, tal como o contato da pele e olhos com substâncias agressivas, o acionamento acidental de máquinas e equipamentos que deveriam estar desativados durante a realização dos trabalhos. 2.4 Identificação e sinalização Os EC devem ser reconhecidos, identificados, cadastrados e isolados para que pessoas não autorizados e sem treinamento adentrem sem permisão. Deve existir sinalização (placa de advertência) com informação clara e permanente, proibindo a entrada de pessoas não autorizadas no interior do espaço confinado, conforme mostra a figura 2. Quando os trabalhos estiverem paralisados, além da sinalização de advertência, devem ser previstos dispositivos para impedimento da entrada no espaço confinado. (NR 33, 2009)

18 17 Figura 2: Placas de advertência identificando EC. 2.5 Avaliação e controle Um dos grandes problemas das áreas ou espaços confinados é que nem todas as pessoas sabem como identificá-los, distinguindo-o dos demais locais de trabalho, e, principalmente, avaliar o risco envolvido nos trabalhos efetuados neste ambiente. Para o leigo, trabalhar neste ou naquele lugar não faz muita diferença, principalmente no que diz respeito aos riscos ali presentes. A NBR 14787, item 7, diz que para avaliação e reconhecimento de espaços confinados e seus respectivos riscos deve-se: Reconhecer os espaços confinados existentes, cadastrando-os e sinalizando-os. Restringir o acesso a todo e qualquer espaço que possa propiciar risco à integridade física e à vida. Garantir a divulgação da localização e da proibição de entrada em espaço confinado para todos os funcionários não autorizados. Designar as pessoas que têm obrigações ativas nas operações de entrada, identificando os deveres de cada trabalhador, e providenciar o treinamento requerido. Testar as condições nos espaços confinados para determinar se as condições de entrada são seguras. Monitorar continuamente as áreas onde os trabalhadores autorizados estiverem operando (ABNT, 2001). Portanto, deve-se antecipar e reconhecer os riscos em espaços confinados para se proceder a avaliação e o controle antes da entrado dos trabalhadores e verificar se o interior do EC é seguro. Avaliar a atmosfera antes da entrado e monitorar continuamente durante a execução dos trabalhos para permitir a permanência segura dos trabalhadores.

19 18 3. MEDIDAS DE SEGURANÇA 3.1 Responsabilidades Supervisor O mesmo deverá ir até o local confinado, avaliar as condições do ambiente, verificar o uso de EPC s, EPI s e procedimentos, para depois emitir a Autorização para Trabalho de Risco (ATR)/Permissão de Entrada e Trabalho (PET). O empregador deverá assegurar que cada Supervisor de Entrada conheça os riscos que possam ser encontrados durante a entrada, incluindo informação sobre o modo, sinais ou sintomas e conseqüências da exposição. O supervisor deve verificar se: 1) tenham sido feitas entradas apropriadas segundo a Permissão de Entrada e que todos os testes especificados na permissão tenham sido executados e que todos os procedimentos e equipamentos listados na permissão estejam no local antes que ocorra o endosso da permissão e permita que se inicie a entrada. 2) Cancele os procedimentos de entrada e a Permissão de Entrada quando necessário. 3) Verificar que os Serviços de Emergência e Resgate estejam disponíveis e que os meios para acioná-los estejam operantes. 4) Remover as pessoas não autorizadas que entram ou que tentam entrar no espaço confinado durante as operações de entrada. 5) Determinar, no caso de troca de turno do Vigia, que a responsabilidade pela operação de entrada no espaço confinado seja transferida para o próximo vigia. 6) Mantenha as condições de entrada aceitáveis. (BRASIL, 2007) Vigia O vigia deve acompanhar (ficar na entrada do Espaço Confinado) as atividades dos trabalhadores autorizados que estiverem nos Espaços Confinados, devendo estar atento, acompanhando o colaborador que estiver executando as atividades no mesmo. Deve conhecer os riscos que possam ser enfrentados durante a entrada, incluindo informação sobre o modo, sinais ou sintomas e conseqüências da exposição. Estar ciente de possíveis efeitos ambientais, dos riscos de exposição nos trabalhadores autorizados. Manter continuamente uma contagem precisa do número de Trabalhadores Autorizados no espaço confinado e assegure que os meios usados para identificar os trabalhadores autorizados sejam exatos na identificação dos trabalhadores que estão no espaço confinado. Permanecer fora do espaço confinado durante as operações de entrada até que seja substituído por um outro Vigia.

20 19 Quando o Programa de Permissão de Entrada em espaços Confinados que requerem permissão de Entrada do empregador permite que o Vigia entre para resgate, os Vigias podem adentrar em um espaço confinado se os mesmos tiverem sido treinados e equipados para operações de resgate. (BRASIL, 2007). A comunicação com os Trabalhadores Autorizados é necessária para monitorar o estado dos trabalhadores e para alertá-los quanto à necessidade de abandonar o espaço confinado. Não realizar tarefas que possam comprometer o primeiro dever do Vigia que é o de monitorar e proteger os trabalhadores autorizados Trabalhadores autorizados Os vigias só poderão executar as atividades nos Espaços Confinados, depois que os Supervisores analisarem o local e em seguida emitirem a ATR/PET e na presença de pelo menos um vigia. Devem conhecer os riscos que possam encontrar durante a entrada, incluindo informações sobre o modo, sinais ou sintomas e conseqüências da exposição e o uso adequado de equipamentos. Saber da comunicação com o Vigia quando necessário para permitir que o Vigia monitore o estado atual do trabalhador e permita que o Vigia alerte os trabalhadores da necessidade de abandonar o espaço. (BRASIL, 2007). 3.2 Permissão de entrada Para todo e qualquer trabalho em espaço confinado é de responsabilidade do empregador a emissão de uma permissão de entrada em espaço confinado para todos os colaboradores que estiverem envolvidos nas atividades. A permissão para trabalho deve ser feita por pessoa que tenha experiência operacional que permita reconhecer os riscos, avaliálos e especificar as barreiras de segurança para neutralizá-los ou controlá-los. A permissão para trabalho é um documento e um importante instrumento de controle, no qual consta: em que condição se encontra o espaço confinado, recomendações e verificações periódicas para garantia da condição segura de trabalho. A permissão não garante permanentemente a condição de liberação do espaço, algumas práticas preventivas são fundamentais para manter as condições iniciais de trabalho. É vedada a realização de qualquer trabalho de forma individualizada ou isolada em espaços confinados. (BRASIL, 2007). Para cada entrada em espaço confinado deverá ser emitida uma nova permissão, não sendo mais válidas permissões anteriores.

21 Equipamentos de proteção coletiva Para a realização de trabalhos em espaços confinados, a empresa deverá dispor de meios que forneçam proteção coletiva aos colaboradores envolvidos nestas atividades os quais possibilitem que o trabalho seja desempenhado com segurança, sem danos aos colaboradores. Como por exemplo equipamentos de resgate, equipamentos de medições de gases entre outros. 3.4 Equipamentos de proteção individual Quando não for possível a eliminação dos riscos através de medidas de proteção coletiva, a empresa deverá disponibilizar aos colaboradores Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Os quais deverão ser adequados ao risco. Os envolvidos em trabalhos em Espaços Confinados devem obrigatoriamente usar os seguintes EPI s: - Capacete com jugular; - Luvas (PVC ou raspa); - Cinto de segurança paraquedista; - Talabarte em y; - Botas de segurança com solado antiderrapante ou de borracha. - Óculos de segurança; - Respirador para partículas sólida (PFF2) 3.5 Treinamentos O empregador deverá providenciar treinamento de tal forma que todos os trabalhadores envolvidos com a questão do espaço confinado adquiram compreensão, conhecimento e habilidades necessárias para o desempenho seguro de suas obrigações designadas. Deverá ser providenciado treinamento para cada trabalhador afetado: - Antes que o trabalhador tenha as suas obrigações designadas; - Antes que ocorra uma mudança nas suas obrigações designadas; - Sempre que houver uma mudança nas operações de espaços confinados que apresentem um risco sobre o qual um trabalhador não tenha sido previamente treinado; - Sempre que o empregador tiver uma razão para acreditar que existam desvios nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos dos trabalhadores não sejam adequados (insuficientes ou impróprios) ou no uso destes procedimentos. O treinamento deverá estabelecer para o trabalhador proficiência nos deveres requeridos e introduzirá procedimentos novos ou revisados, sempre que necessário. O

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