INFORMATIVO PIS/ COFINS

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1 INFORMATIVO PIS/ COFINS I NOVAS DECISÕES ADMINISTRATIVAS... 2 A) SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIA CONFIRMA ENTENDIMENTO QUE GASTOS COM DESEMBARAÇO ADUANEIRO NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS B) FRETE INTERNACIONAL COM EXPORTAÇÃO GERA CRÉDITO DE PIS E COFINS, DESDE QUE SEJA REALIZADO POR PESSOA JURÍDICA DOMICILIADA NO PAÍS C) MANUTENÇÃO, PARTES E PEÇAS, COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES EM EMPLILHADEIRAS PARA TRANSPORTE DE MATÉRIAS-PRIMAS, PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS E PRODUTOS ACABADOS, BEM COMO PALETES, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS/COFINS D) JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA DE APLICAÇÕES COMPULSÓRIAS INSTITUÍDAS PARA AS SOCIEDADES SEGURADORAS, PRÊMIOS DE SEGURO, VENDA DE SALVADOS INTEGRAM A BASE DE CÁLCULO DE PIS E COFINS E) GASTOS COM OBTENÇÃO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO AMBIENTAL NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS/COFINS F) BASE DE CÁLCULO NAS OPERAÇÕES DE BACK TO BACK É O VALOR DA VENDA DA MERCADORIA AO ADQUIRENTE FINAL E NÃO O LUCRO DA OPERAÇÃO... 8 G) A REDUÇÃO A ZERO DAS ALÍQUOTAS DO PIS E COFINS É APLICÁVEL PARA AS ATIVIDADES COMERCIAIS, DESDE QUE A DESTINAÇÃO DOS PRODUTOS LISTADOS NO DECRETO Nº 6.426/08 SEJA PARA USO EM HOSPITAIS, CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS MÉDIDOS E ODONTOLÓGICOS, CAMPANHAS DE SAÚDE REALIZADAS PELO PODER PÚBLICO, LABORATÓRIO DE ANATOMIA PATOLÓGICA, CITOLÓGICA OU DE ANÁLISES CLÍNICAS H) COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES UTILIZADOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DO PROCESSO PRODUTIVO GERAM CRÉDITO DE PIS/COFINS I) AQUISIÇÃO DE DESPERDÍCIOS, RESÍDUOS OU APARAS PARA REVENDA GERA CRÉDITO DE PIS/COFINS J) AS INDENIZAÇÕES DESTINADAS À REPARAÇÃO DE DANOS PATRIMONIAIS INTEGRAM A BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS NO REGIME NÃO CUMULATIVO. NO REGIME CUMULATIVO TAIS INDENIZAÇÕES SOMENTEM FORAM TRIBUTADAS ATÉ

2 I NOVAS DECISÕES ADMINISTRATIVAS A) SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIA CONFIRMA ENTENDIMENTO QUE GASTOS COM DESEMBARAÇO ADUANEIRO NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme texto abaixo. SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIA Nº 7, DE 24 DE MAIO DE ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP EMENTA: REGIME DE APURAÇÃO NÃO CUMULATIVA. CRÉDITOS. IMPORTAÇÃO. GASTOS COM DESEMBARAÇO ADUANEIRO. A pessoa jurídica sujeita ao regime de apuração não cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep não pode descontar créditos calculados em relação aos gastos com desembaraço aduaneiro, relativos a serviços prestados por pessoa jurídica domiciliada no País, decorrentes de importação de mercadorias, por falta de amparo legal. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº , de 2004, art. 7º, I e art. 15. ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS EMENTA: REGIME DE APURAÇÃO NÃO CUMULATIVA. CRÉDITOS. IMPORTAÇÃO. GASTOS COM DESEMBARAÇO ADUANEIRO. A pessoa jurídica sujeita ao regime de apuração não cumulativa da Cofins não pode descontar créditos calculados em relação aos gastos com desembaraço aduaneiro, relativos a serviços prestados por pessoa jurídica domiciliada no País, decorrentes de importação de mercadorias, por falta de amparo legal. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº , de 2004, art. 7º, I e art. 15. FERNANDO MOMBELLI Coordenador-Geral B) FRETE INTERNACIONAL COM EXPORTAÇÃO GERA CRÉDITO DE PIS E COFINS, DESDE QUE SEJA REALIZADO POR PESSOA JURÍDICA DOMICILIADA NO PAÍS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 36, DE 23 DE MARÇO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins EMENTA: INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA. DIREITO DE CRÉDITO. FRETE INTERNACIONAL. No regime de incidência não-cumulativa, podem ser apurados créditos da Cofins em relação ao frete internacional, cujo ônus seja suportado pela vendedora, vinculado à exportação de seus produtos, desde que os serviços de

3 3 transporte sejam adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País. Não são considerados adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País os serviços de transporte internacional contratados por intermédio de agente de transportador domiciliado no exterior. DISPOSITIVOS LEGAIS: Medida Provisória nº , de 2001, art. 14, inciso V e 1º; Lei nº , de 2003, art. 3º, incisos I, II e IX, 2º, inciso II, e 3º, incisos I e II, e art. 6º, 1º e 2º. ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA. DIREITO DE CRÉDITO. FRETE INTERNACIONAL. No regime de incidência não-cumulativa, podem ser apurados créditos da Contribuição para o PIS/Pasep em relação ao frete internacional, cujo ônus seja suportado pela vendedora, vinculado à exportação de seus produtos, desde que os serviços de transporte sejam adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País. Não são considerados adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País os serviços de transporte internacional contratados por intermédio de agente de transportador domiciliado no exterior. DISPOSITIVOS LEGAIS: Medida Provisória nº , de 2001, art. 14, inciso V e 1º; Lei nº , de 2002, art. 3º, incisos I e II, 2º, inciso II, e 3º, incisos I e II, e art. 5º, 1º e 2º; Lei nº , de 2003, arts. 3º, inciso IX, e art. 15, inciso II. CASSIA TREVIZAN Auditora Fiscal p/delegação de Competência C) MANUTENÇÃO, PARTES E PEÇAS, COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES EM EMPLILHADEIRAS PARA TRANSPORTE DE MATÉRIAS-PRIMAS, PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS E PRODUTOS ACABADOS, BEM COMO PALETES, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 51, DE 25 DE MAIO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins EMENTA: CRÉDITOS. INSUMOS. EMPILHADEIRAS.PALETES. No regime de incidência não cumulativa da Cofins, não podem ser descontados créditos em relação a: a) serviços de manutenção, partes e peças, e combustíveis e lubrificantes aplicados em empilhadeiras utilizadas para o transporte interno de matérias-primas, produtos intermediários e produtos acabados entre as linhas de produção e destas para a expedição; b) paletes

4 sobre os quais são armazenadas as matérias-primas, os produtos intermediários e os produtos acabados. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº /2003, art. 3º, II; IN SRF nº 404/2004, art. 8º. ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CRÉDITOS. INSUMOS. EMPILHADEIRAS.PALETES. No regime de incidência não cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep, não podem ser descontados créditos em relação a: a) serviços de manutenção, partes e peças, e combustíveis e lubrificantes aplicados em empilhadeiras utilizadas para o transporte interno de matérias-primas, produtos intermediários e produtos acabados entre as linhas de produção e destas para a expedição; b) paletes sobre os quais são armazenadas as matérias-primas, os produtos intermediários e os produtos acabados. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº /2002, art. 3º, II; IN SRF nº 247/2002, art. 66. MÁRIO HERMES SOARES CAMPOS Chefe D) JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA DE APLICAÇÕES COMPULSÓRIAS INSTITUÍDAS PARA AS SOCIEDADES SEGURADORAS, PRÊMIOS DE SEGURO, VENDA DE SALVADOS INTEGRAM A BASE DE CÁLCULO DE PIS E COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 91, DE 2 DE ABRIL DE 2012 Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep REGIME CUMULATIVO. SEGURADORA. RECEITAS FINANCEIRAS. O faturamento corresponde ao resultado econômico das operações empresariais típicas, e constitui a base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep apurada em regime cumulativo, enquanto representação quantitativa do fato econômico tributado. Diante das peculiaridades e implicações da atuação das instituições financeiras e equiparadas, dentre as quais se encontram as sociedades seguradoras, expressas disposições legais estabelecem atividades empresariais a serem por elas exercidas de forma compulsória. O Decreto-Lei nº 73, de 1966, determina que as sociedades seguradoras devem compulsoriamente constituir "reservas técnicas, fundos especiais e provisões", "além das reservas e fundos determinados em leis especiais", "para garantia de tôdas as suas obrigações". Constituem uma atividade empresarial típica das sociedades seguradoras, portanto, a efetivação dos investimentos legalmente compulsórios e a cotidiana administração da alocação desses recursos dentre as opções de aplicação expressamente relacionadas pela legislação, as quais envolvem de certificados de direitos creditórios do agronegócio a títulos de emissão do Tesouro Nacional; de ações e debêntures a letras hipotecárias. A efetivação e a administração dos referidos

5 5 investimentos, para garantia das obrigações assumidas, são operações empresariais compulsórias, integradas ao negócio das sociedades seguradoras, constituindo, assim, atividade inserida em seu objeto social. Isto é, tal atividade compõe parcela legalmente tipificada do objeto social dessas sociedades, tratando-se, assim, de receitas brutas típicas do negócio as receitas resultantes de seu exercício. Descabe cogitar, pois, de as receitas, financeiras ou não, decorrentes dessa atividade empresarial compulsória não integrarem o faturamento dessas sociedades, conhecido o conceito irredutível deste, repetidamente reafirmado pelo STF em exames tocantes à Lei nº 9.718/98. Portanto, tais receitas compõem a base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep das sociedades seguradoras. Deste modo, receitas decorrentes de "variações cambiais", quando tocantes a investimentos legalmente compulsórios, integram a base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep de sociedade seguradora. Em contraste, caso as receitas financeiras não decorram de investimento compulsório da sociedade seguradora, não integram o seu faturamento e, assim, não sofrem a incidência da contribuição para o PIS/Pasep. É o caso, por exemplo, do recebimento de "juros relativos aos pagamentos efetuados em atraso". O valor dos "juros relativos aos parcelamentos de contas a receber" não se trata de receita financeira. Tanto se contido no valor dos bens ou serviços como se destacado na nota fiscal, esse valor integra, uma vez que constitui complemento do preço de venda, a receita bruta da venda de bens e serviços. Integra, pois, a base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep de sociedade seguradora. PRÊMIOS DE SEGUROS. Os prêmios de seguros constituem receita bruta típica de uma empresa de seguros, pois decorrem do exercício de seu objeto social. Por isso, compõem sua base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep. VENDA DE SALVADOS. CO-SEGURO E RESSEGURO. As importâncias recebidas pela venda de salvados ou pela "parte das indenizações pagas aos segurados mediante a cobrança das demais seguradoras (ou resseguradoras) em relação à parcela do coseguro ou resseguro realizado" são deduções de um valor a deduzir/excluir (ie, o valor total das indenizações de sinistros efetivamente pagas) das bases de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep. Por isso, possuem um efeito incrementador desta base de cálculo VENDA DE BENS DO ATIVO PERMANENTE Em nada alteram a forma de tributação das receitas decorrentes da venda de ativo permanente pela contribuição para o PIS/Pasep as alterações de contabilização decorrentes das modificações da legislação societária trazidas pela Lei nº , de 2007, e pela Lei nº , de Dispositivos Legais: Lei n 9.718, de 1998, arts. 2, 3, 1, 2, inciso IV, 5 e 6, e 6, inciso II; Decreto n 3.000, de 1999, arts. 278 a 280, 373, 375 e 378; Decreto-Lei nº 73, de 1966, arts. 28, 29 e 84; Lei n 8.212, de 1991, art. 22, 1 ; Lei n 6.404, de 1976, art. 178; Lei n , de 2009, art. 15, 3 ; IN RFB n 949, de 2009, art. 12; Parecer Normativo CST n 21, de 1979; Resolução CMN nº 3.308, de 2005; Ato Declaratório Normativo COSIT n 7, de 5 de abril de 1993.

6 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins O faturamento corresponde ao resultado econômico das operações empresariais típicas, e constitui a base de cálculo da Cofins apurada em regime cumulativo, enquanto representação quantitativa do fato econômico tributado. Diante das peculiaridades e implicações da atuação das instituições financeiras e equiparadas, dentre as quais se encontram as sociedades seguradoras, expressas disposições legais estabelecem atividades empresariais a serem por elas exercidas de forma compulsória. O Decreto-Lei nº 73, de 1966, determina que as sociedades seguradoras devem compulsoriamente constituir "reservas técnicas, fundos especiais e provisões", "além das reservas e fundos determinados em leis especiais", "para garantia de tôdas as suas obrigações". Constituem uma atividade empresarial típica das sociedades seguradoras, portanto, a efetivação dos investimentos legalmente compulsórios e a cotidiana administração da alocação desses recursos dentre as opções de aplicação expressamente relacionadas pela legislação, as quais envolvem de certificados de direitos creditórios do agronegócio a títulos de emissão do Tesouro Nacional; de ações e debêntures a letras hipotecárias. A efetivação e a administração dos referidos investimentos, para garantia das obrigações assumidas, são operações empresariais compulsórias, integradas ao negócio das sociedades seguradoras, constituindo, assim, atividade inserida em seu objeto social. Isto é, tal atividade compõe parcela legalmente tipificada do objeto social dessas sociedades, tratando-se, assim, de receitas brutas típicas do negócio as receitas resultantes de seu exercício. Descabe cogitar, pois, de as receitas, financeiras ou não, decorrentes dessa atividade empresarial compulsória não integrarem o faturamento dessas sociedades, conhecido o conceito irredutível deste, repetidamente reafirmado pelo STF em exames tocantes à Lei nº 9.718/98. Portanto, tais receitas compõem a base de cálculo da Cofins das sociedades seguradoras. Deste modo, receitas decorrentes de "variações cambiais", quando tocantes a investimentos legalmente compulsórios, integram a base de cálculo da Cofins de sociedade seguradora. Em contraste, caso as receitas financeiras não decorram de investimento compulsório da sociedade seguradora, não integram o seu faturamento e, assim, não sofrem a incidência da contribuição para o PIS/Pasep. É o caso, por exemplo, do recebimento de "juros relativos aos pagamentos efetuados em atraso". O valor dos "juros relativos aos parcelamentos de contas a receber" não se trata de receita financeira. Tanto se contido no valor dos bens ou serviços como se destacado na nota fiscal, esse valor integra, uma vez que constitui complemento do preço de venda, a receita bruta da venda de bens e serviços. Integra, pois, a base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep. PRÊMIOS DE SEGUROS. Os prêmios de seguros constituem receita bruta de uma empresa de seguros, pois decorrem do exercício de seu objeto social. Por isso, compõem sua base de cálculo da Cofins. VENDA DE SALVADOS. CO-SEGURO E RESSEGURO. As importâncias recebidas pela venda de salvados ou pela "parte das indenizações pagas aos segurados mediante a cobrança das demais seguradoras (ou resseguradoras) em relação à parcela do coseguro ou

7 7 resseguro realizado" são deduções de um valor a deduzir/ excluir (ie, o valor total das indenizações de sinistros efetivamente pagas) da base de cálculo da Cofins. Por isso, possuem um efeito incrementador desta base de cálculo. VENDA DE BENS DO ATIVO PERMANENTE Em nada alteram a forma de tributação das receitas decorrentes da venda de ativo permanente pela Cofins as alterações de contabilização decorrentes das modificações da legislação societária trazidas pela Lei nº , de 2007, e pela Lei nº , de Dispositivos Legais: Lei n 9.718, de 1998, arts. 2, 3, 1, 2, inciso IV, 5 e 6, e 6, inciso II; Decreto n 3.000, de 1999, arts. 278 a 280, 373, 375 e 378; Decreto-Lei nº 73, de 1966, arts. 28, 29 e 84; Lei n 8.212, de 1991, art. 22, 1 ; Lei n 6.404, de 1976, art. 178; Lei n , de 2009, art. 15, 3 ; IN RFB n 949, de 2009, art. 12; Parecer Normativo CST n 21, de 1979; Resolução CMN nº 3.308, de 2005; Ato Declaratório Normativo COSIT n 7, de EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES Chefe E) GASTOS COM OBTENÇÃO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO AMBIENTAL NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 90, DE 4 DE MAIO DE 2012 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. INSUMOS. OBRIGAÇÕES DECORRENTES DE LICENÇA DE OPERAÇÃO AMBIENTAL. As obrigações decorrentes de Licença de Operação Ambiental não admitem a apuração de créditos para os fins previstos no art. 3o, II, da Lei nº , de 2003, por não serem consideradas serviços aplicados ou consumidos na produção de bens destinados à venda. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2003, art. 3o, II; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8o, 4o. Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. INSUMOS. OBRIGAÇÕES DECORRENTES DE LICENÇA DE OPERAÇÃO AMBIENTAL. As obrigações decorrentes de Licença de Operação Ambiental não admitem a apuração de créditos para os fins previstos no art. 3o, II, da Lei nº , de

8 2003, por não serem consideradas serviços aplicados ou consumidos na produção de bens destinados à venda. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2002, art. 3o, II; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8o, 4o, c/c 9o, I. DIONE JESABEL WASILEWSKI Chefe Substituto F) BASE DE CÁLCULO NAS OPERAÇÕES DE BACK TO BACK É O VALOR DA VENDA DA MERCADORIA AO ADQUIRENTE FINAL E NÃO O LUCRO DA OPERAÇÃO, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 98, DE 28 DE MAIO DE 2012 Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep VARIAÇÕES CAMBIAIS ATIVAS. SUJEIÇÃO À ALÍQUOTA ZERO. OPERAÇÕES DE "BACK TO BACK". INCIDÊNCIA SOBRE VALOR DE VENDA DA MERCADORIA. As receitas oriundas de variação cambial correspondem a receitas financeiras, estando sujeitas à alíquota zero no regime de apuração não cumulativa. Nas operações de "back to back", em que a compra e a venda de mercadoria ocorre no exterior sem sua efetiva entrada ou saída do Brasil, a incidência da Contribuição para o PIS/Pasep é sobre o valor de venda da mercadoria ao adquirente final e não sobre o lucro da operação. Dispositivos Legais: Lei nº 9.718, de 1998, art. 9º; Lei nº , de 2002, art. 1º, 1º e 2º, e art. 5º, incisos I e II, com a redação dada pela Lei nº , de 2004; Lei nº , de 2004, art. 27, 2º; Decreto nº 5.442, de 2005, art. 1º; e Parecer CST/DTCEx nº 1.266, de Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins VARIAÇÕES CAMBIAIS ATIVAS. SUJEIÇÃO À ALÍQUOTA ZERO. OPERAÇÕES DE "BACK TO BACK". INCIDÊNCIA SOBRE VALOR DE VENDA DA MERCADORIA. As receitas oriundas de variação cambial correspondem a receitas financeiras, estando sujeitas à alíquota zero no regime de apuração não cumulativa. Nas operações de "back to back", em que a compra e a venda de mercadoria ocorre no exterior sem sua efetiva entrada ou saída do Brasil, a incidência da Cofins é sobre o valor de venda da mercadoria ao adquirente final e não sobre o lucro da operação. Dispositivos Legais: Lei nº 9.718, de 1998, art. 9º; Lei nº , de 2003, art. 1º, 1º e 2º, e art. 6º, incisos I e II, com a redação dada pela Lei nº , de 2004; Lei nº , de 2004, art. 27, 2º; Decreto nº 5.442, de 2005, art. 1º; e Parecer CST/DTCEx nº 1.266, de 1988.

9 9 MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI Chefe G) A REDUÇÃO A ZERO DAS ALÍQUOTAS DO PIS E COFINS É APLICÁVEL PARA AS ATIVIDADES COMERCIAIS, DESDE QUE A DESTINAÇÃO DOS PRODUTOS LISTADOS NO DECRETO Nº 6.426/08 SEJA PARA USO EM HOSPITAIS, CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS MÉDIDOS E ODONTOLÓGICOS, CAMPANHAS DE SAÚDE REALIZADAS PELO PODER PÚBLICO, LABORATÓRIO DE ANATOMIA PATOLÓGICA, CITOLÓGICA OU DE ANÁLISES CLÍNICAS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 3, DE 6 DE JUNHO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: As reduções a zero das alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação previstas no inciso III do art. 1º do Decreto nº 6.426, de 7 de abril de 2008, são aplicáveis também nas vendas no mercado interno a pessoas jurídicas que exercem atividade comercial, e nas importações realizadas por estas pessoas jurídicas, exigindose, em qualquer hipótese, que seja dada aos produtos a destinação prevista no referido dispositivo, sob pena de tornarem-se exigíveis as contribuições, acrescidas das penalidades legais cabíveis. É ineficaz a consulta que versa sobre fato definido ou declarado em disposição literal da lei. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº , de 30 de dezembro de 2002, art. 2º, 3º, com redação dada pela Lei nº , de 15 de junho de 2007; Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, art. 2º, 3º, com redação dada pela Lei nº , de 21 de novembro de Lei nº , de 30 de abril de 2004, art. 8º, 11, com redação dada pela Lei nº , de 21 de novembro de 2005; Lei nº , de 4 de junho de 2009, art. 22; Decreto nº 6.426, de 7 de abril de 2008, art. 1º; Instrução Normativa RFB nº 740, de 2 de maio de 2007, art. 15, IX. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social COFINS EMENTA: As reduções a zero das alíquotas da Cofins e da Cofins-Importação previstas no inciso III do art. 1º do Decreto nº 6.426, de 7 de abril de 2008, são aplicáveis também nas vendas no mercado interno a pessoas jurídicas que exercem atividade comercial, e nas importações realizadas por estas pessoas jurídicas, exigindo-se, em qualquer hipótese, que seja dada aos produtos a destinação prevista no referido dispositivo, sob pena de tornarem-se exigíveis as contribuições, acrescidas das penalidades legais cabíveis. É ineficaz a consulta que versa sobre fato definido ou declarado em disposição literal da lei. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº , de 30 de dezembro de 2002, art. 2º, 3º, com redação dada pela Lei nº , de 15 de junho de 2007; Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, art. 2º, 3º, com redação dada pela Lei nº , de 21 de novembro de 2005; Lei nº , de 30 de abril de 2004,

10 art. 8º, 11, com redação dada pela Lei nº , de 21 de novembro de 2005; Lei nº , de 4 de junho de 2009, art. 22; Decreto nº 6.426, de 7 de abril de 2008, art. 1º; Instrução Normativa RFB nº 740, de 2 de maio de 2007, art. 15, IX. FERNANDO MOMBELLI Coordenador-Geral H) COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES UTILIZADOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DO PROCESSO PRODUTIVO GERAM CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 85, DE 30 DE ABRIL DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins EMENTA: INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA. COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES. INSUMO. CRÉDITOS. Os combustíveis e lubrificantes adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País e utilizados em máquinas e equipamentos do processo produtivo podem ser considerados insumos para efeito de cálculo de créditos na tributação nãocumulativa da Cofins. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 5.172, de 1966, arts. 96 e 100; Lei nº , de 2003, art. 3º; Instrução Normativa SRF nº 404, de 2004, art. 8º, I, "b", "b.1" e "b.2", 4º, I, "a" e "b", 9º, I e II, e art. 9º, I. ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA. COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES. INSUMO. CRÉDITOS. Os combustíveis e lubrificantes adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País e utilizados em máquinas e equipamentos do processo produtivo, podem ser considerados insumos para efeito de cálculo de créditos na tributação nãocumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 5.172, de 1966, arts. 96 e 100; Lei nº , de 2002, art. 3º; Instrução Normativa SRF nº 247, de 2002, art. 66, I, "b", "b.1" e "b.2", 5º, I, "a" e "b", e art. 67, I. CESAR ROXO MACHADO Auditor-Fiscal p/delegação de Competência I) AQUISIÇÃO DE DESPERDÍCIOS, RESÍDUOS OU APARAS PARA REVENDA GERA CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo.

11 11 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 133, DE 18 DE MAIO DE 2012 Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITO. AQUISIÇÃO DE DESPERDÍCIOS, RESÍDUOS OU APARAS. A vedação à utilização do crédito apurado nas aquisições de desperdícios, resíduos ou aparas, de que trata o art. 47 da Lei n , de 2005, diz respeito aos bens mencionados nesse artigo quando adquiridos para utilização como insumos, ou seja, a vedação se aplica à apuração de créditos com fundamento no inciso II do art. 3 da Lei n , de Essa vedação não prejudica o desconto de crédito calculado em relação a esses mesmos bens quando adquiridos para revenda, hipótese de que trata o inciso I do art. 3 da Lei n , de Dispositivos Legais: Lei n , de 2005, arts. 47 e 48; Lei n , de 2002, art. 3, incisos I e II. Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITO. AQUISIÇÃO DE DESPERDÍCIOS, RESÍDUOS OU APARAS. A vedação à utilização do crédito apurado nas aquisições de desperdícios, resíduos ou aparas, de que trata o art. 47 da Lei n , de 2005, diz respeito aos bens mencionados nesse artigo quando adquiridos para utilização como insumos, ou seja, a vedação se aplica à apuração de créditos com fundamento no inciso II do art. 3 da Lei n , de Essa vedação não prejudica o desconto de crédito calculado em relação a esses mesmos bens quando adquiridos para revenda, hipótese de que trata o inciso I do art. 3 da Lei n , de Dispositivos Legais: Lei n , de 2005, arts. 47 e 48; Lei n , de 2003, art. 3, incisos I e II. CARLOS HENRIQUE DE OLIVEIRA Chefe Substituto J) AS INDENIZAÇÕES DESTINADAS À REPARAÇÃO DE DANOS PATRIMONIAIS INTEGRAM A BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS NO REGIME NÃO CUMULATIVO. NO REGIME CUMULATIVO TAIS INDENIZAÇÕES SOMENTEM FORAM TRIBUTADAS ATÉ , conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 49, DE 26 DE JUNHO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins EMENTA: INDENIZAÇÃO. DANO PATRIMONIAL (DANO EMERGENTE).

12 As indenizações recebidas por pessoas jurídicas, destinadas, exclusivamente, a reparar danos patrimoniais, integram a base de cálculo para fins de incidência da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - Cofins (regime não-cumulativo das Leis nº /2002 e /2003). Até 27/05/2009, os valores referentes às indenizações recebidas por pessoas jurídicas, exclusivamente, para reparar dano patrimonial, integravam a base de cálculo da Cofins (regime cumulativo da Lei nº 9.718/1998); A partir de 28/05/2009, as indenizações recebidas por pessoas jurídicas, destinadas, exclusivamente, a reparar danos patrimoniais, não integram a base de cálculo da Cofins (regime cumulativo da Lei nº 9.718/1998). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, art. 2º e art. 3º, 1º; Decreto nº 4.524, de 17 de dezembro de 2002, art. 10; Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, art. 1º; Lei nº , de 27 de maio de 2009, art. 79, XII. ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: INDENIZAÇÃO. DANO PATRIMONIAL (DANO EMERGENTE). As indenizações recebidas por pessoas jurídicas, destinadas, exclusivamente, a reparar danos patrimoniais, integram a base de cálculo para fins de incidência da Contribuição para o PIS/PASEP (regime não-cumulativo das Leis nº /2002 e /2003). Até 27/05/2009, os valores referentes às indenizações recebidas por pessoas jurídicas, exclusivamente, para reparar dano patrimonial, integravam a base de cálculo da Contribuição para o PIS/PASEP (regime cumulativo da Lei nº 9.718/1998); A partir de 28/05/2009, as indenizações recebidas por pessoas jurídicas, destinadas, exclusivamente, a reparar danos patrimoniais, não integram a base de cálculo do PIS/PASEP (regime cumulativo da Lei nº 9.718/1998); DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, art. 2º e art. 3º, 1º; Lei nº , de 30 de dezembro de 2002, art. 1º; Lei nº , de 27 de maio de 2009, art. 79, XII. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL EMENTA: INDENIZAÇÃO. DANO PATRIMONIAL (DANO EMERGENTE). As indenizações recebidas por pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real ou presumido, destinadas, exclusivamente, a reparar danos patrimoniais, compõem a base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, somente pelo ganho de capital que for porventura apurado, decorrente do confronto da verba indenizatória e o valor contábil do bem. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995, art. 57, com a redação dada pela Lei nº 9.065, de 20 de junho de ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ EMENTA: INDENIZAÇÃO. DANO PATRIMONIAL (DANO EMERGENTE). As indenizações recebidas por pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real ou presumido, destinadas, exclusivamente, a reparar danos patrimoniais, compõem a base de cálculo do imposto de renda somente pelo ganho de capital que porventura for apurado, decorrente do confronto da verba indenizatória e o valor contábil do bem.

13 13 Na pessoa jurídica tributada com base no lucro real, o valor correspondente à contabilização da baixa do bem danificado, objeto de indenização, será indedutível para fins de apuração do imposto de renda. DISPOSITIVOS LEGAIS: Código Tributário Nacional, artigo 43; Instrução Normativa SRF nº 93, de 24 de dezembro de 1997, art. 32, 2º, art. 36, inc. X, art. 41, inc. X; Parecer Normativo CST nº 146, de 19 de dezembro de 1975; Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999 (RIR/99), arts. 418 e 521. ISABEL CRISTINA DE OLIVEIRA GONZAGA Chefe

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