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1 02/06/2010 YARA BRASIL FERTILIZANTES S.A. A Companhia A Yara International ASA é uma empresa global especializada em produtos agrícolas e agentes de proteção ambiental. A empresa, sediada em Oslo, tem cerca de funcionários, rendimentos anuais de aproximadamente NOK 62 bilhões e operações em mais de 50 países. VENDA Código em Bolsa ILMD4 Setor FERTILIZANTES Cotação em 26/05/10 R$ 37,49 Preço Alvo R$ 28,05 Potencial de Valorização (25,18%) Valor de Mercado (em mil) R$ Cotação Min./Max. R$ 29,80 / R$ 42,76 N de Ações (mil) Free Float 1,68% Índice P/L (2010) 107,1 anos COT/VPA (Mar/10) 461,1% Valorização Bovespa (ano) (8,3%) Valorização Ação (ano) 13,7% Valorização Ação (52 sem) - Pay Out 0,0% Cash - Yield 0,0% Caio Farme (CNPI) Maior fornecedor de nutrientes para a agricultura no mundo, com vendas em mais de 120 países. - Fortes posições em nichos de mercado, desde os produtos químicos até gelos secos. No Brasil, seu principal centro de operações encontra-se na cidade de Rio Grande, RS, onde possui uma unidade de Acidulação e Granulação para produção de Super Fosfato Simples (SSP), Super Fosfato Triplo (TSP) e outros fertilizantes complexos (NPK no grão). A capacidade de produção atual da unidade brasileira é de aproximadamente 850 mil toneladas por ano de fertilizantes simples, os quais são usados nas misturas para formulações NPK. No território brasileiro, a companhia conta com 10 plantas misturadoras próprias estrategicamente distribuídas em todo o país, onde se compram fertilizantes simples de fornecedores nacionais e do exterior para a mistura física de grânulos, o ensaque e a entrega ao cliente. A Yara Brasil Fertilizantes detém 15.3% da Fosfértil, como conseqüência da incorporação da Fertibrás S.A em Ademais, tem participação de 50% num projeto para exploração da mina de Fosfato de Anitápolis, SC, para produção de 300 mil toneladas de concentrado de rocha fosfática e 200 mil toneladas de ácido sulfúrico para produzir 540 mil toneladas por ano de Super Fosfato Simples (SSP). Porém, ambas as participações societárias encontram-se em processo de venda para Vale S.A., segundo informado ao Mercado em fato relevante publicado no dia 28 de janeiro de Página 1

2 Setor / Perspectivas Nos últimos três meses do ano de 2008, houve uma mudança radical no cenário econômico, provocada pelo agravamento da crise financeira nos Estados Unidos e sua influência nos demais países. A reversão de expectativas impactou a economia brasileira; os preços das commodities despencaram com a queda da demanda; a taxa de câmbio subiu drasticamente com a desvalorização do Real e, houve uma forte redução da oferta de crédito externa e interna. Com isso, o setor fertilizante sofreu conseqüências, como a queda de 10% a.a nas vendas internas, enquanto a produção diminuiu 16% a.a e a importação 42% a.a. Contudo, no início do 2S09, os preços das commodities agrícolas ainda continuavam baixos, mas com as medidas anticrise adotadas no Brasil e em outras economias o crédito voltou ao setor. Por conta desta melhora de cenário, a expectativa de vendas de fertilizantes aumentou para o patamar de Porém, as incertezas sobre o equilíbrio entre oferta e demanda, associada a valorização cambial, ajudaram a manter os preços baixos durante todo ano de 2009, com a recuperação sendo iniciada somente em dezembro daquele ano. Com relação ás perspectivas para o setor no Brasil, essas são favoráveis devido a: - Valorização das commodities agrícolas que terá como conseqüência o aumento da renda dos produtores e da área plantada. - Os fundamentos para a agricultura mundial continuam bastante positivos com a crescente demanda por alimentos e a disseminação do uso das políticas próbiocombustíveis. - As expectativas para a economia Chinesa continuam promissoras, sendo a China um importante país na demanda internacional de alimentos. Cabe ressaltar que o Brasil tem vantagens competitivas quando comparado aos demais países produtores agrícolas no mundo, já que apresenta: - Clima diversificado - Chuvas regulares - Energia solar abundante - Disponibilidade de quase 14% de toda água doce do planeta Segundo a Conab, atualmente o Brasil utiliza 47 milhões de hectares com a agricultura, sendo que o potencial total de terras para exploração no país é de 388 milhões de hectares, dos quais, 71 milhões ainda não foram explorados. Entre os principais riscos, destacamos: - Volta da forte desaceleração global, principalmente nas maiores economias do mundo, que levaria a uma queda no preço das commodities agrícolas. - Apreciação do real, já que o preço dos fertilizantes é negociado em dólar Página 2

3 PROJEÇÕES 2010 (R$ Mil) Receita Líquida Lucro Líquido EBITDA Dívida Líquida Dívida Líquida/EBITDA (vezes) 0,1 Fluxo Caixa Operacional Índice Preço/Lucro (em anos) 107,1 VM/Fluxo Caixa Oper. (vezes) 75,9 VM/EBITDA (vezes) 24,1 Retorno Patrimonial 2,5% PROJEÇÕES 2011 (R$ Mil) Receita Líquida Lucro Líquido EBITDA Aplicação Líquida Aplicação Líq/EBITDA (vezes) 0,2 Fluxo Caixa Operacional Índice Preço/Lucro (em anos) 47,5 VM/Fluxo Caixa Oper. (vezes) 87,8 VM/EBITDA (vezes) 21,0 Retorno Patrimonial 5,5% PROJEÇÕES 2012 (R$ Mil) Receita Líquida Lucro Líquido EBITDA Aplicação Líquida Aplicação Líq/EBITDA (vezes) 0,5 Fluxo Caixa Operacional Índice Preço/Lucro (em anos) 40,7 VM/Fluxo Caixa Oper. (vezes) 78,0 VM/EBITDA (vezes) 19,2 Retorno Patrimonial 5,5% Desempenho Recente A Receita Líquida da Yara Fertilizantes atingiu R$ 258,6 milhões no 1T10, apresentando um declínio de 36,1% em relação aos R$ 404,8 milhões obtidos no 1T09. Essa queda no faturamento líquido é explicada pelo menor preço de venda e de volume, que caíram 24% e 16%, respectivamente, quando comparados com o mesmo período do ano anterior. O Lucro Bruto somou de janeiro a março de 2010 o montante de R$ 20,1 milhões, contra o valor de R$ 821 mil verificados no 1T09. Desta maneira, a margem bruta passou de 0,2% no 1T09 para 7,8% no 1T10. O avanço no Lucro Bruto foi devido à queda de 41% no Custo dos Produtos Vendidos, na comparação dos dois períodos, já que em 2009, a baixa margem estava relacionada à queda de preços que afetou o mercado de fertilizantes no segundo semestre de 2008, na qual originou em grandes perdas sobre o valor dos estoques. As Despesas de Vendas, Gerais e Administrativas totalizaram R$ 30,0 milhões no 1T10, ficando dessa forma abaixo dos R$ 35,2 milhões registrado em igual período do ano anterior. A queda desses gastos é atribuída ao menor volume de vendas, que gerou menores despesas com fretes, e a economia gerada com a reestruturação operacional implementada no quarto trimestre de 2009, onde houve redução no quadro de colaboradores no escritório central. O Resultado Financeiro da companhia atingiu perda de R$ 14,2 milhões no 1T10, contra um resultado também negativo de R$ 17,0 milhões no 1T09. Essa ligeira melhora se deve aos ganhos com variação cambial sobre os passivos denominados em moeda estrangeira. O Resultado Operacional da empresa atingiu prejuízo de R$ 14,1 milhões no 1T10, após registrar prejuízo de R$ 44,6 milhões no 1T09. Desta maneira, a margem operacional alcançou -5,5% no 1T10, ante -11,0% no 1T09. O Prejuízo Líquido da Yara Brasil totalizou R$ 21,5 milhões no 1T10, ante resultado também negativo de R$ 46,8 milhões obtidos no 1T09. Assim, a margem líquida acabou passando de -11,6% no 1T09 para -8,0% no 1T10. O EBITDA fechou o 1T10 com valor de R$ 5,8 milhões, sendo que no 1T09, teve um prejuízo de R$ 21,5 milhões. Com isso, a margem EBITDA passou de -5,3% no 1T09 para 2,0% no 1T10. DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO (TRIMESTRAL) Rubrica 1T10 %RL 1T09 %RL Var. Receita Líquida R$ 258,6 100,0% R$ 404,8 100,0% (36,1%) Lucro Bruto R$ 20,1 7,8% R$ 0,82 0,8% 2351,2% EBITDA R$ 5,8 2,0% (R$ 21,5) (5,3%) NE Resultado Financeiro (R$ 14,2) (5,5%) (R$ 17,0) (4,2%) (16,5%) Lucro Operacional (R$ 14,1) (5,5%) (R$ 44,6) (11,0%) (68,4%) Lucro Líquido (R$ 21,5) (8,0%) (R$ 46,8) (11,6%) (54,1%) Página 3

4 Conclusão A Yara Fertilizantes deverá atingir um Lucro Líquido de R$ 20,7 milhões no exercício de 2010 ante R$ 3,3 milhões atingidos em Acreditamos que em 2010, a recuperação do preço médio dos fertilizantes iniciada no 4T09, terá continuidade, pois esperamos gradual crescimento dos preços das principais commodities agrícolas, aumento do volume de produção da safra e melhora no acesso ao crédito. No último dia 28/01/10, a Yara Brasil comunicou ao mercado que alienou para uma sociedade controlada pela Vale S.A, a participação direta e indireta de 15,5% na Fertilizantes Fosfatos S.A (Fosfértil) por US$ 785 milhões, bem como, sua participação societária no projeto Anitápolis de rocha de fosfato. Porém, a concretização da operação está sujeita ao fechamento da compra da Bunge Participações e Investimentos S/A pela compradora. Desde 2007, percebe-se que a companhia não cria valor para seus investidores/acionistas, na qual em 2009, apesar da melhora em relação a 2008, praticamente não houve retorno sobre os investimentos feitos na empresa. Indicadores 03M ROE -4,4% 0,7% -175,6% 15,6% LC 0,6 0,7 0,8 1,1 Div Br./P.L 47,4% 65,9% 665,4% 63,2% Receita Br Porém, é preciso dizer que apesar da fraca performance sobre os investimentos nos últimos anos, a companhia reduziu drasticamente seu nível de endividamento. A empresa fechou o 1T10 com uma dívida total de R$ 672,4 milhões, ante R$ 1,3 bilhões em Do total da atual dívida da companhia, 96,2% está denominada em moeda estrangeira e 97,9% alocada no curto prazo. Vale dizer que grande parte da dívida da companhia está relacionada ao contrato mútuo com partes relacionadas no exterior, rubrica esta que não se denomina no balanço patrimonial como empréstimos e debêntures de curto e longo prazo. Legenda OBS: ROE Rentabilidade sobre Patrimônio líquido (mostra o retorno do capital do acionista) OBS: LC Liquidez Corrente (capacidade da empresa em pagar suas obrigações a curto prazo). OBS: Div Br./ P.L Dívida bruta sobre Patrimônio Líquido (Mede a participação da dívida onerosa sobre Patrimônio Líquido da empresa) OBS: Receita Br. Está em mil reais O Índice Preço / Lucro da Yara Brasil para 2010 está em 107,1 anos, acima da média da amostra da Técnica que é de 14,9 anos. Considerando o Lucro Líquido projetado para 2010 e os 25% de destinação obrigatória, o dividend yield esperado para o mesmo ano seria de 2,7%. A projeção leva em conta o preço alvo para o mesmo período. Div Yield 10 P Média Div Yield 0,3% 7,5% OBS: A média do Div Yield foi calculada desde 2006 na forma trimestral. OBS: Não foi incluído no Div Yield 10 P, a distribuição dos dividendos referentes à venda da Companhia na participação que detém na Fosfértil e no projeto Anitápolis, na qual resultará num pagamento de US$ 800 milhões, sem considerar os descontos incorridos, sendo que a totalidade desse valor será distribuído aos acionistas, conforme informações da companhia. Página 4

5 Finalmente, o preço-alvo para as ações da companhia é de R$ 28,05 significando um potencial de desvalorização de 25,18% em relação ao fechamento do dia 26/05/10, de R$ 37,49, enquanto na amostra da Técnica temos um up-side médio de 33,17%. Como premissas para as projeções da YARA, consideramos: Receita Líquida crescendo 20,0% e 15,0% respectivamente em 2010 e Após esses dois anos, o faturamento líquido vai crescer 10,0% ao ano até o final das projeções. As perspectivas são muito positivas para o setor de fertilizantes tanto no curto, quanto no médio longo prazo, já que há a expectativa da melhora na demanda internacional e nacional por grãos, aumento da safra, melhora do acesso ao crédito, crescimento dos preços das principais commodities agrícolas, e pressão governamental para aumentar a produção de adubo, com possíveis incentivos. Para a margem EBITDA, estimamos 3,5%, até o final do período, visto que com a melhora esperada para o setor, a companhia terá melhores condições na administração dos estoques, fazendo com que não haja um descompasso entre o valor de venda dos produtos e o valor de aquisição dos mesmos, como ocorreu no final de 2008 e durante parte de 2009, com a crise financeira. Vale ainda dizer, que consideramos que as despesas administrativas terão um percentual de incidência menor em relação à receita líquida do que a média dos últimos 3 anos, em virtude da reestruturação operacional implementada. Quanto ao CAPEX, a empresa informou que pretende investir somente o suficiente para manter as operações. Para a alíquota do Imposto de Renda e Contribuição Social adotamos a incidência integral, pois segundo informações da companhia, a mesma não terá créditos tributários a serem recebidos. Desta forma, recomendamos a VENDA de suas ações, pois apesar das perspectivas bastante positivas para o agronegócio brasileiro, as projeções que envolvem o retorno sobre os investimentos na companhia e os múltiplos de mercado da mesma, continuarão sem atratividade nos próximos anos na comparação com o mercado e com as empresas do mesmo setor. Associado a esta não atratividade dos papéis da companhia, a empresa não apresenta bom nível de Governança Corporativa e não parece estar disposta a melhorar este nível nos próximos anos. Página 5

6 Análise Gráfica Projeção Gráfica para 31/12/2010 R$ 43,60 Cotação em 26/05/2010 R$ 37,49 Potencial de Valorização 16,30% Suporte (SU) R$ 30,30 Resistência (RE) R$ 43,60 Objetivo de Alta (OA) R$ 46,00 Objetivo de Baixa (OB) R$ 23,30 Tendência de Curto Prazo Lateral Tendência de Médio Prazo Alta Tendência de Longo Prazo Lateral A Ação encontra-se, atualmente, em formação lateral, denominada Triângulo Simétrico. O seu rompimento para cima projeta a ação na sua próxima Linha de Resistência, em R$ 43,60. Porém, recomenda-se o não posicionamento nesta Ação, visto que o rompimento para baixo deste triângulo projeta forte desvalorização. Para os posicionados, recomenda-se colocar ponto de stop logo abaixo do Suporte, em R$ 30,30. (GRÁFICO SEMANAL) Página 6

7 O Preço Alvo Elaboramos as projeções de resultados anuais da empresa até o exercício de 2018, e utilizando o método do fluxo de caixa descontado, obtivemos o preço alvo de R$ 28,05 por ação da Companhia (ILMD4), representando um potencial de desvalorização de 25,18% em relação ao preço de fechamento de R$ 37,49 do dia 26/05/10. Valores em R$ mil Período Valor Presente-Fluxos Taxa de Desconto 7,70% Taxa livre de risco 2, Risco de Mercado 5, Risco Brasil 2, Beta 0, Inflação Americana 2, Custo do Capital Próprio 3,88% Custo do Capital de Terceiros 10,50% Custo Médio Capital Ponderado 7,70% (+) Soma dos Fluxos (+) Perpetuidade = Soma dos Fluxos+Perpetuidade (+) Caixa Excedente Valor de Mercado (mil) R$ (+) Ativos não operacionais Potencial de Valorização (25,20%) (-) Dívidas ( ) Preço Alvo R$ 28,05 (+/-) Ajustes 0 Valor da Empresa (mil) DISCLAIMER Este Relatório foi preparado pela Técnica Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial (Técnica) para uso exclusivo do destinatário contratante dos serviços de consultoria de investimentos, não podendo ser reproduzido ou distribuído por este a qualquer pessoa sem expressa autorização da Técnica. Este Relatório é distribuído somente com o objetivo de prover informações, e o retorno e o risco associado de quaisquer decisões de investimento ou desinvestimento tomadas a partir de suas informações, são exclusivamente do usuário do relatório As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data de sua publicação. Entretanto, as informações aqui contidas não representam por parte da Técnica garantia de exatidão das informações prestadas e projeções efetuadas. As opiniões contidas neste Relatório são baseadas em julgamentos e estimativas, estando, portanto, sujeitas a mudanças. Sem prejuízo do Disclaimer acima e em conformidade com as disposições da Instrução CVM n 388, o analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declara que: (I) é certificado pelo CNPI e registrado na Comissão de Valores Mobiliários; (II) as análises e recomendações refletem única e exclusivamente suas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Técnica Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial; (III) não mantém vínculo direto com qualquer pessoa natural que exerça qualquer função de diretoria e/ou gerência na Companhia objeto da análise deste Relatório. (IV) não é titular, direta ou indiretamente, de ações e/ou outros valores mobiliários de emissão da Companhia objeto de análise deste Relatório, que representem 5% ou mais de seu patrimônio pessoal, e não está envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado; (V) sua remuneração é fixa e não está, diretamente ou indiretamente, relacionada à recomendação específica ou atrelada á precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da companhia objeto de análise neste Relatório. (VI) a Técnica Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial não é titular, direta ou indiretamente, de ações e/ou outros valores mobiliários de emissão da Companhia objeto da análise neste relatório, que representem 5% ou mais de seu patrimônio, e não está envolvida na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado. Página 7

8 As Projeções Fluxo de Caixa Projetado pela Legislação Societária (R$ mil) POR PERÍODO Lucro da atividade (+)Depreciação e amortização (+/-)Variação nas duplicatas a receber (31.733) (32.117) (24.623) (+/-)Variação nos estoques (14.315) (31.632) (24.251) (+/-)Variação nos fornecedores (+/-)Variação nos impostos a pagar (+/-)Variação nos salários e encargos (=)Variação Necessidade Capital Giro (34.175) (40.974) (31.135) (=)Fluxo de caixa da atividade (-)Pagamento do imposto de renda e CS (1.569) (11.047) (25.224) (-)Investimentos operacionais (27.498) (29.286) (31.190) (=)Fluxo de caixa operacional Demonstração de Resultados pela Legislação Societária (R$ mil) Vendas brutas ,6% ,6% ,6% ,6% (-) Impostos (74.581) -3,6% (89.613) -3,6% ( ) -3,6% ( ) -3,6% Vendas líquidas ,0% ,0% ,0% ,0% (-)Custo dos Produtos Vendidos ( ) -101,0% ( ) -90,0% ( ) -90,0% ( ) -90,0% (=)Lucro bruto (20.618) -1,0% ,0% ,0% ,0% (-)Despesas comerciais ( ) -5,7% ( ) -5,1% ( ) -5,0% ( ) -5,0% (-)Despesas administrativas (88.142) -4,2% (65.401) -2,6% (72.318) -2,5% (79.550) -2,5% (+/-) Outras desp./receitas operac. (10.006) -0,5% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% (=)Lucro da atividade ( ) -11,3% ,3% ,5% ,5% (+)Receitas financeiras ,7% ,2% ,2% ,2% (-)Despesas financeiras ( ) -13,8% (31.533) -1,3% (2.465) -0,1% (305) 0,0% (=)Lucro operacional ( ) -5,4% ,3% ,6% ,7% (+/-)Equivalência patrimonial 1 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% (=)Lucro líquido antes da CS e IR ( ) -5,4% ,3% ,6% ,7% (-)Provisão para contribuição social 0 0,0% (2.924) -0,1% (6.677) -0,2% (7.766) -0,2% (-)Provisão para imposto de renda ,5% (8.123) -0,3% (18.547) -0,6% (21.572) -0,7% (=)Lucro líquido do período ,2% ,9% ,7% ,8% (-)Participação acionistas minoritários 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% (-)Participações estatutárias 0 0,0% (751) 0,0% (1.714) -0,1% (1.993) -0,1% (=)Lucro dos acionistas controladores ,2% ,8% ,6% ,7% Balanço Patrimonial pela Legislação Societária (R$ mil) ATIVO PASSIVO Disponibilidades Fornecedores Clientes Financiamentos Estoques Sal./Trib./Contrib Outros Ativos Provisão p/ir Ativo Circulante Outros Passivos Passivo Circulante Acio./Soc./Coligadas Financiamentos Outros Outros Realizável a LP Exigível a LP Part Minoritários Investimentos Capital Imobilizado Reservas Diferido Result. Acumulados ( ) ( ) ( ) ( ) Permanente Patrimônio Líquido TOTAL TOTAL Página 8

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