Ata da vigésima quarta reunião do CBH-PN3. Aos doze dias do mês de junho, na sede do Comitê, situada a Avenida Antônio Thomaz Ferreira Rezende, nº

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1 Ata da vigésima quarta reunião do CBH-PN3. Aos doze dias do mês de junho, na sede do Comitê, situada a Avenida Antônio Thomaz Ferreira Rezende, nº 3180 Distrito Industrial, na cidade de Uberlândia, às 09h30min, reuniram-se os membros do CBH- PN3, no total de 23 conselheiros entre titulares e suplentes e demais convidados, para a discussão dos seguintes assuntos: Abertura e verificação de quorum; Discussão e Aprovação da Ata da reunião do dia 02 de abril de 2012; Informes Gerais; Discussão sobre o conflito pelo uso da água no córrego Sucuri no município de Gurinhatã; Informes e discussão da posição do Comitê sobre o processo eleitoral Municipal; Climatologia Apresentação: Prof. Dr. Sérgio Jerônimo de Andrade conselheiro do PN3, representante da Fundação Educacional de Ituiutaba FEIT/UEMG; Outros Assuntos e encerramento. Iniciando a reunião o presidente Nilo solicitou que todos fizessem silencio por um minuto para pedir a Deus que estivesse com todos os conselheiros para que os mesmo fizessem o seu melhor. Estando o quorum de acordo com as normas regimentais o presidente Nilo, colocou a ata da reunião do dois de abril de dois mil e doze em votação, e a mesma foi aprovada por todos os presentes exceto pelos conselheiros: Gustavo Malacco, representante da ANGÁ; Ângela Santana, representante da 13ª Subseção da OAB e Arlene Rocha, representante do IGAM, que abstiveram de votar por não estarem presente na reunião do dia dois de abril. Dando continuidade o Conselheiro Marcelo Gouveia, representante do Sindicato dos Produtores Rurais de Ituiutaba e secretário do Comitê justificou as seguintes ausências: Nicolau Santos Oliveira, representante do DER; Dora Drummond, representante da 44ª subseção da OAB-Ituiutaba, que por motivo de viagem ao exterior não pôde participar da reunião; Flávia Brito, representante da Triálcool e Fabianna Muller da Laginha Agroindustrial S/A Vale Paranaíba, que por compromissos de trabalho agendados não poderiam comparecer; Maria Regina Cintra, representante do IGAM, não pôde comparecer, porem designou a Srª Arlene Cortes da Rocha para representá-la nesta reunião; Vanusia Satiro Francom, representante da ARPA-SV; Vanda Davi F. de Oliveira, representante da AMEDI; Suzana de Lima representante da Prefeitura Municipal de Cachoeira Dourada; Renata Franceschi, representante da Prefeitura Municipal de Araporã, que por contenção de gastos na prefeitura não pôde participar da reunião; Carlos Migueletto e Altair Roberto, ambos representantes da Ruralminas, que não puderam participar devido a falta de recursos e burocracia do Estado em liberar diárias e veículos para viagens; Gilson A. Guimarães e Walmir 1

2 Perusso, que por dificuldades financeiras da Coordenadoria Regional do IMA, não puderam participar e Sandoval Teodoro, representante do Sindicato dos Produtores Rurais de Santa Vitória, que não pôde participar por estar em processo de finalização contábil da festa Agropecuária de Santa Vitória. Ainda com a palavra o conselheiro Marcelo Gouveia, comunicou a plenária a substituição de representante da Prefeitura Municipal de Prata, que passa a ser representada por Rodrigo Augusto Dias Rodrigues; comunicou também o recebimento do requerimento de exclusão do Comitê do Sr. João Batista de Souza, representante da Prefeitura Municipal de Ipiaçu, e informou aos presentes que o oficio já foi enviado ao Prefeito solicitando a substituição do representante. Em seguida notificou: o recebimento do ofício circular nº 7/2012/AA- ANA, que trata sobre o Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas PRODES 2012; notificou ainda o recebimento do convite para que o PN3 participe da segunda reunião referente a formação do conselho consultivo do Refúgio de Vida Silvestre Estadual dos Rios Tijuco e da Prata, que será realizada no dia treze de junho, às quatorze horas na Associação Comercial de Ituiutaba, para representar o PN3 nesse conselho foi indicada a Sr. Anamaria Moya do Instituto Caipônia; notificou também o recebimento da convocação para a octogésima nona reunião ordinária da Unidade Regional Colegiada Triangulo Mineiro e Alto Paranaíba do Conselho Estadual de Política Ambiental COPAM, que será realizada no dia quinze de junho, às nove horas da manhã na FIEMG, situada à Avenida Rondon Pacheco, número dois mil e cem, bairro Vigilato Pereira em Uberlândia, na qual terá como representante do PN3 o Conselheiro Bertholdino Apolônio Teixeira Junior, indicado pelo comitê como segundo suplente, no referido conselho. Ainda dentro dos informes gerais o conselho Marcelo, a pedido do Conselheiro Ademar da EMATER, comunicou a realização da vigésima quarta semana da Família Rural, que será realizada entre os dias dez e treze de julho, na fazenda sobradinho, do Instituto Federal do Triangulo Mineiro, IFTM Campus Uberlândia, onde serão realizados diversos cursos e para finalizar acusou o recebimento da revista do Comitê da Bacia Hidrográfica do Pardo, que está disponível para consulta de todos na secretária do Comitê. Prosseguindo o presidente Nilo passou a palavra à plenária para que os conselhos dessem seus informes. A representante do IGAM nesta reunião, Srª. Alrlene Rocha informou que hoje às 14hs será realizada no Sindicato dos Produtores Rurais de Uberlândia, uma reunião com os representantes da Associação dos usuários de água das Bacias com Decreto de Áreas de Conflitos 2

3 DAC onde haverá a aprovação do estatuto dentre outras deliberações. A conselheira Leila Rezende da Associação Pomar informou que participou do Seminário Água e Patrimônio Cultural, realizado pela Agência Nacional de Águas - ANA, em conjunto com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, nos dias 17 e 18 de abril, em Brasília. O seminário teve como objetivo debater o tema e apresentar os principais instrumentos legais de proteção desse recurso, disponíveis nas legislações de meio ambiente, recursos hídricos, fomento ao turismo e proteção ao patrimônio cultural. A conselheira informou ainda que para garantir a proteção do patrimônio hídrico qualquer um pode pedir o tombamento de um trecho de rio, feito isso o trecho não poderá mais ser utilizado. Os interessados devem solicitar o tombamento ao IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. A conselheira aproveitou o momento para informar a planaria que ela e o conselheiro Gustavo Malacco irão participar da Rio + 20 conferência das Nações Unidas sobre o desenvolvimento sustentável -, que será realizada no Rio de Janeiro entre os dias treze a vinte e dois de junho. Com a palavra o presidente Nilo ressaltou que o PRODES informado no oficio da Agencia Nacional de Águas ANA, trata se do Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas e consiste na concessão de estimulo financeiro pela união, na forma de pagamento pelo esgoto tratado, a prestadores de serviço no saneamento que investirem na implantação, ampliação e operação de Estações de Tratamento de Esgotos ETEs, objetivando reduzir a poluição hídrica no país e induzir a implementação de sistemas de gerenciamento de recursos hídricos. Sobre o PRODES o presidente informou ainda que entre as bacias hidrográficas priorizadas para a classificação de empreendimento no ano de dois mil e doze está a bacia do Paranaíba, e que os Comitês que tiverem recursos e quiserem destinarem parte destes recursos para o PRODES poderão contribuir, o que não é o caso do PN3, sendo assim passou o oficio para a conselheira Maria Pedrosa, representante da Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paranaíba AMVAP para que a mesma leve a informação aos municípios associados. O conselheiro Thiago Nascimento, representante da FIEMG pediu a palavra para informar que a FIEMG em parceria com o IGAM irá realizar um curso de capacitação para elaboração de projetos para captação de recursos do FHIDRO, assim que o convite estiver pronto enviará aos demais conselheiros. Em seguida o conselheiro Gustavo informou a plenária que ele juntamente com a conselheira Cristina Garvil representante do Caiponia, participaram 3

4 em Belo Horizonte no dia cinco de junho de uma reunião da CTIL do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, reunião que trazia em sua pauta o recurso sobre a decisão do PN3 em relação aos processos de outorga da Alupar Empreendimentos que trata da PCH Cutia Alto e Cruz Velha. O conselheiro manifestou sua indignação, pois o comitê não foi notificado sobre reunião, e a desculpa apresentada é que o do Comitê que está cadastrado no IGAM está desatualizado, assim como a informação do nome do presidente que nos arquivos do IGAM ainda constam o nome da Conselheira Cristina Garvil. O processo foi retirado de pauta pela Presidente da CTIL Drª. Paula Aguia, representante da FIEMG; que questionada sobre a atitude, disse estar dentre suas competências de presidente da CTIL. Mais uma vez fomos lesados, pois caso ocorresse a votação, do recurso dos empreendedores, em relação à decisão do PN3, seria indeferido, visto que a Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais - FAEMG e a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - SEAPA nos acompanhariam juntamente com o Rogério Sepúlveda, representante do Instituto Guaicuy e o Mauro da Costa Val, representante do Instituto Ekos, por isso a retirada de pauta pela FIEMG; O IGAM pediu desculpas pela falta de comunicação com o PN3, destacando que ocorreu uma falha de comunicação e que não se repetirá. O conselheiro Gustavo mencionou que o procurador do IGAM pediu desculpas pelo ocorrido, mas não o fez em público. As explicações dos empreendedores e da equipe técnica da SUPRAM TM/AP não foram esclarecedoras, restando muitas dúvidas, especialmente ao impacto causado aos produtores rurais, relacionado à disponibilidade de água. O presidente da CTOG/CERH, representante da SEDESE, solicitou que que ocorra uma reunião conjunta entre CTOG/CTIL para a decisão dos processos das PCHs. Isto é uma manobra da SEDESE e da FIEMG, pois perceberam que será difícil passar o processo na CTIL, por conta dos produtores rurais. Segundo informação da Drª. Paula Aguiar, presidente da CTIL, o processo não seguirá para o CERH, pois o CERH delegou este tipo de decisão a CTIL. O conselheiro consultou um companheiro do CERH, e o mesmo destacou que a delegação ocorreu na penúltima plenária do CERH, mas que ficou ressaltado que cabe recurso ao CERH a decisão da CTIL. Segundo o conselheiro Gustavo Malacco o governo do Estado de Minas manobrou de todas as formas: primeiro agendando uma reunião extraordinária da CTIL, em véspera de feriado, e na semana do meio ambiente, sem avisar ao PN3, e ainda pautou processo tão espinhoso; manobrou quando verificou que perderia na votação da CTIL, 4

5 e solicitou a FIEMG a retirada do processo; manobrou na proposição da SEDESE da reunião conjunta CTOG/CTIL. Segundo a presidente da CTIL o processo deve voltar a pauta no final do mês, após a Rio+20, mas não pode garantir nada. Sr. Roberto, vicepresidente do PN3 e representante da APROCAR, perguntou se o PN3 diante da situação colocada não poderia denunciar o caso ao ministério publico. O conselho Gustavo explicou que o PN3 não tem personalidade jurídica, neste caso só se as instituições que o compõem fizessem a denuncia. Com a palavra a conselheira Cristina Garvil do Instituto Caipônia que também participou da reunião, manifestou sua indignação quanto ao ocorrido e falou que Comitê é formado por pessoas preocupadas com o meio ambiente e que dedicam seu tempo por esta causa, e ao participar de uma reunião como foi esta, onde o Comitê é comparado a um empreendedor, uma situação que demonstrou o tempo todo, uma atitude opressiva do governo, fazendo com o Comitê perca sua soberania, não enxergando o Comitê como quarto poder. A conselheira ressaltou que o PN3 funciona com eficácia e personalidade, é um Comitê diferente de muitos Comitês, e que no caso da denuncia questionada pelo Sr. Roberto, seria uma denuncia contra o Estado e não contra o empreendedor. A conselheira destacou que a democracia foi abaixo, quando houve a usurpação do poder, claramente mostrada pelas atitudes do governo na referida reunião. Se levarmos em conta tudo o que aconteceu na reunião, podemos afirmar que tudo que fazemos aqui no Comitê, não passa de brincadeira. A conselheira Leila representante da Associação Pomar, com a palavra, informou aos presentes que o governo de Minas regionalizou o COPAM e não regionalizou o conselho de desenvolvimento social, no qual o secretário de meio ambiente é o presidente, sugeriu que o PN3, notifique o conselho de desenvolvimento social, colocando a realidade do Comitê e solicitando que assuntos como esses, sejam informados ao Comitê. O conselheiro Volnei, representante da Prefeitura Municipal de Capinópolis, questionou se diante de tal situação a legislação vigente não está em conflito. O conselheiro Thiago Nascimento, por questão de ordem e porque a FIEMG foi citada, pediu a palavra e esclareceu que o diário oficial é o meio utilizado para a publicação dos atos do governo, e que se o Comitê não foi informado sobre a realização da reunião tem que ir mesmo atrás, e que ao contrario do que foi colocado a FIEMG não defende PCH, a FIEMG é representante do setor executivo. A Srª. Arlene Rocha, hoje aqui representando o IGAM, informou que a Lei em momento algum delega poderes aos Comitês, a lei cria e define critérios. A 5

6 representante do IGAM destacou ainda que o Estado de Minas Gerais através da lei é o único estado que dá poder aos Comitês para dar ou não outorga. A DN CERH 07 de dois mil e quatro, é a deliberação que define o que é e o que não é empreendimento de grande porte, é uma deliberação mal definida e está em revisão. A srª. Arlene alertou os presentes que no processo de revisão tudo o que os Comitês incomodam será retirado, e que a outorga e reserva de água que estão discutindo e votando aqui, somente o estado de Minas faz, e que não veremos isso em outros estados. O conselheiro Marcelo Gouveia manifestou se dizendo que os conselheiros participam das reuniões por livre e espontânea vontade, porem percebe que os mesmos não levam o que está sendo discutido nas reuniões para as instituições que representam, é importante o repasse das ações e decisões para as associações comerciais, associações de usuários, sindicatos de produtores rurais, representantes das indústrias. O conselheiro reforçou que diante da atitude da representante da FIEMG, Drª. Paula Aguiar, na reunião da CTIL do CERH, a FIEMG como representante da indústria, como defendeu o conselheiro Thiago Nascimento, não levou em consideração a indústria e os produtores rurais da região, solicitou que todos divulguem em suas instituições o que está acontecendo aqui. O conselheiro Gustavo mencionou que durante foi discutido muito de quantidade e não a qualidade e que percebeu que há posições diferentes dentro do governo. Para finalizar sua fala o conselheiro sugeriu que fosse realizada uma reunião com o diretor regional ou qualquer outro representante da FIEMG, com o objetivo de conversar com o setor produtivo. O presidente Nilo interrompeu a discussão e informou que este assunto é importante demais para o Comitê e não estava na pauta, sugeriu retornar a pauta e retornar o assunto depois. Passando para o próximo item da pauta, a palavra foi passada ao conselheiro Marcelo Gouveia, que informou a plenária que o Sr. Laércio Frason solicitou que o Comitê arbitrasse sobre o conflito existente no córrego sucuri, onde o mesmo se senti prejudicado por intervenções realizadas por seus vizinhos em determinados trechos do rio causando alagamento em sua propriedade. O conselheiro Marcelo informou que a área está embargada há cinco anos, e explicou que um dos envolvidos mudou o curso do rio e não devolveu ao curso natural do rio, despejando a água na propriedade do Sr. Laércio, e o que está sendo solicitado é que a água volte ao curso natural do rio antes de cruzar a rodovia. O professor Sergio representante da FEIT/UEMG Campus de Ituiutaba, perguntou sobre a vazão retirada, e o Sr. Pedro 6

7 respondeu que é de 70%. O conselheiro Marcel, representante da SAE de Ituiutaba, questionou onde e como o PN3 entra nesse conflito, pois pelos dados apresentados aparenta uma questão judicial. O presidente Nilo respondeu que o Sr. Pedro solicitou a intervenção do Comitê Federal, que repassou a demanda ao PN3, pois o conflito ocorre na área de abrangência do PN3, e que a questão judicial já está sendo realizada. A Srª. Arlene Rocha, representante do IGAM nessa reunião, disse ter participado do parecer sobre o conflito do córrego sucuri e informou que a área informada é uma área de APP, e não cabe ao Comitê definir se é APP ou não, informou ainda que o barramento que foi realizado não pode ser desfeito, não pode ser realizado um dreno, pois isso já existe, e se os conselheiros forem lá, verão que toda a plantação de cana do Sr. Laércio está na APP. O Sr. Pedro pediu a palavra para informar que está diante de uma grande fraude, que não vai se sustentar na justiça tem gente que chega a sua propriedade e diz que a área é vereda, outros falam que é uma área brejosa, porem a cinco anos a água vem sendo derramada em sua propriedade, e o estranho é que somente depois há um ano é que foi feito um auto de infração no qual não menciona que a área é vereda, para ele não adianta os técnicos falarem que é APP, porque não é. Sr. Pedro afirmou ainda que não desfazendo dos presentes conselheiros, mas que ele não precisa do Comitê para falar o que ele já sabe e inclusive tudo está registrado em um livro, onde constam as falcatruas do governo de Minas, declarou ainda que a força do comitê tem que ser mais firma, para não acatar tudo o que está sendo imposto. A conselheira Sandra Borges, representante da Prefeitura Municipal de Uberlândia, pediu a palavra e informou que é formada em Ciências Biológicas, e que trabalha com intervenção em APP, para falar que analisando as imagens a área é mesmo APP, e propôs a formação de uma equipe técnica para analisar melhor o local. O conselheiro Marcelo Gouveia, afirmou que quem montou as imagens foi um técnico e não uma pessoa leiga no assunto, disse ainda que o documento foi montado através de estudos e depoimentos de pessoas que vivem no local. A conselheira Sandra informou que não está questionando o estudo apresentado, apenas reforça que para que o Comitê emita algum parecer é necessário que tenha seu próprio diagnostico, deixou bem claro que não está indo contra os autores do livre e nem contra os técnicos. O presidente Nilo sugeriu então que os conselheiros aceitassem o parecer emitido pela CTIL ou que então fosse montada uma equipe técnica para visitar o local. A conselheira Edilene Maroto, representante do IEF, pediu a palavra e informou que 7

8 parte do que gostaria de falar já foi falado pelas conselheiras Sandra e Arlene, e falou que de seu ponto de vista tem que ser levado em conta o que já foi imposto pelo órgão ambiental, e que se lembra de ter passado em suas mãos um documento sobre o assunto, então sugeriu que esses documentos fossem resgatados na SUPRAM. O conselheiro Ademar, representante da EMATER, questionou que hoje pode ser APP mas que daqui cinco anos pode ser descaracterizada, e então como fica a área. A representante do IGAM informou que continuará sendo APP, e lembrou que APP é a área de 50 mts próximo do curso d agua. O conselheiro Gustavo informou que se senti incomodado em tomar alguma decisão, pois aparentemente antes a área não era APP, e agora com os drenos passou a ser APP. O conselheiro Marcel perguntou se o parecer solicitado é para atender alguma demanda judicial. O presidente Nilo informou que é para atender a solicitação do Comitê Federal. Ainda com o palavra o presidente Nilo, baseado nas palavras ditas pelo Sr. Pedro que não precisa do Comitê para saber o o que ele já sabe, propôs retirar o assunto da pauta e devolve-lo ao Comitê Federal, ou então realizar através da CTIL com a participação de todos os conselheiros, três reuniões para só então tomar uma decisão. Sr. Pedro pediu a palavra para esclarecer que não importa ouvir o que ele já sabe em relação à questão judicial, e que se os conselheiros assim desejarem podem continuar a discussão do assunto. Sendo assim o presidente Nilo fez a seguinte proposta, devolver a demanda ao Comitê Federal ou então chamar as partes envolvidas, os órgãos ambientais e também o professor Glein para falar na CTIL. A maioria dos presentes foram favoráveis a segunda opção. Dando continuidade a reunião, o próximo item foi sobre as eleições municipais, assunto que preocupa pois não vê as prefeituras andando junto com o Comitê, e sugeriu que fosse elaborado um documento onde os candidatos garantissem uma aliança com o Comitê. A conselheira Leila informou que já havia pensando nisso e sugeriu enviar o documento também a promotoria de Bacias. O conselheiro Gustavo ressaltou a importância de trazer a promotoria de Bacias para o Comitê, alegando que o PN3 tem que ser mais incisivo quanto a participação da promotoria nas reuniões. Em seguida a palavra foi passada ao Professor Sergio, representante da FEIT/UEMG Campus Ituiutaba, que agradeceu o convite para ministrar a palestra sobre Climatologia, que através de slides e da estação automática de Ituiutaba, através do Site do INMET, mostrou aos presentes como a mudança climática pode afetar determinas regiões e como a climatologia é importante para a questão ambiental. Após a apresentação, a 8

9 conselheira Cristina Garvil, disse que as mudanças climáticas podem ser regionais e globais e questionou se a quando houve a instalação da usina hidrelétrica próxima a Ituiutaba se houve alteração no clima. O professor respondeu que sim. Em seguida o presidente Nilo passou a palavra para que o conselheiro Rodrigo Dias, novo representante da Prefeitura Municipal de Prata se apresentasse. Em seguida esclareceu que a participação dos conselheiros Gustavo Malacco e Cristina Garvil na reunião da CTIL do CERH foi para enriquecer o processo e solicitou ao coordenador da CTIL do PN3 que agende o mais rápido possível uma reunião para estudar a defesa dos empreendedores no caso das PCH s Cutia Alto e Cruz Velha e outra para analisar melhor o conflito do Córrego Sucuri. Nada mais havendo a tratar o presidente Nilo agradeceu mais uma vez à participação de todos e encerrou a reunião. Uberlândia, doze de junho de dois mil e doze. 9

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