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1 CADERNO IDC Nº 55 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, Lisboa, Portugal Tel A Utilização da Internet em Portugal OPINIÃO IDC Apesar das dificuldades que assolam a indústria de Tecnologias de Informação e Telecomunicações (TIC) nos últimos anos, em especial no que toca às empresas que têm o seu modelo de negócios assente na Internet, a sua utilização continua a aumentar e a evoluir de forma impressionante. Esta evolução têm vindo a se verificar quer no mercado doméstico, quer no empresarial. Nas últimas previsões realizadas pela IDC em meados de 2002, prevíamos que em finais de 2003, 5 das empresas e 3 dos lares portugueses possuiriam acesso à Internet. Após duas sondagens realizadas nestes mercados no início deste ano, verificamos que pouco menos de 7 das empresas e cerca de 3 dos lares já possuíam acesso à Internet o que, para além de superar as nossas expectativas, evidencia o contínuo crescimento da utilização da Internet. No caso específico do mercado doméstico, a evolução dos vários indicadores não tem sido contudo, apenas marcada por aspectos positivos. As assimetrias são enormes, existindo um fosso significativo entre os níveis de penetração, de utilização da banda larga, e de interesse em adoptar a Internet, entre a zona de Lisboa e Vale do Tejo e as restantes zonas analisadas. Se persiste o interesse do governo em que as populações em geral tirem partido das capacidades da Internet para um aumento da qualidade e eficácia das suas rotinas escolares e profissionais, para melhoria dos seus conhecimentos e competências, programas de apoio financeiro e de pedagogia terão de ser promovidos rapidamente, sob pena que as assimetrias se tornem ainda mais fortes e consequentemente de resolução mais complexa e difícil. No que toca ao mercado empresarial, e não obstante os resultados desta última sondagem terem ultrapassado, pela positiva, todas as nossas expectativas, também há uma clara e natural assimetria entre as pequenas e grandes empresas. Esta diferença é visível em todas os estágios de adopção da Internet, desde a própria penetração, tecnologia de acesso utilizada, implementação de Web sites e outros serviços complementares, como é o caso da utilização de redes privadas virtuais também aqui analisado. Abril 2003

2 ÂMBITO Este Caderno tem como objectivo disponibilizar uma panorâmica do estado actual da utilização da Internet em Portugal, no sector doméstico e empresarial. Mais concretamente, esta publicação centra a sua análise na apresentação dos resultados de duas grandes sondagens realizadas pela IDC no primeiro trimestre de A primeira, levada a cabo em Janeiro e Fevereiro de 2003, teve como base uma amostra de 805 empresas representativa do tecido empresarial português e a segunda, realizada em Março de 2003, contou como uma amostra de unidades representativa das famílias residentes em Portugal continental que possuem pelo menos um telefone fixo IDC

3 RESULTADO DA SONDAGEM AO MERCADO EMPRESARIAL ACESSO À INTERNET A superar as previsões publicadas pela IDC em Agosto de 2002, onde dissemos que em finais de 2003 apenas cerca de 5 das empresas teriam acesso à Internet, e não obstante as margens de erro inerentes à uma sondagem deste género, verificamos que em finais de Fevereiro quase 7 das empresas já possuíam acesso à Internet. É visível que este crescimento deve-se em muito pela adesão em peso das empresas com menos de 100 funcionários no passado recente, as quais pelo facto de corresponderem a quase 99% do número total de empresas em Portugal, ditam o comportamento de todo o mercado. Mais especificamente, acreditamos que a crescente e contínua divulgação dos acessos em banda larga no sector doméstico, primeiro liderado pela TV Cabo e posteriormente pelo Sapo e o Clix, teve um impacto quase que directo junto das pequenas empresas. É contudo visível a diferença entre as grandes e as pequenas empresas: enquanto que nas primeiras quase a totalidade já utiliza a Internet, nas pequenas, pouco mais da metade possui acesso. FIGURA 1 ACESSO À INTERNET NO MERCADO EMPRESARIAL POR DIMENSÃO DE EMPRESA ,6% 13, ,4% % de empresas ,6% 43,8% 63,5% 91, 85, 20,9% 47,9% Total Dimensão da empresa Mais de 2 anos Menos de 2 anos Fonte: IDC, Março 2003 Base: Todas as empresas Notas: Dimensão da empresa 1: (1 9) se 0 < nº de funcionários <10 2: (10 99) se 9 < nº de funcionários <100 3: ( ) se 100 < nº de funcionários <500 4: (500 + ) se nº de funcionários> IDC 3

4 TECNOLOGIAS DE ACESSO Apesar da crescente adesão das pequenas e médias empresas à Internet, a sua utilização ainda é bastante incipiente: ao constatar este facto está a elevada proporção das empresas com menos de 10 empregados que, apesar de possuírem acesso, ainda utilizam uma ligação RDIS ou até mesmo um modem tradicional. Sabendo que a oferta do ADSL só foi disponibilizada de forma comercialmente atractiva para as pequenas empresas durante o ano de 2002, é já notável o seu peso no total das ligações cerca de 18%. É importante também salientar que, apesar do seu lançamento de forma concorrencial apenas ter sido feito pelo menos um ano após ao do Cabo, o ADSL (o xdsl utilizado pela maioria das pequenas e médias empresas) já possui mais do que o dobro de ligações no sector empresarial. No que toca as empresas com mais de 100 funcionários, onde a capacidade financeira e o factor de escala favorece a um maior ROI, as ligações dedicadas já são utilizadas por mais de 5 das organizações, valor que, ao comparar com os resultados obtidos no ano passado, evidenciam um elevado crescimento. FIGURA 2 TIPO DE ACESSO À INTERNET UTILIZADO NO MERCADO EMPRESARIAL POR DIMENSÃO DE EMPRESA % de empresas % 5% 5% 5% 8% 1 8% 18% 8% 18% 18% 5 77% 34% 9% 3 7% 8% 34% 48% 6% 7% % Total Dimensão da empresa RDIS Analógico via modem xdsl Cabo Dedicado Não sabe Fonte: IDC, Março 2003 Base: Empresas com acesso à Internet Notas: Dimensão da empresa 1: (1 9) se 0 < nº de funcionários <10 2: (10 99) se 9 < nº de funcionários <100 3: ( ) se 100 < nº de funcionários <500 4: (500 + ) se nº de funcionários> IDC

5 FORNECEDORES DE ACESSO Quanto ao fornecedor de acesso utilizado no mercado empresarial, e não obstante só dispormos de dados para as empresas com 10 ou mais funcionários, é claro e compreensível haver uma correlação entre a dimensão da empresa e a concentração do mercado: quanto maiores as empresas, menos são os fornecedores. No extremo, no caso daquelas com mais de 500 funcionários, os três maiores fornecedores (PT Prime, Oni e Telepac) possuem mais de 75% de quota de mercado. No que toca às empresas com menos de 100 funcionários, há uma clara fragmentação do mercado: apesar da Telepac possuir mais de 3 de quota de mercado, são mais de 10 os fornecedores que estão presentes neste segmento. FIGURA 3 FORNECEDOR DE ACESSO À INTERNET UTILIZADO NO MERCADO EMPRESARIAL POR DIMENSÃO DE EMPRESA % de empresas Não sabe Outro PT Prime CaboVisão IOL TV Cabo Sapo Clix Vizzavi Novis Jazztel Via Networks KPNQw est Dimensão da empresa Oni Telepac Fonte: IDC, Março 2003 Base: Empresas com acesso à Internet Notas: Dimensão da empresa 1: (10 99) se 9 < nº de funcionários <100 2: ( ) se 100 < nº de funcionários <500 3: (500 + ) se nº de funcionários> IDC 5

6 WEB SITES Das quase 7 das empresas que já possuem acesso à Internet, menos de 4 possui um Web site, ou seja, cerca de 28% do total. Paralelamente ao verificado com as estatísticas referentes ao acesso à Internet, é nas grandes empresas, como é natural devido a capacidade financeira, onde a existência de Web sites é superior. Não obstante a ainda pequena utilização da Internet como meio de comunicação e venda de produtos e serviços nas empresas com menos de 100 funcionários, é evidente e notório o interesse deste segmento em implementar um Web site 15% nas empresas com menos de 10 funcionários e 1 naquelas com mais de 9 e menos de 100 funcionários. FIGURA 4 EXISTÊNCIA DE WEB SITE NO MERCADO EMPRESARIAL POR DIMENSÃO DE EMPRESA % de empresas % 1 1 6% 28% 5% % 1 9% 15% 85% 15% 65% 49% 36% 39% Total Dimensão da empresa Possui Em 2003 Em 2004 ou depois Não pretende Não sabe Fonte: IDC, Março 2003 Base: Empresas que possuem acesso à Internet Notas: Dimensão da empresa 1: (1 9) se 0 < nº de funcionários <10 2: (10 99) se 9 < nº de funcionários <100 3: ( ) se 100 < nº de funcionários <500 4: (500 + ) se nº de funcionários> IDC

7 IP VPN No que toca à utilização de uma IP VPN, e apesar de haver uma correlação entre a implementação de Web sites, a sua utilização ainda é muito incipiente: no total, apenas 6% das empresas que possuem acesso à Internet utilizam esta tecnologia. Quanto às intenções, é junto das maiores empresas onde se verifica o maior interesse, aliás, nas menores empresas, cerca de 7 diz claramente que não pretende utilizar este tipo de tecnologia. FIGURA 5 UTILIZAÇÃO DE IP VPN NO MERCADO EMPRESARIAL POR DIMENSÃO DE EMPRESA % de empresas % 69% 6% 65% 4% 2 4 6% 1 45% 1 39% Total Dimensão da empresa 2 68% 6% Possui Em 2003 Em 2004 ou depois Não pretende Não sabe Fonte: IDC, Março 2003 Base: Empresas que possuem acesso à Internet Notas: Dimensão da empresa 1: (1 9) se 0 < nº de funcionários <10 2: (10 99) se 9 < nº de funcionários <100 3: ( ) se 100 < nº de funcionários <500 4: (500 + ) se nº de funcionários> IDC 7

8 INTENÇÕES DE OBTER ACESSO Em relação a aquelas empresas que ainda não possuem acesso à Internet, e apesar de 66% das empresas com menos de 10 funcionários dizer que não pretende obter acesso, é evidente a rápida tendência de massificação da Internet nas empresas com mais de 10 empregados mais de 37% das empresas com mais de 9 e menos de 100 funcionários pretendem obter acesso à Internet em menos de 1 ano. Em resumo, das pouco mais de 3 de empresas que ainda não possuem acesso, cerca de 25% pretendem obtê-la em menos de um ano, o que, se as intenções se concretizarem, significa que em finais de 2003 mais de 75% das empresas terão acesso à Internet. No que toca às grandes empresas, e apesar de em termos europeus este facto já ter acontecido há mais de dois anos, é expectável que ainda este ano todas as empresas portuguesas com mais de 100 funcionários tenham acesso à Internet. FIGURA 6 INTENÇÃO DE OBTER ACESSO À INTERNET NO MERCADO EMPRESARIAL POR DIMENSÃO DE EMPRESA % de empresas % 2 66% % 37% 2 25% Total Dimensão da empresa Em menos de 1 ano Daqui a 1 ano Não pretende Não sabe Fonte: IDC, Março 2003 Base: Empresas que não possuem acesso à Internet Notas: Dimensão da empresa 1: (1 9) se 0 < nº de funcionários <10 2: (10 99) se 9 < nº de funcionários <100 3: ( ) se 100 < nº de funcionários <500 4: (500 + ) se nº de funcionários> IDC

9 RESULTADO DA SONDAGEM AO MERCADO DOMÉSTICO Conforme apresentado na introdução deste Caderno, e de forma a permitir uma análise mais rigorosa e consistente, os resultados referentes à sondagem ao mercado doméstico têm por base um inquérito realizado junto das famílias (também aqui designadas por lares) residentes em Portugal Continental com pelo menos um telefone fixo. Lembramos que esta metodologia deve ser considerada quando comparados os seus resultados com outras pesquisas, as quais, na maioria das vezes, utilizam como unidade amostral indivíduos e não lares. Contudo e se considerarmos que no último inquérito cerca de 2 de respondentes utilizadores da Internet tinha acesso em casa, podemos de alguma forma sustentar que se verificou um crescimento significativo do número de lares com acesso à Internet e consequentemente do número de internautas. Como poderemos ver mais adiante, existem diversas razões para os níveis de penetração actuais, mas a mais significativa permanece sendo a dificuldade em adquirir um computador (PC). Não obstante ter sido identificada a urgência de medidas de carácter público de combate à situação, e a consequente contemplação no Plano Operacional para a Sociedade de Informação, através da criação de "condições para a oferta maciça de produtos adaptados ao mercado familiar de modo a multiplicar por quatro o número de computadores com ligação à Internet existentes nos lares portugueses", ainda não foram estabelecidos planos de acção neste domínio. A acontecer constituirá certamente um factor de aceleração da instalação de PC e de acessos à Internet num maior número de lares portugueses. FIGURA 7 TEMPO DE UTILIZAÇÃO DA INTERNET NO MERCADO DOMÉSTICO Possui há mais de 2 anos 19% Possui há menos de 2 anos 1 Não possui acesso 69% Fonte: IDC, Março 2003 Base: Todas as famílias residentes em Portugal Continental com um telefone fixo 2003 IDC 9

10 ACESSO À INTERNET Se empiricamente, a impressão é a de que existem assimetrias regionais na adopção e utilização da Internet, com os resultados obtidos pela IDC nesta sondagem, confirma-se a desproporção existente entre diversas zonas geográficas de Portugal Continental. Face às respostas dos lares inquiridos, a zona de Lisboa e Vale do Tejo apresenta o índice mais elevado não só de lares adoptantes (43,9%) como também de lares com acesso há mais de 2 anos, cerca de 65% do respectivo total. No outro extremo encontra-se a zona Norte, em que apenas 20,6% dos lares inquiridos estão on-line, e destes, pouco mais da metade têm acesso há mais de 2 anos. Os diferentes níveis de rendimento médio disponível nos agregados familiares e as limitações geográficas das tecnologias de acesso, sobretudo no caso dos acessos por Cabo, são dois factores que a IDC considera serem barreiras a um maior equilíbrio nos níveis de penetração da Internet nos lares das várias zonas geográficas inquiridas. Perante o lançamento da iniciativa das Regiões e Cidades Digitais, torna-se fundamental que os vários projectos tenham em conta à partida todas as idiossincrasias locais, nomeadamente as relacionadas com os níveis e barreiras à adopção da Internet. FIGURA 8 ACESSO À INTERNET NO MERCADO DOMÉSTICO POR ZONA GEOGRÁFICA Total 1 19% Resião geográfica Sul LVT Centro % 1 16% 29% Norte 8% % lares Menos de 2 anos Mais de 2 anos Fonte: IDC, 2003 Base: Todas as famílias residentes em Portugal Continental com um telefone fixo Notas: Região geográfica 1: (Norte) se Minho e Douro Litoral, Porto e Sul Douro e Trás-os-Montes e Alto Douro 2: (Centro) se Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Viseu, Guarda e Beiras 3: (LVT) se Lisboa, Sintra, Margem Sul Tejo e Norte de Lisboa 4: (Sul) se Algarve, Alentejo e Estremadura Ribatejo IDC

11 O tamanho do agregado surge nesta sondagem como um factor de influência na adopção da Internet entre os lares portugueses. Em agregados com três ou mais elementos, tipicamente um casal com um ou mais filhos, os níveis de adopção da Internet são largamente superiores aos segmentos inferiores. Esta situação evidencia a percepção e aceitação cada vez maior do papel positivo da Internet na formação e no entretenimento das crianças. A utilização do correio electrónico, e a pesquisa e recolha de informação de carácter escolar, sempre fizeram parte das principais actividades on-line. Por outro lado, é entre os lares mais numerosos que se verifica também uma exposição mais prolongada à Internet, com cerca de 27% dos lares com quatro membros possuírem acesso há mais de dois anos face a apenas 1 entre os lares com dois membros. O facto dos agregados com um ou dois membros apresentarem níveis de adopção tão pouco expressivos não revela contudo uma ausência completa de interesse na Internet, mas que estas pessoas, que porventura são profissionais, talvez tenham formas alternativas de acesso regular, o que de alguma forma põe em causa a subscrição de um serviço em casa. FIGURA 9 ACESSO À INTERNET NO MERCADO DOMÉSTICO POR TAMANHO DO AGREGADO FAMILIAR Total 1 19% Tamanho do agregado familiar Cinco + Quatro Três Dois 4% 15% 19% 16% 1 24% 2 27% Um % lares Menos de 2 anos Mais de 2 anos Fonte: IDC, 2003 Base: Todas as famílias residentes em Portugal Continental com um telefone fixo 2003 IDC 11

12 TECNOLOGIAS DE ACESSO Não obstante a maioria dos lares com acesso à Internet utilizarem ligações analógicas (cerca de 64%), a penetração dos acessos à Internet em banda larga, Cabo e ADSL, tem vindo a progredir muito significativamente, com especial destaque para o ADSL. Se ainda há bem pouco tempo, o custo dos acessos ADSL era incomportável para a generalidade dos lares, neste momento e após a alteração da oferta grossista, a situação é completamente distinta. O Cabo continua a dominar (24,4% do total de acessos), mas o ADSL já representa cerca de 8, dos acessos dos lares de Portugal continental. A tecnologia RDIS está claramente em perda de interesse como opção para acesso à Internet, dada a reduzida proposta de valor face às restantes alternativas, o que permite antever o deu desaparecimento a médio prazo. FIGURA 10 TIPO DE ACESSO À INTERNET UTILIZADO NO MERCADO DOMÉSTICO Cabo 24% Outro ADSL 8% RDIS Analógico 65% Fonte: IDC, 2003 Base: Famílias residentes em Portugal Continental com acesso à Internet IDC

13 Contrariamente ao que seria de esperar, a evolução da penetração dos acessos em banda larga está a ser assegurada simultaneamente pelos lares com exposição mais prolongada à Internet (instalação do acesso há mais de dois anos) e pelos lares com menor exposição (instalação do acesso há menos de dois anos). Aliás, a penetração dos acessos ADSL é superior na última categoria (10,) do que na segunda (7,). A evolução da disponibilidade geográfica do Cabo e do ADSL, a diminuição significativa dos custos dos acessos ADSL, as campanhas de comunicação das vantagens dos acessos de banda larga, são algumas das razões que estão na génese da subscrição indistinta dos acessos em banda larga. Os acessos analógicos, por seu turno, continuam a apresentar uma proposta de valor, quer talvez pelo facto de um número razoável de internautas não apresentarem uma utilização da Internet de tal forma frequente e intensiva que justifique a adopção de um acesso de banda larga, quer pelo facto dos custos do equipamento e do serviço serem ainda elevados para muitas famílias. FIGURA 11 TIPO DE ACESSO À INTERNET UTILIZADO NO MERCADO DOMÉSTICO POR TEMPO DE ACESSO 10 % de famílias % 24% 24% 1 7% 8% 65% 64% 64% Menos de 2 anos Mais de 2 anos Total Tempo de acesso à Internet Analógico RDIS ADSL Cabo Fonte: IDC, 2003 Base: Famílias residentes em Portugal Continental com acesso à Internet 2003 IDC 13

14 FORNECEDORES DE ACESSO Os serviços Sapo, NetCabo, e Clix continuam sendo os mais utilizados para acesso à Internet, de acordo com as respostas obtidas junto dos lares nacionais. Se a quota de mercado do serviço NetCabo está intimamente associada ao facto de ter sido um dos primeiros serviços de acesso em banda larga por Cabo no mercado, e estar inserido em alguns centros urbanos mais expressivos em termos populacionais e económicos, relativamente ao Sapo e ao Clix, o resultado é seguramente o reflexo da aposta numa estratégia de portal fortemente ancorada em conteúdos de formato variado (texto, imagens, áudio, vídeo e multimédia) e da disponibilidade de uma oferta de banda larga em ADSL complementar à analógica. Aliás e a par do Sapo, o Clix foi um dos primeiros fornecedores de acesso à Internet a apostar na massificação do ADSL. De registar no ecossistema dos fornecedores de acesso à Internet, o desaparecimento do Vizzavi, e o posterior acordo com o serviço IOL para transferência da base de clientes. FIGURA 12 FORNECEDOR DE ACESSO À INTERNET UTILIZADO MERCADO DOMÉSTICO Net Visão Outro 4% Telepac 6% Net Cabo 2 Sapo 2 Clix 2 Oninet 7% IOL 16% Fonte: IDC, 2003 Base: Famílias residentes em Portugal Continental com acesso à Internet IDC

15 INTENÇÕES DE OBTER ACESSO O número de lares interessados em iniciar a utilização da Internet não é muito animador. Somente 6% dos lares inquiridos pretende instalar um acesso à Internet nos próximos 6 meses, e apenas opta pela instalação dentro de 6 meses a um ano. Estes resultados confirmam a tendência de há algum tempo, para a adopção lenta e progressiva da Internet pela população portuguesa. No entanto, esta lenta progressão cria um grande desequilíbrio entre aqueles que usufruem das funcionalidades e benefícios do meio on-line, e os restantes, que permanecem arredados. Apesar de ter sido estabelecida uma prioridade a nível europeu e consequentemente a nível nacional para a generalização do acesso e utilização da Internet e das respectivas funcionalidades entre as populações, entre muitos outros desígnios, a generalidade dos planos de acção têm sido pouco efectivos neste domínio, tendo como consequência a persistência do alheamento de uma parte significativa dos cidadãos da utilização de um computador e da Internet, e dos contributos positivos de ambos no suporte às rotinas profissionais e pessoais. FIGURA 13 INTENÇÃO DE OBTER ACESSO À INTERNET NO MERCADO DOMÉSTICO Pretende nos próximos 3 a 6 meses Pretende nos próximos 3 meses Pretende nos próximos 6 meses a 1 ano Pretende daqui a 1 ano Não pretende 9 Fonte: IDC, 2003 Base: Famílias residentes em Portugal Continental com telefone fixo que NÃO possuem acesso à Internet 2003 IDC 15

16 Quando analisada a intenção de adoptar a Internet pelos lares inquiridos, é possível verificar diferenças significativas de interesse entre as várias zonas do espaço continental. Lisboa e Vale do Tejo, por exemplo, apresentam níveis de interesse bastante expressivos, em contraste com a zona Sul. Se tivermos presente que a primeira apresenta a maior penetração de acessos nos lares inquiridos, podemos então concluir que as assimetrias regionais vão continuar a agravar-se, e que algumas zonas se irão confrontar com uma progressiva info-exclusão. Se persiste o interesse do governo de que as populações em geral tirem partido das capacidades da Internet para um aumento da qualidade e eficácia das suas rotinas escolares e profissionais, para melhoria dos seus conhecimentos e competências, programas de apoio financeiro e de pedagogia terão de ser promovidos rapidamente, sob pena que as assimetrias se tornem ainda mais fortes e consequentemente de resolução mais complexa e difícil. FIGURA 14 INTENÇÃO DE OBTER ACESSO À INTERNET NO MERCADO DOMÉSTICO POR ZONA GEOGRÁFICA Total Resião geográfica Sul LVT Centro 5% 6% Norte 5% 1 15% 2 % lares Em 3 meses Entre 6 meses e um ano Em 6 meses Daqui há um ano Fonte: IDC, 2003 Base: Famílias residentes em Portugal Continental com telefone fixo que NÃO possuem acesso à Internet Notas: Região geográfica 1: (Norte) se Minho e Douro Litoral, Porto e Sul Douro e Trás-os-Montes e Alto Douro 2: (Centro) se Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Viseu, Guarda e Beiras 3: (LVT) se Lisboa, Sintra, Margem Sul Tejo e Norte de Lisboa 4: (Sul) se Algarve, Alentejo e Estremadura Ribatejo IDC

17 Cerca de 65% dos lares que não têm acesso invocam não possuírem um PC para ainda não terem instalado a Internet. Numa distante segunda posição (23,4%), surge a falta de interesse e necessidade. Não obstante a falta de interesse ser inquestionavelmente uma negação da utilidade e importância da Internet, a primeira, não está associada a qualquer aspecto menos consensual que a Internet possa apresentar. A posse de um PC constitui ainda, não obstante os planos de acção mais sofisticados para a Sociedade da Informação, a maior barreira à adopção da Internet, e um aparente privilégio apenas ao alcance de uma minoria de agregados familiares. FIGURA 15 RAZÕES PARA NÃO OBTER ACESSO À INTERNET NO MERCADO DOMÉSTICO Demasiada informação para gerir Deficiência física Razões para não pretender acesso à Internet Não sabe ainda utilizar a Internet A Internet é apenas entretenimento Receio da utilização das tecnologias Demasiado complexa para utilizar A linha do telefone fica ocupada O computador que possui não está preparado Não tem tempo para utilizar a Internet Custo do acesso e das comunicações Outros Não precisa/não tem interesse 1 2 Não tem computador 65% % lares que não têm acesso e não pretendem obter Fonte: IDC, 2003 Base: Famílias residentes em Portugal Continental com telefone fixo que NÃO pretendem obter acesso à Internet 2003 IDC 17

18 CITAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DADOS DA IDC Documentos Internos e Apresentações A citação de algumas frases ou parágrafos em comunicações internas da sua empresa não necessitam de autorização da IDC. A utilização de grandes extractos de texto ou de um documento da IDC na sua totalidade pressupõe uma autorização prévia por escrito e pode envolver custos. Publicações externas Qualquer informação IDC que se destine a ser utilizada em publicidade, press-releases e materiais de tipo promocional requerem uma aprovação escrita do Director Geral da IDC Portugal. O pedido de autorização deve ser acompanhado do texto que se pretende divulgar. Este relatório é confidencial e apenas deverá ser utilizado pelo destinatário, salvo autorização da IDC. Todos os direitos reservados. A informação contida neste relatório não pode ser reproduzida, no todo ou em parte, qualquer que seja o método utilizado, salvo autorização expressa da IDC IDC

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