Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Incidência de Imposto de Renda sobre juros e multas geradas por atraso no pagamento de aluguel e

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1 Incidência de Imposto de Renda sobre juros e multas geradas por atraso no pagamento de e descontos concedidos no recebimento antecipado. 22/06/2015

2 Sumário Título do documento 1. Questão Normas apresentadas pelo cliente Análise da Legislação Pessoa Jurídica (PJ locatária) pagando a Pessoa Física (PF locador) Valores que não integram a base de cálculo do rendimento tributável Exemplo da operação onde alguns valores não integram a base de cálculo do rendimento tributável: Documento de cobrança da imobiliária apresentado ao Locatário Pessoa Jurídica pagando a outra Pessoa Jurídica Pessoa Física pagando a outra Pessoa Física Momento da Retenção e Competência para reter o imposto de renda: Incorpora juros e mora no ato do pagamento ao locador Aluguel repassado ao proprietário do imóvel pela empresa administradora do bem (imobiliária) Desconto concedido no recebimento do impactos na base de cálculo do Imposto de Renda Conclusão Informações Complementares Referências Histórico de alterações

3 1. Questão Este parecer trata da tributação do Imposto de Renda mensal na fonte ou no carnê leão, na tributação de aluguéis de imóveis, quando por atraso ocorrer a incidência dos juros e multas no recebimento do, sendo questionado se este valor deverá incorporar a base de cálculo do imposto de renda para fins de tributação na pessoa física e qual o fato gerador para recolhimento do Imposto de Renda. Outra questão é quando é concedido o desconto ao locatário pelo pagamento antecipado ou a pontualidade no pagamento dentro do vencimento do contrato, se para fins de tributação do Imposto de Renda, deve ser considerado o valor bruto do rendimento ou valor líquido considerando o desconto concedido. 2. Normas apresentadas pelo cliente Cliente questiona que os valores de juros e multas quando o título for pago em atraso, deverá incorporar a base de cálculo na tributação do Imposto de Renda da Pessoa Física na retenção do IR Fonte. Desta forma a dúvida é se o IR para Pessoa Física pode ser gerado apenas no momento da baixa e se neste valor será considerado os juros e multas incidentes sobre o pagamento em atraso. Segue norma referenciada com base no Artigo 13º da Instrução Normativa nº 15/2001 da Secretaria da Receita Federal do Brasil: Art. 13. Compõem a base de cálculo, para efeito de tributação, os juros de mora, quaisquer acréscimos ou outras compensações pelo atraso no pagamento do, bem assim as benfeitorias realizadas no imóvel pelo locatário não reembolsadas pelo locador e as luvas pagas ao locador, ainda que cedido o direito de exploração. 3. Análise da Legislação A legislação através do Regulamento de Imposto de Renda combinada com a Instrução Normativa nº 15/2001, é clara que os rendimentos referente a juros de mora recebidos por pessoas físicas pelo atraso no pagamento do compõe a base de cálculo, para fins de tributação conforme art. 53 do RIR aprovado pelo Decreto nº 3.000/99: Art. 53. Serão também consideradas como aluguéis ou royalties todas as espécies de rendimentos percebidos pela ocupação, uso, fruição ou exploração dos bens e direitos, além dos referidos nos arts. 49 e52, tais como (Lei nº 4.506, de 1964, art. 23, e Lei nº 7.713, de 1988, art. 3º, 4º): I - as importâncias recebidas periodicamente ou não, fixas ou variáveis, e as percentagens, participações ou interesses; II - os juros, comissões, corretagens, impostos, taxas e remunerações do trabalho assalariado e autônomo ou profissional, pagos a terceiros por conta do locador do bem ou do cedente dos direitos, observado o disposto no art. 50, I; 3

4 Vamos conceituar alguns termos: Título do documento Locador: é o proprietário de um imóvel ou o representante que aluga um imóvel de terceiros a outra pessoa, o locatário. É sinônimo de senhorio. Locatário: Sujeito que reside num imóvel que não lhe pertence, que foi alugado, mediante um contrato de locação; inquilino, arrendatário. Pessoa que aluga; aquele que paga o. Empresa Administradora: É a pessoa jurídica conhecida popularmente como imobiliária é a que pode auxiliar um potencial locatário ou comprador na localização do imóvel desejado ou, mais comum, representar o proprietário dos imóveis na administração, venda ou locação. 3.1 Pessoa Jurídica (PJ locatária) pagando a Pessoa Física (PF locador) A pessoa jurídica que efetuar o pagamento a pessoa física, deverá descontar o imposto na fonte (IR), mediante aplicação da tabela progressiva mensal, incluído os juros e multa quando ocorrer pagamento em atraso. (Base Legal: RIR/1999, art. 106, IV, e art. 631). No caso de aluguéis recebidos por intermédio de empresas administradoras, procurador ou qualquer outra pessoa designada pelo locador, será considerado data de recebimento aquela em que o locatário efetuou o pagamento, independentemente da data em que o valor correspondente for repassado para o beneficiário. (Base Legal: Instrução Normativa SRF nº 15/2001, art. 12, 2º) Valores que não integram a base de cálculo do rendimento tributável No caso de aluguéis de imóveis, não integram o rendimento tributável conforme RIR/1999: Art. 50. Não entrarão no cômputo do rendimento bruto, no caso de aluguéis de imóveis (Lei nº 7.739, de 16 de março de 1989, art. 14): I - o valor dos impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento; II - o pago pela locação de imóvel sublocado; III - as despesas pagas para cobrança ou recebimento do rendimento; IV - as despesas de condomínio. [...] Art Não integrarão a base de cálculo para incidência do imposto, no caso de aluguéis de imóveis (Lei n º 7.739, de 1989, art. 14): I - o valor dos impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento; II - o pago pela locação do imóvel sublocado; III - as despesas para cobrança ou recebimento do rendimento; IV - as despesas de condomínio. 4

5 3.1.2 Exemplo da operação onde alguns valores não integram a base de cálculo do rendimento tributável: Admita-se que o contrato de locação estabeleça que o locatário deva pagar o mensal de R$ 2.500,00 e assumir as despesas de condomínio, as quais deverão ser pagas diretamente à administradora do condomínio. Admitindo-se, também, que o seja recebido por intermédio de administradora, que cobra do locador (mediante desconto do valor do ) a comissão de cobrança de 6%, e que o IPTU seja pago pelo locador, podemos ter: Fonte: IOB Documento de cobrança da imobiliária apresentado ao Locatário. Cliente recebeu documento de cobrança da Imobiliária com os dados do Locatário e Locador. Neste caso seguindo a legislação, ele deve incluir no sistema o documento em nome do LOCADOR Pessoa física ou em nome da Pessoa Jurídica (IMOBILIÁRIA) e gerar um lançamento a pagar de imposto de renda referenciando em algum lugar no sistema que este lançamento é o IR da pessoa física (LOCADOR)? Como regra geral, os imóveis locados estão sob administração de empresas especializadas que são meras procuradoras, e recebem para a pessoa física locadora, o rendimento de pago pela pessoa jurídica locatária. Respondendo ao questionamento o fornecedor a ser considerado é o LOCATÁRIO (pessoa física) sendo a imobiliária mera intermediate entre o LOCATÁRIO e o LOCADOR do imóvel. Vejam que não faz sendido a retenção do Imposto de Renda ser descontada da IMOBILIÁRIA que é mera administradora do bem em nome do LOCADOR, e o serviço de locação do imóvel deve estar acobertada por um contrato de locação firmado entre as partes LOCADOR e LOCATÁRIO. Portanto no sistema deve ser considerado para reconhecimento da despesa o LOCADOR e não a imobiliária que é apenas designada a receber o valor do em nome do proprietário do imóvel. Com base na Instrução Normativa da RFB nº 1.500/2014 em seu 2º do Art. 31 e Art. 35, deixa claro que a Imobiliária é apenas a intermediante do negócio e responsável pela emissão do recibo ou documento equivalente para cobrança do em nome do LOCADOR ao LOCATÁRIO. Seção V Do Aluguel de Imóvel Pago por Pessoa Física Art. 30. Para determinação da base de cálculo sujeita ao recolhimento mensal de que trata o Capítulo IX, no caso de rendimentos de aluguéis de imóveis pagos por pessoa física, devem ser observadas as mesmas disposições previstas nos arts. 31 a 35. Parágrafo único. Ressalvado o disposto no inciso II do caput do art. 11, o valor locativo do imóvel cedido gratuitamente (comodato) será tributado na DAA. Seção VI Do Aluguel de Imóvel Pago por Pessoa Jurídica 5

6 Art. 31. No caso de aluguéis de imóveis pagos por pessoa jurídica, não Título do documento integrarão a base de cálculo para efeito de incidência do imposto sobre a renda: I - o valor dos impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento; II - o pago pela locação do imóvel sublocado; III - as despesas pagas para sua cobrança ou recebimento; e IV - as despesas de condomínio. 1º Os encargos de que trata o caput somente poderão reduzir o valor do bruto quando o ônus tenha sido do locador. 2º Quando o for recebido por meio de imobiliárias, por procurador ou por qualquer outra pessoa designada pelo locador, será considerada como data de recebimento aquela em que o locatário efetuou o pagamento, independentemente de quando tenha havido o repasse para o beneficiário. Art. 32. Compõem a base de cálculo, para efeito de tributação, os juros de mora, atualização monetária, multas por rescisão de contrato de locação, a indenização por rescisão antecipada ou término do contrato e quaisquer acréscimos ou compensações pelo atraso no pagamento do, bem como as benfeitorias realizadas no imóvel pelo locatário não reembolsadas pelo locador e as luvas pagas ao locador, ainda que cedido o direito de exploração. Art. 33. No caso de rendimentos de aluguéis de imóveis recebidos por residentes ou domiciliados no exterior, compete ao seu procurador a retenção do imposto mediante aplicação da alíquota de 15% (quinze por cento), observado o disposto no art. 31. Art. 34. Os rendimentos de aluguéis de imóveis depositados em juízo são tributados somente quando disponibilizados ao beneficiário ou ao seu representante legal. Art. 35. É obrigatória a emissão de recibo ou documento equivalente pelo locador ou administrador do bem, quando do recebimento de rendimentos da locação de bens imóveis. 3.2 Pessoa Jurídica pagando a outra Pessoa Jurídica O pago ou creditado por pessoa jurídica a outra pessoa jurídica está sujeito à incidência do Imposto de Renda na Fonte? Não. Por falta de previsão legal, os rendimentos decorrentes de aluguéis pagos ou creditados por pessoa jurídica a outra pessoa jurídica não estão sujeitos à incidência de Imposto de Renda na Fonte. Somente estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na Fonte, calculados com base na tabela progressiva mensal, os rendimentos de aluguéis, quando pagos por pessoa jurídica a pessoa física. Base Legal: (RIR/1999, art. 631). 3.3 Pessoa Física pagando a outra Pessoa Física Pessoa física que efetuar pagamento de a outra pessoa física deve efetuar a retenção do Imposto de Renda? Não. Por falta de amparo legal, não há retenção na fonte do Imposto de Renda quando uma pessoa física paga a outra pessoa física. Nessa situação, a pessoa física beneficiária do rendimento fica obrigada ao recolhimento do carnê-leão. Base Legal: (RIR/1999, art. 106) 6

7 Importa observar também que, se o locatário for pessoa física, os aluguéis recebidos sujeitam-se, obrigatoriamente, ao recolhimento mensal no carnê-leão, ainda que o pagamento seja feito por intermédio de empresa administradora de bens, porque a esta, não sendo a fonte pagadora, não cabe reter o imposto na fonte. O carnê-leão é um regime obrigatório de tributação sobre determinadas espécies de rendimentos percebidos por pessoas físicas, não sujeitos à tributação na fonte. Como previsto no RIR/1999 e IN 15/2001 os juros e multas recebidos do locatário pelo locador (PF) em cobrança atraso devem sofrer tributação para Imposto de Renda e recolhidos mensalmente através do carnê-leão. Integram a base de cálculo do imposto mensal, além dos aluguéis, os seguintes valores (recebidos de pessoas físicas): a) indenização pela rescisão antecipada ou pelo término do contrato de locação; b) luvas pagas ao locador ou cedente do direito à locação; c) juros de mora e quaisquer outras compensações pelo atraso no pagamento do, inclusive a atualização monetária; d) valor das benfeitorias e de quaisquer melhoramentos realizados pelo locatário no bem locado, não reembolsados pelo locador; Momento da Retenção e Competência para reter o imposto de renda: O imposto deverá ser retido por ocasião do pagamento, remessa, crédito, emprego ou entrega do rendimento, competindo ao procurador a incumbência de reter o imposto. Base Legal: (RIR/1999, art. 721, I) De acordo com o Regulamento de Imposto de Renda o fato gerador para incidência do IR ocorre pelo pagamento de rendimento a pessoa física. Neste caso quando a pessoa jurídica efetuar o pagamento do rendimento a pessoa física deverá efetuar a retenção de acordo com tabela progressiva do IR. Art. 3º A renda e os proventos de qualquer natureza percebidos no País por residentes ou domiciliados no exterior ou a eles equiparados, conforme o disposto nos arts. 22, 1º, e 682, estão sujeitos ao imposto de acordo com as disposições do Livro III (Decreto-Lei nº 5.844, de 1943, art. 97, e Lei nº 7.713, de 22 de dezembro de 1988, art. 3º, 4º [...] Aluguéis ou Arrendamento Art. 49. São tributáveis os rendimentos decorrentes da ocupação, uso ou exploração de bens corpóreos, tais como (Decreto-Lei nº 5.844, de 1943, art. 3º, Lei nº 4.506, de 1964, art. 21, e Lei nº 7.713, de 1988, art. 3º, 4º): I - aforamento, locação ou sublocação, arrendamento ou subarrendamento, direito de uso ou passagem de terrenos, seus acrescidos e benfeitorias, inclusive construções de qualquer natureza; II - locação ou sublocação, arrendamento ou subarrendamento de pastos naturais ou artificiais, ou campos de invernada; III - direito de uso ou aproveitamento de águas privadas ou de força hidráulica; IV - direito de uso ou exploração de películas cinematográficas ou de videoteipe; V - direito de uso ou exploração de outros bens móveis de qualquer natureza; VI - direito de exploração de conjuntos industriais. 1º Constitui rendimento tributável, na declaração de rendimentos, o equivalente a dez por cento do valor venal de imóvel cedido gratuitamente, ou 7

8 do valor constante da guia Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU Título do documento correspondente ao ano-calendário da declaração, ressalvado o disposto no inciso IX do art. 39 (Lei nº 4.506, de 1964, art. 23, inciso VI). 2º Serão incluídos no valor recebido a título de os juros de mora, multas por rescisão de contrato de locação, e quaisquer outras compensações pelo atraso no pagamento, inclusive atualização monetária Incorpora juros e mora no ato do pagamento ao locador Estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda os juros recebidos por pessoas físicas pelo atraso no pagamento de? Sim. Os juros de mora recebidos por pessoas físicas pelo atraso no pagamento de compõe a base de cálculo, para fins de tributação. Base Legal: (Art. 53, II do RIR/1999). 3.4 Aluguel repassado ao proprietário do imóvel pela empresa administradora do bem (imobiliária). Quando ocorre o fato gerador no caso de o de imóvel ser pago ao locador em mês subsequente ao do recebimento pela imobiliária? Na locação, o fato gerador da retenção na fonte ocorre no mês em que o locatário efetuar o pagamento do à imobiliária, independentemente de quando ele tenha sido repassado para o locador. 3.5 Desconto concedido no recebimento do impactos na base de cálculo do Imposto de Renda. O questionamento apresentado pelo cliente refere-se ao desconto concedido ao locatário, pelo pagamento antecipado do ou pagamento dentro do prazo estipulado em contrato, onde a dúvida para fins de tributação do IR, é qual o valor a ser considerado para fins tributação: valor bruto sem o desconto ou valor líquido recebido com o desconto. Em análise a Instrução Normativa SRFB nº de 29 de outrubo de 2014, transcorrido os artigos 30 a 32, nos norteia quais são os valores excluídos da tributação do IR: Art. 30. Para determinação da base de cálculo sujeita ao recolhimento mensal de que trata o Capítulo IX, no caso de rendimentos de aluguéis de imóveis pagos por pessoa física, devem ser observadas as mesmas disposições previstas nos arts. 31 a 35. Parágrafo único. Ressalvado o disposto no inciso II do caput do art. 11, o valor locativo do imóvel cedido gratuitamente (comodato) será tributado na DAA. Seção VI Do Aluguel de Imóvel Pago por Pessoa Jurídica 8

9 Art. 31. No caso de aluguéis de imóveis pagos por pessoa jurídica, não integrarão a base de cálculo para efeito de incidência do imposto sobre a renda: I - o valor dos impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento; II - o pago pela locação do imóvel sublocado; III - as despesas pagas para sua cobrança ou recebimento; e IV - as despesas de condomínio. 1º Os encargos de que trata o caput somente poderão reduzir o valor do bruto quando o ônus tenha sido do locador. 2º Quando o for recebido por meio de imobiliárias, por procurador ou por qualquer outra pessoa designada pelo locador, será considerada como data de recebimento aquela em que o locatário efetuou o pagamento, independentemente de quando tenha havido o repasse para o beneficiário. Art. 32. Compõem a base de cálculo, para efeito de tributação, os juros de mora, atualização monetária, multas por rescisão de contrato de locação, a indenização por rescisão antecipada ou término do contrato e quaisquer acréscimos ou compensações pelo atraso no pagamento do, bem como as benfeitorias realizadas no imóvel pelo locatário não reembolsadas pelo locador e as luvas pagas ao locador, ainda que cedido o direito de exploração. Diante análise concluímos que o descondo concedido deve compor a Base de Cálculo para fins tributação do Imposto de Renda. Analisando a legislação não encontramos nenhuma previsão para dedução de base de cálculo dos alugueis de imóveis pagos por seu locatário ao locador relativamente ao valor recebido com o desconto. Esse entendimento foi reconhecido pela consultoria IOB, que ratificou o entendimento de que não deve ser abatido qualquer desconto além dos previsto no artigo 31 da IN SRF nº 1.500/ Conclusão De acordo com a norma citada pelo cliente através da IN nº 15/2001 da SRF, combinada com o Regulamento de Imposto de Renda, procede à tributação quando ocorrer o repasse de juros e multas ao locador no pagamento do em atraso, devendo ser considerado como rendimento tributável com base na tabela progressiva mensal na Pessoa Física e descontados na fonte quando pagos por Pessoa Jurídica a outra Pessoa Física, sendo o fato gerador para o IR o momento do pagamento do. Em relação a descontos concedidos no recebimento de alugueis, não encontramos na legislação previsão legal para abatimento da base de cálculo do Imposto de Renda dos aluguéis pagos por seus locatários ao locador, devendo o valor descontado ser aglutinado a base de cálculo para retenção do Imposto de Renda pago pela Pessoa Jurídica a Pessoa Física. 5. Informações Complementares Entendemos que os impactos causados no ERP serão no módulo de recebimento e financeiro, devendo considerar para base de cálculo na tributação do IR fonte, os valores de juros e multas repassados ao locador pelo locatório pela data da baixa e não pela emissão do recibo de. 6. Referências 9

10 Título do documento E44AE040DE0A24AC4640&nota=1&tipodoc=3&esfera=FE&ls=2&index=5 E44AE040DE0A24AC4640&nota=1&tipodoc=3&esfera=FE&ls=2&index=6#pcirpf Histórico de alterações ID Data Versã o Descrição AM 27/11/ Valores de Juros e Multa recebidos em atraso decorrentes à cobrança de sujeita a tributação na composição da base de cálculo do Imposto de Renda. AM 09/01/ Incidência de Imposto de Renda nos juros e multas gerados por atrasos no pagamento de AM 23/12/ Incidência de Imposto de Renda nos juros e multas gerados por atrasos no pagamento de e descontos concedidos no recebimento antecipado. AM 22/06/ Incidência de Imposto de Renda nos juros e multas gerados por atrasos no pagamento de e descontos concedidos no recebimento antecipado. Chamado TIAQAU TIEPYE TRGUGF TSQSA5 10

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