PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA VEGETAÇÃO DA APP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA VEGETAÇÃO DA APP"

Transcrição

1 PLANO BÁSICO AMBIENTAL DO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA VEGETAÇÃO DA APP Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.2 Detalhar todos os programas de prevenção, controle e monitoramento consignados no Estudo de Impacto Ambiental e demais documentos, no Plano Básico Ambiental-PBA, que, necessariamente incluirá: metodologia, cronograma físico de execução e responsável técnico, devendo ser apresentado em versões impressa e digital. P9 EIA Programa de Monitoramento da Vegetação da APP 1. INTRODUÇÃO O Programa de Monitoramento da Vegetação da APP do Plano Básico Ambiental (PBA) do Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) Cachoeira Caldeirão visa atender à condicionante 2.2 da Licença Prévia 0112/2012 IMAP/SEMA e corresponde ao detalhamento do Programa 9 do Estudo de Impacto Ambiental. 2. JUSTIFICATIVA A implantação do AHE Cachoeira Caldeirão, em decorrência de suas necessidades construtivas, dará origem a modificações na atual linha de margem ribeirinha, com efeitos diretos sobre a vegetação e demais componentes bióticos existentes. Pelo que dispõem as versões, passada e revisada, do Código Florestal, ambas concordam que rios e demais corpos hídricos são obrigados a conter faixas marginais protegidas que, a depender da atribuição legal correspondente à largura do corpo d água envolvido, passam a ser tratadas como Áreas de Preservação Permanente submetidas a critérios bastante explícitos de limitação e de possibilidades de uso. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 1

2 O programa está centrado no monitoramento da vegetação da nova margem a ser protegida do rio Araguari e tributários que surgirá do enchimento e estabilização do reservatório. Nessa condição, o conceito básico do Monitoramento da Vegetação da APP, em primeiro lugar, se traduz por diretrizes que possibilitem o diagnóstico das mudanças ocorridas nos ecossistemas-alvo seguido de acompanhamentos sistemáticos e consecutivos capazes de apontar os possíveis impactos sobre a flora local que poderão advir dos procedimentos de instalação e operação do AHE Cachoeira Caldeirão. Dentro do conceito de monitoramento ambiental, o do componente flora constitui o principal instrumento de monitoramento dos ecossistemas. Baseando-se na identificação botânica é possível realizar análises da estrutura horizontal e vertical que são tidas como essenciais para o conhecimento da dinâmica da floresta (CORRIOLA & NETTO, 2003). O conhecimento da composição da flora e da regeneração natural permite fazer deduções a cerca das características ecológicas, dinamismo e tendência futura para o desenvolvimento da floresta (HOSOKAWA & SOLTER, 1995). Além da estrutura horizontal e vertical da vegetação, o crescimento também pode ser uma importante variável de monitoramento, pois o crescimento de uma planta ou de outro organismo qualquer é sempre o resultado da interação destes com o ambiente (ecossistema). Ao proceder de um quadro de intervenções que, dentre outros aspectos, implicam em mudanças da atual paisagem ribeirinha, com seus recortes de vegetação original e de formas de uso do solo, chega-se à conclusão que não se trata de discutir horizontalmente a nova APP do reservatório simplesmente pelos seus alcances e delimitações territoriais. Certamente, referidos parâmetros constituem elementos vitais para a concepção do programa de monitoramento da vegetação que, ao lado dos resultados específicos, também deve instrumentalizar todo o controle necessário para garantir a manutenção dos ecossistemas naturais existentes. Pelo que foi informado no EIA/RIMA do AHE Cachoeira Caldeirão, quando o reservatório for estabilizado em sua cota máxima de 58,3 metros, estarão submergindo 2.581,47 ha de terras ribeirinhas que, seguindo os ritos legais, tiveram que ser desmatadas concretizando aquilo que é tratado como supressão da vegetação. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 2

3 Nessas considerações está implícito que, pelo menos dois grandes acontecimentos terão rebatimentos imprevisíveis sobre o componente vegetacional a ser assumido como parte da Área de Preservação Permanente, a saber: Em primeiro lugar, entender que a supressão da vegetação constituiu um ato de seccionamento das populações existentes com prováveis repercussões sobre a composição e estrutura da vegetação remanescente e de seus respectivos elementos ecossistêmicos. Em condição complementar entender que a extensão da nova linha de margem ribeirinha avançando para o interior da retroterra pode implicar em profundas mudanças no hábito e comportamento da nova vegetação ciliar, mormente naqueles casos em que componentes exclusivos de terra firme estiverem sendo submetidos a contatos permanentes com a lâmina d água. Isso tudo faz com que o monitoramento proposto para a vegetação da APP, além de constituir ferramenta indispensável para identificar as possíveis alterações que decorrerão da instalação do AHE Cachoeira Caldeirão, também possa servir para a avaliação de tendências que, ao serem delineadas, deem origem a cenários voltados a mobilizar medidas atinentes à conservação dos componentes existentes. 3. OBJETIVOS 3.1. OBJETIVO GERAL A conservação dos ecossistemas constantes da APP do reservatório constitui o objeto geral do monitoramento da vegetação que através dos seus mecanismos de identificação e acompanhamento estará contribuindo para a viabilização de medidas voltadas a garantir a manutenção do equilíbrio geral da paisagem natural reinante. 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Gerar conhecimentos sobre os componentes florísticos e estrutura sociológica das comunidades vegetais constantes da APP do reservatório. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 3

4 Proceder à identificação e o acompanhamento das possíveis alterações da vegetação no âmbito da área de preservação permanente - APP do reservatório. Acompanhar a evolução de indicadores qualitativos e quantitativos das estruturas, horizontal e vertical dos ecossistemas estudados. Indicar espécies passíveis de utilização como indicadoras da qualidade ambiental. 5. AÇÕES Dimensionamento e delimitação espacial das APPs do curso principal e tributários do rio Araguari circunscrito à AID do empreendimento. Referida atividade tem caráter prioritário de vez que possibilitará a correta identificação das áreas a serem tratadas como APPs, sem o que ficaria difícil dar procedência aos trabalhos que implicarão em práticas experimentais nas respectivas áreas. Instalação de unidades de monitoramento de vegetação Uma vez conhecida com precisão a abrangência e característica geral das APPs, tornase possível instalar as unidades amostrais que servirão de base permanente para o levantamento e acompanhamento das possíveis alterações que possam ocorrer na diversidade e estrutura da vegetação. Diagnóstico florístico das unidades de monitoramento da vegetação Nesta atividade reside o atendimento das necessidades de conhecimentos detalhados da composição e estrutura florísticas das referidas unidades de monitoramento, a partir do que será possível acompanhar e avaliar as possíveis alterações da vegetação. Avaliação espacial da vegetação da APP O acompanhamento sistemático da vegetação da APP implica em estudos particulares da dinâmica dos componentes florísticos, mas não pode prescindir de avaliações espaciais que possibilitem reconhecimentos sinópticos do estado geral da vegetação. Nisso, o uso de geotecnologias constitui ferramenta indispensável para identificar e avaliar todas as possíveis intervenções que resultarem em alterações da paisagem local. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 4

5 Campanhas de estudo das unidades amostrais Referida atividade engloba diferentes ações que se destinam a viabilizar a realização dos necessários estudos periódicos da vegetação nas unidades amostrais. Para isso, o planejamento e execução dessas ações deverão estar definidos, tanto em termos de metodologias, quanto de temporalidade, pois ensejarão a geração de toda a base de dados e informações a cerca do estado geral e particular das APPs. 6. METODOLOGIA Apesar das inúmeras experiências em curso, ainda não existem métodos exclusivos para o monitoramento de flora ou vegetação, ficando a decisão a ser tomada em função dos objetivos envolvidos e também das características do local de estudo. Nesse sentido, bons resultados vêm sendo obtidos pela utilização de técnicas conciliadas de sensoriamento remoto e de amostragens de superfícies em parcelas permanentes que, conjuntamente objetivam tanto a identificação de padrões espaciais representativos de possíveis alterações ecossistêmicas, quanto de qualificação, quantificação e acompanhamento da evolução natural dos componentes vegetacionais. No caso do presente monitoramento, localizado em área que além das formações naturais também abrange alterações antrópicas, segundo informou o EIA/RIMA do AHE Cachoeira Caldeirão, torna-se oportuno fazer uso das referidas tecnologias de modo a ampliar as possibilidades de identificação e acompanhamento das possíveis alterações da vegetação da AAP. Para isso ficam indicados os seguintes procedimentos: Levantamento de informações Para o adequado monitoramento da vegetação da APP é aconselhável que haja o melhor acesso possível às informações que direta ou indiretamente permitem compreender o atual estado da paisagem natural envolvida e de suas futuras inter-relações com as diferentes fases de instalação do empreendimento. Nessa condição incluem-se o levantamento de fontes bibliográficas que reportam a condição geral e particular dos componentes naturais diretamente envolvidos com a APP tanto quanto acerca das intervenções previstas para o empreendimento que implicarão em modificações relevantes da paisagem atual. Igualmente importante é que toda a base de informações apreendidas também seja complementada pelo conhecimento básico da área de monitoramento, onde os PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 5

6 reconhecimentos locais se façam acompanhar de informações manipuláveis incluindo, mapas temáticos, imagens orbitais, plantas, etc. Parte dessas recomendações pode ser atendida pelos próprios estudos constantes do EIA/RIMA que, inclusive, deve ser considerado como fonte privilegiada para ajudar na escolha e definição das unidades amostrais e das estratégias de avaliação a ser empregada. Locação de unidades amostrais O delineamento e a delimitação das unidades amostrais traduzidas por parcelas permanentes constituem etapas de importância singular para o monitoramento da vegetação. Em primeiro plano é necessário que referidas unidades amostrais sejam representativas de todos os tipos fitofisionômicos constantes da Área de Influência Direta (AID) do empreendimento e estejam adequadamente distribuídas de modo a satisfazer critério de proporcionalidade com as respectivas áreas amostradas. Isso, de certo modo, orienta para que haja compatibilização entre o número de tipologias e o de unidades amostrais podendo haver ampliação destas últimas naqueles casos em que houver maior influência do empreendimento. As unidades amostrais também devem ser delimitadas de modo a favorecer a detecção dos possíveis efeitos advindos das etapas de implantação do empreendimento permitindo que, se outras formas de perturbação venham a abaterse sobre a vegetação das unidades amostrais, as mesmas possam ser isoladas. Isso implica em buscar a implantação das parcelas o mais distante possível de locais antropizados de modo a reduzir os efeitos de borda ou de outros tipos de pressão. Evitar ao máximo que as parcelas estejam em locais sujeitos a interferências antrópicas como caça, extrativismo vegetal, pecuária ou simples trânsito de pessoas, diminui as possibilidades de interferências na estrutura da vegetação. A locação propriamente das parcelas permanentes pode aproveitar em parte ou totalmente as trilhas de amostragens biológicas implantadas e utilizadas para o diagnóstico do meio biótico do EIA/RIMA do empreendimento. No caso da escolha de novas áreas, aconselha-se que isso seja feito com base em análises de imagem de satélite e dos mapas de fitofisionomias e de uso e ocupação do solo constantes do EIA/RIMA, ficando ciente que deverão estar envolvidas áreas com remanescentes de vegetação original e também representativas de ambas as margens o rio Araguari. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 6

7 Instruções gerais Após a implantação das parcelas permanentes, segundo modelo de estudos florestais a ser explicitado pelo projeto executivo, dar-se-á a amostragem das fitofisionomias existentes por meio de repetições totais, onde as parcelas serão reamostradas a cada campanha de trabalho. Para o estudo dos indivíduos arbóreos deverá haver a ordenação e numeração individual através da fixação de placas de alumínio, a 10 cm do ponto de medição, para não interferir na aferição do incremento do DAP. As plaquetas devem estar direcionadas de forma padronizada, para facilitar a visualização. Conhecimento florístico e fitossociológico A obtenção de conhecimentos sobre a diversidade florística e estrutura fitossociológica das comunidades da APP é de vital importância para a caracterização dos diferentes estratos vegetais ao longo do tempo. Isso demanda a realização de levantamentos florísticos e fitossociológicos das formações vegetacionais existentes nas respectivas unidades amostrais as quais deverão ser georreferenciadas com o uso de GPS para o correto conhecimento da sua localização, bem como a de suas trilhas de acesso, de maneira que o acesso esteja sempre facilitado, mesmo com a recomposição natural da vegetação nas trilhas. O mapeamento, locação e mensuração deverão considerar não somente o estrato florestal, como também as espécies arbustivas, herbáceas, e a regeneração natural da vegetação. O extrato regenerativo é um importante componente da estrutura da vegetação, proporcionando o estabelecimento e permanência das comunidades nos ambientes, através das sementes que ali chegam, germinam e se estabelecem (Medeiros et al., 2007).No processo de regeneração, cada espécie desenvolve características próprias, de acordo com as condições do meio (textura, estrutura, saturação hídrica, luminosidade e ph), constituindo conjunto de indivíduos passíveis de serem recrutados para estádios posteriores de sucessão (Silva et al., 2007). As subparcelas para amostragem das espécies herbáceo-arbustivas deverão ser separadas das subparcelas de amostragem da regeneração natural da vegetação, para que o processo de medição de um estrato não interfira nas condições do outro estrato. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 7

8 Deverão ser mensuradas as variáveis dendrométricas: diâmetro à altura do peito (DAP), altura total, altura do fuste, estado fitossanitário, além do registro do número de árvores tombadas e da incidência de cipós e epífitas e de indivíduos mortos. De posse desses dados poderão ser calculados os parâmetros quantitativos clássicos propostos por Mueller-Dombois e Ellenberg (1974): densidade absoluta, frequência absoluta, dominância absoluta expressa pela área basal, densidade relativa, frequência relativa, dominância relativa e valor de importância. Também deverão ser calculados os índices de diversidade de Shannon (H') e equabilidade de Pielou (J') (Brower e Zar, 1984; Magurran, 1988). Em condição complementar é indicada realização de caracterização dos fatores abióticos das unidades amostrais de monitoramento, cujas informações poderão ajudar a evidenciar possíveis mudanças na cobertura florestal. Assim, deverão ser aferidas variáveis como temperatura, umidade, luminosidade ao nível de solo, e as condições da serrapilheira (profundidade e cobertura). As variáveis ambientais como temperatura e umidade do ar e do solo, percentual e profundidade da cobertura do solo (serrapilheira) e o percentual de luz disponível sobre o solo em uma área de 1 m² deverão ser mensuradas no interior de cada subparcela com ajuda de termo-higrômetro digital, régua graduada e luxímetro. Para o estudo da cobertura vegetal do solo é indicada a utilização de um quadro de madeira de 1 m² dividido com barbantes interceptados a cada 0,25 metros, que após ser colocado sobre o solo dos pontos amostrados, possibilita a avaliação do percentual de serrapilheira e de cobertura verde (herbáceas e regeneração). Para efeito de planejamento operacional fica indicada a realização de 1 (uma) campanha antes do início das atividades de supressão de vegetação, que terá a finalidade de testemunha ou parcelas controle. As demais campanhas serão realizadas com intervalos de um ano, por um período de três (três) anos. A partir da segunda campanha deverão ser incorporadas análises da dinâmica de crescimento da comunidade, incluindo medidas de incremento (crescimento), mortalidade e recrutamento de novos indivíduos nas classes de DAP, bem como do comportamento do efeito de borda, considerando principalmente a incidência de plantas ou grupos invasores. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 8

9 Para assegurar a correta identificação taxonômica é aconselhável proceder à documentação do material florístico através de amostras do material botânico ou vouchers durante as campanhas de campo. A identificação taxonômica deve ser baseada em chaves e descrições constantes na bibliografia especializada e através de comparações com exsicatas identificadas por especialistas. Existirão dados que poderão ser apresentados segundo os modelos de ecologia vegetal ressaltando a composição de indicadores fitossociológicos obtidos nas análises das unidades amostrais da APP. Apresentá-los para demonstrar o acompanhamento e evolução dos respectivos graus de diversidade, riqueza e similaridade dentre as comunidades estudadas, está dentro do esperado para um monitoramento temporal de vegetação. Entretanto, também é desejável que referidos dados sejam relativizados ao nível de informações menos científicas, mas nem por isso menos importante, destinadas a propor e concretizar ações ou medidas sempre voltadas à conservação natural da APP da área do empreendimento. 6. PÚBLICO ALVO Na condição de público alvo mais diretamente interessado no Programa de Monitoramento de Vegetação da APP, situa-se o empreendimento AHE Cachoeira Caldeirão, por tudo que lhe interessa a conservação da APP. Ao lado disso, instituições de pesquisas do Estado, órgão ambiental competente e a própria comunidade dos municípios envolvidos também podem ser tidos como instâncias de interesse para o Programa. 7. AGENTE EXECUTOR O empreendedor é tido como agente institucional e financeiro diretamente responsável para implementação das atividades propostas. Em condição complementar também deve buscado envolver Instituições de pesquisa e universidades do Estado. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 9

10 8. POTENCIAIS PARCEIROS O monitoramento e proteção de APP situam-se como condição transversal dentre diferentes instâncias de responsabilidades ambientais e interesses científicos do estado do Amapá. Nessa condição, preveem-se como parceiros privilegiados, o Ministério Público Estadual, Oemas e instituições de pesquisa e ensino do Estado. 9. ATENDIMENTO A REQUISITOS LEGAIS Instrução Normativa nº 06, de 23 de setembro de 2008: Lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção e Lista de Espécies da Flora Brasileira com Deficiência de Dados. Resolução CONAMA nº 001/86: critérios básicos e as diretrizes gerais para uso e implementação da Avaliação de Impacto Ambiental como um dos instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente. Constituição Federal/88, artigo 225: todos têm direito ao ambiente ecologicamente equilibrado como direito fundamental da pessoa humana. Resolução CONAMA nº 237, de 19/12/ Dispõe sobre o Licenciamento Ambiental. Lei nº 9.605, de 12/2/ Lei de Crimes Ambientais. 10. INTERFACE COM OUTROS PROGRAMAS No âmbito Plano Básico Ambiental do AHE Cachoeira Caldeirão ficam indicados como interfaces mais próximas do Programa de Monitoramento de Vegetação da APP, os programas a seguir relacionados: Programa de Supressão Vegetal do Canteiro e do Reservatório Programa de Prevenção de Acidentes e Resgate de Fauna Programa de Monitoramento de Macrófitas Aquáticas Programa de Recuperação de Áreas Degradadas Programa de Comunicação Social e Educação Ambiental Estudo Complementar sobre o Extrativismo PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 10

11 11. CRONOGRAMA (ANEXO) 12. RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA Benedito Vítor Rabelo Biólogo, 13. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ECOTUMUCUMAQUE. (2009). Estudo de Impacto Ambiental: Aproveitamento Hidrelétrico de Cachoeira Caldeirão. Relatório Técnico. Macapá/AP: Ecotumucumaque. FILGUEIRAS, T. S., NOGUEIRA, P. E., BROCHADO, A. L. & GUALA, G. F. (1994). Caminhamento - um método expedito para levantamentos florísticos qualitativos. Cad. Geoc. Rio de Janeiro. 12: HOSOKAWA, R.T.; SOLTER, F. (1985). Manejo florestal. Curitiba: UFPR, 43 p. IBAMA. (1989). Lista Oficial da Flora Ameaçada de Extinção (portaria nº 1522, de 19 de dezembro de 1989). IBGE. (1992). Lista Oficial da Flora Ameaçada de Extinção (portaria nº 6-N, de 5 de janeiro de IUCN. (1997). Red List of Threatened Plants1997. Banco de dados mantido pelo World Conservation Monitoring Center. MAGNUSSON, W.E.; LIMA, A.P.; LUIZÃO, R.; LUIZÃO, F.; COSTA, F.R.C.; CASTILHO, C.V.; MUELLER-DOMBOIS, D.Y. & ELLENBERG, M. (1974). Aims and methods in vegetation ecology. New York: Willey and Sons. 547 p. Palmer, m. W The estimation of species richness by extrapolation. Ecology, 71: PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 11

12 NOVO, E. M. L. M. (1992). Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. São Paulo: Edgar Blucher..(1985). Metodologia de interpretação visual de imagens MMS/LANDSAT. São José dos Campos: INPE. OLIVEIRA, m. L.; BACCARO, F. B.; BRAGA-NETO, R. & MAGNUSSON, W. E. (2008). Reserva Ducke: A biodiversidade amazônica através de uma grade. Attema Design Editorial, Manaus, 168 p. SCOLFORO, J. R. e FIGUEIREDO FILHO, A. (1994). Mensuração Florestal 2: volumetria, Lavras: ESAL/FAEPE, 126 p. VELOSO, H. P.; RANGEL FILHO, A.L.R., LIMA, J.C.A. (1991). Classificação da vegetação brasileira adaptada a um sistema universal. Rio de Janeiro: IBGE. 124 p. VIANA, V. M. (1990). Biologia e manejo de fragmentos florestais. In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO, 6, Campos do Jordão, Anais. Curitiba: SociedadeBrasileira de Silvicultura/Sociedade de Engenheiros Florestais, p (1995). Conservação da biodiversidade de fragmentos de florestas tropicais em paisagens intensivamente cultivadas. In: Abordagens interdisciplinares para a conservação da biodiversidade e dinâmica do uso da terra no novo mundo. Belo Horizonte/Gainesville: Conservation International do Brasil/Universidade Federal de Minas Gerais/ University of Florida, p PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 12

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS Fórum de Debates da agpch LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS RAFAEL VOLQUIND Diretor Técnico 01 de Outubro de 2015 Porto Alegre RS Brasil IMPACTOS AMBIENTAIS DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

Leia mais

PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FAUNA NOTA METODOLÓGICA

PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FAUNA NOTA METODOLÓGICA PLANO BÁSICO AMBIENTAL DO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FAUNA NOTA METODOLÓGICA Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.2 Detalhar todos os programas de prevenção,

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo

Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo Engº Agrº José Daniel Barbosa de Barros Conceitos e Definições Meio Ambiente: conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem

Leia mais

Mapeamento da Cobertura Vegetal do Município do Rio de Janeiro, 2010 Autores:

Mapeamento da Cobertura Vegetal do Município do Rio de Janeiro, 2010 Autores: Mapeamento da Cobertura Vegetal do Município do Rio de Janeiro, 2010 Desafios Uma cidade com a natureza exuberante e diferenciada merece um levantamento a sua altura: Inédito Único no Brasil Multidisciplinar

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DOS TERMOS

Leia mais

Inventário Florestal Nacional IFN-BR

Inventário Florestal Nacional IFN-BR Seminário de Informação em Biodiversidade no Âmbito do MMA Inventário Florestal Nacional IFN-BR Dr. Joberto Veloso de Freitas SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO Gerente Executivo Informações Florestais Brasília,

Leia mais

MAPEAMENTO FLORESTAL

MAPEAMENTO FLORESTAL MAPEAMENTO FLORESTAL ELISEU ROSSATO TONIOLO Eng. Florestal Especialista em Geoprocessamento OBJETIVO Mapear e caracterizar a vegetação visando subsidiar o diagnóstico florestal FUNDAMENTOS É uma ferramenta

Leia mais

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires UHE Teles Pires P.15 - Programa de Monitoramento de Flora Equipe Responsável pela Elaboração do Programa Responsável Registro Cadastro Técnico Profissional Federal IBAMA Cristiane Villaça Teixeira CRBio

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA ESTUDO DOS COMPONENTES LENHOSOS NA COBERTURA VEGETAL DA ENCOSTA DA FACULDADE MACHADO SOBRINHO, JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL

PROJETO DE PESQUISA ESTUDO DOS COMPONENTES LENHOSOS NA COBERTURA VEGETAL DA ENCOSTA DA FACULDADE MACHADO SOBRINHO, JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL PROJETO DE PESQUISA Professor Flávio José Soares Júnior Biólogo graduado pela Universidade Federal de Juiz de Fora; Mestre em Biologia Vegetal pela Universidade Federal de Viçosa; Doutorando em Botânica

Leia mais

PROGRAMAS AMBIENTAIS COMO MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

PROGRAMAS AMBIENTAIS COMO MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL PROGRAMAS AMBIENTAIS COMO MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL Sarah Rachel Oliveira do Amparo Furtado*, Alexandra Helena Lisboa Boldrin** * Acadêmica da Faculdade

Leia mais

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Mariana

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos São Paulo, 11 de abril de 2011. Ref.: Termo de referência para realização de proposta técnica e financeira para diagnóstico socioeconômico e ambiental módulo regulamentações, programas e projetos da região

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da

Leia mais

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Define a metodologia a ser adotada em caráter experimental para a conversão das obrigações de reposição florestal

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Unidades de Conservação SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei

Leia mais

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO 4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO Conceitualmente, Área de Influência abrange todo o espaço suscetível às ações diretas e indiretas do empreendimento, tanto na fase de implantação como na de operação,

Leia mais

3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS

3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA E AMBIENTAL 3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS (Avanço no Licenciamento Ambiental de Rodovias) Lucio Lima da Mota São Paulo. 21 de Outubro de 2010 Adaptado

Leia mais

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática O objetivo da chamada

Leia mais

1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio

1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio Programa úmero de Ações 8 1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio Objetivo Indicador(es) Incrementar a base de conhecimentos científicos e tecnológicos

Leia mais

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura Planejamento da Propriedade Agrícola (APP e RL) Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes Dept o. Ciências Florestais ESALQ/USP Estação Experimental

Leia mais

Glossário das Camadas do SISTEMA CADEF

Glossário das Camadas do SISTEMA CADEF Glossário das Camadas do SISTEMA CADEF Imagem dos Corredores Ecológicos: Exibe a imagem de satélite baixa resolução de SPOT-5, adquirida em 2005. Esta imagem está como padrão defaut ao iniciar o sistema,

Leia mais

As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água. Campo Grande - MS

As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água. Campo Grande - MS As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água Maria de Fátima Chagas 23 de novembro de 2009 23 de novembro de 2009 Campo Grande - MS A Água e Meio Ambiente -

Leia mais

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6 Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Justificativa: Art. 225 da Constituição Federal: SNUC: Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente

Leia mais

PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos

PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos Pra começo de conversa, um video... NOVO PROGRAMA Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL 2014-2018 3 ELABORAÇÃO DO NOVO

Leia mais

ANÁLISE MULTITEMPORAL DA COBERTURA VEGETAL DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO TARUMÃ AÇU/MIRIM, MANAUS, AMAZONAS, BRASIL

ANÁLISE MULTITEMPORAL DA COBERTURA VEGETAL DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO TARUMÃ AÇU/MIRIM, MANAUS, AMAZONAS, BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS ANÁLISE MULTITEMPORAL DA COBERTURA VEGETAL DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO TARUMÃ AÇU/MIRIM, MANAUS, AMAZONAS, BRASIL OLIVEIRA, Maria Antônia Falcão de; VASCONCELOS, Mônica

Leia mais

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação;

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação; 4. PROGRAMAS DE MANEJO 4.1 PROGRAMA DE PESQUISA Objetivo Geral Visa dar suporte, estimular a geração e o aprofundamento dos conhecimentos científicos sobre os aspectos bióticos, abióticos, sócio-econômicos,

Leia mais

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005.

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005. Estudo da vegetação 1. Introdução A intensa actividade humana desenvolvida na região Centro ao longo dos últimos milénios conduziu ao desaparecimento gradual de extensas áreas de floresta autóctone, que

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Breve histórico da instituição seguido de diagnóstico e indicadores sobre a temática abrangida pelo projeto, especialmente dados que permitam análise da

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política

Leia mais

APRESENTAÇÃO A BIOEC

APRESENTAÇÃO A BIOEC APRESENTAÇÃO Empresa especializada em elaboração, execução e gerenciamento de projetos ambientais. Formada por profissionais altamente qualificados, que buscam desenvolver projetos eficientes e inovadores,

Leia mais

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) TR GERAL

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) TR GERAL Termo de Referência para Elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) TR GERAL ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS (PRAD) ATENÇÃO O DOCUMENTO DEVE CONTER,

Leia mais

PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014

PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014 PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, e no Decreto nº 6.101,

Leia mais

Coordenadoria de Proteção à Biodiversidade

Coordenadoria de Proteção à Biodiversidade RELATÓRIO PARCIAL: MONITORAMENTO DOS FOCOS DE CALOR NA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL (APA) ILHA DO BANANAL/CANTÃO, NO PERÍODO DE 01/01/2014 A 30/09/2014. Responsável pelo Relatório: Fábio Brega Gamba Biólogo

Leia mais

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO 1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO Mobilização inicial até 30 de janeiro 2009 CAÇU E SÃO SIMÃO JANEIRO DE 2009 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO... 3 2.1. EMPREENDEDOR...

Leia mais

PROJETO MORRO DO PILAR. Considerações sobre os aspectos de cobertura vegetal para manutenção das condições microclimáticas e tróficas das cavidades

PROJETO MORRO DO PILAR. Considerações sobre os aspectos de cobertura vegetal para manutenção das condições microclimáticas e tróficas das cavidades PROJETO MORRO DO PILAR Considerações sobre os aspectos de cobertura vegetal para manutenção das condições microclimáticas e tróficas Belo Horizonte / MG Junho/2014 EMPRESA RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO

Leia mais

Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais

Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais O Secretário do Meio Ambiente, considerando: A necessidade de regulamentação da utilização

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 5, de 08 de setembro de 2009.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 5, de 08 de setembro de 2009. INSTRUÇÃO NORMATIVA N 5, de 08 de setembro de 2009. Dispõe sobre os procedimentos metodológicos para restauração e recuperação das Áreas de Preservação Permanentes e da Reserva Legal instituídas pela Lei

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR

CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR Andreza

Leia mais

A ARBORIZAÇÃO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

A ARBORIZAÇÃO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA A ARBORIZAÇÃO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Diogo Luis Kurihara Universidade de Brasília - Departamento de Engenharia Florestal José Imaña-Encinas Universidade de Brasília - Departamento de Engenharia

Leia mais

Diagnóstico da Área de Preservação Permanente (APP) do Açude Grande no Município de Cajazeiras PB.

Diagnóstico da Área de Preservação Permanente (APP) do Açude Grande no Município de Cajazeiras PB. Diagnóstico da Área de Preservação Permanente (APP) do Açude Grande no Município de Cajazeiras PB. Itallo Harlan Reinaldo Alves Gomes (1) ; Jessily Medeiros Quaresma (2) ; Francisco José (3) ; Laedy Cecília

Leia mais

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA INTRODUÇÃO O presente Termo de Referência tem como objetivo

Leia mais

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010 LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS GEÓLOGO NILO SÉRGIO FERNANDES BARBOSA Art. 1º - Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I - Licenciamento

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL Conteúdo Programático 1) Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: Conceitos Básicos (12 h) - Principais questões ambientais no Brasil e no mundo. - Conceitos

Leia mais

ESTRUTURA FITOSSOCIOLÓGICA DO COMPONENTE ÁRBOREO DE UMA FLORESTA OMBRÓFILA EM PORTO VELHO, RONDÔNIA

ESTRUTURA FITOSSOCIOLÓGICA DO COMPONENTE ÁRBOREO DE UMA FLORESTA OMBRÓFILA EM PORTO VELHO, RONDÔNIA ESTRUTURA FITOSSOCIOLÓGICA DO COMPONENTE ÁRBOREO DE UMA FLORESTA OMBRÓFILA EM PORTO VELHO, RONDÔNIA Priscilla Menezes Andrade Antônio Laffayete Pires da Silveira RESUMO: O presente estudo foi realizado

Leia mais

DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE USO DA TERRA EM ÁREAS PROTEGIDAS (APPs, RLs E APAs) E MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS

DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE USO DA TERRA EM ÁREAS PROTEGIDAS (APPs, RLs E APAs) E MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE USO DA TERRA EM ÁREAS PROTEGIDAS (APPs, RLs E APAs) E MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS Alice Nardoni Marteli, Edson Luís Piroli Unesp Campus de Ourinhos Geografia alicenmart@gmail.com;

Leia mais

As Questões Ambientais do Brasil

As Questões Ambientais do Brasil As Questões Ambientais do Brasil Unidades de conservação de proteção integral Existem cinco tipos de unidades de conservação de proteção integral. As unidades de proteção integral não podem ser habitadas

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS LEGISLAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA COMPENSAÇÃO DE RESERVA LEGAL. De acordo com o Art. 1.º da Lei 4.771/1965, As florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, reconhecidas de

Leia mais

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção Programa 0508 Biodiversidade e Recursos Genéticos - BIOVIDA Objetivo Promover o conhecimento, a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos recursos genéticos e a repartição justa e eqüitativa

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS VALEC NAVA - 02 1 de 12 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS VALEC NAVA - 02 2 de 12 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS SUMÁRIO 1. OBJETO... 2 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2

Leia mais

Estudo de Impacto Ambiental

Estudo de Impacto Ambiental UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Estudo de Impacto Ambiental Prof Luís César da Silva, Dr UFES/CCA O que é Impacto Ambiental? Corresponde as alterações das propriedades físicas, químicas e biológicas

Leia mais

8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura. Adequação Legal da Propriedade Rural

8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura. Adequação Legal da Propriedade Rural 8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura Adequação Legal da Propriedade Rural Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes jctmende@esalq.usp.br Departamento de Ciências Florestais Estação Experimental

Leia mais

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( )

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR NOME / RAZÃO SOCIAL *: End.: rua/av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) e-mail: CNPJ (CGC/MF n.º) *: CGC/TE n. *: CPF/CIC n. *: End. P/ correspondência:

Leia mais

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado de São Paulo Artigo 1º

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS ITAITUBA PA Junho/2012 O QUE É O LICENCIAMENTO AMBIENTAL? O Licenciamento

Leia mais

Ação 14- Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos de cursos de água com Classe Especial)

Ação 14- Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos de cursos de água com Classe Especial) 180 SUB-PROGRAMA 7 USO DO SOLO Áreas Protegidas Este Sub-Programa contempla uma única ação, que trata da Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Parâmetros Básicos dos Estágios Sucessionais dos Campos de Altitude Associados à Floresta Ombrófila Mista, à Floresta Ombrófila Densa

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 4 4. Área de Abrangência...

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Previsão Legal Objetivos Categorias Finalidades Gestão do Sistema Quantitativos Outros Espaços Protegidos Distribuição Espacial Relevância O Brasil possui alguns

Leia mais

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS IMPACTO AMBIENTAL Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

ANÁLISE DO USO DA TERRA NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA BARRAGEM PIRAQUARA II E SEUS AFLUENTES. PIRAQUARA PARANÁ

ANÁLISE DO USO DA TERRA NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA BARRAGEM PIRAQUARA II E SEUS AFLUENTES. PIRAQUARA PARANÁ ANÁLISE DO USO DA TERRA NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA BARRAGEM PIRAQUARA II E SEUS AFLUENTES. PIRAQUARA PARANÁ 1. INTRODUÇÃO Otacílio Lopes de Souza da Paz Acadêmico de Geografia UFPR otacílio.paz@gmail.com

Leia mais

1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal

1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal 1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal Ações do Governo Federal Visando à Valorização e Conservação da Biodiversidade Vegetal João de Deus Medeiros joao.medeiros@mma.gov.br Departamento

Leia mais

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?

Leia mais

Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente. Disciplina de Legislação Ambiental. Professora Cibele Rosa Gracioli

Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente. Disciplina de Legislação Ambiental. Professora Cibele Rosa Gracioli Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente Disciplina de Legislação Ambiental Professora Cibele Rosa Gracioli SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA - SNUC Lei 9.985 de

Leia mais

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA 5. IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.1 5.1. METODOLOGIA 5.1 5.2. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.3 5.3. DESCRIÇÃO DOS IMPACTOS

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO.

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. Patrícia Pinheiro da Cunha 1, Magda Beatriz de Almeida Matteucci

Leia mais

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são:

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são: Pedro da Cunha Barbosa. Especialização em Direito Ambiental. Área do conhecimento jurídico que estuda as relações entre o homem e a natureza, é um ramo do direito diferenciado em suas especificidades e,

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE FLORESTA

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE FLORESTA RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE FLORESTA Londrina, 19 de janeiro de 2012 INTRODUÇÃO A proposta de trabalho desenvolvida em 2011 voltada a realização de compensação de emissões de CO 2 por meio do plantio

Leia mais

6 - Áreas de Influência... 1. 6.1 - Delimitação das Áreas de Influência... 2. 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2

6 - Áreas de Influência... 1. 6.1 - Delimitação das Áreas de Influência... 2. 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2 Índice 6 -... 1 6.1 - Delimitação das... 2 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2 6.1.2 - Área de Influência Indireta (AII)... 2 Índice de Quadros Quadro 1 - Lista dos Municípios da Área de Influência

Leia mais

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global II Congresso de Mineração da Amazônia Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global Vânia Somavilla Vale - Diretora de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Novembro de

Leia mais

Porto Alegre é a capital brasileira com maior área proporcional de Mata Atlântica preservada

Porto Alegre é a capital brasileira com maior área proporcional de Mata Atlântica preservada Porto Alegre é a capital brasileira com maior área proporcional de Mata Atlântica preservada Fundação SOS Mata Atlântica lança nesta semana hotsite Aqui Tem Mata, que mostra de forma interativa índices

Leia mais

O Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e o uso das ferramentas de geotecnologias como suporte à decisão

O Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e o uso das ferramentas de geotecnologias como suporte à decisão O Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e o uso das ferramentas de geotecnologias como suporte à decisão MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 Seminário Gestores Públicos da Geoinformação São Paulo, 19 de

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. DADOS DO EMPREENDEDOR:

1. INTRODUÇÃO 2. DADOS DO EMPREENDEDOR: TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL E PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA PARQUES DE GERAÇÃO DE ENERGIAS ALTERNATIVA (SOLAR, EÓLICA E OUTRAS) 1. INTRODUÇÃO Este Termo de

Leia mais

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Aspectos relacionados com a Legislação Florestal / Mineração LEI FEDERAL 12651/12 Engª Amb. Adriana Maira Rocha Goulart Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

ÍNDICE. 12.2.2 - Programa de Coleta de Germoplasma e Resgate de Epífitas... 1/10. 2619-00-EIA-RL-0001-00 Outubro de 2013 Rev.

ÍNDICE. 12.2.2 - Programa de Coleta de Germoplasma e Resgate de Epífitas... 1/10. 2619-00-EIA-RL-0001-00 Outubro de 2013 Rev. 2619-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV MIRACEMA - SAPEAÇU E SUBESTAÇÕES ASSOCIADAS ÍNDICE... 1/10 Índice 1/1 2619-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV MIRACEMA - SAPEAÇU E SUBESTAÇÕES ASSOCIADAS O Programa de Coleta

Leia mais

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Manejo Florestal Sustentável

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Manejo Florestal Sustentável Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Termo de Referência para Elaboração do Plano Avenida Nascimento de Castro, 2127 Lagoa Nova Natal RN

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Recursos Genéticos brasileiros Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Acesso aos recursos genéticos (antes da CDB ECO - RIO 1992) recursos

Leia mais

ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO FLORESTAL NA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Paulo Rogério Soares de OLIVEIRA Universidade Federal de Viçosa

ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO FLORESTAL NA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Paulo Rogério Soares de OLIVEIRA Universidade Federal de Viçosa REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE ENGENHARIA FLORESTAL - ISSN 1678-3867 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE A GRONOMIA E E NGENHARIA F LORESTAL DE G ARÇA/FAEF A NO IV, NÚMERO, 07, FEVEREIRO DE 2006.

Leia mais

Legislação Anterior Novo Código Florestal Avanços

Legislação Anterior Novo Código Florestal Avanços A APP era computada a partir das margens de rio ou cursos d água, pelo nível mais alto do período de cheia. Várzeas eram consideradas parte dos rios ou cursos d água, porque são inundadas durante o período

Leia mais

Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental Conceito Licenciamento Ambiental Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007 DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007 ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA GRADAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL PARA FINS DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL, DE QUE TRATA A LEI Nº 9.985, DE 18/07/2000. A Comissão

Leia mais

Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende.

Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende. Imagem do Museu da Língua Portuguesa (Estação da Luz - São Paulo, SP). Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende. João Guimarães Rosa Política Estadual de Mudanças Climáticas e o Pagamento

Leia mais

Grupo Temático: Áreas de Proteção. Ambiental Natural. Coordenador: Walter Koch. Facilitador: Karla. Relator:Eloísa

Grupo Temático: Áreas de Proteção. Ambiental Natural. Coordenador: Walter Koch. Facilitador: Karla. Relator:Eloísa Grupo Temático: Áreas de Proteção Coordenador: Walter Koch Facilitador: Karla Ass.: Ass.: Ass.: Relator:Eloísa Porto Alegre, 06 e 07 de maio de 2006. No. Grupo Temático 58 Áreas de Proteção Rejeitado Proposta

Leia mais

A importância do Cerrado

A importância do Cerrado A importância do Cerrado Quem vive no Cerrado mora em uma das regiões mais ricas em espécies de plantas e animais do mundo, muitas delas ainda desconhecidas pela ciência e que só existem ali. É ainda nas

Leia mais

PROGRAMA DE ORDENAMENTO DA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO

PROGRAMA DE ORDENAMENTO DA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO PLANO BÁSICO AMBIENTAL DO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO PROGRAMA DE ORDENAMENTO DA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.37 Elaborar estudos sobre os impactos ambientais

Leia mais

Figura1: Trajeto da Trilha da Saracura com seus respectivos pontos interpretativos.

Figura1: Trajeto da Trilha da Saracura com seus respectivos pontos interpretativos. PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UMA TRILHA INTERPRETATIVA NA MATA ATLÂNTICA PARA ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS RIO DO SUL Autores: Alessandra Lariza KRUG, Marcelo

Leia mais

Arborização no contexto do planejamento urbano

Arborização no contexto do planejamento urbano Arborização no contexto do planejamento urbano Eng. Florestal Edinilson dos Santos Prefeitura de Belo Horizonte Dr. Edinilson dos Santos Araçuaí - MG, 20 de maio de 2015 Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Leia mais

Impactos Significativos Licenciamento Ambiental - EIA

Impactos Significativos Licenciamento Ambiental - EIA Impactos Significativos Licenciamento Ambiental - EIA Principais etapas do planejamento de um EIA PLANEJAMENTO caracterização das alternativas caracterização preliminar ao empreendimento do ambiente identificação

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações e normas

Leia mais

Histórico. Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal 12.651/2012 Decreto 7.830/2012

Histórico. Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal 12.651/2012 Decreto 7.830/2012 Histórico Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal 12.651/2012 Decreto 7.830/2012 É criado o Cadastro Ambiental Rural - CAR, no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente

Leia mais

XXI Conferência Nacional dos Advogados

XXI Conferência Nacional dos Advogados DIFICULDADES RELACIONADAS AO E À AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. XXI Conferência Nacional dos Advogados Eng. Florestal MSc. Dr. Joesio D. P. Siqueira Vice-Presidente da STCP Engenharia de Projetos Ltda.

Leia mais

Painel 3 - Sustentabilidade: o produtor rural como gestor do território

Painel 3 - Sustentabilidade: o produtor rural como gestor do território SEMINÁRIO VALOR ECONÔMICO AGRICULTURA COMO INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Painel 3 - Sustentabilidade: o produtor rural como gestor do território Gestão da propriedade e governança do território

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS Instituto Estadual do Ambiente - INEA Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas - DIBAP Gerência do Serviço Florestal - GESEF ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO Conceitos /

Leia mais

ÍNDICE. 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10. 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10

ÍNDICE. 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10. 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10 2619-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV MIRACEMA - SAPEAÇU E SUBESTAÇÕES ASSOCIADAS ÍNDICE 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10 Índice 1/1 2619-00-EIA-RL-0001-00

Leia mais