Francieli Araujo 1. Palavras-chave: educação política; consciência crítica; sindicato.

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1 EDUCAÇÃO POLÍTICA E CONSCIÊNCIA CRÍTICA: ALGUNS ELEMENTOS DE REFLEXÃO A PARTIR DA ANÁLISE DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO POLÍTICO SINDICAL DA CNTE E APP-SINDICATO ( ) Francieli Araujo 1 Resumo O presente estudo busca apresentar elementos de pesquisa ainda em curso junto ao Programa de Mestrado em Educação da Universidade Estadual de Londrina. O objetivo é analisar o Programa de Formação Político Sindical da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e APP-Sindicato (Associação dos Professores do Paraná), no período que corresponde de 2007 a A proposta da continuidade a pesquisa monográfica desenvolvida no programa lato sensu Ensino de Sociologia, cujo objetivo foi problematizar o fascículo Teoria e Prática da Comunicação Sindical (2008), o qual integra um dos catorze fascículos que compõem os eixos temáticos do programa de formação proposto pela entidade. Trata-se, neste momento, de aprofundar a investigação contemplando o conjunto do material produzido. Assim fazendo, a pesquisa busca detectar as potencialidades da iniciativa contida na proposta da CNTE e APP-Sindicato, mas, também, os limites de sua pedagogia de formação, direcionada, em primeiro momento, às suas bases de professores e funcionários de escola, com o intuito de elevar o grau de consciência crítica e política do conjunto de professores e funcionários que compõem a base da entidade. O percurso teórico-metodológico faz recurso à concepção materialista da história. Em síntese, trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa e modalidade de análise documental. Palavras-chave: educação política; consciência crítica; sindicato. Eixo temático: Sindicalismo; Movimentos Sociais e Formas de Resistência. 1 INTRODUÇÃO O presente estudo compõe o projeto de pesquisa vinculado ao Programa de Mestrado em Educação da Universidade Estadual de Londrina. Tem-se como proposta de estudo a análise do primeiro Programa de Formação Político Sindical (doravante denominado PFPS) promovido pela entidade CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) em conjunto com a APP-Sindicato (Associação dos Professores do Paraná) e UFPR (Universidade Federal do Paraná), entre os anos de 2007 a O mesmo busca dar continuidade a pesquisa monográfica realizada junto ao programa de pós-graduação lato 1 Universidade Estadual de Londrina. Pesquisa orientada pela professora Dra. Adreana Platt.

2 2 sensu Ensino de Sociologia 2 intitulada A ciência do senso-comum: os limites da formação política da APP-Sindicato com base na análise da apostila sobre comunicação sindical 3. Na ocasião, analisou-se no estudo monográfico, a apostila Teoria e Prática da Comunicação Sindical (2008) de autoria de Claudia Santiago e Vito Giannotti. No entanto, o PFPS proposto pela CNTE é amplo. Estendendo-se no tempo por três anos, é composto por quatro eixos temáticos: 1- concepção política e sindical; 2- formação de dirigentes sindicais; 3- planejamento e administração sindical e 4- temas transversais. Cada eixo é composto de uma série de fascículos que foram desenvolvidos em grande parte, por professores e individualidades externas à entidade citada. O trabalho monográfico possibilitou compreender elementos e perspectivas que norteiam o programa de formação da APP-Sindicato, tomando-se por eixo a discussão acerca da comunicação sindical. Este debate é parte integrante do segundo eixo temático, o qual trata da formação de dirigentes sindicais. Enquanto ponto de partida, o referido estudo foi determinante para a realização do atual projeto, pois, colocou a necessidade de investigar, mais atentamente, no referido processo educativo proposto às bases da entidade, a complexa relação entre senso comum e científico. Nos objetivos agora propostos, busca-se analisar os demais fascículos 4 procurando levantar os pontos problemáticos desta pedagogia de formação, para perceber como esta interfere na construção da consciência de classe, da politização e da própria perspectiva de construção de uma leitura crítica da realidade social. Sob este aspecto é que pontuamos o problema, qual seja verificar em que medida o programa de formação político-sindical da APP-Sindicato conduz à consciência crítica e, portanto, científica da categoria docente e de funcionários à qual os fascículos também estão direcionados. Investigação que se faz necessária uma vez que o programa vislumbra intervir criticamente na definição das políticas educacionais, bem como nos aspectos mais contingentes do mundo do trabalho, mediante a formação de novos dirigentes sindicais, capazes de atuar como vanguarda da categoria e contribuir diretamente com a discussão da realidade da escola pública e os desafios postos aos educadores. 2 Programa de Pós-graduação lato sensu do Centro de Letras e Ciências Humanas Universidade Estadual de Londrina (UEL). 3 ARAUJO, F. A ciência do senso-comum: os limites da formação política da APP-Sindicato com base na análise da apostila sobre comunicação sindical Monografia apresentada ao curso de Pós-graduação Ensino de Sociologia Universidade Estadual de Londrina, Pesquisa orientada pelo professor Dr. Ariovaldo dos Santos. 4 No total, o material é composto por catorze apostilas elaboradas especialmente para a realização do PFPS.

3 3 Diante do apresentado, considera-se que a relevância da pesquisa está no fato de buscar a análise crítica de um programa de formação sindical, pretendida como crítica à sociedade burguesa, em particular, e ao capital, em geral, e promovido por uma das maiores organizações sindicais da América Latina que conta hoje em seus quadros com 29 núcleos sindicais 5. Durante nosso estudo monográfico pode-se constatar que no conjunto, o material aponta para uma série de limites conceituais, os quais interferem diretamente na formação da consciência política e no agir concreto daqueles que ela pretende formar. Verificou-se, também, em nosso estudo, que a proposta do programa está em trabalhar com aquilo que há de mais superficial na realidade. Constatou-se, de acordo com o fascículo analisado e intitulado Teoria e Prática da Comunicação Sindical que, buscando criticar a estrutura de dominação na sociedade capitalista, o caminho adotado é o da construção de uma leitura superficial, dicotômica, marcada pela presença de conceitos operacionalizados arbitrariamente e que, na prática, terminam por ser esvaziados de seu sentido, como é o de hegemonia, extraído de Gramsci. Se quisermos disputar a hegemonia de ponto de vista da comunicação, há duas coisas a fazer: primeiro perder as ilusões com a mídia da outra classe. Segundo parar de choramingar e criar e fortalecer a nossa mídia. A mídia da nossa classe (SANTIAGO; GIANNOTTI, 2008, p. 5). Neste momento da pesquisa o objetivo é demonstrar que as debilidades, apesar do esforço positivo em que se constitui a iniciativa da APP-Sindicato, não estão restritas ao material analisado na monografia, mas é característica do próprio conjunto de fascículos, nas mais diversas temáticas que procuram abordar. É por este caminho que nos propomos investigar as bases nas quais está assentado o projeto pedagógico das referidas entidades sindicais, uma vez que a intenção é formar lideranças políticas que adentram o campo educacional. Para a análise, o estudo opera inicialmente com duas hipóteses. A primeira delas é a de que sob a aparência de construção do pensamento científico, o que se encobre no material é a predominância do senso-comum, despolitizador da categoria sobre a qual se pretende construir o agir crítico. A segunda hipótese, decorrente da primeira, é de que contribui para este esforço despolitizador o atrelamento da formação à própria perspectiva partidária na qual está envolvida a CNTE e APP-Sindicato, o que a conduz a direcionar o material e a manipular a análise. 5 Informação fornecida pela entidade APP-Sindicato/Londrina em 2011.

4 4 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Analisar a proposta pedagógica do Programa de Formação Político Sindical (PFPS) da CNTE e APP-Sindicato no período que corresponde de 2007 a OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Discutir a pedagogia de formação da CNTE e APP-Sindicato analisando as suas potencialidades e limites; b) Compreender como o programa de formação da CNTE e APP-Sindicato busca politizar os profissionais da educação das escolas públicas do Estado do Paraná; c) Analisar os catorze fascículos desenvolvidos especialmente para o curso de formação com o intuito de compreender a práxis pedagógica proposta ao programa. 2 ASPECTOS GERAIS DA FORMAÇÃO POLÍTICA: ELEMENTOS DE REFLEXÃO O capitalismo, em seu período tardio, como observou Lukács, impõe à classe trabalhadora sua concepção de mundo, elaborando sua hegemonia econômica, cultural e política, através de seu quadro de intelectuais orgânicos, técnicos e cientistas. Na medida em que, retomando aqui célebre referência de Marx e Engels em A Ideologia Alemã, ao afirmarem que a classe que domina material e politicamente precisa, também, dominar ideologicamente, verifica-se que: Todo grupo social, nascendo no terreno originário de uma função essencial no mundo da produção econômica, cria para si, ao mesmo tempo, de um modo orgânico, uma ou mais camadas de intelectuais que lhe dão homogeneidade e consciência da própria função, não apenas no campo econômico, mas também no social e político [...] (GRAMSCI, 2001, p. 15). Trata-se aqui do reconhecimento de que o intelectual orgânico é aquele capaz de elaborar e tornar coerentes princípios e problemas colocados em prática por uma determinada classe constituindo com isso um bloco social e cultural capaz de sistematizar o sentido da ação de um determinado grupo social, propondo inclusive caminhos para a sua concretização (GRAMSCI, 2001).

5 5 Esta possibilidade não é restrita à classe dominante, mas pode se fazer presente, também, junto àquelas camadas que buscam conquistar, de sua parte, a hegemonia políticoeconômico-social, como é o caso da classe trabalhadora. Assim, abre-se a possibilidade de conceber o dirigente sindical como intelectual orgânico do proletariado, cuja função educativa está na construção da consciência da classe trabalhadora. Sua atuação é, portanto, no interior do proletariado. Este processo de tomada de consciência da classe trabalhadora opõe-se ao processo de educação como algo espontâneo, pois, se assim fosse, não haveria sentido sistematizá-lo. Conforme observa Gadotti: [...] o proletariado não conquista a sua consciência de classe apenas operando sobre si mesmo, mas fazendo política. Esse, porém, não é um processo espontâneo. O proletariado, o trabalhador em geral, não chega espontaneamente à consciência de classe, à consciência política, à teoria revolucionária. Por isso há necessidade de uma educação e, sobretudo de uma educação política. Consciência de classe significa domínio da teoria revolucionária e esta nasce da assimilação crítica das posições mais avançadas da cultura burguesa e da sua e da sua consequente superação (GADOTTI; 1992 p. 63, grifo do autor). Portanto, a consciência crítica não se trata de um fenômeno espontâneo atrelado ao conhecimento vulgar, mas sim de apreensão da totalidade social e de suas contradições, no plano teórico, o chamado concreto pensado, isto é, a realidade apreendida pelo processo de reflexão teórica. A perspectiva que Gadotti herda de Lênin em Que Fazer? remete diretamente ao nosso objeto de estudo. Ao buscar construir um projeto de formação, a APP-Sindicato busca romper com o culto à consciência espontânea. No entanto, a questão central a ser analisada não é o esforço desenvolvido e, sim, como ele é desenvolvido. Interessa-nos saber por quais caminhos são conduzidas as reflexões acerca da educação política necessária à emancipação da classe trabalhadora e, em particular, ao processo de formação política de professores e funcionários de escola proposto pela APP- Sindicato. Pode-se considerar que a perspectiva teórica, tal como é desenvolvida pela APP- Sindicato, é capaz de impulsionar o trabalhador à reflexão da totalidade do complexo social, abarcando neste movimento as contradições do capitalismo? É capaz de o educador sindical da APP, face à atual ordem vigente, fornecer os elementos para desmistificar o mundo da práxis fetichizada, própria ao pensamento do senso comum? Tarefa mais do que necessária uma vez que o [...] pensamento comum é a forma ideológica do agir humano de todos os dias. Todavia, o mundo que se manifesta ao homem na práxis fetichizada, no

6 6 tráfico e na manipulação, não é o mundo real, embora tenha a consistência e a validez do mundo real: é o mundo da aparência (Marx). A representação da coisa não constitui uma qualidade natural da coisa e da realidade: é a projeção, na consciência do sujeito, de determinadas condições históricas (KOSÍK, 1976, p. 15, grifos do autor). Transcender o campo do imediato, do fenomênico, significa ir além da superficialidade com a qual se apresenta o objeto ao senso-comum. Sendo assim, é somente problematizando as mediações que compõem a realidade que se pode superar a aparência dos processos e fenômenos sociais como sendo a realidade da estrutura social (PAULO NETTO, 2000). Pensar a educação do trabalhador requer investigar em que base está ancorada a sua pedagogia de formação e em qual filosofia política ela se sustenta. Para tanto, destaca-se a importância da posse da filosofia que, segundo Gramsci, é a teoria. A apreensão dos elementos conceituais pela classe trabalhadora conduz à formação da consciência de classe e consequentemente ao desejo de transformação social. Neste caso é que se verifica a importância aferida por Gramsci de colocar a classe trabalhadora em contato com os diversos dialetos do mundo, criando a possibilidade de romper com uma leitura restrita acerca da realidade. Com propriedade o autor explicita que: Quem fala somente o dialeto ou compreende a língua nacional em graus diversos participa necessariamente de uma intuição do mundo mais ou menos restrita e provinciana, fossilizada, anacrônica em relação às grandes correntes de pensamento que dominam a historia mundial. Seus interesses serão restritos, mais ou menos corporativistas ou economicistas, não universais (GRAMSCI, 2001, p. 95). Esta postura analítica torna-se indispensável na compreensão do projeto de formação político-sindical da APP-Sindicato, uma vez que busca problematizar a linguagem utilizada em seus fascículos, evidenciando se o teor filosófico em questão cumpre com o objetivo do projeto proposto pela referida entidade, qual seja, formar novas lideranças políticas capazes de lutar contra os mecanismos de dominação colocados pela sociabilidade estruturada pelo capital. Ao buscarmos demarcar com profundidade esta discussão mediante a apropriação de conceitos gramscianos, observou-se que, o pensador italiano evidencia a importância de se ampliar o grau de comunicação com o mundo, desvencilhando-se de uma linguagem restrita. Gramsci alerta para a necessária crítica à linguagem restrita, uma vez que ela não possibilita à classe trabalhadora compreender que ela participa de um processo cada vez mais universal que é o do desenvolvimento do capitalismo (GRAMSCI, 2001). A utilização de um grau restrito da linguagem implica em uma comunicação limitada com o mundo. Assim, a linguagem restrita não pensa a universalidade do processo e sim a particularidade de uma

7 7 determinada situação. Na medida em que o projeto da APP-Sindicato, sob a aparência de politizar, faz o combate à linguagem conceitual, como no caso do fascículo sobre Comunicação Sindical, analisado na monografia, não estaria à entidade incorrendo no mesmo erro, isto é, o de obstaculizar em vez de fazer avançar o campo reflexivo de suas bases? O domínio da teoria torna-se nesse âmbito elemento indispensável à emancipação da classe trabalhadora. Resta saber se o programa de formação da CNTE e APP-Sindicato cumpre com tal objetivo. 3 FUNDAMENTAÇÃO METODOLÓGICA Trata-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa e modalidade de análise documental. O percurso teórico-metodológico caminha no sentido de explicar a realidade sob a perspectiva de análise crítica e dialética, já que esta permite uma maior profundidade de reflexão e ação, pois não está no universo de pensamento que pretende preservar o status quo. Desse modo, pretende-se fazer recurso aos conceitos utilizados pela concepção materialista da história. Consideramos a necessidade de uma análise apurada acerca do referido objeto de pesquisa. Para tanto, é preciso captar a essência do objeto, de tal modo que ele se apresente como é, e não como se mostra na imediaticidade, que é própria do pensamento comum. Nesse sentido, verifica-se que a análise dialética cumpre com tal objetivo, pois [...] trata da coisa em si que, no entanto, não se manifesta imediatamente ao homem (KOSÍK, 1976, p. 09). Ademais, Kosík observa com propriedade, que: A dialética é o pensamento crítico que se propõe compreender a coisa em si e sistematicamente se pergunta como é possível chegar à compreensão da realidade. Por isso, é o oposto da sistematização doutrinária ou da romantização das representações comuns. O pensamento que quer conhecer adequadamente a realidade, que não se contenta com os esquemas abstratos de própria realidade, nem com suas simples e também abstratas representações, tem de destruir a aparente independência do mundo dos contatos imediatos de cada dia. O pensamento que destrói a pseudoconcreticidade para atingir a concreticidade é ao mesmo tempo um processo no curso do qual sob o mundo da aparência se desvenda o mundo real; por trás da aparência externa do fenômeno; por trás do movimento visível, o movimento real interno; por trás do fenômeno, a essência (grifo do autor, 1976, p ). O pensamento dialético tem assim, a função de distinguir entre representação reprodução equivocada do real no plano da consciência - e conceito da coisa. Evidencia-se com o excerto citado que, a essência não se manifesta imediatamente ao homem. A essência

8 8 se manifesta no fenômeno, sendo ela um fundamento sem o qual algo não existe. Para o pensamento dialético essência e fenômeno não podem ser compreendidos isoladamente (idem, ibidem). Ocorre o mesmo com o conjunto do material selecionado, que se insere dentro de uma problemática concreta, a do capitalismo e da luta de classes, analisado mediante a perspectiva de uma entidade vinculada a determinadas correntes ideológicas do movimento docente e de funcionários. Finaliza-se tal proposta investigativa, considerando que o percurso proposto neste projeto é fundamental, uma vez que se pretende apreender o objeto em sua essência, ou seja, para além de sua dimensão fenomênica. Dessa forma, cabe observar se há politização simplesmente pelo fato do PFPS existir e avançar em direção à essência do problema, ou se na prática há também despolitização uma vez que a formação pretendida carece de rigor teórico e conceitual para dar conta da sociedade que pretende analisar e para educar aqueles a quem pretende formar para a práxis transformadora. REFERÊNCIAS (consultadas e a consultar) ABENDROTH, Wofgang. Conversando com Lukács. Rio de Janeiro: Paz e Terra, BONNEWITZ, Patrice. Primeiras lições sobre a sociologia de Pierre Bourdieu. Trad.: Lucy Magalhães. Rio de Janeiro: Vozes, BOURDIEU, Pierre. Contrafogos: táticas para enfrentar a invasão neoliberal. Trad.: Lucy Magalhães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, Sobre a televisão: seguido de A Influência do Jornalismo e Os Jogos Olímpicos. Trad.: Maria Lúcia Machado. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório. 8. ed. São Paulo: Cortez Autores Associados, GRAMSCI, Antonio. Cadernos do cárcere. edição e trad.: Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Vol. 1.. Cadernos do cárcere. edição e trad.: Carlos Nelson Coutinho. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000 Vol. 2. KOSÍK, Karel. Dialética da totalidade concreta. In: Dialética do concreto. Trad.: Célia Neves de Alderico Toríbio. 2.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.

9 9 LÊNIN, V. I. Como iludir o povo: com slogans de liberdade e igualdade. Trad.: Roberto Goldkorn. 3. ed. Global editora: São Paulo, Que fazer? Rio de Janeiro: Editora HUCITEC, MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto Comunista. Rio de Janeiro: Zahar, A ideologia alemã. São Paulo: HUCITEC, PAULO NETTO, José. Para a Crítica da Vida Cotidiana. In: PAULO NETTO, José e CARVALHO, M. C. Brant, Conhecimento e Crítica. São Paulo: Cortez, SAES, Décio. O conceito de Estado burguês. In: Estado e Democracia: ensaios teóricos. 2. ed. Revista. Campinas: Unicamp IFCH, SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: polêmicas do nosso tempo. São Paulo: Autores Associados, SANTIAGO, Claudia; GIANNOTTI, Vito. Teoria e prática da Comunicação Sindical. Programa de Formação da CNTE/APP-Sindicato. Curitiba - PR, 2008.

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