A EXPERIÊNCIA DA LOUCURA, O TRABALHO NA ECONOMIA SOLIDÁRIA E A INTERCESSÃO-PESQUISA UMA PRÁTICA CLÍNICA NO CAMPO PSICOSSOCIAL DA SAÚDE COLETIVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A EXPERIÊNCIA DA LOUCURA, O TRABALHO NA ECONOMIA SOLIDÁRIA E A INTERCESSÃO-PESQUISA UMA PRÁTICA CLÍNICA NO CAMPO PSICOSSOCIAL DA SAÚDE COLETIVA"

Transcrição

1 A EXPERIÊNCIA DA LOUCURA, O TRABALHO NA ECONOMIA SOLIDÁRIA E A INTERCESSÃO-PESQUISA UMA PRÁTICA CLÍNICA NO CAMPO PSICOSSOCIAL DA SAÚDE COLETIVA A relação entre loucura e trabalho esteve e continua presente, no mundo ocidental, tanto na assistência leiga onde o trabalho teve a função de auxiliar na manutenção da ordem social e econômica, como na Psiquiatria com o trabalho enquanto recurso terapêutico no tratamento moral e submetido à autoridade médica, quanto nas Reformas Psiquiátricas a partir da década de 70 do século XX onde o trabalho se torna instrumento de reabilitação ou reinserção social e de resgate da cidadania no engendramento de uma outra contratualidade social entre loucura e sociedade. A autogestão como uma dimensão ético-estético-política fundante dos movimentos das Reformas Psiquiátricas tanto no Brasil, como na Itália e na França encarnada no dispositivo da Assembléia como campo social de uma prática clínica revolucionária está presente também na organização do trabalho na Economia Solidária. O tema que propomos para esse trabalho é a reflexão sobre um processo de intercessão-pesquisa, aliando economia solidária e novas práticas com o sofrimento psíquico, como uma prática clínica no campo psicossocial da Saúde Coletiva. Tomamos a noção de campo como o território da realidade concreta e da intersubjetividade onde se dá o encontro entre a prática social dos sujeitos que compõem esse território que se caracteriza como o campo de intercessão, que vai para além da intervenção porque sua ação não se esgota no próprio campo, pois é a partir dele que a prática social do intercessor sua práxis é construída, mas a posteriori de sua ação, no campo de produção do conhecimento. Sendo assim, a produção de conhecimento sobre a práxis do pesquisador é construída na relação com o campo da práxis dos que lidam com a experiência da loucura e estão envolvidos com a produção e reprodução da vida através do trabalho solidário e autogestionário. Palavras-chave: loucura, trabalho, Economia Solidária, Intercessão-Pesquisa. Abílio da Costa-Rosa - Psicólogo - Prof. Doutor na Universidade Estadual Paulista/UNESP/Assis/SP. Av. Dom Antonio, 2100 Assis/ SP Cep Tel (18) Márcia Campos Andrade - Psicóloga Profª. Mestre na Universidade Estadual de Maringá/UEM e Doutoranda na Universidade Estadual Paulista/UNESP/Assis/SP. R. Pioneiro Alberto Biazon, 692 Vila Marumby Maringá/PR Cep Tel: (44) / O tema proposto para o presente trabalho é o foco de interesse de nossa práxis universitária de produção de um conhecimento em Psicologia que esteja contextualizado na realidade psicossocial e que seja elaborado através da articulação entre teoria e prática. Além disso, nossa práxis fundamenta-se pelo compromisso em contribuir com o encontro entre dois movimentos sociais contra-hegemônicos que são a Luta Antimanicomial no contexto da Saúde Coletiva onde se inscreve a Atenção Psicossocial aos sujeitos da experiência da loucura e a Economia Solidária no contexto do trabalho

2 onde se inscreve a prática coletiva, autogestionária e emancipatória dos trabalhadores organizados em empreendimentos econômicos solidários. Os movimentos de resistência engendrados no final do século XX provocaram grandes transformações no âmbito da psiquiatria em vários países do ocidente, como por exemplo, a Psicoterapia Institucional e a Psiquiatria de Setor na França, a Psiquiatria Democrática Italiana, o Movimento Nacional da Luta Antimanicomial e a Reforma Psiquiátrica no Brasil. Estas mudanças relacionadas à maneira de se referir ao louco aconteceram na medida em que se percebeu a importância da desconstrução do estigma de que o louco é um sujeito incapaz tanto de governar sua vida como de trabalhar de acordo com o ideário capitalista do trabalho regido pela ética protestante em seu formato como emprego. Estes movimentos de Reformas Psiquiátricas que aconteceram em vários países visavam justamente modificar a forma de tratamento destinado aos sujeitos que lidam com o sofrimento psíquico, eliminando gradualmente o internamento com a construção de dispositivos na comunidade substitutivos à lógica manicomial, procurando a desinstitucionalização e a reabilitação psicossocial. Ao mesmo tempo, no mundo do trabalho, não podemos nos esquecer do contexto das transformações em curso desde o final do século XX que, em função das recorrentes crises econômicas inerentes ao modo de produção capitalista industrial que culminaram com a reestruturação produtiva nas décadas de 80 e 90, o processo de globalização econômica e a institucionalização do capitalismo financeiro, colocaram uma grande parte da população economicamente ativa em todos os países, desconfigurando a até então vigente dicotomia entre norte colonizador e o sul colonizado, em situação de desemprego, precarização do trabalho, subemprego e desemprego salarial o que promoveu profundos impactos na saúde mental dos trabalhadores assalariados ou não, sujeitos ou não do sofrimento psíquico. É nesse contexto que se configura no Brasil e em vários outros países um movimento de ruptura com o modo de produção capitalista denominado de Economia Solidária, pautado por valores de autogestão e solidariedade nas relações de trabalho, tendo como centralidade o ser humano e seu trabalho, a natureza e a relação de sustentabilidade entre estes. A Economia Solidária pode ser entendida, de acordo com Singer (2003), como o conjunto de atividades econômicas de produção, comercialização, consumo, poupança e crédito - organizadas sob a forma de autogestão, isto é, pela propriedade coletiva do

3 capital e participação democrática (uma cabeça, um voto) nas decisões dos membros da entidade promotora da atividade. Segundo o mesmo autor, o desenvolvimento da economia solidária no Brasil acontece a partir da década de 80 com a contra revolução neoliberal. O aumento dos níveis mundiais de desemprego nas últimas décadas do século XX teve como uma de suas principais conseqüências o incremento do trabalho informal como geração de renda, de sobrevivência material e de manutenção de espaços de trabalho, mesmo em condições precárias. Como uma outra forma de organizar o trabalho através da autogestão e da solidariedade, a Economia Solidária emerge como estratégia coletiva de alternativa ao desemprego e à precarização do trabalho. Com a Reforma Psiquiátrica e a Economia Solidária inicia-se o processo de construção de uma outra maneira de se reportar ao louco e também ao trabalho, o primeiro passa a ser visto como sujeito em sofrimento psíquico e não mais como alienado, capaz de pensar e executar coletivamente sua atividade produtiva em uma perspectiva autogestionária e o segundo, é ressignificado para além de seu formato alienado e institucionalizado como emprego na sociedade salarial e redefinido em sua dimensão da práxis humana como atividade livre, universal, criativa e autocriativa, por meio da qual o homem cria (faz, produz), e transforma (conforma) seu mundo humano, a história e a si mesmo (MARX, 1989). Em alguns serviços de Saúde Mental em Saúde Coletiva, estas dimensões do humano louco e trabalhador estão entrelaçadas na construção de um modo de subjetivação que marca a ruptura com a lógica manicomial resgatando a condição de sujeito trabalhador do louco, mas não o trabalhador do modo de produção capitalista. Diante da importância do trabalho, tanto na Reforma Psiquiátrica quanto na Economia Solidária, ressalta-se o significado deste na vida do ser humano sujeito da experiência da loucura, pois existe a possibilidade da estruturação de um saber através do trabalho, é um meio de inserção na sociedade, é um modo de se lidar melhor com o sofrimento e o que este representa em sua vida, é um meio de estar em contato com outras pessoas facilitando igualmente a troca de experiências, é um combate a cronificação, evitando possíveis crises por conta do sofrimento psíquico. O trabalho na Economia Solidária sendo remunerado, mas não assalariado, proporciona o direito de produzir e reproduzir a vida, direito de fazer escolhas, enfim, resgata a autonomia, a cidadania, promove emancipação e a construção de outros modos de subjetivação. Sabemos que tanto as experiências de geração de trabalho e renda pelos usuários dos serviços de saúde mental como o trabalho autogestionário nos empreendimentos de

4 economia solidária são construídos no contexto de uma história de lutas políticas contra a exclusão social no contexto da sociedade capitalista. Sabemos também que existe um conjunto legitimado de práticas emancipatórias em seus espaços de referência e a institucionalização destas práticas através de políticas públicas consolidadas e em vias de implantação. Entretanto, o encontro entre a saúde mental e a economia solidária enquanto uma alternativa ao modo de produção capitalista é algo incipiente, desafiador, com referenciais teórico-metodológicos em construção e acontece no contexto de uma sociedade ainda marcada pela lógica manicomial e pelo modo de produção capitalista que estão presentes em todos nós. Sendo assim, é preciso que também provoquemos processos de singularização em nós mesmos na relação com as contradições que vivenciamos no cotidiano do qual participamos, principalmente os trabalhadores da Saúde Mental que são atores importantes no processo de implantação da Reforma Psiquiátrica, que muitas vezes precisam ressignificar sua própria formação acadêmica ao optar pelo trabalho com a loucura. Entretanto, vários serviços de saúde mental, centros de convivência e associações de usuários, familiares e trabalhadores da Saúde Mental têm construído coletivamente iniciativas relacionadas à geração de trabalho com renda junto aos sujeitos que lidam com o sofrimento psíquico. O encontro entre esses movimentos a Reforma Psiquiátrica e a Economia Solidária engendrou a elaboração e implantação desses dispositivos de políticas púbicas que se configuram como espaços concretos e cotidianos da realidade psicossocial, com os quais estamos nos relacionando, que são projetos de geração de trabalho e renda desenvolvidas nos Centros de Atenção Psicossocial, nos Centros de Convivência e nas Associações de usuários, familiares e trabalhadores dos serviços de Saúde Mental. Nestas podemos identificar a construção de práticas autogestionárias presentes tanto no dispositivo da Assembléia como campo social de uma prática clínica revolucionária na Atenção Psicossocial como na organização do trabalho coletivo e autogestionário nos empreendimentos de Economia Solidária. Este é o campo social onde os trabalhadores, sujeitos da experiência da loucura, constroem sua práxis de trabalho coletivo e autogestionário em um Centro de Atenção Psicossocial I, sendo este o nosso campo de intercessão. Como há um processo produtivo que desencadeia a possibilidade de comercialização do que é produzido pelo trabalho nas oficinas terapêuticas, os envolvidos no processo têm refletido sobre a possibilidade de ir para além do trabalho como construção de si (terapêutico) através da organização coletiva, solidária e autogestionária dessa produção com a intencionalidade

5 de produzir para a comercialização (trabalho para o intercâmbio). A demanda social por um intercessor aconteceu em função de haver esse processo produtivo que desencadeia a possibilidade de comercialização do que é produzido pelo trabalho nas oficinas terapêuticas. Na dimensão intersubjetiva com os sujeitos desse campo é que buscamos, através da intercessão-pesquisa como uma prática clínica, construir a partir de nossa práxis universitária, conhecimento em Psicologia no contexto do encontro da Saúde Mental em Saúde Coletiva com a Economia Solidária. Nesse contexto, buscamos desenvolver a metodologia do Dispositivo Intercessor como Modo de Produção do Conhecimento em Psicologia como uma práxis ligada à Universidade que é construída a partir dessa dimensão intersubjetiva experienciada entre o intercessor-pesquisador e os trabalhadores que lidam com o sofrimento psíquico intenso em sua práxis cotidiana de trabalho coletivo e autogestionário, sendo este o Dispositivo Intercessor, onde acontece a intercessãopesquisa (COSTA-ROSA, 2008). Para Deleuze (1972/1992) a questão para o intercessor é o que se passa entre e o fundamental é chegar entre em vez de ser a origem de um esforço, de um movimento. Sendo assim, os conceitos também se movem e é preciso construir outros conceitos capazes de movimentos intelectuais, sendo esta uma tarefa que pode ser assumida pelo intercessor. Nesse sentido, o intercessor não é um agente, ele é uma função, um acontecimento, uma ação. Existe um saber sobre a práxis, sobre as apreensões do coletivo. O dispositivo intercessor em seu cotidiano funciona como um cartógrafo que produz saber a partir dessa práxis. Há um campo do qual emerge uma demanda social pulsações articuladas dialeticamente, rizomaticamente. A intercessão-pesquisa acontece na relação com um grupo de sujeitos da práxis, ou mesmo apenas com um desses sujeitos. O que propomos para esse trabalho é a reflexão sobre esse processo de intercessão-pesquisa aliando economia solidária e novas práticas com o sofrimento psíquico, como uma prática clínica no campo psicossocial da Saúde Coletiva. Tomamos a noção de campo como o território da realidade concreta e da intersubjetividade onde se dá o encontro entre a prática social dos sujeitos que compõem esse território que se caracteriza como o campo de intercessão também considerada por nós como uma prática clínica, que vai para além da intervenção porque sua ação não se esgota no

6 próprio campo, pois é a partir dele que a prática social do intercessor-pesquisador sua práxis é construída, mas a posteriori de sua ação, no campo de produção do conhecimento. Para refletirmos sobre a intercessão-pesquisa como uma prática clínica a tomaremos como um dispositivo constituído a partir da demanda de um coletivo na concepção que este tem para Oury ( , p. 19) como uma organização geral que possa levar em conta um vetor de singularidade dos que o compõem, onde é preciso que exista heterogeneneidade tanto as pessoas que trabalham com este coletivo como as próprias atividades desenvolvidas precisam ser diferentes, evitando sua serialização. Nesse sentido, a intercessão-pesquisa acontece junto com outros intercessores que compõem a equipe de Saúde Mental do CAPs e as atividades desenvolvidas são dialógicas e participativas, ou seja, construídas a partir das questões levantadas pelo coletivo dos sujeitos trabalhadores que lidam com o sofrimento psíquico intenso no início de cada oficina onde o tema é o trabalho. O processo de escuta das histórias de vida de trabalho destes trabalhadores (seja de inclusão, exclusão ou perda do emprego em função do sofrimento psíquico) nos mostra uma centralidade em trabalhar para se sentir sujeito de sua história cotidiana e participante da sociedade do trabalho, ainda marcada pela concepção capitalista do emprego, mas lidando com seus limites; a escuta de suas experiências de relacionamento com o sofrimento psíquico e com o tratamento que lhes é oferecido nos mostra a ainda presente estigmatização social que sofrem por freqüentarem um serviço de saúde mental e como tudo isso interfere em seu cotidiano de vida e de relacionamento social; a escuta de seus desejos relacionados ao trabalho, de seus projetos de vida, de suas possibilidades e impossibilidades em realizar alguma atividade produtiva nos mostra a difícil e revolucionária tarefa a ser construída por esse coletivo em busca de sua reabilitação psicossocial e (re) inserção no mundo do trabalho. Tudo isso configura uma experiência de escuta da subjetividade e da intersubjetividade para além do foco no sintoma, mas no como cada um desses sujeitos lidam de maneira singular com sua experiência com a loucura e como coletivamente começam a buscar alternativas para sua atual condição de desfiliados sociais tendo como ponto de partida a construção de um processo de grupalização, de coletivização, de construção de uma dimensão intersubjetiva forjada no campo do trabalho coletivo, solidário e autogestionário.

7 Para Oury (2009) o Coletivo seria, talvez, uma máquina a tratar a alienação, todas as formas de alienação, tanto a alienação social, coisificante, produto da produção, como a alienação psicótica. É evidente que é preciso que haja um lugar se quisermos verdadeiramente por em prática algo de eficaz no plano da psicoterapia das psicoses uma máquina que possa tratar a alienação (p.39). Com a prática clínica da intercessão-pesquisa, aliando economia solidária e novas práticas com o sofrimento psíquico no campo da Atenção Psicossocial em Saúde Coletiva, esperamos contribuir com a construção da máquina que possa tratar a alienação proposta por Oury. Referências ANDRADE, M. C. Psicologia Social e Economia Solidária: uma análise psicossocial do trabalho associativo e cooperativo na perspectiva da Economia Solidária Dissertação (Mestrado em Psicologia) Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, COSTA-ROSA, A. Intercessões e análises sobre o processo de produção saúdeadoecimento atenção no campo psíquico, num território municipal. Produção de novas tecnologias para o implemento da Atenção Psicossocial no Sistema Único de Saúde. UNESP/Assis. Mimeo, DELEUZE, G. (1972) Os intercessores. In: DELEUZE, G. Conversações. Tradução de Peter Pál Pelbart. Rio de Janeiro: Ed.34, p MARX, K. Manuscritos econômicos filosóficos e outros textos escolhidos. Lisboa: Edições 70, OURY, J. (1924) O Coletivo. Tradução de Antoine Menárd... (et al.). São Paulo: Aderaldo & Rothschild, PEREIRA, W. C. C. Nas trilhas do trabalho comunitário e social: teoria, método e prática. Belo Horizonte: Vozes; PUC Minas, 2001.

TRABALHO COMO DIREITO

TRABALHO COMO DIREITO Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419 CEP: 05403-000 São Paulo SP Brasil TRABALHO COMO DIREITO () 04/12/2013 1 O direito ao trabalho no campo da Saúde Mental: desafio para a Reforma Psiquiátrica brasileira

Leia mais

Patrícia Dorneles 1) Por que é necessária a desinstitucionalização na Saúde Mental?

Patrícia Dorneles 1) Por que é necessária a desinstitucionalização na Saúde Mental? Entrevista com Patrícia Dorneles, terapeuta ocupacional, professora do curso de Terapia Ocupacional da UFRJ e ex-assessora técnica do Ministério da Cultura na implementação de políticas públicas de Cultura

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

A REFORMA PSIQUIÁTRICA NO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: PSIQUIATRIA REFORMADA OU MUDANÇA PARADIGMÁTICA?

A REFORMA PSIQUIÁTRICA NO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: PSIQUIATRIA REFORMADA OU MUDANÇA PARADIGMÁTICA? 1 A REFORMA PSIQUIÁTRICA NO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: PSIQUIATRIA REFORMADA OU MUDANÇA PARADIGMÁTICA? DEVERA, Disete; COSTA-ROSA, Abílio (Unesp/Assis; UNIP/ Limeira) RESUMO: A história da construção

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Economia solidária: Uma ferramenta para construção do feminismo

Leia mais

REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL

REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL Bárbara Leite 1 Paula Filippom 2 Francilene Raimone 3 Stelamaris Gluck 4 O problema é procurar aquilo que sai da terra, isto é, o que acontece quando

Leia mais

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos:

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos: Clínica Psicológica da UFPE Plano Institucional de Estágio Supervisionado Apresentação A Clínica Psicológica é uma entidade pública, ligada ao Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco,

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

A Psicologia Social Crítica em processos de constituição de coletivos de trabalho autogestionário na economia solidária relatos de experiência.

A Psicologia Social Crítica em processos de constituição de coletivos de trabalho autogestionário na economia solidária relatos de experiência. A Psicologia Social Crítica em processos de constituição de coletivos de trabalho autogestionário na economia solidária relatos de experiência. Profa. Dra. Márcia Campos Andrade Universidade Estadual de

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O surgimento do Serviço Social O serviço social surgiu da divisão social e técnica do trabalho, afirmando-se

Leia mais

Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas

Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) Programa de extensão universitária vinculada à Pró Reitoria de

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

RESENHA CADERNO PENSAR ESTADO DE MINAS 09/04/05. Universidade, Globalização e a Ecologia dos Saberes

RESENHA CADERNO PENSAR ESTADO DE MINAS 09/04/05. Universidade, Globalização e a Ecologia dos Saberes RESENHA CADERNO PENSAR ESTADO DE MINAS 09/04/05 Universidade, Globalização e a Ecologia dos Saberes Leonardo Avritzer O Professor Boaventura de Sousa Santos é autor de uma obra que tem se tornado uma das

Leia mais

A Política de Saúde Mental de Belo Horizonte. por uma sociedade sem manicômios

A Política de Saúde Mental de Belo Horizonte. por uma sociedade sem manicômios A Política de Saúde Mental de Belo Horizonte por uma sociedade sem manicômios UMA PÁTRIA SEM FRONTEIRAS, UMA CIDADE SEM PORTAS, DE CASAS SEM ARMADILHAS. UM JEITO SÓ DE VIVER, MAS NESSE JEITO, A VARIEDADE,

Leia mais

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Atuação do psicólogo na Assistência Social Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Concepção de Assistência Social Assistência social direito social e dever estatal Marco legal: Constituição

Leia mais

Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia.

Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia. Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia. Autores: Ana Claudia Carlos 1 Raquel Aparecida Celso 1 Autores e Orientadores: Caroline Goerck 2 Fabio Jardel

Leia mais

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES 122 O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES Carlise Cadore Carmem Lúcia Colomé Beck Universidade Federal de Santa Maria Resumo Os movimentos da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica

Leia mais

PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO.

PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO. PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO. Betânia Maria Oliveira de Amorim UFCG betânia_maria@yahoo.com.br Polliany de Abrantes Silva UFCG pollianyabrantes_psico@hotmail.com

Leia mais

Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família

Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família Coordenadoria de Educação Permanente - CEP Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais Elaboração: Ana Marta Lobosque 2007 AULA

Leia mais

Autores: RG 3062164367; RG 73302005000400015; RG 73302005000400015

Autores: RG 3062164367; RG 73302005000400015; RG 73302005000400015 Autores: RG 3062164367; RG 73302005000400015; RG 73302005000400015 Instituição: Universidade Feevale - Novo Hamburgo-RS Titulação: Doutorando; Doutoranda; Doutora Título do trabalho: Uma experiência interdisciplinar

Leia mais

ECONOMIA SOLIDÁRIA E REABILITAÇÃO PSOCOSSOCIOECONÔMICA. Pedro Moura Acadêmico medicina 9º período UPE

ECONOMIA SOLIDÁRIA E REABILITAÇÃO PSOCOSSOCIOECONÔMICA. Pedro Moura Acadêmico medicina 9º período UPE ECONOMIA SOLIDÁRIA E REABILITAÇÃO PSOCOSSOCIOECONÔMICA Pedro Moura Acadêmico medicina 9º período UPE TUTORA: Charmênia Maria Braga Cartaxo PRECEPTORAS: Magda da Silva Figueiroa; Maria da Conceição Silveira

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Psicologia Ciência e Profissão ISSN: 1414-9893 revista@pol.org.br Conselho Federal de Psicologia Brasil

Psicologia Ciência e Profissão ISSN: 1414-9893 revista@pol.org.br Conselho Federal de Psicologia Brasil Psicologia Ciência e Profissão ISSN: 1414-9893 revista@pol.org.br Conselho Federal de Psicologia Brasil Campos Andrade, Márcia; de Moraes Burali, Maria Aparecida; Vida, Aline; Balladeli B. Fransozio, Michely;

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Autores Aline Xavier Melo alinexaviermelo@yahoo.com.br Juliana Roman dos Santos Oliveira ju_roman@hotmail.com

Leia mais

Abril, 2009. Clínica de Projetos

Abril, 2009. Clínica de Projetos Abril, 2009 Clínica de Projetos Apresentação O Programa Clínica de Projetos Dispositivos da Clínica Ampliada: - Tramando a Rede - Site - Interlocuções - Eventos Clínica de Projetos Clínica de Projetos

Leia mais

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i INTRODUÇÃO Entre as inúmeras formas de diálogo que a UFRB (Universidade

Leia mais

Economia popular solidária: Uma perspectiva anticapitalista

Economia popular solidária: Uma perspectiva anticapitalista Economia popular solidária: Uma perspectiva anticapitalista Sérgio Kapron A Economia Popular Solidária, e todo universo ainda não muito preciso que ela envolva, tem ocupado um espaço crescente entre militantes

Leia mais

Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil

Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil Cintia Santos Nery dos Anjos 1 O tema deste estudo refere-se a operacionalização da intersetorialidade no campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil

Leia mais

RESUMO. Palavras- chave: saúde mental. Desinstitucionalização, hospital dia, terapia ocupacional INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras- chave: saúde mental. Desinstitucionalização, hospital dia, terapia ocupacional INTRODUÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE TERAPIA OCUPACIONAL EM SAÚDE MENTAL E PSIQUIATRIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Deyse Paula de Almeida Silva Juliana de Fátima Faria Patrícia Vilse Luzetti Vânia Oliveira Burocco Ana

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Juliano Varela de Oliveira 2 O Desenvolvimento Sustentável é uma proposta alternativa ao modelo de desenvolvimento com viés puramente

Leia mais

FÓRUM SOBRE CONHECIMENTO E APRENDIZADO PARA DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E A REDUÇÃO DA POBREZA NO NORDESTE DO BRASIL.

FÓRUM SOBRE CONHECIMENTO E APRENDIZADO PARA DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E A REDUÇÃO DA POBREZA NO NORDESTE DO BRASIL. FÓRUM SOBRE CONHECIMENTO E APRENDIZADO PARA DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E A REDUÇÃO DA POBREZA NO NORDESTE DO BRASIL. Tema 4: A participação e o empoderamento das comunidades locais conduzem a uma

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS 1. Categorias profissionais que já compõem o SUAS RS: - Psicólogo - Assistente Social - Advogado - Educador Social - Nutricionista - Pedagogo - Enfermeiro - Estagiários - Supervisores e Coordenação - Técnico

Leia mais

GERARTE GERAÇÃO DE RENDA E ARTE ATRAVÉS DO FAZER HUMANO

GERARTE GERAÇÃO DE RENDA E ARTE ATRAVÉS DO FAZER HUMANO GERARTE GERAÇÃO DE RENDA E ARTE ATRAVÉS DO FAZER HUMANO ARAÚJO 1, Clarice BREGALDA 2, Marília GOMES 3, Márcia SANTOS 4, Mairana SILVA 5, Ana RESUMO O Projeto GERARTE - Geração de Renda e Arte através do

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 62 2011 Rede de Atenção Psicossocial Altera a portaria GM nº 1.169 de 07 de julho de 2005 que destina incentivo financeiro para municípios que desenvolvem Projetos de Inclusão Social pelo

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

SOCIOLOGIA GERAL E DA EDUCAÇÃO

SOCIOLOGIA GERAL E DA EDUCAÇÃO SOCIOLOGIA GERAL E DA EDUCAÇÃO Universidade de Franca Graduação em Pedagogia-EAD Profa.Ms.Lucimary Bernabé Pedrosa de Andrade 1 Objetivos da disciplina Fornecer elementos teórico-conceituais da Sociologia,

Leia mais

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL RESUMO AMORIM 1, Tâmara Ramalho de Sousa SIMÕES 2, Poliana

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

Área de conhecimento: Economia Doméstica Eixo Temático: Administração, Habitação e Relações Humanas;

Área de conhecimento: Economia Doméstica Eixo Temático: Administração, Habitação e Relações Humanas; 1 COOPERATIVISMO TAMBÉM SE APRENDE DA ESCOLA Luiza Maria da Silva Rodrigues 1 Edaiana Casagrande Santin 2 Área de conhecimento: Economia Doméstica Eixo Temático: Administração, Habitação e Relações Humanas;

Leia mais

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições Programa Fundo Solidário Construído para garantir inclusão socioeconômica Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Relatório da Plenária Estadual de Economia Solidária

Relatório da Plenária Estadual de Economia Solidária Relatório da Plenária Estadual de Economia Solidária Nome da Atividade V Plenária Estadual de Economia Solidária de Goiás Data 28 a 30 de agosto de 2012 Local Rua 70, 661- Setor Central -Sede da CUT Goiás

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: Enfermagem em Atenção à Saúde Mental Código: ENF- 210 Pré-requisito: ENF

Leia mais

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão O PAIF NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

PREPARATÓRIO ENADE 2015 FACULDADE DOIS DE JULHO

PREPARATÓRIO ENADE 2015 FACULDADE DOIS DE JULHO E N A PREPARATÓRIO ENADE 2015 FACULDADE DOIS DE JULHO CURSO DE FORMAÇÃO GERAL TEMA 3: CRISE FINANCEIRA E GLOBALIZAÇÃO D E CURSO DE ADMINISTRAÇÃO E DIREITO 1 O FUTURO DA DEMOCRACIA Boaventura de Souza Santos

Leia mais

Sobre a intimidade na clínica contemporânea

Sobre a intimidade na clínica contemporânea Sobre a intimidade na clínica contemporânea Flávia R. B. M. Bertão * Francisco Hashimoto** Faculdade de Ciências e Letras de Assis, UNESP. Doutorado Psicologia frbmbertao@ibest.com.br Resumo: Buscou-se

Leia mais

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Sobre o trabalho social O trabalho social nos programas de, exercido pelo (a) assistente

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL SOCIAL PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL

CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL SOCIAL PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE DIREITO PROGRAMA PÓLOS DE CIDADANIA CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL SOCIAL PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL MIRACY BARBOSA DE SOUSA GUSTIN MARIANNA VIEIRA

Leia mais

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde NOTA TÉCNICA 16 2013 Política Nacional de Educação Popular em Saúde Brasília, 20 de maio de 2013 INTRODUÇÃO A Política Nacional de Educação Popular em Saúde PNEP-SUS foi apresentada e aprovada no Conselho

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013 ,, ~ Politica Nacional de Humanizacao PNH 1ª edição 1ª reimpressão Brasília DF 2013 ,, O que e a Politica Nacional de ~ Humanizacao?, Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL TEORIA MARXISTA NA COMPREENSÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Disciplina: QUESTÃO E SERVIÇO Professora: Maria da Graça Maurer Gomes Türck Fonte: AS Maria da Graça Türck 1 Que elementos são constitutivos importantes

Leia mais

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários Elementos de uma Proposta REDE? SISTEMA? Beneficiários do Bolsa Família não conseguem financiamento para iniciar atividades produtivas Os Fundos Solidários

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS A sistematização que segue refere-se aos pontos trabalhados pelo grupo, no sentido de ativar a reflexão de questões que seriam tratadas no Encontro Estadual dos Trabalhadores do SUAS, realizado dia 16

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

Projeto Pedagógico: trajetórias coletivas que dão sentido e identidade à escola.

Projeto Pedagógico: trajetórias coletivas que dão sentido e identidade à escola. Prof. Dr. Juares da Silva Thiesen Universidade Federal de Santa Catarina- UFSC Centro de Educação - CED Projeto Pedagógico: trajetórias coletivas que dão sentido e identidade à escola. Ementa: Legitimidade

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS ECONOMICOS SOLIDÁRIOS (EES) CANDIDATOS A HABILITAÇÃO AO SISTEMA NACIONAL DE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO - SNCJS

EDITAL DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS ECONOMICOS SOLIDÁRIOS (EES) CANDIDATOS A HABILITAÇÃO AO SISTEMA NACIONAL DE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO - SNCJS 1. Apresentação União Brasileira de Educação e Ensino UBEE EDITAL DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS ECONOMICOS SOLIDÁRIOS (EES) CANDIDATOS A HABILITAÇÃO AO SISTEMA NACIONAL DE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO -

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA E ECONOMIA SOLIDÁRIA: POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES

PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA E ECONOMIA SOLIDÁRIA: POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA E ECONOMIA SOLIDÁRIA: POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES Diego da Silva Pós-Graduação em Psicologia da Saúde e Hospitalar Faculdades Pequeno Príncipe RESUMO O presente trabalho tem por

Leia mais

INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS.

INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS. INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS. Ana Lícia de Santana Stopilha Professora Assistente da Universidade do Estado da Bahia Campus XV Doutoranda em Difusão do Conhecimento

Leia mais

A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família

A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família Adriane Vieira Ferrarini Docente e pesquisadora do Programa de Pós graduação em Ciências Sociais da Unisinos Estelamaris

Leia mais

GRUPOS OPERATIVOS: UMA EXPERIÊNCIA PSICOTERAPÊUTICA EM CAPS

GRUPOS OPERATIVOS: UMA EXPERIÊNCIA PSICOTERAPÊUTICA EM CAPS GRUPOS OPERATIVOS: UMA EXPERIÊNCIA PSICOTERAPÊUTICA EM CAPS Gislaine Aparecida Marutti¹ 1 ; Juliana de Oliveira Coelho Silva¹; Maurício Mendonça Junior¹; Tatiani Solis Peres¹; Thalita de Oliveira Soares¹;

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). A Temporalidade no Serviço de Residência Terapêutica Maria Aparecida Souza Rosa Vanessa Idargo Mutchnik Associação Saúde da Família. Pça. Mal.Cordeiro de Farias, 65. Higienópolis SP Brasil Centro de Atenção

Leia mais

Regulamento para a participação do Seminário Nordestino de Educação Popular e Economia Solidária

Regulamento para a participação do Seminário Nordestino de Educação Popular e Economia Solidária Regulamento para a participação do Seminário Nordestino de Educação Popular e Economia Solidária 1. Evento 1.2. Temática, data e local 2. Programação 2.1. Programação artístico-cultural e de lazer à noite

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina/Departamento de Serviço Social/Londrina, PR Ciências Sociais Aplicadas Ética e Serviço Social

Universidade Estadual de Londrina/Departamento de Serviço Social/Londrina, PR Ciências Sociais Aplicadas Ética e Serviço Social O materialismo-histórico dialético e o projeto ético-político do Serviço Social: algumas aproximações Emelin Caroline Tarantini Cremasco (PIBIC/CNPq-UEL), Olegna Souza Guedes (Orientadora), e-mail: olegnasg@gmail.com

Leia mais

PREFEITURA DO CABO DE SANTO AGOSTINHO SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GERÊNCIA DE ATENÇÃO À SAÚDE COORDENAÇÃO DE SAÚDE MENTAL

PREFEITURA DO CABO DE SANTO AGOSTINHO SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GERÊNCIA DE ATENÇÃO À SAÚDE COORDENAÇÃO DE SAÚDE MENTAL PREFEITURA DO CABO DE SANTO AGOSTINHO SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GERÊNCIA DE ATENÇÃO À SAÚDE COORDENAÇÃO DE SAÚDE MENTAL OFICINA DE ATUALIZAÇÃO PERCURSOS FORMATIVOS NA RAPS CABO DE SANTO AGOSTINHO PERÍODO:

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

ESTUDO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO PARA EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA. Palavras-Chave: Custos, Formação de Preço, Economia Solidária

ESTUDO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO PARA EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA. Palavras-Chave: Custos, Formação de Preço, Economia Solidária ESTUDO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO PARA EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA Autores: Fábio Bruno da Silva Marcos Paulo de Sá Mello Palavras-Chave: Custos, Formação de Preço, Economia Solidária INTRODUÇÃO

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Círculo de Cultura: Eixo 1 - A educação que emancipa frente às injustiças, desigualdades e vulnerabilidades. EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Cezar Luiz De Mari

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 Aviso de Divulgação de Seleção de Instrutor Pleno para as. REF: CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PARA ATENDIMENTO AO CONVENIO Nº 711591/2009 MDS/ITS/CEDEP

Leia mais

REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Patricia Maia von Flach

REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Patricia Maia von Flach REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Patricia Maia von Flach Rede de Atenção Psicossocial PORTARIA 3088 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 OBJETIVOS: I - Ampliar o acesso à atenção psicossocial da população em geral; II

Leia mais

SERVIÇO RESIDENCIAL TERAPÊUTICO (SRT): UM AVANÇO NO PROCESSO ANTIMANICOMIAL E REFORMA PSIQUIÁTRICA.

SERVIÇO RESIDENCIAL TERAPÊUTICO (SRT): UM AVANÇO NO PROCESSO ANTIMANICOMIAL E REFORMA PSIQUIÁTRICA. SERVIÇO RESIDENCIAL TERAPÊUTICO (SRT): UM AVANÇO NO PROCESSO ANTIMANICOMIAL E REFORMA PSIQUIÁTRICA. Josiane F. Lozigia Carrapato 1 Sueli Cavicchioli Azevedo 2 INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA A Saúde Mental vem

Leia mais

Saúde Mental e Arte em Jataí: construindo diálogos, edificando práticas.

Saúde Mental e Arte em Jataí: construindo diálogos, edificando práticas. Saúde Mental e Arte em Jataí: construindo diálogos, edificando práticas. COSTA, Jônatas Leal 1 ; Cardoso, Fernando Freitas 2 ; MARTINS, Eduarda Jacomini 3 ;GONÇALVES, Lorrany de Oliveira 4 ; FARIA, Jaqueline

Leia mais

Carvalho Goretti Moreira Leal de, Themis; Ribas Almeida, Milene. Brasil RESUMO

Carvalho Goretti Moreira Leal de, Themis; Ribas Almeida, Milene. Brasil RESUMO ID:862 PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA AMPLIANDO AS AÇÕES DE PREVENÇÃO EM DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS JUNTO À POPULAÇÃO ESCOLAR: UM ESPAÇO PARA FORMAÇÃO PROFISSIONAL E PROMOÇÃO DA SAÚDE Carvalho Goretti

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde Curso de Psicologia Núcleo 3.2 Saúde Mental (2014)

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde Curso de Psicologia Núcleo 3.2 Saúde Mental (2014) Núcleo 3.2 Saúde mental: política e clinica ampliada DEPARTAMENTOS ENVOLVIDOS: Psicologia do Desenvolvimento e Psicologia Social COORDENADOR: Maria Claudia Tedeschi Vieira PROFESSORES: Deborah Sereno Elisa

Leia mais

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social.

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social. OBJETIVOS: Promover o debate sobre o Serviço Social na Educação; Subsidiar as discussões para o Seminário Nacional de Serviço Social na Educação, a ser realizado em junho de 2012 em Maceió-Alagoas; Contribuir

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS / DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE MENTAL COORDENAÇÃO DE GESTÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004

Leia mais

OS CUIDADOS AOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS EM SITUAÇÃO DE RUA NA PERSPECTIVA DA INTEGRALIDADE

OS CUIDADOS AOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS EM SITUAÇÃO DE RUA NA PERSPECTIVA DA INTEGRALIDADE pop. em situação de rua OS CUIDADOS AOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS EM SITUAÇÃO DE RUA NA PERSPECTIVA DA INTEGRALIDADE I SEMINÁRIO NACIONAL DOS CONSULTÓRIOS NA RUA E SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A 9 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A QUESTÃO 16 O Capítulo II das Entidades de Atendimento ao Idoso, da Lei nº 10.741, de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, coloca no Parágrafo Único

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

X SEMINÁRIO DO FÓRUM NACIONAL DE GESTÃO DA ÉTICA NAS EMPRESAS ESTATAIS

X SEMINÁRIO DO FÓRUM NACIONAL DE GESTÃO DA ÉTICA NAS EMPRESAS ESTATAIS X SEMINÁRIO DO FÓRUM NACIONAL DE GESTÃO DA ÉTICA NAS EMPRESAS ESTATAIS PAINEL : FERRAMENTA PARA A GESTÃO DA ÉTICA E DOS DIREITOS HUMANOS RONI ANDERSON BARBOSA INSTITUTO OBSERVATORIO SOCIAL INSTITUCIONAL

Leia mais

A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva

A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva Jakeline Gonçalves Bonifácio Vitória Régia Izaú Resumo Partimos do princípio

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais