Pesquisa. Consumo de Frutas e Hortaliças

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1 Pesquisa Consumo de Frutas e Hortaliças

2 Pesquisa Quantitativa Consumo de Frutas e Hortaliças Elaborado por CONNECTION RESEARCH Maio

3 Objetivos da pesquisa. Estudar os hábitos alimentares da população das diversas classes sociais no país, identificando os motivos e as restrições do consumo de frutas, legumes e verduras, de forma a subsidiar a campanha para aumentar a sua participação no cardápio das famílias. Blocos de abordagem: Caracterização das famílias e do entrevistado: dimensão sócio-econômica dimensão da saúde: IMC, prática de exercícios, doenças na família, relação com fumo Hábitos de alimentação fora de casa Valores que norteiam a prática alimentar dentro e fora de casa 3

4 Objetivos da pesquisa. Posicionamento das frutas e hortaliças no mercado Ocasiões de consumo e frequência Ocorrência de consumo no dia anterior à entrevista Percepção da própria alimentação e práticas de inclusão/ redução de itens Tipos de FLVs consumidas Formas de consumo Razões de consumo e de restrição de consumo Condições para aumento do consumo Atratividade de possíveis diferenciais A compra: critérios, tipos de local e avaliação dos locais de compra 4

5 Metodologia e Amostra Metodologia Pesquisa quantitativa com indivíduos de 20 a 79 anos de ambos os sexos, responsáveis ou co-responsáveis pela compra de alimentos para o lar. Foram realizadas ao todo 1420 entrevistas As entrevistas foram distribuídas por regiões: Norte Centro Oeste Sudeste Sul Nordeste Total

6 IMC Obesidade do brasileiro (%) 16,3% Base:

7 Critérios que orientam as escolha dos alimentos p/o domicílio (%) Procura oferecer uma comida que seja... Base Respondente: 1420 P13. QUANDO SE PREPARAM AS REFEIÇÕES EM SUA CASA, QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS VALORES QUE ORIENTAM AS ESCOLHAS DOS ALIMENTOS/ PRATOS QUE VÃO SER OFERECIDOS EM 1º. LUGAR, 2º. LUGAR OU EM 3º. LUGAR? 7

8 Frutas consumidas e preferidas (%) Uma proporção significativa de consumidores não tem as frutas consumidas como preferidas. Mas, além desta proporção ser mais ou menos a mesma para as principais frutas, a maioria dos entrevistados tem por preferência as frutas mais consumidas ou básicas 8

9 Hortaliças consumidas e preferidas (%) Base Amostra:

10 Benefícios atribuídos ao consumo de frutas e hortaliças (%) Total 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 a- nos 50 a 59 anos 60 a 79 anos Homens Mulheres Classe A/B1 Classe B2 Classe C Classe D Saudável, faz bem para a saúde Previne, evita doenças Contém vitaminas É leve, não pesa/ É de fácil digestão Contém vários nutrientes Dá energia, disposição Regula intestino Pele mais bonita Controla o colesterol, não aumenta Controla o peso, não engorda Contém proteínas

11 Proporção de gastos com a alimentação (%) Valores médios Total Classe A/B1 Classe B2 Classe C Classe D 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 79 anos Renda Familiar (R$) Gasto com alimentação total R$ Alimentação fora, inclusive delivery R$ Gasto com alimentos para o domicílio R$ Gasto com FLVs R$ 91,50 142,61 108,64 86,35 65,54 85,09 90,11 99,23 91,42 91,68 Gasto c/ alimentação total sobre Renda Fam. % 35,4 24,7 33,0 38,2 46,3 35,0 33,3 35,5 36,2 34,3 Gasto com FLVs sobre Renda Familiar % 6,2 4,3 6,0 7,0 8,0 6,0 5,8 6,5 6,1 6,8 Alimentação fora sobre alimentação total % 21,2 22,0 20,0 19,1 18,4 24,0 23,1 20,4 18,5 17,4 Alimentos para dom. sobre alimentação total % Gasto com FLVs sobre alimentação total % 17,6 17,4 18,1 18,4 17,2 17,0 17,3 18,4 16,9 19,9 Gasto com FLV sobre alimentação p/ domic; % 22,3 22,3 22,6 22,7 21,1 22,4 22,5 23,1 20,8 24,1 Base O impacto dos gastos com alimentação e FLVs sobre a renda é maior à medida em que se desce na escala de classificação sócio-econômica. Assim, limites de consumo estabelecidos por preço ou disponibilidade financeira são esperados e têm razões objetivas. A classe D gasta quase metade de sua renda com alimentação mas, definido o montante destinado à alimentação, a proporção gasta com FLV é, em média, semelhante às demais classes. 11

12 Frutas consumidas espontâneo(%) Frutas que fazem parte da alimentação (%) Índice de multiplicidade: Total: 5,0 Classe A/B1: 5,9 Classe B2: 5,4 Classe C: 4,8 Classe D: 4,5 São 4 as frutas principais e os índices de multiplicidade indicam que a inclusão de maior variedade dá-se à medida em que se sobe na escala de classificação sócio-econômica Base Amostra:

13 Formas de consumo de frutas (%) Frequência de consumo de frutas X Formas de consumo(%) In natura Suco Salada 6 a 7 x na sema -na 4 A 5 x na sema na 2 a 3 x na sema na 1 vez na sema -na Cada 10 a 15 dias Rara ment e Com outros produtos Com comida Com outros pratos Nenhum Índice de multiplicidade: 1,98 Base Amostra:

14 Conclusões Elementos que favorecem o consumo de FLVs: A visão sobre a própria alimentação: 17% estão insatisfeitos com a qualidade da alimentação. Acrescem-se 32% que percebem a necessidade concreta de melhoria O divisor de águas em termos de saudabilidade são as FLVs A satisfação pessoal advinda do consumo das FLVs ou a culpa pelo não consumo E a intenção ou promessa de incremento que o consumidor faz para si mesmo. Em suma, o consumidor está consciente da necessidade de incremento de consumo das FLVs. Precisa ter mais clara a necessidade de variação, mas o terreno do qual se parte para a comunicação de incremento já está, em parte, solidificado. Benefícios funcionais são mote de consumo de FLVs entre aqueles que têm buscado a ampliação de consumo das categorias, além de estarem presentes na visão de saudabilidade. Assim, a divulgação de benefícios específicos parece parte de um tripé: nutrição variedade funcionalidade 14

15 Pesquisa Qualitativa Hábitos Alimentares Público Consumidor Elaborado pela Connection Research Março

16 Metodologia e Amostra Metodologia 10 grupos de discussão distribuídos entre São Paulo, Porto Alegre, Brasília e Recife. Os grupos foram constituídos de forma a espelhar a diversidade de consumidores. Assim, todos os grupos foram montados levando em conta as seguintes características: 1 ou 2 pessoas que moram sozinhas, pessoas que trabalham e não trabalham fora, compradores preferenciais de cada um dos diversos tipos de locais de compra e alguns participantes com crianças de variadas faixas etárias. Nem o participante, nem o chefe da família poderiam estar desempregados, a fim de evitar desvios no padrão alimentar em função desta condição. 16

17 O que compõe as refeições POA, São Paulo, Brasília O que se ingere pela manhã Mais frequentes Pão Leite Cafezinho Achocolatado Menos frequentes Queijo Frios Frutas Sucos / Vitaminas Cereais O consumo de fruta no café da manhã para a maior parte do público não é habitual. Alega-se, em geral, falta de tempo. Mas, eventualmente, podem sair comendo uma maçã quando não há tempo para mais nada. 17

18 O almoço e o jantar O que se ingere no almoço e jantar Mais frequentes Arroz / feijão Carne Menos frequentes Base quase universal Salada LVs cozidas Base frequente Base menos frequente Na salada, a alface e o tomate estão quase sempre presentes. Beterraba e cenoura raladas são, na sequência os mais mencionados. Num terceiro nível de presença, variados legumes compõem eventualmente saladas: vagem, brócolis, couve-flor, etc. Há espaço para a ampliação de público consumidor e para a ampliação da variedade de LVs consumidas 18

19 Principais motes de consumo Estética: Pele, cabelo, unhas e corpo mais bonitos - Dietas Saúde: consome-se FLV porque são produtos nutricionalmente ricos: - São fonte de saúde no presente e no futuro - São alimentos funcionais - combatem e previnem doenças: obesidade, colesterol, regulam intestino - Recomendação médica - Prática esportiva - Dão sensação de bem-estar: físico e mental - amenizam culpas, dão a sensação de que estão se cuidando A inclusão de FLVs ameniza o pecado do refrigerante, do doce. Quando incluem FLVs, estão comendo algo de nutritivo e saudável. 19

20 Pesquisa Qualitativa Público Profissional Hábitos Alimentares Elaborado pela Connection Research Abril

21 O que o brasileiro come Dieta fortemente marcada por carboidratos Pouco variada Arroz, batata, pão, massas, farinha Carne: predomina a vermelha largamente Feijão Hortaliças: alface e tomate Poucas frutas: banana é o destaque Larga presença de industrializados, fast food, comida pré-pronta Congelados, enlatados Fast food (Mc Donald`s, salgados, sanduíches) Açúcares e gorduras saturadas Salgadinhos em pacote 21

22 Consequências Ampliação da prevalência de obesos Entre crianças Entre adolescentes e adultos Aumento da ocorrência de variadas doenças, principalmente diabetes, hipertensão, colesterol, além de doenças auto-imunes, AVC, derrame, câncer, problemas intestinais Tendência de aumento constante de custos na área da saúde É necessário interromper este ciclo Qualidade da Alimentação passa a ser vista como questão de saúde pública Expectativa por uma política pública para alimentação 22

23 CONNECTION PESQUISA E ANÁLISE DE MERCADO

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