ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA"

Transcrição

1 2ª Jornada de Ciências Farmacêuticas Centro Universitário Estadual da Zona Oeste UEZO ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA Robson Leite de Souza Cruz Instituto de tecnologia em Imunobiológicos / Bio-Manguinhos Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz

2 PESQUISA CLÍNICA, UM NOVO MERCADO DE TRABALHO PARA O FARMACÊUTICO

3 O QUE É PESQUISA CLÍNICA Pesquisa clínica, ensaio clínico ou estudo clínico é qualquer investigação em seres humanos, objetivando determinar a segurança e eficácia de medicamentos, instrumentos ou equipamentos médicos, produtos para saúde, procedimentos médicos e kits para diagnóstico.

4 OS ENVOLVIDOS NA PESQUISA CLÍNICA

5 COMO SE DESENVOLVE UM NOVO MEDICAMENTO

6 AS FASES DE PESQUISA CLÍNICA Racional Uso de uma única dose Tolerabilidade Segurança Farmacocinética Eficácia

7 ÉTICA EM PESQUISA CLÍNICA E LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

8 II GUERRA MUNDIAL

9 II GUERRA MUNDIAL - EXPERIMENTOS NAZISTAS Hipotermia induzida em campo de prisioneiros. Experimento de baixa pressão matando um prisioneiro

10 JULGAMENTO DE NUREMBERG Atrocidades dos experimentos nazistas foram tornados públicos. O julgamento dos crimes de guerra incluíram 23 médicos nazistas. Vítima mostra as feridas por gangrena induzidas por gás em perna direita. Karl Brandt, médico nazista, recebendo sua sentença de morte.

11 Robson Leite de Souza Cruz ASCLIN / Bio-Manguinhos / FIOCRUZ

12 CÓDIGO DE NUREMBERG 10 PRINCÍPIOS 1. O consentimento voluntário do ser humano é absolutamente essencial; 2. O experimento deve ser tal que produza resultados com benefícios para a sociedade; 3. O experimento deve ser baseado em resultados de experimentação em animais e no conhecimento da evolução da doença; 4. O experimento deve ser conduzido de maneira a evitar sofrimento 5. Não deve ser conduzido qualquer experimento quando existirem razões para acreditar que pode ocorrer morte ou invalidez; 6. O grau de risco aceitável deve ser limitado pela importância do problema que o pesquisador se propõe a resolver; 7. Devem ser tomados cuidados especiais para proteção do participante; 8. O experimento deve ser conduzido apenas por pessoas cientificamente qualificadas; 9. O participante deve ter a liberdade de se retirar no decorrer do estudo; 10. O pesquisador deve estar preparado para suspender os procedimentos.

13 INCIDENTE DA TALIDOMIDA

14 Robson Leite de Souza Cruz ASCLIN / Bio-Manguinhos / FIOCUZ KEFAUVER-HARRIS DRUG AMMENDMENT

15 SLOAN-KETTERING INSTITUTE STUDY

16 DECLARAÇÃO DE HELSINKI

17 DECLARAÇÃO DE HELSINKI Foi o primeiro esforço global para padronizar a pesquisa clínica e a proteção dos sujeitos. Foi emitido um documento que estabelece um marco ético para a pesquisa em seres humanos. É introduzido o conceito de Comitê de Ética, um comitê Independente, avaliador, que verifica a segurança dos pacientes, e garante os princípios éticos da investigação.

18 TUKSGEE STUDY

19 TUKSGEE STUDY

20 DECLARAÇÃO DE HELSINKI - REVISÃO GCP CFR (Normas da Boa Pratica Clinica da FDA)

21 BELMONT REPORT Em 1974 em resposta a este estudo o congresso dos EUA aprova o National Research Act e é criado a National Commission for the Protection of Human Subjects of Biomedical and Behavioral Research. O propósito deste ato e desta comissão foi estudar a proteção ao sujeito de pesquisa. Relatório Belmont: 3 princípios básicos da ética em pesquisa com seres humanos : Respeito Beneficência Justiça

22 ICH CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE HARMONIZAÇÃO Na década dos 80, Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, os paises Nórdicos, a Comunidade Econômica Européia e Japão desenvolvem as suas próprias regulamentações para a realização de pesquisas em seres humanos. Estas tinham uma série de elementos em comum. Para criar um padrão internacional foi realizada a Conferência Internacional de Harmonização (ICH), formada por representantes da União Européia, Estados Unidos e Japão. O processo foi terminado em maio de 1996 com a emissão de um documento denominado Guias para a Boa Prática Clínica (GCP). O documento, além dos padrões dos paises participantes, tem os padrões da Austrália, Canadá, Paises Nórdicos e a Organização Mundial da Saúde.

23 Resolução CNS 196/96

24 Proposta de criação de Comitês de ética em Pesquisa em todas as instituições que realizassem pesquisa na área da saúde.

25 RESOLUÇÃO CNS 196/96 Autonomia (decisão sobre a participação na pesquisa pelo próprio sujeito - TCLE); Beneficência (máximo de benefícios e mínimo de riscos); Não-maleficência (danos previsíveis devem ser evitados); Justiça (acesso aos resultados e participação não apenas de grupos vulneráveis).

26 INOVAÇÃO FARMACÊUTICA: SEMPRE RADICAL?

27 Vantagens competitivas do Brasil Baixa resistência da população ao voluntariado Profissionais qualificados nos Centros de Pesquisa Centros multiprofissionais com ampla capacidade de recrutamento de pacientes Empenho com a qualidade dos dados clínicos Apenas 10 a 20% dos médicos formados no Brasil tem contato com o mercado de Pesquisa.

28 DESAFIOS PARA DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA CLÍNICA

29 DESAFIOS PARA DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA CLÍNICA

30 RECURSOS HUMANOS EM PESQUISA CLÍNICA Investigador principal Especialistas em pesquisa clínica Subinvestigador Diretor de pesquisa Assistente de pesquisa Coordenador de estudos Enfermeira Enfermeira coordenadora de Técnicos de laboratórios Assistentes e auxiliares de Enfermagem Administradores financeiros Gerente de dados Estatistico Técnico de pesquisa Farmacêutico Epidemiologistas Monitores de pesquisa Sujeito da pesquisa

31 Robson Leite de Souza Cruz ASCLIN / Bio-Manguinhos / FIOCRUZ

32 O PAPEL DO FARMACÊUTICO NO CENTRO DE PESQUISA RESOLUÇÃO Nº 509 DE 29 DE JULHO DE 2009 Ementa: Regula a atuação do farmacêutico em centros de pesquisa clínica, organizações representativas de pesquisa clínica, Indústria ou outras instituições que realizem pesquisa clínica.

33 Artigo 3º - É atribuição privativa do farmacêutico atuante em PC: I Zelar pelo cumprimento da legislação sanitária e demais legislações correlatas, orientando quanto às adequações necessárias para o cumprimento das normas relativas ao recebimento, armazenamento e dispensação de medicamentos e produtos para saúde; II Supervisionar e/ou definir a adequação da área física, instalações, e procedimentos do local de armazenamento e dispensação de medicamentos e produtos para saúde; III Atuar de maneira efetiva no armazenamento, dispensação, preparo e transporte de medicamentos e/ou produtos para saúde destinados a estudos clínicos.

34 Artigo 5º - Deve ainda o farmacêutico atuante em PC: I Assessorar a empresa no processo de regularização do local de armazenamento e dispensação de medicamentos e/ou produtos para fins terapêuticos em órgãos profissionais e sanitários competentes; II Treinar os recursos humanos envolvidos, com fundamento em procedimentos estabelecidos na legislação vigente e nas Boas Práticas Clínicas, mantendo o registro dos treinamentos efetuados. III Elaborar procedimentos e rotinas para: IN 4/2009

35 Artigo 5º - Deve ainda o farmacêutico atuante em PC: IV) - Participar da elaboração dos documentos concernentes aos centros de pesquisa clínica e à pesquisa clínica, referentes a estudos pré-clínicos e clínicos, em conformidade com a legislação vigente: a) Dossiê de submissão para anuência em pesquisa clínica e para obtenção do comunicado especial (CE) para a realização de pesquisa clínica com medicamentos em território nacional; b) Protocolo de pesquisa clínica; c) Documentos do âmbito regulatório; d) Termo de Consentimento Livre e Esclarecido; e) Metodologia de pesquisa clínica.

36 Artigo 5º - Deve ainda o farmacêutico atuante em PC: V) Participar dos comitês de ética em pesquisa clínica. VI) Participar do projeto de pesquisa clínica como pesquisador responsável ou como colaborador quando for o caso. Artigo 6º - É privativa do farmacêutico a responsabilidade técnica pelo local de armazenamento e dispensação de medicamentos e produtos para saúde utilizados em estudos clínicos de todas as instituições que realizem pesquisa clínica com medicamentos e/ou produtos para saúde.

37 O PAPEL PROFISSIONAL FARMACÊUTICO Responsável Comprometido Bom domínio de Inglês Flexibilidade Trabalho em equipe Preferível com experiência ou formação profissionalizante na área

38 VANTAGENS DE TRABALHAR COM A PESQUISA CLÍNICA Trabalhar com ética, veracidade e clareza Área promissora = plano de carreira Oportunidades de trabalhar em grandes empresas Trabalhar no exterior Conhecimento científico Salários e benefícios

39 OBRIGADO! Robson Leite de Souza Cruz Monitoramento de Dados em Pesquisa Clínica Assessoria Clínica

As Ciências Farmacêuticas e a Pesquisa Clínica

As Ciências Farmacêuticas e a Pesquisa Clínica As Ciências Farmacêuticas e a Pesquisa Clínica 4ª Jornada de Ciências Farmacêuticas UEZO 26 de maio de 2015 Maria Hermoso (VPPLR/Fiocruz) Introdução Pesquisa clínica A pesquisa clínica no Brasil O papel

Leia mais

A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas:

A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas: Unidade de Pesquisa Clínica A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas: A importância da caracterização adequada das Fases da Pesquisa Rev. HCPA, 2007 José Roberto Goldim Apresentado

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL. Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos

DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL. Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos Adotado da 18ª Assembléia Médica Mundial Helsinki, Finlândia, Junho 1964 e emendas da

Leia mais

O papel da ANVISA na avaliação de ensaios clínicos: melhorias implementadas, resultados e projetos futuros

O papel da ANVISA na avaliação de ensaios clínicos: melhorias implementadas, resultados e projetos futuros O papel da ANVISA na avaliação de ensaios clínicos: melhorias implementadas, resultados e projetos futuros Alessandra Nepomuceno Barbosa Coordenação de Pesquisas e Ensaios Clínicos - CEPEC Gerência de

Leia mais

Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial

Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial A. Introdução Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial Princípios éticos para as pesquisas médicas em seres humanos Adotado pela 18ª Assembléia Médica Mundial Helsinque, Finlândia, junho do 1964

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 509 DE 29 DE JULHO DE 2009

RESOLUÇÃO Nº 509 DE 29 DE JULHO DE 2009 RESOLUÇÃO Nº 509 DE 29 DE JULHO DE 2009 Ementa: Regula a atuação do farmacêutico em centros de pesquisa clínica, organizações representativas de pesquisa clínica, Indústria ou outras instituições que realizem

Leia mais

Resolução CFF nº 509, de 29 de julho de 2009

Resolução CFF nº 509, de 29 de julho de 2009 Resolução CFF nº 509, de 29 de julho de 2009 Diário Oficial da União nº 149, de 6 de agosto de 2009 Seção 1 Pág. 55/56 Entidades de Fiscalização do Exercício Das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE

Leia mais

Condução da Pesquisa. a visão do patrocinador. Eduardo Motti Gerente de Pesquisa Clínica Pfizer. I Curso de Pesquisa Clínica SBMF/ANVISA Maio 2007

Condução da Pesquisa. a visão do patrocinador. Eduardo Motti Gerente de Pesquisa Clínica Pfizer. I Curso de Pesquisa Clínica SBMF/ANVISA Maio 2007 Condução da Pesquisa a visão do patrocinador Eduardo Motti Gerente de Pesquisa Clínica Pfizer Finalidade da Pesquisa Aprovação Regulatória Primeira aprovação Expansão das indicações Outra Novos comparadores

Leia mais

Ensaios Clínicos. Alexander R. Precioso

Ensaios Clínicos. Alexander R. Precioso Ensaios Clínicos Alexander R. Precioso Diretor da Divisão de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância - Instituto Butantan Pesquisador do Instituto da Criança HC / FMUSP Introdução Os recentes desenvolvimentos

Leia mais

Inspeção dos Centros de PesquisapelaANVISA

Inspeção dos Centros de PesquisapelaANVISA Inspeção dos Centros de PesquisapelaANVISA ALESSANDRO FERREIRA DO NASCIMENTO Coordenação de Pesquisas e Ensaios Clínicos e Medicamentos Novos COPEM GERÊNCIA-GERAL DE MEDICAMENTOS GGMED Definição PESQUISAS

Leia mais

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 073/2011

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 073/2011 PARECER COREN-SP GAB Nº 073/2011 Assunto: Responsabilidade pelo Controle, Guarda e Dispensação de Medicamentos de Pesquisa Clínica. 1. Do fato Solicitado parecer sobre o controle, guarda e dispensação

Leia mais

Sobrevivência dos Centros de Pesquisa Clínica: desafios regulatórios

Sobrevivência dos Centros de Pesquisa Clínica: desafios regulatórios Sobrevivência dos Centros de Pesquisa Clínica: desafios regulatórios Marise Lazaretti Castro Apresentação e potenciais conflitos de interesse Médica formada há 31 anos, na Fac Medicina do ABC Livre-docente

Leia mais

Fátima Rodrigues Fernandes MSc, MBA Diretora Instituto PENSI Membro da Câmara Técnica de Pediatria do CREMESP

Fátima Rodrigues Fernandes MSc, MBA Diretora Instituto PENSI Membro da Câmara Técnica de Pediatria do CREMESP Fátima Rodrigues Fernandes MSc, MBA Diretora Instituto PENSI Membro da Câmara Técnica de Pediatria do CREMESP Pesquisa Clínica: Interrelações Indústria Farmacêutica Pesquisador Instituições Mídia CFM /

Leia mais

ÉTICA E PESQUISA. Ética e Pesquisa

ÉTICA E PESQUISA. Ética e Pesquisa ÉTICA E PESQUISA Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos Conselho Nacional de Saúde Resolução 196/96 ASPECTOS ÉTICOS DA PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS Dados históricos

Leia mais

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema

Leia mais

ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO

ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO FUNÇÃO / REMUNERAÇÃO Médico Infectologista REQUISITO Medicina e Título de Especialista concedido pela Respectiva Sociedade de Classe ou Residência

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO

1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO 1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO A assistência de enfermagem com qualidade está diretamente ligada à organização

Leia mais

ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de. fornecimento de medicamento pósestudo.

ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de. fornecimento de medicamento pósestudo. ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de acesso expandido, uso compassivo e fornecimento de medicamento pósestudo. Apresentação: Biól. Andréia Rocha RELEMBRANDO

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas. Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme

Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas. Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme Agenda Cadeia de valor e inovação em saúde Desafios e oportunidades Investimentos em P &

Leia mais

(http://www.anvisa.gov.br/institucional/faleconosco/faleconosco.asp ).

(http://www.anvisa.gov.br/institucional/faleconosco/faleconosco.asp ). No Brasil as legislações que tratam da proteção e direitos do sujeito de pesquisa são Documento das Américas de Boas Práticas Clínicas, Resolução 196/1996 do Conselho Nacional de Saúde e Resolução RDC

Leia mais

Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos

Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos Council for International Organizations of Medical Siences (CIOMS), em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS) Genebra,

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA, DIANÓSTICO E TRATAMENTO DO CÂNCER DE COLO. ÉTICA EM PESQUISA Prof. Dr. Israel Nunes Alecrin

EPIDEMIOLOGIA, DIANÓSTICO E TRATAMENTO DO CÂNCER DE COLO. ÉTICA EM PESQUISA Prof. Dr. Israel Nunes Alecrin 2011 EPIDEMIOLOGIA, DIANÓSTICO E TRATAMENTO DO CÂNCER DE COLO ÉTICA EM PESQUISA Prof. Dr. Israel Nunes Alecrin Ética em pesquisa Princípios Éticos Responsabilidade do Pesquisador Conduta Científica Conflito

Leia mais

Lista de checagem do protocolo

Lista de checagem do protocolo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA Comitê de Ética em Pesquisa Lista de checagem do protocolo A avaliação do projeto

Leia mais

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Lima, Perú 27 noviembre de 2007 Sistema Único de Saúde - SUS Estabelecido

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP Nº 016/2000 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2000

RESOLUÇÃO CFP Nº 016/2000 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2000 RESOLUÇÃO CFP Nº 016/2000 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2000 Ementa: Dispõe sobre a realização de pesquisa em Psicologia com seres humanos. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais e

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO Este documento regulamenta os estágios obrigatórios e não obrigatórios do Curso de Bacharelado em Biomedicina visando à formação integral do

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 38, DE 12 DE AGOSTO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 38, DE 12 DE AGOSTO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 38, DE 12 DE AGOSTO DE 2013 Aprova o regulamento

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA DAL BEN: SUA PARCEIRA EM CUIDADOS ASSISTENCIAIS A saúde no Brasil continua em constante transformação. As altas taxas de ocupação dos hospitais brasileiros demandam dos profissionais

Leia mais

MEDICAMENTOS GENÉRICOS

MEDICAMENTOS GENÉRICOS MEDICAMENTO GENÉRICO Uma importante conquista para a saúde pública no Brasil 15 anos 15 anos , 15 ANOS DE BENEFÍCIOS PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA. Ao completar 15 anos de existência no país, os medicamentos

Leia mais

Atividade. O que é Pesquisa sobre Saúde? Pesquisa é um método de adquirir novos conhecimentos

Atividade. O que é Pesquisa sobre Saúde? Pesquisa é um método de adquirir novos conhecimentos Currículo de Treinamento de Ética em Pesquisa para Representantes Comunitários 1 Atividade Introdução A população deve estar agradecida pela pesquisa chegar nas suas comunidades. Você: Concorda totalmente

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Artigo 1º Atendendo à Portaria de número

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Coordenadoria de Serviços de Saúde INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Coordenadoria de Serviços de Saúde INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ANÁLISE DE PROJETOS DE PESQUISA 1 Folha de Rosto http://portal2.saude.gov.br/sisnep/pesquisador - está folha de rosto deverá ser impressa em 3 vias; deverá ser assinada pelo

Leia mais

Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa

Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa 3. PROTOCOLO DE PESQUISA 3.1) Protocolo de pesquisa: é o conjunto de documentos, que pode ser variável a depender do tema, incluindo o projeto, e que apresenta

Leia mais

RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL DO ENGENHEIRO DE SEGURANÇA A DO TRABALHO. Raymundo José A. Portelada Engº Op. Civil / Seg. do Trabalho e Meio Ambiente

RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL DO ENGENHEIRO DE SEGURANÇA A DO TRABALHO. Raymundo José A. Portelada Engº Op. Civil / Seg. do Trabalho e Meio Ambiente RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL DO ENGENHEIRO DE Raymundo José A. Portelada e Meio Ambiente PROFISSIONAIS DE A legislação que estabelece a obrigatoriedade de serviços especializados de Segurança a e Medicina

Leia mais

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes Pesquisa Clínica Orientações aos pacientes 2009 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que citada a fonte. Tiragem: 1000 exemplares Criação, Informação e Distribuição

Leia mais

O PAPEL DO ENFERMEIRO NO COMITÊ TRANSFUSIONAL

O PAPEL DO ENFERMEIRO NO COMITÊ TRANSFUSIONAL O PAPEL DO ENFERMEIRO NO COMITÊ TRANSFUSIONAL HEMOCENTRO DE BELO HORIZONTE 2015 TRANFUSÃO SANGUÍNEA BREVE RELATO Atualmente a transfusão de sangue é parte importante da assistência à saúde. A terapia transfusional

Leia mais

REQUISITOS PRINCIPAIS: Regulamentação final sobre controles preventivos de alimentos para consumo animal Visão rápida

REQUISITOS PRINCIPAIS: Regulamentação final sobre controles preventivos de alimentos para consumo animal Visão rápida O FDA oferece esta tradução como um serviço para um grande público internacional. Esperamos que você a ache útil. Embora a agência tenha tentado obter uma tradução o mais fiel possível à versão em inglês,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA COE COMISSÃO DE ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIOS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA COE COMISSÃO DE ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIOS À Comunidade Acadêmica do Curso de Farmácia da UFPR. A Comissão Orientadora de Estágios (COE) do curso de Farmácia elaborou este documento com o objetivo de esclarecer as dúvidas referentes aos estágios

Leia mais

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA EM SERES HUMANOS DO HOSPITAL IPO REGIMENTO INTERNO

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA EM SERES HUMANOS DO HOSPITAL IPO REGIMENTO INTERNO 1 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA EM SERES HUMANOS DO HOSPITAL IPO. Autorização /Registro nº 061/2011/CONEP/CNS/GB/MS de 30/11/2011 Autorização / Renovação de Registro n 197/2014/ CONEP/CNS/GB/MS de 26/11/2014

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências Decreto Nº 94.406 / 1987 (Regulamentação da Lei nº 7.498 / 1986) Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências O Presidente da

Leia mais

Sistema Lifemed de Gestão da Inovação

Sistema Lifemed de Gestão da Inovação Sistema Lifemed de Gestão da Inovação A Lifemed é uma empresa brasileira com mais de 32 anos de existência, especializada em dispositivos médicos para o setor da saúde. Está presente em mais de 1.500 hospitais

Leia mais

LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO DOS MEDICAMENTOS. Curitiba, julho de 2014

LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO DOS MEDICAMENTOS. Curitiba, julho de 2014 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO DOS MEDICAMENTOS Curitiba, julho de 2014 ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, tendo

Leia mais

SISTEMA DE TECNOVIGILÂNCIA DE BIO-MANGUINHOS, EM ATENDIMENTO A RDC N 0 67 / ANVISA / 21/12/2009

SISTEMA DE TECNOVIGILÂNCIA DE BIO-MANGUINHOS, EM ATENDIMENTO A RDC N 0 67 / ANVISA / 21/12/2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ INSTITUTO DE TECNOLOGIA EM IMUNOBIOLÓGICOS BIO-MANGUINHOS SISTEMA DE TECNOVIGILÂNCIA DE BIO-MANGUINHOS, EM ATENDIMENTO A RDC N 0 67 / ANVISA / 21/12/2009 ASCLIN

Leia mais

O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica

O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica Renato Alencar Porto Diretor 22 de junho de 2015 Bases legais para o estabelecimento do sistema de regulação Competências na Legislação Federal

Leia mais

CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE TERESINA LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS, SAÚDE, EXATAS E JURÍDICAS DE TERESINA COMISSÃO DE ÉTICA EM PESQUISA CEP

CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE TERESINA LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS, SAÚDE, EXATAS E JURÍDICAS DE TERESINA COMISSÃO DE ÉTICA EM PESQUISA CEP CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE TERESINA LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS, SAÚDE, EXATAS E JURÍDICAS DE TERESINA COMISSÃO DE ÉTICA EM PESQUISA CEP CRITÉRIOS DE ETICIDADE A SEREM AVALIADOS CONFORME A RES.196/96

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional 1 PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O estágio

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

ÉTICA EM PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS

ÉTICA EM PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS ÉTICA EM PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS Délio José Kipper, PhD djkipper@pucrs.br Edmund Jenner - 1796 Pasteur (1822-1895) 1895) Tuskegee 1930-1970 1970 Walter Reed 1901 Auto-Experimenta Experimentação

Leia mais

Título I. Das Finalidades

Título I. Das Finalidades REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO Título I Das Finalidades Art. 1º - A biblioteca foi criada em 13 de maio de 1961. A missão é contribuir para a melhoria do ensino, da pesquisa e

Leia mais

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 O que é um produto inovador? Dois caminhos para oferecer melhores medicamentos aos

Leia mais

Programa Institucional de Iniciação Cientifica do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos PIC/UNIFEB

Programa Institucional de Iniciação Cientifica do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos PIC/UNIFEB Programa Institucional de Iniciação Cientifica do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos PIC/UNIFEB INTRODUÇÃO A atividade de pesquisa científica é parte da tríade das funções das Instituições

Leia mais

LEI Nº 7.498, DE 25 DE JUNHO DE 1986

LEI Nº 7.498, DE 25 DE JUNHO DE 1986 LEI Nº 7.498, DE 25 DE JUNHO DE 1986 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária

Legislação em Vigilância Sanitária Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 219, DE 20 DE SETEMBRO DE 2004. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11,

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE 75/2006 APROVA O REGULAMENTO DA ESTRUTURAÇÃO DO BANCO DE DENTES HUMANOS, DO CURSO DE ODONTOLOGIA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO.

RESOLUÇÃO CONSEPE 75/2006 APROVA O REGULAMENTO DA ESTRUTURAÇÃO DO BANCO DE DENTES HUMANOS, DO CURSO DE ODONTOLOGIA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. RESOLUÇÃO CONSEPE 75/2006 APROVA O REGULAMENTO DA ESTRUTURAÇÃO DO BANCO DE DENTES HUMANOS, DO CURSO DE ODONTOLOGIA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador

Leia mais

Criação e Implantação de um Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial para o Setor de Farmácias de Manipulação e Homeopatia.

Criação e Implantação de um Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial para o Setor de Farmácias de Manipulação e Homeopatia. Criação e Implantação de um Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial para o Setor de Farmácias de Manipulação e Homeopatia Elisabeth Gomes 6º Conferencia Anual de Inteligência Competitiva IBC São Paulo

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE - Conselho Nacional de Saúde - Comissão Nacional de Ética em Pesquisa GLOSSÁRIO

MINISTÉRIO DA SAÚDE - Conselho Nacional de Saúde - Comissão Nacional de Ética em Pesquisa GLOSSÁRIO MINISTÉRIO DA SAÚDE - Conselho Nacional de Saúde - Comissão Nacional de Ética em Pesquisa GLOSSÁRIO A Aguardando apreciação do colegiado Situação do projeto visível apenas para os membros do CEP, neste

Leia mais

Currículo de Treinamento de Ética em Pesquisa para Representantes Comunitários

Currículo de Treinamento de Ética em Pesquisa para Representantes Comunitários Currículo de Treinamento de Ética em Pesquisa para Representantes Comunitários 1 Atividade Introdução A A população deve estar agradecida pela pesquisa chegar nas suas comunidades. Você: Concorda totalmente

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA.

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO São Paulo 2010 CAPÍTULO I DO CONCEITO, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1º - O Estágio

Leia mais

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP Complexo Hospitalar - Hospital Filantrópico - Área 69.000 m² - 10 prédios - 1.143 leitos - 101 leitos de UTI NHE (VEH / GRSH / CCIH) COMISSÕES

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA DNME/MINSA/ ANGOLA 1 CONCEITO E ENQUADRAMENTO DA FARMÁCIA HOSPITALAR O Hospital é o local onde as intervenções mais diferenciadas, invasivas e salvadoras de vida devem ter lugar, constituindo-se, por isso

Leia mais

Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC

Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC Trav. Olindina Alves Pereira, 35 - Caixa Postal 472-88020-095 Fone/Fax (48) 222-4702 - Florianópolis - SC. url:

Leia mais

NORMAS DE SUBMISSÃO DE ESTUDOS À COMISSÃO DE ÉTICA PARA A SAÚDE (CES) do CHLO OBJETIVO PROCESSO DE SUBMISSÃO

NORMAS DE SUBMISSÃO DE ESTUDOS À COMISSÃO DE ÉTICA PARA A SAÚDE (CES) do CHLO OBJETIVO PROCESSO DE SUBMISSÃO NORMAS DE SUBMISSÃO DE ESTUDOS À COMISSÃO DE ÉTICA PARA A SAÚDE (CES) do CHLO OBJETIVO Normalizar e agilizar a submissão de estudos clínicos, facilitar a sua análise pela CES e assegurar, sempre que possível,

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - MEDICINA VETERINÁRIA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - MEDICINA VETERINÁRIA 1. IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - MEDICINA Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) é uma disciplina curricular da Faculdade de Medicina Veterinária da Faculdade

Leia mais

Dagoberto C.Brandão PHC Pharma Consulting A PESQUISA CLÍNICA E REGISTRO DE MEDICAMENTOS

Dagoberto C.Brandão PHC Pharma Consulting A PESQUISA CLÍNICA E REGISTRO DE MEDICAMENTOS A PESQUISA CLÍNICA E REGISTRO DE MEDICAMENTOS REGISTRO DE MEDICAMENTO A ESTRUTURA DO DOSSIÊ LEGAIS DADOS DADOS ROTULAGEM PRODUÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE EFICÁCIA CIA E SEGURANÇA Registro de Medicamentos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 1215 Ementa: Regula as atribuições do farmacêutico na indústria e importação de produtos para a saúde, respeitadas as atividades afins com outras profissões. O

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

SISTEMA CEP/CONEP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

SISTEMA CEP/CONEP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA EM PESQUISA (CONEP/CNS/MS) SISTEMA CEP/CONEP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS José Humberto Fregnani Membro titular da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º.Os estágios que compõem a estrutura curricular do curso do curso de graduação em Farmácia da Faculdade de Ciências

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ CENTRO DE PESQUISAS GONÇALO MONIZ

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ CENTRO DE PESQUISAS GONÇALO MONIZ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ CENTRO DE PESQUISAS GONÇALO MONIZ RESOLUÇÃO Nº 08/2008 Institui e regulamenta as normas para o Funcionamento dos Serviços de Diagnóstico

Leia mais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 Aprovado na 523ª Reunião Ordinária de Plenário de 26 de agosto de 2013. 1. Do Fato Assunto: Dispensação de medicamentos pelo Técnico de Enfermagem.

Leia mais

O PAPEL DO FARMACÊUTICO EM

O PAPEL DO FARMACÊUTICO EM O PAPEL DO FARMACÊUTICO EM PESQUISA CLÍNICA ONCOLÓGICA Thalita Macedo Farmacêutica Monitora de Pesquisa Sênior As informações contidas nos slides e apresentadas por mim durante este seminário não tem vínculo

Leia mais

Anexo II CARGOS DE DCA

Anexo II CARGOS DE DCA Anexo II CARGOS DE DCA CARGO: COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE EDUCAÇÃO INFANTIL COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE ENSINO FUNDAMENTAL Coordenar atividades específicas de área, participando

Leia mais

Avaliação de projetos de Voluntariado Empresarial

Avaliação de projetos de Voluntariado Empresarial Avaliação de projetos de Voluntariado Empresarial A metodologia EP 2 ASE CBVE, 01/02/2010 Desafio Avaliação do impacto das ações de voluntariado para as empresas se o VE pode ser visto como estratégia

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

Rigor e Atenção em Pesquisa Clínica

Rigor e Atenção em Pesquisa Clínica Rigor e Atenção em Pesquisa Clínica PESQUISA ClÍNICA Benefícios para todos Avanços para a humanidade Pesquisa Clínica: mais que experimentação, benefício de saúde e segurança para a humanidade. O incessante

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM CAPÍTULO I DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SUAS FINALIDADES Art. 1º. As atividades complementares, no âmbito do Curso de Enfermagem,

Leia mais

Farmácia Universitária

Farmácia Universitária Universidade Federal de Alfenas UNIFAL-MG Faculdade de Ciências Farmacêuticas Farmácia Universitária Regimento Interno Título I Da Farmácia Universitária Art. 1o A Farmácia Universitária da UNIFAL-MG,

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 102/2007-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 102/2007-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 102/2007-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento da Clínica-Escola de Psicologia, da Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO:

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CENTRO DE PESQUISA CLÍNICA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

REGIMENTO INTERNO CENTRO DE PESQUISA CLÍNICA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS REGIMENTO INTERNO CENTRO DE PESQUISA CLÍNICA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS CAPÍTULO I DAS FINALIDADES E OBJETIVOS Artigo 1º - O Centro de Pesquisas Clínicas (CPC)

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I

CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA

Leia mais

Curso Intensivo. Assuntos Regulatórios: Formação Básica, Intermediária e Avançada

Curso Intensivo. Assuntos Regulatórios: Formação Básica, Intermediária e Avançada Curso Intensivo Assuntos Regulatórios: Formação Básica, Intermediária e Avançada O EaDPLUS é um dos melhores portais de cursos à distância do Brasil e conta com um ambiente virtual de aprendizagem que

Leia mais