REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA

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1 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA DAS FINALIDADES Artigo 1º - O estágio curricular obrigatório do curso de graduação em Medicina Veterinária é um ciclo obrigatório de treinamento especial e tem por finalidade complementar a formação adquirida durante o Curso, com a prática profissional, de modo a proporcionar ao aluno maior desenvolvimento prático e ético das tarefas específicas de sua profissão. Artigo 2º - Somente poderão matricular-se no estágio curricular obrigatório os alunos que tenham sido aprovados em todas as disciplinas curriculares do curso de graduação e integralizado os créditos das atividades complementares. Artigo 3º - O estágio curricular obrigatório de que tratam os artigos anteriores caracteriza-se pelo cumprimento de atividades programadas, podendo ser desenvolvido no país ou no exterior, em entidade pública ou privada, que execute, promova, explore ou fomente atividades relacionadas a quaisquer das áreas de atuação da Medicina Veterinária. DA PROGRAMAÇÃO E DA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO Artigo 4º - O cronograma e a programação do estágio curricular obrigatório deverão ser aprovados pelos órgãos colegiados competentes no ano imediatamente anterior ao de sua realização. Artigo 5º - O estágio será realizado no decorrer do 2 o semestre do 5.º ano curricular do curso com carga horária mínima de 600 horas, iniciando-se na primeira quinzena do mês de julho. 1º - As atividades de elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado, serão contadas como horas de estágio, correspondendo a no mínimo 40 e no máximo 80 horas, de acordo com o período fixado no calendário escolar entre a data do final do estágio curricular e a data da entrega do relatório. Artigo 6º - Durante o período de estágio o aluno será supervisionado por um docente, do Curso de Medicina Veterinária, e orientado por profissional da entidade concedente do estágio. Artigo 7º - O (CEC) deverá colocar à disposição dos alunos o rol de docentes supervisores. Parágrafo único - Caberá ao aluno contatar o docente supervisor com o qual deseja manter vínculo, cabendo ao docente supervisor comunicar o aceite, por escrito, ao CEC.

2 Artigo 8º - O docente supervisor, do Curso de Medicina Veterinária, em comum acordo com o aluno, deverá informar, por escrito, ao CEC, a área de interesse do aluno. Parágrafo único - A área deve ser escolhida de acordo com a preferência do aluno, seguidas de, no mínimo duas opções alternativas de estágio na mesma área pretendida, no prazo estabelecido no calendário escolar, sendo permitida a realização ao longo do semestre de no máximo 3 locais de estágio por aluno, desde que obedeça o mínimo de 30 dias por local. Artigo 9º - Cabe ao CEC realizar a programação dos estágios supervisionados para cada aluno, segundo as informações contidas nas áreas de interesse e locais de estágios encaminhados pelos respectivos supervisores. Parágrafo único - A seleção de alunos para os locais de estágio será feita pelo CEC, levando em conta a média do rendimento escolar das disciplinas cursadas até o 9º semestre, acrescidas ou não de quaisquer outras modalidades de julgamento que possam auxiliar no processo. Artigo 10 - O estágio supervisionado, após confirmado, somente poderá ser alterado pelo CEC, quando da impossibilidade de execução da programação estabelecida for motivada pelos profissionais responsáveis por sua ministração. Parágrafo único - A alteração do estágio, por motivo que não o do caput do artigo, só poderá ser realizada, em caráter excepcional, pelo Coordenador, ouvido o CEC. Artigo 11 - A solicitação de alteração de local de estágio deverá ser encaminhada por escrito e, devidamente justificada, ao docente supervisor de estágio, o qual deverá manifestar-se a respeito encaminhando parecer ao CEC e, no caso da manifestação contraditória de ambos, caberá ao apreciar a matéria. 1º - Na impossibilidade do aluno realizar o estágio por motivo de saúde, o mesmo deverá apresentar atestado médico ao CEC, no prazo máximo de cinco dias úteis a partir da data de emissão do atestado. DO ESTÁGIO NO EXTERIOR Artigo 12 - O estágio nessa condição será desenvolvido em Faculdades, Empresas, Institutos de Pesquisa e outros locais aprovados pela Congregação e que estejam ligados ao campo da Medicina Veterinária. Artigo 13 - Para realização de estágio no exterior deverão ser obedecidos os seguintes requisitos: I - apresentação de comprovante de proficiência na língua do país em questão, quando solicitado pela Instituição de destino; II - ser local bem conceituado e/ou recomendado por docente da Faculdade;

3 III - IV - V - período que não exceda 4 meses; autossuficiência financeira do aluno interessado; seguro saúde obrigatório pago pelo estagiário; DA AVALIAÇÃO Artigo 14 - O documento de avaliação do Estágio Curricular Obrigatório denominado Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será constituído por duas partes: 1º - O Trabalho de Pesquisa/Revisão que deverá ser desenvolvido previamente ao período de Estágio Supervisionado e; 2º - O Relatório de Estágio Supervisionado que abordará as atividades desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado. Artigo 15 - O Trabalho de Pesquisa/Revisão será submetido a dois relatores para avaliação, depois de verificada a sua originalidade. Artigo 16 - A avaliação dos Estágios Supervisionados será feita ao final dos mesmos. Artigo 17 - O desenvolvimento dos Estágios Supervisionados será avaliado por uma banca examinadora, composta por dois membros docentes do Curso de Medicina Veterinária, excluído o supervisor, indicados pelo CEC, pertencente à disciplina ou conjunto de disciplinas relativas à área do estágio a ser avaliado. Artigo 18 - A avaliação do Estágio Curricular Obrigatório constituirá: I - da média aritmética das notas atribuídas para o Trabalho de Pesquisa/Revisão e para o Relatório de Estágio Supervisionado, com peso 2; II - da média aritmética das notas atribuídas pelo orientador do local do estágio na avaliação confidencial do estagiário, com peso 1; III - da média aritmética das notas atribuídas, pelos membros da banca, à arguição oral, que poderá abranger os conhecimentos adquiridos no estágio e/ou durante o curso de graduação, com peso 2. 1º - A nota de avaliação do Estágio Curricular Obrigatório será constituída pela média ponderada das avaliações dos itens I, II e III, segundo a fórmula ( ) ( ) ( ) sendo considerado aprovado o aluno que obtiver média final de 5,0 e que tenha apresentado o TCC corrigido no prazo determinado, juntamente com a autorização de publicação do Trabalho de Pesquisa/Revisão devidamente assinada. 2º - Ao final do período de estágio, os alunos deverão apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso (duas cópias impressas e dois arquivos digitais em formato.doc ), em data a ser determinada pelo CEC e divulgada no calendário escolar. A divulgação da nota só será feita após a entrega da versão final do TCC em arquivo digital (formato.pdf).

4 3º - O tema do Trabalho de Pesquisa/Revisão será escolhido de comum acordo com o supervisor e versará sobre assunto de relevância em Medicina Veterinária e referente a uma das áreas de estágio, a saber: Clínica Veterinária; Inspeção e Tecnologia de Produtos de Origem Animal; Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública; Produção Animal. 4º - A estrutura do TCC elaborada pelo CEC, deverá obedecer às normas estabelecidas pelas diferentes áreas, conforme o modelo disponibilizado pelo CEC. Artigo 19 - Os orientadores dos locais de estágio apresentarão suas avaliações confidenciais e folha de frequência ao final de cada estágio. Artigo 20 - O aluno reprovado no Estágio Curricular Obrigatório, deverá repeti-lo integralmente, com uma programação especial, elaborada pelo CEC. Artigo 21 - Os alunos receberão, ao término do curso, certificado de Estágio Curricular Obrigatório, emitido pela Seção Técnica de Graduação, onde constará a área de especial interesse, bem como os locais da realização dos estágios e a carga horária respectiva. Artigo 22 - Toda documentação dos estágios será, ao término de cada ano, encaminhada à Seção Técnica de Graduação para arquivo e o TCC ficará disponível para consulta de docentes e alunos em arquivo digital disponibilizado pela Biblioteca. Artigo 23 - Os casos omissos serão resolvidos pelos órgãos competentes. DA FREQUÊNCIA E ATRIBUIÇÃO DO ALUNO Artigo 24 - A frequência dos alunos será registrada de acordo com as normas vigentes, e será controlada pelos profissionais orientadores dos locais de estágio mediante o boletim de frequência emitido pelo órgão competente. 1º - Para efeito de controle de frequência, cada período de estágio será considerado independente, sendo obrigatória à presença do aluno em 70% do período estipulado para cada estágio. 2º - Em caso do não cumprimento no estabelecido no parágrafo anterior, o aluno será reprovado por falta no estágio em questão. Artigo 25 - O estagiário deverá acompanhar, auxiliar e executar as atividades inerentes ao estágio supervisionado em desenvolvimento, apresentando relatório à Unidade Concedente, de acordo com a Lei de Estágios nº , de 25/09/2008, sobre as atividades desenvolvidas ao final do mesmo. Parágrafo único - Durante a realização do Estágio Supervisionado, o aluno submeter-se-á às normas funcionais da entidade concedente do estágio, acatando suas decisões, hierarquia funcional, mantendo sigilo e discrição sobre informações e métodos, quando for o caso.

5 Artigo 26 - O estagiário deverá manter seu docente supervisor, do Curso de Medicina Veterinária, informado sobre as atividades desenvolvidas no estágio, bem como, discutir a elaboração dos relatórios. Parágrafo único - Em caso de impedimento da supervisão, por parte do docente do Curso de Medicina Veterinária, num prazo de 30 dias a partir do mesmo, o aluno deverá encaminhar, por escrito, ao Conselho de Estágios, o nome do supervisor substituto, com o aval do mesmo. DO CONSELHO DE ESTÁGIOS CURRICULARES E DA COORDENAÇÃO Artigo 27 - O em Medicina Veterinária, é um órgão de assessoria do Conselho do Curso de Graduação em Medicina Veterinária. Artigo 28 - O em Medicina Veterinária será constituído por docentes do Curso de Medicina Veterinária sendo: I - Coordenador (Presidente) II - Vice Coordenador (Vice Presidente) III - Três Conselheiros (os três últimos Coordenadores). 1º - Findo o mandato, de duração anual, do Coordenador, este passará a ser, automaticamente o 1.º Conselheiro, que substituirá o 2.º Conselheiro e este passará a 3.º Conselheiro, devendo o mais antigo deixar de fazer parte do Conselho de Estágios. 2º - O Vice Coordenador assumirá, automaticamente, a função de Coordenador, devendo o Conselho do Curso de Graduação em Medicina Veterinária, ouvido o Conselho de Estágios, indicar o novo Vice Coordenador. 3º - Os mandatos do Coordenador e do Vice Coordenador serão iniciados em janeiro de cada ano. 4º - Na ausência de um dos Conselheiros, será indicado outro pelo Conselho do Curso de Graduação em Medicina Veterinária, ouvido o Conselho de Estágios, sendo esta substituição definitiva. Artigo 29 - Compete ao Coordenador programar e coordenar os estágios do 5.º ano. 1º - Compete ao Vice Coordenador substituir o Coordenador em seus impedimentos e auxiliá-lo naquilo que for necessário. 2º - O Coordenador poderá solicitar auxílio de docentes de qualquer Departamento, sempre que julgar necessário, inclusive para avaliação. Artigo 30 - Compete ao Conselho de Estágios em Medicina Veterinária:

6 I - divulgar a relação dos locais de estágios e de orientadores credenciados aos supervisores de estágios dentro do prazo estabelecido no calendário escolar; II - encaminhar ao Conselho de Curso a relação dos supervisores de estágios; III - indicar supervisor substituto, mediante o aceite do mesmo, ao aluno que não providenciar a substituição no prazo previsto; IV - verificar o andamento dos estágios; V - realizar avaliações; VI - aprovar o cronograma e programação geral de estágios; VII - discutir e encaminhar ao Conselho do Curso as ocorrências e problemas disciplinares envolvendo os alunos do 5.º Ano de Medicina Veterinária; DOS SUPERVISORES DE ESTÁGIOS Artigo 31 - A função de Supervisor de Estágio será exercida por qualquer docente cadastrado para tal. 1º - Somente poderão se cadastrar a Supervisor de Estágio, do curso de Medicina Veterinária do, docentes ligados a esta Instituição e que não se encontrem afastados de suas funções em período integral. 2º - O docente deverá informar ao Coordenador de Estágios, por escrito e dentro dos prazos previstos, seu interesse para a função, bem como o número de alunos a supervisionar, não podendo ultrapassar a 02 (dois) orientados, exceto em casos excepcionais. Artigo 32 - São atribuições do supervisor de Estágio: I - Informar, por escrito, ao CEC o nome do(s) aluno(s) que estará sob sua supervisão no ano seguinte; II - Informar, por escrito, ao CEC, a desistência da função sobre quaisquer alunos sob sua supervisão; III - Encaminhar ao CEC a relação dos eventuais orientadores e locais de estágios do(s) aluno(s) sob sua supervisão; IV - Escolher, de comum acordo com o aluno, uma ou mais áreas de interesse e possíveis locais de estágios; V - Orientar o aluno na confecção dos relatórios de atividades; VI - Acompanhar o desenvolvimento das atividades do estagiário objetivando a troca de informações e ideias que possam contribuir para um melhor aproveitamento do período de estágio; VII - Solicitar ao CEC, por escrito, o credenciamento e o descredenciamento de orientadores e de locais de estágio;

7 DOS PROFISSIONAIS RESPONSÁVEIS PELO ESTÁGIO Artigo 33 - Os profissionais responsáveis pelos estágios, ora denominados orientadores, serão sempre portadores de curso superior, indicados pelo Coordenador, aprovados pelo CEC, pelo Conselho do Curso de Graduação em Medicina Veterinária e pela Congregação. 1º - Os locais que oferecerão os estágios assim como os profissionais responsáveis devem ser cadastrados junto ao CEC, através de preenchimento de formulário próprio. 2º - Aos profissionais responsáveis pelos estágios, cabe orientar o aluno nos mais diversos aspectos, visando boa formação profissional e/ou científica. 3º - Ao término de cada estágio, o profissional responsável encaminhará ao Coordenador, relatório confidencial e folha de frequência, segundo formulário previamente fornecido. 4º - Os atestados de participação dos profissionais responsáveis por estágios, serão fornecidos pelo CEC. Aprovado em 21/06/ Portaria GD 049/12.

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