AS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APP) URBANAS: SUA IMPORTÂNCIA PARA A QUALIDADE AMBIENTAL NAS CIDADES E SUAS REGULAMENTAÇÕES

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1 AS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APP) URBANAS: SUA IMPORTÂNCIA PARA A QUALIDADE AMBIENTAL NAS CIDADES E SUAS REGULAMENTAÇÕES RESUMO Álisson Riceto * A construção do espaço urbano exige grandes intervenções na paisagem e altera bruscamente grande parte de seus componentes bióticos e abióticos. Com o rápido crescimento das cidades os problemas ambientais são cada vez mais frequentes e refletem negativamente na qualidade de vida de grande parte da população. Por isso as áreas urbanas hoje se tornaram objeto de vários estudos que buscam encontrar soluções para problemas como alagamentos, degradação de mananciais, alterações microclimáticas, etc.. Dentre os mecanismos que podem contribuir para melhoria das condições ambientais nas cidades estão as áreas de preservação permanentes (APP), que grosso modo são as formações vegetais ao longo dos rios, as chamadas matas ciliares, e suas nascentes, essas que na formação do cerrado são representadas pelas veredas, um subsistema frágil e que é intensamente degradado pela urbanização. As APP tem papel fundamental na perpetuação da biodiversidade e do abastecimento hídrico, além de se apresentar como um importante mecanismo na melhoria da qualidade do ar, de regulação das médias térmicas e para redução dos casos de alagamentos em áreas urbanas. Palavras-chave: Ambiente Urbano. APP. Veredas. Legislação. O ambiente urbano: alguns desdobramentos sobre o meio físico A construção do espaço urbano exige grandes intervenções na paisagem e altera bruscamente grande parte de seus componentes bióticos e abióticos. Por meio de seu trabalho e da evolução de suas técnicas a humanidade vem transformando de forma cada vez mais intensa os ecossistemas. Entretanto, tal intervenção em muitos momentos produz desarranjos na dinâmica natural que existia anteriormente e com isso pode produzir impactos sobre as áreas habitadas. Nas palavras de BRAGA e CARVALHO (2003, p. 114) a urbanização cria não só novas paisagens, como novos ecossistemas. A humanidade tem nas ultimas décadas se atentado a uma série de problemas ambientais de grande escala de abrangência, os chamados problemas globais e seus efeitos, mas os problemas ambientais de escala local não podem ser menosprezado. Mesmo todas as * Bacharel e Licenciado em Geografia - UFU

2 áreas urbanas do mundo ocupando apenas 2,8% da superfície total do planeta (UFNPA, 2007), não se deve negligenciar as intervenções sobre o meio por essas proporcionada. Com o rápido crescimento das cidades, que hoje abrigam mais da metade da população mundial (UFNPA, 2007), a qualidade de vida de grande parte das populações urbanas é cada vez menor, em especial nos países pobres. Problemas como alagamentos, as alterações microclimáticas, como as ilhas de calor, as chuvas ácidas e as inversões térmicas, e a degradação da qualidade do ar e dos recursos hídricos no meio urbano, ainda são latentes e em alguns casos se apresentam mais frequentes e intensos. Esses problemas são em muitos casos fruto do menosprezo das variáveis do meio físico natural, da falta de infra-estrutura e da inexistência de um adequado planejamento prévio, ou ainda de sua existência, mas de sua má execução. As intervenções nos sistemas naturais em escala local e regional, resultantes da ampliação das cidades, traz, por exemplo, impactos diretos no sistema hidrológico/hidrográfico local. O aumento das áreas impermeabilizadas reduz a infiltração (componente perpendicular) da água e com isso também a recarga de lençóis freáticos, o que pode em médio/longo prazo resultar em dificuldades de abastecimento pela redução da vazão dos rios durante o período de estiagem e mesmo pelo rebaixamento dos aquíferos. Associado a essa conjuntura, o aumento do escoamento superficial (componente paralela), somado à canalização dos corpos fluviais e à ineficiência dos sistemas de drenagem pluvial, ocasiona o aumento das situações de alagamentos. Na apropriação do espaço pela sociedade se deve considerar as variáveis existentes no meio, seus limites máximos e mínimos, que ditam seu equilíbrio dinâmico. Entretanto, em grande parte dos casos, isso não ocorre. Derivam daí as condições de desequilíbrio e impacto ambiental. Dessa forma: Os sistemas ambientais sempre estão funcionando perante flutuações no fornecimento de matéria e energia. Todavia, a ajustagem interna dos mesmos permite que haja absorção das flutuações dentro de determinada amplitude, sem que seja modificado. Quando as flutuações ocorrem nessa faixa de amplitude, e o sistema se mantém estabilizado diante dessas oscilações (...) (ALMEIDA e TERTULIANO, 2000, p. 118). Na década de 1970, a partir da Declaração sobre Meio Ambiente Humano, fruto da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano, conhecida como Conferência de Estocolmo, ocorrida na Suécia em 1972, foi lançado um novo paradigma para a sociedade: a necessidade de se buscar a junção do desenvolvimento sócio-econômico com a preservação

3 e conservação dos recursos e sistemas naturais. Entretanto, de lá para cá, apesar dos avanços tecnológicos e dos investimentos em alguns setores, ainda hoje não se encontrou a fórmula mágica para aplicação desse modelo em sua plenitude. Dessa concepção conservacionista chegou-se no final da década de 1980, por meio do Relatório Brundtland de 1987, à formulação do conceito de desenvolvimento sustentável, mas que ainda hoje, apesar da disseminação das discussões, na prática se resume à remediação de problemas já anunciados e na tentativa, muitas vezes inócua, da redução dos impactos produzidos pelo crescimento econômico e do consumo. Na década de 1990, os problemas ambientais urbanos, conhecidos como Agenda Marrom, ganham ainda mais impulso, com a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD) de 1992, conhecida como Rio-92, e a Agenda Habitat, produzida em 1996, na Segunda Conferência Sobre Assentamentos Humanos das Nações Unidas, ocorrida em Istambul na Turquia (SILVA; TRAVASSOS, 2008). Em meio assa tomada crescente de conhecimento sobre essa conjuntura, as áreas urbanas hoje são objeto de vários estudos que buscam encontrar, propor e mesmo efetivar soluções para os problemas acima listados, com o intuito de reduzir a degradação da qualidade de vida e das condições de habitação que hoje assolam grande parte dos centros urbanos, em especial dos de grande e médio porte. Várias soluções estão sendo pensadas e propostas, mas aí esbarramos em uma grande barreira, a viabilidade econômica, que quando não se faz presente, as chances de se efetivar um projeto sustentável são drasticamente reduzidas. O rearranjo, o planejamento e a adequada ocupação dos espaços é uma necessidade emergencial em grande parte dos centros urbanos brasileiros e já existem estudos e alternativas para a melhoria da qualidade ambiental das cidades. Entre esses mecanismos, apesar de não serem reconhecidas por muitos, estão as áreas de preservação permanentes (APP), previstas também em áreas urbanas, em âmbito federal pelo Código Florestal Brasileiro (CFB) de 1965, que está prestes a ser profundamente modificado, e pela Resolução 303 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) de Tais áreas são importantes mecanismos de melhoria da qualidade ambiental na medida em que são criadas e mantidas segundo o estabelecido nesses documentos. O conceito de APP e sua importância nas áreas urbanas

4 De forma muito clara os termos Área de Preservação Permanente (APP), destacam a grande importância das áreas assim classificadas. São consideradas intangíveis por exercerem funções fundamentais para o equilíbrio e perpetuação dos ecossistemas e assim também o é nas áreas urbanas. Dentro da legislação vigente referente ao assunto, destacam-se o Código Florestal Brasileiro (CFB), Lei Federal de 1965 e a Resolução 303 de 2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Os artigos e alíneas do CFB, que se referem às APP, em grande parte foram inclusas a partir de 1989 com a aprovação da Lei 7.803, a qual complementou de forma mais detalhada o conteúdo previamente existente. De acordo com o artigo segundo do CFB de 1965 para serem enquadradas nas condições de APP as áreas devem situar-se a) ao longo dos rios ou de qualquer curso d'água desde o seu nível mais alto em faixa marginal. (...) b) ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água naturais ou artificiais; c) nas nascentes, ainda que intermitentes e nos chamados "olhos d'água", qualquer que seja a sua situação topográfica, num raio mínimo de 50 (cinquenta) metros de largura; d) no topo de morros, montes, montanhas e serras; e) nas encostas ou partes destas, com declividade superior a 45, equivalente a 100% na linha de maior declive; f) nas restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues; g) nas bordas dos tabuleiros ou chapadas, a partir da linha de ruptura do relevo, em faixa nunca inferior a 100 (cem) metros em projeções horizontais: h) em altitude superior a (mil e oitocentos) metros, qualquer que seja a vegetação. Ainda de acordo com o CFB de 1965, no 3º artigo Consideram-se, ainda, de preservação permanentes, quando assim declaradas por ato do Poder Público, as florestas e demais formas de vegetação natural destinadas: a) a atenuar a erosão das terras; b) a fixar as dunas; c) a formar faixas de proteção ao longo de rodovias e ferrovias; d) a auxiliar a defesa do território nacional a critério das autoridades militares; e) a proteger sítios de excepcional beleza ou de valor científico ou histórico; f) a asilar exemplares da fauna ou flora ameaçados de extinção; g) a manter o ambiente necessário à vida das populações silvícolas; h) a assegurar condições de bem-estar público. Semelhante ao disposto no CFB, entretanto mais recentemente, em 2002, o CONAMA estabeleceu os conceitos, os limites e critérios para a identificação/demarcação das áreas de

5 APP. Na Resolução 303 de 2002 do CONAMA, no artigo 2º são estabelecidos conceitos inerentes as APP, como vereda, morro, montanha, linha de cumeada, entre outros, e no seu artigo 3º estabelece as áreas que são enquadradas como APP, semelhante ao que é determinado pelo CFB. Quando preservadas tais áreas executam um papel fundamental no equilíbrio geossistêmico das áreas do entorno. Assim, como às grandes Unidades de Conservação (UC), previstas no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), é creditada às APP a função estratégica de permitir que os serviços ambientais prestados à sociedade pelos ecossistemas naturais sejam minimamente mantidos, mesmo diante das alterações promovidas pela ação humana sobre o meio. Dentre tais serviços merecem destaque o abastecimento hídrico, o combate às alterações climáticas em diferentes escalas de abrangência, a preservação do patrimônio genético, não só por garantirem a sobrevivência de inúmeras espécies de fauna e flora, mas também funcionando como um corredor ecológico para o fluxo gênico entre as unidades de conservação e as áreas de Reserva Legal 1, e ainda a manutenção da fertilidade e estabilidade dos solos e das vertentes. Por essas funções já se percebe que as APP, em especial as urbanas, se mostram um importante mecanismo de manutenção da qualidade de vida e da minimização de consequências nocivas à sociedade, regulando o microclima e o sistema hidrológico/hidrográfico local. De forma mais específica ao pensarmos as margens dos cursos fluviais, ocupadas naturalmente pelas matas ciliares, essas, quando mantidas em sua largura mínima estabelecida de 30 metros ao longo das margens 2, além de recobrirem áreas de grande fragilidade e relevância ecossistêmica, que são as várzeas, contribuem ainda para a recarga de freáticos e para a regulação das cheias dos canais fluviais. Nas palavras de Lewinsohn et. al.(2010, p. 3) as áreas de várzea dissipam as forças erosivas do escoamento superficial de águas pluviais, funcionam como importantes controladores de enchentes. O que é uma contribuição de grande valor para as cidades, pois estariam diretamente vinculados a redução da ocorrência de alagamentos e a manutenção do abastecimento hídrico. Entretanto, nas áreas urbanas, normalmente esse limite é infringido, seja por ocupações irregulares em áreas periféricas, ou mesmo em áreas mais centrais, onde os loteamentos regulares também avançam sobre as APP. Esse cenário é possível, pois o CFB em parágrafo único do artigo segundo estabelece que a intervenção em áreas de APP: 1 Previstas no CFB de 1965 e na Lei Estadual de Florestas (Lei Estadual). 2 CFB de 1965, artigo segundo, alínea a.

6 No caso de áreas urbanas, (...) e nas regiões metropolitanas e aglomerações urbanas, em todo o território abrangido, observar-se-á o disposto nos respectivos planos diretores e leis de uso do solo, respeitados os princípios e limites a que se refere este artigo. Diante do exposto, podemos perceber que parte da responsabilidade da intervenção nas APP também cabe ao município. Essa situação é lógica e muito pertinente em termos de planejamento, uso e ocupação do solo, pois o ordenamento e a busca pela melhor gestão do espaço devem ser pensados em escala local e deve mesmo ser efetivada pelos governantes municipais. É importante ressaltar que planejamentos articulados e decisões tomadas em escalas maiores podem ocultar fragilidades e mascarar problemas. Deve-se lembrar que dentro de um município, ou mesmo do setor de uma cidade, é possível mudanças significativas das variáveis físicas existentes, como solo, geologia, relevo, hidrografia e mesmo vegetação, o que exige escalas de análise e planejamento muito detalhadas. Entretanto, muitas vezes a generalização, ou mesmo a predominância dos ideais econômicos colocam as variáveis ambientais e ecossistêmicas em segundo plano, efetivando ações que certamente produziram impactos em diferentes escalas, contribuindo para a redução da qualidade ambiental nas cidades. As veredas e sua relação com o meio urbano O equilíbrio geossistêmico das áreas urbanas está intimamente ligado a ocupação das microbacias hidrográficas que compõem o sistema de drenagem natural de tais áreas. A ocupação de suas vertentes e também de forma especial de suas nascentes são peças chaves para o maior equilíbrio e qualidade ambiental. Dessa forma, mesmo que ao longo dos canais fluviais da microbacia, sejam adotadas ações sustentáveis de ocupação, com a preservação das matas ciliares e o respeito à faixa mínima de APP, é imprescindível que as nascentes sejam mantidas como áreas estáveis, pois, caso contrário, toda a dinâmica dos cursos fluviais à jusante será alterada, podendo refletir em prejuízos ecológicos, humanos e econômicos para toda a sociedade, em maior ou menor grau. No ecossistema do Cerrado as áreas de nascentes, normalmente representadas pelas veredas, se destacam na paisagem. As veredas são subsistemas fitogeográficos do Domínio dos Cerrados. Frágeis, formadas em condições hidrológicas e litológicas bastante específicas, são vítimas frequentes da intervenção humana, em especial nas áreas urbanas. Em áreas de clima tropical, esse subsistema pode se formar a partir da sobreposição de camadas litológicas

7 de diferentes permeabilidades, pois, quando uma camada de maior permeabilidade se encontra sobreposta à outra menos permeável, criam-se condições para a formação do lençol freático. Essa configuração litológica ao ser interceptada pelos processos denudacionais leva ao afloramento do lençol, e assim, as condições mínimas necessárias à formação desse subsistema. Segundo FERREIRA, Tecnicamente, a Vereda se constitui num subsistema típico do Cerrado Brasileiro. Individualizam-se por possuírem solos hidromórficos, como brejos estacionais e/ou permanentes, quase sempre com a presença de buritizais (Mauritia vinifera e/ou M. flexuosa) e floresta estacional arbóreoarbustiva e fauna variada, configuradas em terrenos depressionários dos chapadões e áreas periféricas. (FERREIRA, I. M., 2008, p.2) Dentro das microbacias em área urbana, consideradas estratégicas para o planejamento e na análise de impactos ambientais, as veredas são de grande importância ecossistêmica, pois podem ser o início do desequilíbrio que impera em toda a microbacia. As veredas são caracterizadas por solos hidromórficos, que devido à sazonalidade das chuvas apresentam sua área saturada variável ao longo do ano, são marcadas por uma vegetação predominante constituídos de palmeiras e arbustos e que abrigam grande diversidade de fauna. As veredas, assim como as outras áreas de APP, se vêem nas áreas urbanas suprimidas pela expansão das construções, pela voracidade da ampliação das áreas loteadas, pela canalização da água de escoamento superficial diretamente para o seu interior e pelo lançamento de resíduos líquidos e sólidos. Dependentes diretas do fluxo das águas subterrâneas, mesmo sem a invasão de seus limites, as veredas sofrem interferência em sua dinâmica com a urbanização. Isso ocorre pela interferência na componente perpendicular (infiltração), causada pela impermeabilização, onde a sua redução leva a menor recarga do lençol e assim pode comprometer a sobrevivência da vereda. As alterações e desequilíbrios causados pela urbanização são facilmente percebidos pelos seus reflexos nas veredas. A redução na ocorrência de sua vegetação tipicamente hidrófila, como a morte das palmeiras buritis, a dissecação dos solos hidromórficos que as compõem, a redução da vazão dos canais fluviais ainda no alto curso e o lançamento de efluentes e resíduos sólidos são exemplos de indicadores que apontam para as condições de desequilíbrio ambiental. A complexidade e importância ecossistêmica desse subsistema do Cerrado para as bacias hidrográficas do Brasil Central se apresentam incalculáveis. Entretanto, ainda é perceptível a superficialidade atribuída às áreas de veredas em alguns trabalhos e leis que

8 ditam sua caracterização, ocupação e aproveitamento. Por exemplo, o CFB, que não usa a terminologia vereda em sua redação e a Resolução CONAMA 303 de 2002, em seu artigo segundo, entende como: vereda: espaço brejoso ou encharcado, que contém nascentes ou cabeceiras de cursos d`água, onde há ocorrência de solos hidromórficos, caracterizado predominantemente por renques de buritis do brejo (Mauritia flexuosa) e outras formas de vegetação típica. No Código Florestal Estadual (Lei de 2002), as veredas são citadas em vários momentos como componente das APP e consideradas ainda ecossistemas especialmente protegidos, mas não há clareza na sua definição. As APP e as propostas de alteração do CFB Como mencionado algumas linhas acima, o CFB passa por algumas profundas alterações, que se não são tão significativas em termos de redação, podem na prática ser extremamente danosas para os ecossistemas e para a qualidade de vida das populações, em especial as urbanas. Dentro das várias alterações que estão propostas para a nova redação do documento, a redução e descaracterização das APP é algo marcante. Na proposta os córregos com até cinco metros de largura, que representam grande parte do sistema de drenagem nacional, teriam sua faixa de APP reduzida para quinze metros ou menos, de acordo com critérios estaduais e/ou municipais, o que traria sérias ameaças à rica fauna existente nesses ecossistemas, que guarda grande número espécies endêmicas (LEWINSOHN, T. M., et. al. 2010). Nesse mesmo sentido a referência para a demarcação das APP também seria alterada, passando-se a considerar o leito menor do curso fluvial, ou seja, o menor nível da água no canal ao longo do ano e não mais o leito maior, como vigorava até então (LEWINSOHN, T. M., et. al. 2010). Essa redução drástica, além de se mostrar como uma ruptura com a real finalidade das APP, também colocada em risco as áreas de várzeas, áreas de grande importância hidrológica e também para a biota aquática, que acompanham os canais e funcionam ainda como importantes dissipadores da força das águas, controlando o fluxo hidrológico e reabastecendo os lençóis. Considerações Finais

9 Nas últimas décadas a ampliação das discussões sobre os problemas ambientais urbanos e a incorporação de tal temática no meio político nas diferentes escalas de poder é uma realidade. Entretanto, o cenário na maior parte das cidades de médio e grande porte, em especial nos países periféricos, ainda retrata a degradação ambiental e a redução da qualidade de vida de grande parte da sociedade, reforçando a distância entre os discurso e a prática. Apesar da pouca notoriedade dada as áreas de APP em meio urbano, e a necessidade de estudos mais específicos sobre o assunto, essas podem ser classificadas como um dos mecanismos de combate ao cenário de degradação e desequilíbrio ambiental nos centros urbanos. As APP são áreas de suma importância para a materialização do desenvolvimento sustentável, pois, exercem grande influência na regulação dos fluxos hidrológicos e hidrográficos, além de reduzirem as médias térmicas e aumentarem a qualidade do ar, e junto com infra-estruturas de saneamento básico, como captação/coleta e tratamento de efluentes e resíduos sólidos, podem contribuir para a efetivação do mesmo. Dentro das APP, as veredas são subsistemas que devem ser tomados como marco, não só pela sua beleza e singularidade cênica, mas por sua fragilidade e dependência para com a dinâmica hidrológica local e pela sua importância geossistêmica ao guardar a grande parte das nascentes no ecossistema do cerrado. É importante ressaltar a importância dos administradores públicos e das leis e planos no âmbito municipal, pois o planejamento e a ocupação do solo de forma sustentável dependem de uma análise em escala local/regional, que permita apreensão mais detalhada das variáveis físicas e humanas presentes no meio. REFERÊNCIAS ALMEIDA, J. R.; TERTULIANO, M. F. Diagnose dos Sistemas Ambientais: métodos e indicadores. In: CUNHA, S. P. da; GUERRA, A. J. T. (Org.) Avaliação e perícia ambiental. 2. ed. Rio de Janeiro: Betrand Brasil, p BRAGA, R.; CARVALHO, P. F. de (Org.). Recursos Hídricos e Planejamento Urbano e Regional. Rio Claro: Laboratório de Planejamento Municipal Deplan UNESP IGCE, BRASIL. Lei Federal Código Florestal Brasileiro e suas alterações. Brasília, Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4771.htm>. Acesso: 10/02/2010.

10 BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução CONAMA nº 303, de 20 de março de Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res02/res30302.html>. Acesso: 10/06/2010. FERREIRA, I. M. Paisagens do cerrado: aspectos conceituais sobre vereda. In.: IX Simpósio Nacional sobre Cerrado: desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais. Brasília, Anais. Brasília DF: 12 a 17 de outubro de Disponível em: <www.cpac.embrapa.br/download/650/t>. Acesso: 15/05/2010. FUNDO DE POPULAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS - UNFPA. Situação da População Mundial 2007: desencadeando o potencial do crescimento urbano. Disponível em: <http://www.unfpa.org.br/relatorio2007/swp2007_por.pdf>. Acessado em 24/06/08. LEWINSOHN, T. M; METZGER, J. P.; JOLY, C. A.; CASATTI, L., RODRIGUES, R. R.; MARTINELLI, L. A. Impactos potenciais das alterações propostas para o Código Florestal Brasileiro na biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos. Disponível em: < CFB-e-biodiversidade.pdf> Acesso: 10/11/2010. MINAS GERAIS. Lei Lei Estadual Florestal. Belo Horizonte, Disponível em: < Acesso: 10/07/2010. SILVA, L. S.; TRAVASSOS, L. Problemas ambientais urbanos: desafios para a elaboração de políticas públicas integradas. Cadernos Metrópole. São Paulo, n. 19, p , jul Disponível em: <http://web.observatoriodasmetropoles.net/download/cm_artigos/cm19_118.pdf>. Acesso: 13/10/2010.

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