UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MARCELO PLENS

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1 i UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MARCELO PLENS UM MODELO DE FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENGENHARIA APLICADO NO CURSO COOPERATIVO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS DA UFSC FLORIANÓPOLIS 2003

2 ii UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MARCELO PLENS UM MODELO DE FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENGENHARIA APLICADO NO CURSO COOPERATIVO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS DA UFSC Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Engenharia de Produção. Área: Gestão de Negócios Orientador: Idone Bringhenti FLORIANÓPOLIS 2003

3 iii MARCELO PLENS UM MODELO DE FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENGENHARIA APLICADO NO CURSO COOPERATIVO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS DA UFSC Esta Tese foi julgada adequada para obtenção do título de Doutor em Engenharia de Produção e aprovada em sua forma final pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina. Banca Examinadora: Prof. Edson Pacheco Paladini, Dr. Coordenador Prof. Idone Bringhenti, Dr. Orientador Prof. Francisco Romeu Landi, Dr. Profa. Maria José Barbosa de Souza, Dra. Prof. Neri dos Santos, Dr. Prof. Orestes Estevam Alarcon, Dr. Eng. o Ernesto Heinzelmann

4 iv Ficha Catalográfica PLENS, Marcelo. Um modelo de formação em gestão para engenharia aplicado no Curso Cooperativo de Engenharia de Materiais da UFSC. Florianópolis, UFSC, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, xv, 282 p. Tese: Doutorado em Engenharia de Produção (Área: Gestão de Negócios) Orientador: Idone Bringhenti 1. Gestão 2. Currículo de engenharia 3. Ensino de engenharia I. Universidade Federal de Santa Catarina II. Título

5 Esta tese é dedicada a todas aquelas pessoas que transformam suas idéias e sonhos em projetos reais, ajudando a construir uma sociedade melhor. v

6 vi AGRADECIMENTOS Ao Professor Idone Bringhenti, pela oportunidade, orientação e incentivo no desenvolvimento deste trabalho e também, por ser inovador e por incentivar e valorizar o potencial criativo de todas as pessoas que o rodeiam. Obrigado pela sua atenção e disposição permanentes. Aos Professores Antônio Edésio Jungles, Berend Snoeijer, Neri dos Santos e Orestes Estevam Alarcon, pelo ensejo, confiança e colaboração. Ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina, pela oportunidade de realização do doutorado. Ao Curso Cooperativo de Engenharia de Materiais da UFSC, pela confiança, oportunidade e apoio. Às empresas parceiras e aos alunos do Curso Cooperativo, cujas participações foram fundamentais para a realização deste trabalho. Ao meu avô Ibrahim Mussa e bisavô Antonio Piatto (ambos in memoriam), por estarem, ao meu lado durante todo este trajeto. Os espíritos de ambos têm me suprido de energia e forças para sobrepor todos os obstáculos. Às minhas avós Nair Pretti e Clementina Piatto pelo carinho e espírito de luta. Aos meus pais, Osmir e Gasua, pelo apoio e incentivo em todos os momentos da minha vida, pelo carinho, educação e estrutura familiar. Tudo o que sou, e que ainda pretendo ser, devo a vocês. À Fabiana, minha esposa e sempre companheira, permanentemente presente, suportando todas as minhas ausências e me dando forças para seguir em frente. Ao Professor José Gonzaga da Silva Neto e demais colegas (professores, corpo diretivo e servidores) do Centro de Ensino Superior de Dracena, pelo estímulo, suporte e por sempre acreditarem que vale a pena. Em especial, aos Professores, e grandes amigos, Ângelo Alberto Colucci Filho, Clodoaldo Ivair da Silva, Éber Silva Júnior, Emanuel Álvares Calvo, Marcelo Pereira Soares, Maria de Fátima P. Costa, Norberto Crispim Barbosa, Ozier Esteves de Souza e Seishi Yoshimura. Aos meus alunos e a todos aqueles que, de maneira direta ou indireta, contribuíram para a realização deste trabalho.

7 Os apaixonados são os únicos advogados que sempre convencem. O homem mais simples, mas dotado de paixão, será mais persuasivo do que aquele que, sendo mais eloqüente, não é movido por ela. René Descartes vii

8 viii SUMÁRIO LISTA DE ILUSTRAÇÕES...xii LISTA DE TABELAS...xii LISTA DE QUADROS...xiii RESUMO... xiv ABSTRACT... xv CAPÍTULO I INTRODUÇÃO PROBLEMA E JUSTIFICATIVA OBJETIVO MATERIAIS E MÉTODOS ESTRUTURA... 4 CAPÍTULO II DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DA ADMINISTRAÇÃO A CONSTRUÇÃO E A RECONSTRUÇÃO DE MODELOS E DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS (A EVOLUÇÃO NATURAL DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO) O ESTÁGIO ATUAL E FUTURO DO ENSINO DE NEGÓCIOS A EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO: A CONSTRUÇÃO E A DESTRUIÇÃO DE MODELOS DESENVOLVENDO HABILIDADES E COMPETÊNCIAS NA BUSCA PELA APRENDIZAGEM E NA FORMAÇÃO DE MODELOS CAPÍTULO III ESTUDO DOS MELHORES M.B.A. S OS CURSOS M.B.A. s: CONCEITOs, CARACTERÍSTICAS E DIFERENCIAIS COMO SURGIRAM OS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E M.B.A. s, NOS ESTADOS UNIDOS, EUROPA E BRASIL ESTRUTURAS DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS M.B.A. s OS MELHORES PROGRAMAS M.B.A. s EM TODO O MUNDO A METODOLOGIA UTILIZADA PELA REVISTA BUSINESS WEEK A METODOLOGIA UTILIZADA PELA REVISTA U.S. NEWS A METODOLOGIA DO JORNAL FINANCIAL TIMES AS ESCOLAS E CURSOS PESQUISADOS HARVARD BUSINESS SCHOOL (HARVARD UNIVERSITY) WHARTON SCHOOL OF BUSINESS (UNIVERSITY OF PENNSYLVANIA) STANFORD GRADUATE SCHOOL OF BUSINESS (STANFORD UNIVERSITY) CHICAGO GRADUATE SCHOOL OF MANAGEMENT (UNIVERSITY OF CHICAGO)... 55

9 3.5.5 COLUMBIA GRADUATE SCHOOL OF BUSINESS (UNIVERSITY OF COLUMBIA) SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT (MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY) LONDON BUSINESS SCHOOL EUROPEAN INSTITUTE OF BUSINESS ADMINISTRATION (INSEAD) KELLOGG GRADUATE SCHOOL OF MANAGEMENT (KELLOGG BUSINESS SCHOOL) LEONARD N. STERN SCHOOL OF BUSINESS O COMPARATIVO ENTRE AS MELHORES ESCOLAS CAPÍTULO IV MAPA DE ATIVIDADES PROFISSIONAIS E DE CONTEÚDOS EM GESTÃO ASPECTOS FUNDAMENTAIS DOS MELHORES PROGRAMAS DE GESTÃO E O SEU DESENVOLVIMENTO POR MEIO DAS ÁREAS FUNCIONAIS DE NEGÓCIOS A DETERMINAÇÃO DAS PRINCIPAIS TAREFAS RELACIONADAS ÀS ÁREAS FUNCIONAIS COMO ELEMENTO FUNDAMENTAL PARA O ENSINO DIRECIONADO PARA A PRÁTICA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS PARA A EXECUÇÃO DAS TAREFAS CAPÍTULO V PESQUISA: FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENGENHARIA DE MATERIAIS, SEGUNDO AS EMPRESAS PARCEIRAS DO CURSO COOPERATIVO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS DA UFSC CONSIDERAÇÕES INICIAIS DEFINIÇÃO DO PROBLEMA E DOS OBJETIVOS DA PESQUISA DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS CONCLUSÕES DA PESQUISA CAPÍTULO VI FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENGENHEIROS DE MATERIAIS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES O CURSO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS DA UFSC E O MODELO COOPERATIVO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS O CURSO DE GESTÃO PARA ENGENHEIROS DE MATERIAIS: INTRODUÇÃO CONSIDERAÇÕES INICIAIS SOBRE O CURSO DE FORMAÇÃO EM GESTÃO ÁREA DO CURSO CARGA HORÁRIA DO CURSO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS PRINCIPAIS DO CURSO DE GESTÃO CAPACITAÇÃO EM GESTÃO OFERECIDA AO ENGENHEIRO DE MATERIAIS (PERFIL PROFISSIOGRÁFICO) ESTRUTURA E GRADE CURRICULAR DO CURSO EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS DAS DISCIPLINAS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DE MATERIAIS 1 (EPS 5121) ix

10 6.5.2 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DE MATERIAIS 2 (EPS 5122) TÓPICOS ESPECIAIS DE GESTÃO PARA ENGENHARIA DE MATERIAIS METODOLOGIAS DIDÁTICAS UTILIZADAS DURANTE O DESENVOLVIMENTO DO CURSO INOVAÇÕES DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS DO PROGRAMA PROFISSIONAIS QUE PARTICIPARAM DO CURSO SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO CURSO CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO CURSO LOCAL DE REALIZAÇÃO DO CURSO E TAMANHO DA TURMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ALCANÇADOS PELO CURSO DESEMPENHO DOS ALUNOS NAS AVALIAÇÕES DAS DISCIPLINAS FREQÜÊNCIA MÉDIA ÀS AULAS DURANTE O DESENVOLVIMENTO DO CURSO AVALIAÇÃO GLOBAL E DESEMPENHO DOS DOCENTES E PROFISSIONAIS QUE PARTICIPARAM DO CURSO, SEGUNDO OS ALUNOS AVALIAÇÃO DO CURSO, SEGUNDO OS PROFESSORES E PROFISSIONAIS QUE DELE PARTICIPARAM PARECER DOS ALUNOS SOBRE O MODELO CAPÍTULO VII SÍNTESE E CONCLUSÕES SÍNTESE INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DA ADMINISTRAÇÃO ESTUDO DOS MELHORES M.B.A. S MAPA DE ATIVIDADES PROFISSIONAIS E DE CONTEÚDOS DE GESTÃO PESQUISA: FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENGENHARIA DE MATERIAIS, SEGUNDO AS PARCEIRAS DO CURSO COOPERATIVO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS DA UFSC FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENGENHEIROS DE MATERIAIS CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES PARA TRABALHOS FUTUROS ANEXO 1 MODELO DO QUESTIONÁRIO APLICADO NAS EMPRESAS PARCEIRAS DO CURSO COOPERATIVO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS DA UFSC ANEXO 2 EMPRESAS PARCEIRAS DO CURSO COOPERATIVO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS DA UFSC QUE PARTICIPARAM DA PESQUISA RESPONDENDO O QUESTIONÁRIO ANEXO 3 PLANO DE ENSINO DAS DISCIPLINAS ANEXO 4 DESEMPENHO DOS ALUNOS NAS AVALIAÇÕES DAS DISCIPLINAS ANEXO 5 FREQÜÊNCIA MÉDIA ÀS AULAS DURANTE O DESENVOLVIMENTO DO CURSO ANEXO 6 MODELO DE QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO PARA OS ALUNOS x

11 ANEXO 7 AVALIAÇÃO DAS DISCIPLINAS DO CURSO E DO DESEMPENHO DOCENTE ANEXO 8 MODELO DE QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO PARA OS PROFESSORES E PROFISSIONAIS QUE PARTICIPARAM DO CURSO ANEXO 9 PARECER DOS ALUNOS SOBRE O MODELO REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA xi

12 xii LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 2.1 As variáveis básicas da ciência da Administração, 15 Figura 4.1 As etapas necessárias para a de produção de competências, segundo as melhores escolas de negócios, 105 Figura 4.2 O processo de definição das tarefas e das competências necessárias para a sua execução, 106 Figura 6.1 Avaliação da qualidade do curso, segundo os alunos, 158 Figura 6.2 Comparativo entre as avaliações dos Cursos de Engenharia de Materiais e o Curso de Gestão, segundo os alunos, 159 Figura 6.3 Avaliação da qualidade do curso, segundo os professores, 163 LISTA DE TABELAS Tabela 3.1 Os cursos M.B.A.s mais conhecidos no Brasil, 41 Tabela 3.2 Ranking dos melhores cursos, segundo a revista Business Week, 43 Tabela 3.3 Ranking dos melhores cursos, segundo a U. S. News, 44 Tabela 3.4 Ranking dos melhores cursos, segundo o Financial Times, 44 Tabela 4.1 Principais áreas de concentração oferecidas pelos programas pesquisados, 85 Tabela 5.1 Nível de conhecimento da área de gestão econômica e financeira, segundo as empresas parceiras do curso, 112 Tabela 5.2 Nível de conhecimento da área de gestão de marketing, segundo as empresas parceiras do curso, 113 Tabela 5.3 Nível de conhecimento da área de gestão estratégica, segundo as empresas parceiras do curso, 114 Tabela 5.4 Nível de conhecimento da área de gestão do comportamento organizacional, segundo as empresas parceiras do curso, 116 Tabela 5.5 Nível de conhecimento da área de gestão da produção, segundo as empresas parceiras do curso, 117 Tabela 5.6 Nível de conhecimento da área de gestão de negócios, segundo as empresas parceiras do curso, 118 Tabela 6.1 Desempenho médio dos alunos nas disciplinas, 153 Tabela 6.2 Freqüência médias às aulas do curso, 154 Tabela 6.3 Avaliação global das disciplinas do curso, segundo os alunos, 155

13 xiii Tabela 6.4 Avaliação global do desempenho docente, segundo os alunos, 156 Tabela 6.5 Avaliação global do desempenho discente, segundo os alunos, 157 Tabela 6.6 Avaliação global do curso, segundo os alunos, 157 Tabela 6.7 Comparativo entre as avaliações globais do curso de Engenharia de Materiais e a do Curso de Gestão, segundo os alunos, 159 Tabela 6.8 Avaliação das disciplinas, segundo os professores e profissionais que participaram do curso, 161 Tabela 6.9 Auto-avaliação, segundo os professores e profissionais que participaram do curso, 162 Tabela 6.10 Avaliação do desempenho discente, segundo os professores e profissionais que participaram do curso, 163 Tabela 6.11 Avaliação global do curso, segundo os professores e profissionais, 163 LISTA DE QUADROS Quadro 2.1 Abordagens evolutivas da Administração, 15 Quadro 3.1 Comparação entre as escolas top ten, 80 Quadro 4.1 Combinação e constituição das grandes áreas funcionais, 87 Quadro 4.2 Relação entre a execução das tarefas e a utilização de competências, 104 Quadro 6.1 Currículo do curso de Engenharia de Materiais da UFSC, 124 Quadro 6.2 Grade curricular da fase acadêmica 1, 124 Quadro 6.3 Grade curricular da fase acadêmica 2, 125 Quadro 6.4 Grade curricular da fase acadêmica 3, 125 Quadro 6.5 Grade curricular da fase acadêmica 4, 125 Quadro 6.6 Grade curricular da fase estágio 1, 125 Quadro 6.7 Grade curricular da fase acadêmica 5, 125 Quadro 6.8 Grade curricular da fase estágio 2, 126 Quadro 6.9 Grade curricular da fase acadêmica 6, 126 Quadro 6.10 Grade curricular da fase estágio 3, 126 Quadro 6.11 Grade curricular da fase acadêmica 7, 126 Quadro 6.12 Grade curricular da fase estágio 6, 126 Quadro 6.13 Grade curricular da fase acadêmica 8, 127 Quadro 6.14 Grade curricular da fase estágio 5, 127 Quadro 6.15 Grade curricular da fase acadêmica 9, 127 Quadro 6.16 Grade curricular da fase estágio 6, 127 Quadro 6.17 Disciplinas de formação global e generalista, 136 Quadro 6.18 Disciplinas de formação especialista, 137 Quadro 6.19 Estrutura curricular do curso de formação em gestão para a Engenharia de Materiais, 138 Quadro 6.20 Principais metodologias e diferenciais didáticos utilizados pelo curso de gestão, 145 Quadro 6.21 Cronograma de desenvolvimento do curso, 151

14 xiv RESUMO Introdução. Entre 50 e 60% dos engenheiros no Brasil exercem atividades que exigem conhecimentos de gestão e, apesar da necessidade, nos cursos de engenharia oferece-se pouca, quando nenhuma, formação nesse assunto, prejudicando, sensivelmente, o seu desempenho no mercado de trabalho. Objetivo. Desenvolver, implantar e validar um modelo de formação em gestão para engenharia aplicado no Curso Cooperativo de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Método. Desenvolve-se, inicialmente, um estudo fundamentado no processo evolutivo da gestão empresarial e na identificação das suas tendências futuras, abrangendo uma análise do ensino em Administração, em especial dos consagrados programas Master in Business Administration (M.B.A.) e, concluindo-se com a definição de um mapa de conteúdos e tarefas em gestão. Em seguida, realiza-se uma pesquisa, baseada neste mapa, junto às empresas parceiras referido curso, objetivando-se a identificação de qual seria o tipo ideal de formação em gestão a ser oferecido. Por fim, concebe-se, implementa-se e avalia-se os resultados do modelo aplicado no mencionado curso. Fundamentos. O modelo em questão baseia-se, portanto, em três pontos fundamentais: a realidade atual e futura da gestão empresarial, o padrão global de excelência em ensino de Administração (os Programas M.B.A.s) e a opinião das empresas parceiras do citado curso. Resultados. A aplicação do Curso de Gestão para Engenharia de Materiais mostrou os seguintes resultados principais: índice de freqüência elevado (média de 94% de presença no total de aulas); desempenho acadêmico alto (média de 9,07 no conjunto de notas das avaliações); avaliação das disciplinas, docentes e discentes pelos alunos e professores extremamente favorável (ambas com média de 95% de aprovação); e parecer dos alunos sobre o modelo indicando ampla satisfação e total aprovação. Conclusão. O modelo concebido de formação em gestão para Engenharia, aplicado no Curso Cooperativo de Engenharia de Materiais da UFSC, foi validado, mostrando-se amplamente adequado.

15 xv ABSTRACT Introduction. Fifty to sixty per cent of the engineers in Brazil perform activities that demand administration knowledge and in spite of the necessity in the engineering courses, a little or almost no formation is offered in this subject, harming, sensibly, its acting in the job market. Objective. To develop, to implant and to validate a formation model in administration for engineering applied in the Cooperative Course of Materials Engineering of the Santa Catarina Federal University (SCFU). Method. It s developed initially, a study based in the evolutionary process of the managerial administration and in the identification of its future tendencies, embracing an analysis of the teaching in administration, especially of the consecrated Programs Master in Business Administration (M.B.A.), and being concluded with the definition of a map of contents and tasks in administration. After that, a research is put into practice, based on this map, together with the partners companies referred course, being aimed the identification of which would be the ideal type of formation in administration to be offered. Finally, the model is conceived, it is implemented and the results of the applied model are evaluated in the course mentioned. Foundations. The model in subject is based, therefore, in three fundamental points: the current and future reality of the managerial administration, the global pattern of excellence in the administration teaching (The M.B.A. Programs) and the partners companies opinions of the mentioned course. Results. The application of the Course of Administration in Materials Engineering showed the following main results: high frequency index (average of 94% of presence in the total classes); high academic performance (average of 9,07 in the group of notes of the evaluations); the evaluation of the disciplines for the students and professors is extremely favorable (both with average of 95% of approval); and the students' opinion about the model indicating great satisfaction and total approval. Conclusion. The conceived model of formation in administration for engineering, applied in the Cooperative Course of Materials Engineering of the SCFU was validated as being thoroughly appropriated.

16 1 CAPÍTULO I INTRODUÇÃO 1.1. PROBLEMA E JUSTIFICATIVA Vive-se um momento único na história das pessoas e das organizações, caracterizado pela integração crescente entre os países, interdependência sistêmica, competição acirrada em quase todos os setores da economia e pela velocidade impressionante das transformações. Essas profundas e velozes mudanças fazem com que as empresas e os profissionais sejam forçados a buscar e, principalmente, a adotar novos mecanismos de aprendizagem e de formação profissional e empresarial, sob pena de serem desalojados rapidamente do ambiente em que estão inseridos. As tecnologias competitivas atualizam-se em um ritmo intenso, tornando a sobrevivência ainda mais árdua, tendo em vista a existência da progressiva necessidade de se atender às demandas de uma sociedade cada vez mais consciente de seus direitos. A incerteza e os novos desafios deixam o futuro profissional ameaçado, incerto e dependente das formas pelas quais as pessoas e as empresas operam e se transformam. É esse um dos principais paradigmas vigentes. A introdução de novas ênfases gerenciais e enfoques administrativos força o remodelamento das rotinas e a resolução de problemas até então tidos como insolúveis. A extensão e a complexidade das mudanças (pessoais e profissionais) podem, aí sim, determinar alterações no processo produtivo e na elevação dos seus outputs. Esse contexto também predomina e reflete no segmento educacional, fazendo-o buscar novos caminhos e processos produtivos (mais flexíveis e otimizados), condizentes com os anseios do meio que o cerca (customizados). O processo de aprendizagem, tanto individual quanto organizacional, vem demandando, paulatinamente, modalidades educacionais mais modernas e personalizadas, suficientemente capazes de suprir os participantes de competências profissionais indispensáveis para o gerenciamento da transformação da sociedade e das organizações. A formação de profissionais globais, direcionados para o mercado e prontos para uma atuação ampla e efetiva é um dos imperativos da Sociedade das Organizações. Em se tratando do ensino de Engenharia, no caso o de Engenharia de Materiais, objeto deste estudo, o princípio norteador é o mesmo, pois o meio vem requerendo novas

17 2 idéias, concepções, atitudes e inovações, provocando ações imediatas nas instituições de ensino em busca de alternativas para alcançar a sobrevivência neste novo cenário mercadológico. Uma dessas novas exigências fundamenta-se no pressuposto que, ao concluir o curso de graduação, uma parcela substancial dos egressos direcionará a sua carreira para o segmento industrial (para as empresas). Todavia, nestas empresas os engenheiros de materiais participarão e gerenciarão inúmeros projetos e atividades, pertinentes à sua área de formação, com vistas a promoverem a melhoria dos processos produtivos, o desenvolvimento de novos produtos, conceitos e tecnologias, contribuindo diretamente para a sua sobrevivência. Porém, à medida que esses engenheiros evoluem hierarquicamente, suas funções extrapolam os limites da técnica e ingressam nas competências de gerenciamento. Isto significa que, conforme acontece o crescimento no escalão organizacional, diminuem-se as funções técnicas e elevam-se as administrativas. Por outro lado, como é de conhecimento geral, a maior parte dos cursos de engenharia além de não prever essas exigências, também não se preocupa com tal situação, gerando inúmeras dificuldades e problemas para os egressos durante as suas carreiras. Dessa forma, faz-se necessário, durante o período de graduação, a oferta de conteúdos específicos de gestão como meio de se complementar a formação oferecida pelo Curso de Engenharia de Materiais, capacitando o aluno a utilizar ferramentas administrativas que contribuam para o desempenho organizacional. Tendo em vista a atual variedade e disponibilidade de ferramentas, conceitos e técnicas administrativas, é muito importante que se determine (de uma forma criteriosa e analítica) aquelas que são prioridades, em termos de conhecimentos, para os futuros engenheiros de materiais e partindo-se de um pressuposto essencialmente mercadológico, cabe às empresas contratantes opinarem sobre essa formação em gestão. Este trabalho justifica-se em face de três pontos fundamentais: O primeiro ponto baseia-se na necessidade latente da própria profissão de Engenheiro de Materiais, já que a maior parte dos egressos necessitará de conhecimentos específicos em gestão para poder atuar no ambiente corporativo de forma efetiva. Conforme Bringhenti (1995) entre 50 e 60% dos engenheiros exercem atividades que exigem conhecimentos de gestão e também informa (1993) que, apesar da necessidade, nos cursos brasileiros de engenharia oferece-se pouca, quando não nenhuma formação nesse assunto. O segundo fundamenta-se no atual Modelo Cooperativo utilizado pelo curso de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o qual mantém estreitas relações com o ambiente empresarial.

18 3 Já o terceiro, alicerça-se nas solicitações apresentadas pelas empresas parceiras do curso (exigências do mercado de trabalho), as quais manifestaram-se interessadas na oferta da formação em gestão para engenheiros, sendo possível oferecer um maior valor agregado às organizações e estreitar ainda mais os relacionamentos entre as empresas, a sociedade e a Universidade Federal de Santa Catarina OBJETIVO Desenvolver, implantar e validar um modelo de formação em gestão para engenharia aplicado no Curso Cooperativo de Engenharia de Materiais da UFSC MATERIAIS E MÉTODOS Todo o projeto foi desenvolvido mediante um intenso e sistemático trabalho de pesquisa. Inicialmente foi realizado um amplo estudo sobre o surgimento e a evolução da ciência da Administração, enfocando-se a sua constante busca pela superação dos modelos tradicionais e o processo de inovação, como forma de se adaptar, sistematicamente, às transformações e exigências mercadológicas. Em seguida, estudou-se o desenvolvimento progressivo dos cursos de Administração nos Estados Unidos, Europa e Brasil, dando-se ênfase ao atual e mais reconhecido, dentre todos os outros programas de ensino em gestão: o Master in Business Administration (M.B.A.). A partir daí, realizou-se uma profunda análise nos melhores cursos M.B.A. em todo o mundo, considerando: as suas estruturas, metodologias de ensino e funcionamento, diferenciais, focos de atuação, pragmatismo, currículos, entre outros. Ao serem identificados os seus elementos únicos e distintos, a pesquisa criou um mapa de conteúdos em gestão que retratasse os principais conteúdos desenvolvidos por tais cursos. A partir desse mapa foi possível formular um instrumento de pesquisa (questionário) para se levantar, junto às empresas conveniadas ao Curso Cooperativo de Engenharia de Materiais da UFSC, informações sobre qual seria a formação ideal em gestão a ser oferecida aos alunos do curso, como forma de se atender às exigências do mercado de trabalho e colaborar diretamente com as parceiras. Após a conclusão da pesquisa, foi concebido, modelado e, principalmente, implementado um Curso de Gestão para Engenharia de Materiais. O modelo deste curso baseou-se em três pontos fundamentais: as tendências e perspectivas futuras da gestão empresarial e do ensino de Administração; as principais características e diferenciais dos melhores M.B.A.s; e no mapa de conteúdos de tarefas de gestão.

19 4 Como conseqüência, o curso de gestão procurou atender às exigências do Modelo Cooperativo e do mercado de trabalho dos engenheiros e às solicitações das empresas parceiras do Curso de Engenharia de Materiais. No referido curso de gestão foram utilizados os mais modernos e efetivos recursos didático-pedagógicos, exemplos práticos, intercâmbios permanentes com profissionais da área organizacional, casos de empresas consagradas e desenvolveram-se competências técnicas para o uso de diversas ferramentas administrativas disponíveis. Destaque-se que tal curso de gestão promoveu a utilização de técnicas de ensino arrojadas e inovadoras, além de mecanismos acadêmicos altamente produtivos e motivadores. Finalmente, foram criadas e implementadas verificações e aferições para avaliar o modelo e a sua validade. Deve-se ressaltar que o modelo, objeto do presente trabalho, refere-se a todas as partes que o compõe, a saber: a evolução da Administração e do ensino de gestão; o estudo dos melhores M.B.A.s; a opinião das empresas sobre a formação em gestão; o curso concebido e implantado e a avaliação e análise dos resultados deste. Acrescente-se que a validação do modelo se fez, portanto, no interior de cada uma dessas partes, conforme o método correspondente ESTRUTURA Após este Capítulo Introdutório, o Capítulo 2 apresenta uma fundamentação teórica sobre a evolução da ciência da Administração e a sua constante busca e preocupação pela formação de modelos inovadores e, principalmente, capazes de se adaptarem às profundas e constantes transformações ambientais. No Capítulo 3 demonstra-se o surgimento dos cursos de Administração, traçando a sua trajetória até os dias atuais. Enfoca-se também o principal e mais procurado modelo de ensino em gestão vigente: os Programas M.B.A. Este capítulo também retrata os diferenciais, metodologias, estruturas curriculares, conteúdos, entre outros aspectos, dos melhores cursos em todo o mundo. O Capítulo 4 retrata as principais áreas desenvolvidas nos melhores cursos e cria um mapa das principais tarefas e atividades profissionais do gestor um mapa de conteúdos. No Capítulo 5 é apresentado o resultado de uma pesquisa junto às empresas parceiras do Curso Cooperativo de Engenharia de Materiais da UFSC, no qual, tais empresas manifestaram seus interesses sobre qual seria uma formação ideal em gestão a ser oferecida aos alunos do curso. Esta pesquisa relacionou-se diretamente com o mapa de conteúdos profissionais criado no capítulo anterior.

20 5 No Capítulo 6 expõe-se o modelo concebido e aplicado, levando-se em conta as perspectivas atuais e futuras da Administração, os principais diferenciais dos melhores M.B.A.s e a utilização de um mapa de conteúdos de gestão para se oferecer o caráter prático ao curso e atender às necessidades das empresas parceiras. Também neste Capítulo apresenta-se como foi o processo de aplicação do modelo no Curso Cooperativo de Engenharia de Materiais da UFSC e os resultados alcançados. O Capítulo 7 apresenta uma síntese de todo o trabalho e demonstra as conclusões do modelo e algumas recomendações para futuros trabalhos. Por fim, colocam-se as Referências e os Anexos.

21 6 CAPÍTULO II DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 A CONSTRUÇÃO E A RECONSTRUÇÃO DE MODELOS E DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS (A EVOLUÇÃO NATURAL DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO) É sabido que os séculos XIX e XX foram palco de grandes e profundas revoluções nos âmbitos social, político, econômico, cultural, etc. No do saber, essas transformações ganharam uma importância significativa, pois resultaram em uma evolução do conhecimento, em um aprimoramento das relações humanas e na melhoria da qualidade de vida do homem moderno. As revoluções de maior impacto para a humanidade aconteceram, num primeiro momento, sem que as pessoas se dessem conta de sua profundidade. Foi assim com a descoberta do fogo, com a domesticação dos animais e com a entrada na era da agricultura. Foi assim também na época das grandes navegações e nas duas fases da Revolução Industrial (primeiro com a máquina a vapor e depois com a eletricidade). E continua sendo o que vários estudiosos denominaram de Revolução da Informação, um termo que abrange desde o uso de computadores, a globalização, a desregulamentação e mesmo uma esperada segunda fase revolucionária, a Era da Biotecnologia. Para Kotter (1997) a mudança é o problema e também a solução. Gibson (1998) aponta como um dos caminhos, para superar os problemas originados pela mudança e também para buscar soluções, a adoção do processo de repensar o futuro. Da mesma forma que nos demais ramos do saber, a ciência da Administração não foi uma exceção, nela, a adoção de modelos (paradigmas 1 ) foi permanente. O seu desenvolvimento ocorreu por meio de substituições, transformações, alterações ou até mesmo abandono de princípios e padrões diferenciados, formando o que se denomina paradigmas, os quais, na maioria das vezes, devem ser superados graças ao aprimoramento do anterior. Stoner (1995) aponta a utilização de padrões e modelos, durante toda a história da Administração, uma das formas utilizadas pelas empresas para sobreviverem no mercado. É possível perceber que a Administração também recebeu influência de outras ciências, áreas de conhecimento, organizações, fatos históricos, entre outros, como por exemplo: 1 Significa modelo, padrão (Dic. Aurélio).

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