Agenda. A Vale Logística da Vale. Números Corredores Logísticos. Novos Corredores. FNS Noroeste de MG

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2 Agenda A Vale Logística da Vale Números Corredores Logísticos Novos Corredores FNS Noroeste de MG

3 A Vale Milhares de empregados da Vale participam intensamente do dia-a-dia de mais de 500 comunidades ao redor do mundo. Nós contribuímos com o desenvolvimento de nossas equipes, das comunidades das quais somos parte integrante, de clientes, acionistas e investidores, sempre focados em ajudar o mundo a imaginar e alcançar um futuro melhor. Somos uma empresa pioneira de mineração diversificada e de logística, focada em pesquisar e produzir ingredientes essenciais e que geram produtos de uso comum, como carros, aparelhos domésticos e computadores.

4 Estamos presentes em mais de 30 países dos cinco continentes, descobrindo e transformando recursos minerais com responsabilidade. Noruega Canadá Inglaterra Alemanha França Suiça País de Gales EUA Mongólia China Coréia do Sul Japão Índia Omã Guiné Colômbia Peru Brasil Chile Argentina Cingapura Angola África do Sul Indonésia Moçambique Austrália Nova Caledônia

5 Logística da Vale Mais de 10 mil quilômetros de malha ferroviária, portos e terminais que transportam ingredientes essenciais para nossa vida diária. Atuamos em importantes corredores de transporte, permitindo o aumento da produção e comercialização das principais indústrias brasileiras. 26 bilhões de TKU de carga geral transportados para clientes; 26,2 milhões de toneladas de carga geral movimentadas nos portos e terminais marítimos. Soluções diferenciadas para o rápido deslocamento de cargas essenciais para a vida diária, desde commodities até bens de alto valor agregado. Compromisso de superar padrões de excelência técnica e operacional em nossas atividades, sempre com segurança e responsabilidade sócio-ambiental.

6 Logística de Carga Geral Os negócios da Logística da Vale contribuem para o crescimento da economia através do transporte de produtos e insumos dos segmentos de Agricultura, Siderurgia, Produtos Industrializados, Combustíveis, Construção e Produtos Florestais. O sistema logístico da Vale divide-se em: Sistema Sul: Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) Ferrovia Centro Atlântica (FCA) Portos Sul em Vitória (ES), o Terminal de Produtos Diversos (TPD), o Terminal de Granéis Líquidos (TGL) e o Terminal de Praia Mole (TPM) e em Barra dos Coqueiros (SE), o Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Sistema Norte: Estrada de Ferro Carajás (EFC) Ferrovia Norte Sul (FNS) Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (TMPM)

7 Investimentos Realizados pela Logística US$ Milhões Entre 2003 e 2008 foram investidos mais de US$ 5 bilhões em infra-estrutura de logística pela Vale.

8 Crescimento: Ferrovias (TKU) e Portos (TU) Volume Transportado Ferrovias (TKU bilhões) TKU bilhões ,6 26,8 29,1 29,4 28, As ferrovias da Vale transportaram 26 bilhões de TKU de carga geral em Volume Transportado Portos (TU Mil) ,2 Os portos e terminais marítimos da Vale movimentaram 26,2 milhões de toneladas métricas de carga geral em TU Mil

9 Receita Bruta Consolidada Ano 2008 Receita Total Logística Evolução da Receita Bruta de Carga Geral Ano base: a ,3% 4,5% Construção e Outros Produtos Florestais 5,3% Combustíveis ,1% Agricultura R$ milhões ,8% Siderurgia

10 Corredores de Transporte Legenda Estrada de Ferro Carajás - EFC Ferrovia Norte Sul FNS Ferrovia Norte Sul FNS em construção Estrada de Ferro Vitória a Minas Ferrovia Centro Atlântica (FCA) Ferroban Direito de Passagem FCA Ferrovia Litorânea Sul (em construção) Porto * Complexo Portuário de Tubarão Terminal de Produtos Diversos TPD Terminal de Granéis Líquidos TGL Terminal de Praia Mole TPM EFC FNS (Norte) Estrada de Ferro Carajás Term. Marít. de Ponta da Madeira / Porto de Itaqui Estrada de Ferro Carajás Ferrovia Norte Sul Ponta da Madeira / Porto de Itaqui FCA (Nordeste) Juazeiro Aratu / Camaçari Brumado Aratu / Camaçari Região Central de Minas Planalto Central Aratu / Camaçari FCA (Sudeste) Noroeste de Minas Vitória Planalto Central Vitória Triângulo Mineiro Vitória EFVM (Sudeste) Região Central de Minas Vitória FCA (Paulista) Planalto Central Baixada Santista Triângulo Mineiro Baixada Santista Planalto Central Triângulo Mineiro Baixada Santista Ribeirão Preto Triângulo Mineiro Baixada Santista Litorânea Sul (Novo) Novo corredor Ferrovia Litorânea Sul com acesso ao Polo de Anchieta e Cachoeiro

11 Corredor Norte (EFC FNS Porto) Extensão EFC: 892 km Extensão FNS: 720 km Bitola: Larga A Estrada de Ferro Carajás e a Ferrovia Norte Sul formam um extenso corredor de transportes que liga o interior dos estados do Pará, Maranhão e Tocantins ao Terminal Marítimo de Ponta da Madeira e Porto de Itaqui, localizados em São Luís A eficiência deste corredor logístico para o transporte de cargas gerais, como grãos e ferro gusa, permite ao Centro-Norte gerar milhares de empregos e contribuir para o aumento da balança comercial brasileira. Terminal Marítimo de Ponta da Madeira CARACTERÍSTICAS Píer 1 Píer 2 Píer 3 Comprimento: 490 m 280 m 571 m Calado: 23 m 18 m 19 m Estrada de Ferro Carajás EFC Ferrovia Norte Sul FNS 359 Km Ferrovia Norte Sul FNS 361 Km em construção Air Draft: TPB Máximo: Capacidade de Embarque: 22,4 m mil t 18 m t/h (soja) 2.00 t/h (gusa) 22,4 m mil t

12 Corredores Sudeste - EFVM A Estrada de Ferro Vitória a Minas é uma das mais modernas e produtivas ferrovias brasileiras. Interliga Minas Gerais ao litoral do Espírito Santo, formando um corredor de exportação e importação moderno, seguro e altamente produtivo. Extensão EFVM: 905 km Bitola: Métrica Conecta-se à Ferrovia Centro-Atlântica, ao Complexo Portuário de Tubarão, e a outros portos do Espírito Santo, garantindo competitividade aos clientes através de um corredor de transporte de produtos siderúrgicos, produtos florestais e para construção. Estrada de Ferro Vitória a Minas Terminal de Produtos Diversos CARACTERÍSTICAS BERÇO 3 BERÇO 4 Terminal de Praia Mole CARACTERÍSTICAS Terminal de Granéis Líquidos CARACTERÍSTICAS Tipo de Carga: Comprimento: Calado: Boca Máximo: TPB Máximo: Comprimento do Navio Máximo: Granéis Agrícolas 300 m 14,70 m 43,5m m 280 m Fertilizantes e Carga Geral 240,9 m 11,30m + maré 32,5m mt 245 m Comprimento: Comprimento do Navio Máximo: Calado: Boca Máximo: TPB Máximo: 760 m 315 m 16,0m + maré / 3,5 m + maré 55 m t Comprimento: Comprimento do Navio Máximo: Calado: Boca Máximo: TPB Máximo: 210 m 181 m 11,35 m maré 30 m t

13 Corredor FCA ( Nordeste, Sudeste e Paulista) Com mais de 8 mil quilômetros de malha, a Ferrovia Centro-Atlântica está interligada às principais ferrovias brasileiras. Área de influência com o Terminal Marítimo Inácio Barbosa, em Sergipe, acesso ao Complexo Portuário de tubarão, através da EFVM e a portos localizados na Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro. A variedade de vagões permite o transporte seguro e rápido de produtos diversos, como grãos, calcário, cimento, fosfato, ferro-gusa, fertilizantes e clínquer, além de produtos siderúrgicos e petroquímicos. Terminal Marítimo Inácio Barbosa Extensão: km Bitola: Métrica CARACTERÍSTICAS Comprimento: Calado: Largura do Píer: TERMINAL 356 m 10 m 17,9 m / 23,9 m Ferrovia Centro Atlântica (FCA) Ferroban Direito de Passagem FCA Ferrovia Litorânea Sul (em construção) Ponte: 2400 m

14 Trem Expresso (LOG-IN) Características do Serviço Principais Rotas São Paulo - Centro-Oeste» Liga os principais centros econômicos do país.» Solução logística customizada Vitória Triangulo Mineiro São Paulo - Salvador São Paulo Centro Oeste São Paulo Salvador Vitória Triângulo Mineiro Porto Seco do Cerrado

15 Novos corredores logísticos Desenvolvimento de novos corredores FERROVIA NORTE SUL A Vale obteve em Out/07 a subconcessão de 720 km da Ferrovia Norte-Sul (FNS) serão construídos 361 km adicionais Objetivo será escoamento de carga geral para exportação, principalmente de grãos Serão U$ 790 milhões ao longo de 5 anos (subconcessão + investimentos) Geração de mais de 50 mil empregos a partir de 2009 NOROESTE DE MINAS GERAIS Objetivo: Desenvolvimento de nova fronteira agrícola através de corredor logístico integrado de exportação Investimentos de R$ 300 milhões pela FCA e parceiros, com geração de 20 mil empregos em toda a cadeia produtiva Impactos diretos na arrecadação municipal, estadual e federal Grande impacto no perfil sócioeconômico da região FCA EFVM Terminal Transbordo Investimos em infra-estrutura para fomentar o crescimento da demanda de transporte

16 Pirapora Porta de entrada/saída para as regiões NO e N de MG Compromisso do Governo de Minas Gerais em dar e manter as estradas chaves com condições de trafegabilidade. DF Montes Claros Asfaltamento de 900km de rodovias na região (220 km já asfaltados) Pirapora Belo Horizonte Rio de Janeiro Vitória Ligação ferroviária direta com Belo Horizonte e com o Porto de Vitória Ligação ferroviária com transbordo para MRS para o Porto do Rio de Janeiro

17 Terminal Intermodal de Pirapora TIP Plano Diretor Outros TIP Arm de azéns G rã os PMV Car ga Ge ral Gra Líq neis u id os Mi s tu Fer rador tiliz a ant de es Área disponível para implantação de Terminal Carga Geral

18 Ferrovia Norte Sul Terminais Multimodais Áreas disponíveis para construção de terminais multimodais de container EFC 1 1 Pátio São Luís 2 Pátio Colinas 3 Pátio Porto Nacional (Palmas) 2 FNS 3

19 Terminais de Contêineres Terminais de contêineres nos grandes centros são atendidos pela Vale através dos serviços do Trem Expresso contratados pela LOG-IN; Novas fronteiras podem dispor de terminais de contêineres em mercados específicos; O Terminal Intermodal de Pirapora tem potencial para atender ao setor de ferroligas e outros potenciais da região da Bahia e Planalto Central; A região norte-nordeste apresenta crescente potencial para implantação de serviço diferenciado no segmento de exportação de cargas refrigeradas tais como carnes e frutas.

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