DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE"

Transcrição

1 DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE A IBIS visa contribuir para o empoderamento dos jovens como cidadãos activos da sociedade, com igual usufruto de direitos, responsabilidades e participação em tomadas de decisão, bem como acesso aos recursos e ao seu controlo. A razão pela qual a IBIS trabalhará para dar poder aos jovens A IBIS reconhece que a discriminação em função da idade pode constituir um obstáculo para se conseguir desenvolvimento sustentável e combater injustiças sociais e económicas, agora e no futuro. Alguns jovens podem ser assim marginalizados, mas é igualmente importante dar atenção aos muitos papéis positivos, ao nível social, económico e politico, que são já desempenhados pelos jovens nas suas comunidades e sociedades, criar consciência desses mesmos papéis e reforçá-los. Ao fazer isso, mulheres e os homens jovens estão a tornar-se potenciais agentes de mudança na criação de um mundo mais igual e mais próspero. O apelo à mudança política, social e económica está agora, portanto, mais interligado do que nunca com a importância da juventude e o seu direito a influenciar o desenvolvimento e a contribuir para ele. Os desafios que agora surgem Em 2011, metade da população mundial é constituída por 3,6 milhares de milhões de pessoas com menos de 30 anos e 90% destas pessoas vivem em países em vias de desenvolvimento (FNUP, 2010). A maioria destes jovens não tem meios nem possibilidades de se sustentar a si própria e de tomar decisões sobre a sua própria vida, nem de influenciar o desenvolvimento das suas sociedades. A desigualdade na distribuição de recursos, o pouco acesso ao poder e a direitos políticos básicos aos níveis global, nacional e local são as principais razões para a falta de acesso dos jovens a influência, a educação, a empregos e a cuidados de saúde. Com a vida cerceada pela pobreza, opressão política, corrupção, discriminação, práticas tradicionais e desestabilização das suas sociedades, os jovens não têm igualdade de direitos, oportunidades e capacidades, no que diz respeito a escola, trabalho, saúde, família e cidadania. Por conseguinte, muitos jovens migram de zonas rurais para zonas urbanas, abandonam a escola e trabalham em circunstâncias difíceis e pouco saudáveis, com muito poucas possibilidades de influenciar positivamente as suas próprias vidas e as suas sociedades. Esta exclusão dos jovens da sociedade pode ter consequências devastadores, como sejam a sua mobilização para conflitos políticos e violentos, comércio sexual, tráfico de drogas e trabalhos de quase escravidão em indústrias extractivas. Dar poder aos jovens para exercerem cidadania activa e gerarem desenvolvimento sustentável a longo prazo é, portanto, importante para reforçar o trabalho da IBIS, 1

2 actualmente e no futuro, no sentido de alcançar mudanças políticas, sociais e económicas e a IBIS definirá no presente documento a sua posição relativamente ao trabalho com este grupo-alvo específico. Uma oportunidade a não perder Para os jovens, a fase de transição da infância para a idade adulta, no que diz respeito a escola, trabalho, saúde, família e cidadania, é um período de oportunidade que se abre aos níveis pessoal e social para gerar impacto a curto e a longo prazo no desenvolvimento. A experiência anterior da IBIS de trabalho com jovens, para conseguirem acesso a educação, direitos políticos, influência democrática e emprego, mostrou o enorme potencial e dinamismo para a mudança que a juventude tem, em África e na América Latina. Se lhes forem dadas possibilidades, capacidades e oportunidades, os jovens podem reivindicar os seus direitos e responsabilidades enquanto cidadãos activos e futuros líderes, trabalhando para alcançar desenvolvimento democrático e económico. Assim sendo, é importante para a IBIS advogar o impacto positivo de investir nos jovens criando e alargando o espaço e oportunidades necessários ao empoderamento dos jovens como agentes de desenvolvimento com uma voz forte nas suas sociedades. Quem será o alvo da IBIS para dar poder aos jovens A IBIS centrar-se-á sobretudo no reforço da voz do grupo dos 15 aos 24 anos e no apoio a este grupo, embora incluindo jovens de menos de 35 anos, se tal for relevante no contexto específico de um programa. Esta divisão no grupo-alvo justifica-se pelo facto de o grupo mais jovem ser muitas vezes ainda mais marginalizado do que o dos jovens mais velhos, mas, por outro lado, a maior parte dos contextos e programas incluirão jovens mais velhos e a IBIS também não quer excluir esses jovens. A IBIS considera que os jovens são o grupo de pessoas que se encontram na transição da infância para a idade adulta. Não se trata, porém, de um grupo homogéneo ou facilmente definível, o que significa que ser jovem difere de mulheres jovens para homens jovens, consoante as suas circunstâncias e os seus parâmetros contextuais. Ao trabalhar com jovens é, por isso, importante ter em conta a sua etnicidade, a sua identidade cultural e a sua orientação sexual, o local de residência e a origem, e ainda o estatuto socioeconómico e social dos jovens. A IBIS terá, portanto, em consideração a definição dos papéis desempenhados pelos jovens e os riscos e os desafios que estes enfrentam, quando trabalhar com mulheres e homens jovens em zonas urbanas ou rurais, em tempos de paz ou de conflito, bem como com jovens de grupos maioritários ou minoritários da sociedade. O que a IBIS fará para dar poder aos jovens A IBIS aplicará uma abordagem dos jovens baseada em direitos, reforçando a inclusão dos jovens e o reforço dos seus direitos onde for relevante, em vez de incluir a juventude em todos os aspectos do seu trabalho. Para dar poder aos jovens como agentes de mudança, a IBIS capacitará os seus parceiros jovens que participem actualmente no seu trabalho e que nele venham a participar, de modo a adquirirem igualdade de direitos, responsabilidades e participação nas deliberações, bem como acesso aos recursos e controlo dos mesmos. Além disso, a IBIS quer influenciar e criar oportunidades e mudança potencial para os jovens, através de advocacia no que diz respeito a políticas, práticas e estruturas relacionadas com os jovens. Em suma, foram feitas as seguintes opções estratégicas para reforçar o trabalho da IBIS de empoderamento da juventude: 2

3 Aumentar as possibilidades de empoderamento dos jovens Capacitar jovens como agentes de mudança Advogar empoderamento e mudanças em prol da juventude A execução destas escolhas estratégicas será feita no quadro do enfoque temático geral da IBIS na educação e na governação. As opções estratégicas, porém, exigem a inclusão do empoderamento dos jovens nos programas, na comunicação e nas actividades de angariação de fundos relevantes e, portanto, que se trabalhe com jovens de uma forma mais específica e inclusiva como grupo-alvo da IBIS, com base nas especificidades do contexto e das actividades em questão. A IBIS aumentará as oportunidades de: Aumentar o acesso a educação de qualidade para mulheres e homens jovens, dentro e fora dos sistema escolar formal; Apoiar formas inovadoras e participativas de os jovens adquirirem competências e passarem a ter maior acesso a assistência e supervisão iniciais para estabelecerem ligações para conseguir emprego; Dar espaços para mulheres e homens jovens exprimirem as suas opiniões e participarem activamente nos processos de tomada de decisões nas suas sociedades; Alargar a participação e a influência políticas através de representação activa tanto de mulheres como de homens jovens, independentemente da sua etnicidade, identidade cultural, orientação sexual, local de residência e origem, e estatuto socioeconómico. Como a IBIS aumentará as oportunidades de empoderamento dos jovens A IBIS aumentará as oportunidades de empoderamento dos jovens na educação e na governação continuando a trabalhar para mulheres e homens jovens e com estes, dentro e fora do sistema escolar formal, letrados ou iletrados, com ou sem emprego, e também com os que se encontram organizados em grupos formais e informais que tentam participar nas tomadas de decisão aos níveis local, nacional e global, e influenciar estas tomadas de decisão. A IBIS reforçará o trabalho existente na educação formal e não formal para jovens que não tenham tido acesso à escola primária e secundária e/ou não a tenham completado, assim como a formação profissional e alfabetização, explorando e trocando experiências de novas maneiras de ligar a educação ao emprego. Na área da governação, a IBIS reforçará o apoio a mulheres jovens e jovens indígenas para ficarem a conhecer os seus direitos na sociedade e reivindicarem que estes sejam respeitados, e aumentará também o apoio a alianças e redes de jovens nos seus esforços de participação em tomadas de decisão que afectem as suas vidas, bem como nos seus esforços para influenciar processos democráticos, sobretudo em períodos eleitorais. A IBIS fará capacitação para: Criar condições para os jovens exigirem e obterem mais educação e mais formação profissional; Informar os jovens sobre saúde sexual e reprodutiva (HIV/SIDA), informática, género e desenvolvimento sustentável, através do ensino de competências para a vida; Formar os jovens para exigirem a satisfação dos seus direitos e para cumprirem as suas responsabilidades na sociedade, com educação para a cidadania e formação de jovens líderes. 3

4 Como a IBIS capacitará os jovens como agentes de mudança A IBIS esforçar-se-á por trabalhar com jovens como parceiros e inclui-los cada vez mais no seu trabalho com educação e governação. A IBIS trabalhará com grupos e movimentos de juventude já existentes e que venham a surgir, tanto formal como informalmente organizados, aos níveis local e nacional. Estes grupos de jovens são muitas vezes informais, voluntários e assentes em trabalho de par a par, o que exige flexibilidade na abordagem da IBIS para trabalhar com tais grupos. O ponto de entrada para o trabalho da IBIS assentará no trabalho com os grupos de juventude e os parceiros jovens aos seus diversos níveis e nas suas diversas circunstâncias e apoiá-los na construção das suas capacidades de influenciar as agendas por eles escolhidas, em conformidade com as estratégias e as políticas da IBIS. A utilização de uma abordagem de par a par pode ser útil para chegar aos jovens marginalizados e para os capacitar, uma vez que é provável que os pares sejam muitos vezes fornecedores de informação de confiança e geram, dessa forma, uma mudança de comportamentos positiva. A capacitação feita por pares pode permitir participação directa e activa assente nas realidades e desejos dos jovens e pode aumentar os níveis de conhecimentos, participação e empoderamento dos jovens, com educadores de pares como modelos de comportamento e agentes de mudanças comportamentais. A IBIS trabalhará com jovens agentes realizando actividades de par a par, como forma de capacitar os jovens. Outras formas de a IBIS o fazer são apoiar a capacitação organizacional e humana dos jovens parceiros através de formação e apoio ao seu trabalho. O objectivo geral da capacitação da IBIS é que os jovens se tornem agentes de mudança tomando conhecimento dos seus direitos e responsabilidades e reivindicando que sejam respeitados, e participando dessa forma nos processos decisórios que consideram relevantes para a mudança e influenciando esses processos. Para criar mudança sustentável, porém, é também importante para a IBIS trabalhar com pais, escolas, meios de comunicação social, sociedade civil, autoridades tradicional e estatais, bem como políticos locais e nacionais, como partes interessadas relevantes. Ao capacitar os jovens agentes de mudança é, pois, necessário reconhecer que está a lidar com um equilíbrio de poder fundamental e que uma cooperação cuidadosa com as partes interessadas é essencial para conseguir mudança estrutural sem criar ou exacerbar tensões intergeracionais. A IBIS apoiará, assim, parcerias entre jovens e adultos, para garantir cooperação e transferência de conhecimentos e aprendizagem entre gerações, bem como para reforçar as capacidades dos jovens de serem participantes activos em tomadas de decisão e influenciar as suas vidas e sociedades em função das suas necessidades e das suas perspectivas. A IBIS advogará empoderamento e mudanças em prol da juventude, para assim: Criar consciência dos efeitos positivos do empoderamento social, económico e político dos jovens, bem como das barreiras à inclusão dos jovens e à sua participação na sociedade; Criar consciência de políticas nacionais de juventude proactivas e advogar essas políticas em que os jovens sejam participantes activos nos processos de deliberação e implementação; Trabalhar pela coordenação e integração da juventude na planificação e nos orçamentos nacionais para políticas que afectem as vidas dos jovens. Como a IBIS advogará empoderamento e mudanças em prol da juventude: A IBIS quer dar poder aos jovens influenciando e criando oportunidades e mudança potencial para a juventude, por intermédio de advocacia no que diz respeito a políticas, práticas e estruturas relacionadas com a juventude. Já há advocacia para a mudança a ser feita na IBIS por jovens voluntários e jovens membros activos, na Dinamarca, com idades entre os 20 e os 30 anos, bem 4

5 como por jovens parceiros relacionados com programas em África e na América Latina. A IBIS quer levar mais longe o apoio à advocacia feita por jovens, criando oportunidades para esses agentes da juventude estabelecerem ligações e trabalharem em conjunto no empoderamento social, económico e político. Prevê-se assim conseguir uma grande mais-valia e grandes benefícios para a IBIS e os seus jovens parceiros e voluntários na Dinamarca, em África e na América Latina, através de um maior intercâmbio de conhecimentos e partilha de experiências, bem como trabalho em rede e criação de coligações de agentes de juventude aos níveis local, nacional e global. A IBIS advogará deste modo o empoderamento e as mudanças em prol da juventude apoiando grupos de jovens agentes que advoguem igualdade de direitos e responsabilidades de mulheres e homens jovens para conseguir acesso a influência, educação e emprego. A IBIS crê que a iniciativa para advogar o empoderamento dos jovens deve vir dos próprios jovens. Apesar disso, é necessário apoio da IBIS para estabelecer ligações e facilitar este intercâmbio e partilha de experiências entre jovens activos na advocacia do empoderamento e mudança em prol da juventude. Há diversos tipos de fóruns para intercâmbio online e frente a frente que poderiam ser muito importantes para chegar aos jovens e estabelecer ligações entre eles, bem como aumentar a sua consciência e a sua participação no trabalho da IBIS de empoderamento da juventude. Esses fóruns interactivos podem fazer parte da criação de uma rede de advocacia da juventude na IBIS, e podem também constituir um trampolim para estabelecer ligações com outros jovens actores envolvidos em advocacia para o empoderamento da juventude na Dinamarca, em África e na América Latina, bem como ao nível global. Princípios orientadores da operacionalização do Documento de Posicionamento da IBIS sobre a Juventude: Ao nível institucional: As posições da IBIS sobre a juventude apresentadas no presente documento deverão constituir orientações sobre como a IBIS estrategicamente escolherá trabalhar com jovens nas áreas de educação e governação, o que deverá ser concretizado em planos de acção para implementação em actividades de comunicação e angariação de fundos, e também em actividades dos programas. A IBIS dará conta do seu trabalho e progresso anuais no que respeita a empoderamento da juventude, no âmbito do seu sistema geral de monitoria e avaliação. A IBIS esforçar-se-á por trocar e partilhar experiências de melhores práticas e lições aprendidas sobre o trabalho com o empoderamento de jovens e para o empoderamento de jovens nas organizações, bem como com parceiros jovens e outros actores que trabalhem com a juventude. A IBIS empenhar-se-á em incluir activamente jovens no trabalho relevante, levando jovens a participar em postos como estagiários, voluntários, angariadores de rua, angariadores telefónicos e assessores juniores, como meio de dar poder aos jovens para participarem no trabalho da IBIS na Dinamarca, em África e na América Latina e o influenciarem. Desenvolvimento de programas em África e na América Latina: A IBIS terá em consideração as circunstâncias e oportunidades de trabalhar pelo empoderamento da juventude em estratégias nacionais e planos de desenvolvimento para o trabalho dos programas da IBIS. 5

6 Quando relevante e exequível, a IBIS especificará actividades para empoderamento de jovens nos programas temáticos, com a possibilidade de trabalhar em conjunto com parceiros com certos temas incluídos no quadro orçamental. A IBIS tentará, na medida do possível, incluir jovens parceiros na concepção, implementação e monitoria das actividades dos programas. A IBIS elaborará e partilhará métodos e ferramentas para trabalhar com a juventude nas áreas de educação e governação, com ênfase na documentação de melhores práticas e intercâmbio de aprendizagem. Imagem pública, comunicação e angariação de fundos: A IBIS criará consciência sobre os muitos papéis positivos, ao nível social, económico e político, desempenhados pelos jovens nas suas comunidades e sociedades, e divulgá-los-á, como parte da sua imagem pública, aos níveis local, nacional e global. A IBIS criará consciencialização dos direitos e responsabilidades nos jovens na participação nas tomadas de decisão bem como no acesso aos recursos e no seu controlo aos níveis local, nacional e global. Quando tal se revelar relevante na comunicação relativa a campanhas, angariação de fundos e advocacia, a IBIS criará oportunidades para que cidadãos, empresas e instituições apoiem o seu trabalho com os jovens e para eles, e o seu empoderamento. Sempre que possível, a IBIS tentará usar diferentes meios e formas de comunicar para fazer campanhas e angariar fundos para o acesso dos jovens a influência, educação e emprego. 6

Estratégia Global da IBIS para Governação Democrática, Direitos dos Cidadãos e Justiça Económica 2012-2017

Estratégia Global da IBIS para Governação Democrática, Direitos dos Cidadãos e Justiça Económica 2012-2017 Estratégia Global da IBIS para Governação Democrática, Direitos dos Cidadãos e Justiça Económica 2012-2017 Versão Final Aprovada pelo Conselho Directivo da IBIS a 18.04.2012 1. Introdução A IBIS acredita

Leia mais

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS Estratégia de parceria global da IBIS Aprovada pelo conselho da IBIS, Agosto de 2008 1 Introdução A Visão da IBIS 2012 realça a importância de estabelecer parcerias com diferentes tipos de organizações

Leia mais

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude Organização das Nações Unidas A/RES/66/121 Assembleia Geral Distribuição: geral 2 de fevereiro de 2012 65 a sessão Item 27 (b) da pauta Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011

Leia mais

FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO

FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO Projecto PIGEM FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO LUBANGO 28 DE ABRIL DE 2015 ELABORADO POR: MARIANA SOMA /PRELECTORA 1 GÉNERO E DESENVOLVIMENTO CONCEITO É uma abordagem que se concentra nas relações

Leia mais

PROMOVENDO CIDADANIA PARA A MUDANÇA - PROCIMU

PROMOVENDO CIDADANIA PARA A MUDANÇA - PROCIMU PROMOVENDO CIDADANIA PARA A MUDANÇA - PROCIMU A IBIS Moçambique é uma Organização Não Governamental Dinamarquesa, com sede em Maputo que trabalha em Moçambique desde 1976. As áreas temáticas actuais da

Leia mais

Delegação da União Europeia em Moçambique

Delegação da União Europeia em Moçambique REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE Delegação da União Europeia em Moçambique REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

I Seminário Transfronteiriço sobre Estratégias de participação Andaluzia, Algarve, Alentejo Marta Terra Voluntariado e cidadania - A REDE -

I Seminário Transfronteiriço sobre Estratégias de participação Andaluzia, Algarve, Alentejo Marta Terra Voluntariado e cidadania - A REDE - Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE) I Seminário Transfronteiriço sobre Estratégias de participação Andaluzia, Algarve, Alentejo Marta Terra Voluntariado

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

O que é a adaptação às mudanças climáticas?

O que é a adaptação às mudanças climáticas? Síntese da CARE Internacional sobre Mudanças Climáticas O que é a adaptação às mudanças climáticas? As mudanças climáticas colocam uma ameaça sem precedentes a pessoas vivendo nos países em desenvolvimento

Leia mais

POBREZA E DESIGUALDADE: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO

POBREZA E DESIGUALDADE: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO POBREZA E DESIGUALDADE: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO A Declaração do Milénio adoptada em 2000, comprometeu países ricos e pobres a fazerem tudo o que poderem para erradicar a pobreza, promover a dignidade

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa em 21 de Novembro de 1986, aprovou a presente Carta, que contém as orientações para

Leia mais

No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022

No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022 Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022 Sumário Executivo A Estratégia do Banco Africano de Desenvolvimento para 2013-2022 reflecte as

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS Capacitação dos pobres para a obtenção de meios de subsistência sustentáveis Base para

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013

O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013 O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013 Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020 Conselho europeu 7 e 8 fevereiro 2013 Política de Coesão (Sub-rubrica

Leia mais

2011 O Ano Europeu do Voluntariado

2011 O Ano Europeu do Voluntariado 2011 O Ano Europeu do Voluntariado Mais de 100 milhões de Europeus e Europeias estão envolvidos(as) em actividades voluntárias, são solidários(as) e, assim fazem a diferença na nossa sociedade. Uma pesquisa

Leia mais

ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo

ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo With the support of the European Commission and the Belgian Presidency of the European Union Porquê Enterprise 2020? Os desafios económicos, sociais e

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

Reforma institucional do Secretariado da SADC

Reforma institucional do Secretariado da SADC Reforma institucional do Secretariado da SADC Ganhamos este prémio e queremos mostrar que podemos ainda mais construirmos sobre este sucesso para alcançarmos maiores benefícios para a região da SADC e

Leia mais

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 BR/2001/PI/H/3 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 2001 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO),

Leia mais

#ElesPorElas. Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Impactando Universidades

#ElesPorElas. Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Impactando Universidades #ElesPorElas Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Impactando Universidades ElesPorElas Criado pela ONU Mulheres, a Entidade das Nações Unidas para

Leia mais

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5 O que é a campanha Continuamos à Espera é uma campanha de Educação para o Desenvolvimento e para a Cidadania Global, centrada nas temáticas da Saúde Sexual e Reprodutiva, Justiça Social, Igualdade de Género

Leia mais

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA Pretoria Africa du Sul Conteúdo 1. Apresentação da FOJASSIDA 2. Introdução 3. Diferentes formas de parcerias

Leia mais

Princípios de Empoderamento das Mulheres

Princípios de Empoderamento das Mulheres Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade Significa Negócios Princípios de Empoderamento das Mulheres 1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de Gênero, no mais alto nível. 2.

Leia mais

POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL

POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIAP. O. Box 3243Telephone +251 11 5517 700 Fax : 00251 11 5517844 www.au.int POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA

EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA BR/2001/PI/H/4 EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA Os Ministros da Educação da América Latina e do Caribe, reunidos a pedido da UNESCO, na VII Sessão do Comitê Intergovernamental Regional do Projeto

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Instituto da Segurança Social, IP

Instituto da Segurança Social, IP Instituto da Segurança Social, IP SUMÁRIO Pobreza e Exclusão Social A Estratégia de Lisboa e o MAC social A Estratégia da Inclusão Activa A Estratégia UE2020 2010: Ano Europeu de Luta Contra a Pobreza

Leia mais

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Isabel Dinis, ACTUAR Lisboa, 3 de Junho de 2010 ACTUAR - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE

1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE 1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE Cidadania: Um Imperativo A cidadania tende a incluir a diferença, para que esta não se transforme em exclusão. Hoje, entender como se dá a construção da cidadania

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 19.12.2007 C 308/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 5 de Dezembro de 2007 sobre o seguimento do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Leia mais

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f)

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f) AVISO Admissão de Pessoal (m/f) A AJITER Associação Juvenil da Ilha Terceira pretende admitir jovens recém-licenciados à procura do primeiro emprego, para estágio no seu serviço, ao abrigo do Programa

Leia mais

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org WG11036 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org ANÚNCIO E CONVITE PARA APRESENTAÇÃO

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão do Desenvolvimento Regional 2014/2247(INI) 18.6.2015 PROJETO DE RELATÓRIO sobre a política de coesão e as comunidades marginalizadas (2014/2247(INI)) Comissão do Desenvolvimento

Leia mais

Experiência do Programa dos Voluntários das Nações Unidas (VNU) Fortalecendo Infraestruturas de Voluntariado em CABO VERDE

Experiência do Programa dos Voluntários das Nações Unidas (VNU) Fortalecendo Infraestruturas de Voluntariado em CABO VERDE Experiência do Programa dos Voluntários das Nações Unidas (VNU) Fortalecendo Infraestruturas de Voluntariado em CABO VERDE RELATÓRIO NACIONAL O Programa dos Voluntários das Nações Unidas (VNU) é a organização

Leia mais

Arte y Trabajo Social. Dr. Eduardo Marques

Arte y Trabajo Social. Dr. Eduardo Marques ARTE Y TRABAJO SOCIAL Dr. Eduardo Marques. Hemisferios Solidarios, Portugal. Desde tu experiencia, Qué es la comunidad? É uma COMUM UNIDADE; isto é, um grupo de pessoas que partilham características comuns,

Leia mais

Introdução aos três subtemas da Trienal

Introdução aos três subtemas da Trienal Introdução aos três subtemas da Trienal 2/9 Introdução aos três subtemas da Trienal A Trienal 2012 : rumo a sistemas de ensino e de formação em prol do desenvolvimento sustentável em África A Trienal de

Leia mais

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil 1 A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MUNDO GLOBALIZADO 1 Introdução Área de atuação. A Carta de Bangkok (CB) identifica ações, compromissos e garantias requeridos para atingir os determinantes

Leia mais

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO 14.6.2014 PT Jornal Oficial da União Europeia C 183/5 Resolução do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados Membros, reunidos no Conselho, de 20 de maio de 2014, sobre um Plano de Trabalho

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA POR UMA ESCOLA INCLUSIVA Sílvia Ferreira * Resumo: A promoção de uma escola democrática, onde incluir se torne um sinónimo real de envolver, é um desafio com o qual os profissionais de Educação se deparam

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Versão Final aprovada pela Equipe do Executivo da CARE em Março 2007 CÓDIGO DE CONDUTA PARA A PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR DAS MICRO-FINANÇAS DA CARE

Versão Final aprovada pela Equipe do Executivo da CARE em Março 2007 CÓDIGO DE CONDUTA PARA A PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR DAS MICRO-FINANÇAS DA CARE CÓDIGO DE CONDUTA PARA A PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR DAS MICRO-FINANÇAS DA CARE Fundamentação Originalmente, as micro-finanças (MF) surgiram como uma forma alternativa de finanças para os pobres que eram antes

Leia mais

11 Outubro Dia Internacional da Rapariga

11 Outubro Dia Internacional da Rapariga 11 Outubro Dia Internacional da Rapariga As meninas enfrentam discriminação, violência e abuso todos os dias, em todo o mundo. Esta realidade alarmante justifica o Dia Internacional das Meninas, uma nova

Leia mais

PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016)

PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016) PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016) Este Plano de Ação é um sinal claro para os intervenientes dos Estados membro da importância que a CPLP atribui

Leia mais

Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021

Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021 Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021 Maria Rebeca Otero Gomes Coordenadora do Setor de Educação da Unesco no Brasil Curitiba, 02 de outubro de 2015 Princípios orientadores (i) A educação é um direito

Leia mais

NOTA CONCEPTUAL Rev.5

NOTA CONCEPTUAL Rev.5 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 517 700 Fax : 517844 website: www. africa-union.org SEGUNDO FÓRUM PAN-AFRICANO SOBRE A POSIÇÃO COMUM AFRICANA

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

BANCADA FEMININA. UM ESPAçO DE EMPODERAMENTO DA RAPARIGA EM SSR EM MOÇAMBIQUE

BANCADA FEMININA. UM ESPAçO DE EMPODERAMENTO DA RAPARIGA EM SSR EM MOÇAMBIQUE BANCADA FEMININA UM ESPAçO DE EMPODERAMENTO DA RAPARIGA EM SSR EM MOÇAMBIQUE NILZA DOS SANTOS, Brasília, 15 Outúbro 2013 Conteúdo Contexto Conceito de Bancada Feminina Principais Resultados Factores de

Leia mais

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya Documento em construção Declaração de Aichi-Nagoya Declaração da Educação para o Desenvolvimento Sustentável Nós, os participantes da Conferência Mundial da UNESCO para a Educação para o Desenvolvimento

Leia mais

CESA Comitê Advocacia Solidária ISO 26.000 e Manual do Advogado Sustentável

CESA Comitê Advocacia Solidária ISO 26.000 e Manual do Advogado Sustentável CESA Comitê Advocacia Solidária ISO 26.000 e Manual do Advogado Sustentável Julho 2010 O que é ISO 26000? A ISO 26000 é uma norma internacional de Responsabilidade Social, um guia de diretrizes que contribui

Leia mais

oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders

oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders João José Fernandes director geral executivo jjfernandes@oikos.pt Lisboa, 24 Junho 2008 oikos desafio

Leia mais

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios Princípios de Emponderamento da Mulheres Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade significa negócios Igualdade significa Negócios Igualdade significa Negócios da Mulheres Princípios de Emponderamento

Leia mais

Prioridades do FSE para o próximo período de programação 2014-2020

Prioridades do FSE para o próximo período de programação 2014-2020 Prioridades do FSE para o próximo período de programação 2014-2020 Rosa Maria Simões 31 de janeiro de 2013, Auditório CCDR Lisboa e Vale do Tejo Agenda Resultados da intervenção FSE Contributos do FSE

Leia mais

PARECER DA UMAR. V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação. UMAR União de Mulheres Alternativa e Resposta

PARECER DA UMAR. V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação. UMAR União de Mulheres Alternativa e Resposta PARECER DA UMAR V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação UMAR União de Mulheres Alternativa e Resposta Contactos: e-mail: umar.sede@sapo.pt; T. 218873005 www.umarfeminismos.org

Leia mais

Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social

Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social O Serviço Social é uma profissão de intervenção e uma disciplina académica que promove o desenvolvimento e a mudança social, a coesão

Leia mais

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ ActionAid é uma federação internacional trabalhando para erradicar a pobreza e a injustiça. A ActionAid foi

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha A Cáritas Diocesana de Viseu no Bairro Social de Paradinha A Cáritas continua com um trabalho de relevante interesse social no Bairro Social de Paradinha. No ano de 2008, a Cáritas continuou a desenvolver

Leia mais

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE Apresentado por :Zefanias Chitsungo (Director Nacional de Habitação e Urbanismo) INTRODUÇÃO Moçambique tem mais de 20 milhões de habitantes; sendo que

Leia mais

Delegação da União Europeia no Brasil

Delegação da União Europeia no Brasil Delegação da União Europeia no Brasil A COOPERAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA NO BRASIL Maria Cristina Araujo von Holstein-Rathlou Gestora Operacional Setor de Cooperação Delegação da União Europeia no Brasil Projetos

Leia mais

ESCOLAS AMIGAS DOS DIREITOS HUMANOS TRANSFORMAR COMUNIDADES ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS

ESCOLAS AMIGAS DOS DIREITOS HUMANOS TRANSFORMAR COMUNIDADES ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS ESCOLAS AMIGAS DOS DIREITOS HUMANOS TRANSFORMAR COMUNIDADES ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS Isto é o que temos de fazer, se queremos seres humanos íntegros, solidários e tolerantes. Ana, 4º

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

Plano de Ação Regional Algarve 2014-2020 Desafios Regionais no contexto da Europa 2020. Recursos Humanos: Desafios para uma Região Inclusiva

Plano de Ação Regional Algarve 2014-2020 Desafios Regionais no contexto da Europa 2020. Recursos Humanos: Desafios para uma Região Inclusiva CONFERÊNCIA Plano de Ação Regional Algarve 2014-2020 Desafios Regionais no contexto da Europa 2020 Estrutura de Apresentação 3. Perspetivas para o Crescimento Inclusivo no contexto da Estratégia Europa

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL DG 02.30 CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia de S. Sebastião ADCS Aldeia de S. Sebastião, Largo da Igreja

Leia mais

A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma

A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma Apresentação A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma plena integração social e profissional; Crianças

Leia mais

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO,

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO, C 172/8 PT Jornal Oficial da União Europeia 27.5.2015 Conclusões do Conselho sobre a maximização do papel do desporto de base no desenvolvimento de competências transversais, especialmente entre os jovens

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Social

Programa de Desenvolvimento Social Programa de Desenvolvimento Social Introdução A Portucel Moçambique assumiu um compromisso com o governo moçambicano de investir 40 milhões de dólares norte-americanos para a melhoria das condições de

Leia mais

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020 Instrumentos de Financiamento Portugal 2020 27 junho 2015 Portugal 2020 1 Apoios ao setor social A estratégia constante do PO ISE procura dar resposta a um conjunto de compromissos assumidos por Portugal

Leia mais

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE CRIAÇÃO DE EMPREGO NUM NOVO CONTEXTO ECONÓMICO 27-28 demarço de 2014, Maputo, Moçambique A conferência de dois dias dedicada ao tema Diálogo Nacional Sobre

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS

AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS Acção 1 1 AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS A B Parcerias Estratégicas na área da Educação, Formação

Leia mais

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 Iniciativa JESSICA Financiamento de Projectos Sustentáveis de Reabilitação Urbana Perspectivas para o Período 2014-2020 de Programação dos Fundos Comunitários Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 JESSICA (Joint

Leia mais

15º Congresso Português. De Gerontologia Social. Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer?

15º Congresso Português. De Gerontologia Social. Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer? 15º Congresso Português De Gerontologia Social Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer? Dia: 28/11/13 Envelhecimento em Portugal Portugal, de acordo com os Censos 2011, apresenta um quadro

Leia mais

Estabelecer a ligação entre o desenvolvimento de competências e o trabalho digno Academia sobre o Desenvolvimento de Competências Centro de Turim

Estabelecer a ligação entre o desenvolvimento de competências e o trabalho digno Academia sobre o Desenvolvimento de Competências Centro de Turim Estabelecer a ligação entre o desenvolvimento de competências e o trabalho digno Academia sobre o Desenvolvimento de Competências Centro de Turim Girma Agune Chefe a.i. Serviço das Competências e da Empregabilidade

Leia mais

As mulheres constituem a maioria da população residente em Portugal e vivem até mais tarde do que os homens; adiam a maternidade, têm menos filhos

As mulheres constituem a maioria da população residente em Portugal e vivem até mais tarde do que os homens; adiam a maternidade, têm menos filhos As mulheres constituem a maioria da população residente em Portugal e vivem até mais tarde do que os homens; adiam a maternidade, têm menos filhos Por ocasião do dia em que se comemorou o 32º aniversário

Leia mais

Bases SólidasS. Educação e Cuidados na Primeira Infância. Curso: Ciências da Educação Ano lectivo: 2007/2008 2º Ano / 1º Semestre

Bases SólidasS. Educação e Cuidados na Primeira Infância. Curso: Ciências da Educação Ano lectivo: 2007/2008 2º Ano / 1º Semestre Curso: Ciências da Educação Ano lectivo: 2007/2008 2º Ano / 1º Semestre Bases SólidasS Educação e Cuidados na Primeira Infância Docente: Prof. Nuno Silva Fraga Cadeira: Educação Comparada A Educação Primária

Leia mais

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996.

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. Doe, EOOCAC'~ 1-fJ~ Tõ~-5. - " ~ 9qr;, ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. EDUCAÇÃO PARA TODOS: ATINGINDO O OBJETIVO

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

Seminário Acção Social Produtiva em Moçambique: Que possibilidades e opções?

Seminário Acção Social Produtiva em Moçambique: Que possibilidades e opções? Seminário Acção Social Produtiva em Moçambique: Que possibilidades e opções? A Acção Social Produtiva no Quadro da Regulamentação do Subsistema de Segurança Social Básica e da Estratégia Nacional e Segurança

Leia mais

Terra: O Planeta que queremos ter!

Terra: O Planeta que queremos ter! Terra: O Planeta que queremos ter! 1. Localização da Acção: Centro Cultural e de Congressos de Aveiro (Grande Auditório) 2. Data de realização da Acção: 22 e 23 de Abril de 2008 3. Descrição e objectivos

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO POR UM CEARÁ MELHOR PRA TODOS A COLIGAÇÃO POR UM CEARA MELHOR PRA TODOS, com o objetivo de atender à Legislação Eleitoral e de expressar os compromissos

Leia mais

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa No próximo dia 12 de Junho, comemora-se o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O PETI e o Escritório da OIT Organização Internacional do Trabalho em

Leia mais

nossa vida mundo mais vasto

nossa vida mundo mais vasto Mudar o Mundo Mudar o Mundo O mundo começa aqui, na nossa vida, na nossa experiência de vida. Propomos descobrir um mundo mais vasto, Propomos mudar o mundo com um projecto que criou outros projectos,

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações O Futuro é hoje: visões e atitudes para um Portugal sustentável Introdução 1.Sustentabilidade e Responsabilidade Social; 2. O Desenvolvimento Sustentável;

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA 16 DE OUTUBRO DE 2013 1 CONTEXTO DE MOÇAMBIQUE Cerca de 23 milhões de

Leia mais

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Introdução A educação desempenha um papel essencial na promoção dos valores fundamentais

Leia mais

Skills Academy 2015 Christine Hofmann, OIT Cairo

Skills Academy 2015 Christine Hofmann, OIT Cairo Melhorar a Aprendizagem Informal Skills Academy 2015 Christine Hofmann, OIT Cairo Agenda I) Definir sistemas de aprendizagem informal 5 elementos principais da aprendizagem Porque falamos dos sistemas

Leia mais

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014 1. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO CENTRO CRIANÇA FELIZ Termos de Referência O projecto Centro Criança Feliz é uma iniciativa da IBIS Moçambique, concebida e por si implementada desde 2008. O projecto surgiu no

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE POLITICAS PARA AS MULHERES GESTÃO 2014/2017. RuaDr. Paulo Ramos nº 78- Centro Presidente Dutra-Maranhão

PLANO MUNICIPAL DE POLITICAS PARA AS MULHERES GESTÃO 2014/2017. RuaDr. Paulo Ramos nº 78- Centro Presidente Dutra-Maranhão PLANO MUNICIPAL DE POLITICAS PARA AS MULHERES GESTÃO 2014/2017 Juran Carvalho de Sousa Prefeito Orlando Pinto Gomes Vice-Prefeito Maria de Fátima Sodré Carvalho Secretária Municipal da Mulher Assessoramento

Leia mais

BRASIL JUNTOS PELO BRASIL

BRASIL JUNTOS PELO BRASIL JUNTOS PELO O Green Project Awards (GPA) é uma plataforma de multi-stakeholders que permite a criação de um movimento para o desenvolvimento sustentável. O grande diferencial do GPA é que ele coloca os

Leia mais