Curso Vistoriadores do Corpo de Bombeiros

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1 Curso Vistoriadores do Corpo de Bombeiros Eng. Fabricio Gagliardi Pinto CREA:031419/D Fone Cel.:

2 Suletron Engenharia de incêndio e Automação Predial Eng. Fabricio Gagliardi Pinto CREA:031419/D Fone Cel.: Foz do Iguaçu Guarapuava Cascavel Paranaguá Ponta Grossa Maringá Londrina

3 Maringá SULETRON Londrina Ponta Grossa Foz do Iguaçu Paranaguá Cascavel Guarapuava Curitiba - Nosso diferencial é Atender Regionalmente 100% do PR. (focado) - Ir onde o cliente esta.. 3

4 VISTORIA. O QUE SE DEVE FICAR ATENTO (NBR 17240) 4

5 1 ) Circuito Elétrico Item 6.6 norma. Módulos isoladores (20 dispositivos) 5

6 1 ) Infraestrutura - Item Rede Dedicada. - Item Rede 24 Vcc. - Item Identificação Infra. - Identificada com anéis de 2 cm de largura mínima -Na cor vermelha, a cada 3 m no máximo Cada eletroduto deve possuir pelo menos uma identificação. 6

7 2 ) Cabeamento -Item Bitola mínima 0,5 mm. - Item Fios sem blindagem. Eletroduto metálico, calha e bandejamento fechado. - Item Fios com blindagem. Eletroduto não metálico, calha e bandejamentos abertos. 7

8 2 ) Cabeamento - Item distancia mínima 110V e 220V deve ser de 50cm - Item não são permitidos soldas ou emendas de fios dentro do eletroduto. Caixas terminais com bornes apropriados. - Item Fibras ópticas são permitidas. 8

9 6. REQUISITOS DO SISTEMA Exemplo do que é feito hoje na área predial. 9

10 6. REQUISITOS DO SISTEMA Exemplo do que é feito hoje na área predial. 10

11 6. REQUISITOS DO SISTEMA Exemplo do que é feito hoje na área predial. 11

12 6. REQUISITOS DO SISTEMA Exemplo do que é feito hoje na área predial. 12

13 6. REQUISITOS DO SISTEMA Exemplo do que é feito hoje na área predial. Item 1 escopo. 13

14 2 ) Interferências de execução. Estratificação do ar 14

15 2 ) Interferências de execução. Localização detectores: -Lado ar condicionado. -Tetos com vigas. 15

16 4 ) Será que funciona?? Temos que testá-lo. 16

17 8. COMISSIONAMENTO E ENTREGA DO SISTEMA 8.1 PROCEDIMENTOS Detector de fumaça. 30 segundos Detector de fumaça. Deve ser ensaiado, utilizando-se um dispositivo de acionamento adequado ou injetando-se o gás de ensaio apropriado dentro da câmara de detectores pontuais de fumaça. O sinal de alarme na central deve atuar em no máximo 30s. No caso de detectores com retardo no sinal de alarme, este deve atuar em no máximo 60s. Na impossibilidade de execução dos ensaios com o equipamento de injeção de gás, estes podem ser realizados produzindo-se fumaça através da combustão de materiais semelhantes ao existentes no ambiente protegido. Quaisquer ensaios de combustão devem ser realizados sob autorização e responsabilidade do cliente, pois envolve riscos de acidente e ocorrerá deposição de resíduos de combustão nos detectores de fumaça e equipamentos do local. 17

18 8.1.4 Acionador manual-15segundos 8. COMISSIONAMENTO E ENTREGA DO SISTEMA 8.1 PROCEDIMENTOS. Devem ser ativados adequadamente, e deve ser garantido que a central seja ativada no máximo em 15s, indicando corretamente o local ou linha de alarme Avisador e indicador qualquer ponto do ambiente. Devem ser executados dois ensaios em cada dispositivo, sendo um de atuação e outro de audibilidade e visibilidade O ensaio de atuação em todos os avisadores deve ser efetuado, fazendo-se operar um detector ou acionador manual correspondente ao circuito do avisador ensaiado, que deve atuar dentro de 30s. Os avisadores temporizado pela central deve atuar automaticamente no tempo especificado O ensaio de audibilidade consiste em verificar se o avisador sonoro é perfeitamente audível em qualquer ponto do ambiente no qual está instalado, apesar do nível de ruído do local nas condições normais de trabalho O ensaio de visibilidade consiste em verificar sua operação na distância mínima frontal de 15m de qualquer avisador. Esta verificação deve ser realizada na pior situação, considerando-se a luz natural e artificial do ambiente. 18

19 8. COMISSIONAMENTO E ENTREGA DO SISTEMA ACIONADOR E ÁUDIO INTEGRADO 19

20 Manutenção Ensaio de 100% dos equipamentos anualmente -Ensaios funcional por amostragem dos detectores com gás apropriado, fonte de calor, ou procedimento documentado, recomendado pelo fabricante, no mínimo 25% do total de detectores, a cada três meses, garantindo que 100% dos detectores sejam ensaiados no período de um ano. -Ensaio funcional de todos os acionadores manuais do sistema, a cada três meses. -Ensaio funcional de todos os avisadores, a cada três meses. Manutenções preventivas 3 meses no máximo. A periodicidade das manutenções preventivas no sistema deve ser definida, no mínimo atendendo a 10.5, levando em conta a dimensão da instalação, área protegida, quantidade de detectores, tipos de ambientes, presença de poeira, vapores, insetos e nível de confiabilidade desejando. É necessário observar que quanto mais critica e agressiva for a área protegida, menor deve ser o intervalo entre as manutenções. A periodicidade definida para as manutenções preventivas não pode ultrapassar três meses O usuário final é responsável pela manutenção preventiva e corretiva do sistema de detecção, alarme e combate de incêndio. 20

21 RESUMO PRÁTICO VISTORIA 21

22 1 ) Pedir projeto (conferência projetado x executado). 2 ) Pedir ART de manutenção e laudo técnico. (se tiver melhor, não é obrigatório). Averiguações visuais -Módulos isoladores -Infraestrutura -Cabeamento -Interferência execução 22

23 Teste de funcionamento 1 ) Detector de fumaça 30 S (Amostragem). 2) Acionador manual-15 S(Amostragem). 3) Automático teste geral (30 segundos) + Tempo temporizado. 4) Tocar todos os áudios visuais (Tem que escutar em todo o ambiente). 23

24 Passou em todos os itens? Parabéns o sistema funciona... 24

25 Obrigado pela atenção. Eng. Fabricio Gagliardi Pinto Fone / Cel.: Foz do Iguaçu Guarapuava Cascavel Paranaguá Ponta Grossa Maringá Londrina Ente no site e baixe as apresentações.

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