MANUAL DE SERVIÇOS AUXILIARES

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL DE SERVIÇOS AUXILIARES"

Transcrição

1 SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Campo de Aplicação 3. Referências 4. Definições 5. Siglas 6. Condições Gerais 7. Telefone Fixo 8. Telefone Celular 9. Responsabilidades Anexo A 1. OBJETIVO Esta Norma estabelece procedimentos a serem adotados para o uso e controle de telefone do Sistema Telefônico da Embrapa STE, nos telefonemas locais, interurbanos nacionais e internacionais. 2. CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma se aplica a todas as unidades da Embrapa. 3. REFERÊNCIAS Resolução Normativa nº 27, de (BCA 51/95): Normas da Embrapa nºs e (Manual de Custos) 4. DEFINIÇÕES Para efeito desta Norma, são adotadas as seguintes definições: Autoridade Competente Chefe de Unidade Central e Chefe-Geral de Unidade Descentralizada. Telefonema Interurbano comunicação telefônica, nacional ou internacional, entre duas cidades que apresentem códigos de áreas diferentes. PALAVRAS-CHAVE: Apoio Logístico; Telefone; Controle REVISÃO: 3 SEÇÃO DO MANUAL ELABORAÇÃO: DRM VERIFICAÇÃO: GPR APROVAÇÃO: DATA: PÁGINAS: 1/7

2 PABX (Private Automatic Branch Exchange Comutações Automáticas de Linhas Privadas) sistema telefônico capaz de abrigar várias linhas de uso simultâneo. Pessoa Credenciada empregado autorizado, através de documento hábil da Embrapa (portaria, ordem de serviço, memorando, dentre outros), para aprovar a execução de telefonema interurbano. Responsável pelo Uso do Aparelho Telefônico operador de mesa telefônica, quando se tratar de PABX e empregado que seja o responsável pelo uso e controle de aparelhos telefônicos convencionais ou especiais (celular, telefone com viva voz, etc.). Setor Competente o DRM, na Sede, e o setor responsável pela atividade, na Unidade Descentralizada. Sistema Telefônico da Embrapa conjunto de todos os aparelhos telefônicos pertencentes ao acervo patrimonial da Empresa, tais como: PABX, linhas diretas, celulares convencionais, celulares pré-pagos e outros. Usuário aquele que se utiliza do serviço telefônico da Embrapa, pertencente ou não ao seu quadro de pessoal. 5. SIGLAS São usadas no texto desta Norma as seguintes siglas: DRM Departamento de Administração de Materiais e Serviços Embrapa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária MTI Mapa de Telefonema Interurbano STE Sistema Telefônico da Embrapa UC Unidade Central UD Unidade Descentralizada 6. CONDIÇÕES GERAIS A utilização do STE objetiva a transmissão e recebimento de mensagens de interesse da Embrapa O usuário do STE deverá observar as regras básicas para o uso racional do telefone descritas no Manual de Atendimento ao Cliente da Embrapa Os telefonemas interurbanos poderão ser efetuados: a) via telefonista, utilizando-se o PABX; 2

3 b) via telefone direto, exclusivo do setor; c) via ramal, através de senha magnética; e d) via telefone celular, nos casos indicados nesta Norma O telefonema interurbano particular, procedente de qualquer tipo de aparelho, será obrigatoriamente ressarcido pelo usuário no valor correspondente à ligação efetuada O recolhimento do valor correspondente aos telefonemas interurbanos particulares deverá ser feito de acordo com as normas internas em vigor Atrasos superiores a 30 (trinta) dias, entre a apresentação da conta e o efetivo ressarcimento, implicarão na atualização monetária do valor correspondente, conforme as normas internas em vigor O usuário será responsável pelas informações prestadas As UDs que possuem telefones integrados ao sistema de telefonia rural deverão promover o controle de uso dos telefonemas interurbanos, de acordo com esta Norma Os documentos relativos ao uso e controle do STE deverão ser arquivados de acordo com a legislação arquivística em vigor. 7. TELEFONE FIXO Os telefonemas interurbanos, inclusive os de caráter particular, deverão ser controlados com rigor, através do Mapa de Telefonema Interurbano MTI (Anexo A), pela pessoa responsável pelo uso do aparelho telefônico fixo O MTI será impresso pelo setor competente da UD e pelo DRM, no caso da Sede, devendo conter no mínimo 20 linhas na frente e 15 no verso. O tamanho dos campos de cada linha deve ser dimensionado para comportar os dados de cada telefonema A ligação feita a cobrar no STE será registrada no formulário utilizado para controle de interurbano (Anexo A) A designação de pessoas responsáveis pelo uso de aparelho telefônico, bem como de pessoas credenciadas, será feita pelo Chefe de cada UC ou UD Até o terceiro dia útil de cada mês subseqüente ao dos telefonemas efetuados, o responsável pelo uso do aparelho telefônico enviará ao setor competente o MTI devidamente preenchido. 3

4 O setor competente promoverá a conferência do MTI com a conta telefônica correspondente Caso haja divergência de valor entre a conta telefônica e o MTI, o setor competente deverá apurar os fatos e cobrar a quantia a quem couber A autoridade competente poderá determinar o bloqueio de telefonemas a cobrar Os casos eventualmente verificados de uso do STE para serviços especiais (0900) serão debitados ao usuário identificado A autoridade competente determinará medidas para a pronta identificação destes usuários, de acordo com normas internas da Embrapa A autoridade competente deverá, sempre que possível, solicitar à concessionária do serviço de telefonia da região, a instalação de dispositivo que informe ao usuário a existência de pessoas querendo comunicar-se com aquele telefone, quando o mesmo estiver sendo utilizado Poderá ser instalado dispositivo que acione toques, em intervalo de tempo preestabelecido, visando informar a duração de cada conversação Igualmente, poderá ser instalado o software denominado tarifador, que emite relatórios diários de telefonemas efetuados O custo da ligação interurbana deverá ser apurado e apropriado pelo setor competente, mensalmente, de acordo com as normas internas em vigor, citadas no Capítulo 3 desta Norma A autoridade competente determinará expressamente o controle, através do MTI, dos telefonemas interurbanos efetuados de telefone fixo para o sistema de telefonia celular ou providenciará o seu bloqueio As informações contidas no formulário MTI poderão ser informatizadas, visando controles mais efetivos. 8. TELEFONE CELULAR Será permitida a concessão de posse de telefone celular, na Embrapa, aos seguintes usuários: a) Diretor-Presidente; b) Diretor Executivo; c) Cargo em Comissão ou Função de Confiança, nível 1; d) Cargo em Comissão ou Função de Confiança, nível 2. 4

5 Excepcionalmente, a critério da Diretoria Executiva, poderá ser concedida a posse de telefone celular a empregado cujas atividades exercidas exijam sua utilização O Diretor-Presidente da Embrapa e o Chefe-Geral de UD poderão dispor de mais 1 (um) telefone para uso geral e por exigência do trabalho a ser executado A aquisição ou aluguel de linhas para celular, em número superior ao estabelecido nesta Norma, ficará condicionada à aprovação prévia da Diretoria Executiva da Embrapa Por conveniência administrativa da UC e da UD, poderá ser autorizada a aquisição de até 3 (três) telefones celulares especiais, tipo pré-pago, para atender a eventuais demandas O usuário que detém aparelho telefônico celular da Embrapa é responsável pela guarda, controle e uso do mesmo O usuário de telefone celular da Embrapa deverá ressarcir à Empresa todos os telefonemas interurbanos particulares Será encaminhada mensalmente ao usuário, pelo setor competente, a fatura telefônica celular para conferência e identificação dos telefonemas interurbanos particulares, se houver. 9. RESPONSABILIDADES Do usuário: a) informar corretamente ao responsável pelo uso do aparelho telefônico os dados dos telefonemas a serem executados, para preenchimento completo do MTI; b) ressarcir à Empresa os valores dos telefonemas interurbanos particulares realizados em telefones fixos ou celulares Do setor competente: a) conferir os MTIs e as respectivas contas telefônicas recebidas; b) esclarecer possíveis divergências entre os valores da conta telefônica e do MTI, através da apuração dos fatos; c) promover a cobrança dos telefonemas interurbanos particulares efetuados no STE; d) cadastrar e atualizar permanentemente a relação de pessoas credenciadas a solicitar telefonemas interurbanos Do responsável pelo uso do aparelho telefônico: 5

6 a) controlar, rigorosamente, os telefonemas interurbanos a serem efetuados no(s) aparelho(s) telefônicos(s) sob a sua responsabilidade; b) preencher corretamente o formulário denominado MTI, no caso de telefone fixo, e remetê-lo ao setor competente Da pessoa credenciada: a) analisar, sistematicamente, os telefonemas interurbanos efetuados nos aparelhos telefônicos sob a sua responsabilidade, visando atestar as respectivas despesas; b) indicar o responsável pelo uso do aparelho telefônico situado na sua área Do Chefe da UD: a) cumprir e fazer cumprir as determinações desta Norma, no âmbito de sua Unidade; b) determinar expressamente, se for o caso, o controle dos telefonemas efetuados de telefones fixos para telefones celulares ou o bloqueio para celulares; c) decidir sobre impasses ocorridos no serviço relativo ao STE; d) submeter ao Chefe do DRM assuntos omissos nesta Norma Do Chefe do DRM: a) zelar pelo cumprimento desta Norma no âmbito da Empresa; b) cumprir e fazer cumprir as determinações desta Norma, no âmbito da Sede; c) determinar expressamente, se for o caso, o controle dos telefonemas efetuados para telefones celulares ou providenciar o seu bloqueio; d) adotar medidas para a solução de impasse que possa ocorrer quanto à divergência de valores entre a conta telefônica e o MTI; e) adotar medidas que julgar pertinentes na solução dos casos omissos nesta Norma, ad referendum do Diretor-Presidente da Embrapa. 6

7 (Frente) ANEXO A (Modelo de Formulário) MAPA DE TELEFONEMA INTERURBANO MTI UNIDADE/SETOR: Nº TELEFONE MÊS/ANO FOLHAS 1 TELEFONEMAS A SERVIÇO ÓRGÃO PROJETO OU ASSINATURA VALOR DIA HORA USUÁRIO DDD/DDI TELEFONE CONTACTADO ASSUNTO SUBPROJETO (Usuário) R$* *A ser preenchido pelo setor competente Ass. Responsável Ass. Chefe ou Pessoa Credenciada (verso) 2 TELEFONEMAS PARTICULARES AUTORIZO A CONSIGNAÇÃO EM FOLHA DE PAGAMENTO DO VALOR DA LIGAÇÃO ABAIXO INDICADA, CONFORME NORMAS DA EMPRESA DIA HORA USUÁRIO MATRÍCULA DDD/DDI TELEFONE ASSINATURA (Usuário) VALOR R$* * A ser preenchido pelo setor competente Ass. Responsável Ass. Chefe ou Pessoa Credenciada 7

8 8

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça Vide Instrução Normativa STJ/GDG n. 26 de 18 de dezembro de 2015 (Alteração = art. 12) RESOLUÇÃO STJ N. 2 DE 4 DE FEVEREIRO DE 2015. Dispõe sobre os serviços de telecomunicações do Superior Tribunal de

Leia mais

NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO NOR 203

NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO NOR 203 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO COD. 200 ASSUNTO: UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO COD: NOR 203 APROVAÇÃO: REDIR nº 14/2009, de 16/11/2009 NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO

Leia mais

Divisão de Logística e Apoio Administrativo - DLA GESTÃO DA QUALIDADE NORMA DE USO DE RECURSOS DE TELEFONIA MÓVEL Código Revisão Data Página

Divisão de Logística e Apoio Administrativo - DLA GESTÃO DA QUALIDADE NORMA DE USO DE RECURSOS DE TELEFONIA MÓVEL Código Revisão Data Página Divisão de Logística e Apoio Administrativo - DLA GESTÃO DA QUALIDADE NORMA DE USO DE RECURSOS DE TELEFONIA MÓVEL Código Revisão Data Página NAD NO. 001/09 12 08/07/2014 1 de 9 Elaboração: Audrey A. Appendino

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 367, DE 13 DE JUNHO DE 2008

RESOLUÇÃO Nº 367, DE 13 DE JUNHO DE 2008 RESOLUÇÃO Nº 367, DE 13 DE JUNHO DE 2008 Dispõe sobre a utilização dos sistemas de telefonia fixa e móvel celular do Supremo Tribunal Federal O PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, no uso das atribuições

Leia mais

DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS

DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS NORMA SISTEMA DE LIGAÇÕES INTERURBANAS 01. OBJETIVO........................................................... 02 02. CARACTERÍSTICAS..................................................

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Cartão de crédito corporativo

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Cartão de crédito corporativo pág.: 1/4 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos referentes à utilização do cartão de crédito corporativo para pagamento das despesas de viagem e deslocamento dos empregados a serviço da COPASA

Leia mais

ROTINA GERAL DE USO DO SISTEMA TELEFÔNICO

ROTINA GERAL DE USO DO SISTEMA TELEFÔNICO ROTINA GERAL DE USO DO SISTEMA TELEFÔNICO 1. INTRODUÇÃO As pequenas, médias ou grandes empresas, dependem substancialmente de um bom sistema de comunicações, adequadamente projetado e operado. Os sistemas

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 129, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 129, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011 Publicada no Boletim de Serviço nº 12, de 7 dez. 2011, p. 7-11 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 129, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o funcionamento da Biblioteca Ministro Victor Nunes Leal do Supremo Tribunal

Leia mais

Plano Pré-Pago Alternativo de Serviço

Plano Pré-Pago Alternativo de Serviço Plano Pré-Pago Alternativo de Serviço Plano Nº 001 - Plano de Referência de Serviço Requerimento de Homologação Nº 4657 1 - Aplicação Este Plano de Referência de Serviço é aplicável pela Oi, no Estado

Leia mais

Telefonia Celular Coorporativo, fixo e Mini Modem. Sumário. 1. Objetivo 02. 2. A quem se destina 02. 3. Diretrizes 02

Telefonia Celular Coorporativo, fixo e Mini Modem. Sumário. 1. Objetivo 02. 2. A quem se destina 02. 3. Diretrizes 02 Sumário 1. Objetivo 02 2. A quem se destina 02 3. Diretrizes 02 4. Uso do celular corporativo 03 5. Mini Modem 04 6. Ligações Particulares 05 7. Responsabilidades e autoridades 8. Anexos Página 1 de 5

Leia mais

PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010

PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010 PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 19 da Lei nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu

Leia mais

Capítulo I Das Disposições Gerais

Capítulo I Das Disposições Gerais PLANO GERAL DE METAS DA QUALIDADE PARA O SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO Capítulo I Das Disposições Gerais Art. 1º Este Plano estabelece as metas de qualidade a serem cumpridas pelas prestadoras do Serviço

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009 Publicada no Diário da Justiça Eletrônico, em 1º/12/2009. RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a utilização dos sistemas de telefonia fixa e de comunicação móvel do Supremo Tribunal

Leia mais

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes INVENTÁRIO ANUAL Exercício 2011 Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes Elaboração: Fernando de Souza Guimarães : 3409-4674 / 3409-4675 : dimat@dsg.ufmg.br Belo Horizonte, 2011 SUMÁRIO

Leia mais

SERVIÇO MÓVEL PESSOAL - SMP

SERVIÇO MÓVEL PESSOAL - SMP SERVIÇO MÓVEL PESSOAL - SMP PLANO BÁSICO DE SERVIÇO Nome da Prestadora: BRASIL TELECOM CELULAR S/A ÁREA 5 Número: Página 1 de 8 1. Aplicação Este Plano Básico de Serviço é aplicável pela autorizatária

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 10/2003

RESOLUÇÃO Nº 10/2003 RESOLUÇÃO Nº 10/2003 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Viçosa, órgão superior de administração, no uso de suas atribuições legais, considerando a necessidade de otimizar a gestão do sistema

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861

MANUAL DO USUÁRIO. Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861 MANUAL DO USUÁRIO Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861 Rio de Janeiro INPI/CEDIN 2014 BIBLIOTECA DO INPI Vinculada ao Centro de Disseminação da Informação Tecnológica (CEDIN),

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA SGA Nº. 007/2011 DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS DE RECEBIMENTO, REGISTRO, TRAMITAÇÃO, CONTROLE E EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS NA. Versão: 01 Aprovação: 13/06/2011 Ato de aprovação: 13/06/2011

Leia mais

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE MENSAGEM BRADESCO

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE MENSAGEM BRADESCO REGULAMENTO DO SERVIÇO DE MENSAGEM BRADESCO O Banco Bradesco S.A., com sede na Cidade de Osasco, Estado de São Paulo, à Cidade de Deus, s/nº, inscrito no CNPJ sob o nº 60.746.948/0001/12, disponibilizará

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 03, DE 10 DE MAIO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 03, DE 10 DE MAIO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 03, DE 10 DE MAIO DE 2011 Disciplina os procedimentos a serem adotados relativos à comercialização e utilização do Alojamento da ENAP. O PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR DA FUNDAÇÃO NACIONAL

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo REGULAMENTO DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO NO BRASIL SÃO PAULO Artigo 1º O Centro de Arbitragem 1.1. O Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara Portuguesa de Comércio

Leia mais

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA - NOR 204

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA - NOR 204 ASSUNTO: MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO, FINANÇAS E PESSOAS CONTROLE DE ACESSO E CIRCULAÇÃO INTERNA NAS DEPENDENCIAS DA EMPRESA APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 77, de 08/06/2015 COD. 200 VIGÊNCIA: 08/06/2015

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO PARA CONCESSÃO DE USO DE LINHA DE TELEFONIA MÓVEL

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO PARA CONCESSÃO DE USO DE LINHA DE TELEFONIA MÓVEL Nº Do contrato: Fone: ( ) IMEI: * *A ser preenchido pela associação. INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO PARA CONCESSÃO DE USO DE LINHA DE TELEFONIA MÓVEL Pelo presente instrumento particular, de um lado

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 20 DE AGOSTO DE 2009.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 20 DE AGOSTO DE 2009. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 20 DE AGOSTO DE 2009. Estabelece as normas de utilização dos meios de comunicação telefônica fixa e móvel, no âmbito da Agência Nacional de Aviação Civil ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada.

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada. Proposto por: Divisão de Equipamento em Garantia (DIGAR) Analisado por: Departamento de Produção (DEPRO) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC) 1 OBJETIVO Estabelecer

Leia mais

PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS

PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS Sumário 1. Objetivo... 3 2. Premissas básicas... 3 3. Compromissos da CEEE-D... 3 4. Compromissos da Imobiliária... 3 5. Serviços disponíveis através

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 006, de 05 de maio de 2003. Aprova Regimento da Auditoria Interna da UFSJ

RESOLUÇÃO N o 006, de 05 de maio de 2003. Aprova Regimento da Auditoria Interna da UFSJ RESOLUÇÃO N o 006, de 05 de maio de 2003 Aprova Regimento da Auditoria Interna da UFSJ O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI, no uso de suas atribuições

Leia mais

Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço

Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço 1 - Aplicação Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço Plano Nº 009 - Plano Conta Light Requerimento de Homologação Nº 3556 Este Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço é aplicável pela autorizatária 14 BRASIL

Leia mais

Ato Executivo nº 2.950/2003 RAD-DGLOG-041 07 1 de 14

Ato Executivo nº 2.950/2003 RAD-DGLOG-041 07 1 de 14 Proposto por: Diretor da Divisão de Infraestrutura de Transportes (DITRA) Analisado por: Diretor do Departamento de Transportes (DETRA) Aprovado por: Diretor da Diretoria Geral de Logística (DGLOG) 1 OBJETIVO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SSG 001/2011. Sistema Serviços Gerais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SSG 001/2011. Sistema Serviços Gerais INSTRUÇÃO NORMATIVA SSG 001/2011 Versão: 01 Aprovação em: 10/10/2011 Unidade Responsável: Coordenadoria de Administração - CAD SSG: Sistema Serviços Gerais I FINALIDADE Dispor sobre as normas e procedimentos

Leia mais

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB 1 -DO OBJETO O objeto do Pregão Presencial é a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de rádio-táxi

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ATO Nº 62.817, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ATO Nº 62.817, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ATO Nº 62.817, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006 O SUPERINTENDENTE DE SERVIÇOS PÚBLICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso da atribuição que lhe foi conferida

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA N.º783/2007. (publicada no DOE nº 194, de 11 de outubro de 2007) Define as políticas para o uso

Leia mais

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES INSTRUÇÃO DE SERVIÇO/DG N 08, DE 15 DE JUNHO DE 2009

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES INSTRUÇÃO DE SERVIÇO/DG N 08, DE 15 DE JUNHO DE 2009 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES INSTRUÇÃO DE SERVIÇO/DG N 08, DE 15 DE JUNHO DE 2009 O DIRETOR GERAL do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes

Leia mais

Software de atendimento telefônico que demonstra os dados de todas as unidades do PJERJ e órgãos jurisdicionais do Estado.

Software de atendimento telefônico que demonstra os dados de todas as unidades do PJERJ e órgãos jurisdicionais do Estado. Proposto por: Equipe do Departamento de Segurança Eletrônica e de Telecomunicações (DETEL) Analisado por: Departamento de Segurança Eletrônica e de Telecomunicações (DETEL) Aprovado por: Diretor da Diretoria

Leia mais

Não há documentação de referência para o processo.

Não há documentação de referência para o processo. Código: MAN-SADM-004 Versão: 00 Data de Aprovação: 24/05/2010 Elaborado por: Coordenadoria de Serviços Gerais Aprovado por: Secretaria Administrativa 1 Objetivo Estabelecer os critérios e os procedimentos

Leia mais

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP 1.INTRODUÇAO...... 3 2.ONDE CONSEGUIR INFORMAÇÔES?... 4 Normas USP... 4 Site EACH...4 Sistema de atendimento da Comissão de

Leia mais

PLANO GERAL DE METAS DE QUALIDADE PARA O SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO. Capítulo I Das Disposições Gerais

PLANO GERAL DE METAS DE QUALIDADE PARA O SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO. Capítulo I Das Disposições Gerais PLANO GERAL DE METAS DE QUALIDADE PARA O SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO. Capítulo I Das Disposições Gerais Art. 1º Este Plano estabelece as metas de qualidade, a serem cumpridas pelas prestadoras de

Leia mais

Art. 3º A diária será devida pela metade nos seguintes casos:

Art. 3º A diária será devida pela metade nos seguintes casos: Orientações para Solicitação e Prestação de Contas de Diárias de acordo com o Decreto nº 3328-R, de 17 de junho de 2013. DIÁRIAS Diárias são indenizações pagas antecipadamente para cobrir despesas com

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 Dispõe sobre o recebimento de documentos a serem protocolados junto ao Tribunal de Contas da União. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

REGULAMENTO DA PROMOÇÃO B.CHECKIN ZELO

REGULAMENTO DA PROMOÇÃO B.CHECKIN ZELO REGULAMENTO DA PROMOÇÃO B.CHECKIN ZELO BANCO BRADESCO CARTÕES S.A., instituição financeira com sede no núcleo administrativo denominado Cidade de Deus, sem número, prédio prata, 4º andar, Vila Yara, Cidade

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL Departamento de Administração INSTRUÇÃO NORMATIVA DA/PGT Nº 01, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2010.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL Departamento de Administração INSTRUÇÃO NORMATIVA DA/PGT Nº 01, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2010. MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL Departamento de Administração INSTRUÇÃO NORMATIVA DA/PGT Nº 01, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2010. Regulamenta a concessão, aplicação e prestação de contas dos

Leia mais

DECRETO MUNICIPAL Nº 008/2013

DECRETO MUNICIPAL Nº 008/2013 DECRETO MUNICIPAL Nº 008/2013 ESTABELECE NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE BENS MÓVEIS PERMANEN- TES E DÁ OUTRAS PROVI- DÊNCIAS. 0 PREFEITO MUNICIPAL DE EMAS, Estado da Paraíba, usando das atribuições que lhe

Leia mais

ABDEPP/Freinet ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA DIVULGAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS DA PEDAGOGIA FREINET.

ABDEPP/Freinet ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA DIVULGAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS DA PEDAGOGIA FREINET. ABDEPP/Freinet ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA DIVULGAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS DA PEDAGOGIA FREINET. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FORO ART. 1 o - Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA DIVULGAÇÃO,

Leia mais

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*)

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) Disciplina no âmbito do IFPR as Orientações acerca da Execução Orçamentária e Financeira, relativas à Concessão de Suprimentos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO N o 24/2012, DO CONSELHO DE GRADUAÇÃO Aprova as Normas Gerais de Estágio de Graduação da Universidade Federal de Uberlândia, e dá outras providências. O CONSELHO DE GRADUAÇÃO DA, no uso das competências

Leia mais

C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES

C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES Com o objetivo de melhorar o nível de confiabilidade e segurança das certificações emitidas pelas ASSESPRO REGIONAIS a favor de seus associados,

Leia mais

Contrato de Adesão CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO (STFC)

Contrato de Adesão CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO (STFC) Contrato de Adesão CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO (STFC) O texto deste Contrato foi submetido à aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, estando sujeito a

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DE TRABALHO UTILIZAÇÃO DA FROTA

INSTRUÇÃO NORMATIVA DE TRABALHO UTILIZAÇÃO DA FROTA 1. DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL Divisão de Administração e Finanças (SAA) Seção de Contabilidade, Finanças e Apoio Logístico (SAA-1) 2. APLICAÇÃO Esta instrução de trabalho destina-se a todos aos colaboradores

Leia mais

DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. O Prefeito Municipal de Querência - MT, no uso de suas

DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. O Prefeito Municipal de Querência - MT, no uso de suas DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. Dispõe acerca da Política de uso do ponto eletrônico e da jornada de trabalho dos servidores públicos do Poder Executivo município de Querência - MT. atribuições,

Leia mais

SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA SISBI REGULAMENTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA

SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA SISBI REGULAMENTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA SISBI REGULAMENTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA Art. 1º Este regulamento fixa normas e procedimentos para o serviço circulação das coleções pertencentes às bibliotecas

Leia mais

Faculdade Norte de Mato Grosso

Faculdade Norte de Mato Grosso CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS Por este INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS, que entre si fazem, de um lado a AJES ACADEMIA JUINENSE DE ENSINO SUPERIOR

Leia mais

MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG

MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG Regulamenta o processo de implementação e avaliação da flexibilização da jornada de trabalho dos servidores técnico-administrativos

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA Código de Classificação: 13.02.01.15 1 DO OBJETO: A presente licitação tem por objeto a contratação de empresa para prestação dos serviços de cobertura securitária (seguro) para assegurar

Leia mais

PORTARIA DETRAN/RS Nº 456, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui a Biblioteca do DETRAN/RS e dá outras disposições. O DIRETOR-PRESIDENTE DO

PORTARIA DETRAN/RS Nº 456, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui a Biblioteca do DETRAN/RS e dá outras disposições. O DIRETOR-PRESIDENTE DO PORTARIA DETRAN/RS Nº 456, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui a Biblioteca do DETRAN/RS e dá outras disposições. O DIRETOR-PRESIDENTE DO DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Leia mais

GERENCIAR ATENDIMENTO A EQUIPAMENTOS DE TI 1 OBJETIVO

GERENCIAR ATENDIMENTO A EQUIPAMENTOS DE TI 1 OBJETIVO Proposto por: Equipe da Divisão de Equipamentos de TI (DIETI) Analisado por: Departamento de Suporte e Atendimento (DEATE) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC)

Leia mais

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS DA CEG 1.º PARTES a) CEG: COMPANHIA DISTRIBUIDORA DE

Leia mais

Manual da DEVEC. Declaração do Valor de Aquisição da Energia Elétrica em Ambiente de Contratação Livre

Manual da DEVEC. Declaração do Valor de Aquisição da Energia Elétrica em Ambiente de Contratação Livre Manual da DEVEC Declaração do Valor de Aquisição da Energia Elétrica em Ambiente de Contratação Livre Versão 11/01/2010 ÍNDICE 1. Avisos importantes...03 2. Objetivo do Sistema...03 3. Usuários do Sistema...04

Leia mais

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO O presente Regulamento institui a normatização adotada pelo Conselho

Leia mais

REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013.

REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013. REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013. Dispõe acerca da Política de uso do PONTO ELETRÔNICO E DA JORNADA DE TRABALHO dos servidores do Instituto

Leia mais

JUAREZ COSTA, PREFEITO MUNICIPAL DE SINOP, ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais; D E C R E T A:

JUAREZ COSTA, PREFEITO MUNICIPAL DE SINOP, ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais; D E C R E T A: DECRETO Nº. 245/2014 DATA: 24 de novembro de 2014 SÚMULA: Disciplina a utilização das linhas telefônicas móveis, os chamados Celulares Corporativos, e dá outras providências. JUAREZ COSTA, PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador

Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador 1 Apresentação Apresentamos o Processo de Viagens GENS Manual do Colaborador. Este Manual é parte integrante do Processo de Viagens GENS.

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 265, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2001 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso de suas atribuições, e considerando o disposto no art. 8º do Decreto nº

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESPÍRITO SANTO segim@jfes.jus.br

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESPÍRITO SANTO segim@jfes.jus.br PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESPÍRITO SANTO segim@jfes.jus.br T E R M O DE R E F E R Ê N C I A Aquisição de Passagens Aéreas 1. OBJETO 1.1. Contratação de empresa

Leia mais

PLANO BÁSICO LOCAL- PB01

PLANO BÁSICO LOCAL- PB01 PLANO BÁSICO LOCAL- PB01 1. EMPRESA ALPHA NOBILIS CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. - BRASTEL 2. NOME DO PLANO Plano Básico Local 3. MODALIDADE DO STFC COBERTA Local. 4. DESCRIÇÃO RESUMIDA Habilitação: é o

Leia mais

PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014.

PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014. PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014. Dispõe sobre a implantação e o funcionamento do processo eletrônico no âmbito do Ministério das Comunicações. O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso das

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

ORIENTAÇÕES PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO ORIENTAÇÕES PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO CURSOS DE EXTENSÃO: Caracterizados como um conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou à distância,

Leia mais

2.4. Só será permitida uma única inscrição por participante (CPF), sendo que, em caso de duplicidade, uma das inscrições será cancelada.

2.4. Só será permitida uma única inscrição por participante (CPF), sendo que, em caso de duplicidade, uma das inscrições será cancelada. Regulamento: O presente regulamento estabelece os termos e as condições do Programa Club Red Brasil, bem como a concessão e utilização de créditos através de cartões de débito. Todos os participantes,

Leia mais

NORMA PROCEDIMENTAL UTILIZAÇÃO DOS TELEFONES CELULARES. Estabelecer critérios e disciplinar a utilização dos telefones celulares.

NORMA PROCEDIMENTAL UTILIZAÇÃO DOS TELEFONES CELULARES. Estabelecer critérios e disciplinar a utilização dos telefones celulares. 50.03.010 1/6 1. FINALIDADE Estabelecer critérios e disciplinar a utilização dos telefones celulares. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Diretoria, Vice-Diretoria, Chefia de Gabinete, Serviço de Telefonia, Serviço

Leia mais

PLANO DE DESCONTO- Bem vindo à Alpha Nobilis PD01

PLANO DE DESCONTO- Bem vindo à Alpha Nobilis PD01 PLANO DE DESCONTO- Bem vindo à Alpha Nobilis PD01 Município de Biritiba-mirim 1. EMPRESA ALPHA NOBILIS CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. 2. NOME DO PLANO PD01 - Plano de desconto - Bem vindo à Alpha Nobilis.

Leia mais

CIRCULAR Nº 2792. a) pagos pela utilização de cartões de crédito emitidos no País; e. II - a apresentação mensal ao Banco Central do Brasil de:

CIRCULAR Nº 2792. a) pagos pela utilização de cartões de crédito emitidos no País; e. II - a apresentação mensal ao Banco Central do Brasil de: CIRCULAR Nº 2792 Documento normativo revogado pela Circular 3280, de 09/03/2005. Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes Alteração nº 48 - Cartões de Crédito Internacionais A Diretoria Colegiada do Banco

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO PRIME

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO PRIME CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO PRIME I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRADESCO CAPITALIZAÇÃO S/A CNPJ: 33.010.851/0001-74 PÉ QUENTE BRADESCO PRIME PLANO PM 48/48 P - MODALIDADE:

Leia mais

Economizar com tecnologia é muito simples!

Economizar com tecnologia é muito simples! Economizar com tecnologia é muito simples! O Tartitron Flex é um software que calcula bilhetes telefônicos de todos os tipos de ligações local, DDD, DDI, Celular e VoIP, gerando dados para um perfeito

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO APLICATIVO CONTROLY E DO CARTÃO CONTROLY

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO APLICATIVO CONTROLY E DO CARTÃO CONTROLY TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO APLICATIVO CONTROLY E DO CARTÃO CONTROLY Os presentes termos e condições gerais de uso (os Termos de Uso ) definem os direitos e obrigações aplicáveis aos usuários do

Leia mais

BOLSA DE ESTUDO PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Perguntas Mais Frequentes

BOLSA DE ESTUDO PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Perguntas Mais Frequentes BOLSA DE ESTUDO PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Perguntas Mais Frequentes Que norma regulamenta a concessão da bolsa de estudo? A Instrução Normativa nº 104, de 25 de janeiro de 2010, regulamenta a concessão

Leia mais

NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352)

NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352) COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA Vinculada ao Ministério da Integração Nacional - MI NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352) FOR-101/01 MANUAL DE RECURSOS HUMANOS CÓDIGO: 350

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009 DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009 GABINETE DA GOVERNADORA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº_03 /2009. O Defensor Público Geral do Estado do Pará, no uso de atribuições previstas

Leia mais

ABERTURA DE PROJETOS PROCEDIMENTOS PARA ABERTURA DE PROJETO. Normas e Procedimentos NP04

ABERTURA DE PROJETOS PROCEDIMENTOS PARA ABERTURA DE PROJETO. Normas e Procedimentos NP04 PROCEDIMENTOS PARA ABERTURA DE PROJETO Normas e Procedimentos NP04 I - INSTRODUÇÃO A FUSP na qualidade de Entidade de Apoio quanto à gestão administrativa-financeira dos recursos destinados aos projetos

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para conferir processos de pagamento.

Estabelecer critérios e procedimentos para conferir processos de pagamento. CONFERIR PROCESSOS DE PAGAMENTO SEM RETENÇÃO DE TRIBUTOS Proposto por: Diretor da Divisão de Conferência e Liquidação da Despesa (DILID) Analisado por: Diretor do Departamento Financeiro (DEFIN) Aprovado

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO INSTITUTO AYRTON SENNA

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO INSTITUTO AYRTON SENNA CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO INSTITUTO AYRTON SENNA I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRADESCO CAPITALIZAÇÃO S/A CNPJ: 33.010.851/0001-74 PÉ QUENTE BRADESCO INSTITUTO AYRTON

Leia mais

POLÍTICA DE CRÉDITO E DE EMPRÉSTIMO OUTUBRO D E

POLÍTICA DE CRÉDITO E DE EMPRÉSTIMO OUTUBRO D E POLÍÍTIICA DE CRÉDIITO E DE EMPRÉSTIIMO OUTUBRO D E 2 0 0 9 COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS - COOPERFEB POLÍTICA DE CRÉDITO E DE EMPRÉSTIMO

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 10 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes a Guarda de Documentos de Terceiros. 2. APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se aos processos da guarda de documentos de terceiros,

Leia mais

Considerando a necessidade de promover o efetivo acompanhamento dos contratos de materiais e serviços no âmbito da Administração Pública Estadual;

Considerando a necessidade de promover o efetivo acompanhamento dos contratos de materiais e serviços no âmbito da Administração Pública Estadual; INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 02/SEA - de 25/03/2013 Orienta quanto à utilização do Módulo de Gerenciamento de Contratos do Sistema Integrado de Planejamento e Gestão Fiscal do Estado de Santa Catarina SIGEF

Leia mais

PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO

PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO Produto: Conjunto: Subconjunto: Título: TELEFONIA UTILIZAÇÃO POLÍTICA POLÍTICA PARA UTILIZAÇÃO DE TELEFONIA FIXA, CELULAR E NEXTEL 1. OBJETIVO: 1.1. Definir critérios de controle e utilização de telefones

Leia mais

Seja bem-vindo. Um abraço, Bruno Raposo Diretor de Relacionamento com Clientes. *Serviços gratuitos até junho de 2009.

Seja bem-vindo. Um abraço, Bruno Raposo Diretor de Relacionamento com Clientes. *Serviços gratuitos até junho de 2009. Seja bem-vindo. AGORA VOCÊ FARÁ SUAS LIGAÇÕES COM MUITO MAIS ECONOMIA. A partir de agora, você tem acesso a todos os benefícios do telefone via cabo, que reuniu as tecnologias da Embratel e da NET o NET

Leia mais

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 O Diretor do Departamento de Polícia Federal, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo ítem III, do Artigo 30 do Regimento

Leia mais

EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS

EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), por meio da Pró-Reitoria de Sustentabilidade e Integração Social (PROSIS) torna público o presente EDITAL

Leia mais

INSTRUÇÃO CONJUNTA SAEB/SEINFRA Nº 001 DE 28 DE ABRIL DE 2009

INSTRUÇÃO CONJUNTA SAEB/SEINFRA Nº 001 DE 28 DE ABRIL DE 2009 INSTRUÇÃO CONJUNTA SAEB/SEINFRA Nº 001 DE 28 DE ABRIL DE 2009 Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, quanto aos critérios para utilização do Serviço de Telefonia

Leia mais

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NOR 204

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NOR 204 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO CÓD. 200 ASSUNTO: ESTABELECE CRITÉRIOS DE PROCEDIMENTOS PARA O CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NAS DEPENDÊNCIAS DA EMPRESA CÓD: APROVAÇÃO: Resolução nº 0098/94, de 15/12/1994 NORMA

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SORTE DIA&NOITE

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SORTE DIA&NOITE I INFORMAÇÕES INICIAIS CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SORTE DIA&NOITE SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRADESCO CAPITALIZAÇÃO S/A CNPJ: 33.010.851/0001-74 PÉ QUENTE BRADESCO SORTE DIA&NOITE PLANO PM

Leia mais

Regra do SERVIÇO VIVO GESTÃO

Regra do SERVIÇO VIVO GESTÃO Regras do serviço VIVO GESTÃO Serviço que permite controlar o uso e o gasto do tráfego voz dos celulares da sua Empresa em todo o Brasil. Através do serviço Vivo Gestão, a empresa configura via internet,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DO CESUBE

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DO CESUBE REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DO CESUBE Considerando o significado e a importância do Estágio como parte fundamental da formação profissional, define-se

Leia mais

Regulamento de TCC do curso de Fisioterapia

Regulamento de TCC do curso de Fisioterapia Regulamento de TCC do curso de Fisioterapia A atividade de trabalho de conclusão de curso é desenvolvida em área escolhida pelo aluno, sob a orientação professor (es) orientador(es). O aluno descreverá

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO TC CASH 36

CONDIÇÕES GERAIS DO TC CASH 36 Página 1 de 7 CONDIÇÕES GERAIS DO TC CASH 36 I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: HSBC Empresa de Capitalização (Brasil) S.A. CNPJ: 33.425.075/0001-73 TC CASH 36 MODALIDADE: TRADICIONAL PROCESSO

Leia mais

MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CENTRO DE AGRÁRIAS

MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CENTRO DE AGRÁRIAS MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CENTRO DE AGRÁRIAS PALMAS TO, 2015 1. Informações Gerais O presente Manual da Católica do Tocantins, mantida pela União Brasiliense de Educação e Cultura (UBEC)

Leia mais

Financiamento de Serviços e Parcelamentos de Débitos

Financiamento de Serviços e Parcelamentos de Débitos Financiamento de Serviços e Parcelamentos de Débitos Pág.: 1/3 1 Objetivo 1.1 Esta Norma de Procedimentos define as políticas e procedimentos básicos para o Parcelamento de Débitos e Financiamento de Serviços

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

LEIA AS INFORMAÇÕES E O TERMO DE USO ABAIXO COM ATENÇÃO. AO CLICAR NO BOTÃO "CONCORDO" VOCÊ, ESTARÁ ADERINDO INTEGRALMENTE AOS SEUS TERMOS.

LEIA AS INFORMAÇÕES E O TERMO DE USO ABAIXO COM ATENÇÃO. AO CLICAR NO BOTÃO CONCORDO VOCÊ, ESTARÁ ADERINDO INTEGRALMENTE AOS SEUS TERMOS. TERMOS E CONDIÇÕES DE USO APLICATIVO OMNI CARTÕES LEIA AS INFORMAÇÕES E O TERMO DE USO ABAIXO COM ATENÇÃO. AO CLICAR NO BOTÃO "CONCORDO" VOCÊ, ESTARÁ ADERINDO INTEGRALMENTE AOS SEUS TERMOS. A OMNI CARTÕES

Leia mais

Manual de Credenciamento para Emissão de NF-e

Manual de Credenciamento para Emissão de NF-e Manual de Credenciamento para Emissão de NF-e Versão 1.6 Abril/2011 Manaus/AM Sumário Apresentação... 2 Requisitos... 3 Credenciamento... 4 Fase de Homologação... 5 o Fase de Testes... 5 o Fase de Emissão

Leia mais

ANEXO 2 APRESENTAÇÃO E FORMA DE PAGAMENTO DO DOCUMENTO DE COBRANÇA

ANEXO 2 APRESENTAÇÃO E FORMA DE PAGAMENTO DO DOCUMENTO DE COBRANÇA ANEXO 2 APRESENTAÇÃO E FORMA DE PAGAMENTO DO DOCUMENTO DE COBRANÇA 1. CLÁUSULA PRIMEIRA - PRINCÍPIOS GERAIS 1.1. O presente Anexo tem por objetivo explicitar os procedimentos para a apresentação do Documento

Leia mais