Ubiquidade de microorganismos. Introdução. Materiais Necessários

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ubiquidade de microorganismos. Introdução. Materiais Necessários"

Transcrição

1 dução Os microorganismos (fungos, bactérias e vírus) são chamados assim por terem um tamanho bastante reduzido. Eles são tão pequenos que não conseguimos enxergá-los a olho nu, mas apenas utilizando microscópio óptico ou eletrônico. No entanto, colônias ou aglomerados de microorganismos podem ser visualizados sem o auxílio de microscópios ou lupas. A seguir apresentamos passo a passo um experimento que pode ser utilizado para pesquisar a presença de microorganismos nos diversos ambientes. Cadastrada por Raquel Silva Material - onde encontrar em supermercados e farmácias Material - quanto custa entre e 25 reais Tempo de apresentação mais de um dia Dificuldade intermediário Segurança requer cuidados básicos Colônia de Fungos Materiais Necessários * placas de Petri esterilizadas * liquidificador * Fita indicadora de ph ou solução de azul de bromotimol * peneira * colher, espátulas * 1 frasco de vidro grande (volume de cerca de 250 ml) * Um frasco de vidro médio (volume de cerca de 50 ml) * 4 Frascos de vidro médio (volume de cerca de 50ml) * 3 Conta gotas (descartáveis podem ser comprados em farmácias) * Algodão hidrofóbico * Papel craft * Fita crepe * 30 ml de água filtrada * 2% (4 gramas) de agar comercial * Duas cenouras médias * Nota de dinheiro * Panela de pressão ou autoclave para esterilizar os materiais * Alça de vidro, ou algum material para espalhar líquido no meio que possa ser passado no fogo

2 dução Os microorganismos (fungos, bactérias e vírus) são chamados assim por terem um tamanho bastante reduzido. Eles são tão pequenos que não conseguimos enxergá-los a olho nu, mas apenas utilizando microscópio óptico ou eletrônico. No entanto, colônias ou aglomerados de microorganismos podem ser visualizados sem o auxílio de microscópios ou lupas. A seguir apresentamos passo a passo um experimento que pode ser utilizado para pesquisar a presença de microorganismos nos diversos ambientes. Cadastrada por Raquel Silva Material - onde encontrar em supermercados e farmácias Material - quanto custa entre e 25 reais Tempo de apresentação mais de um dia Dificuldade intermediário Segurança requer cuidados básicos Colônia de Fungos Materiais Necessários Fita indicadora de ph Alça de vidro

3 Passo 1 Preparação do meio de cultura agar-cenoura Cozinhe duas cenouras e bata no liquidificador com 0 ml de água. Passe a mistura na peneira para separar a parte líquida.

4 Passo 2 Filtre a mistura com um papel de filtro ou uma gaze dobrada. Adicione 4 gramas de agar comercial e misture.

5 Passo 3 Complete o volume para 200 ml com água e meça o ph (você pode usar uma fita indicadora ou uma solução de azul de bromotimol). Ele deve estar em torno de 7,0. Caso não esteja, ajuste o ph utilizando gotas de limão (solução ácida) ou solução de bicarbonato de sódio (solução básica). Tampe o frasco com uma rolha de algodão hidrofóbico e coloque um pedaço de papel craft por cima.

6 Passo 4 Preparo do material A partir desse passo, os materiais (placas de Petri e meio de cultura, frascos de vidro, espátulas, contagotas) devem estar livres de microorganismos, ou seja, estéreis. Veja como esterilizar o material nos experimentos: Esterilizando com uma panela de pressão e Como funciona uma autoclave Embrulhe as placas de Petri, as espátulas, palitos de picolé, conta-gotas, frascos de vidro com papel craft. Autoclave também um dos frascos com aproximadamente 30 ml de água e tampe-o com papel craft. Autoclave todo o material e o meio de cultura durante minutos (Para aprender a autoclavar, consulte o experimento Esterilizando com uma panela de pressão ). IMPORTANTE: Ao utilizar uma autoclave pela primeira vez, peça a alguém que já tenha experiência com esse aparelho para lhe acompanhar.

7 Passo 5 Coleta dos materiais a serem testados Neste experimento, você pesquisará a presença de microorganimos em amostras de terra, de água de lago, de água de torneira, em dinheiro e no ar. Dissolva a terra (aproximadamente uma colher de chá) na água autoclavada

8 Passo 6 Coletamos as duas amostras de água diretamente nos frascos autoclavados.

9 Passo 7 Escolha os ambientes e materiais a serem testados, colete as amostras e mãos a obra! Limpe e prepare o local onde será feito o procedimento. Identifique as placas com as respectivas amostras e adicione, ainda, uma placa fechada, como controle. Mantenha uma chama acesa sobre a mesa, no local de trabalho (pode ser uma lamparina, ou bico de bunsen), para evitar contaminação do meio de cultura com fungos e bactérias do ar. Distribua o meio de cultura nas placas de Petri. Se o meio de cultura estiver sólido, utilize banho-maria ou microondas para fluidificá-lo. Coloque aproximadamente 20 ml de meio de cultura dentro de cada placa de Petri. Deixe as placas próximas ao fogo, até que o meio se solidifique.

10 Passo 8 Com o conta-gotas, coloque em cada placa duas ou três gotas das amostras líquidas a serem testadas. Flambe a alça de vidro no fogo e a esfrie, encostando-a no canto da placa. Utilize a alça para espalhar o líquido sobre o meio e feche imediatamente a placa. Flambar a alça de vidro Espalhar com alça

11 Passo 9 Se você for pesquisar a presença de microorganismos em algum objeto, passe-o com cuidado sobre o meio de cultura, como fizemos neste experimento com o dinheiro. Cuidado para que seus dedos não encostem no meio de cultura. Para pesquisar a presença de microorganismos no ar ambiente, basta deixar a placa aberta durante aproximadamente 5 minutos. A placa identificada como controle não receberá qualquer amostra e nem mesmo deverá ser aberta.

12 Passo Todas as placas devidamente identificadas devem ser deixadas viradas para baixo a temperatura ambiente.

13 Passo Resultados - Observação com 24 horas Placa água de torneira Placa água de lago Placa terra Placa dinheiro Placa ar Placa controle

14 Passo Observação com 48 horas Placa água de torneira 48 horas Placa água de lago 48 horas Placa terra 48 horas Placa dinheiro 48 horas Placa ar 48 horas Placa controle 48 horas

15 Passo Observe a diferença entre colônias cremosas e filamentosas As colônias de aspecto cremoso e brilhante são colônias de bactérias. Já as colônias filamentosas apresentam aspecto aveludado e são colônias de fungos. Elas são constituídas fundamentalmente por elementos multicelulares denominados hifas. Colônia cremosa Colônias filamentosas

16 Passo Observações com 5 dias Placa água de torneira 5 dias Placa água de lago 5 dias Placa terra 5 dias Placa terra 5 dias

17 Passo Placa dinheiro 5 dias Placa dinheiro 5 dias Placa ar 5 dias Colônias cremosas (bacterianas) e filamentosas (fúngicas)

18 Passo O que acontece Os microorganismos estão presentes na água (mares, rios, lagos e água subterrânea) no solo, no ar, nos animais (pele, mucosas, tubo digestório), nas plantas e até em ambientes pobres em nutrientes, tais como a água destilada e também em alguns alimentos que consumimos. Em todos esses ambientes os microorganismos têm papel fundamental na manutenção do equilíbrio biológico. Felizmente, a maioria dos microorganismos não faz mal ao homem, porém existem aqueles que são considerados potencialmente patogênicos, que podem causar danos aos hospedeiros. A ubiqüidade dos microorganismos, ou seja, a capacidade de habitar uma gama enorme de ambientes se deve basicamente a três fatores: o tamanho reduzido, que possibilita a dispersão; a variação e flexibilização metabólica, existente no grupo que permite se adaptar rapidamente às condições ambientais; e a sua grande capacidade de transferência horizontal de genes. Transferência gênica horizontal é uma maneira que os microrganismos têm de trocar material gênico. A transferência vertical é a que acontece entre o indivíduo e sua prole (seus filhos ). Já na transferência horizontal, o organismo recebe um fragmento de DNA ou RNA de outro organismo que não é seu antecedente. Esse processo é importante, pois a aquisição de material gênico aumenta as chances de adaptação do microorganismo a diferentes condições ambientais. Por exemplo, no fragmento de DNA recebido podem existir genes que conferem resistência a algum antibiótico ou a altas temperaturas. Por todos esses motivos é possível observar crescimento de colônias bacterianas e fúngicas em placas inoculadas com amostras de diferentes ambientes.

19 Passo Para saber mais Um pouco de história... Em 74 o holandês Antony van Leeuwenhoek (32-23) criou o primeiro protótipo de microscópio. Foi ele quem observou pela primeira vez organismos móveis, não vistos a olho nu, em gotas de água, fezes, material removido dos dentes os micróbios! Em 1857 o químico francês Louis Pasteur ( ) mostrou que a presença de organismos microscópicos do ar atmosférico era a fonte da contaminação dos meios de cultivo em contato com o ar. Os frascos que não estavam expostos ao ar permaneciam estéreis, enquanto que os expostos, após algum tempo, entravam em putrefação. Ele também desenvolveu o processo de pasteurização para a eliminação de microorganismos. Ao contrário de muitos cientistas do século XIX, o médico alemão Robert Koch ( ), acreditava que algumas doenças pudessem ser causadas por microorganismos. Depois de vários estudos, Koch descobriu que o agente causador do carbúnculo (doença que estava dizimando o gado na Europa), era uma bactéria em forma de bastão. Em 1882, ele descobriu o bacilo da tuberculose, denominado de bacilo de Koch. Finalmente, em 1928, é descoberto o primeiro antibiótico, a penicilina, pelo escocês Alexander Fleming ( ). Ele observou que, em algumas placas contaminadas com bolor (fungo), as bactérias não cresciam. É que o fungo ali presente (Penicillium notatum) produzia a penicilina, substância capaz de inibir crescimento de outros microorganismos. Desde então, muitas descobertas foram feitas sobre os microorganismos. Hoje em dia nós sabemos que eles são importantes em vários campos da biotecnologia, incluindo a produção de alimentos, o uso de transgênicos na agricultura, e até no controle agroecológico de pragas e doenças

20 Passo Veja também O senhor microscópio

Como funciona uma autoclave. Introdução. Materiais Necessários. A autoclave

Como funciona uma autoclave. Introdução. Materiais Necessários. A autoclave Intro 01 Introdução A autoclave A autoclave é um aparelho muito utilizado em laboratórios de pesquisas e hospitais para a esterilização de materiais. O processo de autoclavagem consiste em manter o material

Leia mais

Por que lavar as mãos? Introdução. Materiais Necessários

Por que lavar as mãos? Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução Uma das características importantes que diferencia nós, seres humanos dos outros seres vivos é a grande habilidade manual que possuimos. Fazemos muitas coisas com as mãos e, com isso,

Leia mais

DNA Darwin Não Atento?

DNA Darwin Não Atento? DNA Darwin Não Atento? PÁGINA 1 DE 6 CIÊNCIAS BIOLOGIA QUÍMICA Darwin foi um dos maiores cientistas de todos os tempos. Ele percebeu que variações ocorrem nas populações ou seja, diferenças são encontradas

Leia mais

ENSINO LIGAÇÕES OBJECTIVOS CURRICULUM NACIONAL

ENSINO LIGAÇÕES OBJECTIVOS CURRICULUM NACIONAL O Capítulo 1.2, Micróbios Inofensivos, destaca os benefícios de alguns micróbios examinando diversos meios e métodos para podermos utilizá-los em nosso benefício. Através da actividade fabricar iogurte,

Leia mais

Treinamento Conservas de frutas 382

Treinamento Conservas de frutas 382 Para que haja boa conservação dos alimentos é importante que os produtos conservados mantenham suas qualidades nutritivas, seu aroma, sabor e que se eliminem as causas das alterações. As várias maneiras

Leia mais

Por que os alimentos estragam? Introdução. Materiais Necessários

Por que os alimentos estragam? Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução Quando deixamos um alimento aberto ou fora da geladeira por alguns dias, ele estraga. Aparece mofo, bolor e, dependendo da quantidade de tempo, pode aparecer até larvas. O tipo de alimento

Leia mais

Osmose e Plasmólise. Introdução. Materiais Necessários

Osmose e Plasmólise. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução Você já pensou por que a lesma desidrata até morrer, quando jogamos sal nela? E porque a salada de tomate fica aguada depois de temperada? Veja, nesse experimento, como ocorrem os processos

Leia mais

Prática 2: Cultura de Microrganismos

Prática 2: Cultura de Microrganismos Prática 2: Cultura de Microrganismos Introdução Os microrganismos tal como outros organismos vivos necessitam de obter os nutrientes apropriados do seu meio ambiente. Assim se queremos cultivar e manter

Leia mais

Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre superfícies inertes

Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre superfícies inertes Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre

Leia mais

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA DISCIPLINA BIOQUÍMICA ESTRUTURAL Ministrante: Prof. Dr. Carlos Alberto de Almeida

Leia mais

Química Geral I. Experimento 3 Tendências Periódicas

Química Geral I. Experimento 3 Tendências Periódicas Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciência e Tecnologia Laboratório de Ciências Químicas Química Geral I Experimento 3 Tendências Periódicas 1 - OBJETIVOS Relacionar a reatividade química

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:

NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: MATERIAIS BLH-IFF/NT- 45.04 - Lavagem, Preparo e Esterilização de Materiais FEV 2004 BLH-IFF/NT- 45.04 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano FIOCRUZ/IFF-BLH

Leia mais

INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA

INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA HISTÓRICO DA MICROBIOLOGIA Prof. Givanildo Benicio - Definição: mikros + bios + logos - Primeiros microrganismos 3,5-3,8 bilhões de anos O QUE SÃO MICRORGANISMOS? Organismos

Leia mais

CIÊNCIA E MEIO AMBIENTE Prof. Dr. Anderson Orzari Ribeiro

CIÊNCIA E MEIO AMBIENTE Prof. Dr. Anderson Orzari Ribeiro CIÊNCIA E MEIO AMBIENTE Prof. Dr. Anderson Orzari Ribeiro Tópico: A água Objetivos: i) identificação dos diferentes tipos de uso dos recursos hídricos e seu impacto ambiental, econômico e social ii) Ciclo

Leia mais

Atividade prática Estudo das misturas: fases e componentes Parte 3

Atividade prática Estudo das misturas: fases e componentes Parte 3 Atividade prática Estudo das misturas: fases e componentes Parte 3 9º ano do Ensino Fundamental/1º ano do Ensino Médio Objetivo Vivenciar conceitos importantes sobre a classificação dos diversos tipos

Leia mais

Normas Adotadas no Laboratório de Microbiologia

Normas Adotadas no Laboratório de Microbiologia Normas Adotadas no Laboratório de Microbiologia As aulas práticas de microbiologia têm como objetivo ensinar ao estudante os princípios e os métodos utilizados em um laboratório de microbiologia. Nessas

Leia mais

Caracterizar a estrutura e o funcionamento de um laboratório de microbiologia; Executar técnicas de preparo e montagem para esterilização.

Caracterizar a estrutura e o funcionamento de um laboratório de microbiologia; Executar técnicas de preparo e montagem para esterilização. Caracterizar a estrutura e o funcionamento de um laboratório de microbiologia; Executar técnicas de preparo e montagem para esterilização. Uma laboratório de microbiologia destina-se principalmente em

Leia mais

Uma receita de iogurte

Uma receita de iogurte A U A UL LA Uma receita de iogurte O iogurte, um alimento comum em vários países do mundo, é produzido a partir do leite. Na industrialização desse produto empregam-se técnicas diversas para dar a consistência,

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

Prática 1 MATERIAL E TÉCNICAS BÁSICAS UTILIZADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA

Prática 1 MATERIAL E TÉCNICAS BÁSICAS UTILIZADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA Prática 1 MATERIAL E TÉCNICAS BÁSICAS UTILIZADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA Prática 1 Microrganismos Localização em todos os ambientes naturais; Populações mistas; Necessidade de isolamento. Cultura

Leia mais

MANUAL DE PRÁTICAS EM BIOLOGIA DO SOLO

MANUAL DE PRÁTICAS EM BIOLOGIA DO SOLO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRICOLA MANUAL DE PRÁTICAS EM BIOLOGIA DO SOLO Autores Prof. Dr. Jair Alves Dionísio Eng a. Agr a. Diana Signor

Leia mais

3M TM Petrifilm TM Placa para Contagem de Leveduras e Bolores. Guia de. Interpretação

3M TM Petrifilm TM Placa para Contagem de Leveduras e Bolores. Guia de. Interpretação 3M TM TM Placa para Contagem de Leveduras e Bolores Guia de Interpretação 3M TM TM Placa para Contagem de Leveduras e Bolores Este guia apresenta resultados das placas 3M para Contagem de Leveduras e Bolores.

Leia mais

LABORATÓRIO: FISIOLOGIA HUMANAI

LABORATÓRIO: FISIOLOGIA HUMANAI NOTA: PRÁTICA N O : NOME: GRUPO: CURSO: MEDICINA TURMA: PERÍODO: 1º DATA: / / Antes de iniciar a aula prática, confira sua bancada observando se há pichações ou falta de materiais necessários à atividade.

Leia mais

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras MEIOS DE CULTURA Associação equilibrada de agentes químicos (nutrientes, ph, etc.) e físicos (temperatura, viscosidade, atmosfera, etc) que permitem o cultivo de microorganismos fora de seu habitat natural.

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 10

Química Geral Experimental - Aula 10 Química Geral Experimental - Aula 10 Título da Prática: Reações Químicas (Parte l) Objetivos: Determinar a concentração exata (padronizar) de soluções aquosas diluídas de ácidos e bases fortes utilizando

Leia mais

Observação Microscópica de células

Observação Microscópica de células ESCOLA SECUNDÁRIA/3 MORGADO MATEUS Biologia e Geologia (Ano I) Relatório da Actividade Experimental Observação Microscópica de células Professora: Sónia Leandro Trabalho elaborado por: Joana Pires, nº14-10ºb

Leia mais

O MUNDO MICROBIANO E SUA INTERFACE COM A SAÚDE

O MUNDO MICROBIANO E SUA INTERFACE COM A SAÚDE O MUNDO MICROBIANO E SUA INTERFACE COM A SAÚDE Prof. Francis Moreira Borges Dep. Microbiologia Porque estudar Microbiologia? Cerca de metade da biomassa do planeta é constituída por microrganismos, sendo

Leia mais

Fig.: Esquema de montagem do experimento.

Fig.: Esquema de montagem do experimento. Título do Experimento: Tratamento de água por Evaporação 5 Conceitos: Mudanças de fases Materiais: Pote de plástico de 500 ml ou 1L; Filme PVC; Pote pequeno de vidro; Atilho (Borracha de dinheiro); Água

Leia mais

QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE ÁGUA DESTILADA E OSMOSE REVERSA 1. Wendel da Silva Lopes 2, Andressa da Silva Lopes 3, Adriana Maria Patarroyo Vargas 4.

QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE ÁGUA DESTILADA E OSMOSE REVERSA 1. Wendel da Silva Lopes 2, Andressa da Silva Lopes 3, Adriana Maria Patarroyo Vargas 4. 525 QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE ÁGUA DESTILADA E OSMOSE REVERSA 1 Wendel da Silva Lopes 2, Andressa da Silva Lopes 3, Adriana Maria Patarroyo Vargas 4. Resumo: A água utilizada para fins farmacêuticos

Leia mais

Segurança, Equipamentos e Investigação Científica

Segurança, Equipamentos e Investigação Científica Segurança, Equipamentos e Investigação Científica Folha do Professor Resumo: O professor fará uma demonstração do que não se deve fazer no laboratório e os alunos tentarão adivinhar os erros. Em seguida,

Leia mais

MICROBIOLOGIA 1. INTRODUÇÃO. 1.1. Conceito

MICROBIOLOGIA 1. INTRODUÇÃO. 1.1. Conceito MICROBIOLOGIA 1. INTRODUÇÃO 1.1. Conceito Microbiologia: é o estudo de organismos microscópicos; tal denominação deriva de três palavras gregas: mikros ( pequeno ), bios ( vida ) e logos ( ciência ). Assim,

Leia mais

Professor Msc. Departamento de Informática, dcfoltran@gmail.com

Professor Msc. Departamento de Informática, dcfoltran@gmail.com 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENGENHARIAS

Leia mais

Equilíbrio Químico do íon bicarbonato: Efeito da concentração. Introdução. Materiais Necessários

Equilíbrio Químico do íon bicarbonato: Efeito da concentração. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução O equilíbrio químico do íon bicarbonato faz parte de uma série de sistemas como formação das cavernas, equilíbrio no sangue e no oceano. Como a concentração de CO 2 pode afetar o equilíbrio

Leia mais

Qualidade da Água e Tratamento da Água

Qualidade da Água e Tratamento da Água Notas do Professor Qualidade da Água e Tratamento da Água Pergunta em foco Quais são os principais processos para o tratamento de água poluída? Ferramentas e materiais Seis garrafas de plástico transparentes

Leia mais

Prof. Maria Alice Z. Coelho www.eq.ufrj.br/biose/courses.html

Prof. Maria Alice Z. Coelho www.eq.ufrj.br/biose/courses.html Prof. Maria Alice Z. Coelho www.eq.ufrj.br/biose/courses.html MICRO microscópio de Robert Hooke (1635-1703) microscópios primitivos de uma lente feitos por van Leeuwenhoek (1632-1723) Fatia fina de cortiça,

Leia mais

Estudo macro e microscópico de fungos filamentosos e leveduriformes

Estudo macro e microscópico de fungos filamentosos e leveduriformes Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Estudo macro e microscópico de fungos filamentosos e leveduriformes Objetivos

Leia mais

63 Química na cozinha: observando a chama

63 Química na cozinha: observando a chama A U A UL LA Atenção Mãos à obra Química na cozinha: observando a chama Vamos dar continuidade ao estudo que iniciamos na Aula 62, sobre reações químicas, aprofundando nossa compreensão sobre a reação de

Leia mais

Separação de Misturas

Separação de Misturas 1. Introdução Separação de Misturas As misturas são comuns em nosso dia a dia. Como exemplo temos: as bebidas, os combustíveis, e a própria terra em que pisamos. Poucos materiais são encontrados puros.

Leia mais

VÍRUS E BACTÉRIAS. Disciplina: Ciências Série: 6ª série EF - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Vírus e Bactérias

VÍRUS E BACTÉRIAS. Disciplina: Ciências Série: 6ª série EF - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Vírus e Bactérias Disciplina: Ciências Série: 6ª série EF - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Vírus e Bactérias VÍRUS E BACTÉRIAS Vírus e bactérias foram, por muito tempo, juntamente com seres unicelulares

Leia mais

Sandra Heidtmann 2010

Sandra Heidtmann 2010 Sandra Heidtmann 2010 Definições: Amostra: Pequena parte ou porção de alguma coisa que se dá para ver, provar ou analisar, a fim de que a qualidade do todo possa ser avaliada ou julgada; Coleta: Ato de

Leia mais

Unidade IX Microbiologia de água destinada ao consumo humano

Unidade IX Microbiologia de água destinada ao consumo humano Unidade IX Microbiologia de água destinada ao consumo humano Dorit Schuller 1. Recolha de amostras para análise microbiológica 3 2. Contagem total de microrganismos 4 3. Pesquisa e quantificação de Escherichia

Leia mais

MICROPROPAGAÇÃO CULTIVO IN VITRO DE BROTOS DE BATATA

MICROPROPAGAÇÃO CULTIVO IN VITRO DE BROTOS DE BATATA MICROPROPAGAÇÃO CULTIVO IN VITRO DE BROTOS DE BATATA A batata (Solanum tuberosum, família Solanaceae) é uma planta originária da região andina. No século XVI chegou à Europa onde, depois de vencer a resistência

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS PRÁTICA N o. 02 IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS OBJETIVOS: Esta prática tem como objetivo a identificação e confirmação de grupos funcionais de aldeídos e

Leia mais

Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1

Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1 Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Objetivo: Conhecer os materiais volumétricos e as técnicas de utilização desses materiais. I. Introdução teórica: Medir volumes de líquidos faz

Leia mais

BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio!

BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio! BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio! Dra. Marlise Potrick Stefani, MSc Nutricionista Especialista e Mestre em Qualidade, Especialista em Alimentação Coletiva

Leia mais

:: Sabão Líquido :: Em um balde ou recipiente bem grande, despejar a soda e 1 litro de água, mexendo por ceca de 5 minutos;

:: Sabão Líquido :: Em um balde ou recipiente bem grande, despejar a soda e 1 litro de água, mexendo por ceca de 5 minutos; :: Sabão Líquido :: Para fazer 30 litros Ingredientes: 1,5 litros de azeite (morno) ½ quilo de soda cáustica 1,5 litros de álcool líquido 1 litro de água (1ª etapa) 27 litros de água (2ª etapa) 2 colheres

Leia mais

Iluminação do Espécimen

Iluminação do Espécimen O Zoomscope consiste numa lente ocular, numa peça para o olho e numa lente móvel que permite variar o grau de ampliação. O poder de ampliação pode ser alterado ao girar uma roda situada na parte lateral

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO

NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO Objetivo: Explicação das normas básicas de segurança no laboratório. Aula teórica com retroprojetor, transparências e demonstração de algumas

Leia mais

Conheça o seu Pureit. 14. Reservatório de Repouso 15. Bomba de Retrolavagem. 1. Visor Transparente

Conheça o seu Pureit. 14. Reservatório de Repouso 15. Bomba de Retrolavagem. 1. Visor Transparente Conheça o seu Pureit Veja na ilustração os diferentes componentes do purificador Pureit. Isso vai ajudá-lo a entender melhor a descrição do produto e este manual. 1. Visor Transparente 2. Tampa do Filtro

Leia mais

Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem.

Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem. Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem. Habilidades Verificar a importância do correto descarte através do reaproveitamento, reciclagem e reutilização de bens de consumo. 1 Reaproveitamento do Lixo

Leia mais

EEEP MARLY FERREIRA MARTINS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS

EEEP MARLY FERREIRA MARTINS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS EEEP MARLY FERREIRA MARTINS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS I. NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO 1. É aconselhável o uso da bata e de sapatos fechados. 2. Mantenha o laboratório e sua bancada sempre limpa e livre

Leia mais

Oficina Bactérias e Fungos

Oficina Bactérias e Fungos Oficina Bactérias e Fungos Leia todo a material antes de iniciar as atividades. Aproveite esse momento para explorar seus conhecimentos e ter uma aprendizagem significativa. Socialize suas dúvidas e conhecimentos

Leia mais

MICROORGANISMOS: MONSTRINHOS INVISÍVEIS?

MICROORGANISMOS: MONSTRINHOS INVISÍVEIS? MICROORGANISMOS: MONSTRINHOS INVISÍVEIS? Resumo O projeto foi desenvolvido com crianças entre 5 e 6 anos do primeiro ano do Ensino Fundamental da escola municipal de Ibaté. O tema microorganismos foi selecionado

Leia mais

Plásticos para Cultivo Celular

Plásticos para Cultivo Celular Linha Cultivo de Células e Tecidos Fabricada em poliestireno cristal virgem (GPPS), oferece produtos com alta transparência para ótima visualização e sem presença de contaminantes, assegurando integridade

Leia mais

O NÚMERO DE BACTÉRIAS

O NÚMERO DE BACTÉRIAS O NÚMERO DE BACTÉRIAS A CONTAGEM EM PLACAS A contagem em placas é um dos métodos mais utilizados para determinar qual o número de microrganismos viáveis em um meio líquido. Quando a concentração é baixa,

Leia mais

Aluna cria professor virtual animado para processo de ensino

Aluna cria professor virtual animado para processo de ensino Aluna cria professor virtual animado para processo de ensino Imagine uma ferramenta que possa te auxiliar nas tarefas feitas no computador. Para motivar o interesse do aluno no aprendizado em ambiente

Leia mais

Agroindústria Processamento Artesanal de Frutas - Geléias

Agroindústria Processamento Artesanal de Frutas - Geléias 1 de 7 10/16/aaaa 10:34 Agroindústria Agroindústria: Processamento Artesanal de Frutas - Geléias Processamento Nome artesanal de frutas: Geléias Produto Informação Tecnológica Data Agosto -2000 Preço -

Leia mais

Introdução à Química Inorgânica

Introdução à Química Inorgânica Introdução à Química Inorgânica Orientadora: Drª Karla Vieira Professor Monitor: Gabriel Silveira Química A Química é uma ciência que está diretamente ligada à nossa vida cotidiana. A produção do pão,

Leia mais

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 32

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 32 AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 32 9º NO DO ENSINO FUNDAMENTAL - 1º ANO DO ENSINO MÉDIO OBJETIVO Diversos experimentos, usando principalmente água e materiais de fácil obtenção, são

Leia mais

DATA DE APROVAÇÃO: CONTROLE DE COPIA: PT-LB-MC-008 23/10/2015

DATA DE APROVAÇÃO: CONTROLE DE COPIA: PT-LB-MC-008 23/10/2015 1/7 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O método de semeadura e incubação do material de secreção uretral, vaginal e de urina de 1ª jato em ágar sangue é o método mais utilizado em laboratório clínico

Leia mais

O trabalho de química no Ensino Fundamental I. Identificação: Patrícia Aparecida Schmidt Roselli, psicopedagoga, Colégio Sidarta Cotia / SP.

O trabalho de química no Ensino Fundamental I. Identificação: Patrícia Aparecida Schmidt Roselli, psicopedagoga, Colégio Sidarta Cotia / SP. O trabalho de química no Ensino Fundamental I Identificação: Patrícia Aparecida Schmidt Roselli, psicopedagoga, Colégio Sidarta Cotia / SP. Modalidade: Relato de experiência. Resumo: O trabalho de química

Leia mais

PESQUISAS COM AGENTES BIOLÓGICOS POTENCIALMENTE PERIGOSOS

PESQUISAS COM AGENTES BIOLÓGICOS POTENCIALMENTE PERIGOSOS PESQUISAS COM AGENTES BIOLÓGICOS POTENCIALMENTE PERIGOSOS Projetos que utilizem microorganismos (bactérias, vírus, viróides, fungos, parasitas, etc.), tecnologias com DNA recombinante (rdna) ou tecidos,

Leia mais

Experimento 2: CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DE ALGUNS MATERIAIS

Experimento 2: CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DE ALGUNS MATERIAIS PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID/UNICAMP Experimento 2: CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DE ALGUNS MATERIAIS Professores responsáveis: Prof. Dr. Adriana Vitorino Rossi Prof. Márcia Zanchetta

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO

HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO Bem Vindos! HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO Quem sou? Farmacêutica Bioquímica e Homeopata. Especialista em Análises Clínicas, Micologia, Microbiologia e Homeopatia. 14 anos no varejo farmacêutico

Leia mais

EPISÓDIO 3 - CALDOS. Como preparar as diferentes bases para todos os molhos.

EPISÓDIO 3 - CALDOS. Como preparar as diferentes bases para todos os molhos. EPISÓDIO 3 - CALDOS Como preparar as diferentes bases para todos os molhos. INTRODUÇÃO Além de agregarem bastante sabor aos preparos, os caldos preparados em casa são muito mais saudáveis do que os industrializados.

Leia mais

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL E MATERIAIS UTILIZADOS

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL E MATERIAIS UTILIZADOS 51 3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL E MATERIAIS UTILIZADOS 3.1. Biocidas utilizados Os compostos químicos utilizados nos experimentos de corrosão e análise microbiológica foram o hipoclorito de sódio e o peróxido

Leia mais

Preparo de Materiais em microbiologia,meios de cultura usados no laboratório, técnicas de semeadura e Colorações

Preparo de Materiais em microbiologia,meios de cultura usados no laboratório, técnicas de semeadura e Colorações Preparo de Materiais em microbiologia,meios de cultura usados no laboratório, técnicas de semeadura e Colorações Prof (a) Dr Luciana Debortoli de Carvalho Preparo de materiais Meios de Cultura O crescimento

Leia mais

UMA PLANTA MODELO. Kalanchoe daigremontiana

UMA PLANTA MODELO. Kalanchoe daigremontiana UMA PLANTA MODELO Kalanchoe daigremontiana O gênero Kalanchoe (família Crassulaceae, ordem Saxifragales) apresenta algumas interessantes adaptações a climas áridos e quentes, tais como a abertura noturna

Leia mais

AULA PRÁTICA N O 1. Microbiologia INTRODUÇÃO AO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA, MICROSCOPIA E CÉLULAS MICROBIANAS EUCARIÓTICAS E PROCARIÓTICAS

AULA PRÁTICA N O 1. Microbiologia INTRODUÇÃO AO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA, MICROSCOPIA E CÉLULAS MICROBIANAS EUCARIÓTICAS E PROCARIÓTICAS Av. Vitória, 950 Forte São João Vitória-ESTel.: (27) 3331-8500 www.unisales.edu.br AULA PRÁTICA N O 1 Microbiologia EXCELÊNCIA UNIVERSITÁRIA NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS COMPROMETIDOS COM A VIDA E A TRANSFORMAÇÃO

Leia mais

em Microscopio Óptica

em Microscopio Óptica 3 Caract acterís erísticas da imagem em Microscopio Óptica 345678903456789034567890345678903456789 345678903456789034567890345678903456789 345678903456789034567890345678903456789 Objectivos de aprendizagem:

Leia mais

Papel Reciclado Artesanal Branco

Papel Reciclado Artesanal Branco Papel Reciclado Artesanal Branco 1 Técnica utilizada: reciclagem de papel Materiais 2 Papel para reciclar (sulfite, formulário contínuo ou outros papéis que não contenham vernizes, plásticos ou laminados)

Leia mais

M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O. Prof. Agamenon Roberto

M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O. Prof. Agamenon Roberto M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O Prof. Agamenon Roberto Prof. Agamenon Roberto MATERIAS DE LABORATÓRIO 2 TUBO DE ENSAIO: Tubo de vidro fechado em uma das extremidades, empregado para fazer reações

Leia mais

Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp.

Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp. Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp. Síntese das investigações desde a descoberta de novos antimicrobianos Final do século XIX: Pasteur efetuou relatos sobre antagonismo entre diferentes

Leia mais

MICOLOGIA. Mycos = fungos/cogumelos

MICOLOGIA. Mycos = fungos/cogumelos Micologia ramo da biologia que estuda os fungos. Componente Curricular: Microbiologia e Parasitologia I Profª Mônica I. Wingert Módulo II Turma 201E MICOLOGIA Mycos = fungos/cogumelos FUNGOS Os fungos

Leia mais

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular BIOTECNOLOGIA 1. Introdução Até a década de 70, o DNA era o componente celular mais difícil de ser analisado. Sua seqüência de nucleotídeos de enorme tamanho e monotonia química era geralmente analisada

Leia mais

HIDROPONIA Qualidade da água. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM

HIDROPONIA Qualidade da água. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM HIDROPONIA Qualidade da água Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM CURIOSIDADES DA ÁGUA 75% da terra está coberta com água Terra plana: cobertura de 2,5 km de água 0,005% se move por dia no ciclo hidrológico

Leia mais

Crescimento Microbiano

Crescimento Microbiano Crescimento Microbiano Fatores que influem no crescimento Temperatura ph Oxigênio Agitação Pressão osmótica Temperatura Para todos os microrganismos existem três temperaturas cardeais: Temperatura mínima

Leia mais

Instrução Normativa CTNBio nº 6, de 28.02.97

Instrução Normativa CTNBio nº 6, de 28.02.97 Instrução Normativa CTNBio nº 6, de 28.02.97 Dispõe sobre as normas de classificação dos experimentos com vegetais geneticamente modificados quanto aos níveis de risco e de contenção. A COMISSÃO TÉCNICA

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE VITAMINA C EM ALIMENTOS 1 INTRODUÇÃO

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE VITAMINA C EM ALIMENTOS 1 INTRODUÇÃO DETERMINAÇÃO DO TEOR DE VITAMINA C EM ALIMENTOS 1 INTRODUÇÃO A maioria das vitaminas não pode ser fabricada pelo corpo, por isso é necessário obtê-las a partir dos alimentos. A vitamina D é uma exceção,

Leia mais

L IE CATÁLOGO DE PRODUTOS

L IE CATÁLOGO DE PRODUTOS L IE CATÁLOGO DE PRODUTOS L IE Linha de produtos fabricados em material de alta transparência, em sala limpa escala 100,000, de acordo com as normas ISO 9001 e ISO 13485:2003/AC:2007, certificados como

Leia mais

Papel Reciclado Artesanal Branco com Cascas de Cebola

Papel Reciclado Artesanal Branco com Cascas de Cebola Papel Reciclado Artesanal Branco com Cascas de Cebola 1 Técnica utilizada: reciclagem de papel com cascas de cebola Materiais 2 Papel para reciclar (sulfite, formulário contínuo ou outros papéis que não

Leia mais

Esterilização e desinfecção

Esterilização e desinfecção Esterilização e desinfecção História 1683 Leeuwenhoek 1857 Pasteur Ignatz Semmelweis (1816-1865) Joseph Lister (1827-1912) Introduz a higienização hospitalar: - Lavagem de mãos - Lavagem de material cirúrgico

Leia mais

Título do experimento: Identificando os plásticos. Conceitos: Química Orgânica: Polímeros A química dos Plásticos.

Título do experimento: Identificando os plásticos. Conceitos: Química Orgânica: Polímeros A química dos Plásticos. Título do experimento: Identificando os plásticos Conceitos: Química Orgânica: Polímeros A química dos Plásticos. Materiais: - Plásticos diversos; - Lamparina; - Pinça; - Tesoura; - Pedaço de fio de cobre;

Leia mais

Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação

Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação USP Incineração Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Profa. Dra. Vera Letticie de Azevedo Ruiz 2014 1 Deve seguir a Resolução CONAMA nº 316 de 2002 Processo cuja operação seja realizada acima

Leia mais

Módulo 1 Entendendo a contaminação dos alimentos

Módulo 1 Entendendo a contaminação dos alimentos Módulo 1 Entendendo a contaminação dos alimentos Aula 1 - O que é um Alimento Seguro? Por que nos alimentamos? A alimentação é uma atividade básica para o indivíduo manter- se vivo. Precisamos nos nutrir

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE MICROBI- OLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE ÁGUAS SANITÁRIAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE CATANDUVA-SP

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE MICROBI- OLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE ÁGUAS SANITÁRIAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE CATANDUVA-SP AVALIAÇÃO DA QUALIDADE MICROBI- OLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE ÁGUAS SANITÁRIAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE CATANDUVA-SP Mariane L. ESPERANDIO Discente FACULDADE DE TECNOLOGIA TECMED Mario A.VERGANI Discente

Leia mais

Caderninho de Receitas

Caderninho de Receitas Caderninho de Receitas Projeto Crescendo Saudável: Educação Alimentar e Nutricional Infantil Curso de Nutrição/UFMS Aluno: Centro de Educação Infantil Íber Gomes de Sá Receita 01: Suco vermelho 10 laranjas

Leia mais

MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO

MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO O Tratamento Químico e fundamental para deixar a água da piscina saudável, limpa e cristalina. Você necessita medir, inicialmente, três parâmetros: Alcalinidade Total,

Leia mais

Laboratórios de Pesquisa da Biologia

Laboratórios de Pesquisa da Biologia Laboratórios de Pesquisa da Biologia 1 - Laboratório de Biologia e Ecologia Animal (B 1.01) Conta com um espaço físico de 12m x 12m (144m²) phmetro ou medidor de ph: é um aparelho usado para medição de

Leia mais

"Kit para Análise de Vinho" Ref. No. 814 500

Kit para Análise de Vinho Ref. No. 814 500 "Kit para Análise de Vinho" Ref. No. 814 500 Rev.02.03 TESTE RÁPIDO CROMATOGRÁFICO PARA AVALIAÇÃO DA CONVERSÃO DO ÁCIDO MÁLICO PARA ÁCIDO LÁTICO NO VINHO (Degradação ácida biológica durante a segunda fermentação)

Leia mais

Exercício 2 DNA e Eletroforese

Exercício 2 DNA e Eletroforese Exercício 2 DNA e Eletroforese Você já aprendeu sobre as enzimas de restrição e como elas clivam o DNA em fragmentos. Você também deve ter notado que, em alguns mapas de restrição, uma enzima pode produzir

Leia mais

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri Extração de DNA Prof. Silmar Primieri Conceitos Prévios O que é DNA? Onde se localiza o DNA na célula? Do que são formadas as membranas celulares? Qual a estrutura do DNA? O que é DNA? Unidade básica informacional

Leia mais

WORKSHOP ES Brasil a gosto Ana Luiza Trajano

WORKSHOP ES Brasil a gosto Ana Luiza Trajano WORKSHOP ES Brasil a gosto Ana Luiza Trajano TEMA: Cardápios do Brasil DESCRITIVO Uma viagem através de mais de 10 anos de pesquisa em cozinha brasileira, exaltando histórias e receitas colhidas nos quatro

Leia mais

Hepatites B e C. são doenças silenciosas. VEJA COMO DEIXAR AS HEPATITES LONGE DO SEU SALÃO DE BELEZA.

Hepatites B e C. são doenças silenciosas. VEJA COMO DEIXAR AS HEPATITES LONGE DO SEU SALÃO DE BELEZA. Hepatites B e C são doenças silenciosas. VEJA COMO DEIXAR AS HEPATITES LONGE DO SEU SALÃO DE BELEZA. heto hepatite manucure.indd 1 Faça sua parte. Não deixe as hepatites virais frequentarem seu salão.

Leia mais

Regulamento para a utilização do Laboratório de. Microbiologia

Regulamento para a utilização do Laboratório de. Microbiologia Regulamento para a utilização do Laboratório de Microbiologia 1 REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA I. DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA 1. Auxiliar o aluno na introdução

Leia mais

II AS OLIMPÍADAS DE BIOTECNOLOGIA

II AS OLIMPÍADAS DE BIOTECNOLOGIA II AS OLIMPÍADAS DE BIOTECNOLOGIA Duração da prova: 120 minutos 2007 1ª ELIMINATÓRIA Na folha de respostas preencha o cabeçalho com os seus dados e os da escola que representa. O teste tem a duração de

Leia mais

E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O

E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O PROF. AGAMENON ROBERTO < 2007 > Prof. Agamenon Roberto 1º ANO EXPERIÊNCIAS 2 1ª e 2ª EXPERIÊNCIAS DESTILAÇÃO SIMPLES E DESTILAÇÃO FRACIONADA OBJETIVO: Mostrar como

Leia mais

Atividade extra. Questão 1. Questão 2. Ciências da Natureza e suas Tecnologias Biologia. A diversidade biológica é o fruto da variação genética.

Atividade extra. Questão 1. Questão 2. Ciências da Natureza e suas Tecnologias Biologia. A diversidade biológica é o fruto da variação genética. Atividade extra Questão 1 A diversidade biológica é o fruto da variação genética. Falar em biodiversidade e em tempo significa, necessariamente, falar de: a. Degeneração. b. Conservação. c. Evolução. d.

Leia mais

BIOQUÍMICA DA CÉLULA. Mutação e Reparação. & Rotas Metabólicas. Prof. Antonio Márcio Teodoro Cordeiro Silva, M.Sc. Prof. Henrique Santana Costa, M.Sc.

BIOQUÍMICA DA CÉLULA. Mutação e Reparação. & Rotas Metabólicas. Prof. Antonio Márcio Teodoro Cordeiro Silva, M.Sc. Prof. Henrique Santana Costa, M.Sc. BIOQUÍMICA DA CÉLULA Mutação e Reparação Aspectos do Conceituais DNA & Rotas Metabólicas Prof. Antonio Márcio Teodoro Cordeiro Silva, M.Sc. Prof. Henrique Santana Costa, M.Sc. JARDIM DO ÉDEN FASES DA HISTÓRIA

Leia mais

FUNGOS FILAMENTOSOS ASSOCIADOS ÀS FORMIGAS CORTADEIRAS DO GÊNERO ATTA FABRICIUS E ESTUDO DA AÇÃO DE FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS

FUNGOS FILAMENTOSOS ASSOCIADOS ÀS FORMIGAS CORTADEIRAS DO GÊNERO ATTA FABRICIUS E ESTUDO DA AÇÃO DE FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS FUNGOS FILAMENTOSOS ASSOCIADOS ÀS FORMIGAS CORTADEIRAS DO GÊNERO ATTA FABRICIUS E ESTUDO DA AÇÃO DE FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS Samuel Eustáquio Morato Barbosa 1 ; Danival José de Sousa 2 ; 1 Aluno do Curso

Leia mais