TRABALHO FINAL MBA EM FINANÇAS EMPRESARIAIS

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1 1 TRABALHO FINAL MBA EM FINANÇAS EMPRESARIAIS Artigo : PREVIDENCIA PRIVADA A CONQUISTA DE UM FUTURO TRANQ UILO Autoria : Eng Fabiano da Cruz - Acadêmico Dra Rosilene Marcon - Orientadora 20/09/2012

2 2 PREVIDENCIA PRIVADA A CONQUISTA DE UM FUTURO TRANQUILO RESUMO A medida que o crescimento profissional proporciona uma melhor remuneração, a melhoria do padrão de vida automaticamente também é crescente e de certa forma criando uma zona de conforto que ao termino de uma jornada profissional pode deixar de existir caso não haja um bom planejamento de longo prazo. Como a expectativa de vida esta cada vez maior, a tendência é uma redução significativa do valor da renda na aposentaria pela previdência social, com isto o padrão de vida tende a diminuir cada vez mais para quem não optar por um planejamento de investimento na previdência complementar. O planejamento da aposentadoria deve levar em conta, dentre outros aspectos, a questão financeira, de forma a melhorar as condições de vida no período pós-laboral. No que diz respeito à previdência social, assiste-se às dificuldades vividas pelos aposentados que tem o poder de compra de seu benefício cada dia mais dilapidado. Essa situação é agravada pelas reformas da previdência social, que tendem a dificultar, cada vez mais esse quadro, pois o déficit desse sistema não dá sinais de efetivo controle ou diminuição. O aumento da população idosa desperta atenção para a qualidade de vida desse grupo etário, uma vez que os gastos, nessa idade, podem se mostrar representativos, levando uma pessoa a ter dificuldade financeira, na hipótese de não se ter uma aposentadoria (pública e privada) em patamares compatíveis com suas necessidades. A previdência privada fechada ou fundo de pensão é caracterizada pela adoção de um plano de previdência para um grupo de pessoas, com participação financeira dos empregados e/ou empregadores. Normalmente é muito fácil gastar o dinheiro proveniente de um aumento da renda e é neste momento que devemos pensar a longo prazo e fazer a seguinte pergunta, em que padrão eu quero viver após aposentadoria?. Com isto é possível definir através de um bom planejamento de previdência um percentual da renda para ser deposito mensalmente já no inicio de sua atividade profissional para que após 30 anos ou mais se obtenha o padrão que se deseja estar ou manter.

3 3 INTRODUÇÃO Atualmente vivemos em um mundo incentivado ao consumo, as empresas investem pesados em marketing de seus produtos e acabamos criando objetivos de consumo onde na maioria das vezes é mais para saciar um desejo e não uma necessidade. Devido a isto precisamos desenvolver uma cultura financeira em que os incentivos ao consumo não se torne um serio problema a curto e a longo prazo. Dessa maneira, o planejamento da aposentadoria torna-se muito importante, principalmente do ponto de vista financeiro de forma a melhorar as condições de vida nesse período pós-laboral. A mudança na composição da sociedade brasileira, especialmente no que tange ao aumento da população idosa, com idade a partir dos 60 anos, desperta uma atenção para a qualidade de vida desses idosos, uma vez que os gastos, nessa idade, podem se mostrar representativos, levando uma pessoa a ter dificuldade financeira, na hipótese de não se ter uma aposentadoria (pública e privada) em patamares compatíveis com tais necessidades. De acordo com dados da Secretaria de Previdência Complementar (SPC), até 2007, não se tem verificado um crescimento substancial no total de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) ou patrocinadores, considerando-se o grande número de potenciais instituidores no País. Em 2002 havia 361 EFPC, com patrocinadores. Dados de 2007 revelam pouca variação nesses números: 370 e 2.272, respectivamente. De acordo com Cazassa (2002), as reformas na previdência social, que acabam por delinear mais limitações para a obtenção de benefícios, com tetos, cada vez menores, fazem com que a previdência complementar passe a ser considerada como uma necessidade básica. Essa necessidade se dá pela perda do valor real dos benefícios concedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mediante aos hábitos de consumo das famílias que tendem a não serem cobertos financeiramente somente pela aposentadoria pública. Nesse sentido, esse autor aponta a necessidade de uma reflexão, por parte da sociedade, sobre a importância de planejar essa poupança preventiva (previdência complementar). Ter um plano de previdência, portanto, é uma atitude de cuidado com o presente e com o futuro. Quando nascemos, passamos a nos sujeitar imediatamente a três riscos: o de uma morte súbita, o de uma fatalidade que nos impossibilite para o trabalho (precocemente ou não) e o de se chegar à terceira idade sem a garantia de sobrevivência nas condições desejadas. O objetivo deste trabalho é apresentar a importância de um bom planejamento em previdência complementar ou privada para a conquista de um futuro mais tranqüilo. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Entenda o que é Previdência Privada Em resumo, pode-se dizer que é um sistema que acumula recursos que garantam uma renda mensal no futuro, especialmente no período em que se deseja parar de trabalhar. Num primeiro momento, era vista como uma forma uma poupança extra, além da previdência oficial, mas como o benefício do governo tende a ficar cada vez menor, muitos adquirem um plano como forma de garantir uma renda razoável ao fim de sua carreira profissional. Sua historia no Brasil teve seu início em 1904 com a fundação da Caixa Montepio dos Funcionários do Banco do Brasil, precursora da atual Caixa de

4 4 Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil PREVI (AFONSO, 1996). As instituições criadas pela iniciativa privada, inspiradas no mecanismo da previdência social, vieram satisfazer aos anseios de segurança que não poderiam ser atendidos por essa última, razão pela qual, no Brasil, foram inicialmente denominadas entidades de previdência privada. A denominação usual é previdência complementar. A Lei nº 6.435/77 dividiu a previdência privada em dois campos: previdência complementar fechada (Decreto nº , de 20/01/1978) e previdência complementar aberta (Decreto nº , de 23/02/1978). Até o ano de 2001, a base legal da previdência complementar no Brasil era composta por esses três diplomas normativos. Atualmente, essas entidades são regidas pela Lei Complementar nº 109, de 29/05/2001(CARVALHO e MURGEL, 2007). A Lei Complementar nº 108/2001 regulamenta a relação entre a União, Estados, Distrito Federal, Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades públicas e suas respectivas entidades fechadas de previdência complementar (EFPC). Há dois tipos de plano de previdência no Brasil. A aberta e a fechada. A aberta, pode ser contratada por qualquer pessoa, enquanto a fechada é destinada a grupos, como funcionários de uma empresa, por exemplo. Abaixo, as principais características de cada uma delas: Fechada - É destinada aos profissionais ligados a empresas, sindicatos ou entidades de classe. Em linhas gerais, o trabalhador contribui com uma parte mensal do salário e a empresa banca o restante, valor que normalmente é dividido em partes iguais. Outras empresas, essas mais raras, bancam toda a contribuição. Uma vantagem imediata é a possibilidade de se deduzir 12% da renda bruta na declaração anual do Imposto de Renda. Estima-se que as empresas de previdência complementar possuam cerca de 126 mil participantes que já desfrutam de benefícios de previdência do setor. Aberta - É oferecida por seguradoras ou por bancos. Um dos principais benefícios dos planos abertos é a sua liquidez, já que os depósitos podem ser sacados a cada dois meses. Você poderá contratar pessoalmente, pois qualquer um pode participar desse tipo de plano, mesmo que você já esteja contribuindo com o fundo da empresa em que trabalha. 2.2 A importância da previdência privada A previdência privada, ou também conhecida como aposentadoria complementar, tem ganhado cada vez mais importância nos dias atuais. E não é preciso ter muitos argumentos que convençam da importância de se fazer um plano de previdência privada, levando em consideração que esta é uma tendência mundial. O aumento da expectativa de vida, devido aos avanços da medicina, fez com que o número de contribuintes na previdência oficial seja cada vez menor ao passo que o número de beneficiários aumenta. Pensando nisso, os modelos de previdência social no mundo estão sendo revistos e cada vez mais pessoas se preocupam em obter um rendimento complementar à sua aposentadoria. A tributação do imposto de renda (IR), em relação à previdência privada no Brasil, possui, atualmente, uma natureza de postergação de imposto, ou seja, durante a fase de acumulação de recursos há a possibilidade de isenção de IR, sendo que quando do recebimento de benefícios aplica-se esse imposto. Esse tratamento fiscal está baseado em premissas como: incentivar a adesão de pessoas ao setor, promovendo o almejado equilíbrio social decorrente da manutenção do padrão econômico na aposentadoria e assegurar que a fonte de arrecadação tributária não sofra diminuição (GAUDENZI, 2008).

5 5 Os planos de previdência privada funcionam como um fundo de investimentos, onde o seu dinheiro é reunido com o dinheiro de outros investidores e o montante formado é administrado para resultar em uma renda complementar a todos os participantes. Tratase de um investimento de longo prazo onde você irá aplicar uma quantia em dinheiro para garantir um padrão de vida semelhante ao atual, quando se aposentar. É um investimento flexível e transparente, onde você pode acompanhar como o seu dinheiro está sendo aplicado. Já é sabido que ocorrerá a diminuição do benefício concedido pela Previdência Social ao longo dos anos. Estudos mostram que em janeiro de 1997 o benefício máximo de aposentadoria por idade concedido pelo INSS era de 18,55 salários mínimos e que em janeiro de 2002 este benefício caiu para 7,94 salários mínimos. Atualmente o benefício máximo é de 7, 32 salários mínimos e as perspectivas futuras não são animadoras. A Previdência Privada pode ser um bom começo. Podemos citar 03 maneiras de se desenhar um bom Plano de Previdência Privada: 1) estabelecer uma meta em relação ao percentual do último salário (estimado): Ex. na aposentadoria gostaria de ter 70% do meu último salário (estimado) 2) Ter como meta um montante total a ser acumulado para a data prevista da sua aposentadoria. Ex. R$ ,00 3) Basear na sua capacidade de poupança ou estabelecer um percentual do salário. Ex. 10% do salário será a contribuição regular e ininterrupta durante 10, 15, 20 ou 30anos. Estes são alguns pontos importantes para que você possa manter o seu padrão de vida quando chegar a sua aposentadoria. É através do fundo de previdência que a empresa pode oferecer ao seu funcionário a participação em um plano que possibilite a ele o recebimento de um benefício maior do que ele teria se contasse apenas com a aposentadoria oficial. O mais importante na hora de definir o seu objetivo final, é contar com um profissional qualificado para a orientação do plano mais adequado para a sua contribuição, pois dependendo da sua escolha, seu objetivo poderá ser prejudicado. Procure por profissionais que podem inclusive fazer uma analise do seu plano mostrando a você as oportunidades e comparações dos diversos serviços existentes no mercado. 2.3 Avalie bem as opções No entanto, sabemos que o sistema previdenciário oficial tem suas limitações e restrições. Geralmente, os beneficiários do INSS não conseguem manter ao aposentar-se o mesmo rendimento que recebiam na ativa. Também existe o teto para os benefícios pagos pelo Instituto, que hoje está próximo a R$ 4 mil. Além disso, o chamado fator previdenciário costuma reduzir o rendimento daqueles que se aposentam antes de atingir a idade mínima. Outra questão que não podemos perder de vista é a necessidade de uma possível reforma previdenciária futura, que tenderá a estabelecer condições ainda mais restritivas às regras já existentes, diante da tendência de crescimento gradativo do número de beneficiários do INSS e o provável aumento do déficit no setor. Diante de tudo isso, a previdência complementar, oferecida por entidades abertas ou fechadas e por instituições privadas, é uma boa opção para os trabalhadores que planejam garantir uma renda melhor ao se aposentar.

6 As instituições financeiras brasileiras oferecem hoje algumas boas opções de investimentos em planos de previdência complementar privada. Assim, os trabalhadores, desde que se planejem de acordo com sua capacidade de poupar, têm a opção de aplicar recursos nessas variedades de fundos para resgatar o dinheiro poupado, com juros e correção, no período da aposentadoria, como forma de complementação de seus vencimentos. Existem, também, as entidades fechadas de previdência complementar, que atuam vinculadas a grandes empresas ou instituições (muitas delas públicas) e oferecem aos trabalhadores desses grupos planos destinados a melhorar a renda durante a aposentadoria. É comum, nesses casos, que haja um sistema de co-participação entre o empregado e o empregador, reunindo contribuições de ambos para a composição dos planos de previdência complementar, o que aumenta o potencial de poupança do contribuinte e tende a garantir rendimentos mais expressivos no momento da aposentadoria. As mudanças na previdência não se limitam à questão do futuro do INSS e da capacidade de pagamento de pensões. A principal mudança que se verifica é a alteração nos planos de previdência complementar da situação de benefício definido para contribuição definida. Essa última definição, um eufemismo para o problema é seu. Os bons tempos do benefício definido nos deixavam como dúvida apenas o risco de crédito da empresa de previdência contratada. A contribuição definida (que utiliza o termo definida para denominar a sua escolha no momento de cada um dos depósitos), por sua vez, agrega à primeira dúvida a indefinição de quanto será a sua pensão no momento da aposentadoria. Um dos maiores problemas que surgem é a questão das simulações. Relatórios de organismos internacionais apontam o dano que simulações enganosas podem causar na formação de poupança dos futuros aposentados. Os vendedores dos planos utilizam-se da velha máxima de que o papel aceita tudo, aliás, de que um simulador de previdência aceita tudo. E o exemplo é simples. Vamos para um caso em que você utilize uma taxa de remuneração de 8% para depósitos de R$ 100,00 para um período de 30 anos, o valor acumulado bruto será de R$ ,06. Se a taxa utilizada for de 4%, esse valor cairá para R$ ,06. Na hora de vender o plano, é melhor mostrar o número grande, uma vez que você irá se sentir tentado a fechar o contrato para adquirir o plano. E quando chegar a hora de se aposentar? Como fica? A maioria das pessoas não tem a visão de que simulação não é compromisso. Se o valor dos juros utilizados na simulação for incorreto, o que vai acontecer é o seguinte: tanto você poupará menos do que o necessário para o seu objetivo, quanto terá que arrumar um dinheiro extra na hora de parar de trabalhar. Desconhecer o assunto, portanto, faz surgirem três pontos básicos. O primeiro diz respeito a uma suposta conclusão óbvia: por que o futuro aposentado previdente não escolhe a taxa mais alta? Pelo simples fato de que é o mercado quem irá ditar as taxas máximas de juros a serem pagas. E o investidor, individualmente, somente poderá abrir mão delas. Para suplantá-las, são necessárias estratégias muitas vezes inacessíveis ao cidadão comum. O segundo ponto refere-se aos juros reais (acima da variação da inflação). Quando você olha para os números pensa que são adequados, mas, passados 30 anos, provavelmente terão pouco valor. Para que tais montantes possam ser avaliados do ponto de vista do poder de compra na data de hoje, os juros utilizados têm que ser reais e não as nominais. É muito comum o investidor desavisado equivocar-se e comparar os 8% com o valor da taxa básica, a Selic (hoje na casa dos 10,25% ao ano), e imaginar que se trata 6

7 7 de uma estimativa conservadora para os juros, quando, na verdade, ela é extremamente ousada. Atualmente, no país, a taxa de juros real da economia gira em torno de 4,5% ao ano. Assim, utilizar o valor de 4% para a taxa de juros é algo mais apropriado. Com essa taxa, aquele montante produzirá resgates de R$ 412,68 durante 20 anos, ou R$ 324,34 durante trinta anos ou, ainda, R$ 283,36 durante 40 anos. Ainda com relação aos juros reais, para que os R$ ,06 possam representar o real potencial de compra do dinheiro, é necessário que o poupador faça depósitos de R$ 100,00 ajustados mensalmente pela inflação. Finalmente, o último é a questão dos custos dos planos de previdência. Se você errar nesse aspecto, o que já era pouco ficará ainda menor, porque os 4% de juros reais podem transformar-se em 1% (ou até ficar negativos, isto é, juros abaixo da inflação), o que reduziria sua poupança para pouco menos de R$ ,00, diminuindo seu benefício em, pelo menos, 53%! Seja realista com as taxas nas simulações de planos e evite procurar a consultoria de quem vende os produtos de previdência na sugestão dessas taxas. Ainda que os fundos apresentados para você exibam números robustos, seja previdente e lembre-se da máxima dos investimentos: rentabilidade passada não é garantia de retornos futuros. Hoje, diante de um mercado de trabalho competitivo e da restrita oferta de pessoal capacitado, os planos de previdência complementar são um benefício valorizado pelos profissionais. Muitas empresas têm investido em planos fechados ou em contratar instituições privadas para gerenciar planos empresariais. Ser previdente é considerado uma virtude entre as pessoas. Planejar o futuro e se preparar para o período da aposentadoria é, portanto, uma atitude daqueles que valorizam virtudes. O Brasil precisa muito de bons trabalhadores, empreendedores e de pessoas dispostas a ajudar a construir um país sempre melhor. Entre esses bons brasileiros, estão, sem dúvida, aqueles que poupam e que se preparam para uma melhor idade tranquila, produtiva e contributiva. 2.4 Previdência Privada Quando mais cedo, Melhor A crescente preocupação das pessoas com a garantia de condições dignas de sobrevivência no futuro tem contribuído para aumentar a procura por planos de previdência privada, um tipo de investimento que garante a geração de uma renda de aposentadoria. A crise do sistema de previdência oficial aumentou o debate na sociedade e tem provocado uma mudança cultural. Mesmo assim, esta prática ainda é incipiente no Brasil precisando uma maior conscientização para este beneficio de longo prazo. Os brasileiros estão confiantes em relação à economia local e aos seus investimentos, e economizar uma parte da renda para a aposentadoria parece ter se tornado rotina para uma parte da população. De acordo com a Pesquisa Global de Opinião dos Investidores de 2012 realizada pela Franklin Templeton, 60% dos brasileiros afirmaram que poupam até 15% de sua renda. O levantamento constatou ainda que as decisões sobre investimentos para a aposentadoria são influenciadas mais pela opinião de familiares do que a de profissionais especializados em investimentos, ao contrário do que ocorre quando a decisão é sobre contas não destinadas para este fim. Em entrevista ao jornal Carreira & Sucesso, Marcos Falcão e Luis Cláudio Friedheim, vice-presidente do Canal Corretor da Icatu Hartford, defenderam a idéia de que, quanto mais cedo uma pessoa começa a fazer a sua reserva de aposentadoria, mais

8 8 tranquilidade ela terá no futuro. "A palavra 'previdência', segundo o Dicionário Aurélio, indica a qualidade ou o ato de ser previdente, cauteloso, prevenido",afirma Falcão. Ter um plano de previdência, portanto, é uma atitude de cuidado com o presente e com o futuro. "Quando nascemos, passamos a nos sujeitar imediatamente a três riscos: o de uma morte súbita, o de uma fatalidade que nos impossibilite para o trabalho (precocemente ou não) e o de se chegar à terceira idade sem a garantia de sobrevivência nas condições desejadas", diz Falcão. Para Friedheim, especialista no assunto, a solução apresentada pelos planos de previdência privada é assegurar uma cobertura para estes riscos por meio do seguro e da geração de uma renda mensal, como uma aposentadoria complementar. A crise do sistema de previdência oficial é um problema fiscal motivado pelo comprometimento dos benefícios em maior grau do que a receita das contribuições. A discussão em torno da necessidade de um reforço da previdência aumentou o nível de informação sobre o assunto e tem levado as pessoas a constatarem que não estão efetivamente cobertas pela previdência oficial, e que precisam de uma proteção. Em consequência, houve um crescimento muito grande dos fundos de previdência privada nos últimos dez anos, mas ainda em proporção muito pequena em relação ao tamanho do mercado brasileiro. "Ainda não chegamos a 10% da população que deveria estar coberta", afirma Falcão, considerando também os contribuintes de fundos de pensão patrocinados pelas empresas empregadoras. Com base nas respostas de participantes da pesquisa, confira a distribuição por faixa estaria dos respondentes que possuem o benefício: FAIXA ETÁRIA % DE RESPONDENTES Até 25 anos 15,51 De 26 a 30 anos 24,65 De 31 a 35 anos 20,77 De 36 a 40 anos 18,31 De 41 a 45 anos 11,37 De 46 a 50 anos 6,83 De 51 a 55 anos 1,99 De 56 a 60 anos 0,45 De 61 a 65 anos 0,09 Acima de 65 anos 0,03 Fonte: PREVIDÊNCIA PRIVADA - QUANTO MAIS CEDO, MELHOR Especial - Jornal Carreira e Sucesso

9 9 2.5 Risco x Retorno A relação Risco x Retorno é um dos conceitos mais importantes que você precisa saber sobre investimento. Infelizmente, a grande maioria dos investidores olha apenas para um lado da equação, o retorno.para eles, o que interessa é descobrir qual é o ativo com maior retorno, independente do nível de risco desse ativo.nesse artigo espero deixar claro que compreender o conceito de risco como volatilidade e entender o porquê geralmente um maior retorno está ligado a um maior risco. Continue lendo esse artigo para: Analisar dois simples exemplos que ilustram a relação risco x retorno Entender o que é Break-Even e sua importância Exemplos de Risco x Retorno Suponha que eu ofereça a você duas opções: Opção 1: Receber R$ garantidos Opção 2: 95% de chance de ganhar R$ e 5% de chance de você perder R$ Eu tenho praticamente certeza de que você escolheu a opção 1, recebendo os R$ garantidos. Entretanto, ambas as opções tem o mesmo valor esperado de R$ O que diferencia estas escolhas e faz você escolher a primeira opção é o fato do retorno ser garantido, ou seja, sem nenhum risco envolvido. A preferência pela opção mais segura mostra a tendência do ser humano a certo nível de aversão ao risco. Praticamente todas as pessoas possuem uma aversão ao risco, sendo que umas são mais avessas ao risco do que outras. Esse segundo exemplo envolve uma situação parecida, porém, com 2 ativos apresentando uma mesma média de retorno ao longo de 5 anos. Suponha que dois ativos possuem o mesmo retorno médio de 10%. Entretanto, o ativo 1 apresentou a seguinte sequência de retorno ao longo de 5 anos: Retornos Ativo 1-20% -10% 10% 30% 40% (Média = 10%) Já o ativo 2 apresentou esses retornos no mesmo período: Retornos Ativo 2 7% 8% 9% 12% 14% (Média = 10%) Qual ativo você escolheria? A escolha natural seria escolher o ativo 2 correto? Afinal, os retornos do ativo 2 são mais garantidos do que o retorno do ativo 1.

10 10 Entretanto, é provável que alguém tenha escolhido o ativo 1 alegando que o retorno é o mesmo entre ambos os ativos. Logo, é indiferente escolher entre o ativo 1 e o ativo 2. Porém, o retorno não é o mesmo! E a diferença é grande Note que estamos analisando a média dos retornos. Se cada carteira começasse com R$ 100,00 o ativo 1 teria, ao final dos 5 anos, um valor de R$ 144,14. Já a carteira de R$ 100,00 com o ativo 2 teria, no mesmo período, um valor de R$ 160,83. É a diferença entre ganhar 60,83% e 44,14%. Veja a imagem abaixo para comparar os 2 ativos: Ativos Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Retorno Retorno Médio Acumulado Retorno Composto Anual Ativo 1-20% -10% % 44,14% 7,59% Ativo 2 7% 8% 9% 12% 14% 10% 60,83% 9,97% Evolução Anual ( iniciando em 100 R$ ) Ativo 1 80,00 72,00 79,20 102,96 144,14 Ativo 2 107,00 115,56 125,96 141,08 160,83 Note que o retorno composto anual do ativo 2 [9,97%] é bem próximo dos 10% (retorno médio). Entretanto, apesar do retorno médio do Ativo 1 também ser de 10%, seu retorno composto é de apenas 7,59%. Mas o que explica essa diferença nos resultados, se a média dos retornos é a mesma? Conheça o Ponto de Equilíbrio (Break-Even) Faça as contas: Se você começa com R$ 100,00 e perde -20% quanto terá? R$ 80,00 correto? E para voltar para o patamar inicial (R$ 100,00) você deve ganhar quanto? Se você respondeu 20% faça as contas! 80 * (1 + 0,20) = R$ 96,00.

11 11 A resposta correta seria: 25%! Se você perder -50% precisará de um ganho de 100% para recuperar a perda Quanto maior a perda, maior será o ganho necessário para o ponto de equilíbrio (zero-azero). O gráfico tem uma proporção exponencial que chega a assustar! Logo, como o ativo 1 obteve perdas nos dois primeiros anos desta análise, tornou-se mais difícil para esse ativo manter o mesmo retorno acumulado em relação ao ativo 2. Tecnicamente, quanto maior a variação do retorno de um ativo (maior risco), maior será a diferença entre seu retorno médio e o retorno composto. Logo, como o ativo 1 possui uma variação muito maior do que o ativo 2, seu retorno acumulado e composto é menor do que o ativo 2. Não é à toa que Warren Buffett diz a seguinte frase sobre investimentos: Regra 1: Nunca perca dinheiro Regra 2: Nunca esqueça a Regra 1 3. METODOLOGIA Esta pesquisa é do ponto de vista do autor que já participa de um plano de previdência complementar a 22 anos, tendo em vista que o tema previdência complementar no Brasil é pouco abordado, notadamente na perspectiva qualitativa de propostas de ampliação desse tipo de previdência, tendo como base a realidade dos

12 12 fundos de pensão. Quanto aos meios de investigação, a pesquisa é de informações disponíveis na internet e de conhecimento do autor. A abordagem é qualitativa, caracterizando-se, em princípio, pela não utilização de instrumental estatístico na análise de dados. A pesquisa qualitativa, notadamente por seu estilo aberto, possibilita a obtenção de uma grande riqueza informativa; proporcionando ao investigador a oportunidade de clarificação e seguimento de perguntas e respostas em uma interação direta e flexível (GODOI e MATTOS, 2006, p. 306). No presente trabalho, optou-se por coletar as principais informações das diversas ideias do material pesquisado, entendendo-se que esse fato não trouxe prejuízos às análises subsequentes. Considerando que a coleta de dados primários na presente pesquisa se deu por meio das pesquisas de materiais disponíveis apresenta algumas limitações. Apesar de se estabelecer tópicos para a condução dessas pesquisas, o conteúdo conversacional permanece imprevisível e sujeito às regras não fixadas de formação do sentido e da interpretação. Entretanto, essas limitações poderão ser minimizadas se o pesquisador for uma pessoa com bastante experiência ou bom-senso (MARCONI e LAKATOS, 2003). 4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 4.1 A Previdência Privada e o planejamento financeiro de longo prazo Muitas pessoas ou empresas nem imaginam como um plano de previdência privada pode influenciar seu planejamento financeiro de longo prazo Porém, conforme Alexandre Espinosa ( Info Money Pessoal 2007) o grande segredo de um futuro tranquilo reside num planejamento financeiro atrelado a metas de curto, médio e longo prazo e a previdência deve ser uma meta de longo prazo a ser trabalhada a todo tempo A Estratégia As palavras-chave para entender como um plano de previdência deve ser considerado como parte de seu planejamento financeiro de longo prazo são, nesta ordem, planejamento e disciplina Planejamento Pois deve ser tratado de maneira estruturada e focada nas diversas ações tendo como produto final, um benefício de aposentadoria que atenda suas necessidades futuras. Este plano deve ser revisto periodicamente visando uma eventual correção de rumo, em caso de aumento de padrão de vida, nascimento de filhos, diminuição de remuneração, entre outras possibilidades Disciplina Para que as ações determinadas no planejamento sejam levadas à risca durante o período de acumulação dos recursos, onde as contribuições devem ser mantidas em sua periodicidade e valor. Eventuais desvios de rota, como por exemplo, utilizar parte da reserva para a compra de um bem, não podem ser considerados, caso contrário a reserva nunca cumprirá sua finalidade O Início Ao pensar em contratar um plano de previdência, você deve ter em mente qual deverá ser seu benefício na data de aposentadoria e para isso temos que prever grande parte dos acontecimentos futuros, tais como, renda mensal, patrimônio estimado, número de filhos, padrão de vida futuro, entre outros. Trata-se de uma tarefa extremamente complicada e técnica, e para isso existem especialistas na área, que devem auxiliar na criação e avaliação destes cenários futuros.

13 13 Após esta avaliação e de posse de um cenário factível à sua realidade, o próximo passo deve ser a projeção de uma renda mensal vitalícia que possa atender à sua expectativa futura. Atualmente já existem simuladores que nos auxiliam a chegar a este valor projetado do benefício mensal e a respectiva contribuição mensal para o plano, que é ponto de partida para a contratação de um plano A Administração do Plano Considerando que a contribuição mensal e o plano já foram definidos, deve ser traçada a estratégia para administração cotidiana do plano e um destaque deve ser dado ao reajuste periódico das contribuições, que devem seguir o nível de remuneração percebido ao longo do tempo. A recomendação a cerca da contribuição mensal é transformá-la num percentual de sua remuneração mensal e desta forma, sempre que você tiver um reajuste em seu salário, a sua contribuição ao plano deve considerar um reajuste na mesma proporção. Este tipo de "reajuste automático" visa estabelecer uma proporção igualitária dos benefícios futuros à sua remuneração, o que ao longo dos anos, se traduzirá em um plano de saldo crescente à medida que seu padrão de vida é ascendente. O procedimento de determinar a contribuição mensal necessária para os próximos anos deve ser reavaliado periodicamente ao longo dos anos, sempre que um evento de vida ocorrer. Estes eventos estão relacionados ao seu casamento - ou então, divórcio - nascimento ou emancipação de filhos, entre outros. Este tipo de evento influencia diretamente sua capacidade ou necessidade de poupança. Concluindo, um plano de previdência deve ser iniciado o quanto antes, independente de sua idade ou nível salarial, já que grande parte da população brasileira não pode depender da aposentadoria do Regime Geral da Previdência Social, cuja tendência de longo prazo é um achatamento dos benefícios. Um dado alarmante que circula no mercado brasileiro de entidades abertas é que, atualmente, apenas 1% dos aposentados do Brasil sobrevive com recursos próprios, portanto, por que você ainda não fez seu plano de previdência? 4.2 Custo X Benefícios Outro ponto que precisa ser desmistificado é quanto ao custo dos planos de previdência privada para a pessoa física. Um plano de previdência não custa muito nem pouco, já que o benefício a ser usufruído no futuro é proporcional ao que a pessoa poupa ao longo do tempo. Por isso, quanto mais cedo a pessoa começar a poupar, melhor. Para um tipo de plano de previdência a uma pessoa com 60 anos e uma com 45 e a um jovem recém-chegado ao mercado de trabalho, no primeiro caso, o mais recomendável é que a pessoa opte por um plano de seguro de vida que garanta o pagamento de um capital segurado em caso de alguma fatalidade, já que a previdência voltada para a geração de uma renda de aposentadoria mensal seria muito onerosa, considerando o curto tempo para as contribuições. Seria o caso de um plano VGBL Vida Garantida/Benefícios Livres.

14 14 Para quem está na faixa etária dos 45 anos, esta é uma pessoa que tem, em média, uma previsão de mais 20 anos de atividade profissional até se aposentar e uma estimativa de viver outros 20 anos, até os 85 anos. Neste caso, deveria abrir mão de parte de seu consumo e destinar os recursos para uma reserva de poupança por meio de um plano de previdência complementar que garanta as condições de vida por mais 20 anos. São os chamados PGBL Plano Gerador de Benefícios Livres. O jovem que acaba de chegar ao mercado de trabalho, por sua vez, está em condição mais favorável, pois o tempo conta a seu favor. Com maior prazo para a poupança, a contribuição poderá ser menor para se atingir a reserva acumulada desejada, com a remuneração alcançada pelo capital investido. 4.3 Exemplo da empresa Multinacional WEG A 22 anos a empresa WEG fabricante de equipamentos elétricos com sua matriz localizada em Jaragua do Sul Santa Catarina criou um plano de previdência privada para seus colaboradores conhecido como Weg Seguridade Social. Nesta época o autor deste artigo também ingressou neste plano e podendo confirmar como um investimento de longo prazo atinge valores significativos e satisfatórios, tanto pelo valor depositado pelo participante quando da parcela depositada pela empresa. Quando se é jovem, várias são as expectativas e esperanças para o futuro. Apostar em situações que garantam segurança, tranquilidade e qualidade de vida para anos a frente, nem sempre são objetivos imediatos, que estejam em primeiro lugar na vida daqueles que estão iniciando sua carreira profissional. Se a WEG investe nos colaboradores, proporcionando condições de desenvolvimento e benefícios para seguir uma carreira na empresa, cabe ao mesmo aproveitar as oportunidades e investir no seu futuro aproveitando um investimento seguro como a WSS. Quanto mais a gente investe, mais ganhamos lá na frente. Conforme o Relatorio de informações 2011 da WSS (Weg Seguridade Social 2011) Atualmente o plano desta empresa possui um total de participantes com total de patrimônio de R$ ,77 e com ,09 de benefícios já concedidos, mostrando o potencial de recursos que ao longo de vários se torna cada vez mais significativo e atrativo para os participantes se tornando um fator motivacional para os colaboradores principalmente para os que permanecem por mais tempo na empresa. Segue um tabela comparativa de rentabilidade comparando os planos de previdência da WSS,CAIXA,SANTANDER (os tres com até 20% em renda variável, CDI e IBOVESPA e analisando o Risco :

15 15 COMPARATIVO RENTABILIDADES Meses CAIXA SANTANDER WSS CDI IBOVESPA ago/11 0,27 0,36 0,38 1,07-3,96 set/11 0,15 0,20 0,17 0,94-7,38 out/11 0,98 1,02 2,02 0,88-1,35 nov/11 0,62 0,65 0,75 0,85-2,51 dez/11 0,83 0,96 0,85 0,90 1,89 jan/12 2,21 2,42 1,88 0,88 11,13 fev/12 1,32 1,28 1,29 0,74 4,34 mar/12 0,41 0,39 0,93 0,81-1,98 abr/12 0,25-0,12 0,46 0,70-4,17 mai/12-1,45-0,96-0,45 0,73-11,86 jun/12-0,15 0,36 0,95 0,64-0,25 jul/12 1,25 0,98 1,23 0,68 3,20 Acumulado 6,86 7,76 10,95 10,27-13,85 Risco 0,57 0,65 0,87 0,85-1,15 Gráfico comparativo entre as rentabilidades

16 4.4 Possíveis alterações no futuro da previdência Após as eleições municipais de outubro, a presidente Dilma Rousseff pretende negociar com o Congresso o fim do fator previdenciário - que está à espera de votação no plenário da Câmara - em troca de uma reforma da previdência do INSS, que estabeleça idade mínima para a aposentadoria de 60 anos para as mulheres e de 65 anos para os homens. Depois do pacote de medidas destinado a estimular os investimentos - cujo anúncio foi adiado e tende a ser feito em duas etapas, no fim deste mês e em meados de setembro -, o foco do governo deve se voltar para dois temas delicados: as novas regras do INSS e a flexibilização do mercado de trabalho. Mudanças e regras mais restritivas terão que ser feitas também nas pensões por morte e essas, se vierem, já vêm tarde. A conta das pensões por morte atingiu a exorbitância de R$ 100 bilhões no ano passado - equivalente a 2,8% do PIB - e sobre ela não há controle nem limite de duração. Do total, cerca de R$ 60 bilhões são gastos anualmente com pensões do INSS, e os outros R$ 40 bilhões, com as do setor público. A média dos países da OCDE com essa despesa está entre 0,8% e 1% do PIB. São as viúvas alegres e as filhas amasiadas" os alvos dessa medida, comenta uma fonte oficial, referindo-se às altíssimas pensões pagas a viúvas de desembargadores, por exemplo, e às filhas de pensionistas que não se casam oficialmente para herdar o benefício vitalício. Um caminho possível é limitar o recebimento da pensão por morte a um prazo de três a cinco anos. O fator previdenciário, que está com seus dias contados, foi instituído em 1999, durante o governo FHC, para dissuadir os trabalhadores a buscarem a aposentadoria precoce. Trata-se de uma fórmula que leva em conta a idade, o tempo de contribuição e a expectativa de vida do brasileiro para calcular o valor do benefício. Só este ano, a vigência do fator representa uma redução de cerca de R$ 10 bilhões nas despesas com benefícios. Como a tabela de expectativa de vida do IBGE se altera a cada ano, cria-se uma incerteza sobre quando o trabalhador poderá receber o teto. O fato é que, com o fator, para chegar ao teto do benefício o requerente da aposentadoria acaba tendo que atingir a idade mínima de 60 e 65 anos, para mulheres e homens, respectivamente. A proposta que o governo deve fazer como alternativa ao fim do fator preservará direitos adquiridos e, portanto, só será aplicada aos que ingressarem no mercado de trabalho a partir da nova legislação. E mesmo o fim do fator previdenciário será gradual, num processo de transição que não comprometa as contas da previdência social. Uma hipótese para a transição, sugerida pelo Ministério da Previdência, é conceder aposentadoria integral aos que já estão no mercado de trabalho quando a soma da idade e do tempo de contribuição for de 85 anos para as mulheres e de 95 anos para os homens, adicionando um ingrediente móvel para adequar o benefício à tabela de expectativa de vida do IBGE. Com as mudanças no RGPS e as que já foram feitas para o funcionalismo público com a criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público (Funpresp), o governo Dilma completaria a reforma da seguridade social e eliminaria distorções que sobreviveram por décadas. ( fonte Valor Econômico) 16

17 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS E CONCLUSÃO O presente trabalho visou estudar a importância da previdência privada para um futuro mais tranquilo financeiramente, são comuns os jovens de maneira geral priorizar bens matérias e esquecer um investimento em longo prazo. Os resultados deste trabalho trouxeram importantes considerações para o aprofundamento da discussão da questão da previdência complementar fechada no Brasil. No que diz respeito à previdência social, assiste-se às dificuldades vividas pelos aposentados que têm o poder de compra de seu benefício cada dia mais dilapidado, até, possivelmente, chegar ao valor de um salário mínimo. As reformas da previdência social tendem a dificultar, cada vez mais, esse quadro, pois o déficit desse sistema não dá sinais de efetivo controle ou diminuição. O que se observou neste trabalho é que a cada ano que passa os recursos da previdência oficial estão reduzindo a cada ano devido ao aumento de expectativa de vida e devido a isto é necessário um planejamento de longo prazo para que a pessoa não tenha um grave problema no final de sua vida profissional. Nesse sentido, a educação previdenciária pode contribuir muito. Educação esta que deve permear todo o âmbito escolar, desde a criança até o adulto nos bancos das faculdades. Esse processo será capaz de tirar as vendas de muitos que não enxergam e nem planejam uma vida pós-laboral com mais dignidade, do ponto de vista financeiro. Ainda, poderá chamar a atenção para o cenário da previdência social, mostrando que não há mágica e que essa aposentadoria não será capaz de sozinha, prover todas as necessidades de uma aposentadoria com qualidade de vida. Para que o resultado final seja atingido quanto mais cedo se pensar em previdência melhor, a conquista deste futuro mais tranquilo financeiramente somente será atingida com muita disciplina. 17

18 18 REFERENCIAS CAZASSA, V. Os fundos de pensão na atualidade f. Dissertação (Mestrado em Economia) Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, CARVALHO, F. J.; MURGEL, M. I. Tributação de fundos de pensão. Belo Horizonte:Decálogo, p. INVERTIA PREVIDENCIA PRIVADA GuiaArtigo publicado na Revista FUNDOS DE PENSÃO, da Abrapp/ICSS/Sindapp, Ano XXVII, Número 340, de maio/2008, p INFO MONEY PESSOAL Alexandre Espinosa gerente da consultoria norteamericana AON especializada em consultoria de riscos e benefícios, diretor da Direction Talent Search. GAUDENZI, P. B. L. Tributação dos investimentos em previdência complementar privada.são Paulo: Quartier Latin, p. MARCONI, M. A; LAKATOS, E. M. Fundamentos da metodologia científica. 5. ed. SãoPaulo: Atlas, p. MATTOS, P. L. Análise de entrevistas não estruturadas: da formalização à pragmática da linguagem. In: GODOI, C. K.; BANDEIRA-DE-MELLO, R.; SILVA, A. B. (org.). Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, p. PREDENCIA PRIVADA - Quanto mais cedo, melhor Especial - Jornal Carreira e Sucesso 2007 Valor Economico 08/2012Previdência Privada > Guia WEG SEGURIDA SOCIAL Relatorio de informações 2011

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