UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Filipe Elon de Souza A CORRETA ESCOLHA DO REGIME DE TRIBUTAÇÃO PARA OTIMIZAÇÃO DOS LUCROS NAS EMPRESAS

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Filipe Elon de Souza A CORRETA ESCOLHA DO REGIME DE TRIBUTAÇÃO PARA OTIMIZAÇÃO DOS LUCROS NAS EMPRESAS CURITIBA 2010

2 Filipe Elon de Souza A ESCOLHA DO MELHOR REGIME DE TRIBUTAÇÃO PARA OTIMIZAÇÃO DOS LUCROS NAS EMPRESAS Trabalho Acadêmico apresentado à disciplina de Planejamento Tributário, ao Curso de MBA em Finanças Empresariais, da Universidade Tuiuti do Paraná. Orientador: Prof. Marco Aurélio Pitta. CURITIBA 2010

3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO METODOLOGIA CONCEITO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO OBJETIVO DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DECISÕES A SEREM TOMADAS DENTRO DO PLANEJAMENTO TRIBUTO TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS EVASÃO FISCAL ELISÃO FISCAL A CARGA TRIBUTARIA NO BRASIL SOBRE O LUCRO REAL CONCEITO PESSOAS JURÍDICAS OBRIGADAS AO LUCRO REAL SOBRE O LUCRO PRESUMIDO CONCEITO INGRESSO NO SISTEMA RESTRIÇÕES NO REGIME DO LUCRO PRESUMIDO SOBRE O SIMPLES NACIONAL CONCEITO SOBRE A ABRANGÊNCIA DA LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE EMPRESA ENQUADRADAS COMO (ME) E DE PEQUENO PORTE (EPP) PARA EFEITOS DO SIMPLES NACIONAL SOBRE O RECOLHIMENTO UNIFICADO DOS TRIBUTOS EMPRESAS IMPEDIDAS DE OPTAR PELO SIMPLES NASCIONAL EMPRESAS QUE PODEM OPTAR PELO SIMPLES NACIONAL ESTUDO DE CASO DRE LUCRO REAL DRE LUCRO PRESUMIDO DRE SIMPLES NACIONAL COMPARATIVO ENTRE OS TRÊS REGIMES DE TRIBUTAÇÃO... 33

4 13 CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS... 38

5 4 1 INTRODUÇÃO Com a crise econômica, vem a obrigação da redução de custos, com isso o planejamento tributário é uma ferramenta usada como estratégia para evitar o alto índice de mortalidade das empresas, já que a tributação vem aumentando e uma boa decisão na correta escolha do regime de tributação ocasionará um impacto positivo no fluxo de caixa das empresas. O objetivo deste trabalho é demonstrar um apanhado geral sobre os tributos no país, os conceitos sobre elisão e evasão fiscal bem como um estudo de caso fazendo uma comparação com os três regimes tributários: Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional. Como a carga tributária no país é complexa, acaba dificultando sua interpretação bem como as várias alterações na legislação, neste sentido este artigo defende à importância do responsável legal pela empresa nas decisões do planejamento tributário juntamente com o contador para verificarem formas mais eficazes na diminuição da carga tributária e otimizar os lucros através de práticas lícitas.

6 5 2 METODOLOGIA Segundo Andrade (1999, p ) na pesquisa descritiva os fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem que o pesquisador interfira sobre eles. Como método para o desenvolvimento deste artigo, foram feitas pesquisas bibliográficas, de sites e consulta na empresa Açomaster Comércio de Tubos e Aços Ltda onde foi desenvolvido o estudo das modalidades de tributação (Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional.) 3 CONCEITO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Segundo Fabretti (2005, p ) o Planejamento Tributário é uma forma legal para a redução de impostos nas empresas, o que deverá ocasionar resultados positivos, sendo assim uma ferramenta muito importante e que se faz necessária em nossos dias devida à extrema competitividade. O Planejamento tributário é a atividade que estuda os atos e negócios jurídicos que o agente econômico seja ela instituição financeira, cooperativa, associação, empresa, instituição pretende realizar. Borges (2002, p ) menciona dois fatores que determinam a necessidade do planejamento tributário: um deles é o elevado ônus fiscal incidente

7 6 nos negócios e o outro é o grau de conhecimento do empresário quanto as complexidades, sofisticações, alternância e versatilidade da legislação pertinente. Para Borges (2002) o Planejamento Tributário tornou-se de fundamental importância para as empresas, já que a legislação tributária brasileira, em função do número de leis e de constantes alterações, passa a ser vista como complexa, dificultando aos empresários promover a interpretação das mesmas, e de se manter atualizados em decorrência dos diversos influenciadores na gestão empresarial. Com ele é possível recolher tributos de forma lícita e mais vantajosa. Ainda segundo Borges (2002) existem cinco fases operacionais para um planejamento tributário: a) A pesquisa do fato objeto do planejamento tributário; b) A articulação das questões fiscais oriundas do fato pesquisado; c) Estudo dos aspectos jurídico-fiscais relacionados com as questões decorrentes do fato pesquisado; d) Conclusão; e) Formalização do planejamento elaborado num expediente técnicofuncional. São inquestionáveis as vantagens que o planejamento tributário pode propiciar às empresas, entre outras temos as principais: recolhimento dos tributos de forma legal e mais econômica, postergação dos tributos proporcionando um fluxo de caixa maior para negociações entre outros. Segundo Gubert (2003, p. 33), a definição de Planejamento Tributário é: O planejamento tributário é o conjunto de condutas, comissivas ou omissivas, da pessoa física ou jurídica, realizadas antes ou depois da ocorrência do fato gerador, destinadas a reduzir, mitigar, transferir ou postergar legal ou licitamente os ônus dos tributos.

8 7 Para Gubert (2003), entende-se que o planejamento tributário pode ser dividido em duas fases distintas, a primeira é a anterior a ocorrência do fato gerador, onde o contribuinte verificará os meios possíveis para a redução do tributo como também das obrigações acessórias. A segunda etapa acontece posteriormente a ocorrência do fato gerador, esta etapa procura-se apurar se existe algum procedimento administrativo ou judicial. 4 OBJETIVO DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Para Young (2007, p. 91), O Planejamento tributário visa evitar a incidência do fato gerador sendo assim é uma forma de projetar dados para determinar resultados os quais poderão ser realizados ou não. Ainda segundo Young (2007, p.96), O objetivo do Planejamento Tributário também seria ocasionar a diminuição do valor do tributo a ser pago pela formação da base de cálculo ou sobre a aplicação da alíquota, bem como adiar o pagamento do tributo porém sem que ocorra a incidência de paralisações fiscais (juros e multas). Para Fabretti (2005, p ) o objetivo do Planejamento Tributário seria a obtenção da maior economia fiscal possível, reduzindo a carga tributária para o valor realmente exigido por lei, assim o indivíduo responsável por este planejamento deve estudar e identificar todas as alternativas legais aplicáveis ao caso ou existência de lacunas na lei, que possibilitem realizar a operação pretendida, da forma menos

9 8 onerosa possível para o contribuinte, sem contudo contrariar o que está disposto em lei. Segundo Fabretti (2005) As grandes empresas já dispõem em sua estrutura organizacional, uma área de planejamento tributário constituído por pessoas de várias formações e segmentos para tratar especificamente desse grande projeto, porém as empresas de pequeno porte não realizam este planejamento muitas vezes por desconhecimento, muitas outras por falta de dinheiro para pagar grandes companhias que prestam consultoria. Bogo (2006, p.191) menciona que o planejamento tributário é uma forma de antecipação dos efeitos das normas tributárias, ou seja, é considerada a técnica de organização preventiva de negócios objetivando a licita economia dos tributos, sendo assim cabe o Planejamento tributário para o gestor do negócio juntamente com o contador fazer este controle com tomadas de decisões corretas e não ao fisco que sim tem por direto tomar medidas corretivas casos as condutas sejam ilícitas. 5 DECISÕES A SEREM TOMADAS DENTRO DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Para Chievenato (2004, p. 348) o conceito de decisão é o processo de análise e a escolha das alternativas disponíveis nas ações que o indivíduo irá seguir, as decisões envolvem seis elementos: 1. Tomador de decisão: É a pessoa que faz uma escolha ou opção entre várias alternativas futuras de ação. 2. Objetivos: São os objetivos que o tomador de decisão pretende alcançar com suas ações.

10 9 3. Preferências: São os critérios que o tomador de decisão usa para fazer sua escolha. 4. Estratégia: É o curso de ação que o tomador de decisão escolhe para atingir seus objetivos. O curso de ação é o caminho escolhido e depende dos recursos de que pode dispor. 5. Situação: São os aspectos do ambiente que envolve o tomador de decisão, alguns deles fora do seu controle, conhecimento ou compreensão e que afetam sua escolha. 6. Resultado: É a conseqüência ou resultante de uma dada estratégia. Ainda segundo Chiavenato (2004, p. 349) o processo decisório é complexo e vai depender das características pessoais da pessoa tomadora de decisão, este processo exige sete etapas: 1. Percepção da situação que envolve algum problema. 2. Análise e definição do problema. 3. Definição dos objetivos. 4. Procura de alternativas de solução ou de curso de ação. 5. Escolha (seleção) da alternativa mais adequada ao alcance dos objetivos 6. Avaliação e comparação das alternativas. 7. Implementação da alternativa escolhida. Segundo Nogueira (1999, p. 200), a correta decisão da modalidade legal (Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional) evita o excesso de operações tributadas e como resultado, uma diminuição nos custos da empresa. Para Andrade Filho (2005, p. 649), para tomada das corretas decisões, o bom planejamento tributário requer que o representante legal da empresa com o apoio da área de contabilidade tenham um sólido conhecimento sobre negócios e leis. O bom planejamento tributário é aquele que é pensado e conduzido segundo as particularidades de cada caso e é implementado com máximo cuidado e zelo. É aquele em que declarações são feitas de forma direta e os fatos são relatados às claras, sem meias palavras: em que os documentos de suporte são cuidadosamente preparados e os registros contábeis fazem espelhar os fatos acontecidos de forma analítica, passo a passo.

11 10 6 TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES Segundo Machado (1999, p. 48) nos dias de hoje o tributo é considerado um direito do Estado, pois assim ele pode exercer o seu papel como Estado de Direitos, transformando esses valores arrecadados em obrigações sociais. É através dos tributos que o estado angaria fundos para manutenção da maquina administrativa para executar suas atividades. Os tributos no Brasil são instituídos através da Constituição Federal de 1988 CF/88, em seu Artigo 145 cita: A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: I - impostos; II - taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição; III - contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas. De acordo com o inciso I do art. 48 da Constituição Federal de 1988 é atribuição do congresso nacional, com a sanção do Presidente da República, dispor sobre o sistema tributário de competência da União. O sistema tributário federal é regulamentado pela Lei nº 5.172, de 25 de Outubro de 1966, o Código Tributário Nacional, que institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, Estados e Municípios. Conforme o art. 3º do Código Tributário Nacional (CTN) Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituído em lei e cobrado mediante atividade administrativa plenamente vinculada.

12 11 O art. 4º do CTN diz que Os tributos são impostos, taxas e contribuições de melhoria. O art. 16 do CTN define que Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte. Contribuições especiais são aquelas que a união institui com fundamento nos artigos 149 a 195 da constituição federal, dividem-se em duas espécies: contribuições sociais e as contribuições da seguridade social. O art. 44 do CTN define a base de cálculo do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza como sendo o montante, real, arbitrado ou presumido, da renda e dos proventos tributáveis. A partir deste artigo criou-se os sistemas de tributação, hoje denominados, Lucro Real, Lucro Presumido e Lucro Arbitrado. O art. 179 da Constituição Federal (CF) determinou tratamento jurídico diferenciado às microempresas e empresas de pequeno porte visando o incentivo do cumprimento das obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias. A Lei 9.317, de 05 dezembro de 1996 regulamenta o disposto no art. 179 da CF criando o Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES).

13 12 7 EVASÃO FISCAL Segundo Bogo (2006, p. 190) entende-se que evasão fiscal são práticas ilicitas como o dolo, a simulação e a fraude de uma forma geral, em outras palavras atos ilícitos, penal-atributário ou civis. A evasão entra na esfera da falta do recolhimento tributário ou sonegação. Conceitua Martins (2002, p. 30) Sempre que o contribuinte se utiliza de comportamentos proibidos pelo ordenamento para diminuir, deixar de pagar ou retardar o pagamento de tributos diz-se que está se utilizando de prática evasiva. A evasão tributária é a economia ilícita ou fraudulenta de tributos porque sua realização passa necessariamente pelo imcumprimento de regras de conduta tributária ou pela utilização de fraudes Para Cassone (1997, p. 191) a evasão fiscal corresponde infração da lei, cometida após a ocorrência do fato gerador da obrigação tributária, o objetivo é reduzi-la ou ocultá-la. Esta prática ilícita está prevista e capitulada na Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária, Econômica e Contra as Relações de Consumo prevista pela Lei n 8.137/90. Young (2007, p.70) menciona que evasão fiscal é aquele negócio Jurídico executado com intuito de burlar o fisco, objetivando o não pagamento ou pagando um montante menor sobre a obrigação tributária, sendo assim evasão fiscal é um ilícito tributário onde dispõe as normas regidas em lei que discorrem sobre crimes contra ordem tributária Lei 8.137/90, conjugada com a Lei 9.249/95.

14 ELISÃO FISCAL Para Bogo (2006, p. 190) a definição para elisão fiscal é a prática de condutas lícitas pelo contribuinte que tem como o objetivo reduzir a carga tributária sobre operações comerciais ou financeiras através de escolhas entre vários dispositivos e alternativas da lei que permitam pagar menores tributos. Segundo Cassone (1997, p. 191), elidir é reduzir, evitar ou retardar o pagamento do tributo por atos ou omissões lícitas do sujeito passivo, anteriores à ocorrência do fato gerador ou seja a economia lícita de tributos, deixa de realizar determinadas operações ou as faz de forma menos onerosa possível para o contribuinte. É considerada uma Ação perfeitamente lícita de economia fiscal. Esclarece Malerbi (1984, p. 75) que: A elisão tributária refere-se a um certo tipo de situações criadas pelo contexto do direito tributário positivo que, por não estar compreendido dentro do catálogo legal das situações tributárias existentes, pertence, assim, àquela área de proteção jurídica do particular (relacionada com sua liberdade negocial e, precipuamente, com a sua propriedade), constitucionalmente assegurada, na qual o Estado tributante não pode ingressar. Martins (2002, p. 31) conceitua prática elisiva a adoção pelo contribuinte de condutas lícitas com a finalidade de evitar, retardar ou diminuir o pagamento do tributo, ou seja o contribuinte poderá fazer a análise se realizará ou não para fins de incidência do fato gerador e, caso realize, que o faça de forma menos onerosa.

15 14 8 A CARGA TRIBUTÁRIA NO BRASIL Amaral (2009), discorre sobre o peso que a carga tributária tem sob a vida das empresas e pessoas. Em momentos de crises quando há ameaças aos cofres do governo, o mesmo passa medidas de reajustes que afetam diretamente no bolso dos contribuintes. Em 2007, a carga tributária correspondeu a 35,3% do PIB, conforme o último estudo tributário divulgado pela Receita Federal. Especialistas afirmam que a participação da carga tributária não deveria ultrapassar os 25% do PIB. Dessa forma, atenderia melhor as necessidades de crescimento vegetativo da economia e da infra-estrutura do país. Tributaristas defendem que o país tem que criar uma meta de carga tributária de 15% do PIB dentro de 15 a 20 anos porém o país tem uma série de compromissos estabelecidos pela Constituição Federal, como aplicação de limites mínimos de recursos em saúde, educação, segurança, pagamento de seguro desemprego e salário mínimo e por estes fatores é complicado pleitear por uma redução mais drástica na tributação. Os Países desenvolvidos têm uma estrutura tributária mais eficiente e com uma menor quantidade de tributos. Isso, no entanto, não quer dizer que eles cobram menos impostos em termos porcentuais do Produto Interno Bruto (PIB, todo valor adicionado aos produtos e serviços produzidos pelo país em um determinado período de tempo). Em 1997, a carga tributária correspondia a 27,81% do PIB. Em dez anos, esse valor cresceu em 7,49 pontos porcentuais. Para Barone, consultado por VEJA.com afirma que esse crescimento é bastante significativo.

16 15 Para lidar com a crise financeira o governo federal decidiu abrir mão de cerca de 8,4 bilhões de reais em impostos no fim de O pacote tributário incluiu o corte de algumas taxas, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) das montadoras de veículos e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para o consumo, além da criação de duas novas alíquotas do Imposto de Renda Pessoa Física. Segundo alguns consultores, o alto valor dos tributos incentiva a sonegação por parte das empresas e uma redução nesse valor diminuiria o porcentual da carga, no entanto poderia aumentar a arrecadação porque as empresas seriam mais colaborativas com isso o governo garantiria mais arrecadação. 9 SOBRE O LUCRO REAL 9.1 CONCEITO Segundo Zanluca (2005, p ), O Lucro Real é a base de cálculo do imposto sobre a renda apurada segundo registros contábeis e fiscais efetuados sistematicamente de acordo com as leis comerciais e fiscais. A apuração do lucro real é feita na parte A do Livro de Apuração do Lucro Real, mediante adições e exclusões ao lucro líquido do período de apuração (trimestral ou anual) do imposto e compensações de prejuízos fiscais autorizadas pela legislação do imposto de renda, de acordo com as determinações contidas na Instrução Normativa SRF nº 28, de 1978, e demais atos legais posteriores.

17 PESSOAS JURÍDICAS OBRIGADAS AO LUCRO REAL Segundo Zanluca (2005, p ) estão obrigadas ao regime de tributação com base no lucro real, em cada ano-calendário, as pessoas jurídicas: 1) Cuja receita total, ou seja, o somatório da receita bruta mensal, das demais receitas e ganhos de capital, dos ganhos líquidos obtidos em operações realizadas nos mercados de renda variável e dos rendimentos nominais produzidos por aplicações financeiras de renda fixa, da parcela das receitas auferidas nas exportações às pessoas vinculadas ou aos países com tributação favorecida que exceder ao valor já apropriado na escrituração da empresa, na forma da IN SRF nº 38, de 1997, no anocalendário anterior, seja superior ao limite de R$ ,00 (vinte e quatro milhões de reais), ou de R$ ,00 (dois milhões de reais) multiplicado pelo número de meses do período, quando inferior a doze meses; 2) Cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e câmbio, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta; 3) Que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior;

18 17 4) Que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto; 5) Que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamento mensal do imposto de renda, determinado sobre a base de cálculo estimada, na forma do art. 2º da Lei nº 9.430, de 1996; 6) Que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring). 10 SOBRE O LUCRO PRESUMIDO 10.1 CONCEITO Segundo Zanluca (2005, p. 53) o lucro presumido é uma forma de tributação simplificada para determinação da base de cálculo do imposto de renda e da CSLL das pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas, no ano-calendário, à apuração do lucro real. O imposto de renda é devido trimestralmente. A pessoa Jurídica cuja receita bruta total, no ano-calendário anterior, tenha sido igual ou inferior a R$ ,00 (quarenta e oito milhões de reais), ou a R$ ,00 (quatro milhões de reais) multiplicados pelo número de meses de atividade do ano-calendário anterior, quando inferior a 12 (doze) meses, poderá optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido.

19 18 Este aumento de limite é válido para opção do lucro presumido a partir de Portanto, a base da receita a ser considerada para fins de enquadramento pode ser a de Entretanto, mesmo que a receita bruta permita o enquadramento, há de se observar as hipóteses obrigatórias para determinação do lucro real. Desta forma, determinada empresa que tenha uma receita bruta de R$ ,00 (quarenta milhões) em 2004, pode ser impedida de optar pelo lucro presumido em 2005, por ter seus lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior INGRESSO NO SISTEMA A opção pelo regime de tributação com base no lucro presumido será manifestada com o pagamento da primeira ou única quota do imposto devido correspondente ao primeiro período de apuração de cada ano-calendário. A pessoa jurídica que iniciar atividades a partir do segundo trimestre manifestará a opção com o pagamento da primeira ou única quota do imposto devido relativa ao período de apuração do início de atividade. A opção pela apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é irretratável para o ano-calendário (Lei nº 9.718, de 1998, art. 13, 1º), de acordo com a Receita da Fazenda Federal (2010) RESTRIÇÕES NO REGIME DO LUCRO PRESUMIDO Segundo a Receita da Fazenda Federal (2010) não poderão optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido:

20 19 As pessoas jurídicas que exercerem atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis, enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de custo orçado (IN SRF n 25, de 1999, art. 2 ). As pessoas jurídicas de que tratam o inciso I e III a V do art. 14 da Lei n 9.718, de 1998, que optarem pelo REFIS - Programa de Recuperação Fiscal, poderão durante o período em que submetidas ao REFIS, adotar o regime de tributação com base no lucro presumido, a partir de 2000 (MP n , de 14 de dezembro de 1999, e reediç ões posteriores). Quanto a saída do sistema de tributação pelo lucro presumido será realizada somente quando a pessoa jurídica deixar de se enquadrar nas condições para permanecer no sistema, segundo a Receita da Fazenda Federal (2010). 11 SOBRE O SIMPLES NACIONAL 11.1 CONCEITO O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido previsto na Lei Complementar nº 123, de , aplicável às Microempresas e às Empresas de Pequeno Porte, a partir de De acordo com a Receita da Fazenda Federal (2010).

21 SOBRE A ABRANGÊNCIA DA LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 2006 E A QUEM COMPETE REGULAMENTAR O SIMPLES NACIONAL. A Lei Complementar nº. 123, de estabelece normas gerais relativas às Microempresas e às Empresas de Pequeno Porte no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, abrangendo, não só o regime tributário diferenciado (Simples Nacional), como também aspectos relativos às licitações públicas, às relações de trabalho, ao estímulo ao crédito, à capitalização e à inovação, ao acesso à justiça, dentre outros. Cabe ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) vinculado ao Ministério da Fazenda, tratar dos aspectos tributários do Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e este comitê é composto por representantes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios EMPRESAS ENQUADRADAS COMO (ME) E PEQUENO PORTE (PP) PARA EFEITOS DO SIMPLES NACIONAL. Considera-se ME, para efeito do Simples Nacional, a pessoa jurídica que obtenha em cada exercício equivalente a um ano, receita bruta igual ou inferior a R$ ,00 (duzentos e quarenta mil reais). Considera-se EPP, para efeito do Simples Nacional, a pessoa jurídica que obtenha em cada exercício equivalente a um ano, receita bruta superior a R$

22 ,00 (duzentos e quarenta mil reais) e igual ou inferior a R$ ,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais). Para fins de enquadramento na condição de ME ou EPP, deve ser levado em consideração o somatório das receitas de todos os estabelecimentos, em conformidade com a Receita da Fazenda Federal (2010) SOBRE O RECOLHIMENTO UNIFICADO DOS TRIBUTOS O Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes tributos: Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS); Contribuição para o PIS/Pasep; Contribuição Patronal Previdenciária (CPP); Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), de acordo com a Receita da Fazenda Federal (2010).

23 EMPRESAS IMPEDIDAS DE OPTAR PELO SIMPLES NACIONAL As Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) que não incorram em nenhuma das vedações previstas na Lei Complementar nº 123, de Microempresas (ME) que obtiveram no ano anterior, receita bruta igual ou inferior a R$ ,00. Empresas de Pequeno Porte (EPP) que obtiveram no ano anterior, receita bruta superior a R$ ,00 e igual ou inferior a R$ ,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), segundo a Receita da Fazenda Federal (2010): Que realize atividade de consultoria; Constituída sob a forma de sociedade por ações; De cujo capital participe outra pessoa jurídica; Que seja filial, representação ou agência no País de pessoa jurídica com sede no exterior; Que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS; De cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar nº 123, de , desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ ,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais); Cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o

24 23 limite de R$ ,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais); constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; Que participe do capital de outra pessoa jurídica; Que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar; Resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 anos-calendário anteriores; Que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos, compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); Que tenha sócio domiciliado no exterior; Cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de , desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ ,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais); De cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal;

25 24 Para os fatos geradores até 31 de dezembro de 2008, que preste serviço de comunicação; Que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas, Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; Preparações compostas, não alcoólicas (extratos concentrados ou sabores concentrados), para elaboração de bebida refrigerante, com capacidade de diluição de até 10 partes da bebida para cada parte do concentrado; Cervejas sem álcool; Que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros; Que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica; Que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; Que exerça atividade de importação de combustíveis; Que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: Cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes; Bebidas: Alcoólicas; Refrigerantes, inclusive águas gaseificadas; Cervejas sem álcool; Que tenha por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou

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