FACULDADE IBGEN INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS MBA EM GESTÃO PÚBLICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE IBGEN INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS MBA EM GESTÃO PÚBLICA"

Transcrição

1 FACULDADE IBGEN INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS MBA EM GESTÃO PÚBLICA INSERÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO MUNDO DO TRABALHO O CASO PORTO ALEGRE IRIA MARGARIDA FRITZEN DA ROCHA Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Junho de 2008.

2 2 IRIA MARGARIDA FRITZEN DA ROCHA INSERÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO MUNDO DO TRABALHO O CASO DE PORTO ALEGRE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Pós- Graduação em MBA em Gestão Pública, da Faculdade IBGEN, como requisito parcial à obtenção do título de Especialista. Orientador Metodológico: Professor Márcio Souza Pires Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Junho de 2008.

3 A meu marido, João Carlos, pela compreensão nos momentos em que estive ausente envolvida na execução deste projeto de vida. Aos meus filhos, pelo incentivo de sempre querer ver sua mãe se atualizando. A minha neta Amanda, que já me acha um pouco velhinha para estudar, porém me dá uma lição de vida com seu olhar meigo, seu sorriso resplandecente, fazendo que eu acredite numa vida mais humana para o futuro através desta geração. 3

4 4 AGRADECIMENTOS À Faculdade IBGEN Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios por ter-me proporcionado aumentar meus conhecimentos. Ao meu orientador metodológico, Professor Márcio Souza Pires da Silva, pela disponibilidade de sempre atender aos meus questionamentos. A todos os professores do curso MBA em Gestão Pública pela dedicação e paciência que mostraram com toda a nossa turma. A todos os meus colegas de curso e em especial o pessoal do meu grupo que me proporcionou um crescimento muito grande como profissional e pessoa. E um agradecimento muito especial aos meus colegas de trabalho da SEACIS, que um modo ou outro sempre me auxiliaram em alguma coisa durante o curso. A todos que, de uma forma ou outra, contribuíram para que eu pudesse alcançar este objetivo.

5 5 DEFICIÊNCIAS "Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. "Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce. "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

6 6 Resumo A inserção da pessoa com deficiência no mercado, através da Administração Pública, é o eixo norteador deste trabalho. Os objetivos são mostrar as realizações da Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social-SEACIS, ao longo de sua breve historia, a determinação na produção de projetos que visem à inclusão de PCDs no cotidiano da sociedade, tendo como meta inserção destas pessoas no mercado de trabalho. A intenção é, ainda, mostrar que na preocupação da Administração Pública com esta parcela da população e é importante tentar interferir no processo histórico de exclusão com a criação de projetos de acessibilidade arquitetônica e metas especificadas de inclusão. Devem-se inserir casos que possam contrapor este paradigma e chegar a uma sugestão para agilizar esta inserção, lembrando que existe farta legislação para isto. A contribuição dessas reflexões possibilita a nova elaboração sobre a inclusão que se faz necessária para que possamos interromper o processo histórico de exclusão das PCDs. Expressões-chave: Pessoa com Deficiência inserção no mercado inclusão e acessibilidade.

7 7 LISTA DE ABREVIATURAS SEACIS - Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social PMPA - Prefeitura Municipal de Porto Alegre IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístico PCD - Pessoa com Deficiência PCDs - Pessoas com Deficiência PPDs - Pessoas Portadora de Deficiência ONU - Organização das Nações Unidas OMS - Organização Mundial da Saúde CPA - Comissão Permanente de Acessibilidade PPPs -Parcerias Públicas Privadas EPTC -Empresa Pública de Transporte e Circulação COMDEPA - Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência

8 8 SUMÁRIO CApítulo 1. INTRODUÇÃO Tema de pesquisa Delimitação do tema de pesquisa Justificativa A importância do tema de pesquisa Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos Caracterização da Estrutura da Instituição do Caso Estudo de caso Etapas do trabalho Capítulo 2. REFERENCIAL TEÓRICO Elementos gerais relacionados ao tema de pesquisa Elementos específicos relacionados aos objetivos Mostrar as ações já executadas pelas SEACIS Investigar o foco de trabalho da inclusão do mundo do trabalho pela PCD em Porto Alegre Exemplificação através de Casos Caso de um Município de Pequeno do Estado do Rio Grande do Sul Caso do Maior Município do País - São Paulo Direitos de Cidadania das Pessoas com Deficiência no Governo Federal do Brasil Caso do Correio do Povo Casos da Petrobrás Projeto Cidadão Capaz Dados sobre a inclusão de PCD no Mercado de Trabalho pelo Departamento de estradas de rodagem do estado de São Paulo Dados sobre Espanha Casos sobre colocação profissional na Inglaterra Dados sobre União Européia O Ministério do Trabalho e Emprego através de Núcleo Igualdade no Trabalho/DRT/RS SINE- Sistema Nacional de Empregos Pesquisas e dados de Dissertações ligadas às pessoas com Deficiência Capítulo 3. O CAso estudado O caso que deu origem à pesquisa SEACIS Sua ações, seus projetos, sua história Relatório das atividades da SEACIS ao longo de sua breve história Relatório de atividades da SEACIS de Relatório de atividades da SEACIS de Relatório de atividades da SEACIS de Relatório de atividades da SEACIS de Coordenação Executiva da SEACIS Área de Inclusão Social Área de Acessibilidade Ações da SEACIS inseridas no Portal de Gestão... 63

9 Relatório orçamentário da SEACIS 2005, 2006, 2007 e Projetos da SEACIS Projeto do Espaço Braille Projetos do Curso de LIBRAS Curso de Inter - relacionamento - Aspectos Sociais, Políticos e Econômicos relativos às Pessoas com Deficiência Sistema Integrado de Inclusão das Pessoas com Deficiência Plano Diretor de Acessibilidade Ação Cadeira Certa Diversos Convênios realizados pela SEACIS Convênios com APAE Convênio com Calábria Convênio com ASASEPODE Ação Cadeira Certa Convênio com ASASEPODE Ação Sistema Integrado de Inclusão Social Convênio FASC com 21 organizações da sociedade civil para atendimento de crianças com deficiência com supervisão da SEACIS Convênio com a PUCRS Para entender melhor a constituição da SEACIS foram anexados: Análise da situação Segmentação dos usuários da SEACIS Atributos de valor da SEACIS Importância dos atributos de valor para os usuários da SEACIS Desempenho da SEACIS nos atributos Pontos de Satisfação e de Insatisfação da SEACIS na analise de seus resultados Solução sugerida Implementação Resultados obtidos ou esperados Capítulo 4. CONCLUSÕES ,1. Consecução dos objetivos Relação do trabalho e do curso realizado Limitações Sugestões e considerações finais APêNDICES ANEXOS ANEXO I ANEXO ii ANEXO III ANEXO IV ANEXO V ANEXO VI ANEXO VII ANEXO VIII ANEXO IX ANEXO X ANEXO XI ANEXO XII ANEXO XIII

10 ANEXO XIV ANEXO XV ANEXO XVI ANEXO XVIII

11 11 CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO. O desenvolvimento deste trabalho tem a intenção de fazer uma reflexão sobre a necessidade de inserir e integrar as Pessoas com Deficiência no mundo competitivo e discriminatório em que vivemos quais as possibilidades de fazer-se essa inserção, e tem como objetivo também discutir meios de propiciar-lhes um ambiente menos hostil. Verifica-se a existência na atual sociedade de uma cultura que reza que a pessoa não estando dentro da dita normalidade, dentro dos padrões pré-estabelecidos originará um preconceito automático. Os padrões de beleza e funcionalidade estipulados pela mídia determinam o que é e o que não é normal, ou melhor, fora dos padrões pré-estabelecidos de normalidade. Como se situam os seres humanos que tem alguma deficiência ou que não se encaixam totalmente dentro deste padrão préestabelecido? Estas pessoas terão chance de competir no mercado competitivo onde estão inseridas? Estará sendo obedecida a legislação farta que existe para estes fins? Partindo do exposto acima, ao longo deste trabalho relatarei entre outras coisas, a realização do projeto da Secretaria Especial da Acessibilidade e Inclusão Social - SEACIS que buscará defender a inserção e integração das pessoas com deficiência no mundo produtivo, através de diversos projetos e pesquisas para mostrar que a inserção é possível. Este trabalho versará sobre a inserção da Pessoa com Deficiência respeitando a acessibilidade e inclusão social, passando por vários tópicos, tais quais: - A pessoa deficiente como instrumento no mundo produtivo; - O enfoque da legislação na defesa dos direitos da Pessoa com Deficiência; - O trabalho da nova Secretaria da Prefeitura Municipal de Porto Alegre a SEACIS, a qual é encarregada pela Acessibilidade e Inclusão Social deste setor da sociedade em Porto Alegre. Objetivo também que os indicadores das dificuldades que temos e dos desafios que precisamos enfrentar para contemplar a todos com um mundo mais justo, nos

12 12 sirvam de força motriz para compreender e atuar sobre o meio em que estamos inseridos, gerando um bem-estar social adequado para todos. 1.1.Tema de pesquisa O tema desta pesquisa será a inclusão da Pessoa com Deficiência no mundo do trabalho. A Convenção Internacional dos Direitos das PCD, primeiro documento referente a direitos humanos, produzido pela ONU em dezembro de 2006, afirma e reafirma a inclusão de todas as PCD no mundo do trabalho de forma digna e integral, reforçando as ações afirmativas para tanto. As ações afirmativas são medidas que visam à implantação de providências obrigatórias ou facultativas de órgãos públicos ou privados, cuja finalidade é a de promover a inclusão de grupos historicamente discriminados para possibilitar o acesso aos espaços sociais e a usufruir direitos fundamentais, com vistas à realização da efetiva igualdade constitucional. A política que incentiva ao trabalho da PCD, a reserva obrigatória de vagas são os incentivos finais e contribuições empresariais em favor deste grupo e são utilizados para o custeio de formações profissional tanto público como privados. A inclusão social é o que os segmentos das PCD procuram para se sentirem úteis e valorizados. No Brasil a inclusão social é a palavra-chave que guia o sistema de proteção institucional da PCD e em Porto Alegre foi criada uma Secretaria especifica para que as PCD tenham um canal onde propor e participar da fiscalização das leis já propostas a nível internacional e nacional. Temos um débito social de muitos séculos a ser resgatado com as PCD, as remoções das barreiras arquitetônicas e latitudinais acarretam a percepção de obstáculos culturais e físicos que são postos pelo conjunto da sociedade e excluem esta minoria do acesso a direitos fundamentais básicos. Cabe à sociedade agir combinando esforços públicos e privados para sua realização.

13 Delimitação do tema de pesquisa Este trabalho se limitará a abordar à inserção da Pessoa com Deficiência no Mundo do Trabalho propiciado pela Administração Pública frente à legislação vigente, fiscalização e ao treinamento que possibilite esta inserção. Abordará também a ação da PMPA, através da SEACIS, a qual visa a Inclusão Social das PCD através de diversos projetos que objetivam esta inclusão. Temos diversos projetos ligados a Acessibilidade arquitetônica, acessibilidade de comunicação através da inclusão digital de deficientes visuais e linguagem Braille e linguagem brasileira de sinais (LIBRAS). 1.3.Justificativa A importância do tema de pesquisa Qual a conseqüência do desconhecimento e o não cumprimento da legislação vigente pelas empresas públicas e privadas quanto à inclusão da PCD no mundo do trabalho? O tema, bastante debatido na sociedade em geral, levou a PMPA a criar a primeira Secretaria de Acessibilidade e Inclusão Social do Brasil, especializada no atendimento a PCD, da qual faço parte, motivo pelo qual dedico minhas pesquisas a sugestão de novos projetos de inclusão para tornar a PCD auto-suficiente no convívio com as pessoas ditas normais. A aceitação da PCD no mundo do trabalho através da aceitação da delimitação, preconceito e discriminação. A Assembléia Geral da ONU de 13/12/2006 aprovou a Convenção Internacional de Direitos da Pessoa com Deficiência, primeiro documento que trata de Direitos

14 14 Humanos da ONU no século XXI, sendo um instrumento importante dos direitos da PCD. Segundo a OMS, o grupo das PCD conta atualmente com 650 milhões de pessoas no mundo. E, segundo fontes do IBGE de 2000, tem 24 milhões no Brasil e 180 mil em Porto Alegre. O art.2 da Convenção sobre os Direitos das PCD contempla o conceito de Pessoa com Deficiência que tem uma grande reversão no modelo de concepção jurídica das PCD, bem como a inclusão da questão social para estabelecer maior ou menor participação das mesmas em sociedade. A convenção atende também os direitos: à Saúde, educação inclusiva em escola comum, transporte, lazer, cultura, esporte, habilitação e reabilitação, trabalho e formação profissional e as demais necessidades inerentes ao ser humano. A importância do cumprimento da legislação vigente, gerando a inserção da PCD no mundo do trabalho se dá em função de diversos fatores, dos quais podemos citar em grau de importância a satisfação da própria pessoa, a possibilidade de torná-la produtiva e a possibilidade de alcançar a auto-suficiência. 1.4.Objetivos Objetivo geral Propor ações para agilizar as aplicações das legislações vigentes para a inclusão da PCD no mundo do trabalho no Município de Porto Alegre Objetivos específicos Mostrar ações já executadas pela SEACIS de que a PCD é capaz de ser inserida no mundo do trabalho, produzindo e se tornar autônoma.

15 15 Investigar o foco de trabalho da inclusão do mundo do trabalho pela PCD em Porto Alegre. Dar sugestões de inclusão as PCD através de projetos de inclusão e mostras novos meios de incluí-las no mercado de trabalho. 1.5.Caracterização da Estrutura da Instituição do Caso Estudo de caso Segundo fontes do IBGE de 2000, temos 180 a 190 mil PCD no município de Porto Alegre e 24 a 25 milhões em todo Brasil. Conforme fonte da OMS de 2006 existe 650 milhões de PCD no mundo todo. A Convenção dos direitos da PCD, da ONU, que instituiu legislação Internacional para inclusão da PCD no mundo do trabalho e ainda a legislação nacional, bastante farta neste caso, é proposto como referencial teórico para esta etapa de estudo do caso. Visto o vasto universo de PCD haverá dificuldade para pesquisar o número de pessoas deste grupo que estão aptas a ser inserida no mundo do trabalho. O caso será sobre a inclusão da PCD no mundo do trabalho respeitando a acessibilidade e inclusão social tendo a PCD como instrumento no mundo produtivo, enfocando principalmente a legislação na defesa de seus direitos. Será mostrado o trabalho da nova Secretaria da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, a SEACIS, a qual é encarregada pela Acessibilidade e Inclusão Social deste setor da sociedade em Porto Alegre. A SEACIS Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social é uma Secretaria da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA). Ela foi criada em 2005, pela Lei Municipal nº de 06 de julho de 2005, obedecendo ao decreto federal nº. 5296/04. O artigo segundo da Lei 9782/05 diz que a SEACIS ficará vinculada diretamente ao Prefeito Municipal e será o órgão central do planejamento, da coordenação e do controle das políticas públicas voltadas para inclusão social das pessoas com necessidades especiais em Porto Alegre.

16 16 A iniciativa pioneira da administração municipal criando a SEACIS foi aprovada por unanimidade pelos vereadores de Porto Alegre, que reconheceram a importância e necessidade de sua criação. Iniciou suas atividades em agosto de 2005 quando foram elaboradas sua Missão e Visão: Missão: formular, desenvolver e acompanhar em parceria com demais órgãos públicos e entidades representativas do segmento, a implementação dos instrumentos para as políticas voltadas às pessoas com deficiência no município de Porto Alegre. Visão: atender as demandas, observando as construções históricas do segmento, buscando a valorização da diversidade, através da execução de programas, primando pela acessibilidade universal e inclusão social das pessoas com deficiência, valorizando a ética e a transparência nas ações. Faço parte do grupo de trabalho da SEACIS, desde sua criação, atuando como Assessora de Planejamento e Coordenadora Administrativa e Financeira. Acompanho todos os projetos criados desde 2005 até hoje e que no momento estão em plena execução. Temos projetos dentro da área de Acessibilidade e dentro da área de Inclusão Social. A proposta da SEACIS não é assistencialista, e sim o trabalho com projetos que visam capacitar a pessoa com deficiência para que a mesma possa ser independente, ou seja, inserir as pessoas com deficiência no convívio e se possível que a mesma possa ser inserida no mercado de trabalho para se auto-sustentar. Outro grande objetivo da SEACIS é o de transformar a cidade, isto é, garantir a acessibilidade nas ruas, prédios públicos, prédios históricos, postos de saúde, escolas, etc., proporcionando que a pessoa com deficiência, possa se locomover sozinha pela cidade. Isso demanda gastos, que a PMPA não pode fazer frente, existe a possibilidade de busca de parcerias com empresas privadas (PPPs), sendo utilizado pelas administrações públicas no Brasil, como uma maneira de resolver velhos problemas, em razão da deficiência dos orçamentos, servindo então as PPPS como auxílio nesta

17 17 busca para que possamos conseguir garantir a acessibilidade se não plena, próximo dela. Ainda dentro desta proposta de transformar a cidade, que é um desejo da SEACIS, buscamos fazer com que todos os entes municipais e entidades civis busquem a Secretaria para análise dos seus projetos arquitetônicos quanto ao Desenho Universal de Acessibilidade para Pessoas com Deficiência. Também existem programas voltados à saúde, educação, trabalho e lazer que atenda às necessidades das pessoas com deficiência. A pessoa com deficiência é o principal proponente das soluções e o melhor fiscal das irregularidades. É ele quem vivencia diariamente os problemas arquitetônicos, urbanísticos, de transporte e de comunicação. As pessoas com deficiência são os que direcionam as ações do governo, fazendo da Secretaria um órgão de e para pessoas com deficiência. Para facilitar denúncias, existe dentro da Secretaria uma OUVIDORIA onde qualquer pessoa pode denunciar situações que põem em risco a acessibilidade, como ruas sem calçadas ou sem acesso para cadeiras de rodas, prédios sem rampas ou sem banheiros para cadeirantes, selos de acessibilidades para estacionamento na cidade para pessoas com deficiência física e casos de Inclusão Social. A Ouvidoria atende na Secretaria (SEACIS), cito à Rua Siqueira Campos, º andar, sala 202 ou através do site. ou Enfim, por ter uma proposta inovadora e por ter sido a primeira Secretaria a tratar da acessibilidade e da inclusão social de pessoas com deficiência do Brasil, a SEACIS possui uma grande responsabilidade, pois certamente será referência para futuras implantações de outras Secretarias semelhantes tanto ao nível de outros municípios, como ao nível do Estado e até mesmo nacionalmente. A SEACIS é composta por treze (14) servidores, todos com 08 horas diárias e seis (06) estagiários, sendo dois (02) de Arquitetura, um (01) de Serviço Social e três (03) de ensino médio, um (01) estagiário voluntário, todos com 04 horas diárias.

18 18 Segue, abaixo, o organograma da SEACIS: SECRETÁRIO GABINETE DO SECRETÁRIO ASSESSORIA JURIDICA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO NÍVEL 6 NÍVEL 7 COORDE- NAÇÃO EXECUTIVA NÍVEL 5 ÁREA DE ACESSIBI- LIDADE ÁREA DE INCLUSÃO SOCIAL EQUIPE DE APOIO ADMINIS- TRATIVO NÍVEL 3 GERÊNCIA DE EXPEDIENTE E PESSOAL GERÊNCIA DE ORÇAMENTO PATRIMÔNIO E MATERIAL CONVENÇÕES AUTORIDADE INTEGRAL ASSESSORAMENTO ÓRGÃO DE INTEGRAÇÃO OPERACIONAL ÓRGÃO IMPESSOAL CINZA - NÍVEL 3 AMARELO - NÍVEL 4 VERDE - NÍVEL 5 PALHA - NÍVEL 6 AZUL - NÍVEL 7 LILÁS - NÍVEL 8 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA-GERAL DE MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Organograma da Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social - SEACIS DECRETO Nº 9391/89 - INCISO XXII Figura: Organograma da Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social-SEACIS.. Fonte: SEACIS São Paulo. Atualmente já contamos com diversas Secretarias em outros Estados entre este

19 Etapas do trabalho A elaboração do projeto pesquisado será através da realidade do meu dia a dia do trabalho, pois trabalho na SEACIS. Será realizado através da legislação existente, estudo de casos e a pesquisa bibliográfica com maior atenção à legislação. Os instrumentos de pesquisa utilizados serão através da legislação, estudos de casos, entrevistas, visitas a locais onde houver condições de obtenção de dados que levem ao beneficio do maior número de PCD e exigência da acessibilidade arquitetônica local. As informações serão coletadas através da pesquisa dos projetos da SEACIS e de entrevistadas dos dados colhidos que passarão na confecção de sugestões para agilização futura da inserção da pessoa com deficiência.. A pesquisa será dividida em etapas a seguir descritas: Dados que mostrem as dificuldades mais comuns das PCD; Entrevistas com PCD já inseridas no mundo do trabalho, as PCD que não trabalham ; Verificação do cumprimento, pelos órgãos públicos, da legislação existente. Com os dados colhidos confeccionar um documento orientador da realidade de Porto Alegre que leve ao conhecimento do maior número de PCD da Convenção dos Direitos das PCD da ONU. Com a coleta dos dados o foco do trabalho será: Caracterizar a realidade existente partindo da visão do problema apresentado;

20 20 Apresentar sugestões para um melhor acesso ao mundo do trabalho pelas PCD. A pesquisa ficará focada na inserção da PCD no mercado de trabalho pelo trabalho desenvolvido pela SEACIS. As oportunidades, a legislação cumprida e também a possível discriminação. Com base no acima citado serão feitas às sugestões e possíveis implantações com uma conclusão final. O modelo de entrevista aplicada será inserido nos anexos.

21 21 CAPÍTULO 2. REFERENCIAL TEÓRICO. O tema deste trabalho será a pesquisa da inserção da PCD com deficiência no Mundo do Trabalho propiciado pela Administração Pública frente à legislação vigente, fiscalização e ao treinamento que possibilite esta inserção. Existe uma gama muito grande de legislação pertinente a este tema, porém muito pouco explorado e muito escondido pela sociedade, no entanto a inserção da pessoa com alguma deficiência no mercado de trabalho e no convívio com a sociedade só trarão benefícios a todos que estão inseridos nela. A citação a seguir retrata claramente o que na realidade acontece na admissão ou contratação da PCD: Embora os entrevistados defendessem em suas falas que as empresas se preocupavam em oferecer um espaço à PCD, para conscientizar a sociedade que ela teria condições de exercer o trabalho, observou-se que a principal razão para a contratação desse ainda esta situada na obrigatoriedade determinada pela lei n Assim, parece que a lei acabou funcionando como uma válvula impulsionadora para a abertura de novas vagas dentro das empresas e serviu como ponte de acesso mais rápido para que as pessoas com deficiência pudessem alcançar o caminho do mercado de trabalho,..."(relato de Pesquisa - O que os empregadores pensam sobre o trabalho da pessoa com deficiência? Eliza Dieko Oshiro Tanaka e Eduardo José Manzini). A análise da citação acima nos leva a querer desmistificar este pensamento. As PCD devem ser incluídas não somente através da reserva de vagas amparada em lei e sim por mérito de competência das mesmas. A citação do Presidente da Fundação Getúlio Vargas retrata bem o que se passa em nível de Brasil relativo à PCD:

22 22 As pessoas com deficiência possuem limitações físicas ou mentais que muitas vezes não as incapacitam, ou provocam desvantagens para determinada atividade, mas geram estigmas individuais e coletivos. Essas deficiências sociais se apresentam como desvantagens, uma vez que estereótipos e discriminações impedem que as pessoas com deficiência tenham vida normal em sociedade. Uma das principais fontes de preconceitos é desinformação existente acerca das potencialidades, desejos e dificuldades, deste grupo da população... (Carlos Ivan Simonsen Leal - Presidente da Fundação Getúlio Vargas - Na apresentação da obra Retratos da Deficiência no Brasil - Marcelo Neri e outros 2003). Na inclusão da Pessoa com Deficiência é preciso lembrar que a manutenção dos direitos humanos, o direito à democracia e a acessibilidade são indissolúveis, pois representam o respeito e a valorização da diversidade humana, como instrumento de bem-estar e de desenvolvimento inclusivo. Prover a acessibilidade para todos é ainda um grande desafio, que enfrentamos, e este objetivo somente será atingido com a eliminação de todas as barreiras visíveis e invisíveis existentes em nosso meio. Existem inúmeros dispositivos que obrigam as diversas esferas de governo a investir e a controlar a aplicação da lei na inclusão das Pessoas com Deficiência no mundo produtivo, e ainda, na falta de legislação específica que regulamente e defina, poderá ser usada o Decreto Federal nº 3298/1999, em seu artigo 8, inciso III. Art. 8º: São instrumentos da Política Nacional para integração da Pessoa Portadora de Deficiência :... III- a aplicação da legislação específica que disciplina a reserva de mercado, em favor da Pessoa Portadora de Deficiência, nos órgãos e entidades públicos e privados. ( Decreto Federal nº 3298/1999, art. 8º, III Acessibilidade, página 31) Existe farta legislação a respeito das cotas que as empresas precisam respeitar para inserção da PCD no mercado de trabalho. A lei nº 8213/91 que estabeleceu a

23 23 obrigatoriedade de cotas ficou conhecida como a Lei das Cotas e em seu art. 93 especifica claramente as porcentagens de cotas que todas as empresas devem cumprir como segue abaixo: I de 100 a 200 empregados... 2%; II de 201 a %; III de 501 a %; IV - de em diante... 5%. (A Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho - TEM pág.18) A Lei das Cotas por si só não solucionada o problema da inserção da PCD no trabalho, mas sim como discorrido acima a posição das atitudes das pessoas frente a deficiência. Preparar não só as PCD com deficiência frente à inclusão e sim o ambiente em que esta pessoa atuará e também as atitudes das pessoas que irão conviver com ela, as necessidades das PCD e a convivência com as mesmas. Importante salientar ainda, que não adianta somente fazer a reserva de mercado para as Pessoas com Deficiência, porém devemos prepará-las para assumir as mais diversas funções dentro de suas especificidades, para que possam executar as mesmas adequadamente e não somente fazer isto através de assistencialismo. Devemos lembrar que o objetivo das PCDs é o reconhecimento da cidadania plena e não simplesmente o cumprimento obrigações sociais. Elas querem se sentir como um cidadão completo. Existem diversas legislações que contemplam este anseio que se adaptam ao contexto, como o Art. 28 do Decreto Federal nº 3298/1999. Art. 28: O aluno portador de deficiência matriculado ou egresso do ensino fundamental ou médio, de instituições públicas ou privadas terá acesso à educação profissional, a fim de obter habilitação profissional que lhe proporcione oportunidades de acesso ao mercado de trabalho Decreto Federal nº 3298/1999, art. 28º - Acessibilidade, página 43.

24 24 Este artigo cita o aluno, mas devem-se lembrar sempre quando estamos fazendo uma formação, somos alunos, e este artigo quer propiciar que todos tenham no futuro condição de concorrer no mercado de trabalho com nível de habilidades especifica já adquirida. Necessário se faz ainda dizer que o art. 28º, nos parágrafos 1, 2, 3 e 4, estabelece como direito básico a educação profissional e detalha com maior especificidade o modo como fazê-lo. 1º A educação profissional para Pessoas Portares de Deficiência será oferecido nos níveis básico, técnico e tecnológico, em escola regular, em instituições especializadas e nos ambientes de trabalho ; 2º As instituições públicas e privadas que ministram educação profissional deverão obrigatoriamente oferecer cursos profissionais de nível básico a pessoas portadoras de deficiência, condicionando a matrícula à sua capacidade de aproveitamento e não a seu nível de escolaridade. 3 Entende-se por habilitação profissional o processo destinado a propiciar à pessoa portadora de deficiência, em nível formal e sistematizado, aquisição de conhecimentos e habilidades especificamente associados a determinada profissão ou ocupação. 4º Os diplomas e certificados de cursos de educação profissional, expedidos por instituição credenciada pelo Ministério da Educação ou órgão equivalente terão validade em todo território nacional. ( Decreto Federal nº 3298/1999, art. 28º - Acessibilidade, página 43). Com uma formação adequada e com os direitos respeitados pelo art. 28, detalhado neste capítulo, podemos afirmar que temos que trabalhar para seja derrubado o mito de que as Pessoas com Deficiência não possam, após sua formação feita, se inserir de maneira adequada e competitiva no campo de trabalho como o momento atual exige. Temos que deixar de lado o assistencialismo e nos empenhar no integracionismo das pessoas nos mais diversos meios da nossa sociedade.

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 15, DE 2013.

ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 15, DE 2013. ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 15, DE 2013. Institui a Política de Acessibilidade do Senado Federal. A COMISSÃO DIRETORA DO SENADO FEDERAL, no uso das competências que lhe foram conferidas pelo art. 98, inciso

Leia mais

A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO. Palavras-chave: Inclusão. Pessoas com deficiência. Mercado de trabalho.

A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO. Palavras-chave: Inclusão. Pessoas com deficiência. Mercado de trabalho. 1 A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO Marlene das Graças de Resende 1 RESUMO Este artigo científico de revisão objetiva analisar importância do trabalho na vida das pessoas portadoras

Leia mais

Novas Perspectivas de inclusão: uma experiência no ensino de história. Profª Drª Marcia Cristina Pinto Bandeira de Mello 1

Novas Perspectivas de inclusão: uma experiência no ensino de história. Profª Drª Marcia Cristina Pinto Bandeira de Mello 1 Novas Perspectivas de inclusão: uma experiência no ensino de história. Profª Drª Marcia Cristina Pinto Bandeira de Mello 1 Introdução: Como Professora do Colégio Pedro II (CPII), a mais de vinte anos,

Leia mais

Proposta de ações para elaboração do. Plano Estadual da Pessoa com Deficiência;

Proposta de ações para elaboração do. Plano Estadual da Pessoa com Deficiência; 1 Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação das diretrizes e metas na garantia de direitos às pessoas com deficiência

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA Adenilton Santos Moreira* RESUMO Este trabalho analisa a Inclusão social como a capacidade

Leia mais

A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior

A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior UNIrevista - Vol. 1, n 2: (abril 2006) ISSN 1809-4651 A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior Marilú Mourão Pereira Resumo Fisioterapeuta especialista em neurofuncional

Leia mais

JOVEM COM DEFICIÊNCIA

JOVEM COM DEFICIÊNCIA JOVEM COM DEFICIÊNCIA 1. Promover cursos de educação profissional de nível básico (técnico e tecnológico nos termos da Lei 9.394/96) e superior em espaços públicos e privados, respeitando a inclusão de

Leia mais

GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL

GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL Nº PROPOSTA UF e Nº Original da Proposta 01 Garantir os 20% das vagas, e a efetivação das condições de acesso e permanência AC/08 necessárias para pessoas

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

PROJETO 1. IDENTIFICAÇÃO. da Inclusão e da Permanência Escolar de Crianças e Adolescentes com Necessidades Educativas Especiais.

PROJETO 1. IDENTIFICAÇÃO. da Inclusão e da Permanência Escolar de Crianças e Adolescentes com Necessidades Educativas Especiais. PROJETO 1. IDENTIFICAÇÃO Nome do projeto Nome da Instituição Proponente Construindo Pontes Garantia da Inclusão e da Permanência Escolar de Crianças e Adolescentes com Necessidades Educativas Especiais.

Leia mais

Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho (Avanços e Perspectivas) 09/12/2011

Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho (Avanços e Perspectivas) 09/12/2011 Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho (Avanços e Perspectivas) 09/12/2011 De quem estamos falando 15% da população mundial (cerca de um bilhão de pessoas) - Relatório Mundial sobre

Leia mais

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR 1 Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR A Definição e organização do sistema: 1 O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Leia mais

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009.

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAÚDE, CRIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL, DA DIVISÃO DE MEIO-AMBIENTE E

Leia mais

Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (com seu Protocolo Facultativo) Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (com seu Protocolo Facultativo) Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (com seu Protocolo Facultativo) ONU, 2006 - Ainda não ratificada pelo Brasil Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Preâmbulo.

Leia mais

ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE INCLUSIVA EM CURITIBA. Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura Municipal de Curitiba

ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE INCLUSIVA EM CURITIBA. Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura Municipal de Curitiba ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE EDUCACAO INFANTIL INCLUSIVA EM CURITIBA VEJA COMO SUA EMPRESA PODE TRANSFORMAR ESTA IDEIA EM REALIDADE { Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura

Leia mais

3 Legislação federal e legislação municipal, de Manaus/AM, a respeito de pessoas com deficiência, dentre elas os surdos

3 Legislação federal e legislação municipal, de Manaus/AM, a respeito de pessoas com deficiência, dentre elas os surdos 56 3 Legislação federal e legislação municipal, de Manaus/AM, a respeito de pessoas com deficiência, dentre elas os surdos Na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, há vários artigos que

Leia mais

LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013.

LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013. LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013. Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento ao Idoso do Município de São Gonçalo do Rio Abaixo, Cria o Conselho Municipal do Idoso e dá outras providências.

Leia mais

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ANÁLISE DO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR PDDU/2006 LEI Nº 6.586/2004 Regulamenta a Lei Orgânica do Município nos Título III, Capítulos I e II, artigos 71 a 102, Título

Leia mais

A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos.

A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos. Q A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos. É uma alusão à essência e ao compromisso da Secretaria

Leia mais

II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras

II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP Material das Palestras II Encontro MPSP e MEC Educação Inclusiva MARCOS LEGAIS CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Art. 208. O dever do Estado com a educação

Leia mais

EXPEDIENTE CONSULTA Nº 006.350/2013 ASSUNTO: Possibilidade de um deficiente auditivo cursar medicina. RELATORA: Consa.ª Lícia Maria Cavalcanti Silva

EXPEDIENTE CONSULTA Nº 006.350/2013 ASSUNTO: Possibilidade de um deficiente auditivo cursar medicina. RELATORA: Consa.ª Lícia Maria Cavalcanti Silva PARECER CREMEB Nº 30/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 02/08/2013) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 006.350/2013 ASSUNTO: Possibilidade de um deficiente auditivo cursar medicina. RELATORA: Consa.ª Lícia Maria Cavalcanti

Leia mais

Atenciosamente, Andrea Asti Severo Marilu Mourão Pereira Roque Bakof Coordenação de Pesquisa Diretora Técnica Presidente

Atenciosamente, Andrea Asti Severo Marilu Mourão Pereira Roque Bakof Coordenação de Pesquisa Diretora Técnica Presidente Mapeamento da realidade municipal e regional sobre acessibilidade e inclusão CARTA DE APRESENTAÇÃO Excelentíssimo Senhor Prefeito A FADERS Acessibilidade e Inclusão, órgão gestor e articulador da política

Leia mais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais. Professor: Luiz Clóvis Guido Ribeiro Período: Novembro de 2013

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais. Professor: Luiz Clóvis Guido Ribeiro Período: Novembro de 2013 O Desafio da Implementação das Políticas Transversais Professor: Luiz Clóvis Guido Ribeiro Período: Novembro de 2013 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS Secretaria Nacional de Promoção

Leia mais

Acessibilidade: cidadania para todos

Acessibilidade: cidadania para todos Acessibilidade: cidadania para todos No meio do caminho tinha uma pedra... (Carlos Drummond de Andrade) Acessibilidade Condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços,

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO, TRABALHO E SOLIDARIEDADE

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO, TRABALHO E SOLIDARIEDADE LEI nº, de de (Projeto de Lei nº 00/04, do Executivo) Institui o Programa Oportunidade Solidária, estabelece princípios fundamentais e objetivos da Política de Fomento à Economia Popular Solidária do Município

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho SOLUÇÕES SOCIAIS

PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho SOLUÇÕES SOCIAIS 1 PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho Serviço Social da Indústria de Santa Catarina SOLUÇÕES SOCIAIS 2 Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE Adrina Mendes Barbosa (UFBA) 1 Bárbara Vergas (UEFS) 2 INTRODUÇÃO O presente trabalho aborda as políticas

Leia mais

Educação, Deficiência e Cidadania (*)

Educação, Deficiência e Cidadania (*) SEM REVISÃO Educação, Deficiência e Cidadania (*) Luiz Antonio Miguel Ferreira Promotor de Justiça SP 1. As Constituições do Brasil e o deficiente Segundo dados da ONU, cerca de 10% da população é constituída

Leia mais

Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil

Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil Relatório de Pesquisa de Opinião Pública Nacional Metodologia Pesquisa de opinião pública tipo quantitativa Universo: Cadastro de pessoas do IBDD

Leia mais

Atendimento Educacional Especializado - AEE

Atendimento Educacional Especializado - AEE Atendimento Educacional Especializado - AEE Segundo o texto da Política de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC; 01/2008 Educação Especial É uma modalidade de ensino que perpassa todos

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE INDAIATUBA

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE INDAIATUBA Aut. N Ei P.L. N LI u /; LEI N2 5.924 DE 20 DE SETEMBRO DE 2011. Publ.: "Dispõe sobre a criação da Política Municipal para a População em Situação de Rua e autoriza o Poder Executivo a criar o Programa

Leia mais

A individualização e a flexibilidade na construção de contextos educacionais inclusivos

A individualização e a flexibilidade na construção de contextos educacionais inclusivos A individualização e a flexibilidade na construção de contextos educacionais inclusivos ARANHA, M.S.F.. A individualização e a flexibilidade na construção de contextos educacionais inclusivos. Resumo de

Leia mais

Data: 21 de março de 2013. Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012

Data: 21 de março de 2013. Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I, 4º andar, sala 412

Leia mais

TÍTULO: A INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA COMO DIREITO FUNDAMENTAL

TÍTULO: A INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA COMO DIREITO FUNDAMENTAL TÍTULO: A INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA COMO DIREITO FUNDAMENTAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: DIREITO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU AUTOR(ES):

Leia mais

A palavra de ordem será: ACESSIBILIDADE!

A palavra de ordem será: ACESSIBILIDADE! O que é o Congresso de Acessibilidade? O Congresso de Acessibilidade é o primeiro evento online TOTALMENTE GRATUITO a ser realizado no Brasil, com foco no público de Pessoas com Deficiência e/ou Necessidades

Leia mais

DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Maria Izabel do Amaral Sampaio Castro 8.ª Promotora de Justiça de São Caetano do Sul miasc@mp.sp.gov.br (11) 4238-8757 1 TERMINOLOGIA 1) Pessoa PORTADORA de Deficiência:

Leia mais

II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO

II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO A III Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência acontece em um momento histórico dos Movimentos Sociais, uma vez que atingiu o quarto ano de ratificação

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

MINISTÉRIO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO À PESSOA IDOSA

MINISTÉRIO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO À PESSOA IDOSA MINISTÉRIO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO À PESSOA IDOSA BRASIL Ü 2025 32 milhões de idosos 6º LUGAR NO MUNDO 2002 15 milhões de Idosos LEGISLAÇÃO DE PROTEÇÃO SOCIAL PARA O IDOSO Lei Orgânica da Assistência

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão

Leia mais

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional CAPÍTULO I PRINCÍPIOS NORTEADORES Art. 1º Os procedimentos em saúde mental a serem adotados

Leia mais

DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO

DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 1.948, DE 3 DE JULHO DE 1996. Regulamenta a Lei n 8.842, de 4 de janeiro

Leia mais

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE:

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE: EDUCAÇÃO INFANTIL I - META 1 DO PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Jadson Gilliardy Barbosa de Souza¹; Maria Aparecida Alves Sobreira Carvalho 2 ; Valmiza da Costa Rodrigues Durand 3. Instituto Federal da Paraíba-

Leia mais

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE ESTUDOS E NORMAS PEDAGÓGICAS CENP SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO ENCONTRO BPC NA ESCOLA AÇÃO DA

Leia mais

De que Inclusão Estamos Falando? A Percepção de Educadores Sobre o Processo de Inclusão Escolar em Seu Local de Trabalho

De que Inclusão Estamos Falando? A Percepção de Educadores Sobre o Processo de Inclusão Escolar em Seu Local de Trabalho 1 de 5 29/6/2010 00:34 www.ibmeconline.com.br De que Inclusão Estamos Falando? A Percepção de Educadores Sobre o Processo de Inclusão Escolar em Seu Local de Trabalho Autora: Patrícia Carla de Souza Della

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 81, DE 31 DE JANEIRO DE 2012. (Publicada no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/02/2012, pág. 113 e 114)

RESOLUÇÃO N.º 81, DE 31 DE JANEIRO DE 2012. (Publicada no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/02/2012, pág. 113 e 114) RESOLUÇÃO N.º 1, DE 31 DE JANEIRO DE 2012. (Publicada no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/02/2012, pág. 113 e 114) Dispõe sobre a criação da Comissão Temporária de Acessibilidade, adequação das

Leia mais

Preocupados com a discriminação de que são objeto as pessoas em razão de suas deficiências;

Preocupados com a discriminação de que são objeto as pessoas em razão de suas deficiências; CONVENÇÃO INTERAMERICANA PARA A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA AS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA (CONVENÇÃO DA GUATEMALA), de 28 de maio de 1999 Os Estados Partes nesta Convenção,

Leia mais

Programa Febraban de Inclusão Social. São Paulo, 26/09/2006

Programa Febraban de Inclusão Social. São Paulo, 26/09/2006 Programa Febraban de Inclusão Social São Paulo, 26/09/2006 1 População com Deficiência no Brasil Fatos e Percepções 2 Entendimento População com Deficiência no Brasil Fatos e Percepções 1º Semestre/06

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Políticas na Atenção do Idoso Introdução as Políticas Públicas Políticas Públicas Ao longo do tempo o papel do Estado frente

Leia mais

LEI Nº 12.947 DE 10 DE FEVEREIRO DE 2014. Institui a Política Estadual para a População em Situação de Rua e dá outras providências.

LEI Nº 12.947 DE 10 DE FEVEREIRO DE 2014. Institui a Política Estadual para a População em Situação de Rua e dá outras providências. Salvador, Bahia Terça-feira 11 de Fevereiro de 2014 Ano XCVIII N o 21.355 LEI Nº 12.947 DE 10 DE FEVEREIRO DE 2014 Institui a Política Estadual para a População em Situação de Rua e dá outras providências.

Leia mais

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011.

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA CONSELHO SUPERIOR Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro

Leia mais

A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE

A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE Deputado GUSTAVO CARVALHO 1 VICE-PRESIDENTE Deputado LEONARDO NOGUEIRA 2 VICE-PRESIDENTE Deputado GUSTAVO FERNANDES 1 SECRETÁRIO Deputado RAIMUNDO FERNANDES

Leia mais

1 - EDUCAÇÃO PROPOSTAS APROVADAS

1 - EDUCAÇÃO PROPOSTAS APROVADAS 1 - EDUCAÇÃO PROPOSTAS APROVADAS 01) Ampliar e implantar nas universidades públicas e privadas o curso de graduação Letras Libras/ Língua Portuguesa, Curso de Pedagogia Bilíngue na perspectiva da educação

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, CONSTITUIÇÃO E COMPOSIÇÃO DO CONSELHO

CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, CONSTITUIÇÃO E COMPOSIÇÃO DO CONSELHO LEI Nº 3890 REGULAMENTA A PARTICIPAÇÃO POPULAR NAS AÇÕES SOCIAIS DE PROTEÇÃO, DEFESA E ATENDIMENTO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, NOS TERMOS DO INCISO II DO ARTIGO 88 DA LEI FEDERAL Nº 8.069,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 262, de 03 de outubro de 2001.

RESOLUÇÃO N 262, de 03 de outubro de 2001. RESOLUÇÃO N 262, de 03 de outubro de 2001. Estabelece normas para a organização e funcionamento de cursos de Educação a Distância no Sistema Estadual de Ensino do Estado do Rio Grande do Sul. O Conselho

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba O progresso passa por aqui LEI N.º 10.128

Câmara Municipal de Uberaba O progresso passa por aqui LEI N.º 10.128 LEI N.º 10.128 Reproduz em novo texto a Lei 8.339, de 12 de junho de 2002 que trata do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Pessoas Com Deficiência de Uberaba COMDEFU. O Povo do Município de Uberaba,

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art.1º - A SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE - SUSAM integra a Administração Direta do Poder Executivo, na forma da Lei nº 2783, de 31 de janeiro de 2003, como órgão responsável,

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Resumo 1 Discente do Curso de Serviço Social da Faculdade Novos Horizontes MG 2 Discente do Curso de Serviço

Leia mais

DO DIREITO DAS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA FÍSICA A ACESSIBILIDADE AOS PRÉDIOS URBANOS

DO DIREITO DAS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA FÍSICA A ACESSIBILIDADE AOS PRÉDIOS URBANOS DO DIREITO DAS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA FÍSICA A ACESSIBILIDADE AOS PRÉDIOS URBANOS RICARDO DINIZ B. LIMA 1 FAPI FACULDADES DE PINHAIS PINHAIS-PR EVANIZE ROSANA SALOMÃO 2 FAPI FACULDADES DE PINHAIS

Leia mais

RECOMENDAÇÃO 97/2009 - PROURB

RECOMENDAÇÃO 97/2009 - PROURB RECOMENDAÇÃO 97/2009 - PROURB O, por intermédio de suas Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística do Distrito Federal, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 127 c/c

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

Câmara dos Deputados EDUARDO BARBOSA Deputado Federal

Câmara dos Deputados EDUARDO BARBOSA Deputado Federal Câmara dos Deputados EDUARDO BARBOSA Deputado Federal * PINTURA AUTORIZADA Brasília 2002 Câmara dos Deputados EDUARDO BARBOSA Deputado Federal LEIS QUE ASSEGURAM OS DIREITOS DAS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARMO DA CACHOEIRA ESTADO DE MINAS GERAIS GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARMO DA CACHOEIRA ESTADO DE MINAS GERAIS GABINETE DO PREFEITO 1 Dispõe sobre a criação da SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA, ESPORTES E TURISMO, e dá outras providencias. 2009. Projeto de Lei n.º, de 05 de fevereiro de A Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira, por

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 81, DE 31 DE JANEIRO DE 2012.

RESOLUÇÃO Nº 81, DE 31 DE JANEIRO DE 2012. RESOLUÇÃO Nº 81, DE 31 DE JANEIRO DE 2012. Dispõe sobre a criação da Comissão Temporária de Acessibilidade, adequação das edificações e serviços do Ministério Público da União e dos Estados às normas de

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS SEPPIR/Nº 001/2008

EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS SEPPIR/Nº 001/2008 Presidência da República Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Subsecretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS SEPPIR/Nº 001/2008

Leia mais

CARAVANA ESPORTIVA. Projetos Esportivos Educacionais

CARAVANA ESPORTIVA. Projetos Esportivos Educacionais CARAVANA ESPORTIVA Seleção Pública P de Projetos Esportivos Educacionais Programa Petrobras Esporte & Cidadania Fomentar o desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro; Democratizar o acesso ao esporte

Leia mais

Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei:

Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei: Reestrutura a Política Municipal de Assistência ao Idoso, cria o Conselho Municipal do Idoso, cria o Fundo Municipal do Idoso e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono

Leia mais

Quem somos A (Assessoria Tatiana Rolim em Inclusão Social) é uma Empresa que atua na inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, através da inserção destas pessoas no mercado de trabalho. Visando

Leia mais

Portadores de necessidades especiais: trabalhando com saúde. Lailah Vasconcelos de Oliveira Vilela

Portadores de necessidades especiais: trabalhando com saúde. Lailah Vasconcelos de Oliveira Vilela Portadores de necessidades especiais: trabalhando com saúde Lailah Vasconcelos de Oliveira Vilela Quem são as pessoas com necessidades especiais? Todos nós!!! Termos Pessoa Portadora de Deficiência x Pessoa

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ipiranga do Norte

Prefeitura Municipal de Ipiranga do Norte Lei nº 396, de 25 de fevereiro de 2013. Dispõe sobre a criação da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil e do Fundo Municipal de Defesa Civil e dá outras providências. PEDRO FERRONATO, Prefeito Municipal

Leia mais

6º FÓRUM SENADO DEBATE BRASIL. Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência : uma Constituição viva e cidadã

6º FÓRUM SENADO DEBATE BRASIL. Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência : uma Constituição viva e cidadã 6º FÓRUM SENADO DEBATE BRASIL Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência : uma Constituição viva e cidadã Denise Granja Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Leia mais

AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU.

AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU. AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU. Autora: MARIA JOSÉ CALADO Introdução Diante da necessidade e do direito

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL SALAS MULTIFUNCIONAIS

ATENDIMENTO EDUCACIONAL SALAS MULTIFUNCIONAIS ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO -AEE SALAS MULTIFUNCIONAIS LEGISLAÇÃO Considerando o Decreto 6949/2009 que promulga a convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência, assegurando um

Leia mais

LEGISLAÇÕES SOBRE AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

LEGISLAÇÕES SOBRE AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA LEGISLAÇÕES SOBRE AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Eduardo Jannone da Silva Advogado Mestre em Direito Constitucional ITE Bauru/SP Membro do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência COMUDE Bauru/SP

Leia mais

PREFEITURA DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA

PREFEITURA DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA PREFEITURA DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA Palestra do secretário de Direitos Humanos e Cidadania, Rogério Sottili, no evento Diálogos em Ação: Educação Inclusiva na Cidade

Leia mais

Rua da Educação. Municipalino:

Rua da Educação. Municipalino: Todas as crianças e adolescentes tem direito à educação e devem freqüentar a escola. As diretrizes para a área da educação são dadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei 9394 de

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL Brasília 2013 SUMÁRIO MOTIVAÇÃO DO RELATÓRIO... 3 INTRODUÇÃO... 3 INICIATIVAS DO SENADO FEDERAL PARA ADEQUAÇÃO À LEI DE

Leia mais

RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 055/2005

RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 055/2005 RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 055/2005 Aprova o Programa de Atendimento a Pessoas com Necessidades Especiais da Universidade do Contestado-UnC O Reitor da Universidade do Contestado, no uso de suas atribuições,

Leia mais

A LEI E A REALIDADE: A REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DO SURDO NOS DOCUMENTOS SOBRE A PROPOSTA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A LEI E A REALIDADE: A REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DO SURDO NOS DOCUMENTOS SOBRE A PROPOSTA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA A LEI E A REALIDADE: A REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DO SURDO NOS DOCUMENTOS SOBRE A PROPOSTA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA Vanessa Gomes Teixeira (UERJ) vanessa_gomesteixeira@hotmail.com RESUMO No início do século

Leia mais

EDUCAÇÃO BÁSICA DICIONÁRIO

EDUCAÇÃO BÁSICA DICIONÁRIO EDUCAÇÃO BÁSICA A educação básica, presumida no texto original da Constituição da República de 1988, tornou-se manifesta por meio da Emenda Constitucional n o 59/2009. O art. 208, incisos I e VII, ora

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE MIMOSO DO SUL GABINETE DA PREFEITA

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE MIMOSO DO SUL GABINETE DA PREFEITA PROJETO DE LEI Nº /2013 DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MIMOSO DO SUL, ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Título I Das Disposições Preliminares Art. 1º A organização

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 067, DE 2011

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 067, DE 2011 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 067, DE 2011 Regulamenta o exercício das profissões de transcritor e de revisor de textos em braille. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Na produção de textos no sistema

Leia mais

O ENEM de 2014 teve 15 mil candidatos idosos inscritos, o que mostra a vontade dessa população em investir em formação superior.

O ENEM de 2014 teve 15 mil candidatos idosos inscritos, o que mostra a vontade dessa população em investir em formação superior. IDOSOS O Solidariedade, ciente da importância e do aumento população idosa no País, defende o reforço das políticas que priorizam este segmento social. Neste sentido, destaca-se a luta pela consolidação

Leia mais

Curso de Serviço Social Manual do estagiário

Curso de Serviço Social Manual do estagiário Curso de Serviço Social Manual do estagiário I - Apresentação Caro aluno, A disciplina denominada Supervisão Acadêmica em Serviço Social, objetiva contribuir na compreensão das atividades relativas ao

Leia mais

Projetos Sociais 2015

Projetos Sociais 2015 ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE SALVARE FUNDADO EM 20 DE MAIO DE 2009 CNPJ 10.871.106/0001-14 / I.E.ISENTO SEDE ADMINISTRATIVA: Rua Presidente Vargas TELEFONE: 3425-6931 / DOURADOS/MS Projetos Sociais 2015 Edital

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO SUPERIOR

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO SUPERIOR DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO SUPERIOR Priscila da Silva Pereira Andreza Aparecida Polia Raniéli Gonçalves de Souza Halessandra Medeiros Nenhum de nós pode fazer as coisas mais importantes sozinho.

Leia mais

Estado de Mato Grosso Município de Tangará da Serra www.tangaradaserra.mt.gov.br. - Fone (0xx65) 3311 4801 Assessoria Jurídica

Estado de Mato Grosso Município de Tangará da Serra www.tangaradaserra.mt.gov.br. - Fone (0xx65) 3311 4801 Assessoria Jurídica LEI Nº 3102 DE 14 DE ABRIL DE 2009. CRIA MECANISMOS PARA COIBIR E PREVENIR A DISCRIMINAÇÃO CONTRA A MULHER, GARANTINDO AS MESMAS OPORTUNIDADES DE ACESSO E VENCIMENTOS. A Câmara Municipal de Tangará da

Leia mais