FACULDADE IBGEN INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS MBA EM GESTÃO PÚBLICA

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1 FACULDADE IBGEN INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS MBA EM GESTÃO PÚBLICA INSERÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO MUNDO DO TRABALHO O CASO PORTO ALEGRE IRIA MARGARIDA FRITZEN DA ROCHA Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Junho de 2008.

2 2 IRIA MARGARIDA FRITZEN DA ROCHA INSERÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO MUNDO DO TRABALHO O CASO DE PORTO ALEGRE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Pós- Graduação em MBA em Gestão Pública, da Faculdade IBGEN, como requisito parcial à obtenção do título de Especialista. Orientador Metodológico: Professor Márcio Souza Pires Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Junho de 2008.

3 A meu marido, João Carlos, pela compreensão nos momentos em que estive ausente envolvida na execução deste projeto de vida. Aos meus filhos, pelo incentivo de sempre querer ver sua mãe se atualizando. A minha neta Amanda, que já me acha um pouco velhinha para estudar, porém me dá uma lição de vida com seu olhar meigo, seu sorriso resplandecente, fazendo que eu acredite numa vida mais humana para o futuro através desta geração. 3

4 4 AGRADECIMENTOS À Faculdade IBGEN Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios por ter-me proporcionado aumentar meus conhecimentos. Ao meu orientador metodológico, Professor Márcio Souza Pires da Silva, pela disponibilidade de sempre atender aos meus questionamentos. A todos os professores do curso MBA em Gestão Pública pela dedicação e paciência que mostraram com toda a nossa turma. A todos os meus colegas de curso e em especial o pessoal do meu grupo que me proporcionou um crescimento muito grande como profissional e pessoa. E um agradecimento muito especial aos meus colegas de trabalho da SEACIS, que um modo ou outro sempre me auxiliaram em alguma coisa durante o curso. A todos que, de uma forma ou outra, contribuíram para que eu pudesse alcançar este objetivo.

5 5 DEFICIÊNCIAS "Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. "Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce. "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

6 6 Resumo A inserção da pessoa com deficiência no mercado, através da Administração Pública, é o eixo norteador deste trabalho. Os objetivos são mostrar as realizações da Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social-SEACIS, ao longo de sua breve historia, a determinação na produção de projetos que visem à inclusão de PCDs no cotidiano da sociedade, tendo como meta inserção destas pessoas no mercado de trabalho. A intenção é, ainda, mostrar que na preocupação da Administração Pública com esta parcela da população e é importante tentar interferir no processo histórico de exclusão com a criação de projetos de acessibilidade arquitetônica e metas especificadas de inclusão. Devem-se inserir casos que possam contrapor este paradigma e chegar a uma sugestão para agilizar esta inserção, lembrando que existe farta legislação para isto. A contribuição dessas reflexões possibilita a nova elaboração sobre a inclusão que se faz necessária para que possamos interromper o processo histórico de exclusão das PCDs. Expressões-chave: Pessoa com Deficiência inserção no mercado inclusão e acessibilidade.

7 7 LISTA DE ABREVIATURAS SEACIS - Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social PMPA - Prefeitura Municipal de Porto Alegre IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístico PCD - Pessoa com Deficiência PCDs - Pessoas com Deficiência PPDs - Pessoas Portadora de Deficiência ONU - Organização das Nações Unidas OMS - Organização Mundial da Saúde CPA - Comissão Permanente de Acessibilidade PPPs -Parcerias Públicas Privadas EPTC -Empresa Pública de Transporte e Circulação COMDEPA - Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência

8 8 SUMÁRIO CApítulo 1. INTRODUÇÃO Tema de pesquisa Delimitação do tema de pesquisa Justificativa A importância do tema de pesquisa Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos Caracterização da Estrutura da Instituição do Caso Estudo de caso Etapas do trabalho Capítulo 2. REFERENCIAL TEÓRICO Elementos gerais relacionados ao tema de pesquisa Elementos específicos relacionados aos objetivos Mostrar as ações já executadas pelas SEACIS Investigar o foco de trabalho da inclusão do mundo do trabalho pela PCD em Porto Alegre Exemplificação através de Casos Caso de um Município de Pequeno do Estado do Rio Grande do Sul Caso do Maior Município do País - São Paulo Direitos de Cidadania das Pessoas com Deficiência no Governo Federal do Brasil Caso do Correio do Povo Casos da Petrobrás Projeto Cidadão Capaz Dados sobre a inclusão de PCD no Mercado de Trabalho pelo Departamento de estradas de rodagem do estado de São Paulo Dados sobre Espanha Casos sobre colocação profissional na Inglaterra Dados sobre União Européia O Ministério do Trabalho e Emprego através de Núcleo Igualdade no Trabalho/DRT/RS SINE- Sistema Nacional de Empregos Pesquisas e dados de Dissertações ligadas às pessoas com Deficiência Capítulo 3. O CAso estudado O caso que deu origem à pesquisa SEACIS Sua ações, seus projetos, sua história Relatório das atividades da SEACIS ao longo de sua breve história Relatório de atividades da SEACIS de Relatório de atividades da SEACIS de Relatório de atividades da SEACIS de Relatório de atividades da SEACIS de Coordenação Executiva da SEACIS Área de Inclusão Social Área de Acessibilidade Ações da SEACIS inseridas no Portal de Gestão... 63

9 Relatório orçamentário da SEACIS 2005, 2006, 2007 e Projetos da SEACIS Projeto do Espaço Braille Projetos do Curso de LIBRAS Curso de Inter - relacionamento - Aspectos Sociais, Políticos e Econômicos relativos às Pessoas com Deficiência Sistema Integrado de Inclusão das Pessoas com Deficiência Plano Diretor de Acessibilidade Ação Cadeira Certa Diversos Convênios realizados pela SEACIS Convênios com APAE Convênio com Calábria Convênio com ASASEPODE Ação Cadeira Certa Convênio com ASASEPODE Ação Sistema Integrado de Inclusão Social Convênio FASC com 21 organizações da sociedade civil para atendimento de crianças com deficiência com supervisão da SEACIS Convênio com a PUCRS Para entender melhor a constituição da SEACIS foram anexados: Análise da situação Segmentação dos usuários da SEACIS Atributos de valor da SEACIS Importância dos atributos de valor para os usuários da SEACIS Desempenho da SEACIS nos atributos Pontos de Satisfação e de Insatisfação da SEACIS na analise de seus resultados Solução sugerida Implementação Resultados obtidos ou esperados Capítulo 4. CONCLUSÕES ,1. Consecução dos objetivos Relação do trabalho e do curso realizado Limitações Sugestões e considerações finais APêNDICES ANEXOS ANEXO I ANEXO ii ANEXO III ANEXO IV ANEXO V ANEXO VI ANEXO VII ANEXO VIII ANEXO IX ANEXO X ANEXO XI ANEXO XII ANEXO XIII

10 ANEXO XIV ANEXO XV ANEXO XVI ANEXO XVIII

11 11 CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO. O desenvolvimento deste trabalho tem a intenção de fazer uma reflexão sobre a necessidade de inserir e integrar as Pessoas com Deficiência no mundo competitivo e discriminatório em que vivemos quais as possibilidades de fazer-se essa inserção, e tem como objetivo também discutir meios de propiciar-lhes um ambiente menos hostil. Verifica-se a existência na atual sociedade de uma cultura que reza que a pessoa não estando dentro da dita normalidade, dentro dos padrões pré-estabelecidos originará um preconceito automático. Os padrões de beleza e funcionalidade estipulados pela mídia determinam o que é e o que não é normal, ou melhor, fora dos padrões pré-estabelecidos de normalidade. Como se situam os seres humanos que tem alguma deficiência ou que não se encaixam totalmente dentro deste padrão préestabelecido? Estas pessoas terão chance de competir no mercado competitivo onde estão inseridas? Estará sendo obedecida a legislação farta que existe para estes fins? Partindo do exposto acima, ao longo deste trabalho relatarei entre outras coisas, a realização do projeto da Secretaria Especial da Acessibilidade e Inclusão Social - SEACIS que buscará defender a inserção e integração das pessoas com deficiência no mundo produtivo, através de diversos projetos e pesquisas para mostrar que a inserção é possível. Este trabalho versará sobre a inserção da Pessoa com Deficiência respeitando a acessibilidade e inclusão social, passando por vários tópicos, tais quais: - A pessoa deficiente como instrumento no mundo produtivo; - O enfoque da legislação na defesa dos direitos da Pessoa com Deficiência; - O trabalho da nova Secretaria da Prefeitura Municipal de Porto Alegre a SEACIS, a qual é encarregada pela Acessibilidade e Inclusão Social deste setor da sociedade em Porto Alegre. Objetivo também que os indicadores das dificuldades que temos e dos desafios que precisamos enfrentar para contemplar a todos com um mundo mais justo, nos

12 12 sirvam de força motriz para compreender e atuar sobre o meio em que estamos inseridos, gerando um bem-estar social adequado para todos. 1.1.Tema de pesquisa O tema desta pesquisa será a inclusão da Pessoa com Deficiência no mundo do trabalho. A Convenção Internacional dos Direitos das PCD, primeiro documento referente a direitos humanos, produzido pela ONU em dezembro de 2006, afirma e reafirma a inclusão de todas as PCD no mundo do trabalho de forma digna e integral, reforçando as ações afirmativas para tanto. As ações afirmativas são medidas que visam à implantação de providências obrigatórias ou facultativas de órgãos públicos ou privados, cuja finalidade é a de promover a inclusão de grupos historicamente discriminados para possibilitar o acesso aos espaços sociais e a usufruir direitos fundamentais, com vistas à realização da efetiva igualdade constitucional. A política que incentiva ao trabalho da PCD, a reserva obrigatória de vagas são os incentivos finais e contribuições empresariais em favor deste grupo e são utilizados para o custeio de formações profissional tanto público como privados. A inclusão social é o que os segmentos das PCD procuram para se sentirem úteis e valorizados. No Brasil a inclusão social é a palavra-chave que guia o sistema de proteção institucional da PCD e em Porto Alegre foi criada uma Secretaria especifica para que as PCD tenham um canal onde propor e participar da fiscalização das leis já propostas a nível internacional e nacional. Temos um débito social de muitos séculos a ser resgatado com as PCD, as remoções das barreiras arquitetônicas e latitudinais acarretam a percepção de obstáculos culturais e físicos que são postos pelo conjunto da sociedade e excluem esta minoria do acesso a direitos fundamentais básicos. Cabe à sociedade agir combinando esforços públicos e privados para sua realização.

13 Delimitação do tema de pesquisa Este trabalho se limitará a abordar à inserção da Pessoa com Deficiência no Mundo do Trabalho propiciado pela Administração Pública frente à legislação vigente, fiscalização e ao treinamento que possibilite esta inserção. Abordará também a ação da PMPA, através da SEACIS, a qual visa a Inclusão Social das PCD através de diversos projetos que objetivam esta inclusão. Temos diversos projetos ligados a Acessibilidade arquitetônica, acessibilidade de comunicação através da inclusão digital de deficientes visuais e linguagem Braille e linguagem brasileira de sinais (LIBRAS). 1.3.Justificativa A importância do tema de pesquisa Qual a conseqüência do desconhecimento e o não cumprimento da legislação vigente pelas empresas públicas e privadas quanto à inclusão da PCD no mundo do trabalho? O tema, bastante debatido na sociedade em geral, levou a PMPA a criar a primeira Secretaria de Acessibilidade e Inclusão Social do Brasil, especializada no atendimento a PCD, da qual faço parte, motivo pelo qual dedico minhas pesquisas a sugestão de novos projetos de inclusão para tornar a PCD auto-suficiente no convívio com as pessoas ditas normais. A aceitação da PCD no mundo do trabalho através da aceitação da delimitação, preconceito e discriminação. A Assembléia Geral da ONU de 13/12/2006 aprovou a Convenção Internacional de Direitos da Pessoa com Deficiência, primeiro documento que trata de Direitos

14 14 Humanos da ONU no século XXI, sendo um instrumento importante dos direitos da PCD. Segundo a OMS, o grupo das PCD conta atualmente com 650 milhões de pessoas no mundo. E, segundo fontes do IBGE de 2000, tem 24 milhões no Brasil e 180 mil em Porto Alegre. O art.2 da Convenção sobre os Direitos das PCD contempla o conceito de Pessoa com Deficiência que tem uma grande reversão no modelo de concepção jurídica das PCD, bem como a inclusão da questão social para estabelecer maior ou menor participação das mesmas em sociedade. A convenção atende também os direitos: à Saúde, educação inclusiva em escola comum, transporte, lazer, cultura, esporte, habilitação e reabilitação, trabalho e formação profissional e as demais necessidades inerentes ao ser humano. A importância do cumprimento da legislação vigente, gerando a inserção da PCD no mundo do trabalho se dá em função de diversos fatores, dos quais podemos citar em grau de importância a satisfação da própria pessoa, a possibilidade de torná-la produtiva e a possibilidade de alcançar a auto-suficiência. 1.4.Objetivos Objetivo geral Propor ações para agilizar as aplicações das legislações vigentes para a inclusão da PCD no mundo do trabalho no Município de Porto Alegre Objetivos específicos Mostrar ações já executadas pela SEACIS de que a PCD é capaz de ser inserida no mundo do trabalho, produzindo e se tornar autônoma.

15 15 Investigar o foco de trabalho da inclusão do mundo do trabalho pela PCD em Porto Alegre. Dar sugestões de inclusão as PCD através de projetos de inclusão e mostras novos meios de incluí-las no mercado de trabalho. 1.5.Caracterização da Estrutura da Instituição do Caso Estudo de caso Segundo fontes do IBGE de 2000, temos 180 a 190 mil PCD no município de Porto Alegre e 24 a 25 milhões em todo Brasil. Conforme fonte da OMS de 2006 existe 650 milhões de PCD no mundo todo. A Convenção dos direitos da PCD, da ONU, que instituiu legislação Internacional para inclusão da PCD no mundo do trabalho e ainda a legislação nacional, bastante farta neste caso, é proposto como referencial teórico para esta etapa de estudo do caso. Visto o vasto universo de PCD haverá dificuldade para pesquisar o número de pessoas deste grupo que estão aptas a ser inserida no mundo do trabalho. O caso será sobre a inclusão da PCD no mundo do trabalho respeitando a acessibilidade e inclusão social tendo a PCD como instrumento no mundo produtivo, enfocando principalmente a legislação na defesa de seus direitos. Será mostrado o trabalho da nova Secretaria da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, a SEACIS, a qual é encarregada pela Acessibilidade e Inclusão Social deste setor da sociedade em Porto Alegre. A SEACIS Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social é uma Secretaria da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA). Ela foi criada em 2005, pela Lei Municipal nº de 06 de julho de 2005, obedecendo ao decreto federal nº. 5296/04. O artigo segundo da Lei 9782/05 diz que a SEACIS ficará vinculada diretamente ao Prefeito Municipal e será o órgão central do planejamento, da coordenação e do controle das políticas públicas voltadas para inclusão social das pessoas com necessidades especiais em Porto Alegre.

16 16 A iniciativa pioneira da administração municipal criando a SEACIS foi aprovada por unanimidade pelos vereadores de Porto Alegre, que reconheceram a importância e necessidade de sua criação. Iniciou suas atividades em agosto de 2005 quando foram elaboradas sua Missão e Visão: Missão: formular, desenvolver e acompanhar em parceria com demais órgãos públicos e entidades representativas do segmento, a implementação dos instrumentos para as políticas voltadas às pessoas com deficiência no município de Porto Alegre. Visão: atender as demandas, observando as construções históricas do segmento, buscando a valorização da diversidade, através da execução de programas, primando pela acessibilidade universal e inclusão social das pessoas com deficiência, valorizando a ética e a transparência nas ações. Faço parte do grupo de trabalho da SEACIS, desde sua criação, atuando como Assessora de Planejamento e Coordenadora Administrativa e Financeira. Acompanho todos os projetos criados desde 2005 até hoje e que no momento estão em plena execução. Temos projetos dentro da área de Acessibilidade e dentro da área de Inclusão Social. A proposta da SEACIS não é assistencialista, e sim o trabalho com projetos que visam capacitar a pessoa com deficiência para que a mesma possa ser independente, ou seja, inserir as pessoas com deficiência no convívio e se possível que a mesma possa ser inserida no mercado de trabalho para se auto-sustentar. Outro grande objetivo da SEACIS é o de transformar a cidade, isto é, garantir a acessibilidade nas ruas, prédios públicos, prédios históricos, postos de saúde, escolas, etc., proporcionando que a pessoa com deficiência, possa se locomover sozinha pela cidade. Isso demanda gastos, que a PMPA não pode fazer frente, existe a possibilidade de busca de parcerias com empresas privadas (PPPs), sendo utilizado pelas administrações públicas no Brasil, como uma maneira de resolver velhos problemas, em razão da deficiência dos orçamentos, servindo então as PPPS como auxílio nesta

17 17 busca para que possamos conseguir garantir a acessibilidade se não plena, próximo dela. Ainda dentro desta proposta de transformar a cidade, que é um desejo da SEACIS, buscamos fazer com que todos os entes municipais e entidades civis busquem a Secretaria para análise dos seus projetos arquitetônicos quanto ao Desenho Universal de Acessibilidade para Pessoas com Deficiência. Também existem programas voltados à saúde, educação, trabalho e lazer que atenda às necessidades das pessoas com deficiência. A pessoa com deficiência é o principal proponente das soluções e o melhor fiscal das irregularidades. É ele quem vivencia diariamente os problemas arquitetônicos, urbanísticos, de transporte e de comunicação. As pessoas com deficiência são os que direcionam as ações do governo, fazendo da Secretaria um órgão de e para pessoas com deficiência. Para facilitar denúncias, existe dentro da Secretaria uma OUVIDORIA onde qualquer pessoa pode denunciar situações que põem em risco a acessibilidade, como ruas sem calçadas ou sem acesso para cadeiras de rodas, prédios sem rampas ou sem banheiros para cadeirantes, selos de acessibilidades para estacionamento na cidade para pessoas com deficiência física e casos de Inclusão Social. A Ouvidoria atende na Secretaria (SEACIS), cito à Rua Siqueira Campos, º andar, sala 202 ou através do site. ou Enfim, por ter uma proposta inovadora e por ter sido a primeira Secretaria a tratar da acessibilidade e da inclusão social de pessoas com deficiência do Brasil, a SEACIS possui uma grande responsabilidade, pois certamente será referência para futuras implantações de outras Secretarias semelhantes tanto ao nível de outros municípios, como ao nível do Estado e até mesmo nacionalmente. A SEACIS é composta por treze (14) servidores, todos com 08 horas diárias e seis (06) estagiários, sendo dois (02) de Arquitetura, um (01) de Serviço Social e três (03) de ensino médio, um (01) estagiário voluntário, todos com 04 horas diárias.

18 18 Segue, abaixo, o organograma da SEACIS: SECRETÁRIO GABINETE DO SECRETÁRIO ASSESSORIA JURIDICA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO NÍVEL 6 NÍVEL 7 COORDE- NAÇÃO EXECUTIVA NÍVEL 5 ÁREA DE ACESSIBI- LIDADE ÁREA DE INCLUSÃO SOCIAL EQUIPE DE APOIO ADMINIS- TRATIVO NÍVEL 3 GERÊNCIA DE EXPEDIENTE E PESSOAL GERÊNCIA DE ORÇAMENTO PATRIMÔNIO E MATERIAL CONVENÇÕES AUTORIDADE INTEGRAL ASSESSORAMENTO ÓRGÃO DE INTEGRAÇÃO OPERACIONAL ÓRGÃO IMPESSOAL CINZA - NÍVEL 3 AMARELO - NÍVEL 4 VERDE - NÍVEL 5 PALHA - NÍVEL 6 AZUL - NÍVEL 7 LILÁS - NÍVEL 8 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA-GERAL DE MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Organograma da Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social - SEACIS DECRETO Nº 9391/89 - INCISO XXII Figura: Organograma da Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social-SEACIS.. Fonte: SEACIS São Paulo. Atualmente já contamos com diversas Secretarias em outros Estados entre este

19 Etapas do trabalho A elaboração do projeto pesquisado será através da realidade do meu dia a dia do trabalho, pois trabalho na SEACIS. Será realizado através da legislação existente, estudo de casos e a pesquisa bibliográfica com maior atenção à legislação. Os instrumentos de pesquisa utilizados serão através da legislação, estudos de casos, entrevistas, visitas a locais onde houver condições de obtenção de dados que levem ao beneficio do maior número de PCD e exigência da acessibilidade arquitetônica local. As informações serão coletadas através da pesquisa dos projetos da SEACIS e de entrevistadas dos dados colhidos que passarão na confecção de sugestões para agilização futura da inserção da pessoa com deficiência.. A pesquisa será dividida em etapas a seguir descritas: Dados que mostrem as dificuldades mais comuns das PCD; Entrevistas com PCD já inseridas no mundo do trabalho, as PCD que não trabalham ; Verificação do cumprimento, pelos órgãos públicos, da legislação existente. Com os dados colhidos confeccionar um documento orientador da realidade de Porto Alegre que leve ao conhecimento do maior número de PCD da Convenção dos Direitos das PCD da ONU. Com a coleta dos dados o foco do trabalho será: Caracterizar a realidade existente partindo da visão do problema apresentado;

20 20 Apresentar sugestões para um melhor acesso ao mundo do trabalho pelas PCD. A pesquisa ficará focada na inserção da PCD no mercado de trabalho pelo trabalho desenvolvido pela SEACIS. As oportunidades, a legislação cumprida e também a possível discriminação. Com base no acima citado serão feitas às sugestões e possíveis implantações com uma conclusão final. O modelo de entrevista aplicada será inserido nos anexos.

21 21 CAPÍTULO 2. REFERENCIAL TEÓRICO. O tema deste trabalho será a pesquisa da inserção da PCD com deficiência no Mundo do Trabalho propiciado pela Administração Pública frente à legislação vigente, fiscalização e ao treinamento que possibilite esta inserção. Existe uma gama muito grande de legislação pertinente a este tema, porém muito pouco explorado e muito escondido pela sociedade, no entanto a inserção da pessoa com alguma deficiência no mercado de trabalho e no convívio com a sociedade só trarão benefícios a todos que estão inseridos nela. A citação a seguir retrata claramente o que na realidade acontece na admissão ou contratação da PCD: Embora os entrevistados defendessem em suas falas que as empresas se preocupavam em oferecer um espaço à PCD, para conscientizar a sociedade que ela teria condições de exercer o trabalho, observou-se que a principal razão para a contratação desse ainda esta situada na obrigatoriedade determinada pela lei n Assim, parece que a lei acabou funcionando como uma válvula impulsionadora para a abertura de novas vagas dentro das empresas e serviu como ponte de acesso mais rápido para que as pessoas com deficiência pudessem alcançar o caminho do mercado de trabalho,..."(relato de Pesquisa - O que os empregadores pensam sobre o trabalho da pessoa com deficiência? Eliza Dieko Oshiro Tanaka e Eduardo José Manzini). A análise da citação acima nos leva a querer desmistificar este pensamento. As PCD devem ser incluídas não somente através da reserva de vagas amparada em lei e sim por mérito de competência das mesmas. A citação do Presidente da Fundação Getúlio Vargas retrata bem o que se passa em nível de Brasil relativo à PCD:

22 22 As pessoas com deficiência possuem limitações físicas ou mentais que muitas vezes não as incapacitam, ou provocam desvantagens para determinada atividade, mas geram estigmas individuais e coletivos. Essas deficiências sociais se apresentam como desvantagens, uma vez que estereótipos e discriminações impedem que as pessoas com deficiência tenham vida normal em sociedade. Uma das principais fontes de preconceitos é desinformação existente acerca das potencialidades, desejos e dificuldades, deste grupo da população... (Carlos Ivan Simonsen Leal - Presidente da Fundação Getúlio Vargas - Na apresentação da obra Retratos da Deficiência no Brasil - Marcelo Neri e outros 2003). Na inclusão da Pessoa com Deficiência é preciso lembrar que a manutenção dos direitos humanos, o direito à democracia e a acessibilidade são indissolúveis, pois representam o respeito e a valorização da diversidade humana, como instrumento de bem-estar e de desenvolvimento inclusivo. Prover a acessibilidade para todos é ainda um grande desafio, que enfrentamos, e este objetivo somente será atingido com a eliminação de todas as barreiras visíveis e invisíveis existentes em nosso meio. Existem inúmeros dispositivos que obrigam as diversas esferas de governo a investir e a controlar a aplicação da lei na inclusão das Pessoas com Deficiência no mundo produtivo, e ainda, na falta de legislação específica que regulamente e defina, poderá ser usada o Decreto Federal nº 3298/1999, em seu artigo 8, inciso III. Art. 8º: São instrumentos da Política Nacional para integração da Pessoa Portadora de Deficiência :... III- a aplicação da legislação específica que disciplina a reserva de mercado, em favor da Pessoa Portadora de Deficiência, nos órgãos e entidades públicos e privados. ( Decreto Federal nº 3298/1999, art. 8º, III Acessibilidade, página 31) Existe farta legislação a respeito das cotas que as empresas precisam respeitar para inserção da PCD no mercado de trabalho. A lei nº 8213/91 que estabeleceu a

23 23 obrigatoriedade de cotas ficou conhecida como a Lei das Cotas e em seu art. 93 especifica claramente as porcentagens de cotas que todas as empresas devem cumprir como segue abaixo: I de 100 a 200 empregados... 2%; II de 201 a %; III de 501 a %; IV - de em diante... 5%. (A Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho - TEM pág.18) A Lei das Cotas por si só não solucionada o problema da inserção da PCD no trabalho, mas sim como discorrido acima a posição das atitudes das pessoas frente a deficiência. Preparar não só as PCD com deficiência frente à inclusão e sim o ambiente em que esta pessoa atuará e também as atitudes das pessoas que irão conviver com ela, as necessidades das PCD e a convivência com as mesmas. Importante salientar ainda, que não adianta somente fazer a reserva de mercado para as Pessoas com Deficiência, porém devemos prepará-las para assumir as mais diversas funções dentro de suas especificidades, para que possam executar as mesmas adequadamente e não somente fazer isto através de assistencialismo. Devemos lembrar que o objetivo das PCDs é o reconhecimento da cidadania plena e não simplesmente o cumprimento obrigações sociais. Elas querem se sentir como um cidadão completo. Existem diversas legislações que contemplam este anseio que se adaptam ao contexto, como o Art. 28 do Decreto Federal nº 3298/1999. Art. 28: O aluno portador de deficiência matriculado ou egresso do ensino fundamental ou médio, de instituições públicas ou privadas terá acesso à educação profissional, a fim de obter habilitação profissional que lhe proporcione oportunidades de acesso ao mercado de trabalho Decreto Federal nº 3298/1999, art. 28º - Acessibilidade, página 43.

24 24 Este artigo cita o aluno, mas devem-se lembrar sempre quando estamos fazendo uma formação, somos alunos, e este artigo quer propiciar que todos tenham no futuro condição de concorrer no mercado de trabalho com nível de habilidades especifica já adquirida. Necessário se faz ainda dizer que o art. 28º, nos parágrafos 1, 2, 3 e 4, estabelece como direito básico a educação profissional e detalha com maior especificidade o modo como fazê-lo. 1º A educação profissional para Pessoas Portares de Deficiência será oferecido nos níveis básico, técnico e tecnológico, em escola regular, em instituições especializadas e nos ambientes de trabalho ; 2º As instituições públicas e privadas que ministram educação profissional deverão obrigatoriamente oferecer cursos profissionais de nível básico a pessoas portadoras de deficiência, condicionando a matrícula à sua capacidade de aproveitamento e não a seu nível de escolaridade. 3 Entende-se por habilitação profissional o processo destinado a propiciar à pessoa portadora de deficiência, em nível formal e sistematizado, aquisição de conhecimentos e habilidades especificamente associados a determinada profissão ou ocupação. 4º Os diplomas e certificados de cursos de educação profissional, expedidos por instituição credenciada pelo Ministério da Educação ou órgão equivalente terão validade em todo território nacional. ( Decreto Federal nº 3298/1999, art. 28º - Acessibilidade, página 43). Com uma formação adequada e com os direitos respeitados pelo art. 28, detalhado neste capítulo, podemos afirmar que temos que trabalhar para seja derrubado o mito de que as Pessoas com Deficiência não possam, após sua formação feita, se inserir de maneira adequada e competitiva no campo de trabalho como o momento atual exige. Temos que deixar de lado o assistencialismo e nos empenhar no integracionismo das pessoas nos mais diversos meios da nossa sociedade.

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