Projeto IPN Integração do Pós- Negociação

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1 Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim 5ª Reunião do GT-Testes 7 de Fevereiro de 2013 A implantação do IPN depende de prévia autorização dos órgãos reguladores A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia autorização dos órgãos reguladores

2 RESUMO DA REUNIÃO PARTE 1 AGENDA PRINCIPAIS PONTOS Diálogo e esclarecimentos sobre os temas críticos sugeridos pelas instituições Esta 5ª reunião teve como pauta a discussão de aspectos ou pontos críticos que pudessem influenciar o cronograma de implantação do projeto IPN (vide slide 4). Na semana anterior à reunião, as instituições propuseram o tratamento de 12 temas. 8 dos 12 temas foram debatidos e esclarecidos pela equipe da BM&FBovespa. Os outros 4 temas serão tratados na 6ª reunião do GT-Testes. No decorrer da reunião também houve abertura para o tratamento de perguntas que fossem consideradas criticas pelos presentes. Os seguintes temas foram tratados durante a reunião: 1. Impacto na implementação do CORE (slide 5) 2. Simulação de riscos a partir de Web Service (slide 5) 3. Divulgação do novo algoritmo de Min Max (slide 6) 4. Revisão detalhado do timeline CORE (slide 6) 5. Processo de chamada de margem intradia (slide 7) 6. Estrutura de Contas - Variáveis, prós e contras (slide 8) 7. Ambiente de certificação (slide 9) 8. Fluxo de exercício de opções (slide 10 a 16) Os seguintes temas serão tratadas na 6ª reunião: 9. Pré-requisitos para PLD (slide 17) 10. Fluxo de Repasse (slide 17) 11. Fluxo do BTC (slide 17) 12. Nova identificação de instrumentos - Trinca (slide 17) 2

3 RESUMO DA REUNIÃO PARTE 2 AGENDA PRINCIPAIS PONTOS Durante a reunião houve o debate sobre a alta incidência no GT-Testes de temas e perguntas que se referem ao segmento Bovespa, embora, este segmento será integrado somente em Os questionamentos referiam-se à relevância e a necessidade da antecipação destes debates dado que a prioridade é a implantação da Clearing de Derivativos. Algumas instituições informaram que o debate antecipado da Clearing de Ações é importante em função de: Necessidade de informações para a decisão sobre a adoção de um modelo integrado; Foco de atuação do GT-Testes Existência de vários detalhes sobre a Clearing de Ações que se não debatidos agora não haverá tempo para cumprir os prazos pretendidos; Negócios altamente integrados e que dependem da visão das duas clearings para o desenvolvimento de seus sistemas. Segundo a BM&FBovespa é importante já pensar no desenvolvimento das duas Clearings em conjunto para evitar retrabalhos futuros de desenvolvimento e, embora seja um opção de cada participante, a BM&FBovespa fornecerá subsídios para atender a qualquer das opções escolhida pelos participantes. APEL coloca que se trata de um grupo heterogêneo e o GT-Testes é um lugar comum, por isso, em alguns momentos, haverá tratamento de temas de interesses distintos, por isso, propõe que ao sugerir pauta as instituições apontem quais são os temas de interesse especifico e de interesse comum. Próxima reunião (6ª Reunião) Será realizada em 21/02/2013. Nesta reunião o GT-Testes tratará temas relacionados aos riscos de implantação. Pauta e temas serão sugeridos pelos integrantes do GT-Testes. 3

4 INTRODUÇÃO A partir deste encontro iremos orientar nossas atenções para aspectos que possam influenciar o cronograma de implantação do IPN. Uma vez que diversos podem ser os assuntos que demandem profissionais específicos da BM&FBOVESPA, gostaríamos de melhor endereçar as demandas e aumentar, desta forma, nossa efetividade de encontros. Nesse sentido, na última semana, solicitamos aos integrantes do GT-TESTES que, a depender do estágio dos seus projetos, sugiram temas que possam interferir em seus cronogramas de implantação a partir das seguintes dimensões, mas não se limitando a elas. Negócios Aspectos que devam ser esclarecidos, discutidos e/ou revisados no que se refere a mudanças no camada de negócios do participante (como por exemplo decorrente de mudanças do novo cálculo de margem, modelo de risco, estrutura de participantes, dentre outros). Adaptações Aspectos ligados às regras de negócio, processos, sistemas e/ou componentes que demandem discussões mais aprofundadas para sustentar as especificações necessárias para o processo de adaptação do participante. Migração Apresentarem questões ligadas aos temas de certificação, dia D, fall back, contingência, dentre outros, que devam ser discutidos com maior profundidade a partir de agora visando atender ao planejamento do projeto. 4

5 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It INSTITUIÇÕES POSICIONAMENTO DA BM&FBOVESPA 1 2 Tema: Impacto na implementação do CORE Acreditamos que a nova metodologia de cálculo de risco provocará um aumento nas solicitações de clientes relativas a simulação de margem. Entendemos que a solução através da utilização de webservice para realizar essas simulações poderia ser a mais eficiente frente ao aumento significativo nas solicitações de simulação de margem. Porém não está bem detalhado as especificidades e nem a tecnologia necessária para a utilização do webservice e posterior integração necessária com nossos sistemas e nem bem especificado qual será o custo do serviço cobrado pela BM&FBovespa. Cabe ressaltar que maior detalhamento e divulgação dos custos nos permitirá uma melhor avaliação para decisão da melhor forma de responder as solicitações de margem. Gostaríamos de confirmar que as possibilidades são: 1.Utilização das telas providas pela BM&FBovespa. 2.Utilização do Web Service. 3.Desenvolver a simulação no sistema Interno. Tema: Simulação de riscos a partir de Web Service Precisamos de maiores detalhes sobre como funcionaria. Teremos um link entre sistemas proprietários e a Bolsa para fazer diversas simulações simultaneamente? Este ponto é bem relevante, dependendo do modelo poderíamos inclusive rever a estratégia de replicar os cálculos em sistemas internos Na nova clearing haverá um simulador de cálculo de risco para que, através de tela ou upload de arquivos, os participantes possam: (i) simular o risco de carteiras fictícias, (ii) obter posições atualizadas, (iii) recalcular riscos com inserção de novas operações, etc. Mas, considerando a complexidade do novo modelo e de sua replicação, a BM&FBovespa disponibilizará como alternativa, um serviço de web service para a simulação de risco. No momento este serviço está em fase de especificação interna para a definição de: (i) características não funcionais, (ii) capacidade, (iii) arquitetura, (iv) integração, (v) performance, (vi) existência ou não de tarifação, entre outras. Haverá contato com o mercado para identificar outras características. O plano da BM&FBovespa é disponibilizar o web service no momento da entrada em operação da nova metodologia juntamente com todos os demais aplicativos que estão sendo oferecidos (entre eles o simulador e monitor de risco). Em breve a BM&FBovespa fornecerá maiores detalhes sobre o desenvolvimento do webservice. 5

6 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It INSTITUIÇÕES POSICIONAMENTO DA BM&FBOVESPA 3 Tema: Divulgação do novo algoritmo de Min Max Quando e como o novo algoritmo de Min Max (Estratégia que minimiza o risco aliada a cenário que maximiza as perdas) será divulgado pela Bolsa. Quanto tempo os participantes terão para desenvolver suas ferramentas proprietárias. A Bolsa dará suporte e tem interesse que o mercado as desenvolva? A especificação do novo algoritmo está pronta e a expectativa da BM&FBovespa é começar divulgar os detalhes já no próximo mês, após obtenção do aval dos órgãos reguladores. Os detalhes técnicos serão divulgados através do manual de administração de risco. A BM&Fbovespa fornecerá o suporte para as instituições com interesse em replicar o cálculo. 4 Tema: Revisão detalhado do timeline CORE Quais produtos entram no CORE este ano? Ações Derivativos de Ações Empréstimo de Ações Derivativos financeiros e de commodities Títulos de renda fixa Cambio Neste ano (2013) entram no CORE todos os produtos que hoje são negociados na Clearing derivativos (1ª Fase da implantação da nova clearing integrada), dentre os quais: derivativos financeiros, de commodities e os colaterais que farão parte do cálculo para chamada de margem. 6

7 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It INSTITUIÇÕES POSICIONAMENTO DA BM&FBOVESPA 5 Tema: Processo de chamada de margem intradia O modelo atual é muito flexível, sem regras claras. A ideia será instituir a chamada de margem via mensageria? O participante teria determinado prazo (em horas/ minutos) para cobrir a margem? E se houvessem operações não especificadas, qual seria o comportamento da Bolsa? Quais seriam as regras para a instituição de multas ou margem punitiva adicional? Em relação à margem intradiaria A chamada de margem tradicional será via mensageria. O monitoramento de risco intradiário será similar ao processo vigente, ou seja, a clearing irá monitorar a adequação do participante ao limite operacional estabelecido. Em caso de violação o participante poderá optar por (i) depósito de garantias, (ii) especificar operações para um comitente e solicitar que esse comitente faça o depósito de garantias, (iii) efetuar a reversão das operações, entre outras. Devido a flexibilidade para que o participante decida qual a melhor alternativa para atender a violação do limite intradiario, a BM&FBovespa não considera o uso da mensageria para a chamada de margem. Em relação às operações não alocadas Existe um algoritmo dentro do cálculo de risco intradiario especifico para tratamento do risco das operações não alocadas e esse componente é parte do cálculo do risco intradiario do participante. Para determinados casos é um componente bastante importante no valor do risco intradiario dado que é comum o participante especificar para diminuir o risco das operações não alocadas. Complementarmente ao modelo de cálculo de risco intradiario, haverá a possibilidade de enxergar o risco das operações indicadas para a conta máster. O participante conseguirá ver qual é o risco intradiario de cada uma das contas Master sob sua responsabilidade e também as operações indicadas para a conta máster mas que ainda não foram especificadas para o cliente final. Em relação às multas ou margem punitiva As regras para a instituição de multas ou margem punitiva adicional serão divulgadas no manual de administração de riscos e no manual de procedimentos operacionais. De forma simplificada podemos dizer que será passível de multa ou margem adicional a reincidência de um comportamento do participante considerado não adequado, ou seja, não atendimento de um prazo considerado adequado ou não cumprimento do processo de risco intradiario. 7

8 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It INSTITUIÇÕES POSICIONAMENTO DA BM&FBOVESPA 6 Tema: Estrutura de Contas - Variáveis, prós e contras Esclarecimentos e exploração de todas as variáveis possíveis com relação a Estrutura de Contas e quais os prós e contras de cada estrutura possivelmente escolhida. A flexibilidade da Nova estrutura de Contas e Participantes possibilitará que as instituições tenham a opção de unificar suas atuais estruturas que atendem aos segmentos BMF e Bovespa. Essa flexibilidade contribuirá para a harmonização da estrutura de acordo necessidades e/ou estratégias especificas e possibilitará a obtenção de diversos benefícios decorrentes de uma possível unificação. Dentre os quais destacam-se: Ganhos significativos de eficiência operacional devido a consolidação de processos, sistemas, fluxos, equipes, entre outros. Ganhos decorrentes da implantação do CORE com a possibilidade de consolidar todas as operações, posições e garantias para realizar um único cálculo de risco e compensações para obter um possível risco residual menor do que se calculado em separado. Acreditamos que em um primeiro momento, até o final de 2014, enquanto não tenhamos as duas Clearings unificadas (Derivativos e Equities), seja viável esse modelo dado que ainda não se terá o total benefício da consolidação de margem e de risco entre os mercados. No entanto, acreditamos que a partir de 2014, com unificação das duas Clearings, haverá um grande benefício para os participantes e clientes caso optem pela unificação de estruturas. Acreditamos que a tendência é que muitas instituições caminhem na linha de consolidação dos mercados. Existem ao menos três variantes para as instituições que desejam manter a segregação de mercado. Se o participante é um Negociação e quer manter separados os clientes Bovespa dos clientes que operam BMF, ela pode fazer isso de três formas, sendo elas: segregando em contas embaixo de um mesmo código operacional optando por abrir dois códigos de PN com estrutura de contas a parte mantendo a mesma conta e o mesmo código de participante mas com dois membros de compensação distintos. 8

9 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It Tema Detalhamento 7 Tema: Ambiente de certificação Preparação do ambiente - o ambiente de certificação começará como uma cópia de produção com todos os clientes cadastrados em prod já cadastrados no ambiente de certificação? Historicamente não tem sido desta forma e cada participante precisava solicitar para BVMF cadastrar alguns clientes no ambiente de certificação para ser usado para seus testes de user acceptance e os roteiros de certificação. Trata-se de um tema em estudo na BM&FBOVESPA onde estão sendo avaliados os possíveis cenários para a configuração do ambiente de certificação. De três cenários avaliados, um deles está totalmente descartado e os outros dois serão ainda explorados para a escolha de um deles (vide cenários abaixo). Cenário 1 - Ambiente de Certificação com cópia exata do cadastro de produção. Este cenário está totalmente descartado pela BM&FBovespa em função dos riscos de segurança de informação. Cenário 2 Disponibilizar o ambiente sem nenhuma carga de dados de forma que ficaria a critério do participante a população dos dados. Cenário 3 Disponibilizar o ambiente com dados mascarados do ambiente de produção descaracterizando totalmente os dados que identificam o investidor. O benefício para os participantes será a utilização da mesma numeração e dos vínculos que os participantes utilizam em produção. Com a possibilidade de abertura de novas contas, novos vínculos e testarem todas as funcionalidades no novo ambiente. A tendência é que BM&FBovespa adote este terceiro cenário dado que é uma opção mais flexível e que possibilitará a alavancagem das estruturas que os participantes já possuem e a realização de testes de novas funcionalidades e novos serviços. Para esta certificação a ideia é permitir uma situação hibrida onde os participantes também deverão realizar roteiros de certificação específicos de cadastro onde deverão criar contas e criar vínculos para exercitar os seus processos. Em breve a BM&FBovespa divulgará, em conjunto com os roteiros de certificação, qual dos cenários será o escolhido. 9

10 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It Tema Detalhamento Tema: Fluxo de exercício de opções 8 Caso o cliente opere no segmento Bovespa, como o novo modelo do PLD (onde o PLD enviaria a especificação dos clientes finais para a bolsa), o PLD terá que abrir o cadastro de todos os clientes finais na corretora que o PLD escolher para exercer opção? As respostas a este item estão detalhadas nas próximas 6 páginas (slides 9 a 14). 10

11 Exercício de opções GT-TESTES Fevereiro de 2013 A implantação do IPN depende de prévia autorização dos órgãos reguladores. CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO X PÚBLICO

12 Modelo de Opções Quem pode negociar? PN Quem pode manter posição de opções? PN e PLD Quem pode exercer as opções? PN Como manter a posição de opções no PLD? Criação de vínculo de repasse entre PN e PLD para envio do negócio. Conta que receberá a alocação final no PLD deverá ter vínculo de exercício. Como exercer a opção quando a posição está no PLD? PN que possui conta com vínculo de repasse com a conta que detém a posição no PLD pode exercer a opção. O repasse será feito automaticamente para o PLD e não poderá ser rejeitado. Vínculo de repasse deve ser criado até o dia anterior do exercício 12

13 Modelo de Opções Modelo 1 PN abre posição e a mantem sob sua responsabilidade até o exercício Negociação CCP Compensação Negociação A Exercício CCP Compensação Negociação A Se Titular: PN A exerce a opção no sistema de exercício de opções Se Lançador: Conta no PN A será automaticamente exercida, segundo critério do sistema de negociação Conta A Conta A 13

14 Modelo de Opções Modelo 2 PN abre posição e repassa o trade para outro PN Negociação Exercício Compensação Negociação A CCP Compensação Negociação B Compensação Negociação A CCP Compensação Negociação B Se Titular: PN B exerce a opção no sistema de exercício de opções Se Lançador: Conta no PN B será automaticamente exercida, segundo critério do sistema de negociação Conta A Conta B Conta A Conta B Vínculo de repasse 14

15 Modelo de Opções Modelo 3 PN abre posição e repassa o trade para outro PLD Negociação Exercício CCP CCP Compensação A Compensação B Compensação A Compensação B Compensação C... Compensação D Negociação A Participante Com Liq. Direta Negociação A Participante Com Liq. Direta Negociação C Negociação D Conta A Conta B Conta A Conta B Conta C Conta D Vínculo de repasse Vínculo de exercício Se Titular: Qualquer PN que tenha conta com vínculo de repasse ( A, C ou D ) pode exercer a opção no sistema de exercício de opções. O exercício será repassado ao PLD. Se Lançador: PN indicado no vínculo de exercício padrão ( C neste exemplo) será exercido, segundo critério do sistema de negociação. O exercício será repassado ao PLD. 15

16 Contato: 16

17 TEMAS SUGERIDOS PRÓXIMOS GT S It Tema Detalhamento 9 Pré-requisitos para PLD Pré-requisitos para que alguma instituição seja PLD 10 Fluxo de Repasse Fluxo de Repasse para o segmento Bovespa (aceitação, rejeição, se será em D+0, D+1, etc) 11 Fluxo do BTC Determinação de como será o fluxo do BTC (considerando a nova estrutura de repasse/pld) 12 Nova identificação de instrumentos (Trinca) Aplicação e impacto da nova identificação de instrumentos (Trinca) 17

18 PRÓXIMOS PASSOS Próxima reunião do GT-Testes 21 de Fevereiro Obs: A implantação do IPN depende de prévia autorização dos órgãos reguladores. 18

19 Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim 5ª Reunião do GT-Testes 7 de Fevereiro de 2013

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