Projeto IPN Integração do Pós- Negociação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Projeto IPN Integração do Pós- Negociação"

Transcrição

1 Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim 5ª Reunião do GT-Testes 7 de Fevereiro de 2013 A implantação do IPN depende de prévia autorização dos órgãos reguladores A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia autorização dos órgãos reguladores

2 RESUMO DA REUNIÃO PARTE 1 AGENDA PRINCIPAIS PONTOS Diálogo e esclarecimentos sobre os temas críticos sugeridos pelas instituições Esta 5ª reunião teve como pauta a discussão de aspectos ou pontos críticos que pudessem influenciar o cronograma de implantação do projeto IPN (vide slide 4). Na semana anterior à reunião, as instituições propuseram o tratamento de 12 temas. 8 dos 12 temas foram debatidos e esclarecidos pela equipe da BM&FBovespa. Os outros 4 temas serão tratados na 6ª reunião do GT-Testes. No decorrer da reunião também houve abertura para o tratamento de perguntas que fossem consideradas criticas pelos presentes. Os seguintes temas foram tratados durante a reunião: 1. Impacto na implementação do CORE (slide 5) 2. Simulação de riscos a partir de Web Service (slide 5) 3. Divulgação do novo algoritmo de Min Max (slide 6) 4. Revisão detalhado do timeline CORE (slide 6) 5. Processo de chamada de margem intradia (slide 7) 6. Estrutura de Contas - Variáveis, prós e contras (slide 8) 7. Ambiente de certificação (slide 9) 8. Fluxo de exercício de opções (slide 10 a 16) Os seguintes temas serão tratadas na 6ª reunião: 9. Pré-requisitos para PLD (slide 17) 10. Fluxo de Repasse (slide 17) 11. Fluxo do BTC (slide 17) 12. Nova identificação de instrumentos - Trinca (slide 17) 2

3 RESUMO DA REUNIÃO PARTE 2 AGENDA PRINCIPAIS PONTOS Durante a reunião houve o debate sobre a alta incidência no GT-Testes de temas e perguntas que se referem ao segmento Bovespa, embora, este segmento será integrado somente em Os questionamentos referiam-se à relevância e a necessidade da antecipação destes debates dado que a prioridade é a implantação da Clearing de Derivativos. Algumas instituições informaram que o debate antecipado da Clearing de Ações é importante em função de: Necessidade de informações para a decisão sobre a adoção de um modelo integrado; Foco de atuação do GT-Testes Existência de vários detalhes sobre a Clearing de Ações que se não debatidos agora não haverá tempo para cumprir os prazos pretendidos; Negócios altamente integrados e que dependem da visão das duas clearings para o desenvolvimento de seus sistemas. Segundo a BM&FBovespa é importante já pensar no desenvolvimento das duas Clearings em conjunto para evitar retrabalhos futuros de desenvolvimento e, embora seja um opção de cada participante, a BM&FBovespa fornecerá subsídios para atender a qualquer das opções escolhida pelos participantes. APEL coloca que se trata de um grupo heterogêneo e o GT-Testes é um lugar comum, por isso, em alguns momentos, haverá tratamento de temas de interesses distintos, por isso, propõe que ao sugerir pauta as instituições apontem quais são os temas de interesse especifico e de interesse comum. Próxima reunião (6ª Reunião) Será realizada em 21/02/2013. Nesta reunião o GT-Testes tratará temas relacionados aos riscos de implantação. Pauta e temas serão sugeridos pelos integrantes do GT-Testes. 3

4 INTRODUÇÃO A partir deste encontro iremos orientar nossas atenções para aspectos que possam influenciar o cronograma de implantação do IPN. Uma vez que diversos podem ser os assuntos que demandem profissionais específicos da BM&FBOVESPA, gostaríamos de melhor endereçar as demandas e aumentar, desta forma, nossa efetividade de encontros. Nesse sentido, na última semana, solicitamos aos integrantes do GT-TESTES que, a depender do estágio dos seus projetos, sugiram temas que possam interferir em seus cronogramas de implantação a partir das seguintes dimensões, mas não se limitando a elas. Negócios Aspectos que devam ser esclarecidos, discutidos e/ou revisados no que se refere a mudanças no camada de negócios do participante (como por exemplo decorrente de mudanças do novo cálculo de margem, modelo de risco, estrutura de participantes, dentre outros). Adaptações Aspectos ligados às regras de negócio, processos, sistemas e/ou componentes que demandem discussões mais aprofundadas para sustentar as especificações necessárias para o processo de adaptação do participante. Migração Apresentarem questões ligadas aos temas de certificação, dia D, fall back, contingência, dentre outros, que devam ser discutidos com maior profundidade a partir de agora visando atender ao planejamento do projeto. 4

5 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It INSTITUIÇÕES POSICIONAMENTO DA BM&FBOVESPA 1 2 Tema: Impacto na implementação do CORE Acreditamos que a nova metodologia de cálculo de risco provocará um aumento nas solicitações de clientes relativas a simulação de margem. Entendemos que a solução através da utilização de webservice para realizar essas simulações poderia ser a mais eficiente frente ao aumento significativo nas solicitações de simulação de margem. Porém não está bem detalhado as especificidades e nem a tecnologia necessária para a utilização do webservice e posterior integração necessária com nossos sistemas e nem bem especificado qual será o custo do serviço cobrado pela BM&FBovespa. Cabe ressaltar que maior detalhamento e divulgação dos custos nos permitirá uma melhor avaliação para decisão da melhor forma de responder as solicitações de margem. Gostaríamos de confirmar que as possibilidades são: 1.Utilização das telas providas pela BM&FBovespa. 2.Utilização do Web Service. 3.Desenvolver a simulação no sistema Interno. Tema: Simulação de riscos a partir de Web Service Precisamos de maiores detalhes sobre como funcionaria. Teremos um link entre sistemas proprietários e a Bolsa para fazer diversas simulações simultaneamente? Este ponto é bem relevante, dependendo do modelo poderíamos inclusive rever a estratégia de replicar os cálculos em sistemas internos Na nova clearing haverá um simulador de cálculo de risco para que, através de tela ou upload de arquivos, os participantes possam: (i) simular o risco de carteiras fictícias, (ii) obter posições atualizadas, (iii) recalcular riscos com inserção de novas operações, etc. Mas, considerando a complexidade do novo modelo e de sua replicação, a BM&FBovespa disponibilizará como alternativa, um serviço de web service para a simulação de risco. No momento este serviço está em fase de especificação interna para a definição de: (i) características não funcionais, (ii) capacidade, (iii) arquitetura, (iv) integração, (v) performance, (vi) existência ou não de tarifação, entre outras. Haverá contato com o mercado para identificar outras características. O plano da BM&FBovespa é disponibilizar o web service no momento da entrada em operação da nova metodologia juntamente com todos os demais aplicativos que estão sendo oferecidos (entre eles o simulador e monitor de risco). Em breve a BM&FBovespa fornecerá maiores detalhes sobre o desenvolvimento do webservice. 5

6 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It INSTITUIÇÕES POSICIONAMENTO DA BM&FBOVESPA 3 Tema: Divulgação do novo algoritmo de Min Max Quando e como o novo algoritmo de Min Max (Estratégia que minimiza o risco aliada a cenário que maximiza as perdas) será divulgado pela Bolsa. Quanto tempo os participantes terão para desenvolver suas ferramentas proprietárias. A Bolsa dará suporte e tem interesse que o mercado as desenvolva? A especificação do novo algoritmo está pronta e a expectativa da BM&FBovespa é começar divulgar os detalhes já no próximo mês, após obtenção do aval dos órgãos reguladores. Os detalhes técnicos serão divulgados através do manual de administração de risco. A BM&Fbovespa fornecerá o suporte para as instituições com interesse em replicar o cálculo. 4 Tema: Revisão detalhado do timeline CORE Quais produtos entram no CORE este ano? Ações Derivativos de Ações Empréstimo de Ações Derivativos financeiros e de commodities Títulos de renda fixa Cambio Neste ano (2013) entram no CORE todos os produtos que hoje são negociados na Clearing derivativos (1ª Fase da implantação da nova clearing integrada), dentre os quais: derivativos financeiros, de commodities e os colaterais que farão parte do cálculo para chamada de margem. 6

7 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It INSTITUIÇÕES POSICIONAMENTO DA BM&FBOVESPA 5 Tema: Processo de chamada de margem intradia O modelo atual é muito flexível, sem regras claras. A ideia será instituir a chamada de margem via mensageria? O participante teria determinado prazo (em horas/ minutos) para cobrir a margem? E se houvessem operações não especificadas, qual seria o comportamento da Bolsa? Quais seriam as regras para a instituição de multas ou margem punitiva adicional? Em relação à margem intradiaria A chamada de margem tradicional será via mensageria. O monitoramento de risco intradiário será similar ao processo vigente, ou seja, a clearing irá monitorar a adequação do participante ao limite operacional estabelecido. Em caso de violação o participante poderá optar por (i) depósito de garantias, (ii) especificar operações para um comitente e solicitar que esse comitente faça o depósito de garantias, (iii) efetuar a reversão das operações, entre outras. Devido a flexibilidade para que o participante decida qual a melhor alternativa para atender a violação do limite intradiario, a BM&FBovespa não considera o uso da mensageria para a chamada de margem. Em relação às operações não alocadas Existe um algoritmo dentro do cálculo de risco intradiario especifico para tratamento do risco das operações não alocadas e esse componente é parte do cálculo do risco intradiario do participante. Para determinados casos é um componente bastante importante no valor do risco intradiario dado que é comum o participante especificar para diminuir o risco das operações não alocadas. Complementarmente ao modelo de cálculo de risco intradiario, haverá a possibilidade de enxergar o risco das operações indicadas para a conta máster. O participante conseguirá ver qual é o risco intradiario de cada uma das contas Master sob sua responsabilidade e também as operações indicadas para a conta máster mas que ainda não foram especificadas para o cliente final. Em relação às multas ou margem punitiva As regras para a instituição de multas ou margem punitiva adicional serão divulgadas no manual de administração de riscos e no manual de procedimentos operacionais. De forma simplificada podemos dizer que será passível de multa ou margem adicional a reincidência de um comportamento do participante considerado não adequado, ou seja, não atendimento de um prazo considerado adequado ou não cumprimento do processo de risco intradiario. 7

8 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It INSTITUIÇÕES POSICIONAMENTO DA BM&FBOVESPA 6 Tema: Estrutura de Contas - Variáveis, prós e contras Esclarecimentos e exploração de todas as variáveis possíveis com relação a Estrutura de Contas e quais os prós e contras de cada estrutura possivelmente escolhida. A flexibilidade da Nova estrutura de Contas e Participantes possibilitará que as instituições tenham a opção de unificar suas atuais estruturas que atendem aos segmentos BMF e Bovespa. Essa flexibilidade contribuirá para a harmonização da estrutura de acordo necessidades e/ou estratégias especificas e possibilitará a obtenção de diversos benefícios decorrentes de uma possível unificação. Dentre os quais destacam-se: Ganhos significativos de eficiência operacional devido a consolidação de processos, sistemas, fluxos, equipes, entre outros. Ganhos decorrentes da implantação do CORE com a possibilidade de consolidar todas as operações, posições e garantias para realizar um único cálculo de risco e compensações para obter um possível risco residual menor do que se calculado em separado. Acreditamos que em um primeiro momento, até o final de 2014, enquanto não tenhamos as duas Clearings unificadas (Derivativos e Equities), seja viável esse modelo dado que ainda não se terá o total benefício da consolidação de margem e de risco entre os mercados. No entanto, acreditamos que a partir de 2014, com unificação das duas Clearings, haverá um grande benefício para os participantes e clientes caso optem pela unificação de estruturas. Acreditamos que a tendência é que muitas instituições caminhem na linha de consolidação dos mercados. Existem ao menos três variantes para as instituições que desejam manter a segregação de mercado. Se o participante é um Negociação e quer manter separados os clientes Bovespa dos clientes que operam BMF, ela pode fazer isso de três formas, sendo elas: segregando em contas embaixo de um mesmo código operacional optando por abrir dois códigos de PN com estrutura de contas a parte mantendo a mesma conta e o mesmo código de participante mas com dois membros de compensação distintos. 8

9 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It Tema Detalhamento 7 Tema: Ambiente de certificação Preparação do ambiente - o ambiente de certificação começará como uma cópia de produção com todos os clientes cadastrados em prod já cadastrados no ambiente de certificação? Historicamente não tem sido desta forma e cada participante precisava solicitar para BVMF cadastrar alguns clientes no ambiente de certificação para ser usado para seus testes de user acceptance e os roteiros de certificação. Trata-se de um tema em estudo na BM&FBOVESPA onde estão sendo avaliados os possíveis cenários para a configuração do ambiente de certificação. De três cenários avaliados, um deles está totalmente descartado e os outros dois serão ainda explorados para a escolha de um deles (vide cenários abaixo). Cenário 1 - Ambiente de Certificação com cópia exata do cadastro de produção. Este cenário está totalmente descartado pela BM&FBovespa em função dos riscos de segurança de informação. Cenário 2 Disponibilizar o ambiente sem nenhuma carga de dados de forma que ficaria a critério do participante a população dos dados. Cenário 3 Disponibilizar o ambiente com dados mascarados do ambiente de produção descaracterizando totalmente os dados que identificam o investidor. O benefício para os participantes será a utilização da mesma numeração e dos vínculos que os participantes utilizam em produção. Com a possibilidade de abertura de novas contas, novos vínculos e testarem todas as funcionalidades no novo ambiente. A tendência é que BM&FBovespa adote este terceiro cenário dado que é uma opção mais flexível e que possibilitará a alavancagem das estruturas que os participantes já possuem e a realização de testes de novas funcionalidades e novos serviços. Para esta certificação a ideia é permitir uma situação hibrida onde os participantes também deverão realizar roteiros de certificação específicos de cadastro onde deverão criar contas e criar vínculos para exercitar os seus processos. Em breve a BM&FBovespa divulgará, em conjunto com os roteiros de certificação, qual dos cenários será o escolhido. 9

10 TEMAS SUGERIDOS E TRATADOS NO 5º GT It Tema Detalhamento Tema: Fluxo de exercício de opções 8 Caso o cliente opere no segmento Bovespa, como o novo modelo do PLD (onde o PLD enviaria a especificação dos clientes finais para a bolsa), o PLD terá que abrir o cadastro de todos os clientes finais na corretora que o PLD escolher para exercer opção? As respostas a este item estão detalhadas nas próximas 6 páginas (slides 9 a 14). 10

11 Exercício de opções GT-TESTES Fevereiro de 2013 A implantação do IPN depende de prévia autorização dos órgãos reguladores. CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO X PÚBLICO

12 Modelo de Opções Quem pode negociar? PN Quem pode manter posição de opções? PN e PLD Quem pode exercer as opções? PN Como manter a posição de opções no PLD? Criação de vínculo de repasse entre PN e PLD para envio do negócio. Conta que receberá a alocação final no PLD deverá ter vínculo de exercício. Como exercer a opção quando a posição está no PLD? PN que possui conta com vínculo de repasse com a conta que detém a posição no PLD pode exercer a opção. O repasse será feito automaticamente para o PLD e não poderá ser rejeitado. Vínculo de repasse deve ser criado até o dia anterior do exercício 12

13 Modelo de Opções Modelo 1 PN abre posição e a mantem sob sua responsabilidade até o exercício Negociação CCP Compensação Negociação A Exercício CCP Compensação Negociação A Se Titular: PN A exerce a opção no sistema de exercício de opções Se Lançador: Conta no PN A será automaticamente exercida, segundo critério do sistema de negociação Conta A Conta A 13

14 Modelo de Opções Modelo 2 PN abre posição e repassa o trade para outro PN Negociação Exercício Compensação Negociação A CCP Compensação Negociação B Compensação Negociação A CCP Compensação Negociação B Se Titular: PN B exerce a opção no sistema de exercício de opções Se Lançador: Conta no PN B será automaticamente exercida, segundo critério do sistema de negociação Conta A Conta B Conta A Conta B Vínculo de repasse 14

15 Modelo de Opções Modelo 3 PN abre posição e repassa o trade para outro PLD Negociação Exercício CCP CCP Compensação A Compensação B Compensação A Compensação B Compensação C... Compensação D Negociação A Participante Com Liq. Direta Negociação A Participante Com Liq. Direta Negociação C Negociação D Conta A Conta B Conta A Conta B Conta C Conta D Vínculo de repasse Vínculo de exercício Se Titular: Qualquer PN que tenha conta com vínculo de repasse ( A, C ou D ) pode exercer a opção no sistema de exercício de opções. O exercício será repassado ao PLD. Se Lançador: PN indicado no vínculo de exercício padrão ( C neste exemplo) será exercido, segundo critério do sistema de negociação. O exercício será repassado ao PLD. 15

16 Contato: 16

17 TEMAS SUGERIDOS PRÓXIMOS GT S It Tema Detalhamento 9 Pré-requisitos para PLD Pré-requisitos para que alguma instituição seja PLD 10 Fluxo de Repasse Fluxo de Repasse para o segmento Bovespa (aceitação, rejeição, se será em D+0, D+1, etc) 11 Fluxo do BTC Determinação de como será o fluxo do BTC (considerando a nova estrutura de repasse/pld) 12 Nova identificação de instrumentos (Trinca) Aplicação e impacto da nova identificação de instrumentos (Trinca) 17

18 PRÓXIMOS PASSOS Próxima reunião do GT-Testes 21 de Fevereiro Obs: A implantação do IPN depende de prévia autorização dos órgãos reguladores. 18

19 Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim 5ª Reunião do GT-Testes 7 de Fevereiro de 2013

Programa IPN Certificação com o Mercado

Programa IPN Certificação com o Mercado Programa IPN Certificação com o Mercado A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia autorização dos órgãos reguladores

Leia mais

INTEGRAÇÃO DAS CÂMARAS DA BM&FBOVESPA Apresentação para mercado

INTEGRAÇÃO DAS CÂMARAS DA BM&FBOVESPA Apresentação para mercado INTEGRAÇÃO DAS CÂMARAS DA BM&FBOVESPA Apresentação para mercado CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO X PÚBLICO AGENDA AMBIENTE DE PÓS-NEGOCIAÇÃO

Leia mais

Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim da 14ª Reunião do GT-Testes 26 de setembro de 2013

Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim da 14ª Reunião do GT-Testes 26 de setembro de 2013 Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim da 14ª Reunião do GT-Testes 26 de setembro de 2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk

Leia mais

Projeto de Integração das Clearings

Projeto de Integração das Clearings Projeto de Integração das Clearings Início da Fase 2 Clearing de Renda Variável e Renda Fixa Privada A implantação da 2ª Fase do Projeto de Integração das Clearings depende da aprovação dos órgãos reguladores

Leia mais

Projeto IPN Integração do Pós- Negociação

Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Projeto IPN Integração do Pós- Negociação 8ª Reunião do GT-Testes 9 de Maio de 2013 Posição sobre as providências acordadas na realizada em 11-abr-2013 Posição sobre as providências acordadas na realizada

Leia mais

Telas de controle de posições e de liquidação

Telas de controle de posições e de liquidação Workshop Certificação Fase 5 Telas de controle de posições e de liquidação Agosto de 2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation)

Leia mais

Diagnóstico da troca de informações entre os Participantes

Diagnóstico da troca de informações entre os Participantes Diagnóstico da troca de informações entre os Participantes Ausência de padronização e automação na troca de informações entre os diversos participantes do mercado Corretoras de valores e de mercadorias

Leia mais

CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings Processos de Liquidação 03/07/2013

CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings Processos de Liquidação 03/07/2013 CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings Processos de Liquidação 03/07/2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation)

Leia mais

Workshop 4 SINACOR Visão Geral

Workshop 4 SINACOR Visão Geral Workshop 4 SINACOR Visão Geral Dezembro de 2012 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia autorização dos órgãos

Leia mais

Integração da Infraestrutura de Pós Negociação AVALIAÇÃO DE IMPACTOS Fevereiro de 2013 versão 2.1

Integração da Infraestrutura de Pós Negociação AVALIAÇÃO DE IMPACTOS Fevereiro de 2013 versão 2.1 Integração da Infraestrutura de Pós Negociação Fevereiro de 2013 versão 2.1 A IMPLANTAÇÃO DA INTEGRAÇÃO DAS CLEARINGS DA BM&FBOVESPA E DO NOVO SISTEMA DE RISCO CORE (CLOSEOUT RISK EVALUATION) DEPENDE DE

Leia mais

PROJETO DE INTEGRAÇÃO DAS CLEARINGS FASE 2

PROJETO DE INTEGRAÇÃO DAS CLEARINGS FASE 2 PROJETO DE INTEGRAÇÃO DAS CLEARINGS FASE 2 Workshop Empréstimo de Ativos 31/08/2015 Clearing de Renda Variável e Renda Fixa Privada A implantação da Fase 2 do Projeto de Integração das Clearings depende

Leia mais

Projeto de Integração das Clearings

Projeto de Integração das Clearings Projeto de Integração das Clearings Workshop Técnico Fase 2 Clearing de Renda Variável e Renda Fixa Privada A implantação da Fase 2 do Projeto de Integração das Clearings depende da aprovação dos órgãos

Leia mais

Workshop 2 Cadastros. Novembro de 2012

Workshop 2 Cadastros. Novembro de 2012 Workshop 2 Cadastros Novembro de 2012 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia autorização dos órgãos reguladores.

Leia mais

Guia de Certificação SINCAD para o SINACOR

Guia de Certificação SINCAD para o SINACOR Guia de Certificação SINCAD para o SINACOR Sumário Pré-requisitos... 4 Configurações de Negócio...4 Instituição Financeira...4 Cenário A1.1... 6 Cenário A1.2... 16 Cenário A1.3... 17 Cenário A1.4... 26

Leia mais

CORE CloseOut Risk Evaluation Apresentação para mercado

CORE CloseOut Risk Evaluation Apresentação para mercado CORE CloseOut Risk Evaluation Apresentação para mercado Novembro de 2012 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia

Leia mais

Workshop Certificação Fase 7 Mensagens de alocação, repasse, controle de posições e de liquidação

Workshop Certificação Fase 7 Mensagens de alocação, repasse, controle de posições e de liquidação Workshop Certificação Fase 7 Mensagens de alocação, repasse, controle de posições e de liquidação Outubro de 2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE

Leia mais

Roteiro Específico OC 046/2010 07/10/2010

Roteiro Específico OC 046/2010 07/10/2010 OC 046/2010 07/10/2010 Índice 1. CAPTAR E MANTER CLIENTES... 4 2. GERENCIAR NEGÓCIO... 5 3. EECUTAR ORDENS... 6 4. COMPENSAR E LIQUIDAR... 6 5. FUNÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO... 7 GLOSSÁRIO... 8 2 Definições

Leia mais

Projeto de Integração das Clearings

Projeto de Integração das Clearings Projeto de Integração das Clearings Workshop Técnico SINACOR Fase 2 Clearing de Renda Variável e Renda Fixa Privada A implantação da Fase 2 do Projeto de Integração das Clearings depende da aprovação dos

Leia mais

O F ÍC I O C I R C U L A R. Membros de Compensação, Corretoras Membros e Demais Participantes dos Mercados Administrados pela BM&FBOVESPA

O F ÍC I O C I R C U L A R. Membros de Compensação, Corretoras Membros e Demais Participantes dos Mercados Administrados pela BM&FBOVESPA 20 de agosto de 2008 033/2008-DP O F ÍC I O C I R C U L A R Membros de Compensação, Corretoras Membros e Demais Participantes dos Mercados Administrados pela BM&FBOVESPA Ref.: Início da Negociação via

Leia mais

GPD Gestão de Posições em Derivativos

GPD Gestão de Posições em Derivativos 2010 GPD Gestão de Posições em Derivativos BMF&Bovespa Versão 1.00 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. O NOVO SISTEMA... 3 3. Lista de Referência... 5 3.1 Definições... 5 3.1.1 CAB Central de Atendimento BM&FBOVESPA...

Leia mais

Esclarecimentos sobre a conta máster Segmento Bovespa

Esclarecimentos sobre a conta máster Segmento Bovespa Esclarecimentos sobre a conta máster Segmento Bovespa Diretoria Executiva das Clearings, Depositária e de Risco 02/03/2011 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL

Leia mais

Pré-Requisitos Certificação IPN- SINACOR. Projeto: SINACOR - IPN

Pré-Requisitos Certificação IPN- SINACOR. Projeto: SINACOR - IPN Pré-Requisitos Certificação IPN- SINACOR Projeto: SINACOR - IPN A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia autorização

Leia mais

CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings

CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings Call sobre diversos temas do IPN 19/04/2013 19/04/2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout

Leia mais

Projeto de Integração das Clearings

Projeto de Integração das Clearings Projeto de Integração das Clearings Workshop SINACOR Fase 2 Clearing de Renda Variável e Renda Fixa Privada A implantação da Fase 2 do Projeto de Integração das Clearings depende da aprovação dos órgãos

Leia mais

CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings Processo de Certificação 07/06/2013

CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings Processo de Certificação 07/06/2013 CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings Processo de Certificação 07/06/2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation)

Leia mais

CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings

CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings CALL com Mercado Projeto Integração das Clearings A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia autorização dos órgãos

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre Gerenciamento de Risco

Perguntas e Respostas sobre Gerenciamento de Risco Perguntas e Respostas sobre Gerenciamento de Risco 36 questões com gabarito FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca da BM&FBOVESPA Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros) GERENCIAMENTO

Leia mais

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL MANUAL DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL Março 2015 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 CAPÍTULO 1 CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL... 5 CAPÍTULO 2 ÁREAS DE CONHECIMENTO... 6 Operações... 6 Back Office... 6 Compliance... 7 Risco...

Leia mais

Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros

Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros Geraldo Magela Siqueira Rio de Janeiro 16 / 17 de março de 2010 Contextualização As novas condições

Leia mais

O F ÍC I O C I R C U L A R. Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmento BOVESPA

O F ÍC I O C I R C U L A R. Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmento BOVESPA 09 de agosto de 2010 030/2010-DP O F ÍC I O C I R C U L A R Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmento BOVESPA Ref.: Acesso ao Sistema Eletrônico de Negociação Implantação dos Modelos de

Leia mais

Perfil do Investidor Brasileiro Experiências e Atuação Educacional da Bolsa

Perfil do Investidor Brasileiro Experiências e Atuação Educacional da Bolsa Perfil do Investidor Brasileiro Experiências e Atuação Educacional da Bolsa Daniel Pfannemüller Superintendente do Instituto Educacional BM&FBOVESPA Mar/2015 Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno

Leia mais

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO BM&FBOVESPA A BM&FBOVESPA é muito mais do que um espaço de negociação: lista empresas e fundos; realiza negociação de ações, títulos, contratos derivativos; divulga cotações; produz índices de mercado;

Leia mais

A CBLC atua como Contraparte Central garantidora das Operações perante os Agentes de Compensação, conforme disposto no Título I do Regulamento.

A CBLC atua como Contraparte Central garantidora das Operações perante os Agentes de Compensação, conforme disposto no Título I do Regulamento. C A P Í T U L O I I I - C O M P E N S A Ç Ã O E L I Q U I D A Ç Ã O 1. A SPECTOS G ERAIS A CBLC é responsável pela Compensação e Liquidação das Operações com Ativos realizadas nos Sistemas de Negociação

Leia mais

Arquivos de Parâmetros, Cenários e Simulação de Risco Relatório de Definições de Arquivos

Arquivos de Parâmetros, Cenários e Simulação de Risco Relatório de Definições de Arquivos Arquivos de Parâmetros, Cenários e Simulação Relatório de Definições de Arquivos Este documento descreve um conjunto de definições de arquivos desenvolvidos pela BM&FBOVESPA, a serem utilizados no processo

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SITA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SITA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste

Leia mais

Arquitetura CORE Estrutura de Avaliação de Risco para Contrapartes Centrais

Arquitetura CORE Estrutura de Avaliação de Risco para Contrapartes Centrais Arquitetura CORE Estrutura de Avaliação de Risco para Contrapartes Centrais Diretoria Executiva das Clearings, Depositária e de Risco Diretoria de Administração de Risco Maio 2011 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO:

Leia mais

b) Público-alvo Profissionais que queiram atuar como Agentes Distribuidores de Derivativos ADD.

b) Público-alvo Profissionais que queiram atuar como Agentes Distribuidores de Derivativos ADD. TREINAMENTO DE AGENTE DISTRIBUIDOR DE DERIVATIVOS MODALIDADE ONLINE a) Objetivo Atender à demanda de todos que queiram atuar no mercado financeiro como agentes distribuidores de derivativos, oferecendo

Leia mais

Workshop Certificação Fase 6. SINACOR Cadastro de Clientes. Janeiro de 2014 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ):

Workshop Certificação Fase 6. SINACOR Cadastro de Clientes. Janeiro de 2014 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): Workshop Certificação Fase 6 SINACOR Cadastro de Clientes Janeiro de 2014 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO X PÚBLICO 1 Agenda Alinhamento de

Leia mais

O F Í C I O C I R C U L A R. Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA Segmento BOVESPA. Ref: Tarifação de Produtos e Serviços Segmento BOVESPA.

O F Í C I O C I R C U L A R. Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA Segmento BOVESPA. Ref: Tarifação de Produtos e Serviços Segmento BOVESPA. 17 de abril de 2009 024/2009-DP O F Í C I O C I R C U L A R Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA Segmento BOVESPA Ref: Tarifação de Produtos e Serviços Segmento BOVESPA. Conforme divulgado no Ofício

Leia mais

Apresentação dos Resultados do 2T13

Apresentação dos Resultados do 2T13 Apresentação dos Resultados do 2T13 09 de agosto de 2013 Considerações Iniciais Esta apresentação pode conter certas declarações que expressam expectativas, crenças e previsões da administração sobre eventos

Leia mais

Estrutura de Relacionamento:

Estrutura de Relacionamento: 1 Índice Por que ter Guia de Relacionamento e Suporte?... 3 Qual a Estrutura de Relacionamento com o Cliente?... 3 Agente de Atendimento (CAT):... 3 Gerente de Contas (GC):... 3 Gerente de Serviço (GS):...

Leia mais

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO A política de Risco de Mercado do Scotiabank Brasil ( Scotiabank ) é baseada na política do grupo de Risk Management Global do Scotiabank

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS DIRETORIA-GERAL Edital de Consulta Pública n. 1/14 Processo n. 101.921/2014 EDITAL DE CONSULTA PÚBLICA N.

CÂMARA DOS DEPUTADOS DIRETORIA-GERAL Edital de Consulta Pública n. 1/14 Processo n. 101.921/2014 EDITAL DE CONSULTA PÚBLICA N. EDITAL DE CONSULTA PÚBLICA N. 1/2014 Objeto: Consulta pública destinada à obtenção de informações e esclarecimentos para instruir futura contratação de serviço de gestão de margem consignável. Local: Câmara

Leia mais

C O M U N I C A D O E X T E R N O. Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmentos BOVESPA e BM&F

C O M U N I C A D O E X T E R N O. Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmentos BOVESPA e BM&F 03 de março de 2010 002/2010-DP C O M U N I C A D O E X T E R N O Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmentos BOVESPA e BM&F Ref.: Lançamento do Sinacor+ em Março de 2010. Como é de conhecimento

Leia mais

MANUAL DE ACESSO AO SITE DA CERTIFICAÇÃO

MANUAL DE ACESSO AO SITE DA CERTIFICAÇÃO MANUAL DE ACESSO AO SITE DA CERTIFICAÇÃO Para acesso das instituições participantes ao site da certificação Data da Elaboração: 01/11/2009 Última atualização: 29/01/2014 D.04.34.00 APROVADOR: Gerência

Leia mais

TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR. Dezembro/2014

TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR. Dezembro/2014 TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR Dezembro/2014 1. Introdução... 2 2. Estrutura de contas no BC... 2 3. Formas de acesso ao STR... 3 Acesso via RSFN... 3 Acesso via Internet...

Leia mais

Consulta Pública de Lâmina de Fundo. Consulta Pública de Lâmina de Fundo

Consulta Pública de Lâmina de Fundo. Consulta Pública de Lâmina de Fundo 1 de 6 11/06/2015 10:39 Consulta Pública de Lâmina de Fundo Atenção: Estas informações tem por base os documentos enviados à CVM pelas Instituições Administradoras dos Fundos de Investimento e são de exclusiva

Leia mais

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA ATENÇÃO ESTE FOLHETO FAZ REFERÊNCIA AO PREGÃO À VIVA VOZ, FORMA DE NEGOCIAÇÃO UTILIZADA ATÉ 30/9/2005. A PARTIR DESSA DATA, TODAS AS OPERAÇÕES FORAM CENTRALIZADAS

Leia mais

Administração de Ativos de TI. Prof. André Montevecchi

Administração de Ativos de TI. Prof. André Montevecchi Administração de Ativos de TI Prof. André Montevecchi Introdução a ITIL Em um mundo altamente competitivo, de mudanças constantes e inesperadas, é preciso ter flexibilidade e agilidade suficientes para

Leia mais

www.contratofuturo.com

www.contratofuturo.com www.contratofuturo.com www.contratofuturo.com O que é o Índice Futuro Para falar de índice futuro, primeiro precisamos falar do ÍNDICE no presente, que é o Ibovespa. O famoso índice que serve para medir

Leia mais

Mercados Futuros (BM&F)

Mercados Futuros (BM&F) Neste segmento de mercado se negociam contratos e minicontratos futuros de ativos financeiros ou commodities. Ou seja, é a negociação de um produto que ainda não existe no mercado, por um preço predeterminado

Leia mais

Proposta Comercial. ... desenvolvendo e integrando soluções em telecomunicações. Objeto : Proposta : Cliente : Contato :

Proposta Comercial. ... desenvolvendo e integrando soluções em telecomunicações. Objeto : Proposta : Cliente : Contato : ... desenvolvendo e integrando soluções em telecomunicações Proposta Comercial Objeto : Prestação de Serviços de Co-Billing Proposta : Cliente : Contato : Apresentação CTBC Telecom A Companhia de Telecomunicações

Leia mais

PÁGINA 4 ITIL V.2 & ITIL V.3

PÁGINA 4 ITIL V.2 & ITIL V.3 PÁGINA 4 ITIL V.2 & ITIL V.3 Gerência de Níveis de Serviço Manter e aprimorar a qualidade dos serviços de TI Revisar continuamente os custos e os resultados dos serviços para garantir a sua adequação Processo

Leia mais

Parceria XTH & Bahia Partners. Informações Gerais aos Interessados

Parceria XTH & Bahia Partners. Informações Gerais aos Interessados Parceria XTH & Bahia Partners Informações Gerais aos Interessados 04/08/2009 2 Conteúdo 1. O que é a Bahia Partners (BP)?... 3 2. Por que a XTH se aliou a BP?... 3 3. Por que a XTH e a BP fecharam parcerias

Leia mais

Há 30 anos no mercado, a Futura Corretora iniciou suas atividades nos mercados de derivativos, como sócia fundadora da BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros). Desde sua fundação, vem disseminando em todo

Leia mais

1) Consulta da ANBIMA

1) Consulta da ANBIMA Fórum BC SPB Princípios para Infraestruturas de Mercado Padronização da Comunicação Ref: Consulta do BC sobre Subsídios para a Estratégia de Adoção de Padrões de Comunicação Internacionalmente Aceitos

Leia mais

Alterações na apresentação do Workshop 3 - Novos Processos de Liquidação

Alterações na apresentação do Workshop 3 - Novos Processos de Liquidação Alterações na apresentação do Workshop 3 - Novos Processos de Liquidação Junho de 2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation)

Leia mais

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS O que é? uma operação A TERMO É a compra ou a venda, em mercado, de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado,

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO GOLDMAN SACHS DO BRASIL CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO Goldman Sachs do Brasil Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. ( Corretora ), em atenção à Instrução

Leia mais

O F Í C I O C I R C U L A R. Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmentos BOVESPA e BM&F

O F Í C I O C I R C U L A R. Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmentos BOVESPA e BM&F 02 de agosto de 2010 028/2010-DP O F Í C I O C I R C U L A R Participantes dos Mercados da BM&FBOVESPA (BVMF) Segmentos BOVESPA e BM&F Ref.: Nova Política de Tarifação de Operações para Investidores de

Leia mais

TRAJECTA NEURO LABS G5

TRAJECTA NEURO LABS G5 Trajecta :: Robôs Investidores TRAJECTA NEURO LABS G5 Guia Rápido de configuração e operação 22/05/2015 Autor: Rogério Figurelli CEO Trajecta Sumário 1) Neuro Labs a Versão Labs do Neuro Robô... 3 2) Módulos

Leia mais

Iniciantes Home Broker

Iniciantes Home Broker Iniciantes Home Broker Para permitir que cada vez mais pessoas possam participar do mercado acionário e, ao mesmo tempo, tornar ainda mais ágil e simples a atividade de compra e venda de ações, foi criado

Leia mais

Modalidades. Aluguel de ações; Mercado a termo; Operações estruturadas; Financiamento com opções; Long & Short; Day Trade;

Modalidades. Aluguel de ações; Mercado a termo; Operações estruturadas; Financiamento com opções; Long & Short; Day Trade; Modalidades Fora o clássico buy & hold, que é a compra e eventual construção de uma posição comprada no mercado acionário algumas outras modalidades são: Aluguel de ações; Mercado a termo; Operações estruturadas;

Leia mais

Manual de Utilização Site Peper

Manual de Utilização Site Peper Manual de Utilização Site Peper - Corretor - Introdução Com o objetivo de otimizar a produção e o controle operacional ligados ao PEPER Proteção Escolar Permanente, a Patente Seguros e o Colégio 24 Horas,

Leia mais

3 Multi-Agent System for Stock Exchange Simulation

3 Multi-Agent System for Stock Exchange Simulation Multi-Agent System for Stock Exchange Simulation 29 3 Multi-Agent System for Stock Exchange Simulation A participação na competição Agent Reputation Trust (ART) Testbed [10] motivou o estudo do domínio

Leia mais

CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste documento, suas regras e parâmetros relativos ao recebimento,

Leia mais

[POLÍTICA DE INVESTIMENTOS]

[POLÍTICA DE INVESTIMENTOS] [POLÍTICA DE INVESTIMENTOS] Este documento aborda o processo de seleção e alocação de valores mobiliários da Interinvest Data de Publicação: Abril de 2012 Política de Investimentos 1. Conteúdo do Documento

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

O emolumento refere-se ao serviço de negociação. Essa tarifa incide nas seguintes situações:

O emolumento refere-se ao serviço de negociação. Essa tarifa incide nas seguintes situações: Emolumentos O emolumento refere-se ao serviço de negociação. Essa tarifa incide nas seguintes situações: Negociação do contrato (abertura ou encerramento de posição antes do vencimento); Exercício de opções;

Leia mais

Prof. Cid Roberto. Concurso 2012

Prof. Cid Roberto. Concurso 2012 Prof. Cid Roberto Concurso 2012 Grupo Conhecimentos Bancários no Google http://goo.gl/gbkij Comunidade Conhecimentos Bancários (orkut) http://goo.gl/4a6y7 São realizadas por bancos de investimentos e demais

Leia mais

ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES

ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES Em atendimento à Decisão Normativa TCU no. 96 de 04/03/2009, especificamente quanto ao conteúdo expresso em seu Anexo II, letra A, item 16, cabe registrar as seguintes atividades:

Leia mais

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA Dezembro 2015 ÍNDICE Introdução 5 Funções e Notação 8 Capítulo 1 - Estrutura de Salvaguardas 9 1.1 Componentes da estrutura

Leia mais

Taxa de corretagem para Home-Broker. R$ 14,99 por operação + Taxa da Bovespa. *Após a 6ª operação do dia, a corretagem é grátis até o final do pregão

Taxa de corretagem para Home-Broker. R$ 14,99 por operação + Taxa da Bovespa. *Após a 6ª operação do dia, a corretagem é grátis até o final do pregão Custos Operacionais Os resgates solicitados são efetuados através de TED. Para tanto, cada cliente, terá direito a um por semana (gratuitamente), não cumulativo. A partir do segundo, será repassado o custo

Leia mais

Atenção : Todas as informações preenchidas na sua calculadora são de sua responsabilidade.

Atenção : Todas as informações preenchidas na sua calculadora são de sua responsabilidade. Atenção : Todas as informações preenchidas na sua calculadora são de sua responsabilidade. 1 Informar Saldo Inicial As informações fornecidas nesse material são apenas de cunho educacional. Nessa etapa

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 376, DE 11 DE SETEMBRO DE 2002

INSTRUÇÃO Nº 376, DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS INSTRUÇÃO Nº 376, DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas em bolsas e mercados de balcão organizado por meio

Leia mais

TELEFONES: (0XX11) 3175 5353 Mesa de Operações - FAX: (0XX11) 3283 5849

TELEFONES: (0XX11) 3175 5353 Mesa de Operações - FAX: (0XX11) 3283 5849 1 REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO BOVESPA TELEFONES: (0XX11) 3175 5353 Mesa de Operações - FAX: (0XX11) 3283 5849 ALFA CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. nº 4-3 com sede no Município de São

Leia mais

REGULAMENTO TESOURO DIRETO

REGULAMENTO TESOURO DIRETO REGULAMENTO TESOURO DIRETO Tesouro Nacional GLOSSÁRIO 4 CAPÍTULO I REGRAS GERAIS 6 CAPÍTULO II PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS 7 1. CADASTRO... 7 1.1. ASPECTOS GERAIS 7 1.2. CADASTRO DE AGENTES DE CUSTÓDIA

Leia mais

CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA. Especificações

CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA. Especificações CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA Especificações 1. Definições Hedgers: Preço de ajuste (PA): PTAX: Taxa de câmbio referencial BM&FBOVESPA: Dia útil: comitentes que negociam o

Leia mais

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco Responsável: Controle de Riscos Aprovação: BRCC Propósito deste documento Promover transparência quanto à estrutura de gestão de riscos

Leia mais

1. INTRODUÇÃO... 3 2. AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS... 3. 2.1. Objetivos... 3. 2.2. Escopo... 4 3. VALORAÇÃO DE TECNOLOGIAS... 5. 3.1. Objetivo...

1. INTRODUÇÃO... 3 2. AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS... 3. 2.1. Objetivos... 3. 2.2. Escopo... 4 3. VALORAÇÃO DE TECNOLOGIAS... 5. 3.1. Objetivo... 1 ÍNDICE ANALÍTICO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS... 3 2.1. Objetivos... 3 2.2. Escopo... 4 3. VALORAÇÃO DE TECNOLOGIAS... 5 3.1. Objetivo... 5 3.1.1. Negociação para comercialização e

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO O Scotiabank Brasil (SBB), em atendimento à Resolução CMN 3.464 e alinhado a política global do grupo, implementou estrutura de Gerenciamento

Leia mais

São considerados Sistemas de Negociação os seguintes sistemas eletrônicos da BOVESPA:

São considerados Sistemas de Negociação os seguintes sistemas eletrônicos da BOVESPA: C A P Í T U L O I I - R E G I S T R O E A C E I T A Ç Ã O D E O P E R A Ç Õ E S 1. R EGISTRO DE O PERAÇÕES A CBLC registra Operações realizadas nos Sistemas de Negociação para os quais presta serviço.

Leia mais

IREasy Manual do Usuário Versão do manual - 0.0.9

IREasy Manual do Usuário Versão do manual - 0.0.9 OBJETIVOS DO PROGRAMA DE COMPUTADOR IREasy Permitir a apuração do Imposto de Renda dos resultados das operações em bolsa de valores (mercado à vista, a termo e futuros). REQUISITOS MÍNIMOS DO COMPUTADOR

Leia mais

Contrato de Opção Flexível de Compra sobre Índice de Taxa de Juro Spot Especificações

Contrato de Opção Flexível de Compra sobre Índice de Taxa de Juro Spot Especificações Contrato de Opção Flexível de Compra sobre Índice de Taxa de Juro Spot Especificações 1. Definições Contrato (especificações): termos e regras sob os quais as operações serão realizadas e liquidadas. Compra

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Manual de Utilização Google Grupos Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Utilização do Google Grupos Introdução... 3 Página

Leia mais

SINCAD - SISTEMA INTEGRADO DE CADASTRO BM&F BOVESPA. Roteiro de Certificação Participante de Negociação Pleno (PNP)

SINCAD - SISTEMA INTEGRADO DE CADASTRO BM&F BOVESPA. Roteiro de Certificação Participante de Negociação Pleno (PNP) 7/4/2010 SINCAD - SISTEMA INTEGRADO DE CADASTRO BM&F BOVESPA Roteiro de Certificação Participante de Negociação Pleno (PNP) Versão: 1.0.1 Última modificação: 20/06/2013 Roteiro de certificação PNP Contato

Leia mais

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS Como Investir no Mercado a Termo 1 2 Como Investir no Mercado a Termo O que é? uma OPERAÇÃO A TERMO É a compra ou a venda, em mercado, de uma determinada quantidade

Leia mais

REGRAS APLICÁVEIS AOS AGENTES AUTONOMOS DE INVESTIMENTOS NA LEROSA

REGRAS APLICÁVEIS AOS AGENTES AUTONOMOS DE INVESTIMENTOS NA LEROSA Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 497, de 03 de junho de 2011 e tem a finalidade de regular as atividades entre os agentes autônomos de investimentos e a LEROSA (ESCRITÓRIO LEROSA S/A CORRETORES

Leia mais

Integração das Clearings da BM&FBOVESPA e Novo Modelo de Risco CORE (Closeout Risk Evaluation)

Integração das Clearings da BM&FBOVESPA e Novo Modelo de Risco CORE (Closeout Risk Evaluation) Integração das Clearings da BM&FBOVESPA e Novo Modelo de Risco CORE (Closeout Risk Evaluation) Outubro de 2014 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 041/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: CARTEIRA DE LONGO PRAZO O Projeto BRA/06/032

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO A UMUARAMA S/A C.T.V.M, denominada simplesmente Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste documento, suas regras e

Leia mais

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS 1. Público-alvo dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG VERDE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO.

Leia mais

Objetivo. Introdução. Gestão de Riscos. Risco operacional

Objetivo. Introdução. Gestão de Riscos. Risco operacional Objetivo Este relatório tem como objetivo atender a Circular 3.678, de 31 de outubro de 2013, apresentando as informações referentes a gestão de riscos, à apuração do montante dos ativos ponderados pelo

Leia mais

NOVIDADES E PERSPECTIVAS

NOVIDADES E PERSPECTIVAS nº9/02 - SETEMBRO 2002 NOVIDADES E PERSPECTIVAS Mercado Financeiro e Mercado de Valores Mobiliários NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS PELA INTERNET NESTA EDIÇÃO Negociação de Valores Mobiliários pela Internet

Leia mais

Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob)

Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) 1/7 Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Módulo I Apresentação 1. Com a finalidade de promover a harmonização, a integração e a racionalização

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE DAS DEFINIÇÕES INICIAIS

ÂMBITO E FINALIDADE DAS DEFINIÇÕES INICIAIS Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas em bolsas e mercados de balcão organizado por meio da rede mundial de computadores e dá outras providências. O PRESIDENTE DA

Leia mais

Regras e Parâmetros de Atuação

Regras e Parâmetros de Atuação Regras e Parâmetros de Atuação A Renascença Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., ora designada Renascença, em atendimento ao disposto no art. 20º, 4º da Instrução nº 505, de 27 de Setembro

Leia mais