Apresentação Câmara dos Deputados. CEG - Gas Natural Fenosa

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação Câmara dos Deputados. CEG - Gas Natural Fenosa"

Transcrição

1 Apresentação Câmara dos Deputados CEG - Gas Natural Fenosa Operação e manutenção do Sistema Subterrâneo de Gás Canalizado no RJ 23 de agosto de

2 Um Grupo Mundial presente no Brasil 25 países Mais de 20 M de clientes no mundo Maior companhia integrada de gas e eletricidade da Espanha e da América Latina MW Hidro Eolicas Carvão Nuclear Termicas a GN maior Grupo em vendas de GN no Brasil 3º maior operador mundial de GNL Um dos 500 maiores Grupos mundiais 815 mil clientes Concessões RJ e SP 6,3 mil Km de redes Investimentos de R$ 4,1 Bilhões 2

3 Sistema de gas canalizado no 3

4 Evolução do Sistema - RJ Investimento de cerca de R$ 2,6 bilhões na expansão e modernização do sistema. Modernização de 915 km de redes, 600 Estações de Regulagem e cerca de 50 mil válvulas de segurança. Centro de Controle de Urgências e Supervisão com, telemetria e telecomando. Programa permanente de detecção de vazamentos nas redes e vistoria conjunta em caixas da LIGHT. Moderno Sistema de Cadastro de Redes, mediante digitalização (sistema Geogás) sendo a única Concessionária a ter esse sistema na base do IPP-PMRJ.

5 Evolução do Sistema - RJ Centro de Controle Laboratório de Qualidade de gás Certificação NBR ISO/IEC 17025:2001; 5

6 Evolução do Sistema - RJ O investimento na modernização de 915 Km de redes de FF foi continuo ao longo dos últimos anos e espera-se ter 100% finalizado em 2014 conforme o PE Evolução da rede renovada Extensão acumukada de rede renovada (m) Renovação de Rede jun 2011 Evolução anual 6

7 Evolução do Sistema - RJ Novas redes de PE Fitas sinalizadoras de segurança 7

8 Evolução do Sistema - RJ 1997 atual redes de distribuição 2.3 mil km 5,0 mil km redes previstas p/ modernizar 48% 5% redes coincidentes no subsolo com EE 2% Caixas de ERs 600 un Válvulas de segurança un 100% por modernizar 98% por modernizar 100% modernizado 100% modernizado Mapeamento das Redes 100% em papel 100% digitalizado Cadastro entregue à PMRJ

9 Manutenção de Redes Ao contrario das redes de E.E e Telefonia, as redes de gás so podem estar no subsolo. As redes de distribuição de gás sendo enterradas, não são passíveis de inspeção visual. Por este motivo, as empresas distribuidoras de gás canalizado utilizam um processo sistemático de detecção preventiva de vazamentos, de modo a permitir sua eliminação antes que atinjam níveis perigosos. Além do programa de detecção preventiva a CEG desde 2006 mantém um Convenio com a Light de inspeções em caixas de E.E.

10 Detecção de Vazamentos Um aparelho Detector superficial (tapete-sonda) passa na superfície (sobre a rede) e busca identificar uma possível fuga. 20 ppm POSSÍVEL FUGA A Etapa seguinte é a da confirmação da possível fuga onde se utiliza um aparelho Medidor de Volume (% de gás), no local marcado realizando-se furações com espaçamentos médios de 1,5 m, medindo o volume de gás em mistura até que o aparelho acuse o zero de concentração nas duas direções, posicionando o valor máximo medido. A partir do posicionamento do percentual máximo, a fuga é confirmada e posicionada. 0 % 1,5 m 15 % 40 % 60 % 40 % 15 % 5 % 0 % 10

11 Detecção de Vazamentos Instrumento utilizado na superfície Tapete sonda Coleta de amostra de gás para análise em cromatografos Instrumento utilizado em ambientes confinados

12 Detecção de Vazamentos INSPEÇÃO DE CAIXAS DA LIGHT Se Utiliza equipamentos detectores de gás com escala de % LIE e display digital, munidos dos respectivos certificados de calibração para gás natural. São realizadas inspeções em período noturno, de modo a minimizar a influência de fatores externos e facilitar a identificação visual de falhas de isolamento. Se colhem amostras para realizar análises cromatográficas para determinar a natureza do gás.

13 Detecção de Vazamentos INSPEÇÃO DE CAIXAS DA LIGHT CEG - LIGHT Inspeções Realizadas Ritmo Caixas > 80% LIE Área Realizada /dia 0,9% todas 1º sem /dia 0,3% PMRJ até 19/08/ /dia 0,9% todas Centro Copacabana A partir de 12/08 foram iniciadas as inspeções conjuntas com a Prefeitura acompanhadas pela Light e CEG nos bairros de Copacabana e Centro. O objetivo da PMRJ é de alcançar um ritmo de 500 inspeções/dia.

14 Detecção de Vazamentos INSPEÇÃO DE CAIXAS DA LIGHT aspectos importantes Nas inspeções é comum encontrar água, matéria orgânica e detritos em decomposição o que acaba determinando a presença de gás Metano, ainda que em baixas concentrações (mais de 75% das caixas indicam metano). Nos casos em que se verifica a presença de gás canalizado a CEG atua de forma a sanar o problema e havendo no local rede de FF a CEG esta antecipando a modernização da rede ao invés de realizar reparos pontuais.

15 Interferências e Avarias nas redes A grande quantidade de redes e instalações no subsolo de qualquer grande cidade, aumenta a probabilidade de ocorrência de avarias nos diversos serviços; As redes de gás, por exigências normativas de segurança, são instaladas em profundidades superiores à de outros serviços. Em conseqüência, instalações de outros serviços podem vir a serem executadas por cima das nossas, favorecendo a ocorrência de avarias durante a obra e dificuldade futura no aceso às redes de gás. 15

16 Interferências e Avarias nas redes Somente no primeiro semestre a rede da CEG foi atingida, em média, 1 vez a cada dia. As estatísticas mostram que tal situação não é distinta em outras grandes cidades. No mês de julho um acidente ocorrido no centro da cidade expõe a importância do mapeamento do sub-solo. Tal situação expõe a necessidade de cuidados na execução de obras e da segurança nas instalações e caixas subterrâneas. 16

17 Interferências e Avarias nas redes 17

18 A importancia do mapeamento do subsolo em grandes cidades 18

19 A importancia do mapeamento do subsolo em grandes cidades Em 7 de julho de 2010 a PMRJ aprovou a criação de um Grupo de Trabalho com o objetivo de desenvolver um sistema de gerenciamento e o ordenamento das redes subterrâneas em uma base única de dados. O trabalho esta em curso e já foram realizados 8 reuniões e um Piloto na área do Centro esta previsto para ficar pronto em O GT é coordenado pela CEG e participam a LIGHT, OI, CEDAE e distintos órgãos e empresas do Município e será um importante legado para a cidade. 19

20 CONCLUSÕES O sistema de distribuição da CEG sofreu investimentos expressivos nos últimos anos na modernização não só de seus dutos, mas também de válvulas, reguladores, enfim de todos os equipamentos que compõem o sistema de abastecimento de gás o que garantem o continuo e regular suprimento de gás à cidade. O subsolo complexo das grandes cidades, geram um risco adicional de avarias de terceiros que deve ser considerado por todos que atuam nele. Não existe nenhuma empresa de gás canalizado no mundo com Zero vazamentos e esse fator deve ser considerado por terceiros que ocupam o subsolo. 20

21 CONCLUSÕES A rede de distribuição da CEG é constantemente monitorada e renovada, visando a prevenção de acidentes. Os incidentes podem ser de 3 tipos básicos: Fogo, Fumaça ou Explosão sendo que apenas no caso de explosão pode haver uma eventual participação de gás. Equipamentos elétricos estão também sujeitos a acidentes sem presença de gás canalizado. O histórico das inspeções demonstra que, na eventualidade de presença de gás, a maior parte é metano e em baixas concentrações. 21

22 CONCLUSÕES Os acidentes onde a CEG é chamada são registrados, comunicados à Agenersa e investigados para apurar a eventual presença de gás e são objeto de Processos regulatórios. A CEG normalmente é acionada nos casos de explosão onde pode haver uma eventual participação de gás mas o histórico demonstra que, nas 3 tipificações, os casos com a presença de gás canalizado é muito pequena. 22

23 Ações em Curso para ampliar a segurança - CEG Incremento da freqüência da detecção de rede. Incremento de recursos para inspeções e manutenções dedicadas ao programa de inspeção de caixas que a PMRJ esta realizando. Renovação preventiva de 11,5 Km redes em distintas ruas do Centro ( 6,5 Km ) e Copacabana ( 5,0 Km ). Vamos antecipar os investimentos previstos para renovação de forma a concluir 100% da renovação de Copacabana e Centro até julho de 2012 (Termo de Compromisso com o Ministério Publico). GT de Ordenamento e Gerenciamento do subsolo. 23

24 obrigado 24

G u i a p a ra o b ra s e m v i a s p ú b l i c a s n o s m u n i c í p i o s c o m g á s c a n a l i z a d o

G u i a p a ra o b ra s e m v i a s p ú b l i c a s n o s m u n i c í p i o s c o m g á s c a n a l i z a d o G u i a p a ra o b ra s e m v i a s p ú b l i c a s n o s m u n i c í p i o s c o m g á s c a n a l i z a d o Índice O que é o gás natural? 4 Como as tubulações de gás são instaladas? 5 O que deve ser

Leia mais

Panorama do Mercado de Gás Canalizado e Lei de AutoVistoria. Luiz Felipe Amorim

Panorama do Mercado de Gás Canalizado e Lei de AutoVistoria. Luiz Felipe Amorim Panorama do Mercado de Gás Canalizado e Lei de AutoVistoria Luiz Felipe Amorim 1 1. O que é a Inspeção Autovistoria Inspeção quinquenal de segurança nas instalações de gás (rede de distribuição interna

Leia mais

Panorama do Mercado de Gás Canalizado e Lei de AutoVistoria. Luiz Felipe Boueri de Amorim Gerente de Revisão Técnica Regulamentar

Panorama do Mercado de Gás Canalizado e Lei de AutoVistoria. Luiz Felipe Boueri de Amorim Gerente de Revisão Técnica Regulamentar Panorama do Mercado de Gás Canalizado e Lei de AutoVistoria Luiz Felipe Boueri de Amorim Gerente de Revisão Técnica Regulamentar 1. O que é a Inspeção Autovistoria Inspeção quinquenal de segurança nas

Leia mais

Antes de abrir uma vala, consulte a Comgás

Antes de abrir uma vala, consulte a Comgás cartilha ppd final imagem 2/24/06 6:12 PM Page 1 Antes de abrir uma vala, consulte a Comgás 08000 110 197 cadastroderede@comgas.com.br Companhia de Gás de São Paulo Rua das Olimpíadas, 205-10º andar (recepção)

Leia mais

Investimentos da AES Brasil crescem 32% e atingem R$ 641 milhões nos primeiros nove meses do ano

Investimentos da AES Brasil crescem 32% e atingem R$ 641 milhões nos primeiros nove meses do ano Investimentos da AES Brasil crescem 32% e atingem R$ 641 milhões nos primeiros nove meses do ano Valor faz parte de plano de investimentos crescentes focado em manutenção, modernização e expansão das operações

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL. Versão para registro histórico

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL. Versão para registro histórico CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL Versão para registro histórico Não passível de alteração COMISSÃO DE DEFESA

Leia mais

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Pedro Feres Filho São Paulo, Brasil e-mail: pedro@pasa.com.br 1- Resumo Este trabalho teve como objetivo apresentar

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 35/2011 Túnel rodoviário SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências

Leia mais

IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS

IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS SUMÁRIO 1 - Objetivo 7 - Exposição ao risco de incêndio 2 - Referências normativas 8 - Risco de incêndio 3 - Símbolos 9 - Fatores de segurança

Leia mais

1. O que é uma rede de distribuição interna para gases combustíveis? 5. 2. O que é Inspeção Periódica de Gás, ou Inspeção de Autovistoria?

1. O que é uma rede de distribuição interna para gases combustíveis? 5. 2. O que é Inspeção Periódica de Gás, ou Inspeção de Autovistoria? Sumário 1. O que é uma rede de distribuição interna para gases combustíveis? 5 2. O que é, ou Inspeção de Autovistoria? 6 3. Qual a diferença entre manutenção e inspeção? 6 4. Quem faz manutenção e quem

Leia mais

Elaine Ferreira. Diretora de Gestão do Capital Humano - Brasil

Elaine Ferreira. Diretora de Gestão do Capital Humano - Brasil Segurança do Trabalho na EDP Brasil Elaine Ferreira Diretora de Gestão do Capital Humano - Brasil Unidades EDP no Brasil 2.529 Colaboradores 4.090 Prestadores Serviços UHE LAJEADO UHE PEIXE ANGICAL PANTANAL

Leia mais

Projeto Smart Grid. Visão Geral

Projeto Smart Grid. Visão Geral Projeto Smart Grid Visão Geral Contextualização Sobre o Smart Grid Smart Grid Light Estratégia da Light para os próximos anos 2 3-8 usinas - 98 SE - 111 SE - 7.500 2500 circuitos 19.685 km 1045 Dispositivos

Leia mais

DrägerService. Dräger. Tecnologia para a Vida.

DrägerService. Dräger. Tecnologia para a Vida. DrägerService Dräger. Tecnologia para a Vida. SERVIÇOS A manutenção nos equipamentos de segurança é essencial para a prevenção da vida do usuário, além de estender e garantir a vida útil dos equipamentos.

Leia mais

Rede de Distribuição de Gás Natural. Campanha Externa de Prevenção de Acidentes com a População - CEPAP

Rede de Distribuição de Gás Natural. Campanha Externa de Prevenção de Acidentes com a População - CEPAP Rede de Distribuição de Gás Natural Campanha Externa de Prevenção de Acidentes com a População - CEPAP Em caso de vazamento, o que fazer: 1 Isolar a área de ocorrência do vazamento ou combustão e se afastar

Leia mais

NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP. Outubro 2014

NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP. Outubro 2014 NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP Outubro 2014 EDP Valor Direção de Segurança e Saúde Outubro de 2014 Agenda 1. O Grupo EDP 2. O Sistema de Gestão da

Leia mais

Detector de Vazamentos de Líquido Refrigerante Modelo RD300

Detector de Vazamentos de Líquido Refrigerante Modelo RD300 Guia do Usuário Detector de Vazamentos de Líquido Refrigerante Modelo RD300 Segurança Por favor, leia as seguintes informações de segurança cuidadosamente, antes de tentar operar ou realizar serviços de

Leia mais

DETECÇÃO DE AMÔNIA. Agosto / 2012

DETECÇÃO DE AMÔNIA. Agosto / 2012 DETECÇÃO DE AMÔNIA Agosto / 2012 Industrial Scientific OLDHAM 100 anos de existência Um dos maiores fabricantes de detecção de gases do mundo Um dos líderes em vendas na Europa, EUA e AL. Cerca de 70%

Leia mais

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n. ANEXO I da NR-20 1 e 2.... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.º 9: a) o inventário e características dos inflamáveis

Leia mais

MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO

MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO Normas Aplicáveis - NBR 14.462 Sistemas para Distribuição de Gás Combustível para Redes Enterradas

Leia mais

2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS

2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS 2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS Neste capítulo vamos apresentar um breve estudo de técnicas e sistemas de detecção de vazamentos mais utilizados atualmente. Nosso objetivo é demonstrar que

Leia mais

TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS NA COMGAS AGOSTO/02

TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS NA COMGAS AGOSTO/02 TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS NA COMGAS AGOSTO/02 Sistema de Gerenciamento de SSM na Comgás Liderança e Comprometimento Política e Objetivos Estratégicos Organização, Responsabilidades, Recursos, Padrões

Leia mais

Espaço Confinado o que você precisa saber para se proteger de acidentes?

Espaço Confinado o que você precisa saber para se proteger de acidentes? Espaço Confinado o que você precisa saber para se proteger de acidentes? Publicado em 13 de outubro de 2011 Por: Tônia Amanda Paz dos Santos (a autora permite cópia, desde que citada a fonte e/ou indicado

Leia mais

APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS

APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS Título APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS Autores Eng o. Luiz Rodrigues Leite Jr. - Engenheiro II. Engenheiro Eletricista Eng o. Nilton Franco

Leia mais

Relatório Anual. Gás Canalizado

Relatório Anual. Gás Canalizado Relatório Anual Gás Canalizado SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. FISCALIZAÇÃO... 4 2.1. FISCALIZAÇÃO DE INDICADORES... 4 2.2. FISCALIZAÇÕES DE CAMPO... 14 2.3. OUTRAS FISCALIZAÇÕES... 15 2.3.1 COG CONCENTRAÇÃO

Leia mais

Plano Estratégico para Investimentos em Projetos de P&D ANEEL 2011-2016. Gerência de Tecnologia e Inovação

Plano Estratégico para Investimentos em Projetos de P&D ANEEL 2011-2016. Gerência de Tecnologia e Inovação Plano Estratégico para Investimentos em Projetos de P&D ANEEL 2011-2016 Gerência de Tecnologia e Inovação Plano Estratégico para Investimentos em Projetos de P&D ANEEL 2011-2016 O que a Light pretende

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA SANTOS 2005 ÍNDICE 01.Introdução...3 02. Gestão Ambiental Portuária...6 03. Referências Bibliográficas...12 2 01. INTRODUÇÃO

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO EQUIPAMENTOS DE IONIZAÇÃO DE AR. Airgenic Unidades para Dutos de Arcondicionados. Linha DX. Índice. Modo de Usar Paginas 3 4

MANUAL DO USUÁRIO EQUIPAMENTOS DE IONIZAÇÃO DE AR. Airgenic Unidades para Dutos de Arcondicionados. Linha DX. Índice. Modo de Usar Paginas 3 4 MANUAL DO USUÁRIO EQUIPAMENTOS DE IONIZAÇÃO DE AR Airgenic Unidades para Dutos de Ar-condicionados Linha DX Airgenic Unidades para Dutos de Arcondicionados centrais - Linha DX Índice Modo de Usar Paginas

Leia mais

Instalações Prediais. Manutenção

Instalações Prediais. Manutenção Instalações Prediais Manutenção Legislação Leis nº 10.199/86 e 8382/76 Certificado de manutenção dos sistemas de segurança contra incêndio Lei nº 13.214, de 22 de novembro de 2001. Obrigatoriedade de instalação

Leia mais

2.2 A Administração do Condomínio dá ênfase às medidas preventivas, assim entendidas as seguintes:

2.2 A Administração do Condomínio dá ênfase às medidas preventivas, assim entendidas as seguintes: Fl. 01 de 06 1 Objetivo A presente Regulamentação Especial visa normalizar os procedimentos para o pessoal incumbido de prevenir ou combater um princípio de incêndio e de atuar em situações de emergência,

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO DE CONTROLE

Leia mais

Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva

Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Rafael Moreno Engenheiro Eletricista Campo

Leia mais

Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais

Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais Chegou Kwara, uma nova geração em energia. Uma empresa de eficiência energética que presta serviços especializados de manutenção em plantas de geração

Leia mais

SISTEMA GLOBAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. firesafetybrasil@gmail.com

SISTEMA GLOBAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. firesafetybrasil@gmail.com SISTEMA GLOBAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO firesafetybrasil@gmail.com RELAÇÃO ENTRE OS FATORES CONDICIONANTES DE RISCO E AS DISTINTAS CATEGORIAS DE RISCO RELAÇÃO DE INTERDEPENDÊNCIA ENTRE AS CINCO CATEGORIAS

Leia mais

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09 O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09 Seminário Sul-Brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas ABES-RS Porto Alegre, 03 de Setembro de

Leia mais

Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS

Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS LICENÇA PRÉVIA - Documentação necessária 1. Requerimento Padrão definido pelo IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Cadastro do empreendimento, definido

Leia mais

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos Gerenciamento da Segurança Operacional GSO Conceitos 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 1 Objetivos Identificar conceitos de gerenciamento

Leia mais

Metodologia de Criação e Revisão do Manuais de Procedimentos de Trabalho na AES Eletropaulo

Metodologia de Criação e Revisão do Manuais de Procedimentos de Trabalho na AES Eletropaulo Metodologia de Criação e Revisão do Manuais de Procedimentos de Trabalho na AES Eletropaulo Alexandre Amaral dos Santos - AES Eletropaulo Gerência de Engenharia da Distribuição E-mail: alexandre.amaral@aes.com

Leia mais

ALTO POTENCIAL DE RISCOS DE ACIDENTES

ALTO POTENCIAL DE RISCOS DE ACIDENTES 1 O QUE É ESPAÇO CONFINADO? CARACTERÍSTICAS VOLUME CAPAZ DE PERMITIR A ENTRADA DE EMPREGADOS LIMITAÇÕES E RESTRIÇÕES PARA ENTRADA E SAIDA DE PESSOAL NÃO E PROJETADO PARA OCUPAÇÃO CONTÍNUA POSSUI, EM GERAL,

Leia mais

GERÊNCIA DO SUBTERRÂNEO

GERÊNCIA DO SUBTERRÂNEO GERÊNCIA DO SUBTERRÂNEO 4.578 Câmaras Transformadoras 10.200 Transformadores 2.590 Protetores Network 35 Subestações 27 Sistemas Reticulados 227 Alimentadores do Reticulado 673 Alimentadores 3.200 Km Rede

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 9 1. OBJETIVO: Este procedimento estabelece o processo para concessão, manutenção, extensão e exclusão da certificação de Sistema de Gestão de Segurança da Informação, em conformidade com norma ABNT

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Sensor / Detector de Gás Multigás (GLP / GN / Gás de Carvão / Álcool) + Módulo Endereçável Código: AFDG2-E O Detector de Gás, código AFDG2 é um equipamento que deve ser instalado na parede de cozinhas,

Leia mais

GASES PERIGOSOS NOS ESPAÇOS CONFINADOS

GASES PERIGOSOS NOS ESPAÇOS CONFINADOS GASES PERIGOSOS NOS ESPAÇOS CONFINADOS Nos diversos ambientes, muitos deles existentes no subsolo, como galerias, esgotos, os porões nas edificações, tanques etc., pela natureza de seus projetos e finalidades,

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 1/19 Programa do curso Módulo Designação Duração (h) Componente Sócio-Cultural 1 Legislação, regulamentos e normas de segurança,

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Patrimoniais e Empresariais. Sidney Leone Março de 2012

Gerenciamento de Riscos Patrimoniais e Empresariais. Sidney Leone Março de 2012 Gerenciamento de Riscos Patrimoniais e Empresariais Sidney Leone Março de 2012 Meus Defeitos Sócio - Integrale Consultoria e Corretagem de Seguros Ltda. Divisão Gestão de Risco; Consultor Técnico RRJ Engenharia

Leia mais

Normas da ABNT precisam ser seguidas

Normas da ABNT precisam ser seguidas Normas da ABNT precisam ser seguidas Além das leis ambientais e toda a burocracia que o negócio da revenda exige, o revendedor precisa realizar os procedimentos de acordo com as normas da Associação Brasileira

Leia mais

NPT 029 COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL

NPT 029 COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL Outubro 2011 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 029 Comercialização, distribuição e utilização de gás natural CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 01 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2

Leia mais

LEVANTAMENTO DE GERENCIAMENTO POR DRONE EM OBRAS RODOVIÁRIAS

LEVANTAMENTO DE GERENCIAMENTO POR DRONE EM OBRAS RODOVIÁRIAS LEVANTAMENTO DE GERENCIAMENTO POR DRONE EM OBRAS RODOVIÁRIAS Profa. Rita Moura Fortes ERI Engineering And Research Institute Pesquisas Ltda Prof. João Virgilio Merighi Latersolo Serviços de Engenharia

Leia mais

AVALIAÇÃO DE RISCO POR RESÍDUOS PERIGOSOS NO PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE MAUÁ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA À SAÚDE

AVALIAÇÃO DE RISCO POR RESÍDUOS PERIGOSOS NO PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE MAUÁ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA À SAÚDE AVALIAÇÃO DE RISCO POR RESÍDUOS PERIGOSOS NO CONDOMÍNIO NIO BARÃO DE MAUÁ,, MUNICÍPIO DE MAUÁ/SP PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE MAUÁ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA À SAÚDE GERAIS

Leia mais

Símbolos Gráficos Para Projeto de Segurança Contra Incêndio

Símbolos Gráficos Para Projeto de Segurança Contra Incêndio Outubro 2011 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 004 Símbolos Gráficos Para Projeto de Segurança Contra Incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 01 Norma de Procedimento Técnico 17 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo

Leia mais

Apólice de Seguros Incêndio (Revisão das Coberturas)

Apólice de Seguros Incêndio (Revisão das Coberturas) Tabela de e Prazos de Manutenção Item Apólice de s Incêndio (Revisão das Coberturas) Revisar Condições e Importâncias Seguradas. arts. 1.346 e 1348, IX, do Código Civil e art. 13, parágrafo único da Lei

Leia mais

O ciclo de vida das instalações elétricas e de instrumentação em Atmosferas Explosivas

O ciclo de vida das instalações elétricas e de instrumentação em Atmosferas Explosivas O ciclo de vida das instalações elétricas e de instrumentação em Atmosferas Explosivas Roberval Bulgarelli Petrobras Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão Coordenador do Subcomitê SC-31 do Cobei Bulgarelli

Leia mais

SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ELABORADO APROVADO FOLHA: 1/24 NOME Vivan Gonçalves Coordenador do SESMT Teresinha de Lara Coordenador do SGI DATA: 02/01/2007 VERSÃO: 01 ÍNDICE 1. Objetivo 4 1.1. Escopo do SGSSO TELEDATA 5 2. Referências

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO

NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO ANEXO XI AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO 1. OBJETIVOS Esta Norma Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos

Leia mais

Classificação de incidentes

Classificação de incidentes norma técnica Classificação de incidentes Código: NT.00036.GN Edição: 1 O texto seguinte corresponde a uma tradução do Procedimento original Clasificación de incidentes (NT.00036.GN), Edição 1, com o fim

Leia mais

ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO APP TERMOELÉTRICA GÁS NATURAL

ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO APP TERMOELÉTRICA GÁS NATURAL ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO APP TERMOELÉTRICA GÁS NATURAL Sub-subsistema: Alimentação de Gás Natural (CityGate) / Distribuição ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO - APP Grande tubulações do CityGate Pequeno

Leia mais

materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da

materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da Definição De acordo com a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos, ABENDE, os Ensaios Não Destrutivos (END) são definidos como: Técnicas utilizadas no controle da qualidade, d de materiais ou

Leia mais

Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS

Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS AGENDA 1. A EPAL 2. Situação da EPAL e Estratégia Adotada 3. Sistema de

Leia mais

Eficiência Energética e Redução de Perdas. George Alves Soares - Eletrobras

Eficiência Energética e Redução de Perdas. George Alves Soares - Eletrobras Eficiência Energética e Redução de Perdas George Alves Soares - Eletrobras Sumário Importância da sinergia Conceituação Segmentação das Perdas Técnicas Como a eficiência energética pode ajudar Ações no

Leia mais

Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas. Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012

Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas. Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012 Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012 Experiência na aplicação da Resolução CONAMA 420 Rodrigo César de Araújo Cunha CETESB Companhia Ambiental

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/6 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ABERTURA DE CABOUCOS PARA MACIÇOS DE FUNDAÇÃO 2 DESCRIÇÃO A construção dos maciços de fundação para os pórticos e torres metálicas das linhas

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA Páginas: 1 de 13 APROVAÇÃO Este Manual de Gestão está aprovado e representa o Sistema de Gestão Integrada implementado na FOX Comércio de Aparas Ltda. Ricardo Militelli Diretor FOX Páginas: 2 de 13 1.

Leia mais

Paula Scardino. Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados

Paula Scardino. Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados Paula Scardino Coordenação Nacional da Norma - ABNT NBR 14.787, publicada em Dezembro de 2001 Membro do GT Tripartite da NR-33,

Leia mais

BRIGADA DE INCÊNDIO ORGANIZAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO

BRIGADA DE INCÊNDIO ORGANIZAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO BRIGADA DE INCÊNDIO Brigada de Incêndio: É um grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, treinadas e capacitadas para atuarem dentro de uma área previamente estabelecida na prevenção, abandono e combate

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI)

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) ÍNDICE CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Introdução...

Leia mais

DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA

DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA OBJETIVOS Desenvolvimento de metodologia e sistema de automação do monitoramento de riscos e controles organizacionais para: Minimização dos riscos regulatórios

Leia mais

Mesa Redonda - Perspectivas de Suprimento e Preços da Energia Elétrica para a Indústria

Mesa Redonda - Perspectivas de Suprimento e Preços da Energia Elétrica para a Indústria Mesa Redonda - Perspectivas de Suprimento e Preços da Energia Elétrica para a Indústria Sílvio Roberto Areco Gomes ABRAGE São Paulo 05 de junho de 2008 ROTEIRO A ABRAGE Situação Atual do Armazenamento

Leia mais

norma técnica Padrão de Segurança e Saúde: avaliação do desempenho em segurança e saúde das empresas colaboradoras Código: NT.00047.GN-SP.

norma técnica Padrão de Segurança e Saúde: avaliação do desempenho em segurança e saúde das empresas colaboradoras Código: NT.00047.GN-SP. norma técnica Padrão de Segurança e Saúde: avaliação do desempenho em segurança e saúde das empresas colaboradoras Código: NT.00047.GN-SP.ESS Edição: 1 O texto seguinte corresponde a uma tradução do Procedimento

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Sensor / Detector de Gás Multigás (GLP / GN / Gás de Carvão / Álcool) Com Saída Relé NA / NF Código: AFDG2 O Detector de Gás, código AFDG2 é um equipamento que deve ser instalado na parede de cozinhas,

Leia mais

M a n u a l d o M e c â n i c o

M a n u a l d o M e c â n i c o M a n u a l d o M e c â n i c o folder2.indd 1 20/11/2009 14 12 35 Manual do Mecânico GNV GÁS NATURAL VEICULAR Entenda o GNV e saiba quais os cuidados necessários para a manutenção de veículos que utilizam

Leia mais

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Roberto Proença da Silva Carlos Alberto Moura Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG Superintendência de Tecnologia da Informação - TI Gerência de

Leia mais

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 05/11/29 Elaboração Emissão Aprovada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE ELABORAÇÃO ANÁLISE

Leia mais

GESTÃO OPERACIONAL NO CONTROLE DE PERDAS NA CORSAN

GESTÃO OPERACIONAL NO CONTROLE DE PERDAS NA CORSAN GESTÃO OPERACIONAL NO CONTROLE DE PERDAS NA CORSAN 1º Seminário Nacional de Gestão e Controle de Perdas Porto Alegre/RS 13 e 14 de julho de 2015 REDUÇÃO DE PERDAS SOB A PERSPECTIVA FINANCEIRA 01) Garantir

Leia mais

PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA

PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA LIANE DILDA GERENTE DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO HISTÓRICO Privatização - 28.07.1999 (DEI-EUA) EUA) Geração e Comercialização de

Leia mais

Fornecimento Seguro. O caminho da energia da usina até o consumidor. Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha

Fornecimento Seguro. O caminho da energia da usina até o consumidor. Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha Fornecimento Seguro O caminho da energia da usina até o consumidor Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha MATRIZ ENERGÉTICA PARTICIPAÇÃO DAS FONTES Capacidade de Geração 119,3 GW de Capacidade

Leia mais

Sistemas Subterrâneos de Distribuição Aspectos Regulatórios

Sistemas Subterrâneos de Distribuição Aspectos Regulatórios Sistemas Subterrâneos de Distribuição Aspectos Regulatórios Palestra 5: Experiência da Cemig, análise econômica e fontes de financiamento Anderson Neves Cortez CEMIG Distribuição SA Brasília, 26 de Setembro

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 04/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 04/2011 Instrução Técnica nº 04/2011 - Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio 149 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros

Leia mais

Previsão de Vida Útil da Terceira Ponte de Vitória (ES) O estudo de determinação da vida útil das estruturas de concreto da Terceira

Previsão de Vida Útil da Terceira Ponte de Vitória (ES) O estudo de determinação da vida útil das estruturas de concreto da Terceira Previsão de Vida Útil da Terceira Ponte de Vitória (ES) O estudo de determinação da vida útil das estruturas de concreto da Terceira Ponte de Vitória (ES) é um trabalho pioneiro no Brasil, principalmente

Leia mais

Apague velhos. Acenda uma grande. hábitos. idéia.

Apague velhos. Acenda uma grande. hábitos. idéia. Apague velhos hábitos. Acenda uma grande idéia. Crise Energética Por que todos falam em crise energética? Porque a crise energética sul-americana deixou de ser um cenário hipotético para se transformar

Leia mais

Aplicação do software Elipse E3 na Estação de Tratamento de Esgoto ABC ETEABC, em São Paulo

Aplicação do software Elipse E3 na Estação de Tratamento de Esgoto ABC ETEABC, em São Paulo Aplicação do software Elipse E3 na Estação de Tratamento de Esgoto ABC ETEABC, em São Paulo Apresentamos neste case a implantação do software E3 para monitorar o processo realizado na Estação de Tratamento

Leia mais

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO Gaveta Esfera VÁLVULAS DE REGULAGEM Globo Agulha Borboleta Diafragma VÁLVULAS QUE PERMITEM O FLUXO EM UM SÓ SENTIDO Retenção VÁLVULAS CONTROLE PRESSÃO DE MONTANTE Segurança

Leia mais

ANEXO III DIRETRIZES BÁSICAS DO PROJETO

ANEXO III DIRETRIZES BÁSICAS DO PROJETO ANEXO III DIRETRIZES BÁSICAS DO PROJETO VOLUME IV - PROJETO DE ENGENHARIA E MATERIAL RODANTE PROJETOS ARQUITETÔNICOS E DEMAIS PROJETOS TÉCNICOS PREDIAIS PROJETO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS 1 3.2.6.10.

Leia mais

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 109, de 13 de junho de 2005. O PRESIDENTE DO

Leia mais

O seu projeto em boas mãos

O seu projeto em boas mãos O seu projeto em boas mãos revergy@revergy.es ESPANHA Edificio BLUENET Avda. Isaac Newton, 3 Parque Tecnológico Cartuja 93 41092 Sevilla Tel: +34 955 024 681 Fax: +34 955 036 849 MEXICO Manuel Ma. Contreras

Leia mais

Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação

Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação Objetivo 0 Conceitos 0 Funcionalidades 0 Desafios 0 Experiências de Implantação Smart Grid Conceitos 0 NÃO é só Medição Eletrônica e Telecom!! 0 Envolve conhecimentos sobre: 0 Tecnologia, Padrões, Normas

Leia mais

Auditoria em Sistemas de Medição. Ênfase no processo de Medição

Auditoria em Sistemas de Medição. Ênfase no processo de Medição Auditoria em Sistemas de Medição Ênfase no processo de Medição Geral Objetivo: Apresentar visão geral da execução de auditorias em sistemas de medição do gás natural. ABRANGÊNCIA SISTEMA DE MEDIÇÃO Características

Leia mais

Grandes Acidentes Industriais Mundiais Convenção 174 da OIT

Grandes Acidentes Industriais Mundiais Convenção 174 da OIT Grandes Acidentes Industriais Mundiais Convenção 174 da OIT Eng. Nelson Agostinho Burille - Presidente Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho 3 o Seminário Nacional de Segurança e Saúde

Leia mais

3º. Seminário Nacional de Segurança e Saúde no Setor Elétrico Brasileiro

3º. Seminário Nacional de Segurança e Saúde no Setor Elétrico Brasileiro SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA, SAÚDE OCUPACIONAL E MEIO AMBIENTE: A EXPERIÊNCIA DA Rio de Janeiro, 2002 ! A Light - Serviços de Eletricidade S.A. foi constituída em 9 de julho de 1904, no Canadá, e recebeu

Leia mais

ANEXO 9 SISTEMA DE DESEMPENHO

ANEXO 9 SISTEMA DE DESEMPENHO ANEXO 9 SISTEMA DE DESEMPENHO 1 O presente Anexo tem como objetivo definir os critérios, indicadores, fórmulas e parâmetros definidores da qualidade dos serviços prestados pela CONCESSIONÁRIA, na forma

Leia mais

1. FORNECIMENTOS. Requisitos para Fornecedores e Prestadores de Serviços. RG-GE-101 Revisão 12

1. FORNECIMENTOS. Requisitos para Fornecedores e Prestadores de Serviços. RG-GE-101 Revisão 12 1. FORNECIMENTOS Fornecimentos 1.1 - Ácido Clorídrico Comercial Licença da Polícia Federal 1.2 - Hidróxido de Sódio Licença da Polícia Federal 1.3 Produtos químicos em geral 1.4 - Gases Industriais 1.5

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA 13.12.11

MANUTENÇÃO PREDITIVA 13.12.11 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA conceito 2 É aquela que indica as condições reais de funcionamento das máquinas com base em dados que informam o seu desgaste ou processo de degradação. objetivos 3 determinar, antecipadamente,

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO

SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO OHSAS 18001 SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO IMPORTANTE: A BSI-OHSAS 18001 não é uma Norma Britânica. A BSI-OHSAS 18001 será cancelada quando da inclusão do seu conteúdo

Leia mais

Soluções da Elipse garantem um melhor desempenho ao Centro de Pesquisas da Petrobras

Soluções da Elipse garantem um melhor desempenho ao Centro de Pesquisas da Petrobras Soluções da Elipse garantem um melhor desempenho ao Centro de Pesquisas da Petrobras Tecnologias da Elipse Software permitem controlar os sistemas de refrigeração e distribuição de energia elétrica aos

Leia mais

(Código INF) Capítulo 1. Generalidades. 1.1 Definições. 1.1.1 Para os efeitos deste Código:

(Código INF) Capítulo 1. Generalidades. 1.1 Definições. 1.1.1 Para os efeitos deste Código: CÓDIGO INTERNACIONAL PARA O TRANSPORTE SEGURO DE COMBUSTÍVEL NUCLEAR IRRADIADO, PLUTÔNIO E RESÍDUOS COM ELEVADO NÍVEL DE RADIOATIVIDADE, SOB A FORMA EMBALAGEM, A BORDO DE NAVIOS (Código INF) Capítulo 1

Leia mais

Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos. Eng. Valdemir Romero

Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos. Eng. Valdemir Romero Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos Eng. Valdemir Romero Agenda Objetivos Ações propostas Justificativas Riscos Agenda Objetivos Ações propostas Justificativas Riscos Segurança

Leia mais

GESMS. Gerência de Engenharia, Saúde, Meio Ambiente e Segurança. Prevencionista da SMS EM OBRAS

GESMS. Gerência de Engenharia, Saúde, Meio Ambiente e Segurança. Prevencionista da SMS EM OBRAS Análise Prevencionista da Tarefa - APT SMS EM OBRAS INTRODUÇÃO Nos slides a seguir, estamos divulgando a APT que é uma ferramenta que complementa a AST, analisando o passo a passo e pontos de atenção das

Leia mais

Inventário de PCB. Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria

Inventário de PCB. Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria Inventário de PCB Brasília, 28 de novembro de 2014. Legalmente amparado Convenção

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 20.1 Introdução 20.2 Abrangência 20.3 Definições 20.4 Classificação das Instalações 20.5 Projeto da Instalação

Leia mais

Monitoramento da Qualidade do Serviço no Brasil Visão do Órgão Regulador

Monitoramento da Qualidade do Serviço no Brasil Visão do Órgão Regulador Monitoramento da Qualidade do Serviço no Brasil Visão do Órgão Regulador 4º Congreso Internacional de Supervisión del Servicio Eléctrico Romeu Donizete Rufino Diretor-Geral da ANEEL 27 de novembro de 2014

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO ISO 14001

ESTUDO DIRIGIDO ISO 14001 ESTUDO DIRIGIDO ISO 14001 Responda as questões abaixo relacionadas a Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Nas questões indique Evidências, Critérios e Não Conformidades das questões enunciadas. Utilize como

Leia mais