ESCOPO GERAL. - Resultado da 52ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) -Aparecida/SP30deabrila9de maio de 2014.

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2 ESCOPO GERAL - Resultado da 52ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) -Aparecida/SP30deabrila9de maio de Composição: 1) Apresentação de Dom Leonardo Steiner. 2) Introdução. 3) 06(seis) Capítulos. 4)CadaCapítuloestásubdividido entre8a14itens. 5) 328 parágrafos(assertivas). 6) 166 páginas. OBS: O sexto parágrafo( ) traz uma excelente apresentação de cada capítulo.

3 BASE TEÓRICA Eclesiologia do Concílio Vaticano II. Proposta do Documento de Aparecida. Diretrizes da CNBB(sobre a renovação). Pronunciamentos do Papa Francisco no Brasil. Exortação Apostólica Evangelii Gaudium.

4 APRESENTAÇÃO - Dom Leonardo Ulrich Steiner (Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário-geral da CNBB). 1)Menção ao trecho dos Atos dos Apóstolos, que sintetiza bem o ideário do documento: (...) Todos os que abraçavam a fé viviamunidosepossuíamtudoemcomum(at.2,42). 2) A Igreja como comunidade, visível pela ação do Espírito Santo. 3)A Igreja é a dinâmica do Reino de Deus e testemunha do Evangelho, de sua alegria. 4)OpropósitodoDocumento100éiluminarnossoserIgreja. 5) Ênfase na paróquia como comunidade de comunidades. 6) A paróquia precisa ser dinâmica e missionária transmissora de umaherançadefé. 7) A paróquia precisa viver a experiência da conversão pastoral.

5 INTRODUÇÃO 1) A importância histórica da paróquia na Igreja, suas alterações e o desafio atual da renovação. 2) A necessidade de investir na atuação das paróquias tem sido uma preocupação desde o início desde o início da primeira década do século XXI. 3) Os estudos, as reflexões e os documentos dos últimos cinco anos constataram que a paróquia necessita de uma conversão pastoral (p.12-5). 4) Provocação para uma conversão pastoral: (...) detectar alguns aspectos da realidade que chamam pela conversão pastoral (p. 13-6) EXAMECOLETIVODECONSCIÊNCIA.

6 CONVERSÃO PASTORAL Formação de pequenas comunidades de discípulos convertidos pela Palavra e em constante missão, sendo necessária a revitalização da atuação de todos (pastores e povo fiel), a superação do comodismo e do desânimo - desinstalar-se e ir ao encontro dos irmãos (Doc 100,8).

7 QUESTÕESNORTEADORAS Qual é a situação de nossas paróquias hoje? Quaissãoascausasdecertoesfriamento na comunidade cristã? Oque é preciso perceberparaque ocorra uma mudança? Que aspectos merecem revisão urgente? O que é possível propor e assumir na pluralidade da realidade brasileira?

8 RESULTADOS ESPERADOS Formação(mais e melhor). Viver em estado permanente de missão Superaraacomodaçãoeodesânimo. Eis que faço novas todas as coisas (Apoc. 21, 6)

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10 CAP. 1 - SINAIS DOS TEMPOS E CONVERSÃO PASTORAL 1) A Igreja precisa estar atenta aos sinais dos tempos (conjuntura histórica) para atuar melhornodiálogocomasociedade uma Igreja queserevitaliza (p.15-9). 2) O discernimento evangélico diante das novasdemandasdomundoatual(p.16-10). 3) A renovação paroquial e as novas formas de evangelizar (p.16-20). 4) A crise do sentimento de pertença à uma comunidade(p.23-27)

11 CAP. 1 - SINAIS DOS TEMPOS E CONVERSÃO PASTORAL 5) Uma paróquia não pode ser autônoma e encerrada em si mesma. Ela deve estar unida às outras paróquias da diocese e na sociedade (p.25-31). 6) O motor da paróquia não pode ser o Padre. Eleprecisaseromeioenãoofim. 7) As pessoas, os grupos e movimentos não podem agir isoladamente. 8) Uma nova noção de limites paroquiais, para além das questões geográficas(p.28-38).

12 CAP. 1 - SINAIS DOS TEMPOS E CONVERSÃO PASTORAL 9) Estado de renovação e revisão: (...) A primazia do fazer ofuscou o ser cristão. Há muita energia desperdiçada em manter estruturas que não respondem mais as inquietações atuais. Sem negar o valor do que foi realizado, é preciso agir para responder às inquietações novas (p.31-45)

13 CAP. 1 - SINAIS DOS TEMPOS E CONVERSÃO PASTORAL 10) Mais acolhida e menos excesso de burocracia. Ampliar o atendimento (pp e 49). 11) Tornar a paróquia mais missionária. 12) A conversão pessoal e pastoral andam juntas (p ) - Transformação permanente, interior e integral. 13) A paróquia precisa ocupar-se menos da autopreservação e ir ao encontro do outro. OBS: O medo da mudança e o conforto provocam o fechamento.

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15 CAP. 2 - PALAVRA DE DEUS, VIDA E MISSÃO NAS COMUNIDADES 1) O modelo ideal de paróquia como comunidade de comunidades tem como inspiração a vida de Jesus, dos Apóstolos e dos primeiro cristãos(p.39-62). 2) A história do povo de Deus se apresentou como tendo sido comunitária e missionária. 3) O jeito de cuidar de Jesus era pautado na acolhida e na relação direta (pp.41-43). 4) Ênfase na família e nas famílias (p ).

16 CAP. 2 - PALAVRA DE DEUS, VIDA E MISSÃO NAS COMUNIDADES 5)Umnovo jeitodeviver(pp ): 5.1. na comunhão com Jesus Cristo; 5.2. na igualdade de dignidade; 5.3. na partilha dos bens; 5.4. na amizade; 5.5. no serviço; 5.6. no perdão; 5.7. na oração; 5.8. na alegria.

17 CAP. 2 - PALAVRA DE DEUS, VIDA E MISSÃO NAS COMUNIDADES 6) Recomendações para a vida em missão (pp ): 6.1. hospitalidade; 6.2. partilha; 6.3. comunhão de mesa; 6.4. acolhida aos excluídos.

18 CAP. 2 - PALAVRA DE DEUS, VIDA E MISSÃO NAS COMUNIDADES 7)Elementosdistintivos (pp a90): 7.1. o ensinamento dos Apostólos; 7.2. a comunhão fraterna; 7.3.afraçãodopão; 7.4. orações.

19 CAP. 2 - PALAVRA DE DEUS, VIDA E MISSÃO NAS COMUNIDADES 8) Uma Igreja que Caminha na missão e na esperança, sustentada no anúncio da palavra e na alegria da ressurreição(pp ) 9) Uma Igreja-comunidade (pp ): - AIgrejacomoCASA. - Experiência da presença viva do Espírito Santo.

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21 CAP. 3 SURGIMENTO DA PARÓQUIA E SUA EVOLUÇÃO CONCEITO DE PARÓQUIA: (...) é um instrumento importante para a construção da identidade cristã; é o lugar onde o Cristianismo se torna visível em nossa cultura e história (p )

22 CAP. 3 SURGIMENTO DA PARÓQUIA E SUA EVOLUÇÃO PLANO GERAL I - Comunidades primitivas: transmissão da Palavra de Jesus e fidelidade ao Reino de Deus refúgios fraternos de proteção e autoproteção; II Três Primeiros Séculos da Era Cristã: organização administrativa após o Edito de Milão (313) liberdade religiosa e os locais físicos de culto sob a tutela de um presbítero(domus ecclesiae); III - Século V: Paróquias como comunidades rurais bispo e presbitério; maior autonomia presbíteros assumem novas funções (delegadas): presidir a Eucaristia, batizar, reconciliar; IV - Segundo milênio: dois poderes (temporal e espiritual). V - Concílio de Trento (séc. XVI): (seminários, residência dopároco).

23 CAP. 3 SURGIMENTO DA PARÓQUIA E SUA EVOLUÇÃO HISTÓRIA DO BRASIL I Colônia e Império: a questão do Padroado e a primazia das irmandades e ordens religiosas. As paróquias como instrumentos institucionais num catolicismo marcado por festas e devoções populares; II República: separação entre Igreja e Estado. Clericalização. Exclusivismo e centralização da figura do pároco. III - A paróquia no Concílio Vaticano II: a paróquia está em rede e só pode ser compreendida a partir da diocese, como que uma célula(igreja Particular); IV - Década de 60: novo cenário social, político, econômico e religioso(nova atuação da Igreja); V - Medellín (Colômbia -1968) e Puebla (México 1979): a importância dos leigos na vida paroquial.

24 CAP. 3 SURGIMENTO DA PARÓQUIA E SUA EVOLUÇÃO HISTÓRIA DO BRASIL VI Anos 1990: a ideia de paróquia como comunidade de comunidades surge pela primeiravezevaiganhandoforçacomotempo; VII - Aparecida (Brasil 2007): apelo à renovação paroquial e grande apelo à conversão pastoral; VIII Reverberações da visita do papa Francisco ao Brasil.

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26 CAP. 4 COMUNIDADE PAROQUIAL 1)A Paróquia é uma extensão do Amor de Deus. Por ela, a Igreja participa do cotidiano das pessoas, das relações sociais e concretiza a experiência do discipulado missionário (p ). 2)A Trindade como inspiração para o viver em comunidade: DIOCESE PARÓQUIAS COMUNIDADES

27 CAP. 4 COMUNIDADE PAROQUIAL 3) O ideal de paróquia para o documento 100 estábemdelineado no 163, p.90. (...) está ligado à acolhida daqueles que estão em peregrinação. É uma hospedaria que acolhe os viajantes para a pátria celeste. Ela não pode ser morada definitiva, pois distrairia seus hóspedes do final da viagem. Mas ela não pode ser apenas um lugar de passagem onde os viajantes não criam laços de fraternidade, amizade e comunhão, pois perderia o sentido de existir como casa que prepara aqueles que buscam uma comunhão plena. Ela é, portanto, referência, lar, casa e, ao mesmo tempo, hospedaria, estação para os caminham guiados pela fé em Jesus Cristo

28 CAP. 4 COMUNIDADE PAROQUIAL CASA DA PALAVRA DO PÃO DA CARIDADE

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30 CAP. 5 SUJEITOS E TAREFAS DA CONVERSÃO PASTORAL 1)(Re)definindo papéis(vaticano II): - Sacerdócio comum dos fiéis: proveniente do Batismo, fonte e raiz de todos os ministérios; - Sacerdócio Ministerial: proveniente da Ordem. 2) Todos participam da conversão pastoral e disto dependerá do encontro pessoal com Jesus Cristo(p ).

31 CAP. 5 SUJEITOS E TAREFAS DA CONVERSÃO PASTORAL SUJEITOS TAREFAS Bispo Estimular Animar Ajudar Presbítero (Padre-pastor) Acolher Estudar Caminhar (ir ao encontro)

32 CAP. 5 SUJEITOS E TAREFAS DA CONVERSÃO PASTORAL SUJEITOS TAREFAS Diáconos Servir Coadministrar Zelar Consagrados Coordenar Atuar Formar

33 CAP. 5 SUJEITOS E TAREFAS DA CONVERSÃO PASTORAL SUJEITOS TAREFAS Leigos (Família) (Mulheres) (Jovens) (Idosos) Colaborar Participar Cogestão Comunidades Eclesiais de Base Presença Movimentos e Associações de Cristo Comunidade Ambientais e em todos Transterritoriais os lugares

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35 CAP. 6 PROPOSIÇÕES PASTORAIS 1) Capacidade de agir e programar. 2) Setorização: facilitar os vínculos humanos e sociais, descentralizando o atendimento, com aumento de líderes e ministros leigos, indo ao encontro dos afastados, sem tanta estrutura administrativa; 3) Novo planejamento da paróquia como rede. 4) Pequenas comunidades: pequeno grupo de pessoas no qual todos se conhecem, partilham a vida e cuidam-se uns dos outros, como discípulos missionários de Cristo (p );

36 CAP. 6 PROPOSIÇÕES PASTORAIS 5) Ampliar a interação e engajamento das pessoas. 6) Garantir frequência e a comunicação entre os membros; 7) Celebrar a vida; 8) Encontro eucarístico na Matriz ou capelas de comunidades; 9) Comunidade lugar da reconciliação (exercício doperdão); 10) Fomentar e recuperar as relações interpessoais;

37 CAP. 6 PROPOSIÇÕES PASTORAIS 11) Catequese como prioridade. 12) Redimensionar a Celebração da Palavra e das Missas: - Preparação dos momentos litúrgicos e da homilia (reflexão); - Desafios:: evitar grandes comentários, cânticos desalinhados com a Palavra, homilias longas, falta de silêncio, dentro outros. 13) Valorizar o Domingo; 14) Defesa da vida; 15) Acolher a todos sem acepção.

38 CAP. 6 PROPOSIÇÕES PASTORAIS 16) Sair em Missão; 17) Celebrar a Eucaristia; 18) Estabelecer CPP e CAE comunhão e participação; 19) Viver a caridade e opção preferencial pelos pobres; 20) Ser uma Igreja em saída missionária.

39 CONCLUSÃO Questões para refletir (nas comunidades): 1. Quais são os pontos deste texto que provocam a reflexão sobre a nossa comunidade paroquial? 2. Que atividades pastorais e estruturas precisam ser revisadas? 3. Em que aspectos já estamos vivendo a conversão pastoral? 4. Como a nossa paróquia pode tornar-se comunidade e comunidades? 5. O que precisamos assumir para sermos uma paróquia missionária?

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