Determinantes da inserção e dos rendimentos dos jovens no mercado de trabalho formal e informal do Brasil

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Determinantes da inserção e dos rendimentos dos jovens no mercado de trabalho formal e informal do Brasil"

Transcrição

1 Determnantes da nserção e dos rendmentos dos jovens no mercado de trabalho formal e nformal do Brasl Carlos Otávo de Fretas 1 Julana de Sales Slva 2 RESUMO Dante dos entraves relaconados à partcpação do jovem no mercado de trabalho, o objetvo desta pesqusa fo analsar fatores determnantes da nserção e dos rendmentos dos jovens de 16 a 30 anos no mercado de trabalho formal e nformal braslero. Para sto, foram utlzados os dados da Pesqusa Naconal de Amostra de Domcílos - PNAD de A estratéga empírca utlzada fo o Modelo de Seleção Amostral de Heckman. Entre os resultados encontrados, verfcou-se a varável sexo, raça e o fato do jovem ter flho apresentaram mportante contrbução na probabldade dele estar nserdo no mercado de trabalho formal e nformal. Quanto aos determnantes dos níves de rendmento, verfcou-se uma maor desgualdade salaral em relação aos fatores sexo e raça no mercado nformal de trabalho, se comparado ao mercado formal. Além dsso, a varável anos de estudo, a qual capta a mportânca de nvestmentos em captal humano por parte do jovem, apresentou uma maor efeto postvo para o mercado formal de trabalho. Palavras-chave: Mercado de trabalho formal e nformal, jovens, Seleção Amostral de Heckman. ABSTRACT In the face of obstacles related to the partcpaton of youth n the labor market, the objectve of ths study was to analyze the factors determnng ncluson and ncome of the youth wth years n the formal and nformal labor market n Brazl. For ths, we used data from the Natonal Household Sample Survey PNAD of The emprcal strategy used was the Heckman Sample Selecton Model. Among the fndngs, t was found that gender, race and the fact that the young have a chld showed mportant probablty of t beng nserted n the formal and nformal labor market. Regardng the determnants of ncome levels, there was greater wage nequalty n relaton to gender and race factors n the nformal labor market, compared to the formal market. In addton, the varable years of study, whch captures the mportance of nvestment n human captal by the young, had a greater postve effect on the formal labor market. Keywords: Formal and Informal labor market, youth, Heckman Sample Selecton 1 Doutorando em Economa Aplcada pela Unversdade Federal de Vçosa (UFV/DER). E-mal: 2 Doutoranda em Economa Aplcada pela Unversdade Federal de Vçosa (UFV/DER). E-mal:

2 1 Introdução Um dos fatores predomnantes para o processo de desenvolvmento de um país é a educação (HANUSHEK; KIMKO, 2000; COURSEIL et al., 2001). Neste sentdo, ndo de encontro com a teora do captal humano, os nvestmentos realzados pelos ndvíduos em educação, com ntuto de maores rendmentos no longo prazo, podem acarretar no desenvolvmento de um país. Em contrapartda, Coursel et al. (2001) apontam que os jovens estão buscando ngressar cada vez mas cedo no mercado de trabalho, o que pode acarretar mutas vezes, em um trade off entre estudar e trabalhar. Barros e Mendonça (1990) apontam que a decsão entre estudar e trabalhar dos jovens estão lgadas as suas undades domclares e a famíla. Rocha (2008) expõe que a entrada do jovem no mercado de trabalho acarreta em custos a esses ndvíduos, e que o fato dos jovens terem alguma experênca de trabalho, é um fator mas mportante que a escolardade. No que concerne o mercado de trabalho, Gmenez (2001) observou nas últmas décadas elevados níves de desemprego, que atnge com maor magntude determnados grupos da força de trabalho, partcularmente os jovens. No Brasl, a dfculdade de nserção ocupaconal para este grupo etáro pode estar relaconada à desorganzação do mercado de trabalho, em que são verfcados nos últmos anos aumento do número de trabalhadores sem vínculo empregatíco nsttuconalzado, aumento do nível de desemprego em determnadas regões, baxa experênca e elevados níves de nformaldade (SILVA; KASSOUF, 2002; BRAGA; RODARTE, 2006). No que se refere a trabalhos empenhados em analsar o ngresso e rendmentos dos jovens, tem-se Rocha (2008) nvestgando os elementos sobre a nserção e rendmentos dos jovens no mercado de trabalho. A autora observou que o rendmento dos jovens é bem nferor ao dos não jovens, uma vez que a experênca é um fator preponderante para se consegur auferr maores rendmentos. Braga e Rodarte (2006) abordam dretamente a questão da nserção dos jovens no mercado de trabalho, levando em consderação dados para as regões metropoltanas de Belo Horzonte e Salvador referentes ao ano de 2004, para faxa etára de 16 a 24 anos. Entre os resultados, os autores dentfcaram a falta de experênca em ocupação formal como um mportante determnante das altas taxas de desemprego desta faxa

3 etára. Além dsso, mudanças na estrutura das ocupações ocorrda nos mercados de trabalho metropoltano também afetaram negatvamente a nserção dos jovens. Kassouf (2002) analsa o efeto da entrada precoce no mercado de trabalho sobre a escolardade e esta sobre o rendmento dos jovens. A autora observou que para os jovens entre 18 e 25 anos, quanto mas cedo se ngressa no trabalho, menor é a sua escolardade e rendmento. Dante deste cenáro, observam-se dversos trabalhos na lteratura que analsam a temátca, no entanto, nenhum realza uma análse a partr da subdvsão de trabalho formal e nformal. Dessa forma, o objetvo desta pesqusa é analsar fatores determnantes da nserção e dos rendmentos dos jovens de 16 a 30 anos no mercado de trabalho formal e nformal braslero. 2 Metodologa Nesta seção será apresentado o método de seleção amostral utlzado neste trabalho, bem como os dados e varáves utlzadas para a realzação de seu objetvo. 2.1 Método O modelo de seleção amostral fo desenvolvdo por Heckman (1979) e é consderado com o objetvo de estmar as equações mnceranas para o rendmento dos jovens brasleros no mercado de trabalho. Segundo Crno e Lma (2012) este modelo estma duas equações: a equação de seleção, que defne formalmente a decsão do agente em partcpar da amostra; e a outra, para explcar o nível de determnada varável relaconada com a decsão anteror. É mportante ressaltar que no processo de determnação de saláros, exstem alguns problemas técncos que podem surgr quando se estma econometrcamente este tpo de equação e entre os prncpas, o mas utlzado é problema de seleção amostral. Heckman (1979) aponta que o vés de seleção amostral pode surgr por dos motvos: prmero, é a autosseleção dos ndvíduos ou dos dados que são nvestgados; segundo, as decsões quanto à seleção amostral tomadas por pesqusadores, que opera da mesma forma que uma autosseleção. Como a varável de nteresse é o nível de rendmento recebdo por um ndvíduo no mercado de trabalho, Crno e Lma (2012) alertam que o problema nesta varável é o segunte: o rendmento só é observado se a pessoa estver ocupada em uma atvdade remunerada. Caso contráro, se o ndvíduo se

4 encontrar natvo, desocupado ou se encontre em uma atvdade não remunerada, o seu rendmento recebdo com o trabalho não poderá ser observado. O procedmento de seletvdade amostral proposto por Heckman (1979) consste prmeramente em estmar um modelo Probt, em que a varável dependente possu valor 1 (um) se o ndvíduo é ocupado e 0 (zero) se não é ocupado, determnado assm a probabldade do ndvíduo estar ocupado com remuneração maor que zero. Assm, a equação de seleção, ou seja, o modelo de escolha bnára (Probt) é defndo por: Y * Z u, 1,2,3,..., N (2) e observa-se * 1 se W 0 Y, * 0 se W 0 em que trabalho, * Y é uma varável latente que representa a nserção do jovem no mercado de Y é uma varável bnára que defne a nserção e determnantes das chances de nserção. Z é um vetor de varáves Logo após a dentfcação da equação de seleção, a segunda parte do procedmento de Heckman envolve a estmação de uma equação para explcar o nível do rendmento (equação de nteresse), dado a decsão anteror. Portanto, sendo rendmento do ndvíduo, têm-se a equação (3): em que W X v (3) W o X representa o vetor de varáves exógenas que afetam o nível de rendmento e v o termo de erro. Dado que a varável W ser defndo da segunte forma: E( W T * 0) é observada apenas para X v * T >0, o valor esperado pode em que representa o coefcente de correlação entre os termos de erro dos modelos (1) e (3); v, o desvo padrão de v ; e, a razão nversa de Mlls, dada por: (4) Z u Z u (5)

5 em que e probabldade e acumulada. representam, respectvamente, as funções normas de densdade de Deste modo, é por meo da varável que o vés de seletvdade amostral é corrgdo, ao levar em consderação, na equação dos rendmentos, os fatores que determnaram a decsão do ndvíduo em estar ou não no mercado de trabalho. Neste trabalho, fo estabelecda a segunte equação de decsão: T = α1 + α2sexo + α3raca + α4flho + α5compdom + α6 stcen + α7 sndcato + α8 estcvl + α9 rendadom + α10 dade + α11 dade 2 + α12 dade 2 + α13 escol1+ α14 escol2+ α15 escol3+ α16 escol4+ α17 escol5 + α18 escol6 (6) em que T representa uma varável bnára, assumndo 1 se o ndvíduo partcpa do mercado de trabalho (se apresenta rendmento mensal postvo) e 0, caso contráro; o vetor de parâmetros a ser estmado; sexo, dummy que assume o valor de 1 se a pessoa é do sexo masculno e 0, caso contráro; raca, dummy que assume o valor de 1 se a pessoa é branca e 0, caso contráro; flho, dummy que assume o valor de 1 se a pessoa tem flho e 0, caso contráro; compdom número de componentes no domíclo; escol1, escol2, escol3, escol4, escol5, escol6, são dummes representam os anos de estudo, sendo respectvamente, sem nstrução e menos de 1 ano, 1 a 3 anos, 4 a 7 anos, 8 a 10 anos, 11 a 14 anos, 15 anos ou mas, sendo este últmo a base ; stcen, dummy que assume o valor de 1 se a pessoa é da área rural e 0, caso contráro; sndcato, dummy que assume o valor de 1 se a pessoa é sndcalzado e 0, caso contráro; estcvl, dummy que assume o valor de 1 se o ndvduo é casado e 0, caso contráro; rendadom representa a renda domclar; e dade, representa a dade do ndvíduo. Quanto à equação de rendmentos, o modelo fo especfcado da segunte forma: ln W = β1 + β1 sexo + β2 raca + β3 flho + β4 anosest + β5 contaprop + β6 empreg + β7 domest + β8 outros + β9 agrcola + β10 contrucao + β11 comerco + β12 servcos + β13outros + β14 stcen + β15λ (7) em que lnw é o logartmo do rendmento mensal do ndvíduo; é é o vetor de parâmetros a ser estmado; dummy que assume o valor de 1 se a pessoa é do sexo masculno e 0, caso contráro; raca, dummy que assume o valor de 1 se a pessoa é branca e 0, caso contráro; flho, dummy que assume o valor de 1 se a pessoa tem flho e 0, caso contráro; anosest representa os anos de estudos; contaprop, empreg, domest e outros, são dummes que representam a stuação de ocupação prncpal que o ndvíduo se enquadra, sendo o setor empregado utlzado como base; agrcola, comerco, servcos

6 e outros, são dummes que representam o setor em que a atvdade prncpal do ndvíduo se enquadra, sendo o setor ndustral utlzado como base; stcen, dummy que assume o valor de 1 se a pessoa é da área rural e 0, caso contráro; e razão nversa de Mlls. representa a A nclusão do termo quadrátco da varável dade na equação de seleção fo baseada na teora do captal humano, que sugere que a função de rendmento é côncava com relação à experênca, com ntuto de captar a deprecação do captal humano (KASSOUF, 1997). Em relação à escolha das demas varáves utlzadas, esta fo baseada na lteratura acerca do tema, como Crno e Lma (2011) Menezes et al. (2005), Kassouf (1997), e outros. É mportante destacar que, assm como o trabalho de Crno e Lma (2012), o ajuste dos modelos paramétrcos será realzado por meo do Método da Máxma Pseudo-Verossmlhança (MPV). Este procedmento é necessáro devdo a natureza da amostra ser complexa. Dessa forma, não se podera levar em conta a pressuposção de que as observações são resultados de processos aleatóros ndependentes e dentcamente dstrbuídos e, portanto, o Método da Máxma Verossmlhança (MV) tradconal não sera adequado. 2.2 Fonte de dados Os dados utlzados neste trabalho foram os mcrodados da PNAD do Insttuto Braslero de Geografa e Estatístca (IBGE) do ano de Devdo o plano amostral da PNAD ser complexo é necessáro que sejam realzados métodos adequados para realzações robustas de nferêncas. Trabalhos na lteratura mutas vezes não tem levado em consderação a nfluênca dessa amostragem complexa, comprometendo assm, os resultados encontrados. Dante dsso, neste trabalho, será realzada a dentfcação de estrato, de amostras de undade prmára amostral (PSU) e do peso da pessoa na amostra para ajustar apropradamente a regressão para uma amostra complexa 3 (SILVA et al., 2002; NERDER; SILVA, 2004; CARVALHO et al. 2006; MENDONÇA et al., 2012). 3 O programa Stata, utlzado neste trabalho, permte a realzação desse ajustamento através dos comandos svy.

7 No que tange a amostra utlzada, neste trabalho serão utlzados os jovens brasleros entre 16 e 30 anos de dade. Logo, para a realzação deste trabalho, será utlzado o software Stata Resultados e dscussão Incalmente nesta seção, apresentam-se algumas estatístcas smples com o objetvo de caracterzar a amostra consderada no trabalho. Em seguda, são apresentados os resultados obtdos por meo da estmação do modelo utlzado. 3.1 Análse descrtva Com a fnaldade de delnear o perfl do jovem de braslero de 16 a 30 anos, são apresentadas prmeramente as estatístcas descrtvas das varáves utlzadas na pesqusa. A Tabela 1 regstra o percentual de algumas característcas socoeconômcas dos jovens analsados nesta pesqusa. Percebe-se que os homens (56,3%) jovens estão em maor proporção do que as mulheres (43,7%) na mesma faxa etára. Nesta mesma magntude, observa-se para a raça declarada, tem-se uma maor proporção de jovens declarados outros (58,1%), no qual estão nclusos os pardos, amarelos, pretos e ndígenas. Percebe-se anda uma maor proporção de jovens que não possuem flho (97%), bem como que em relação ao estado cvl, têm-se em maor número a categora outros (97,5%), que estão nclusos os jovens solteros, vúvos, desqutados e dvorcados. Tabela 1 - Estatístca descrtva das varáves utlzadas (proporção e erro padrão) Varáves Proporção Sexo Homem 0,563 (0,00167) Mulher 0,437 (0,00167) Raça Branca 0,419 (0,00166) Outro 0,581 (0,00166) Flho Tem 0,0298 (0,00573) Não tem 0,970 (0,00573) Estado cvl Casado 0,0246 (0,000523) Outro 0,975 (0,000523) Anos de estudo Sem nstrução e menos de 1 ano 0,0127 (0,000378) 1 a 3 anos 0,0141 (0,000389) 4 a 7 anos 0,118 (0,00109)

8 Stuação censtára Setor de ocupação Stuação de ocupação 8 a 10 anos 0,226 (0,00141) 11 a 14 anos 0,520 (0,00168) 15 ou mas anos 0,109 (0,00105) Urbano 0,928 (0,000870) Rural 0,0716 (0,000870) Indústra 0,155 (0,00122) Construção 0,105 (0,00103) Comérco 0,265 (0,00149) Servços 0,0963 (0,000995) Outros 0,378 (0,00164) Empregado 0,808 (0,00133) Conta própra 0,115 (0,00108) Empregador 0,0141 (0,000397) Doméstco 0,0432 (0,000685) Outro (0,000464) Sndcalzado Sm 0,104 (0,00103) Não 0,896 (0,00103) Número de observações: Fonte: Resultados da pesqusa com dados da PNAD Nota: Erro padrão entre parênteses. No tocante a stuação censtára dos jovens brasleros de 16 a 30 anos, os dados mostram que cerca de 93% dos jovens estão localzados na área urbana. No que tange o mercado de trabalhos, tem-se maores proporções para os que estão do setor outros, representando os setores agrícola, almentação, educação, admnstração públca, entre outros. Observa-se anda que a stuação de ocupação maor é de empregados e que a mnora é não sndcalzado. Tabela 2 - Estatístca descrtva das varáves utlzadas (méda e erro padrão) Varáves Méda Idade 24 (0,0134) Anos de estudo 11,33 (0,0102) Número de componente no domcílo 3,43 (0,00558) Rendmento hora R$ 9,27 (0,0906) Renda do domcílo R$ 1.116,00 (5,397) Número de observações: Fonte: Resultados da pesqusa com dados da PNAD Nota: Erro padrão entre parênteses. A Tabela 2 traz os valores médas das varáves dade, anos de estudo, número de componentes do domcílo, rendmento hora e renda do domcílo. Percebe-se que,

9 em méda, os jovens brasleros tem 24 anos de dade, possuem cerca de 11 anos de estudo, o equvalente a presença no ensno médo e que moram em suas resdêncas com cerca de 3,43 pessoas. No que concerne os rendmentos, o valor recebdo por hora é cerca de R$9,30 reas e a renda do domcílo mensal é em méda R$ 1.116, Modelo de seleção amostral de Heckman Serão apresentadas nesta subseção os resultados dos três modelos de seleção amostral consderados na pesqusa, mercado de trabalho geral, formal e nformal Modelo mercado de trabalho geral Os resultados da estmação do modelo de seleção amostral de Heckman para o mercado de trabalho braslero estão expostos na Tabela 3, tem-se desta forma os resultados da equação de seleção e de rendmento (equações 6 e 7, respectvamente). É mportante destacar que no modelo Probt estmado, a nterpretação será realzada por meos dos efetos margnas, e não pelos coefcentes estmados, dado que estes não representam dretamente as respostas margnas das varáves. Os resultados mostram que relaconado as característcas dos jovens brasleros de 16 a 30 anos, a varável sexo apresentou uma relação dreta com a decsão de entrada no mercado de trabalho. Assm, ser homem aumenta a probabldade de o jovem trabalhar em 0,007 ponto percentual (p.p.) em méda. Fatores como tradção e até mesmo dscrmnação, podem estar nduzndo a este resultado, como aborda Barros e Mendonça (1991), uma vez que a partcpação da mulher no mercado de trabalho é tradconalmente menor que a do homem. A varável dade e seu termo quadrátco apresentaram comportamento esperado, ndcando que o aumento da dade elevara as chances da pessoa trabalhar até certo lmte, e depos essa relação se tornara negatva. O fato de uma maor experênca, em termos de dade, aumentar o ngresso no mercado de trabalho, pode estar relaconado ao surgmento de uma ndependênca com a dade, fazendo com que o jovem busque trabalho, para assm, manter-se economcamente, ou até mesmo contrbur na renda famlar. Percebe-se que um maor número de componentes no domcílo, bem como o domcílo estar localzado na área urbana, dmnuem a probabldade de entrada no mercado de trabalho em respectvamente, 0,0005 e 0,025 p.p.. No que tange o mercado de trabalho, nota-se que ser sndcalzado, bem como o domcílo ter uma maor renda,

10 aumenta a probabldade de o jovem trabalhar em 0,0115 e 0,002 p. p. em méda, respectvamente. Tabela 3 - Resultados do modelo de seleção amostral de Heckman dos brasleros de 16 a 30 anos no mercado de trabalho (2014) Varáves Equação de seleção Equação de rendmento Coefcente Efeto Margnal Coefcente Efeto Margnal Sexo 0,185 *** 0, ,108 *** 0, (0,0217) (0,0309) Raca -0,00726 ns -0, ,152 *** 0, (0,0214) (0,0278) Flho -0,275 *** -0, ,0968 ns -0, (0,0544) (0,0816) Cvl 0,130 ns 0, (0,0829) dade 0,359 *** 0, (0,0312) dade 2-0,00641 *** -0, (0,000675) anosest 0,0685 *** 0, (0,00507) d_escol1-0,111 ns -0, (0,0990) d_escol2 0,0102 ns 0, (0.0997) d_escol3-0,0878 * -0, (0,0527) d_escol4-0,0199 ns -0, (0,0492) d_escol5-0,0522 ns -0, (0,0446) compdom -0,0126 ** -0, (0,00631) Stcen -0,451 *** -0, ,0638 ns -0, (0,0300) (0,0585) d_setor1-0,0972 *** -0, (0,0398) d_setor2-0,0715 ns -0, (0,0496) d_setor3-0,224 *** -0, (0,0335) d_setor4-0,0756 ns -0, (0,0613) d_st_ocup1 0,249 *** 0,24897 (0,0854) d_st_ocup2 0,310 *** 0,31025 (0,0873) d_st_ocup3 0,871 *** (0,139) 0,

11 d_st_ocup4-0,24897 Snd 0,457 *** 0, (0,0564) ln_renddom 0,0412 *** (0,0129) 0, Cons -2,931 *** (0,370) *** (0,107) Nº de obs.: Ch 2 417,6 (0.000) 417,6 (0.000) Lambda ( ) -3,975 *** (0,412) Fonte: Resultados da pesqusa com dados da PNAD Nota: Erro padrão entre parênteses. *** sgnfcânca a 1%; ** sgnfcânca a 5%; * sgnfcânca a 10%. Os resultados da equação de rendmento, mostram que o modelo obteve o mesmo ajuste e sgnfcânca global aplcada para o modelo de nserção. Os coefcentes de ρ e λ lambda foram estatstcamente sgnfcatvos, ndcando que há problema de vés de seleção amostral (λ) e, apontando, que há correlação relevante entre os erros das duas equações (ρ). Deste modo, há necessdade de se consderar o vés provocado pelo truncamento ocasonal da amostra. Assm como na equação de seleção, o efeto das varáves explcatvas sobre o rendmento é nterpretado pelos efetos margnas estmados. Deste modo, de acordo com a Tabela 3, observa-se que ser homem (0,170) e branco (0,150), aumenta o seu rendmento em méda. Tal resultado pode dar ndícos de dscrmnação, como já apontado por autores (OAXACA, 1973; SILVA; LIMA, 2013). No tocante a escolardade, percebe-se maores saláros dado mas anos de estudo, o que va de encontro com a teora do captal humano, a qual relata que maores nvestmento em educação, proporconam maores rendmentos (EHRENBERG; SMITH, 2000). Por fm, no que se refere a stuação de ocupação dos jovens brasleros, todas as categoras utlzadas, mostraram aumentar o rendmento do jovem quando comparada a categora base que é empregado Modelo mercado de trabalho formal Em relação aos resultados encontrados para o mercado de trabalho formal, observa-se pela Tabela 4 que estes foram relatvamente dferentes do modelo estmado para o mercado de trabalho como um todo, como esperado. Os efetos margnas do modelo de seleção apontam para um efeto dscrmnatóro sgnfcatvamente menor que o modelo geral, ndcado pela varável sexo. Já a varável raça, apesar de ser

12 estatstcamente sgnfcatva, não apresentou snal esperado, ndcando que o fato do ndvíduo ser branco reduz a probabldade de ele estar atuando no mercado de trabalho formal em 0,05 p. p.. Quando ao número de pessoas resdndo no condomíno, e o fato do ndvíduo estar partcpando de sndcato estveram assocados à maor probabldade do jovem partcpar do mercado formal de trabalho. Estes resultados eram esperados, uma vez que o fato de resdr mutas pessoas no condomíno pode aumentar a necessdade do jovem procurar um emprego de forma a complementar a renda famlar. Além dsso, caso partcpe de sndcato, as chances de encontrar alguma oportundade de trabalho é relatvamente maor. Tabela 4 - Resultados do modelo de seleção amostral de Heckman dos brasleros de 16 a 30 anos no mercado de trabalho formal (2014) Varáves Equação de seleção Equação de rendmento Coefcente Efeto Margnal Coefcente Efeto Margnal Sexo 0,314 *** 0, ,167 *** 0, (0,0755) (0,00771) Raca -0,172 ** -0, ,128 *** 0, (0,0685) (0,00676) Flho -0,525 *** -0, ,0273 ns 0, (0,0121) (0,0269) Cvl 0,146 ns 0, (0,232) Idade 0,00987 ns 0, (0,131) dade 2-0, ns -1,82e-06 (0,00268) Anosest 0,0795 *** 0, (0,00126) d_escol1-0,0854 ns -0, (0,331) d_escol2 3,922 ns 0, (0,000) d_escol3 0,143 ns 0, (0,174) d_escol4 0,258 * 0, (0,142) d_escol5 0,0116 ns 0, (0,0905) compdom 0,0551 ** 0, (0,0247) Stcen 0,106 ns 0, ,0918 *** -0, (0,167) (0,0137) d_setor1-0,0777 *** (0,00893) -0,

13 d_setor2 0,0113 ns 0, (0,0137) d_setor3-0,255 *** -0, (0,00773) d_setor4-0,135 *** -0, (0,0184) d_st_ocup1 0,0404 ns 0, (0,0312) d_st_ocup2 0,376 *** 0, (0,0347) d_st_ocup3 0,756 *** 0, (0,0401) d_st_ocup4 - - Snd 0,653 *** 0, (0,198) ln_renddom 0,0414 ns 0, (0,0410) Cons 2,514 ns (1,6333) Nº de obs.: Ch (0.000) 8890 (0.000) Lambda ( ) -0,753 ns (0,899) Fonte: Resultados da pesqusa com dados da PNAD Nota: Erro padrão entre parênteses. *** sgnfcânca a 1%; ** sgnfcânca a 5%; * sgnfcânca a 10%. Quanto à equação de rendmentos, ao contráro do modelo estmado para a amostra total, a hpótese de seletvdade amostral no mercado formal de trabalho não pôde ser observado, dado a nsgnfcânca do parâmetro λ. Em relação as varáves que explcam o rendmento do jovem no mercado formal, verfca-se que o fato do ndvíduo ser homem e branco esteve relaconado a maores níves salaras, em méda. Contudo, o efeto fo menor do que o observado para a amostra total. A varável anos de estudo também contrbuu para elevação do rendmento do jovem, mostrando a mportânca de nvestmentos em captal humano para alcançar postos de trabalhos com melhor remuneração, como observado por Salvato e Slva (2008). Além dsso, ao contráro do modelo geral, as estmatvas para o mercado formal de trabalho apontam que o fato do jovem resdr em área rural está assocado a menores saláros.

14 3.2.3 Modelo mercado de trabalho nformal A Tabela 5 apresenta os resultados obtdos para o modelo estmado consderando o ngresso do jovem apenas no mercado nformal de trabalho. Em relação à equação de seleção, os efetos margnas estmados ndcam que as prncpas dferenças entre os fatores que afetam a probabldade do jovem estar no mercado de trabalho nformal, em comparação aos resultados do trabalho formal, se trata da maor mportânca do fato do ndvíduo ser do sexo masculno e a nversão do efeto causado pelo número de moradores no domcílo. Para esta últma, os resultados ndcam que o aumento desta varável está assocado a uma redução da probabldade do jovem estar no mercado nformal em 0,2 p. p. Este resultado não é surpreendente, uma vez que a maor necessdade de aumentar a renda famlar pode levar o jovem a empreender maores esforços para alcançar algum posto de trabalho formal, dado que geralmente está assocado a maores saláros e, sendo assm, reduz a chance de ele ngressar no mercado nformal. Em relação ao efeto margnal estmado para a varável dade, o coefcente encontrado ndcou que quanto maor for a dade do ndvíduo, maor será a probabldade do jovem estar no mercado de trabalho nformal. Este resultado é nteressante, pos mostra que mutas vezes as empresas que dsponblzam os postos formas de trabalho estão mas nteressadas em empregar ndvíduos mas jovens, uma vez que podem adqurr maor experênca e, portanto, trazer maor retorno para a empresa. O fato do jovem ser casado também contrbuu de forma sgnfcatva para aumentar a probabldade de ngresso no mercado nformal de trabalho. Tabela 5 - Resultados do modelo de seleção amostral de Heckman dos brasleros de 16 a 30 anos no mercado de trabalho nformal (2014) Varáves Equação de seleção Equação de rendmento Coefcente Efeto Margnal Coefcente Efeto Margnal Sexo 0,182 *** 0, ,133 *** 0, (0,0257) (0,0351) Raca -0,0866 *** -0, ,191 *** 0, (0,0258) (0,0301) Flho -0,136 *** -0, ,0983 ns 0, (0,0659) (0,0734) Cvl 0,175 * 0, , (0,0989) Idade 0,264 *** 0, (0,0366) dade 2-0,00447 *** (0,000801) -0,

15 Anosest 0,0668 *** (0,00476) 0, d_escol1 0,281 * 0, (0,116) d_escol2 0,445 *** 0, (0,112) d_escol3 0,287 *** 0, (0,0687) d_escol4 0,244 *** 0, (0,0660) d_escol5 0,0349 ns 0, (0,0619) Compdom -0,0209 *** -0, (0,00732) Stcen -0,420 *** -0, ,0101 ns -0, (0,0347) (0,0542) d_setor1-0,237 *** -0, (0,0482) d_setor2-0,106 ** -0, (0,0429) d_setor3-0,226 *** -0, (0,0363) d_setor4 0,0129 ns 0, (0,0484) d_st_ocup1 0,287 *** 0, (0,0603) d_st_ocup2 0,418 *** 0, (0,0596) d_st_ocup3 0,865 *** 0, (0,128) d_st_ocup4 - - Snd -0,0914 ns -0, (0,0804) ln_renddom 0,0128 ns 0, (0,0149) Cons -2,144 *** (0,433) 0,847 *** (0,0840) Nº de obs.: Ch 2 513,5 (0.000) 513,5 (0.000) Lambda ( ) -2,374 *** (0,278) Fonte: Resultados da pesqusa com dados da PNAD Nota: Erro padrão entre parênteses. *** sgnfcânca a 1%; ** sgnfcânca a 5%; * sgnfcânca a 10%. Ao contráro da estmação para o mercado formal de trabalho, o coefcente da razão nversa de Mlls (λ) fo estatstcamente sgnfcatvo. Este fato evdenca a exstênca do vés de seletvdade amostral e não utlzação do procedmento de Heckman, que corrge tal problema, levara a um vés sobre os verdaderos efetos das

16 varáves explcatvas sobre os níves de rendmento do jovem no mercado nformal de trabalho. Com relação aos determnantes do rendmento no mercado nformal, verfcouse uma maor desgualdade em relação aos fatores sexo e raça, se comparado ao mercado formal de trabalho, sto é, o fato do jovem ser do sexo masculno e branco está assocado a níves salaras anda maores. Este resultado pode estar evdencando que nos postos formas de trabalho, já e vsível a preocupação quanto à gualdade de oportundades, de forma a elevar a partcpação da mulher e pessoas negras em postos qualfcados. Outro resultado nteressante fo o encontrado para a varável anos de estudo a qual, apesar de estar assocada a maores níves de rendmento, apresentou efeto menor no mercado nformal de trabalho, ndcando que o nvestmento em captal humano por parte do jovem estara assocado a um maor retorno no mercado formal de trabalho. Quanto a stuação de ocupação dos jovens brasleros os resultados foram semelhantes entre os modelos analsados, ndcando que todas as categoras utlzadas (empregador, conta-própra, doméstco e outros) mostraram aumentar o rendmento do jovem quando comparada a categora base que é empregado. 4 Consderações Fnas Dante dos entraves relaconados à partcpação do jovem no mercado de trabalho, o objetvo desta pesqusa fo analsar fatores determnantes da nserção e dos rendmentos dos jovens de 16 a 30 anos no mercado de trabalho formal e nformal braslero. Apesar de dversos trabalhos na lteratura terem analsado a temátca, nenhum realzou uma análse a partr da subdvsão de trabalho formal e nformal. Entre os resultados encontrados verfcou-se que o vés de seletvdade amostral fo dentfcado apenas no modelo estmado para a amostra total e para o modelo referente à nserção do jovem no mercado nformal de trabalho. Em relação às característcas que mas nfluencam na chance do jovem estar empregado ou não, destacam-se o fato dele ser homem, branco e ter flho. No que tange o mercado nformal de trabalho, a dade também apresentou ser mportante para explcar o ngresso do jovem no mercado de trabalho, captando o possível efeto da experênca. Em relação aos determnantes dos níves de rendmento, verfcou-se uma maor desgualdade salaral em relação aos fatores sexo e raça no mercado nformal de

17 trabalho, se comparado ao mercado formal, sto é, o fato do jovem ser do sexo masculno e branco está assocado a níves salaras anda maores. Este resultado pode estar evdencando que nos postos formas de trabalho, já e vsível a preocupação quanto à gualdade de oportundades, de forma a elevar a partcpação da mulher e pessoas negras em postos qualfcados. Além dsso, a varável representatva dos anos de estudo, a qual capta a mportânca de nvestmentos em captal humano por parte do jovem, apresentou uma maor efeto postvo para o mercado formal de trabalho. Por fm, os resultados expostos evdencam a mportânca da cração de polítcas específcas para esta faxa etára, contudo mas complexas do que a smples expansão da oferta de vagas no mercado formal de trabalho. Nesse sentdo, polítcas que atuem de forma a combnar oportundades de educação e trabalho para os jovens seram mas efcentes, pos garantram a nserção mas qualfcada do jovem, aumentando as chances dele trabalhar no mercado formal e obter níves mas elevados de renda. 5 Referêncas BARROS, R. P. de, MENDONÇA, R. Infânca e adolescênca no Brasl: as consequêncas da pobreza dferencadas por gênero, faxa etára e regão de resdênca. Pesqusa e Planejamento Econômco, v. 21, n. 2, BRAGA, T. S.; RODARTE, M. S.. A nserção ocupaconal e o desemprego dos jovens: o caso das regões metropoltanas de Salvador e Belo Horzonte. Pesqusa & Debate. Revsta do Programa de Estudos Pós-Graduados em Economa Polítca. v. 17, n. 1 (29), CARVALHO, A. P.; NERI, M. C.; SILVA, D. B.. Dferencas de Saláros por Raça e Gênero: Aplcação dos procedmentos de Oaxaca e Heckman em Pesqusas Amostras Complexas. Ensaos Econômcos, Fundação Getúlo Vargas, n. 638, 34 p., dez CIRINO, J. F.; LIMA, J. E. de. Dferenças de rendmento entre as Regões Metropoltanas de Belo Horzonte e Salvador: Uma Dscussão a partr da Decomposção de Oaxaca-Blnder. Revsta Econômca do Nordeste. v. 43. n. 2, CIRINO, J. F.; LIMA, J. E. de. Determnantes dos rendmentos no mercado de trabalho naconal: Uma comparação entre os gêneros e entre as Regões Metropoltanas de Belo Horzonte e Salvador. Nexus Econômcos, v. 5, n. 9, p , 2011.

18 COURSEIL, C. H.; SANTOS, D. D.; FOGUEL, M. N. Decsões crítcas em dades crítcas: A escolha dos jovens entre estudo e trabalho no Brasl e em outros países da Amérca Latna. Texto para Dscussão n EHRENBERG, R. G.; SMITH, R. S. A Moderna Economa do Trabalho. 5. ed. São Paulo: Makron Books, p GIMENEZ, Dens Maracc. Polítcas de nserção dos jovens no mercado de trabalho: uma reflexão sobre as polítcas públcas e a experênca braslera recente. Encontro Naconal de Estudos do Trabalho, Anas..., Salvador, HANUSHEK, E. A.; KIMKO, D. D. Schoolng, labor force qualty, and the growth of natons. Amercan Economc Revew. v. 90 (5), p , HECKMAN, J. J. Sample selecton bas as a specfcaton error. Econometrca. v. 47, p KASSOUF, A. L.. O efeto do trabalho nfantl para os rendmentos dos jovens: controlando o background famlar. Anas do Encontro Naconal de Estudos Populaconas, v. 13, Retornos à escolardade e ao trenamento nos setores urbano e rural do Brasl. Revsta Economa e Socologa Rural, Ro de Janero, v. 35, n. 2, p , MENDONÇA, T.G.; LIMA, J. R.; LIMA, J. E.; LÍRIO, V.S.; PEREIRA, V. F.. Determnantes da nserção de mulheres jovens no mercado de trabalho nordestno. Revsta Econômca do Nordeste. v. 43. n MENEZES, W.; FERNANDEZ, J. C.; DEDECCA, C. Dferencações regonas de rendmentos do trabalho: uma análse das Regões Metropoltanas de São Paulo e Salvador. Estudos Econômcos, São Paulo, v. 35, n. 2, p , abr./jun NEDER, H. D.; SILVA, J. L. M.. Pobreza e Dstrbução de Renda em Áreas Ruras: uma abordagem de nferênca. Revsta de Economa e Socologa Rural, v. 42, n. 3, jul/set OAXACA, Ronald. Male-Fame dfferentals n Urban Labor Market. Internatonal Economc Revew, v. 14, n. 3, p

19 ROCHA, S.. A nserção dos jovens no mercado de trabalho. Caderno CRH, v. 21, n. 54, p , SALVATO, M. A.; SILVA, D. G. O mpacto da educação nos rendmentos do trabalhador: uma análse para a regão metropoltana de Belo Horzonte. In: SEMINÁRIO SOBRE A ECONOMIA MINEIRA, 13., 2008, Damantna. Anas... Belo Horzonte: CEDEPLAR/UFMG, SILVA, J. de S. ; LIMA, J. R. F.. Estudo da decomposção de rendmento da mulher pernambucana no mercado de trabalho utlzando a metodologa de Oaxaca- Blnder. In: Fernando de Aquno Fonseca Neto; Yony Sampao. (Org.). I Encontro Pernambucano de Economa: A Retomada dos Investmentos. 1ed.Recfe: CORECON- PE, v. 1, p , SILVA, P. L. N.; PESSOA, D. G. C.; LILA, M. F. Análse Estatístca de Dados da PNAD: Incorporando a Estrutura do Plano Amostral. Revsta Cênca e Saúde Coletva, vol.7, n.4, p , SILVA, N.; KASSOUF, A. L.. A exclusão dos jovens do mercado de trabalho braslero. Revsta Braslera de Estudos Populaconas, Campnas, SP, ABEP, v. 19, n. 2, 2002.

Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil.

Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil. 1 A INSERÇÃO E O RENDIMENTO DOS JOVENS NO MERCADO DE TRABALHO: UMA ANÁLISE PARA A REGIÃO SUL DO BRASIL Prscla Gomes de Castro 1 Felpe de Fgueredo Slva 2 João Eustáquo de Lma 3 Área temátca: 3 -Demografa

Leia mais

MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL

MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL RESUMO Francel Tonet Macel 1 Ana Mara Hermeto Camlo de Olvera 2 O objetvo deste trabalho fo verfcar possíves fatores determnantes da decsão

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS RETORNOS AOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO PARA TRABALHADORES DO SEXO MASCULINO NO BRASIL vanessadafonsecapereira@gmail.

AVALIAÇÃO DOS RETORNOS AOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO PARA TRABALHADORES DO SEXO MASCULINO NO BRASIL vanessadafonsecapereira@gmail. AVALIAÇÃO DOS RETORNOS AOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO PARA TRABALHADORES DO SEXO MASCULINO NO BRASIL vanessadafonsecaperera@gmal.com Apresentação Oral-Desenvolvmento Rural, Terrtoral e regonal VANESSA DA

Leia mais

Biocombustíveis e inclusão social: impacto das normas ambientais sobre o mercado de trabalho

Biocombustíveis e inclusão social: impacto das normas ambientais sobre o mercado de trabalho Bocombustíves e nclusão socal: mpacto das normas ambentas sobre o mercado de trabalho Márca Azanha Ferraz Das de Moraes ESALQ/USP Colaboração: Fabíola Crstna Rbero de Olvera Luz Gustavo Antono de Souza

Leia mais

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica.

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica. Análse do Retorno da Edcação na Regão Norte em 2007: Um Estdo à Lz da Regressão Qantílca. 1 Introdcão Almr Rogéro A. de Soza 1 Jâno Macel da Slva 2 Marnalva Cardoso Macel 3 O debate sobre o relaconamento

Leia mais

Aplicando o método de mínimos quadrados ordinários, você encontrou o seguinte resultado: 1,2

Aplicando o método de mínimos quadrados ordinários, você encontrou o seguinte resultado: 1,2 Econometra - Lsta 3 - Regressão Lnear Múltpla Professores: Hedbert Lopes, Prscla Rbero e Sérgo Martns Montores: Gustavo Amarante e João Marcos Nusdeo QUESTÃO 1. Você trabalha na consultora Fazemos Qualquer

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL

UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL Área 11 - Economa Socal e Demografa Econômca Classfcação JEL: I28, H52, C35. André Olvera Ferrera Lourero Insttuto de Pesqusa

Leia mais

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00)

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00) Bussab&Morettn Estatístca Básca Capítulo 4 Problema. (b) Grau de Instrução Procedênca º grau º grau Superor Total Interor 3 (,83) 7 (,94) (,) (,33) Captal 4 (,) (,39) (,) (,3) Outra (,39) (,7) (,) 3 (,3)

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO RESUMO

DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO RESUMO Revsta Economa e Desenvolvmento, n. 21, 2009 DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO Elane Pnhero de Sousa 1 João Eustáquo de Lma 2 RESUMO As mudanças

Leia mais

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL. A FUNÇÃO DE PRODUÇÃO E SUPERMERCADOS NO BRASIL ALEX AIRES CUNHA (1) ; CLEYZER ADRIAN CUNHA (). 1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL;.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

Leia mais

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial O mgrante de retorno na Regão Norte do Brasl: Uma aplcação de Regressão Logístca Multnomal 1. Introdução Olavo da Gama Santos 1 Marnalva Cardoso Macel 2 Obede Rodrgues Cardoso 3 Por mgrante de retorno,

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

reducing income disparities in Brazil and the Northeast and Southeast regions of the country, showing that the fight against social inequalities

reducing income disparities in Brazil and the Northeast and Southeast regions of the country, showing that the fight against social inequalities A Importânca da Educação para a Recente Queda da Desgualdade de Renda Salaral no Brasl: Uma análse de decomposção para as regões Nordeste e Sudeste Valdemar Rodrgues de Pnho Neto Técnco de pesqusa do Insttuto

Leia mais

Como aposentadorias e pensões afetam a educação e o trabalho de jovens do domicílio 1

Como aposentadorias e pensões afetam a educação e o trabalho de jovens do domicílio 1 Como aposentadoras e pensões afetam a educação e o trabalo de jovens do domcílo 1 Rodolfo Hoffmann 2 Resumo A questão central é saber como o valor da parcela do rendmento domclar formada por aposentadoras

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1

DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1 DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1 ópco: Dspardades regonas - estudos comparados de desenvolvmento e gestão terrtoral Márco Antôno Salvato 2 Paola Fara Lucas de Souza 3 Resumo:

Leia mais

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO - SEPLAG INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE NOTA TÉCNICA Nº 29 PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS

Leia mais

SALÁRIO DE RESERVA E DURAÇÃO DO DESEMPREGO NO BRASIL: UMA ANÁLISE COM DADOS DA PESQUISA DE PADRÃO DE VIDA DO IBGE

SALÁRIO DE RESERVA E DURAÇÃO DO DESEMPREGO NO BRASIL: UMA ANÁLISE COM DADOS DA PESQUISA DE PADRÃO DE VIDA DO IBGE SALÁRIO DE RESERVA E DURAÇÃO DO DESEMPREGO NO BRASIL: UMA ANÁLISE COM DADOS DA PESQUISA DE PADRÃO DE VIDA DO IBGE Vctor Hugo de Olvera José Ramundo Carvalho Resumo O objetvo do presente estudo é o de analsar

Leia mais

Empreendimentos de economia solidária e discriminação de gênero: uma abordagem econométrica

Empreendimentos de economia solidária e discriminação de gênero: uma abordagem econométrica Empreendmentos de economa soldára e dscrmnação de gênero: uma abordagem econométrca Grazelle Isabele Crstna Slva Sucupra Marcelo José Braga RESUMO A realdade vvencada por mutas mulheres no mundo atual

Leia mais

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL.

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. 1 APRESENTAÇÃO Nos anos 90, o país assstu a vultosas entradas de capal estrangero tanto de curto

Leia mais

Análise da Situação Ocupacional de Crianças e Adolescentes nas Regiões Sudeste e Nordeste do Brasil Utilizando Informações da PNAD 1999 *

Análise da Situação Ocupacional de Crianças e Adolescentes nas Regiões Sudeste e Nordeste do Brasil Utilizando Informações da PNAD 1999 * Análse da Stuação Ocupaconal de Cranças e Adolescentes nas Regões Sudeste e Nordeste do Brasl Utlzando Informações da PNAD 1999 * Phllppe George Perera Gumarães Lete PUC Ro/Depto. De Economa IBGE/ENCE

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PODEM RESOLVER O PROBLEMA DAS CRIANÇAS DE RUA? UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROGRAMA CRIANÇA FORA DA RUA DENTRO DA ESCOLA RESUMO

POLÍTICAS PÚBLICAS PODEM RESOLVER O PROBLEMA DAS CRIANÇAS DE RUA? UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROGRAMA CRIANÇA FORA DA RUA DENTRO DA ESCOLA RESUMO POLÍTICAS PÚBLICAS PODEM RESOLVER O PROBLEMA DAS CRIANÇAS DE RUA? UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROGRAMA CRIANÇA FORA DA RUA DENTRO DA ESCOLA Jmmy Lma de Olvera - jmmy@pece.ce.gov.br Evelne Barbosa Slva

Leia mais

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste.

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste. Determnantes da Desgualdade de Renda em Áreas Ruras do Nordeste. Autores FLÁVIO ATALIBA BARRETO DÉBORA GASPAR JAIR ANDRADE ARAÚJO Ensao Sobre Pobreza Nº 18 Março de 2009 CAEN - UFC Determnantes da Desgualdade

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo CEPAL - SERIE Polítcas socales N 60 III. Consequêncas de um novo padrão de nserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na regão metropoltana de São Paulo A. Introdução Rcardo Paes de

Leia mais

IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1

IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1 IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1 Danlo Coelho Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada João Alberto De Negr (IPEA) Insttuto

Leia mais

Variáveis dummy: especificações de modelos com parâmetros variáveis

Variáveis dummy: especificações de modelos com parâmetros variáveis Varáves dummy: especfcações de modelos com parâmetros varáves Fabríco Msso, Lucane Flores Jacob Curso de Cêncas Econômcas/Unversdade Estadual de Mato Grosso do Sul E-mal: fabrcomsso@gmal.com Departamento

Leia mais

A mobilidade ocupacional das trabalhadoras domésticas no Brasil

A mobilidade ocupacional das trabalhadoras domésticas no Brasil A mobldade ocupaconal das trabalhadoras doméstcas no Brasl Resumo Kata Sato Escola de Economa de São Paulo Fundação Getúlo Vargas EESP-FGV André Portela Souza Escola de Economa de São Paulo Fundação Getúlo

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL,

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, 1980/2000 2 1. INTRODUÇÃO 2 2. METODOLOGIA 3 3. ANÁLISE COMPARATIVA

Leia mais

Determinantes da Adoção da Tecnologia de Despolpamento na Cafeicultura 1

Determinantes da Adoção da Tecnologia de Despolpamento na Cafeicultura 1 Determnantes da Adoção da Tecnologa de Despolpamento na Cafecultura 1 Edson Zambon Monte* Erly Cardoso Texera** Resumo: Os cafecultores de Venda Nova do Imgrante, ES, que em sua maora são agrcultores famlares,

Leia mais

O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS*

O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS* O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS* Sóna Costa** Luísa Farnha** 173 Artgos Resumo As nsttuções fnanceras

Leia mais

Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro *

Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro * Stuação Ocupaconal dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero * Alessandra da Rocha Santos Cínta C. M. Damasceno Dense Brtz do Nascmento Slva ' Mara Beatrz A. M. da Cunha Palavras-chave:

Leia mais

Uma avaliação ex-ante dos impactos do Bolsa Família na redução do trabalho infantil

Uma avaliação ex-ante dos impactos do Bolsa Família na redução do trabalho infantil Uma avalação ex-ante dos mpactos do Bolsa Famíla na redução do trabalho nfantl EUCLIDES PEDROZO Mestre e Doutorando pela Fundação Getúlo Vargas de São Paulo EESP Resumo: Inúmeros programas de transferênca

Leia mais

Estatística stica Descritiva

Estatística stica Descritiva AULA1-AULA5 AULA5 Estatístca stca Descrtva Prof. Vctor Hugo Lachos Davla oo que é a estatístca? Para mutos, a estatístca não passa de conjuntos de tabelas de dados numércos. Os estatístcos são pessoas

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

REGRESSÃO LOGÍSTICA. Seja Y uma variável aleatória dummy definida como:

REGRESSÃO LOGÍSTICA. Seja Y uma variável aleatória dummy definida como: REGRESSÃO LOGÍSTCA. ntrodução Defnmos varáves categórcas como aquelas varáves que podem ser mensurados usando apenas um número lmtado de valores ou categoras. Esta defnção dstngue varáves categórcas de

Leia mais

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP º. Autor Patríca Lopes Rosado: Economsta, Mestre em Economa Rural e Doutoranda em Economa Aplcada pelo Departamento

Leia mais

WORKING PAPERS IN APPLIED ECONOMICS

WORKING PAPERS IN APPLIED ECONOMICS Unversdade Federal de Vçosa Departamento de Economa Rural WORKING PAPERS IN APPLIED ECONOMICS Efetos redstrbutvos e determnantes de recebmento do ICMS Ecológco pelos muncípos mneros Lucany L. Fernandes,

Leia mais

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel Estmatva da Incerteza de Medção da Vscosdade Cnemátca pelo Método Manual em Bodesel Roberta Quntno Frnhan Chmn 1, Gesamanda Pedrn Brandão 2, Eustáquo Vncus Rbero de Castro 3 1 LabPetro-DQUI-UFES, Vtóra-ES,

Leia mais

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 Rcardo Kuresk 2 Glson Martns 3 Rossana Lott Rodrgues 4 1 - INTRODUÇÃO 1 2 3 4 O nteresse analítco pelo agronegóco exportador

Leia mais

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que DESEMPREGO DE JOVENS NO BRASIL I. Introdução O desemprego é vsto por mutos como um grave problema socal que vem afetando tanto economas desenvolvdas como em desenvolvmento. Podemos dzer que os índces de

Leia mais

Determinantes da posse de telefonia móvel no Brasil: o acesso à internet importa?

Determinantes da posse de telefonia móvel no Brasil: o acesso à internet importa? VIII Smpóso Braslero de Sstemas de Informação (SBSI 2012) Trlhas Técncas Determnantes da posse de telefona móvel no Brasl: o acesso à nternet mporta? Marsle Nshjma 1, Jorge Fagundes 2, Marcos A. M. Lma

Leia mais

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola Nota Técnca Médas do ENEM 2009 por Escola Crado em 1998, o Exame Naconal do Ensno Médo (ENEM) tem o objetvo de avalar o desempenho do estudante ao fm da escolardade básca. O Exame destna-se aos alunos

Leia mais

Desempenho dos microempreendedores no Brasil Adriana Fontes 1 Valéria Pero 2. Resumo

Desempenho dos microempreendedores no Brasil Adriana Fontes 1 Valéria Pero 2. Resumo Resumo Desempenho dos mcroempreendedores no Brasl Adrana Fontes 1 Valéra Pero 2 Os mcroempreendedores formam um grupo muto heterogêneo no Brasl, mas sobre-representados na pobreza. Este artgo examna, com

Leia mais

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe Avalação da Tendênca de Precptação Pluvométrca Anual no Estado de Sergpe Dandara de Olvera Félx, Inaá Francsco de Sousa 2, Pablo Jónata Santana da Slva Nascmento, Davd Noguera dos Santos 3 Graduandos em

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO Pronatec Bolsa-Formação Uma Avaliação Inicial Sobre Reinserção no Mercado de Trabalho Formal

RELATÓRIO TÉCNICO Pronatec Bolsa-Formação Uma Avaliação Inicial Sobre Reinserção no Mercado de Trabalho Formal RELATÓRIO TÉCNICO Pronatec Bolsa-Formação Uma ção Incal Sobre Renserção no Mercado de Novembro/2015 Relatóro Técnco Pronatec Bolsa-Formação: Uma ção Incal sobre Renserção no Mercado de Equpe Técnca 1 Fernando

Leia mais

UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO MARIANA CAVALCANTI PINCOVSKY DE LIMA; ANDRÉ DE SOUZA MELO; RICARDO CHAVES LIMA; UFPE/PIMES RECIFE - PE

Leia mais

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA *

ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA * ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA * 39 Danel A. Das ** Carlos Robalo Marques *** Fernando Martns **** Artgos Resumo Este artgo nvestga a forma

Leia mais

A DEMANDA DE CELULOSE NO MERCADO INTERNACIONAL PULP DEMAND IN THE INTERNATIONAL MARKET

A DEMANDA DE CELULOSE NO MERCADO INTERNACIONAL PULP DEMAND IN THE INTERNATIONAL MARKET 48 CRUZ, E.S. et al. A DEMANDA DE CELULOSE NO MERCADO INTERNACIONAL Edmlson Santos Cruz 1, Antono Donzette de Olvera 2, José Roberto Soares Scolforo 2, José Lus Perera de Rezende 2 RESUMO: Este estudo

Leia mais

DEMANDA POR PLANOS DE SAÚDE NO BRASIL

DEMANDA POR PLANOS DE SAÚDE NO BRASIL DEMANDA POR PLANOS DE SAÚDE NO BRASIL Mônca Vegas Andrade Cedeplar/FMG Ana Carolna Maa Cedeplar/FMG Resumo O objetvo desse trabalho é analsar os determnantes da demanda e da escolha do grau de cobertura

Leia mais

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA ",, 1," ;,,," 1, C?5lMnstérO Públco do "':'1"') Trabalho PRT 23,! Superlntenrlenca RegonaJ do Ma:toGro$So!! (', ' \_ \ '1 j t t' 1 PROJETO: Qualfcação e Renserção Profssonal dos Resgatados do Trabalho

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A DESIGUALDADE NO ACESSO À SAÚDE NA REGIÃO SUL

UM ESTUDO SOBRE A DESIGUALDADE NO ACESSO À SAÚDE NA REGIÃO SUL 1 UM ESTUDO SOBRE A DESIGUALDADE NO ACESSO À SAÚDE NA REGIÃO SUL Área 4 - Desenvolvmento, Pobreza e Eqüdade Patríca Ullmann Palermo (Doutoranda PPGE/UFRGS) Marcelo Savno Portugal (Professor do PPGE/UFRGS)

Leia mais

EFICIÊNCIA DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS PORTUGUESAS: UMA ANÁLISE DE FRONTEIRA DE PRODUÇÃO ESTOCÁSTICA*

EFICIÊNCIA DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS PORTUGUESAS: UMA ANÁLISE DE FRONTEIRA DE PRODUÇÃO ESTOCÁSTICA* Artgos Prmavera 2007 EFICIÊNCIA DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS PORTUGUESAS: UMA ANÁLISE DE FRONTEIRA DE PRODUÇÃO ESTOCÁSTICA* Manuel Coutnho Perera** Sara Morera** 1. INTRODUÇÃO As classfcações obtdas pelos estudantes

Leia mais

Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1

Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1 DETERMINANTES DA ADOÇÃO DA TECNOLOGIA DE DESPOLPAMENTO NA CAFEICULTURA: ESTUDO DE UMA REGIÃO PRODUTORA DA ZONA DA MATA DE MINAS GERAIS govanblas@yahoo.com.br Apresentação Oral-Cênca, Pesqusa e Transferênca

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS A PARTIR DO ÍNDICE DE CRIMINALIDADE PARA AS MESORREGIÕES CATARINENSES,

UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS A PARTIR DO ÍNDICE DE CRIMINALIDADE PARA AS MESORREGIÕES CATARINENSES, UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS A PARTIR DO ÍNDICE DE CRIMINALIDADE PARA AS MESORREGIÕES CATARINENSES, RESUMO: 2003 1 Thago Costa Soares 2 Unversdade Federal de Vçosa thago_sofa@hotmal.com

Leia mais

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO - I CICPG SUL BRASIL Florianópolis 2010

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO - I CICPG SUL BRASIL Florianópolis 2010 Floranópols 200 ANÁLISE COMPARATIVA DA INFLUÊNCIA DA NEBULOSIDADE E UMIDADE RELATIVA SOBRE A IRRADIAÇÃO SOLAR EM SUPERFÍCIE Eduardo Wede Luz * ; Nelson Jorge Schuch ; Fernando Ramos Martns 2 ; Marco Cecon

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 00 ODELOS ATEÁTICOS E CONSUO DE ENERGIA ELÉTRICA Clece de Cássa Franco Cdade Centro Unverstáro Francscano klleyce@hotmal.com Leandra Anversa Foreze Centro Unverstáro Francscano

Leia mais

DIFERENCIAIS SALARIAIS ENTRE CASAIS HETEROSSEXUAIS E HOMOSSEXUAIS NO MERCADO DE TRABALHO CEARENSE. Daniel Suliano Guilherme Irffi Márcio Veras

DIFERENCIAIS SALARIAIS ENTRE CASAIS HETEROSSEXUAIS E HOMOSSEXUAIS NO MERCADO DE TRABALHO CEARENSE. Daniel Suliano Guilherme Irffi Márcio Veras Nº 105 Feverero / 2014 DIFERENCIAIS SALARIAIS ENTRE CASAIS HETEROSSEXUAIS E HOMOSSEXUAIS NO MERCADO DE TRABALHO CEARENSE Danel Sulano Gulherme Irff Márco Veras GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cd Ferrera Gomes

Leia mais

Desemprego de Jovens no Brasil *

Desemprego de Jovens no Brasil * Desemprego de Jovens no Brasl * Prsclla Matas Flor Palavras-chave: desemprego; jovens; prmero emprego; Brasl. Resumo Este trabalho tem como objetvo analsar a estrutura do desemprego dos jovens no Brasl,

Leia mais

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado Varabldade Espacal do Teor de Água de um Argssolo sob Planto Convenconal de Fejão Irrgado Elder Sânzo Aguar Cerquera 1 Nerlson Terra Santos 2 Cásso Pnho dos Res 3 1 Introdução O uso da água na rrgação

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 323 VIOLÊNCIA URBANA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA DA VITIMIZAÇÃO EM SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, RECIFE E VITÓRIA

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 323 VIOLÊNCIA URBANA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA DA VITIMIZAÇÃO EM SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, RECIFE E VITÓRIA TEXTO PARA DISCUSSÃO N 323 VIOLÊNCIA URBANA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA DA VITIMIZAÇÃO EM SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, RECIFE E VITÓRIA Betâna Totno Pexoto Mônca Vegas Andrade Suel Moro Novembro de 2007 1 Fcha

Leia mais

TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL. PALAVRAS CHAVES: Crescimento, Transferências, Dinâmica, Convergência e Governo.

TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL. PALAVRAS CHAVES: Crescimento, Transferências, Dinâmica, Convergência e Governo. TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL PALAVRAS CHAVES: Crescmento, Transferêncas, Dnâmca, Convergênca e Governo. PEDRO JUCÁ MACIEL Analsta de Fnanças da STN/Mnstéro da Fazenda Mestre

Leia mais

UTILIZAÇÃO DOS MÉTODOS MQO 2, MCFADDEN E VARIÁVEL INSTRUMENTAL EM ESTIMATIVAS PARA A CAPITAL PARANAENSE

UTILIZAÇÃO DOS MÉTODOS MQO 2, MCFADDEN E VARIÁVEL INSTRUMENTAL EM ESTIMATIVAS PARA A CAPITAL PARANAENSE UTILIZAÇÃO DOS MÉTODOS MQO 2, MCFADDEN E VARIÁVEL INSTRUMENTAL EM ESTIMATIVAS PARA A CAPITAL PARANAENSE MARCIA GONÇALVES PIZAIA; MARCIA REGINA GABARDO DA CAMARA. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA, LONDRINA,

Leia mais

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO Roberta Montello Amaral (UNIFESO) amaralroberta@yahoo.com.br Crado em 1990, o Saeb é um sstema de avalação do MEC que, junto à

Leia mais

RECESSÕES ECONÔMICAS REDUZEM A TAXA DE MORTALIDADE? EVIDÊNCIAS PARA O BRASIL

RECESSÕES ECONÔMICAS REDUZEM A TAXA DE MORTALIDADE? EVIDÊNCIAS PARA O BRASIL RECESSÕES ECONÔICAS REDUZE A TAXA DE ORTALIDADE? EVIDÊNCIAS PARA O BRASIL Resumo Este artgo analsa a relação entre taxa de emprego e taxa de mortaldade no Brasl durante o período de 1981-2002. A fundamentação

Leia mais

Programa de reforma agrária Cédula da Terra: medindo a eficiência dos beneficiários

Programa de reforma agrária Cédula da Terra: medindo a eficiência dos beneficiários Programa de reforma agrára Cédula da Terra: medndo a efcênca dos benefcáros RESUMO Hldo Merelles de Souza Flho Mguel Rocha de Sousa Antôno Márco Buanan José Mara Slvera Marcelo Marques Magalhães Esse artgo

Leia mais

CURVA DE KUZNETS: MENSURAÇÃO DO IMPACTO DO CRESCIMENTO ECONÔMICO SOBRE A DESIGUALDADE DE RENDA PARA OS ESTADOS BRASILEIROS (1995-2005)

CURVA DE KUZNETS: MENSURAÇÃO DO IMPACTO DO CRESCIMENTO ECONÔMICO SOBRE A DESIGUALDADE DE RENDA PARA OS ESTADOS BRASILEIROS (1995-2005) CURVA DE KUZNETS: MENSURAÇÃO DO IMPACTO DO CRESCIMENTO ECONÔMICO SOBRE A DESIGUALDADE DE RENDA PARA OS ESTADOS BRASILEIROS (995-005) Fernando Henrque Taques Mestrando em Economa pelo PEPGEP/PUC-SP Cao

Leia mais

Desigualdade da distribuição da renda no Brasil: a contribuição de aposentadorias e pensões e de outras parcelas do rendimento domiciliar per capita 1

Desigualdade da distribuição da renda no Brasil: a contribuição de aposentadorias e pensões e de outras parcelas do rendimento domiciliar per capita 1 Desgualdade da dstrbução da renda no Brasl: a contrbução de aposentadoras e pensões e de outras parcelas do rendmento domclar per capta Rodolfo Hoffmann 2 Resumo Incalmente são dscutdos problemas metodológcos

Leia mais

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis.

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis. EXERCICIOS AVALIATIVOS Dscplna: ECONOMETRIA Data lmte para entrega: da da 3ª prova Valor: 7 pontos INSTRUÇÕES: O trabalho é ndvdual. A dscussão das questões pode ser feta em grupo, mas cada aluno deve

Leia mais

Abstract. Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN, e-mail: fabriciopleite@ufrnet.br. 1

Abstract. Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN, e-mail: fabriciopleite@ufrnet.br. 1 COMO O GRAU DE DESIGUALDADE AFETA A PROPENSÃO MARGINAL A CONSUMIR? DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E CONSUMO DAS FAMÍLIAS NO BRASIL A PARTIR DOS DADOS DAS POF 2002-2003 E 2008-2009 ÁREA: CRESCIMENTO E DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

AMENIDADES LOCAIS VERSUS OPORTUNIDADES ECONÔMICAS: UM RANKING DA QUALIDADE DAS AMENIDADES PARA AS REGIÕES METROPOLITANAS DO BRASIL

AMENIDADES LOCAIS VERSUS OPORTUNIDADES ECONÔMICAS: UM RANKING DA QUALIDADE DAS AMENIDADES PARA AS REGIÕES METROPOLITANAS DO BRASIL AMENIDADES LOCAIS VERSUS OPORTUNIDADES ECONÔMICAS: UM RANKING DA QUALIDADE DAS AMENIDADES PARA AS REGIÕES METROPOLITANAS DO BRASIL Roberta de Moraes Rocha Doutoranda em Economa da Unversdade Federal de

Leia mais

Modelo Multi-Estado de Markov em Cartões de Crédito. Daniel Evangelista Régis Rinaldo Artes

Modelo Multi-Estado de Markov em Cartões de Crédito. Daniel Evangelista Régis Rinaldo Artes Modelo Mult-Estado de Markov em Cartões de Crédto Danel Evangelsta Régs Rnaldo Artes Insper Workng Paper WPE: 137/2008 Copyrght Insper. Todos os dretos reservados. É probda a reprodução parcal ou ntegral

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes A amplação da jornada escolar melhora o desempenho acadêmco dos estudantes? Uma avalação do programa Escola de Tempo Integral da rede públca do Estado de São Paulo 1 INTRODUÇÃO O acesso à educação é uma

Leia mais

Palavras-chave: Duração na pobreza; Saída da pobreza; Mercado de trabalho; Modelos de sobrevivência com censura à esquerda.

Palavras-chave: Duração na pobreza; Saída da pobreza; Mercado de trabalho; Modelos de sobrevivência com censura à esquerda. MUDANÇAS NO MERCADO DE TRABALHO RETIRAM FAMÍLIAS DA POBREZA? DETERMINANTES DOMICILIARES E AGREGADOS PARA A SAÍDA DA POBREZA NAS REGIÕES METROPOLITANAS BRASILEIRAS Rafael Perez Rbas IPC/UNDP Ana Fláva Machado

Leia mais

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção O Uso do Software Matlab Aplcado à Prevsão de Índces da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenhara de Produção VICENTE, S. A. S. Unversdade Presbterana Mackenze Rua da Consolação, 930 prédo

Leia mais

Regulação, Mercado ou Pressão Social? Os Determinantes do Investimento Ambiental na Industria *

Regulação, Mercado ou Pressão Social? Os Determinantes do Investimento Ambiental na Industria * Regulação, Mercado ou Pressão Socal? Os Determnantes do Investmento Ambental na Industra Claudo Ferraz e Ronaldo Seroa da Motta Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada (IPEA) Av. Presdente Antono Carlos 51,

Leia mais

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada OS EFEITOS DO E-COMMERCE NA PRODUTIVIDADE DAS FIRMAS COMERCIAIS NO BRASIL Luís Cláudo Kubota; Danele Noguera Mlan Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada; Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada RESUMO O presente

Leia mais

O PAPEL DAS RENDAS NÃO-AGRÍCOLAS PARA REDUÇÃO DA POBREZA E CONCENTRAÇÃO NA REGIÃO SUL

O PAPEL DAS RENDAS NÃO-AGRÍCOLAS PARA REDUÇÃO DA POBREZA E CONCENTRAÇÃO NA REGIÃO SUL O PAPEL DAS RENDAS NÃO-AGRÍCOLAS PARA REDUÇÃO DA POBREZA E CONCENTRAÇÃO NA REGIÃO SUL 1. Introdução João Rcardo Ferrera de Lma 1 Carlos Alberto Pacent 2 O termo pluratvdade surge no cenáro nternaconal

Leia mais

DETERMINANTES DO DESMATAMENTO EM PEQUENAS PROPRIEDADES NA AMAZÔNIA: UM ESTUDO DE CASO EM URUARÁ PA 1

DETERMINANTES DO DESMATAMENTO EM PEQUENAS PROPRIEDADES NA AMAZÔNIA: UM ESTUDO DE CASO EM URUARÁ PA 1 Rtaumara de J. Perera, Wlson da Cruz Vera, João Eustáquo de Lma & Marcellus Marques Caldas DETERMINANTES DO DESMATAMENTO EM PEQUENAS PROPRIEDADES NA AMAZÔNIA: UM ESTUDO DE CASO EM URUARÁ PA 1 Rtaumara

Leia mais

ESTIMANDO AS PERDAS DE RENDIMENTO DEVIDO À DOENÇA RENAL CRÔNICA NO BRASIL 1

ESTIMANDO AS PERDAS DE RENDIMENTO DEVIDO À DOENÇA RENAL CRÔNICA NO BRASIL 1 ESTIMANDO AS PERDAS DE RENDIMENTO DEVIDO À DOENÇA RENAL CRÔNICA NO BRASIL 1 Márca Regna Godoy*, Gácomo Balbnotto Neto**; Eduardo Pontual Rbero**. *Aluna do Curso de Doutorado em Economa Aplcada do PPGE/UFRGS.

Leia mais

O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL

O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL Poema Iss Andrade de Souza * Joaqum José Martns Gulhoto ** Raul da Mota Slvera Neto *** RESUMO

Leia mais

Linha Técnica Sessão III Duplas Diferenças (DD) e Dados em Painel

Linha Técnica Sessão III Duplas Diferenças (DD) e Dados em Painel Lnha Técnca Sessão III Duplas Dferenças (DD) e Dados em Panel Human Development Network Spansh Impact Evaluaton Fund www.worldbank.org/sef Estrutura da sessão Quando usamos Duplas Dferenças? (DD) Estratéga

Leia mais

Demanda por Saneamento no Brasil: uma aplicação do modelo logit multinomial

Demanda por Saneamento no Brasil: uma aplicação do modelo logit multinomial Demanda por Saneamento no Brasl: uma aplcação do modelo logt multnomal Abstract: Basc santary servces, ncludng waste dsposal, treated water supply and sewage servces, do have a strong effect on human health

Leia mais

TRABALHO INFANTIL: CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS

TRABALHO INFANTIL: CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS TRABALHO INFANTIL: CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS Ana Lúca Kassouf Estudo realzado para apresentação no concurso de Professor ttular do Depto. de Economa, Admnstração e Socologa da ESALQ/USP em 9 de novembro de

Leia mais

WORKING PAPERS IN APPLIED ECONOMICS

WORKING PAPERS IN APPLIED ECONOMICS Unversdade Federal de Vçosa Departamento de Economa Rural WORKING PAPERS IN APPLIED ECONOMICS CLUBES DE CONVERGÊNCIA NOS MUNICIPIOS MINEIROS: UMA ANÁLISE VIA MODELO THRESHOLD Rcardo Bruno Nascmento dos

Leia mais

COMPOSIÇÃO DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DE MINAS GERAIS ALINE CRISTINA CRUZ (1) ; ERLY CARDOSO TEIXEIRA (2) ; MARÍLIA MACIEL GOMES (3).

COMPOSIÇÃO DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DE MINAS GERAIS ALINE CRISTINA CRUZ (1) ; ERLY CARDOSO TEIXEIRA (2) ; MARÍLIA MACIEL GOMES (3). COMPOSIÇÃO DO AGONEGÓCIO NO ESTADO DE MINAS GEAIS ALINE CISTINA CUZ () ; ELY CADOSO TEIXEIA (2) ; MAÍLIA MACIEL GOMES (3).,3.UNIVESIDADE FEDEAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BASIL; 2.UNIVESIDADE FEDEAL DE VIçOSA,

Leia mais

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA Metodologa IHFA - Índce de Hedge Funds ANBIMA Versão Abrl 2011 Metodologa IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA 1. O Que é o IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA? O IHFA é um índce representatvo da ndústra de hedge

Leia mais

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção Influênca dos Procedmentos de Ensaos e Tratamento de Dados em Análse Probablístca de Estrutura de Contenção Mara Fatma Mranda UENF, Campos dos Goytacazes, RJ, Brasl. Paulo César de Almeda Maa UENF, Campos

Leia mais

RODRIGO LUIZ PEREIRA LARA DESEMPENHO DO GRÁFICO DE CONTROLE CUSUM TABULAR PARA O MONITORAMENTO DA MÉDIA

RODRIGO LUIZ PEREIRA LARA DESEMPENHO DO GRÁFICO DE CONTROLE CUSUM TABULAR PARA O MONITORAMENTO DA MÉDIA RODRIGO LUIZ PEREIRA LARA DESEMPENO DO GRÁFICO DE CONTROLE CUSUM TABULAR PARA O MONITORAMENTO DA MÉDIA Dssertação apresentada à Unversdade Federal de Vçosa, como parte das exgêncas do Programa de Pós Graduação

Leia mais

2 ANÁLISE ESPACIAL DE EVENTOS

2 ANÁLISE ESPACIAL DE EVENTOS ANÁLISE ESPACIAL DE EVENTOS Glberto Câmara Marla Sá Carvalho.1 INTRODUÇÃO Neste capítulo serão estudados os fenômenos expressos através de ocorrêncas dentfcadas como pontos localzados no espaço, denomnados

Leia mais

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring Métodos de Montoramento de Modelo Logt de Credt Scorng Autora: Armando Chnelatto Neto, Roberto Santos Felíco, Douglas Campos Resumo Este artgo dscute algumas técncas de montoramento de modelos de Credt

Leia mais

EFEITO SOBRE A EQUIDADE DE UM AUMENTO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO*

EFEITO SOBRE A EQUIDADE DE UM AUMENTO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO* Artgos Prmavera 2007 EFEITO SOBRE A EQUIDADE DE UM AUMENTO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO* Isabel Correa**. INTRODUÇÃO Apesar das reformas fscas serem um fenómeno recorrente nas últmas décadas em

Leia mais

IX PRÊMIO SEAE 2014 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR

IX PRÊMIO SEAE 2014 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR IX PRÊMIO SEAE 2014 Tema 2. Regulação da Atvdade Econômca Inscrção: 17 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR Título da Monografa: A Estrutura Concorrencal do Mercado de Redes de Transporte de Telecomuncações e os Impactos

Leia mais

DETERMINANTES DA CRIMINALIDADE NO ESTADO DO PARANÁ fcccassuce@yahoo.com.br

DETERMINANTES DA CRIMINALIDADE NO ESTADO DO PARANÁ fcccassuce@yahoo.com.br DETERMINANTES DA CRIMINALIDADE NO ESTADO DO PARANÁ fcccassuce@yahoo.com.br Apresentação Oral-Desenvolvmento Rural, Terrtoral e regonal JONAS MAURÍCIO GONÇALVES; FRANCISCO CARLOS DA CUNHA CASSUCE; VALDIR

Leia mais

A influência das regiões de fronteira e de variáveis socioeconômicas na criminalidade no estado do Paraná

A influência das regiões de fronteira e de variáveis socioeconômicas na criminalidade no estado do Paraná PERSPECTIVA ECONÔMICA v. 6, n. 2:23-44 jul/dez 2010 ISSN 1808-575X do: 10.4013/pe.2010.62.02 A nfluênca das regões de frontera e de varáves socoeconômcas na crmnaldade no estado do Paraná Jonas Mauríco

Leia mais