ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ Nortec Química S.A Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

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1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração do Fluxo de Caixa 6 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2014 à 30/06/ DMPL - 01/01/2013 à 30/06/ Demonstração do Valor Adicionado 9 Comentário do Desempenho Outras Informações que a Companhia Entenda Relevantes 50 Pareceres e Declarações Relatório da Revisão Especial - Com Ressalva 53 Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente 55 Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras 56 Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores Independentes 57

2 Dados da Empresa / Composição do Capital Número de Ações (Mil) Trimestre Atual 30/06/2014 Do Capital Integralizado Ordinárias Preferenciais 0 Total Em Tesouraria Ordinárias 0 Preferenciais 0 Total 0 PÁGINA: 1 de 57

3 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/06/2014 Exercício Anterior 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Aplicações Financeiras Contas a Receber Clientes Estoques Tributos a Recuperar Despesas Antecipadas Outros Ativos Circulantes Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Imobilizado Imobilizado em Operação Imobilizado em Andamento PÁGINA: 2 de 57

4 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/06/2014 Exercício Anterior 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Obrigações Sociais e Trabalhistas Obrigações Sociais Obrigações Trabalhistas Fornecedores Fornecedores Nacionais Fornecedores Estrangeiros Obrigações Fiscais Obrigações Fiscais Federais Imposto de Renda e Contribuição Social a Pagar Obrigações Fiscais Federais Obrigações Fiscais Estaduais Obrigações Fiscais Municipais Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Débitos com Outras Partes Relacionadas Outros Dividendos e JCP a Pagar Outras Contas a Pagar Adiantamentos de Clientes Passivo Não Circulante Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Débitos com Outras Partes Relacionadas Outros Patrimônio Líquido Capital Social Realizado Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva Estatutária Lucros/Prejuízos Acumulados PÁGINA: 3 de 57

5 DFs Individuais / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Despesas com Vendas Despesas Gerais e Administrativas Outras Receitas Operacionais Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Resultado Líquido das Operações Continuadas Lucro/Prejuízo do Período Lucro por Ação - (Reais / Ação) Lucro Básico por Ação Trimestre Atual 01/04/2014 à 30/06/2014 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2014 à 30/06/2014 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/04/2013 à 30/06/2013 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2013 à 30/06/ ON 0, , , ,02000 PÁGINA: 4 de 57

6 DFs Individuais / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 01/04/2014 à 30/06/2014 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2014 à 30/06/2014 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/04/2013 à 30/06/2013 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2013 à 30/06/ Lucro Líquido do Período Resultado Abrangente do Período PÁGINA: 5 de 57

7 DFs Individuais / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Acumulado do Atual Exercício 01/01/2014 à 30/06/2014 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2013 à 30/06/ Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Lucro Líquido do período Depreciações e amortizações Variação Cambial Outros Variações nos Ativos e Passivos (aumento)/redução - Contas a receber (aumento)/redução - Estoques (aumento)/redução - Imp. a Recuperar (aumento)/redução - Outros Ativos aumento/(redução) - Fornecedores aumento/(redução) - Obrig. sociais e trabalhistas aumento/(redução) - Obrig. fiscais aumento/(redução) - Outros passivos Caixa Líquido Atividades de Investimento Aquisição de imobilizado Aplicações financeiras Resgate de aplicações financeiras Caixa Líquido Atividades de Financiamento Empréstimos obtidos Pagamento de empréstimos e financiamentos Pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 6 de 57

8 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2014 à 30/06/2014 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Saldos Finais PÁGINA: 7 de 57

9 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2013 à 30/06/2013 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Dividendos Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Saldos Finais PÁGINA: 8 de 57

10 DFs Individuais / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Acumulado do Atual Exercício 01/01/2014 à 30/06/2014 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2013 à 30/06/ Receitas Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços Outras Receitas Insumos Adquiridos de Terceiros Custos Prods., Mercs. e Servs. Vendidos Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Receitas Financeiras Outros Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Remuneração Direta Benefícios F.G.T.S Impostos, Taxas e Contribuições Federais Estaduais Municipais Remuneração de Capitais de Terceiros Juros Aluguéis Outras Remuneração de Capitais Próprios Lucros Retidos / Prejuízo do Período PÁGINA: 9 de 57

11 Comentário do Desempenho Relatório Trimestral Demonstrações Financeiras 2013 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO / COMENTÁRIO DE DESEMPENHO Informações Trimestrais 30/06/2014 Prezados Senhores: Submetemos à apreciação dos Senhores Acionistas, Clientes, Fornecedores e a Sociedade em Geral, o Relatório da Administração e as correspondentes Informações trimestrais - ITR, referentes ao período findo em 30 de Junho de 2014 que contemplam as práticas contábeis internacionais conforme o International Financial Reporting Standards (IFRS) e os pronunciamentos emitidos pelo CPC aplicáveis às suas operações, acompanhados do relatório dos Auditores Independentes sobre as informações financeiras da Companhia. Principais Indicadores: Tabela 1 R$ mil 1S14 1S13 Δ % Faturamento Bruto % Produção (kg) % Margem Bruta % EBITDA % Lucro Líquido % Índice Liquidez Imediata 0,89 0,55 61% Índice Liquidez Corrente 3,80 2,65 43% Índice Grau de Endividamento(*) 53% 55% -5% (*) = (Passivo Circulante + Passivo não Circulante)/Patrimônio Líquido Tabela 2 R$ mil 1S14 % RL 1S13 %RL Δ % Receita Líquida % % 45% CPV % % 27% Lucro Bruto % % 129% Despesas/Receitas Operacionais % % 8% EBITDA % ,1% -1925% Resultado Financeiro 586 1% ,2% -157% Lucro Líquido % ,6% -2275% PÁGINA: 10 de 57

12 Comentário do Desempenho Relatório Trimestral Demonstrações Financeiras 2013 Considerações da Administração A NORTEC QUÍMICA S.A. efetuou o rodízio de empresa de Auditoria no início de 2014, alicerçando-se nas Boas Práticas de Governança Corporativa, substituindo a Premiumbravo Auditores e Consultores pela KPMG Auditores Independentes, conforme aprovado em Reunião do Conselho de Administração da NORTEC QUÍMICA em 27 de março de Durante o desenvolvimento da revisão da 1ª ITR, a KPMG apontou dois tópicos como limitação de escopo, que estão descritos da seguinte forma no Relatório entregue: a) A Administração da Companhia não apresentou análise da vida útil econômica estimada dos bens do ativo imobilizado, base para o cálculo da depreciação, e tampouco determinou o valor residual dos itens ao final da mencionada vida útil econômica, conforme requerido pelo Pronunciamento Técnico CPC 27 e pela Interpretação ICPC 10. Consequentemente, não foi possível satisfazermo-nos quanto aos possíveis efeitos desse assunto nas informações trimestrais referentes ao período findo em 31 de março de b) A Administração da Companhia não apresentou uma mensuração do passivo decorrente do plano pós emprego, conforme lei 9656 de 3 de junho de Planos e seguros privados de assistência à saúde. Desta forma, não foi possível satisfazermo-nos quanto aos possíveis efeitos desse assunto nas informações trimestrais referentes ao período findo em 31 de março de Diante do exposto nos itens acima destacados, a Administração tomou as seguintes ações: a) Vida útil econômica: Formalizamos em 24/06/2014 o aceite da proposta para a realização deste trabalho em parceria com a empresa Eagle Consult. O prazo para execução do inventário físico dos bens, conciliação, determinação da vida útil e emissão de laudos com fundamentação técnica é de 8 semanas. Iniciamos a primeira atividade, de inventário, no dia 21/07/2014. b) Atuário: Formalizamos no dia 15/07/2014 a contratação da empresa Towers Watson para a realização do cálculo atuarial referente às obrigações contábeis com o benefício pós emprego. O prazo para execução deste trabalho será de 6 semanas. Recebemos no dia 18/07/2014 a requisição de dados contendo as informações necessárias para a avaliação atuarial dos benefícios de assistência médica e o questionário médico. Considerando os prazos acima destacados, o 2º ITR de 2014 continua apresentando as mesmas ressalvas de nossa auditoria do 1º ITR de PÁGINA: 11 de 57

13 Comentário do Desempenho Relatório Trimestral Demonstrações Financeiras 2013 Perspectivas do segmento no país Segundo Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi), o segmento farmoquímico possui amplas oportunidades, através de investimentos previstos para o setor em ações de promoção, inteligência comercial e construção de marca e imagem para fomentar a internacionalização da indústria brasileira. Com importantes estruturações de parcerias no segmento, o objetivo é aumentar as exportações e o grau de exposição e intercâmbio internacional e de tecnologias de toda a cadeia produtiva farmacêutica, além de promover ações de atração de investimentos para o setor. Análise Econômica Financeira Faturamento líquido A receita líquida, no acumulado do primeiro semestre de 2014 alcançou R$ 47,5 milhões, um aumento de 45% em comparação com o mesmo período de 2013, que atingiu R$ 33 milhões. Em comparação com o resultado da 1ITR14, o segundo trimestre de 2014 foi um período de recuperação nas vendas, isto em decorrência do aumento das vendas no mercado externo e ao mix de produtos vendidos para o mercado interno. PRIVADO PDP'S GOVERNO EXPORTAÇÃO REVENDA R$ 33 milhões 45% R$ 47,5 milhões R$ por mil 1S13 1S14 Em comparação com o orçamento previsto para o semestre, o total realizado foi condizente e de acordo com o total orçado. No mercado interno apresentaram variações no mix de produtos, tendo maior concentração na produção e venda para PDP s, o que supriu outras vendas esperadas para o semestre. No segmento de exportação, houve PÁGINA: 12 de 57

14 Comentário do Desempenho Relatório Trimestral Demonstrações Financeiras 2013 algumas vendas previstas para o primeiro semestre, porém postergadas para o próximo semestre. R$ mil Receita Liquida - Orçado 1S14 x Real 1S14 R$ mil EXPORTAÇÃO MERCADO INTERNO R$ mil BP 1S14 REAL 1S14 A receita da Companhia é composta quase que na sua totalidade pelo mercado interno, que representou 91% do acumulado. Houve um crescimento do mercado externo, passando para 9% sua participação sobre o total acumulado do semestre. Mercado exportação As vendas apresentaram um aumento de 108% no acumulado do primeiro semestre de 2014 (R$ 4,3 milhões) em relação ao mesmo período de 2013 (R$ 2,06 milhões), devido aos esforços envidados para fortalecer este segmento estratégico. PÁGINA: 13 de 57

15 Comentário do Desempenho Relatório Trimestral Demonstrações Financeiras 2013 Este aumento reflete as ações estratégias para fortalecimento das exportações na Argentina, onde houve um crescimento do faturamento no ano de 2013, Cingapura e Colombia, onde juntas correspondem 60% das exportações no primeiro semestre de Existe também o aumento de novos clientes em outros países, como Marrocos e Holanda. Os IFA s (Insumos Farmacêuticos Ativos) com maior aumento da demanda na exportação neste primeiro semestre de 2014 foram o Cloridrato de Midazolam, Maleato de Midazolam e Propiltiouracil. Custo dos produtos vendidos O custo dos produtos vendidos atingiu R$ 34,2 milhões no acumulado do primeiro semestre de 2014, o que representou 72% da receita líquida, representando um aumento de 27% em relação ao mesmo período de O custo dos produtos vendidos aumentou devido à ampliação nas vendas. Já a participação do CPV em relação à receita liquida diminuiu devido a composição do mix dos produtos comercializados. Despesas/Receitas operacionais As despesas operacionais atingiram R$ 7,3 milhões no acumulado do primeiro semestre de 2014, representando um aumento de 8% em relação ao mesmo período de 2013, em função da incidência de gastos administrativos-financeiros não previstos no orçamento, PÁGINA: 14 de 57

16 Comentário do Desempenho Relatório Trimestral Demonstrações Financeiras 2013 grande parte por conta de débitos não homologados dos processos de Per/dcomp em períodos anteriores. Em relação às receitas líquidas não recorrentes, o acumulado do trimestre atingiu R$ 689 mil, sendo R$ 433 mil devido a subvenções para projetos de P&D. EBITDA A geração operacional de caixa medida pelo EBITDA (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no primeiro semestre de 2014 foi de R$ 6,8 milhões positivos por conta dos efeitos anteriormente mencionados. Liquidez e endividamento A disponibilidade financeira consolidada, ao final do primeiro semestre de 2014 era de R$ 15,6 milhões, sendo integralmente em moeda local (Real). Uma redução de 5% em relação ao final de dezembro de 2013, que atingiu R$ 16,4 milhões, parte por conta da utilização do aporte recebido do BNDES para investimentos com o projeto de expansão da capacidade fabril e programa de P&D para os próximos três anos. As aplicações financeiras no acumulado do primeiro semestre de 2014 representam 85% desta disponibilidade, estando registradas integralmente no circulante. Em 30 de junho de 2014 os empréstimos totalizavam o montante de R$ 12,5 milhões, estando R$ 1,4 milhão registrados no passivo circulante e R$ 11,1 milhões no não circulante. Os empréstimos da Companhia correspondem a contratos de financiamento de longo prazo com instituições brasileiras de desenvolvimento econômico e social (FUNDES - Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Rio de Janeiro e BNDES - Banco Nacional do Desenvolvimento). Resultado Financeiro O resultado financeiro no período foi positivo na ordem de 586 mil reais, sendo R$ 694 mil de receitas financeiras, cuja maior parte proveniente de aplicações financeiras, e R$ 450 mil referente a despesas financeiras. Em relação ao resultado cambial, foi percebido no final do primeiro semestre de 2014 uma variação positiva de R$ 342 mil, devido à queda do dólar, acarretando em um ganho cambial referente às importações no período com os pagamentos à prazo. PÁGINA: 15 de 57

17 Comentário do Desempenho Relatório Trimestral Demonstrações Financeiras 2013 Patrimônio líquido Ao final do segundo trimestre de 2014, o patrimônio líquido atingiu R$ 56 milhões (R$ 4,71 por ação), 8,7% superior ao patrimônio líquido alcançado em dezembro de 2013 (R$ 51,5 milhões e R$ 4,34 por ação). A variação do patrimônio líquido consolidado ao final do segundo trimestre de 2014 deve-se ao aumento de R$ 4,5 milhões, referente ao resultado do primeiro semestre de Instrução CVM nº 381/2003 Em atendimento à determinação da Instrução CVM 381/2003, informamos que, no período findo em 30 de Junho de 2014, não contratamos nossos Auditores Independentes para trabalhos diversos daqueles correlatos da auditoria externa. A Diretoria. PÁGINA: 16 de 57

18 Trimestre findo em 30 de junho de 2014 KPDS PÁGINA: 17 de 57

19 Relatório dos auditores independentes sobre a revisão das informações trimestrais - ITR Aos Diretores e Acionistas da Duque de Caxias Rio de Janeiro Introdução Revisamos as informações contábeis intermediárias da ( Companhia ), contidas no Formulário de Informações Trimestrais ITR referente ao trimestre findo em 30 de junho de 2014, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente para o período de três e seis meses findos naquela data e das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de seis meses findo naquela data, incluindo as notas explicativas. A administração da Companhia é responsável pela elaboração das informações contábeis intermediárias de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 21(R1) Demonstração Intermediária, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão. Alcance da revisão Conduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. 2 PÁGINA: 18 de 57

20 Base para conclusão com ressalvas Conforme nota explicativa 2.1, a Companhia recebeu o ofício circular CVM/SEP/GEA-5/nº 124/2014, datado de 27 de maio de 2014, solicitando a reapresentação do Formulário de informações Trimestrais ITR para o período findo em 31 de março de 2014 com o registro dos possíveis efeitos da aplicação do CPC 27 e pela Interpretação do ICPC 10. Posteriormente, a Companhia respondeu o Ofício comunicando à Comissão de Valores Mobiliários CVM sobre a contratação de especialistas para a elaboração do estudo das taxas de depreciação do ativo imobilizado com base na vida útil econômica dos bens. Até a presente data, a Administração não apresentou laudo de avaliação para suportar essas taxas de depreciação, conforme requerido pelo Pronunciamento Técnico CPC 27 e pela Interpretação ICPC 10. Consequentemente, não foi possível satisfazermo-nos quanto aos possíveis efeitos desse assunto nas informações trimestrais referentes ao período de seis meses findo em 30 de junho de Conforme nota explicativa 2.1, a Companhia recebeu o ofício circular CVM/SEP/GEA-5/nº 124/2014, datado de 27 de maio de 2014, solicitando à Companhia a reapresentação do Formulário de informações Trimestrais ITR para o período findo em 31 de março de 2014 com o registro dos possíveis efeitos da aplicação do contrato de benefício de saúde pós-emprego para todos os seus funcionários e respectivos dependentes. Considerando a co-participação do funcionário no programa de benefício pós-emprego, a Companhia enquadra-se na lei 9656 de 3 de junho de Planos e seguros privados de assistência à saúde. Desta forma, é requerido pelo CPC 33(R1) Benefício a empregados, a mensuração da estimativa contábil do passivo atuarial referente ao programa de benefício pós-emprego. A Administração da Companhia não apresentou a mensuração decorrente deste passivo e informou a CVM por meio de carta resposta ao Ofício CVM/SEP/GEA-5/nº 124/2014, datado de 27 de maio de 2014, sobre a contratação do especialista para a apuração do calculo atuarial. Portanto, não foi possível satisfazermo-nos quanto aos possíveis efeitos desse assunto nas informações trimestrais referentes ao período de seis meses findo em 30 de junho de Conclusão sobre as informações intermediárias Com base em nossa revisão, com exceção dos possíveis efeitos dos assuntos descrito nos parágrafos da Base para conclusão com ressalva, se houver, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21(R1) aplicável à elaboração de Informações Trimestrais - ITR e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Revisamos, também, as Demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao período de seis meses findo em 30 de junho de 2014, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR e considerada informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de acordo com as informações contábeis intermediárias tomadas em conjunto. 3 PÁGINA: 19 de 57

21 Auditoria e revisão dos valores correspondentes a períodos anteriores As demonstrações financeiras correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e informações contábeis intermediárias referentes ao período de seis meses findo em 30 de junho de 2013 apresentadas para fins de comparação foram anteriormente auditadas e revisadas, respectivamente, por outros auditores independentes que emitiram relatórios, sem ressalva, datados em 18 de março de 2014 e 12 de agosto de 2013, respectivamente. Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2014 KPMG Auditores Independentes CRC SP /O-6 F-RJ Carla Bellangero Contadora CRC 1SP196751/O-4 4 PÁGINA: 20 de 57

22 Notas explicativas às (Em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma) 1 Contexto operacional As atividades da ( Companhia ou Nortec Química ) compreendem basicamente na industrialização, comercialização, importação e exportação de produtos químicos e farmoquímicos, pesquisas e desenvolvimento de tecnologias de produtos, prestação de serviços de assistências técnicas nas áreas comercial, tecnológica e de produção de terceiros. Está localizada na Rua Dezessete, 200, no Distrito Industrial Duque de Caxias em Xerém, cidade de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro. Em 23 de novembro de 2012, a Companhia conseguiu o registro de Companhia Aberta na Categoria A na Comissão de Valores Mobiliários CVM. Essa categoria autoriza a negociação de quaisquer valores mobiliários do emissor em mercados regulamentados de valores mobiliários. Os principais clientes da Companhia são: Fundação Oswaldo Cruz FIOCRUZ e a Blanver Farmoquímica; e de forma regular e contínua, complementam a lista dos principais clientes: Sanofi, Cristália, EMS, Aspen, Takeda, Brainfarma, Medley e Eurofarma. 2 Apresentação e base de preparação das informações financeiras 2.1 Oficio CVM A Companhia não apresentou documentação com a análise de vida útil dos bens do ativo imobilizado, conforme CPC 27 e Interpretação do ICPC 10. Adicionalmente, a Companhia não apresentou análise da estimativa para benefício de saúde pós-emprego Planos e seguros privados de assistência à saúde, conforme requerido pelo CPC 33 (R1). Desta forma, os auditores externos emitiram o relatório dos auditores independentes sobre as informações trimestrais datado de 16 de maio de 2014, para o período de três meses findo em 31 de março de 2014, com ressalvas por limitação de escopo considerando a não possibilidade de mensurar o erro, se houver, pela falta das respectivas documentações e analises. Em 27 de maio de 2014, a Companhia recebeu um ofício da CVM (Ofício CVM/SEP/GEA-5/nº 124/2014), solicitando manifestação acerca da referida base para opinião com ressalvas apontadas no relatório dos auditores independentes sobre as informações financeiras para o período de três meses findo em 31 de março de Em 3 de junho de 2014, a Administração da Companhia submeteu resposta ao ofício da CVM, posicionando-se sobre o andamento das ações da Companhia que visam endereçar os assuntos contábeis tratados no relatório dos auditores independentes referente as informações trimestrais ITR para o período de tres meses findo em 31 de março de Declaração de conformidade As informações contábeis intermediárias para o período de seis meses findo em 30 de junho de 2014 foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com a Deliberação CVM 581, de 31 de julho de 2009, que aprova o pronunciamento técnico CPC 21 (R1) Demonstração 5 PÁGINA: 21 de 57

23 Intermediária e com a norma internacional de contabilidade IAS 34 - Interim Financial Reporting, emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB). As políticas contábeis adotadas nestas Informações Trimestrais - ITR foram consistentes com aquelas adotadas e divulgadas nas demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e, portanto, ambas devem ser lidas em conjunto. A emissão das presentes informações contábeis intermediárias foram aprovadas pela Administração em 12 de agosto de Base de mensuração As informações contábeis intermediárias foram elaboradas com base no custo histórico, exceto por determinados instrumentos financeiros mensurados pelos seus valores justos, conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. 2.4 Moeda funcional e de apresentação As informações contábeis intermediárias estão apresentadas em Reais (R$), que é a moeda funcional e moeda de apresentação da Companhia. 3 Resumo das principais práticas contábeis 3.1 Reclassificações Com o objetivo de melhor comparabilidade das informações financeiras, as rubricas relacionadas abaixo estão reclassificadas conforme segue: Os saldos de aplicações financeiras, registrados em 31 de dezembro de 2013, como caixa e equivalente de caixa estão classificados no ativo circulante como aplicações financeiras. Essa reclassificação impactou também a Demonstração do Fluxo de caixa para o exercício findo em 31 de dezembro de 2013; Os saldos de empréstimos com partes relacionadas, registrados na conta de empréstimos e financiamentos em 31 de dezembro de 2013, estão classificados em uma rubrica no passivo circulante e no passivo não circulante como empréstimos com partes relacionadas. 3.2 Caixa e equivalente de caixa Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação. Os quais são sujeitos a um risco insignificante de alteração no valor, e são utilizadas na gestão das obrigações de curto prazo. 3.3 Contas a receber de clientes Estão apresentadas pelo valor de realização, sendo que as contas a receber de clientes no mercado externo estão atualizadas com base nas taxas de câmbio vigentes na data dos balanços. A provisão para perdas com créditos é fundamentada em análise dos créditos, que leva em consideração o histórico e os riscos envolvidos em cada operação, e é constituída em montante considerado suficiente para cobrir as prováveis perdas na realização das contas a receber. 6 PÁGINA: 22 de 57

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