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1 10 de dezembro de 2014 Moore Stephens Auditores e Consultores ÍNDICE LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA... 2 Receita publica entendimento sobre o Minha Casa Minha Vida (Valor Econômico)... 2 Refis é usado por 45% das grandes empresas (Valor Econômico)... 3 Cuidados com o Imposto de Renda (CRC SP)... 5 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA... 7 Dilma veta redução de alíquota ao INSS de patrões e domésticos (Agência Brasil)... 7 Pressão para responder rápido mensagem de trabalho pode causar burnout (Valor Econômico)... 8 CONTABILIDADE / AUDITORIA... 9 A Importância do Profissional Contábil no novo cenário brasileiro (contábeis.com)... 9 Comissão de Valores Mobiliários edita deliberações (CRC SP) OUTROS ASSUNTOS Corrupção não pode ter amnésia coletiva no País (Jornal do Comércio) Por falta de planejamento adequado, investidores chineses saem do Brasil (DCI SP) Mais um escritório dos EUA entra com ação coletiva contra a Petrobras (Valor Econômico) Em dia de poucos indicadores, dólar opera estável frente ao real (Valor Econômico) SOBRE A MOORE STEPHENS AUDITORES E CONSULTORES A Moore Stephens é uma das maiores redes de auditoria, consultoria e outsourcing contábil do mundo (Top 10). Está presente em 105 países, com mais de 660 escritórios e cerca de colaboradores. No Brasil, em expansão, há mais de 300 profissionais e 40 sócios nas firmas-membro sediadas em: Belo Horizonte - Cuiabá - Curitiba - Florianópolis - Fortaleza - Joinville - Porto Alegre - Ribeirão Preto - Rio de Janeiro - Santa Maria - Campinas - São Paulo - São Luís - (correspondente) Página 1

2 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Receita publica entendimento sobre o Minha Casa Minha Vida A Coordenação-Geral de Tributação (Cosit) da Receita Federal entendeu que imóvel com valor acima do permitido legalmente pelo programa Minha Casa Minha Vida é motivo para impedir a construtora de optar pelo regime unificado de tributos. De acordo com a Lei nº , de 2009, a empresa contratada para construir no Minha Casa, Minha Vida está autorizada, em caráter opcional, a efetuar o pagamento unificado de tributos - PIS, Cofins, Imposto de Renda (IR) e CSLL -, equivalente a "1% da receita mensal auferida pelo contrato de construção". A condição é que o valor de cada unidade habitacional não seja superior ao previsto na legislação, conforme a data de início da construção, que atualmente é de R$ 100 mil. "O fato de haver dentro de um mesmo empreendimento imóveis com valor inferior e superior ao limite de valor estabelecido na lei impede a construtora de aderir ao regime de pagamento unificado", diz a Solução de Divergência Cosit nº 15, publicada recentemente no Diário Oficial da União. A questão foi levada à Cosit depois da publicação de outros entendimentos sobre a questão. Por meio da Solução de Consulta nº 51, de 2013, a 5ª Região Fiscal havia estabelecido que as incorporadoras que fizessem empreendimentos imobiliários mistos, com unidades comuns e do programa Minha Casa Minha Vida, deveriam recolher 4% das receitas obtidas com as vendas. Na época, advogados de incorporadoras criticaram o entendimento porque, segundo eles, é possível mensurar separadamente as receitas obtidas com cada tipo de unidade. Antes, porém, a Solução de Consulta nº 234 da 9ª Região Fiscal, do mesmo ano, determinava o recolhimento de 1%, obrigando o respeito ao valor limite da unidade. Agora, o entendimento da Cosit servirá de orientação aos fiscais do país e, consequentemente, às construtoras e incorporadoras imobiliárias. Fonte: Valor Econômico (10/12/2014). Página 2

3 Refis é usado por 45% das grandes empresas Os parcelamentos e anistias de tributos oferecidos pelo governo federal tornaram-se comuns para o dia a dia das grandes empresas. Levantamento do escritório Machado Associados mostra que das 35 maiores companhias abertas, pelo menos 16, ou seja, 45%, já aderiram a algum parcelamento ou pagamento facilitado de tributos, entre os chamados Paes, Paex e as várias versões de Refis. Para tributaristas, o número mostra não somente o quanto o instrumento tornou-se frequente, mas também reflete a demora existente para definição das discussões tributárias. "O Refis tornou-se um substantivo, um nome comum", diz Everardo Maciel, hoje consultor e ex-secretário da Receita Federal, que em 2000 idealizou e lançou o grande parcelamento de tributos federais pioneiro, no governo de Fernando Henrique Cardoso. "Mas Refis só existiu um", diz ele, diferenciando a sigla do Programa de Recuperação Fiscal, lançado há 14 anos, das iniciativas mais recentes, como o Refis da crise e o Refis da Copa, reaberto no mês passado e cuja adesão foi até o dia 1º. Na época uma novidade e considerados extraordinários, diz Maciel, os programas de estímulo ao pagamento de tributos se tornaram algo comum e esperado. "Hoje, as empresas aguardam o próximo parcelamento para resolver alguma questão tributária. Isso já faz parte das expectativas." Luís Rogério Farinelli, sócio do Machado Associados, diz que a proporção de empresas que aderem a parcelamentos e programas semelhantes revelados pela amostra refletem a realidade. O trabalho do escritório de advocacia levou em conta as demonstrações consolidadas encerradas em dezembro de O levantamento das maiores empresas de capital aberto por receita líquida foi feito pelo Valor Data. Entre as empresas que aproveitaram esse tipo de programa estão Braskem, Eletrobras, Pão de Açúcar, CSN, Cosan, CPFL Energia, Embraer, Embratel, Latam Airlines, Light, Neoenergia, Oi, Petrobras, Usiminas, Vale e Via Varejo. Farinelli lembra que é possível que outras empresas, dentro do universo pesquisado, tenham aproveitado parcelamentos ou pagamentos incentivados de tributos federais há mais tempo, mas que, já saldados, não constem mais das demonstrações das empresas. Para ele, a amostra reflete bem a adesão das empresas a esses programas de estímulo ao pagamento de impostos e contribuições. "Tornou-se um instrumento aguardado pelas empresas e que é visto como oportunidade para baixar provisões, solucionar pendências e limpar balanços", diz Farinelli. As divergências entre Fisco e empresas, diz, dão origem a discussões judiciais ou administrativas que demoram muito a ser solucionadas. Em outras ocasiões, as decisões existentes são controversas ou o quadro de julgamentos muda de uma hora para outra e fica com tendência desfavorável às companhias. "A decisão é sempre tomada depois de se medir o custo-benefício da adesão." Para o tributarista, facilidades adicionais que trazem vantagens tributárias, como a possibilidade de baixar as provisões e deduzir do Imposto de Renda (IR) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) não somente a parte relacionada ao principal do débito, mas também multas e juros, mesmo que alvo de anistia ou remissão, elevam o benefício de aproveitar os parcelamentos e facilidades oferecidos. Outra vantagem também dada mais recentemente é a possibilidade de pagar ao menos parte dos débitos com prejuízos fiscais de IR ou bases negativas, como são chamados os créditos gerados quando as empresas fecham o balanço no vermelho, nos critérios fiscais. No universo das 35 empresas levantadas pelo Machado Associados, 20 registravam em dezembro de 2013 esses créditos de prejuízos fiscais e bases negativas. Juntos, as empresas somavam créditos acima de R$ 13 bilhões. O uso de prejuízos fiscais de IR e bases negativas de CSLL, diz, é limitado, na regra geral, a 30% do lucro. Os parcelamentos e pagamentos incentivados são vistos, por isso, diz Farinelli, como uma boa chance de monetizar esses créditos. A Braskem, por exemplo, usou prejuízos fiscais de bases negativas para saldar integralmente os parcelamentos dentro do Refis reaberto em novembro. Segundo comunicado da empresa, o valor total dos débitos a serem quitados é de cerca de R$ 1 bilhão, sendo certo que a quitação se dará com o pagamento em espécie de 30% do valor devido e o saldo remanescente com créditos de IR e CSLL calculados sobre o saldo de prejuízos fiscais acumulados até 31 de dezembro de Outra empresa que divulgou a adesão ao pagamento incentivado foi a Vanguarda Agro. A empresa comunicou ter pago R$ 19,2 milhões à Receita Federal referente a aproximadamente 30% do saldo do devedor de suas dívidas tributárias. Diz também que usou Página 3

4 créditos de prejuízos fiscais e de base de cálculo negativa da CSLL no valor de R$ 41,9 milhões para quitação do saldo remanescente. A empresa já tinha divulgado, na publicação dos resultados do terceiro trimestre, que iria aderir ao programa. Para Maciel, as divergências tributárias entre empresas e Receita Federal não são resultado de complexidade do sistema de impostos e contribuições. Grandes temas e questões tributárias existem no mundo inteiro, argumenta o ex-secretário. São exemplos, diz ele, discussões atuais como a tributação da economia digital e sobre a renda. "Na verdade existem no país questões tributárias que são descuidadamente deixadas de lado", diz. Há pouca clareza para os contribuintes, o que gera divergências e pendências. São exemplos bons, diz Maciel, os direitos creditórios do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a dedutibilidade do ágio no IR. O ágio de transações entre empresas ligadas, os preços de transferência e a tributação de lucros no exterior estão entre os temas que mais geraram adesão aos programas federais de estímulo ao pagamento de tributos, diz Farinellli. Para ele, apesar de ter se tornado recorrente, a fórmula não deve perder fôlego tão cedo. Segundo ele, as discussões tributárias são frequentes e sempre representativas entre as grandes empresas. Além disso, argumenta, há muitos temas que ainda aguardam decisão definitiva, em âmbito administrativo ou judicial. "Isso faz com que as empresas sempre tenham grandes discussões que podem tornar um parcelamento ou anistia interessante." Fonte: Valor Econômico (10/12/2014). Página 4

5 Cuidados com o Imposto de Renda Delegada do CRCSP orienta: profissional da Contabilidade deve ser consultado para calcular o ganho capital A delegada do CRCSP em Araras, Pamela Lagazzi Alonso, é a entrevistada do CRCSP Online desta semana. Ela fala sobre os cuidados que a pessoa física deve ter nas operações que envolvem o Imposto de Renda sobre Ganho de Capital. Segundo a representante da entidade, "ganho de capital" é um tema recorrente, que faz parte do dia a dia do profissional da Contabilidade, mas que ainda gera muitas dúvidas na hora de orientar o contribuinte. O que é ganho de capital? Ganho de capital é a diferença positiva entre o valor de alienação, transmissão ou atribuição de um bem ou direito e o custo de aquisição. Numa operação de alienação de imóvel, se o mesmo for vendido por um valor igual ou menor que o da aquisição, não há ganho de capital a ser apurado, e, consequentemente, nenhum valor de imposto a pagar. Por exemplo: o contribuinte adquire um imóvel por R$ 200 mil e o vende pelo mesmo valor. Não há ganho de capital. Ou ainda: uma pessoa compra por R$ 230 mil e vende por R$ 200 mil. Neste caso, também não há diferença positiva a ser apurada, portanto, não há ganho de capital e nem imposto a pagar. Existe uma legislação federal que orienta essa prática? Sim, o Regulamento do Imposto de Renda é o instrumento legal que trata da matéria. Qual é a forma de tributação do ganho de capital? O ganho de capital está sujeito à incidência do Imposto de Renda, sob a forma de tributação definitiva, à alíquota de 15%. Mais conhecido por "lucro imobiliário", o IR sobre o ganho de capital apurado na alienação de imóvel, acontece, por exemplo, na seguinte situação: adquiro um imóvel por R$ 200 mil e o vendo por R$ 280 mil. Neste caso, o ganho de capital de R$ 80 mil corresponde à obrigação do IR a pagar, no valor de R$ 12 mil. Quais são as operações sujeitas à apuração? As operações são: alienação de bens ou direitos; cessão ou promessa de cessão de direitos, como as realizadas por compra e venda, permuta, adjudicação, desapropriação e dação em pagamento; transferência a herdeiros na sucessão causa mortis e a donatários em caso de doação ou atribuição a ex-cônjuge, na dissolução da sociedade conjugal e, por último, alienação de bens ou direitos e liquidação ou resgate de aplicações financeiras, de propriedade de pessoa física, adquiridos a qualquer título, em moeda estrangeira. Como o imposto é apurado? O contribuinte poderá utilizar o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital (GCap) da Receita Federal do Brasil para efetuar os cálculos. Essas informações deverão ser guardadas para a Declaração de Ajuste Anual do exercício em curso. O cálculo e o pagamento do imposto devido sobre o ganho de capital na alienação de bens e direitos devem ser efetuados separadamente dos demais rendimentos tributáveis recebidos no mês e não é compensável na Declaração de Ajuste Anual. Qual é o prazo do pagamento? O imposto deve ser recolhido até o último dia útil do mês seguinte à operação. Se um imóvel foi vendido em 15 de maio, o IR deve ser recolhido pela apuração do ganho de capital até o último dia útil do mês de junho. Se assim não for feito, o imposto estará sujeito à multa diária de 0,33% (limitada a 20%) mais juros. Existe previsão legal para as hipóteses de não incidência e isenções? Sim, o Regulamento do Imposto de Renda (RIR) define a incidência do imposto e da mesma forma estabelece as situações de não incidência e isenção. O regulamento define quando se aplica ou não a apuração do ganho de capital. Tão importante quanto saber as condições de incidência do imposto, é conhecer quando não se aplica. Pela "facilidade" de acesso ao sistema GCap, muitos contribuintes julgam-se aptos à elaboração do cálculo. Porém, não dominam a legislação como um profissional da Contabilidade. Em quais situações o ganho de capital apurado está isento do Imposto de Renda? Algumas situações podem fazer o contribuinte escapar da "mordida do leão". São elas: - quando for feita a venda de imóveis adquiridos até 1969; - quando for feita a venda, por valor igual ou inferior a R$ 440 mil, do único bem imóvel que o contribuinte possua individualmente, Página 5

6 em condomínio ou em comunhão. Pode ser terreno, terra nua, casa ou apartamento, pode ser também residencial, comercial, industrial ou de lazer, desde que não tenha efetuado, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel a qualquer título, tributada ou não; - em casos de permuta de unidades imobiliárias em que não é feito pagamento da diferença em dinheiro; - quando houver ganho de capital auferido na venda de imóveis cujo preço seja igual ou inferior a R$ 35 mil. Como o contribuinte pode cair na malha fina? A pessoa física deve tomar muito cuidado com as informações relativas a transações imobiliárias, uma vez que os cartórios e outros contribuintes que efetuam operações de natureza imobiliária são obrigados a encaminhar declarações acessórias, como a Declaração sobre Operações Imobiliárias (DOI) e a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob). Essas declarações indicam os detalhes de cada transação. A Receita Federal está em condições de efetuar diversos cruzamentos de informações. O constante avanço da tecnologia de sistemas vem exigindo dos contribuintes maior atenção na hora da declaração para que ela não seja inexata ou inidônea. Fonte: CRC SP (10/12/2014). Página 6

7 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA Dilma veta redução de alíquota ao INSS de patrões e domésticos Projeto de lei buscava reduzir contribuição previdenciária em 6% para ambos. Segundo governo, mudança teria impacto negativo de R$ 600 milhões por ano A presidenta Dilma Rousseff vetou integralmente o projeto de lei que prevê a redução da alíquota da contribuição previdenciária paga por patrões e empregados domésticos. A decisão foi publicada na edição de desta terça-feira (9) do Diário Oficial da União. Na mensagem encaminhada ao Legislativo, a presidenta diz que o texto foi vetado por contrariedade ao interesse público. O projeto de lei que tratava do assunto havia sido aprovado em caráter conclusivo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara no dia 13 de novembro. Atualmente, a alíquota da contribuição previdenciária paga por patrões é 12% e a do empregado doméstico varia de 8% a 11%. Se a mudança entrasse em vigor, a alíquota seria reduzida para 6%, em ambos os casos. Segundo a mensagem publicada nesta terça (9) no Diário Oficial, os ministérios da Previdência Social e da Fazenda manifestaram-se pelo veto. Um dos motivos é que a mudança teria impacto negativo de R$ 600 milhões por ano, não condizente com o momento econômico atual. Além disso, segundo o Executivo, o projeto de lei foi proposto anteriormente à promulgação da Emenda Constitucional nº 72, de 2 de abril de 2013, cuja regulamentação legal, de forma integral e mais adequada, encontra-se em tramitação no Congresso Nacional. Fonte: Agência Brasil (10/12/2014). Página 7

8 Pressão para responder rápido mensagem de trabalho pode causar burnout A necessidade de se manter sempre conectado com o trabalho e responder para colegas, clientes e chefes com rapidez seja por e- mail ou mensagens instantâneas é tão presente hoje no mundo corporativo que recebeu um nome próprio: telepressão. O termo foi cunhado pelas professoras do departamento de psicologia da Universidade do Norte de Illinois, nos EUA, Larissa Barber e Alecia Santuzzi. Segundo estudo assinado por ambas, que será publicado na próxima edição do Journal of Occupational Health Psychology, manter-se constantemente conectado com o trabalho fora do horário de expediente pode diminuir a produtividade e aumentar as chances de o profissional ter problemas de saúde como burnout. Para Larissa Barber, a possibilidade de usar s ou mensagens instantâneas traz uma vantagem para profissionais ao dar a eles mais flexibilidade de realizar o trabalho também fora do escritório. Mas essa possibilidade às vezes embute alguns efeitos colaterais. Os funcionários começam a achar que precisam estar disponíveis para responder pedidos a qualquer hora do dia. Esse tipo de conexão contínua não permite às pessoas ter tempo suficiente para se recuperar do trabalho entre um dia e outro, diz Barber. O estudo envolveu duas pesquisas, cada uma com participação de mais de 300 pessoas que afirmaram responder pedidos de trabalho em horários fora do expediente, durante fins de semana, folgas e no período de férias. Quanto maior a disponibilidade, mais forte também a propensão a ter problemas de saúde decorrentes do estresse. Trabalhadores que indicam sentir maior nível de 'telepressão' podem ter menos foco, apresentar mais faltas por motivos de saúde, ter menos qualidade de sono e desenvolver um quadro de burnout, diz Larissa Barber. Segundo as professoras, a principal causa da telepressão no ambiente de trabalho é uma cultura organizacional que exija dos funcionários que eles estejam sempre disponíveis o que pode se manifestar de forma sutil no dia a dia, como por meio do uso excessivo de s urgentes, pedidos de resposta imediata e de desculpas em respostas com apenas algumas horas de atraso. Assim, os funcionários recebem mensagens explícitas ou indiretas do seu ambiente de trabalho de que ter um alto índice de resposta é algo bem-avaliado e esperado de bons funcionários, diz Alecia Santuzzi. A pesquisadoras também desenvolveram um modelo para medir a telepressão sentida por profissionais, a partir de seis afirmações que devem ser avaliadas entre concordo muito ou discordo muito ao completar a frase quando uso tecnologias de mensagens e s para fins de trabalho... : Acho difícil me concentrar em outras coisas quando recebo uma mensagem de alguém. Só consigo me concentrar melhor em outras tarefas depois que respondo minhas mensagens. Não consigo parar de pensar nas mensagens até respondê-las. Sinto uma necessidade forte de responder os outros imediatamente. Tenho o impulso de responder os outros no momento em que recebo um pedido de alguém. É difícil para mim resistir à vontade de responder uma mensagem imediatamente. De acordo com as pesquisadoras, profissionais que responderem que concordam ou concordam muito com algum desses itens sentem altos níveis de telepressão. Fonte: Valor Econômico (10/12/2014). Página 8

9 CONTABILIDADE / AUDITORIA A Importância do Profissional Contábil no novo cenário brasileiro É triste que, mesmo hoje, na segunda década do século XXI, ainda existam brasileiros que vêem a Contabilidade como sinônimo de burocracia e papelada. É triste que, mesmo hoje, na segunda década do século XXI, ainda existam brasileiros que vêem a Contabilidade como sinônimo de burocracia e papelada. Apesar de termos sido uma das profissões que mais se desenvolveram nos últimos anos, uma grande parte da nossa sociedade ainda percebe os contabilistas como obrigações acessórias ambulantes, responsáveis única e exclusivamente pelo recolhimento de guias e preenchimento de declarações. Obviamente, a preocupação com o atendimento à legislação fiscal e tributária é uma função importante e que ocupa boa parte do nosso tempo, mas seria no mínimo leviano dizer que a função do profissional da contabilidade se restringe a isso. Para que uma economia se desenvolva é fundamental a constituição de empresas sólidas, que consigam gerar empregos, pagar tributos e movimentar a renda. Para que essas entidades tornem-se fortes o suficiente para sobreviver em um mercado altamente competitivo, elas precisam de informações de qualidade para que possam tomar decisões de forma inteligente e o contabilista é, sem dúvidas, o profissional mais qualificado para suprir essa necessidade. Através de uma contabilidade gerencial bem feita é possível obter informações de caráter econômico e financeiro importantíssimas para que os gestores possam tomar decisões acertadas e confiáveis. O grande problema é que a maioria das pessoas sequer conhece essas informações e quando as conhecem não têm a menor ideia do que fazer com elas. Ainda que as grandes empresas, em sua maioria, já possuam departamentos de contabilidade gerencial e controladoria bem estruturados, a grande maioria dos nossos empresários, representados pelas micro, pequenas e médias empresas, desconhecem quase que por completo o poder que as ferramentas contábeis possuem para ajudá-los na gestão de seus negócios. Apesar de ser contra a legislação comercial e as normas do Conselho Federal de Contabilidade (CFC),que prevêem contabilidade completa para todos os tipos de entidades, ainda é comum encontrarmos empresas optantes pelo Simples Nacional que nunca elaboraram sequer um Balanço Patrimonial ou uma Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Nesse sentido, o principal desafio está na busca por essa mudança de paradigma, fazendo com que as pessoas enxerguem o contabilista não mais como um simples guarda-livros, que cuida apenas da área fiscal e burocrática das empresas, mas sim como um profissional completo, que assessore as entidades de maneira abrangente, não somente no setor fiscal e de departamento pessoal, mas também produzindo informações relevantes para a gestão e contribuindo para o desenvolvimento dos empreendimentos. A sociedade é composta por várias entidades, dentre empresas, instituições, organizações e diversas outras. Cada entidade tem o seu papel e exerce uma função específica para o desenvolvimento social. Dessa forma, ao contribuir para o desenvolvimento daquela entidade para a qual trabalha, o contabilista estará também contribuindo para uma parcela do desenvolvimento econômico-social como um todo. Vivemos em um período de grandes transformações para a nossa profissão, com o processo de harmonização das normas contábeis locais para os padrões internacionais (tanto na área privada quanto no setor público), com a implantação do SPED, e-social e outras novidades que colocaram a contabilidade em evidência no mercado. Esses acontecimentos, aliados ao cenário econômico frágil que o Brasil tem apresentado recentemente nos dá oportunidade de contribuir ainda mais para que as nossas empresas vençam as dificuldades e prosperem. Devemos aproveitar esse momento para mostrar nosso valor à sociedade, sair do casulo e mostrar ao Brasil como podemos contribuir para o desenvolvimento de nossas organizações e para o avanço da nossa economia. O nosso país precisa de bons profissionais da contabilidade é nosso dever suprir essa demanda. Fonte: contábeis.com (10/12/2014). Página 9

10 Comissão de Valores Mobiliários edita deliberações Documentos aprovam Interpretações Técnicas A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou as Deliberações números 728, 729, 730 e 731, no dia 27 de novembro de A Deliberação nº 728 aprova o Documento de Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº 06, referente aos pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC): CPC 04, CPC 05, CPC 10, CPC 15, CPC 22, CPC 25, CPC 26, CPC 27, CPC 28, CPC 33, CPC 38, CPC 39 e CPC 46. Esse documento contempla mudanças em diversos pronunciamentos técnicos devido à alteração feita no CPC 33 (IAS 19) e aprovada em novembro de 2013; duas revisões anuais feitas pelo Comitê Internacional de Contabilidade (International Accounting Standards Board Iasb, em inglês) e aprovadas em dezembro de 2013, para vigência em exercícios sociais anuais que se iniciarem a partir de 1º de janeiro de 2015, além de pequenos ajustes identificados pelo CPC nos pronunciamentos indicados. Por meio da Deliberação nº 729, a CVM aprovou a Interpretação Técnica ICPC 09 (R2) Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial. Essa Interpretação Técnica passou por revisão devido à emissão dos pronunciamentos técnicos CPC 18 (R2), CPC 19 (R2) e CPC 36 (R3), que, por sua vez, são resultados de alterações feitas pelo Iasb nas normas IAS 28, IFRS 10 e IFRS 11. Foram feitos alguns ajustes no texto para mantê-lo atual e convergente com as Normas Internacionais de Contabilidade. A Interpretação Técnica ICPC 19 Tributos - foi aprovada pela Deliberação nº 730. Este documento trata da contabilização da obrigação de pagar um tributo, se a obrigação estiver no alcance do Pronunciamento Técnico CPC 25 e também versa sobre a contabilização da obrigação de pagar tributo cuja época e valor sejam certos. A Deliberação nº 731 aprova a Interpretação Técnica ICPC 20 Limite de Ativo de Benefício Definido, Requisitos de Custeio (Funding) Mínimo e sua Interação. Ela está relacionada à IFRIC Interpretation 14 The Limit on a Defined Benefit Asset, Minimum Funding Requirements and their Interaction, emitida pelo Iasb. Fonte: CRC SP (10/12/2014). Página 10

11 OUTROS ASSUNTOS Corrupção não pode ter amnésia coletiva no País No Dia Internacional de Combate à Corrupção, o Brasil sofre com as descobertas feitas pela Polícia Federal e o Ministério Público envolvendo agentes públicos e empresas. Porém e felizmente, os descaminhos estão sendo expostos, e a Justiça cairá sobre os corruptos. Pelo menos é o que afirmou, em duro discurso, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Para ele, o escândalo na Petrobras convulsiona o País e, como um incêndio de largas proporções, consome a estatal e produz chagas que corroem a probidade e as riquezas da Nação. Prometeu não descansar para fazer com que todos respondam pelos crimes cometidos. Para o procurador, a corrupção é um problema que mata e sangra, e ele defendeu que corruptos e corruptores precisam conhecer o cárcere. A procuradoria tem conduzido as investigações da Operação Lava Jato com a constituição de uma força-tarefa atuante no Paraná, onde se concentra a apuração do caso, conduzida pelo juiz Sérgio Moro. E foi Rodrigo Janot o responsável pela criação do grupo de procuradores, e ele é competente para pedir ao Supremo Tribunal Federal a abertura de ação penal nos casos em que há envolvimento de autoridades ou parlamentares com foro privilegiado. O que os brasileiros esperam é que todos os envolvidos na corrupção, seja na Petrobras ou em qualquer outro segmento da administração pública e empresarial, respondam perante o Judiciário. O mais triste é que o Brasil tem muito a lamentar justamente no Dia Internacional de Combate à Corrupção. Infelizmente, temos que concordar que o Brasil ainda é um país extremamente corrupto, conforme afirmou Rodrigo Janot. É preciso que corruptos e corruptores conheçam o cárcere e devolvam os ganhos espúrios que engordaram suas contas, à custa da esqualidez do Tesouro Nacional e do bem-estar do povo, pois a corrupção também sangra e mata. A esperança é a edição de decreto para implementar medidas de combate à corrupção previstos na nova Lei Anticorrupção Empresarial e permitir a punição administrativa de empresas corruptoras. Nas empresas, uso de práticas de compliance e gestão de riscos, que são vitais para evitar ilícitos. O Brasil tem que perseverar na crença em conseguir o que se deseja; em ser capaz de atingir os objetivos; planejar as metas; manter sempre o entusiasmo; não perder jamais a coragem por causa dos obstáculos; persistir sempre até que se alcancem os objetivos. Isso é o que todos nós, brasileiros, estamos precisando, quando as acusações sobre corrupção permeiam a sociedade de Norte a Sul, nos trazendo desesperança. Temos que ser úteis uns para com os outros, mas sem esquecer que não somos insubstituíveis. O então papa Bento XVI reclamou do que classificou como uma amnésia atual em relação a Deus. Ora, no Brasil, parece que alguns estão tendo uma amnésia em relação ao combate à corrupção. Mas para combater a corrupção, não bastam leis, tribunais e prisões: precisamos abandonar a visão utilitarista da educação, que pode nos fazer esquecer a busca da verdade e favorecer os abusos da ciência e o totalitarismo político. Não podemos aceitar mais o relativismo ético com a sua mediocridade que nos nivela por baixo, que zomba da virtude e desmerece a honestidade como símbolo dos trouxas. Fonte: Jornal do Comércio RS (10/12/2014). Página 11

12 Por falta de planejamento adequado, investidores chineses saem do Brasil Segundo a MA8 Consulting, dificuldades de adaptação à legislação e ao mercado estão desmotivando as empresas. Exemplo disso é a alta margem de lucro necessária para sobreviver Por falta de um planejamento estratégico adequado e dificuldades de adaptação ao mercado e à legislação, muitas empresas chinesas estão desistindo de investir no Brasil. O receio com relação à burocracia e a distância cultural entre os dois países são outros fatores que têm afastado esses investidores, segundo o presidente da consultoria do setor automotivo MA8 Management Consulting Group, Orlando Merluzzi. Para ele, o problema do recuo dos investidores chineses não está somente no Brasil, mas na forma como eles tentam entrar no nosso mercado. "Muitas empresas não têm um planejamento estratégico adequado e acabam aplicando um modelo de negócios que é bem-sucedido em seu país de origem, mas que, por aqui, não funciona", ressalta Merluzzi. "Algumas empresas chinesas chegam ao Brasil com uma ideia de margem de comercialização [margem de lucro] que não se sustenta. [...] As margens que uma empresa precisa alcançar para conseguir se manter de forma sustentável no Brasil são mais altas do que em outros países", exemplifica Merluzzi. Além disso, ele cita outras dificuldades de adaptação dos investidores chineses, como as altas taxas de inflação e juros brasileiros, bem como a grande e complexa estrutura tributária do País. "Outras empresas chinesas acabam se dando mal, por exemplo, ao firmarem acordos com parceiros errados, que não entendem sobre determinado produto. [...] Em resumo, essas companhias acabam desistindo do Brasil, seja por uma questão mercadológica, comercial ou legal", diz Merluzzi, acrescentando que as empresas chinesas que decidem sair no mercado brasileiro estão redirecionando seus investimentos para países como a Turquia, México e Indonésia. Para evitar a desmotivação de investidores, o presidente da MA8 Consulting tem participado de encontros e palestras onde busca esclarecer dúvidas com relação ao Brasil. "Explico ao investidores chineses como fazer um plano adequado para entrar no mercado brasileiro, que esteja em conformidade com a lei e a com a cultura, além das oportunidades reais de mercado. Dessa forma, é possível fazer com que esses empresários fiquem menos assustados e tomem suas decisões com base em informações corretas sobre como fazer negócios no Brasil", esclarece Merluzzi. A presidente do Centro de Intercâmbio Econômico e Comercial Brasil China, Mônica Fang, acredita que por meio de encontros empresariais e trocas de informações entre as companhias brasileiras e chinesas é possível diminuir o desconhecimento que existe entre os dois países, e impulsionar os negócios. Fang afirma que o Brasil ainda tem potencial de investimento, mesmo com a baixa atividade econômica que continuará enfrentando ao longo de "Em comparação com outros países, o Brasil ainda atrai muitos investidores". Para Merluzzi, o crescimento baixo que o País terá no próximo ano, não afastará os aportes estrangeiros. "Não é novidade para nenhum investidor estrangeiro que o Brasil vai enfrentar dificuldades em Mas isso não muda as expectativas de entrada de recursos, pois os investidores querem saber como a economia brasileira vai crescer no médio prazo, de forma sustentável", afirma o representante. "Além disso, levam em conta se o governo é sério e se a nova equipe econômica vai dar sustentação aos aportes que vão chegar ao País. Eu, particularmente, me sinto muito confiante com a nova equipe e tento passar essa confiança para os investidores", complementa Merluzzi. Na expectativa dele, o Brasil voltará a apresentar crescimento a partir do segundo semestre do ano que vem. Segundo dados do Banco Central (BC), os aportes chineses no Brasil, de janeiro a outubro de 2014, somaram US$ 837 milhões. A maior parte desses investimentos concentra-se no setor de infraestrutura, energia e automotiva. Fonte: DCI SP (10/12/2014). Página 12

13 Mais um escritório dos EUA entra com ação coletiva contra a Petrobras O escritório de advocacia americano Rosen Law Firm entrou com uma ação coletiva contra a Petrobras, em nome dos acionistas que compraram recibos de ações (ADR) entre 20 de maio de 2010 e 21 de novembro deste ano. Segundo o escritório, a ação tem a finalidade de recuperar as perdas que os investidores tiveram pela companhia ter descumprido leis americanas do mercado de capital. Essa é a segunda ação coletiva registrada contra a empresa. Ontem, o escritório Wolf Popper abriu uma ação semelhante. A ação do Rosen Law Firm acusa a Petrobras de ter emitido material falso e enganado os investidores. A estatal é acusada de ter superfaturado equipamentos e propriedades em suas demonstrações financeiras, devido o pagamento de propina em contratos. Segundo Michael Klausner, advogado e professor da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, esse tipo de ação coletiva é movido quando as empresas listadas deixam de reportar informações importantes, ou quando suas informações financeiras não estão corretas. Em geral, cerca de 40% desses casos é indeferido e praticamente todos os outros resultam em um acordo em dinheiro antes de chegarem a ser julgados, afirmou Klausner. Fonte: Valor Econômico (10/12/2014). Página 13

14 Em dia de poucos indicadores, dólar opera estável frente ao real O dólar praticamente não se mexe nesta quarta-feira, oscilando muito próximo do fechamento da véspera, em uma sessão de baixo volume de negócios e carente de drivers aqui e no exterior. Do lado doméstico, o mercado evita movimentos mais intensos na expectativa pela divulgação nesta quinta-feira da ata da reunião de política monetária do Copom ocorrida na semana passada, quando o Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual e sinalizou um ciclo de aperto monetário mais brando. Investidores também monitoram especulações sobre se o BC renovará ou não o programa de leilões de swaps cambiais em curso desde agosto de Ontem, declarações do presidente do BC, Alexandre Tombini, foram interpretadas como um sinal de que a ração diária poderá ser descontinuada em Tombini frisou novamente que o estoque de swaps no mercado já atende à demanda dos agentes financeiros e lembrou que o BC ainda tem duas semanas para decidir sobre o destino do programa. Às 10h41, o dólar comercial operava perto da estabilidade, a R$ 2,5983. No mercado futuro, o dólar para janeiro era cotado em R$ 2,6115, estável. No exterior, os mercados de câmbio mostram oscilações mais intensas e sem direção única. O dólar australiano subia 0,48% contra o americano, enquanto o rand sul-africano perdia 0,53%. A agenda nos EUA hoje não reserva indicadores de peso, e os mercados reagem com discrição a novos sinais de enfraquecimento da economia da China, a segunda maior do mundo e principal destino das exportações brasileiras. Os preços ao produtor chinês recuaram 2,7% em novembro ante um ano antes, mais do que a estimativa de queda de 2,4%, no trigésimo terceiro mês consecutivo em terreno negativo. Além disso, a inflação ao consumidor cresceu no mês passado no menor ritmo em cinco anos, marcando taxa de 1,4%, contra prognóstico de 1,6%. Fonte: Valor Econômico (10/12/2014). **************************************************** Página 14

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