ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 003/2012-SFF NOME DA INSTITUIÇÃO: ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S.A.

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1 ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 003/2012-SFF NOME DA INSTITUIÇÃO: ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: CP 003/2012 da ANEEL referente a Consulta Pública a revisão do Manual de Contabilidade do Setor Elétrico MCSE EMENTA (N/A): CONTRIBUIÇÕES RECEBIDAS IMPORTANTE: Os comentários e sugestões referentes às contribuições deverão ser fundamentados e justificados, mencionando-se os artigos, parágrafos e incisos a que se referem, devendo ser acompanhados de textos alternativos e substitutivos quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo.

2 Página 12 do MCSE: Por ocasião da elaboração das demonstrações contábeis relativas ao exercício a findar em 31 de dezembro de 2001, a concessionária e a permissionária deverão fazer constar em nota explicativa a seguinte redação: A Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL promoveu a revisão das normas e procedimentos contidos no Plano de Contas do Serviço Público de Energia Elétrica, instituindo um documento denominado de Manual de Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica, contendo o Plano de Contas, instruções contábeis e roteiro para divulgação de informações econômicas e financeiras resultando em importantes alterações nas práticas contábeis e de divulgação, até então aplicáveis, às empresas do setor. As normas contidas no referido Manual são de aplicação compulsória a partir de 1o de janeiro de Página 13 do MCSE: Na elaboração do Manual, além das disposições contidas na Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, foram também consideradas as disposições e normas, julgadas aplicáveis, emanadas dos seguintes órgãos e entidades: (a) Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL; (b) Conselho Federal de Contabilidade CFC; (c) Instituto dos Auditores Independentes do Brasil IBRACON; (d) Comissão de Valores Mobiliários CVM; (e) Comitê de Normas Internacionais de Contabilidade (International Accounting Standards Committee IASC). A concessionária ou permissionária deve declarar de forma explícita e sem reservas que as demonstrações contábeis regulatórias estão em conformidade com as orientações contidas no Manual de Contabilidade do Setor Elétrico e com as Resoluções da ANEEL. (f) Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC O texto sugerido explícita a observância das determinações regulatórias de uma forma geral. Essa declaração se mantém atualizada ao longo do tempo, visto que observa as Resoluções da ANEEL. Incluir o CPC no rol de entidades emissoras de pronunciamentos contábeis.

3 Página 13 do MCSE: (c) Permitir a elaboração das demonstrações contábeis e correspondentes notas explicativas, do relatório da administração e das informações complementares que necessitem de divulgação para atendimento de dispositivos da legislação societária brasileira, da legislação aplicável às companhias abertas, da legislação aplicável ao setor de energia elétrica e para atendimento das necessidades de investidores, acionistas, instituições financeiras, credores, consumidores, órgãos reguladores e púb lico em geral; Item 4. a Estruturação do Manual de Contabilidade comparativamente com o Plano de Contas Página 16 do MCSE 1) Contas de compensação (Sistema Extrapatrimonial) Uso opcional Página 50 do MCSE Imobilizado 18. Os bens totalmente depreciados deverão permanecer registrados no ativo imobilizado, devendo, concomitantemente, ter seu registro no Sistema Extrapatrimonial - Subgrupo 411 Imobilizado com Remuneração em Suspenso. Da mesma forma, os valores dos bens que foram excluídos parcialmente ou não do ativo imobilizado em serviço sujeito à (c) Permitir a elaboração das demonstrações contábeis e correspondentes notas explicativas, do relatório da administração e das informações complementares que necessitem de divulgação para atendimento de dispositivos da legislação societária brasileira, da legislação aplicável às companhias abertas, da legislação aplicável ao setor de energia elétrica e regulamentação da ANEEL, e para atendimento das necessidades de prover informações complementares às demonstrações contábeis societárias aos investidores, acionistas, instituições financeiras, credores, consumidores, órgãos reguladores e púb lico em geral; [Excluir a tabela] Página 16 do MCSE 1) Contas de compensação (Sistema Extrapatrimonial) Uso opcional Página 50 do MCSE Imobilizado 18. Os bens totalmente depreciados deverão permanecer registrados no ativo imobilizado, podendo, concomitantemente, ter seu registro no Sistema Extrapatrimonial - Subgrupo 411 Imobilizado com Remuneração em Suspenso. Da mesma forma, os valores dos bens que foram excluídos parcialmente ou não do ativo imobilizado em serviço sujeito à Adequar o texto à situação atual em razão das diferenças existentes entre as normas societárias e regulatórias para a elaboração de demonstrações contábeis. Considerando que o MCSE está sendo aplicável desde 2002, a comparação com o Plano de Contas torna-se desnecessário. Inconsistência no quadro da página 16 do MCSE é colocada de Uso Opcional sobre o Sistema Extrapatrimonial, porém nos itens e no texto destacado em vermelho, bem como, na Resolução 396 estabelece de uso obrigatório. Entendemos que o uso do grupo de contas extrapatrimonial poderia ser OPCIONAL, exigindo somente as empresas a manterem controles auxiliares para fornecimentos destas informações e assim evitando incluir nos livros contábeis este grupo de contas e o desenvolvimento de processos adicionais de contabilização em grupo de contas não mais utilizados pelos atuais planos de contas. 3

4 remuneração, como por exemplo, os bens avaliados com aplicação de índice de aproveitamento, deverão ser registrados no Sistema Extrapatrimonial Subgrupo 411 Imobilizado com Remuneração em Suspenso,em contrapartida do Subgrupo 511 Imobilizado com Remuneração em Suspenso Contrapartida. Página 53 do MCSE Bens da União Os bens e direitos que constituírem patrimônio da União, em regime especial de utilização pela concessionária ou permissionária, serão registrados unicamente no Sistema Extrapatrimonial 4 e 5 e serão controlados em registros auxiliares, devidamente identificados por meio de inventário físico, que deverá ser efetuado, no mínimo a cada dois anos, sendo o primeiro, para aqueles que ainda não o fizeram, no exercício de Esses bens e direitos deverão ter controles idênticos àqueles de propriedade das concessionárias ou permissionárias, aplicando-se o disposto no item no 6.1 Diretrizes Gerais e Contábeis - Estrutura e Premissas Básicas de Contabilização e na Instrução Geral no 2. As benfeitorias realizadas pela concessionária ou permissionária nesses bens, que constituírem Unidade de Adição e Retirada - UAR, serão registradas na subconta 132.0X.X.9 - Imobilizado em Curso, subcontas apropriadas, tendo o mesmo tratamento dos bens de propriedade das concessionárias e permissionárias. remuneração, como por exemplo, os bens avaliados com aplicação de índice de aproveitamento, deverão ser registrados no Sistema Extrapatrimonial Subgrupo 411 Imobilizado com Remuneração em Suspenso,em contrapartida do Subgrupo 511 Imobilizado com Remuneração em Suspenso Contrapartida. Página 53 do MCSE Bens da União Os bens e direitos que constituírem patrimônio da União, em regime especial de utilização pela concessionária ou permissionária, poderão registrados no Sistema Extrapatrimonial 4 e 5 e serão controlados em registros auxiliares, devidamente identificados por meio de inventário físico, que deverá ser efetuado, no mínimo a cada dois anos, sendo o primeiro, para aqueles que ainda não o fizeram, no exercício de Esses bens e direitos deverão ter controles idênticos àqueles de propriedade das concessionárias ou permissionárias, aplicando-se o disposto no item no 6.1 Diretrizes Gerais e Contábeis - Estrutura e Premissas Básicas de Contabilização e na Instrução Geral no 2. As benfeitorias realizadas pela concessionária ou permissionária nesses bens, que constituírem Unidade de Adição e Retirada - UAR, serão registradas na subconta 132.0X.X.9 - Imobilizado em Curso, subcontas apropriadas, tendo o mesmo tratamento dos bens de propriedade das concessionárias e permissionárias. 4

5 Página 21 do MCSE item 5 Comparativo das Principais Práticas Contábeis [Excluir a tabela] Considerando que os pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC têm sido objeto de atualização constante, recomenda-se rever a estrutura dessa tabela, de forma a evitar a necessidade de atualização frequentemente das referências com os documentos da CVM, CFC e Ibracon. Página 23 do MCSE item Estrutura e Premissas Básicas de Contabilização 133 Ativo Diferido Página 24 do MCSE A tabela poderia indicar se o tópico é ou não observado pelo referidos órgãos. [Excluir] Alinhar o texto com o determinado nos pronunciamentos do CPC 67 Resultado não Operacional [Excluir] Alinhar a demonstração do resultado com a estrutura do plano de contas determinado no CPC 26, aprovado pela Deliberação CVM 676/11. Página 24 do MCSE - x - Incluir grupo de contas para o registro de operações descontinuadas. Página 25 do MCSE Estrutura da conta contábil XXX Subsistema, grupo do subsistema e subgrupo do subsistema XX 1º. grau conta X 2º. grau da conta Estrutura da conta contábil XXX Subsistema, grupo do subsistema e subgrupo do subsistema X 1º. grau conta X 2º. grau da conta Alinhar a demonstração do resultado com a estrutura do plano de contas determinado no CPC 26, aprovado pela Deliberação CVM 676/11. Reduzir um dígito no 1º. grau da conta, para adequarmos a necessidade do setor (temos apenas 5 tipos de atividades). Aumentar um dígito no 3º. grau para identificar a natureza do gasto. 5

6 X 3º. grau da conta XX 4º. grau da conta XX 3º. grau da conta XX 4º. grau da conta Página 25 do MCSE Principais Premissas do Sistema de Contabilização (b) adoção do sistema de Ordens em Curso, a seguir relacionadas, que representam um processo de registro, acompanhamento e controle para apuração de custos dentro do Sistema Patrimonial: Ordem de Compra - ODC: representa um processo de registro, acompanhamento e controle de valores e será utilizada para apuração de custos referentes à aquisição de bens (materiais, matéria-prima e insumos, equipamentos etc.). As aquisições de materiais serão acompanhadas, obrigatoriamente, por meio de Ordem de Compra - ODC, que poderá ser geral ou específica. A Ordem de Compra - ODC geral se destinará às compras de materiais de alta rotatividade e/ou de uso comum. A Ordem de Compra - ODC específica se destinará às compras de materiais de baixa rotatividade. Página 27 do MCSE Segregação do sistema de resultado (a) Resultado Operacional 1o grau: Geração, Transmissão, Distribuição, Administração e Comercialização; Principais Premissas do Sistema de Contabilização (b) adoção do sistema de Ordens em Curso, a seguir relacionadas, que representam um processo de registro, acompanhamento e controle para apuração de custos dentro do Sistema Patrimonial: Ordem de Compra - ODC: representa um processo de registro, acompanhamento e controle de valores e será utilizada para apuração de custos referentes à aquisição de bens (materiais, matéria-prima e insumos, equipamentos etc.). As aquisições de materiais serão acompanhadas, opcionalmente, por meio de Ordem de Compra ODC, que deverá ser específica. A Ordem de Compra - ODC específica se destinará às compras de materiais de baixa rotatividade e que incorram em custos adicionais relevantes à concessionária, tais como, vistorias e acompanhamento no processo de fabricação e montagem, transporte, etc Segregação do sistema de resultado (a) Resultado Operacional 1o grau: Geração, Transmissão, Distribuição e, Administração e Comercialização; As compras de materiais de alta rotatividade e/ou de uso comum adquirido pela empresa são efetuadas em contratos de longo prazo o que reduzem em muito os custos deste processo e que não justificam o processo de controle por ODC, bem como, alocação destes custos a todo o processo de compra dos respectivos materias. Excluir a atividade de Comercialização considerando que esta não foi desverticalizada permanecendo como parte da atividade da Distribuição. Alterar o terceiro grau da conta para identificar a natureza do gasto em vez da função da despesa, uma vez que essa informação tem sido de pouca utilidade 6

7 2o grau: Usinas, Linhas e Redes, etc.; e 3o grau: Os custos de geração e/ou serviços, as respectivas receitas e despesas administrativas, gerais e com vendas. (b) Resultado não Operacional Financeiro 1o grau: Geração, Transmissão, Distribuição, Administração e Comercialização; 2o grau: Usinas, Linhas e Redes etc.; e 3o grau: Natureza das respectivas despesas e receitas financeiras. 2o grau: Usinas, Linhas e Redes, etc.; e 3o grau: A natureza do gasto: pessoal, material, serviço de terceiros, etc.. (b) Resultado não Operacional Financeiro 1o grau: Geração, Transmissão, Distribuição e, Administração e Comercialização; 2o grau: Usinas, Linhas e Redes etc.; e 3o grau: A natureza do gasto: encargos financeiros, multas, etc. como informação para investidores, analistas, etc. Excluir o resultado não operacional para alinhar com o CPC 26. (c) Resultado não Operacional 1o grau: Geração, Transmissão, Distribuição, Administração e Comercialização; 2o grau: Usinas, Linhas e Redes etc.; e 3o grau: Natureza das respectivas despesas e receitas não operacionais. (d) Resultado do Exercício: 1o grau: Geração, Transmissão, Distribuição, Administração e Comercialização; 2o grau: Resultado do Exercício Depois da Contribuição Social e do Imposto de Renda e Deduções ao Lucro do Exercício; e 3o grau: Resultado do Exercício antes da Contribuição Social e do Imposto de Renda. (c) Resultado não Operacional [Excluir] 1o grau: Geração, Transmissão, Distribuição, Administração e Comercialização; 2o grau: Usinas, Linhas e Redes etc.; e 3o grau: Natureza das respectivas despesas e receitas não operacionais. (d) Resultado do Exercício: 1o grau: Geração, Transmissão, Distribuição e, Administração e Comercialização; 2o grau: Resultado do Exercício Depois da Contribuição Social e do Imposto de Renda e Deduções ao Lucro do Exercício; e 3o grau: Resultado do Exercício antes da Contribuição Social e do Imposto de Renda. 7

8 Página 30 item Com a Prestação Anual de Contas - PAC, que deve ser encaminhada ao Órgão Regulador exclusivamente pelas concessionárias e permissionárias de serviço público de transmissão e distribuição de energia elétrica, serão enviadas as Demonstrações Contábeis Regulatórias e as Demonstrações Contábeis Societárias do exercício findo devidamente auditadas por auditores independentes registrados na Comissão de Valores Mobiliários CVM e publicadas nos termos da Resolução ANEEL nº 64, de 13 de março de 1998, incluindo a Composição do Capital Social, o Balanço Social, a Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, o Parecer do Auditor Independente sobre as demonstrações contábeis, o Relatório de Recomendações dos Auditores Independentes para aprimoramento dos controles internos e o Parecer dos Auditores Independentes sobre as Mutações do Ativo Imobilizado. Quando aplicável, as concessionárias e permissionárias deverão enviar, também, o Relatório da Administração, o Relatório do Conselho de Administração, o Parecer do Conselho Fiscal e as demonstrações contábeis de empreendimentos em condomínios e consórcios em função do serviço concedido. Com a Prestação Anual de Contas - PAC, que deve ser encaminhada ao Órgão Regulador exclusivamente pelas concessionárias e permissionárias de serviço público de transmissão e distribuição de energia elétrica, serão enviadas: (a) as Demonstrações Contábeis Societárias do exercício findo devidamente auditadas por auditores independentes registrados na Comissão de Valores Mobiliários CVM e publicadas nos termos da Resolução ANEEL nº 64, de 13 de março de 1998, incluindo a Composição do Capital Social, o Balanço Social, a Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, o Parecer do Auditor Independente sobre as demonstrações contábeis; (b) as Demonstrações Contábeis Regulatórias do exercício findo devidamente auditadas por auditores independentes registrados na CVM e divulgadas no sítio da concessionária ou permissionária; (c) o Relatório de Recomendações dos Auditores Independentes para aprimoramento dos controles internos; e (d) o Parecer dos Auditores Independentes sobre as Mutações do Ativo Imobilizado. Quando aplicável, as concessionárias e permissionárias deverão enviar, também: (a) o Relatório da Administração; (b) o Relatório do Conselho de Administração; Estabelecer distinção de que as DCR devem ser divulgadas somente no sítio da concessionária ou permissionária de transmissão e distribuição, com a finalidade de reduzir custos. 8

9 Página 30 item O exercício social deverá coincidir com o ano civil e caso a concessionária e permissionária esteja obrigada, por motivo de ordem legal, ou por disposição estatutária, a elaborar o Balanço Patrimonial em data diferente, essa determinação não implicará o encerramento das contas de Resultado, as quais somente serão encerradas em 31 de dezembro de cada ano. Página 32 item As concessionárias e permissionárias de serviço público de transmissão e de distribuição de energia elétrica, organizarão o arquivo magnético de seus livros e o arquivo dos comprovantes dos registros contábeis de acordo com a técnica pertinente e legislação aplicável, facilitando, a qualquer momento, a sua pronta utilização e a comprovação dos atos de gestão. A ordenação e a indexação dos documentos no arquivo deverão estar em consonância com a seqüência cronológica da escrituração. Página 32 - itme Os documentos comprobatórios da escrituração só poderão ser destruídos após microfilmados, desde que o processo de reprodução, ou memória documental, obedeça às normas e aos prazos estabelecidos pela legislação federal, estadual, (c) o Parecer do Conselho Fiscal; e (d) as demonstrações contábeis de empreendimentos em condomínios e consórcios em função do serviço concedido. Para fins de elaboração das demonstrações contábeis regulatórias, o exercício social deverá coincidir com o ano civil e caso a concessionária e permissionária esteja obrigada, por motivo de ordem legal, ou por disposição estatutária, a elaborar o Balanço Patrimonial em data diferente, essa determinação não implicará o encerramento das contas de Resultado, as quais somente serão encerradas em 31 de dezembro de cada ano. 9. As concessionárias e permissionárias de serviço público de transmissão e de distribuição de energia elétrica, organizarão o arquivo magnético de seus livros e o arquivo dos comprovantes dos registros contábeis de acordo com a técnica pertinente e legislação aplicável, facilitando, a qualquer momento, a sua pronta utilização e a comprovação dos atos de gestão. A ordenação e a indexação dos documentos no arquivo deverão estar em consonância com a sequência cronológica da escrituração. Os documentos comprobatórios da escrituração só poderão ser destruídos após microfilmados, desde que o processo de reprodução, ou memória documental, obedeça às normas e aos prazos estabelecidos pela legislação federal, estadual, De acordo com o parágrafo 2º. do artigo 177 da Lei 6.404, conforme alterado, as disposições de legislação especial devem ser objeto de registro em livros auxiliares. Excluir a expressão pronta a qual induz o entendimento de imediato. Apesar de haver uma técnica aplicada para a manutenção dos comprovantes, a sua localização e consequentemente sua utilização não é imediata, considerando que por vezes os documentos são mantidos em locais terceirizados. Estabelecer que deve ser observada a legislação aplicável a cada caso. O processo de microfilmagem não tem sido utilizado nos últimos anos. 9

10 municipal e previdenciária. Após o decurso de prazo específico, fixado na legislação que trata sobre processos de microfilmagem, que contemple o tipo e característica dos documentos, os microfilmes dos documentos probatórios da escrituração, bem como os próprios documentos que não tenham sido microfilmados, poderão ser destruídos. Página 35 - item (a) Receita da atividade de Geração: utilizar o cadastro de Unidade Operativa - UO de cada central geradora. Em caso de diversas centrais geradoras compondo um único sistema de geração interligado, a receita deverá ser proporcionalizada à cada Unidade Operativa UO, de acordo com a energia efetivamente gerada em cada central geradora. Página 35 - item (c)- Receita da atividade de Comercialização: utilizar o cadastro de Unidade Operativa UO para as instalações inerentes à respectiva atividade em cada concessão, permissão ou autorização. Página 35 item Os Os procedimentos contábeis para a apuração do resultado e para a elaboração e apresentação da demonstração do resultado do exercício, para fins societários, devem atender aos conceitos e requisitos básicos aplicáveis a empresas que exerçam suas atividades no Brasil, sendo compatíveis com aqueles estabelecidos na legislação societária atualmente em vigor. Assim sendo, a concessionária ou permissionária deve promover as necessárias adaptações e complementações nos seus processos municipal e previdenciária. Após o decurso de prazo específico, fixado na legislação que trata sobre processos de microfilmagem, que contemple o tipo e característica dos documentos, os microfilmes dos documentos probatórios da escrituração, bem como os próprios documentos que não tenham sido microfilmados, poderão ser destruídos. (a) Receita da atividade de Geração: utilizar o cadastro de Unidade Operativa - UO para cada concessão. Em caso de diversas centrais geradoras compondo um único contrato de concessão, a receita deverá ser registrada por contrato de concessão. (c)- [Excluir] Os Os procedimentos contábeis para a apuração do resultado e para a elaboração e apresentação da demonstração do resultado do exercício, para fins societários, devem atender aos conceitos e requisitos básicos aplicáveis a empresas que exerçam suas atividades no Brasil, sendo compatíveis com aqueles estabelecidos na legislação societária atualmente em vigor. Assim sendo, a concessionária ou permissionária deve promover as necessárias adaptações e complementações nos seus processos Para evitar a utilização de critérios para alocação da receita, recomenda-se estabelecer o registro da receita por contrato de concessão. Dessa forma, permite-se obter a rentabilidade do grupo de ativos que compõe esse contrato de concessão. Excluir o item comercialização considerando que a atividade não foi desverticalizada. Identificar que os ajustes para a contabilidade regulatória devem ser registrados em livros auxiliares, conforme preceitua a Lei 6.404, bem como identificar onde podem ser encontrados os ajustes que devem ser efetuados para adequar a contabilidade societária para a regulatória. 10

11 contábeis, caso aplicável, com o objetivo de permitir que os seus registros contábeis (e, consequentemente, a demonstração do resultado) reflitam com propriedade esses conceitos. Para a elaboração e apresentação da demonstração do resultado do exercício, para fins regulatórios, deve ser considerados os registros contábeis, bem como os respectivos ajustes e demais orientações para fins da contabilidade regulatória. Página 37 item Aplicações Financeiras O título derivado de aplicação financeira será contabilizado na conta adequada pelo custo de aquisição, e não pelo valor nominal, ou outro qualquer valor. O custo de aquisição incluirá o valor pago pelo título, mais a corretagem, emolumentos etc., porventura incidentes sobre o negócio. Entretanto, encargos financeiros que venham a incidir na aquisição a prazo não integrarão o custo do título, devendo ser debitados nas contas de despesas financeiras adequadas, no Subgrupo (-) Despesa Financeira. Ao final de cada trimestre o montante representativo de eventual desvalorização do título em relação ao valor de mercado ou a de perda provável na sua realização, adequadamente identificada e fundamentada como permanente, a exemplo do que ocorre nas falências decretadas, na liquidação extrajudicial e expedientes assemelhados da legislação comercial e financeira, será registrado na respectiva conta retificadora e/ou contábeis, caso aplicável, com o objetivo de permitir que os seus registros contábeis (e, consequentemente, a demonstração do resultado) reflitam com propriedade esses conceitos. Para a elaboração e apresentação da demonstração do resultado do exercício, para fins regulatórios, devem ser considerados os efetuados em registros contábeis auxiliares, bem como os respectivos ajustes e demais orientações para fins da contabilidade regulatória. As orientações para fins de contabilidade regulatória estão expressas nesse Manual bem como em Resoluções da ANEEL emitidas para sua atualização. As aplicações financeiras no momento de sua aquisição deverão ser classificadas de acordo com os critérios estabelecidos no CPC 38, aprovado pela Deliberação 604/09. A mensuração subsequente das aplicações financeiras será efetuada de acordo com a classificação inicial da aplicação financeira. Ou seja, poderá ser feita pelo seu valor justo ou pelo custo amortizado. Adicionalmente, as aplicações financeiras deverão ser classificadas entre equivalentes de caixa e investimentos de curto prazo. Serão classificados como equivalentes de caixa quando tiverem prazo de maturação inferior a 90 dias na data de sua aquisição, quando o prazo for superior deverão ser classificados como investimentos de curto prazo. Adequar o texto ao CPC 38 Instrumentos Financeiros. 11

12 - (-) Títulos e Valores Mobiliários - Provisão para Redução ao Valor de Mercado. Para fins de apuração do lucro ou prejuízo na alienação, o título terá o seu custo determinado isoladamente, em relação a cada tipo, na respectiva data de sua negociação. Página 41 item Créditos Fiscais Para fins de contabilização dos créditos fiscais, serão adotados conceitos, critérios, definições, premissas e procedimentos contábeis e de divulgação preconizados pelo pronunciamento do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON, aprovados pela Deliberação n0 273, de 20 de agosto de 1998, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM ou outro instrumento que vier a alterá- los ou substituí- los. Página 42 item Créditos Fiscais (b)... as concessionárias ou permissionárias deverão ter um histórico de rentabilidade passada e expectativa fundamentada dessa rentabilidade por prazo não superior a dez anos. Caso sejam constituídos créditos considerando a expectativa de realização em prazo superior a dez anos, as evidências que suportaram essa análise e projeções financeiras deverão ser apresentadas à ANEEL, acompanhadas de parecer de perito independente devidamente habilitado. Para fins de contabilização dos créditos fiscais, serão adotados conceitos, critérios, definições, premissas e procedimentos contábeis e de divulgação preconizados pelo pronunciamento do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON, aprovados pela Deliberação n0 273, de 20 de agosto de 1998, da Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC e homologados pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e pelo Conselho Federal de Contabilidade CFC ou outro instrumento que vier a alterá- los ou substituí- los. (b)... as concessionárias ou permissionárias deverão ter um histórico de rentabilidade passada e expectativa fundamentada dessa rentabilidade por prazo não superior a dez anos. Caso sejam constituídos créditos considerando a expectativa de realização em prazo superior a dez anos, as evidências que suportaram essa análise e projeções financeiras deverão ser apresentadas à ANEEL, acompanhadas de parecer de perito independente devidamente habilitado. Atualizar o texto em relação a situação atual. Com a finalidade de minimizar custos para a concessionária, deveria ser permitida a apresentação de estudo desenvolvido internamente e devidamente suportada por premissas e planos factíveis desenvolvidos pela Administração. 12

13 Página 44 item Investimentos, Ágio e Deságio (c) O ágio ou deságio fundamentado na expectativa de resultado futuro será amortizado no prazo, na extensão e na proporção dos resultados projetados, ou pela baixa por alienação ou perecimento, nas contas indicadas no item (b) desta instrução, devendo os resultados projetados serem objeto de verificação anual, a fim de que sejam revisados os critérios utilizados para amortização, ou até mesmo determinada a baixa integral do ágio, em função de alterações significativas nas respectivas projeções. O prazo máximo para amortização do ágio decorrente de expectativa de resultado futuro não poderá exceder a 10 (dez) anos; Página 45 item Investimentos, Ágio e Deságio (f) quando houver deságio não justificado pelos fundamentos econômicos previstos nos itens anteriores, a sua amortização somente poderá ser (c) O ágio ou deságio fundamentado na expectativa de resultado futuro não será amortizado no prazo, na extensão e na proporção dos resultados projetados, ou pela baixa por alienação ou perecimento, nas contas indicadas no item (b) desta instrução, devendo os resultados projetados serem objeto de verificação anual, a fim de que sejam revisados os critérios utilizados para amortização, ou até mesmo determinarda a baixa integral do ágio, em função de alterações significativas nas respectivas projeções e sua possibilidade de recuperação. O prazo máximo para amortização do ágio decorrente de expectativa de resultado futuro não poderá exceder a 10 (dez) anos; O deságio fundamentado na expectativa de resultado futuro será reconhecido como ganho na data da aquisição. Antes de reconhecer o ganho decorrente de compra vantajosa, o adquirente deve promover uma revisão para se certificar de que todos os ativos adquiridos e todos os passivos assumidos foram corretamente identificados e, portanto, reconhecer quaisquer ativos ou passivos adicionais identificados na revisão. Alinhar o texto com o determinado nos pronunciamentos do CPC 15 Combinação de Negócios aprovado pela CVM e CFC. [excluir] Alinhar o texto com o determinado nos pronunciamentos do CPC 15 Combinação de Negócios aprovado pela CVM e CFC. 13

14 contabilizada em caso de baixa por alienação ou perecimento do investimento; Página 47 item Imobilizado 8. As benfeitorias realizadas em propriedades de terceiros, locadas ou arrendadas pelas concessionárias e permissionárias, que constituírem Unidade de Adição e Retirada - UAR, serão registradas na subconta 132.0X.X.9 - Imobilizado em Curso, subcontas apropriadas, tendo o mesmo tratamento dos bens de propriedade das concessionárias e permissionárias. As benfeitorias que não constituírem UAR e que beneficiarão todo o período de locação da propriedade de terceiros serão contabilizadas na subconta 133.0X.X.X.02 Benfeitorias em Propriedades de Terceiros. Página Provisão para Ajuste ao Valor de Recuperação de Ativos Em princípio, os ativos constantes do balanço patrimonial das concessionárias e permissionárias devem ser recuperáveis. Assim, sempre que forem identificados aspectos que indiquem alterações no valor de realização ou recuperação desses ativos, e que se refiram à perdas permanentes, deverá ser constituída provisão para ajustar os respectivos saldos contábeis dos ativos aos seus reais valores de recuperação ou realização. Esse registro, no entanto, deverá ser precedido de prévia anuência do Órgão Regulador, sempre que o valor envolvido representar efeitos relevantes no conjunto das demonstrações contábeis da concessionária ou permissionária. Incluir no Grupo do Ativo Imobilizado (132) uma conta para registro das Benfeitorias em Imóveis de Terceiro e que não se constituem em uma UAR. Em princípio, os ativos constantes do balanço patrimonial das concessionárias e permissionárias devem ser recuperáveis. Assim, sempre que forem identificados aspectos que indiquem alterações no valor de realização ou recuperação desses ativos, e que se refiram à perdas permanentes, deverá ser constituída provisão para ajustar os respectivos saldos contábeis dos ativos aos seus reais valores de recuperação ou realização.os documentos que suportam esse registro, no entanto, deverá ser precedido de prévia submetido à anuência do Órgão Regulador, sempre que o valor envolvido representar efeitos relevantes no conjunto das demonstrações contábeis da concessionária ou permissionária. Alinhar o texto com o determinado nos pronunciamentos do CPC. Retirar a obrigatoriedade de anuência prévia e possibilitar a obtenção da anuência após o registro contábil ter sido registrado. Se houver necessidade de se aguardar a anuência prévia antes do registro da provisão, poderá acarretar atrasos na emissão dos demonstrativos contábeis ou com ressalvas no parecer dos auditores independentes. 14

15 Página Provisão para Ajuste ao Valor de Recuperação de Ativos Para fins de análise da avaliação do valor de recuperação de ativos, as concessionárias e permissionárias deverão observar todas as alterações adversas ao ambiente empresarial ou regulatório, assim como de seu desempenho. Naturalmente, devem ser consideradas nessa avaliação as características peculiares do setor de energia elétrica. Preferencialmente, essa análise deverá estar embasada, com o fluxo de caixa descontado, considerando o resultado global das operações das concessionárias e permissionárias. A avaliação do valor de recuperação ou realização dos demais ativos deverá ser procedida, pelo menos, a cada 4 (quatro) anos,.. Página Provisão para Ajuste ao Valor de Recuperação de Ativos Desta forma, por exemplo, a parcela dos ativos relacionados à concessão sujeita ao provisionamento é aquela que, ressalvadas as observações do parágrafo anterior, não está coberta na tarifa e não há perspectiva de vir a ser incluída na revisão tarifária, nem a curto e nem a longo prazo. A concessionária ou permissionária deve avaliar ao fim de cada período de reporte, se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização. Se houver alguma indicação, a entidade deve estimar o valor recuperável do ativo. Independentemente de existir, ou não, qualquer indicação de redução ao valor recuperável, a entidade deve: (a) testar, no mínimo anualmente, a redução ao valor recuperável de um ativo intangível com vida útil indefinida ou de um ativo intangível ainda não disponível para uso, comparando o seu valor contábil com seu valor recuperável. (b) testar, anualmente, o ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) Desta forma, por exemplo, a parcela dos ativos relacionados à concessão sujeita ao provisionamento é aquela que, ressalvadas as observações do parágrafo anterior, não está coberta na recuperada através das receitas apuradas via tarifa e não há perspectiva de vir a ser incluída na revisão tarifária, nem a curto e nem a longo prazo. Alinhar os conceitos com as determinações do CPC01 Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Alterar o texto para recuperação via geração de caixa em vez de cobertura (inclusão) via tarifa para alinhar com o conceito da CPC 01 Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Página 55 Item Fornecedores Quando o contrato de fornecimento de material estabelecer reajuste de preço após a respectiva entrega, o valor correspondente deverá ser provisionado e alocado seu ao custo de aquisição, [Excluir] Por se tratar de assunto específico em que cada caso pode ter detalhes que requeiram uma avaliação específica, recomenda-se excluir o tema do manual. 15

16 inclusive no caso das Imobilizações em Curso. Se o bem já tiver sido requisitado, a parcela do ajuste afetará a conta debitada na ocasião da requisição. Página 56 item Debêntures e Emprésitmos A colocação de debêntures e a captação de empréstimos no mercado resulta na realização de determinados gastos, que normalmente envolvem a contratação de uma instituição para coordenar os processos de divulgação e captação de recursos. Esses gastos devem ser registrados contabilmente como despesas antecipadas, subconta Pagamentos Antecipados, as quais serão apropriadas ao resultado proporcionalmente ao prazo de vencimento das debêntures, na subconta 635.0X.X.1 - Encargos de Dívidas. Página 57 item Plano previdenciário e outros benefícios a empregados A determinação, a contabilização e a divulgação de informações relativas a benefícios a empregados devem tomar por base as normas específicas instituídas pelo pronunciamento NPC no 26 do IBRACON, aprovadas pela Deliberação no 371, de 13 de dezembro de 2000 da CVM, ou outro instrumento que venha a alterá- lo ou substituí-lo. Página 58 item Plano previdenciário e outros benefícios a empregados Os ganhos e perdas atuariais e o custo dos serviços anteriores a data da implantação ou alteração do A colocação de debêntures e a captação de empréstimos no mercado resulta na realização de determinados gastos, que normalmente envolvem a contratação de uma instituição para coordenar os processos de divulgação e captação de recursos. Esses gastos devem ser registrados de acordo com a CPC 20 Custos de Empréstimos contabilmente como despesas antecipadas, subconta Pagamentos Antecipados, os quais serão apropriadas ao resultado de acordo com o método da taxa efetiva de juros proporcionalmente ao prazo de vencimento das debêntures, na subconta 635.0X.X.1 - Encargos de Dívidas. A determinação, a contabilização e a divulgação de informações relativas a benefícios a empregados devem tomar por base as normas específicas instituídas pelo pronunciamento CPC 33 Benefícios a Empregados ou outro instrumento que venha a alterálo ou substituí-lo. Os ganhos e perdas atuariais e o custo dos serviços anteriores a data da implantação ou alteração do plano devem ser registrados no balanço e Alinhar o processo de registro dos custos na captação de debêntures e empréstimos de acordo com o CPC 20; Atualizar o texto com o normativo atual. Alinhar o texto com o pronunciamento atual e em linha com eventuais mudanças previstas nesse pronunciamento. 16

17 plano devem ser amortizados pelo método linear durante o período remanescente de serviço dos empregados que deverão receber os benefícios do plano. Se o plano for total ou substancialmente composto por participantes em gozo de benefício ou se já fazem jus aos benefícios, o reconhecimento deve ser imediato na demonstração do resultado do período, como um item extraordinário, líquido dos efeitos de impostos. reconhecidos no resultado do período de acordo com as diretrizes do CPC 33 Benefícios a Empregados. Página 60 item Programa de Recuperação Fiscal REFIS Todos os ajustes decorrentes da determinação do montante consolidado da dívida devem ser refletidos em contas específicas de resultado, que são apresentados como Item Extraordinário na Demonstração de Resultado do Exercício, tendo em vista a sua natureza e as suas características de não recorrência; Página 60 item Programa de Recuperação Fiscal REFIS Por caracterizar ganho, cuja realização depende de eventos futuros incertos, o ajuste a valor presente deve ser registrado em conta específica de receita diferida que, por sua vez, deve ser apresentada de forma destacada, no Passivo Exigível a Longo Prazo, no Balanço Patrimonial sob o título Receita Diferida - Ajuste a Valor Presente de Tributos e Contribuições Refinanciadas (conta ). [Excluir] [Excluir] Nos pronunciamentos do CPC e do IFRS não há previsão para utilização de itens extraordinários em contas do resultado. Se houver dúvida razoável quanto a possibilidade de se cumprir o programa, não deveria ser reconhecido nenhum ganho. 17

18 Página 62 item Provisão para Descomissionamento Para as unidades operativas de usinas termonucleares, será constituída provisão, em quotas mensais, durante o tempo de vida útil econômica da usina, com o objetivo de alocar ao respectivo período de competência da operação os custos a serem incorridos com a sua desativação técnico-operacional. A provisão será apropriada à subconta Geração - Usinas - Outras Despesas, na Natureza de Gastos 56 - Descomissionamento, em contrapartida à subconta Provisão para Descomissionamento. A provisão deverá ser constituída de maneira individualizada para cada Unidade Operativa - UO, devendo ser consubstanciada em estudo técnico específico. A estimativa para a provisão e suas quotas serão atualizadas ao longo da vida econômica da usina, considerando os avanços tecnológicos, de forma que a esta possa refletir o valor dos gastos efetivos a ser dispendido com o descomissionamento. Página Resultado do Exercício Página Resultado do Exercício 11. O custo de operação Os custos do serviços prestado Outras despesas... Página Fusão, Cisão e Incorporação A provisão para descomissionamento deve fazer parte do custo inicial de um ativo imobilizado, assim a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e de restauração do local (sítio) no qual este está localizado é considera parte de seu custo de construção e/ou aquisição. Tais custos representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é adquirido. Alinhar o conceito com o CPC 27 Ativo Imobilizado Vamos discutir a utilização das atividades Substituir com o formato da Demonstração Contábil Regulatória, estabelecendo a diferenciação entre Custos não gerenciáveis e Custos gerenciáveis. Alinhar os tratamento contábeis de Fisão, Cisão e Incorporação de acordo com o CPC

19 Página 82 item Arrendamento Mercantil Intenções de realização de operações envolvendo arrendamento mercantil devem ser também encaminhadas à ANEEL para análise e eventual anuência, e, para tanto, serão considerados os aspectos previstos nos atos legais inerentes a esse processo. Página 85 item Instrumentos Financeiros Intenções de realização de operações envolvendo arrendamento mercantil de ativos elétricos vinculados à concessão ou permissão devem ser também encaminhadas à ANEEL para análise e eventual anuência, e, para tanto, serão considerados os aspectos previstos nos atos legais inerentes a esse processo. Especificar o tipo de arrendamento mercantil uma vez que há contratos relacionados ao arrendamento de veículos, móveis, computadores, etc., que não necessitariam serem submetidos à anuência prévia. [Excluir] Fazer referência à Deliberação CVM 604. Página Taxas de depreciação [Excluir] Fazer referência ao MCPSE Página Características Qualitativas das Demonstrações Contábeis e Informações Complementares Página Divulgações Gerais item 1. Demonstrações Contábeis As demonstrações contábeis devem incluir os seguintes principais componentes: (a) balanço patrimonial; (b) demonstração do resultado; (c) demonstração das mutações do patrimônio líquido; (d) demonstração das origens e aplicações de recursos; e (e) notas explicativas às demonstrações contábeis. As demonstrações contábeis devem incluir os seguintes principais componentes: (a) balanço patrimonial; (b) demonstração do resultado; (c) demonstração do resultado abrangente (c) (d) demonstração das mutações do patrimônio líquido; (d) demonstração das origens e aplicações de recursos; e (e) demonstração dos fluxos de caixa (f) demonstração do valor adicionado (e) (g) notas explicativas às demonstrações contábeis. Rever em relação CPC 00 Estrutura Conceitual para a Elaboração de Demonstrações Contábeis, homologada pela Deliberação CVM 675/11. Alinhar com o requerido pela Lei das S.A. e CPC 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis. 19

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