Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada"

Transcrição

1 OS EFEITOS DO E-COMMERCE NA PRODUTIVIDADE DAS FIRMAS COMERCIAIS NO BRASIL Luís Cláudo Kubota; Danele Noguera Mlan Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada; Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada RESUMO O presente estudo procurou desenvolver uma ponera avalação dos efetos do e-commerce na economa braslera. Analsou-se os efetos da adoção dessa forma de novação na produtvdade do trabalho nos setores de atacado e varejo. O estudo utlza uma metodologa econométrca que procura controlar o possível vés causado pelo fato de que a escolha das frmas adotarem ou não o que o e-commerce pode ser nfluencado pela sua própra produtvdade, sendo possível afrmar que a adoção de e-commerce contrbu postvamente para a produtvdade das frmas comercas brasleras, tanto para os casos das frmas que têm e-commerce quanto para as que não têm. A pesqusa utlza mcrodados da Pesqusa Anual de Comérco 2007, do IBGE. A metodologa fo utlzada por Bertschek, Fryges e Kaser (2004) para avalar o mpacto de comérco eletrônco entre frmas (busness-to-busness) na produtvdade de empresas alemãs. Palavras-chave: comérco eletrônco, produtvdade, swtchng regresson model. ABSTRACT The current studed developed a poneerng evaluaton of the effects of e-commerce n the Brazlan economy. The effects of adopton of ths knd of nnovaton n the productvty of wholesale and retal frms were analyzed. The studed followed an econometrc methodology that tres to control the possble bas caused by the fact that the choce of adopton or not e- commerce mght be nfluenced by the productvty, that they had not chosen to use e- commerce was calculated and ndcated postve and sgnfcant effects of e-commerce adopton. A smlar exercse was conducted n the case of frms wthout e-commerce, and the same results were found. The study used mcrodata of the 2007 Annual Trade Survey (Pesqusa Annual de Comérco), by the Brazlan Insttute of Geography and Statstcs

2 (Insttuto Braslero de Geografa e Estatístca, the Brazlan naconal statstcs agency). The methodology was used by Bertschek, Fryges and Kaser (2004) to evaluate the mpact of busness-to-busness e-commerce on the productvty of German frms. Key words: e-commerce, productvty, swtchng regresson model. INTRODUÇÃO Nos últmos anos, a dfusão do uso da nternet contrbuu de forma decsva para mudanças organzaconas das frmas brasleras, especalmente no que se refere aos aspectos relatvos às transações comercas entre empresas, que passaram a adotar de forma mas ntensa o comérco eletrônco. Esse é utlzado como estratéga para aumentar a produtvdade das frmas tanto por meo da dferencação de seus servços quanto pela redução dos custos. Conforme Sapprasert (2006), o setor de servços do qual o comérco é um subsetor - é tpcamente nteratvo, o desenvolvmento dessa atvdade envolve o estabelecmento de um grande fluxo de nformações entre ofertantes de servços e seus clentes. Nesse aspecto, a efcênca na transferênca de nformações por meo de ferramentas de tecnologa da nformação e de redes de comuncação vrtuas contrbuu para a cração de canas de comuncação entre esses agentes, reduzndo os custos transaconas das operações de servços, aumentando os rendmentos do setor e a qualdade dos servços oferecdos. O presente estudo procurar desenvolver uma ponera avalação dos efetos do e-commerce na economa braslera. Mas especfcamente, analsar-se-á os mpactos da adoção dessa forma de novação na produtvdade do trabalho nos setores de atacado e varejo. O estudo utlza uma metodologa econométrca que procurar contemplar os possíves mpactos de endogenedade e vés de seleção. A pesqusa utlza mcrodados da Pesqusa Anual de Comérco 2007, do IBGE. A metodologa fo utlzada por Bertschek, Fryges e Kaser (2004) para avalar o mpacto de comérco eletrônco entre frmas (busness-to-busness) na produtvdade de empresas alemãs. Além desta ntrodução, o artgo está organzado da segunte forma. A seção 2 traz o referencal teórco, dvddo em duas subseções. A prmera apresenta os estudos referentes ao mpacto das TICs na produtvdade das frmas. A segunda apresenta as especfcdades da produtvdade no setor de servços. A tercera apresenta uma análse descrtva da amostra de empresas comercas nvestgadas. A quarta traz o modelo econométrco que avala o mpacto 2

3 do comérco eletrônco na produtvdade do trabalho das frmas comercas no Brasl. Na qunta, contém as conclusões e consderações fnas do texto. 1 REFERÊNCIAL TEÓRICO 1.1 TICS E PRODUTIVIDADE Em Mendonça, Fretas e Souza (2008), as frmas brasleras do setor manufaturero que adotam tecnologas da nformação especalmente em sstemas de gerencamento possuem trabalhadores aproxmadamente 13% mas produtvos do que as frmas que não adotam esse tpo de tecnologa. Os pesqusadores, contudo, fazem ressalva de que as empresas que adotam esse tpo de tecnologa em larga escala e mas ntensamente são aquelas que apresentam maor capacdade fnancera, o que mplca dzer que as frmas maores são aquelas que mas se utlzam desse tpo de tecnologa. Apesar de apontar a tendênca ao aumento da produtvdade do trabalho para as frmas brasleras que adotam tecnologas de nformação, esses autores ressaltam que os retornos do nvestmento nesse tpo de tecnologa para países desenvolvdos são maores do que os observados para os países em desenvolvmento, o que pode ndcar que os ganhos em termos de produtvdade para o Brasl anda que sejam postvos, são menores do que os observados para os países centras. Entretanto, comparatvamente a outros países em desenvolvmento, a ndústra braslera apresenta resultados melhores em termos de produtvdade com a adoção de TICs do que a ndústra ndana, segundo estudo dvulgado por Basant, Commander, Harrson e Menezes- Flho (2006). Para esses autores, a adoção das tecnologas de nformação no Brasl é mas ntensva e os retornos maores devdo ao fato de que o emprego das TICs está assocado ao maor grau de educação dos trabalhadores desse país, relaconado ao conhecmento de operação dessas ferramentas, permtndo reestruturações gerencas das empresas com a redução das herarquas dentro das frmas o que pode nfluencar postvamente na agldade da tomada de decsões e aumento da efcênca em processos gerencas nternos. O aumento da produtvdade assocado à mplantação de tecnologas de nformação na ndústra braslera como mostra esses dos estudos pode ser uma valosa fonte de conhecmento para traçar hpóteses quanto ao comportamento do setor de servços. Anda, pode-se salentar dos resultados apresentados que a adoção de TICs ocorre mas ntensamente em frmas maores e que os retornos desse nvestmento são maores quando os trabalhadores 3

4 têm mas conhecmento sobre o uso dessa tecnologa, elevando a efcênca de seu uso, o que se deve também observar para o setor de servços. Apesar de carênca de estudos sobre o mpacto das tecnologas de nformação e comuncação, e especalmente sobre o comérco eletrônco, no Brasl, exstem estudos no exteror que traçam relação entre a adoção do comérco eletrônco e o aumento da produtvdade no setor de servços. Para a Austrála, em Dunt e Harper (2002), já são apresentadas evdêncas de que exste uma relação postva entre a produtvdade no setor de servços e o emprego das TICs na década de Para Luckng-Reley e Spulber (2001), as transações comercas entre empresas busness-tobusness - por meo do comérco eletrônco novam justamente porque reduzem o custo dos contratos durante e após a operação, já que a transferênca de dados ocorre por meo eletrônco reduzndo os dspêndos com pessoal de escrtóro para a realzação de contratos de papel, processo que normalmente envolve erros. Antes da operação, a tecnologa de nternet pode dmnur o custo da pesqusa por fornecedores ou compradores e tomada de preço e comparação de produtos. A partr desse argumento, pode-se supor que a redução do custo do trabalho, em função da automatzação das transações comercas, reduz a partcpação do trabalho em termos de custo como fator de produção dessas frmas, aumentando a produtvdade do trabalho nesses casos. Essa hpótese fo defendda tanto no trabalho de Bertschek, Fryges e Kayser (2004) quanto por Luckng-Reley e Spulber (2001), que não rejetam a hpótese de que a adoção do comérco eletrônco entre empresas afeta postvamente a produtvdade do trabalho destas. Os prmeros anda defendem que a produtvdade do trabalho e o comérco eletrônco são varáves correlaconadas, posto que as frmas cujas produtvdades são maores têm maor probabldade de se utlzarem de algum tpo de nova aplcação em tecnologa da nformação (como o comérco eletrônco), elevando anda mas seus níves de produtvdade do trabalho. Portanto, pode-se entender que essas varáves se nfluencam mutuamente. Não se deve esquecer, entrementes, que o comérco eletrônco não afasta o rsco de comportamentos oportunstas e, conseqüentemente, a elaboração de contratos pode consttur uma atvdade complexa e que exge freqüentes reformulações. No entanto, o crescmento do comérco eletrônco contrbu para a expansão de mercados geográfcos o que reduz os custos na troca de fornecedores e clentes o que pode ser um fator para a redução dos comportamentos oportunstas e, conseqüentemente, redução dos custos de estabelecmento, manutenção e cumprmento de contratos (MADDEN e COBLE-NEAL, 2002). 4

5 Além do mas, exstem outros efetos ndretos e estratégcos decorrentes da adoção do comérco eletrônco. Segundo Sellers-Rubo e Mas-Ruz (2005), um benefíco ndreto gerado por este tpo de comérco é a melhora da efcênca da organzação nterna das frmas e mudanças nos relaconamentos entre consumdores e produtores, enquanto um ganho em termos de estratéga derva da rápda geração de nformações, que facltara a cração de laços mas estretos entre compradores e vendedores. Para esses autores, a mplantação dessas novas tecnologas não somente alteram a estrutura de produção das empresas como também nfluencam no estlo de governança das mesmas, aumentando a efcênca da tomada de decsão pelas empresas. Com um comportamento mas compettvo, as frmas passam a desenvolver mas produtos e servços, a executar mas operações em tempo real e gerencar de forma mas efcente sua estrutura de custo, promovendo o aumento da produtvdade das frmas. Anda, pode-se afrmar que a nfluênca do comérco eletrônco e da adoção de nfra-estrutura de tecnologa da nformação transcende o aumento da produtvdade, já que modfca a estrutura do ambente de competção entre as empresas e o comportamento socal, modfcando os hábtos de consumo na socedade. Não obstante, a adoção do comérco eletrônco entre empresas mplca o aumento do custo destas empresas em vrtude da mplantação de novas tecnologas da nformação para a cração de plataformas de comérco na nternet. O nvestmento das empresas para a aqusção de hardware e na manutenção de um sstema de transferênca de dados que permta às empresas estarem atvas no comérco eletrônco traduz-se no aumento dos custos fxos das frmas em termos de captal, elevando a partcpação desse fator de produção. Sabendo-se que o nvestmento em tecnologas de nformação pelas empresas acompanha o aumento do custo de produção destas em termos de captal, pode-se conjecturar que as empresas não adotam essas tecnologas somente porque têm como objetvo reduzr custos, estas também se valem do comérco eletrônco para dferencar seus produtos a fm de elevar o preço de mercado destes, posto que em um mercado olgopolístco o objetvo das empresas é o de se tornarem fxadoras de preços, e amplar sua parcela de mercado pela cração de demanda agregada. Em Haugland, Myrtvet e Nygaard (2008), o aumento da produtvdade para o setor hotelero em função da estratéga de venda orentada para o mercado deve-se à orentação dos competdores para os preços pratcados pelos líderes de mercado, o que mplca na utlzação de uma estratéga nteração conjunta entre os competdores que possuem conhecmento da tecnologa e das prátcas de mercado empregadas pelas empresas líderes. Ao dotarem as 5

6 mesmas prátcas dos concorrentes que lderam o mercado, as empresas desse setor têm como objetvo aumentar sua partcpação no mercado. Nessa análse, a decsão das frmas em adotarem o comérco eletrônco ntegra uma estratéga de nteração conjunta entre as empresas cuja ntenção não é apenas promover o aumento da produtvdade, mas sm, elevar o comérco. Belleflamme (2001) defende que esse posconamento das frmas pode ocasonar um fenômeno denomnado paradoxo produtvo em que o massvo crescmento do nvestmento em TI não leva o aumento geral da produtvdade dos fatores de produção. Esse autor traz evdêncas em seu estudo de que a maor parte das frmas adota tecnologas de nformação com o ntuto de dferencarem seus produtos, sem consderarem se estes nvestmentos tornarão sua produção mas efcente, ou seja, se estes reduzrão seus custos de produção. Se a adoção de comérco eletrônco não vsa à redução de custos prmeramente, pode-se afrmar, não obstante, que o contráro pode ocorrer. Conforme Wen (2004), a probabldade de o comérco eletrônco ser adotado será maor na medda em que ocorrer redução do custo fxo para a cração e manutenção desse tpo comérco e aumento da efcênca da operação por undade de comérco eletrônco. A redução dos custos fxos para a mplantação do comérco eletrônco deve-se ao desenvolvmento tecnológco do setor de tecnologa de nformação e produção em larga escala a preços mas baxos dessas tecnologas empregadas na cração e manutenção desse tpo de comérco. O emprego do comérco eletrônco aumenta a efcênca das operações comercas e a redução dos custos untáros das transações comercas, o que pode provocar o aumento da produtvdade dos setores que se utlzam dele, contrarando a proposta de Belleflamme (2001) e Casler e Gallatn (1997). Mudanças constantes da estrutura de tecnologa da nformação em decorrênca dos avanços tecnológcos podem provocar flutuações no nível de produtvdade e efcênca das operações de comérco eletrônco, posto que esse tpo de comérco promove o aumento da nterdependênca econômca entre os agentes que transaconam nesse ambente e a troca constante da nfraestrutura pode provocar perdas em termos de comérco e transferêncas de nformação, reduzndo o nível de receta das empresas. 6

7 1.2 PRODUTIVIDADE NO SETOR DE SERVIÇOS A dmnução da produtvdade dos fatores de produção para o setor de servços após a Segunda Guerra Mundal já hava sdo mensurada no trabalho de Casler e Gallatn (1997) por meo da matrz da matrz tecnológca nsumo-produto. A partr desse método tornou-se possível estmar separadamente o efeto do trabalho e do captal na varação da produtvdade para esse setor. Segundo os autores, para toda a economa, a produtvdade dos fatores de produção para o período de teve um crescmento de 1,347% enquanto que para o período de o aumento fo de apenas 0,437%, ndcando redução do rtmo de crescmento entre as duas fases estudadas. Em termos dos fatores de produção, observa-se que a redução da contrbução no fator trabalho, que acompanhou a dmnução da produtvdade dos fatores de produção entre os períodos estudados; para , o crescmento da PTF causada pela dmnução na entrada de trabalho por undade de produção fo de 1,203%, ao passo que para , o crescmento da produtvdade em função da redução do fator trabalho fo de 0,046%. Para o captal, o redução da partcpação desse fator de produção levou ao aumento progressvo da produtvdade do trabalho nos dos períodos em função desse nsumo, sendo, respectvamente, de 0,428% e 0,487%. A análse do setor de servços que apresentou comportamento semelhante ao da economa como um todo corrobora as hpóteses defenddas posterormente por Belleflamme (2001). Segundo Casler e Gallatn (1997), no período de observa-se um decréscmo da produtvdade em 0,048%, enquanto entre 1973 e 1982 ocorreu uma dmnução 0,122%, mplcando em um crescmento da queda da produtvdade do setor de servços. A redução da produtvdade dos fatores de produção fo acompanhada pela redução da partcpação do trabalho por undade de produção, com um acréscmo de 0,121% na produtvdade no prmero período e de 0,057%, no segundo período; quanto ao captal, o decréscmo desse fator por undade de produção levou a um aumento da produtvdade em 0,031% entre e de 0,114% entre Uma crítca de Sellers-Rubo e Mas-Ruz (2005) ao fenômeno do paradoxo produtvo é que este se relacona com aspectos organzaconas e de aprendzado produtvo das empresas, superando a mera análse do nsumo-produto que normalmente se realza no estudo desse ndcador. Para esses estudosos, o declíno da produtvdade nas empresas que empregam tecnologas da nformação esperando obter algum ganho produtvo deve-se ao fato de que as empresas que nvestem neste tpo de captal não têm pessoal trenado para fazerem uso 7

8 adequado desse tpo de tecnologa, além de não promoverem uma reorganzação de seus processos produtvos de forma a obterem vantagens com a utlzação dessa estrutura. Neste sentdo, a análse da evolução da produtvdade das frmas deve consderar a nfluênca do progresso tecnológco (com a adoção de novas tecnologas de nformação no processo produtvo), mas também a efcênca com que estas frmas operam. A falta de efcênca das frmas lga-se a dos dos fatores que Seller-Rubo e Mas-Ruz (2005) snalzaram como causas do paradoxo produtvo: má gestão de nformação e tecnologa e defasagens devdo à aprendzagem e adaptação. Anda, deve-se lembrar que a concepção de paradoxo produtvo só é válda em termos da produtvdade dos fatores de produção. Para essa stuação, embora esse tpo de nvestmento possa de fato levar a uma redução do custo do trabalho em vrtude da automação das transações comercas, observa-se smultaneamente um aumento do custo do captal como fator de produção, mpedndo o estabelecmento de uma correlação necessaramente postva entre produtvdade dos fatores de produção e trabalho. O declíno nos ndcadores de produtvdade pode estar relaconado às mudanças no setor de servços que não capturadas pelos ndcadores ofcas de produtvdade. Caso semelhante é estudado em Ratchford (2003) que analsa a queda do índce ofcal que mede a produtvdade do trabalho nos Estados Undos (BLS) para o setor de lojas de varejo de almentos. A hpótese nvestgada pelo artgo é que mudanças na oferta dos servços prestados pelas lojas de varejo de almentação não estão nserdos no total da produção mensurada pelo índce de produtvdade, ao passo que novas tecnologas nformação foram ncorporadas com o ntuto de elevar o market share das empresas devdo ao aumento de sua efcênca e, conseqüentemente, sua produção. Conforme Ratchford (2003), se o total dos servços oferecdos por este setor tvesse se mantdo constante, tera sdo observado aumento na produtvdade do trabalho, especalmente pelo fato de que a adoção da tecnologa do scanner (que reduzra os custos de produção destes servços atuando dretamente na dmnução dos custos de precfcação dos produtos comercalzados) que contrbura para o crescmento desse ndcador. Para Cresp, Crscuolo, Haskel e Hawkes (2006), a mprecsão na mensuração dos ndcadores de produtvdade para o setor de servços decorre de três aspectos: a grande varedade de atvdades mensuradas em dferentes undades dfculta a padronzação da medda empregada para calcular toda a produção e nsumos empregados; a natureza da maor parte das atvdades de servços é um fator que subdmensona o cálculo da produção do setor de servços em 8

9 termos do PIB; além das questões concetuas na defnção do setor de servços como sendo capaz de gerar trabalho produtvo e ncorporar novas tecnologas. O prmero problema apontado pelos autores não parece, contudo, ser de grande gravdade desde que exstam deflatores adequados para que a produção de servços e os nsumos empregados nesta possam ser convertdos em termos do volume de produção ou da receta e de custos. Os dos últmos problemas apresentados são mas pertnentes quando tratamos da mprecsão da mensuração da produtvdade como causa para o declíno desse ndcador. As atvdades de servços são em sua grande maora entenddas como atvdades ntermedáras a produção nterna, sendo classfcadas em sua grande maora como nsumos à produção (como no caso da atvdade fnancera) e não como produção fnal quando calculadas como percentual do PIB em termos do Valor Agregado Bruto. Comparatvamente, portanto, às atvdades de manufatura, o setor de servços contrbu menos com o PIB, já que a natureza da própra atvdade não adcona valor dretamente a esse ndcador. Desta forma, quando calculada a produtvdade do trabalho do setor de servços, subdmensonada em termos do Valor Agregado Bruto, necessaramente esta será nferor à produtvdade do setor de manufatura, o que nos permte afrmar que a mprecsão na mensuração do ndcador de produtvdade do trabalho é problema emnentemente metodológco nestes termos. As dstorções do ponto vsta metodológco quanto à mensuração da produtvdade do trabalho, segundo Cresp, Crscuolo, Haskel e Hawkes (2006), podem estar assocadas às dfculdades de concetuação do setor de servços como uma atvdade produtva capaz de agregar valor à sua produção. A ncorporação de tecnologa da nformação ao setor de servços se dá por meo do nvestmento em captal que deve ser capaz de dmnur o custo untáro do valor da atvdade de servço ou aumentar sua receta devdo ao ncremento no preço do servço em vrtude da cração de demanda. Entendo-se esse segmento da economa como ncorporador de tecnologa, é possível prever o aumento da produtvdade do trabalho. 2 ANÁLISE DESCRITIVA DAS EMPRESAS DO ESTRATO CERTO DA PAC A Pesqusa Anual de Comérco (PAC) 2007 tem dos modelos de questonáros, um smplfcado, para frmas com 19 ou menos pessoas ocupadas, e outro completo, para frmas com 20 ou mas pessoas ocupadas. Em 2007, hava frmas que responderam o questonáro completo, e essas foram objeto das estatístcas apresentadas nessa seção. 9

10 O rendmento médo bruto com a revenda de mercadoras por essas empresas nesse ano é de R$ ,57 ml, e a medana é de R$ 3.325,73 ml, ndcando que a maor freqüênca desta amostra é composta por pequenas empresas que são aquelas cuja receta operaconal bruta anual é superor a R$ ml e guas ou nferores a R$ ml e não por médas empresas que possuem receta operaconal bruta anual ou anualzada superor a R$ ml e nferor ou gual a R$ 60 mlhões 1. As estatístcas apresentadas mostram que a exstênca de uma quantdade de empresas não exportadoras, que podem ser de pequeno porte, contrbu para reduzr a méda da receta bruta advnda das exportações das empresas que para o ano de 2007, que fo de R$ 672,86 ml, representando 2,63% do faturamento médo das empresas do setor de comérco. Na Tabela 1, apresentamos a méda das recetas brutas das undades do estado da matrz e daquelas fora do estado da matrz, ndcando o percentual da receta bruta obtda em UF fora da UF da matrz. Por ntermédo dos valores apresentados, pode-se nferr que a maor parte do faturamento das empresas do setor de comérco no Brasl é obtda pelas undades localzadas no estado de orgem dessas empresas. A méda receta bruta das undades no estado da matrz é de R$ ,00 ml, o que corresponde a 73% do faturamento médo das empresas de servços anualmente, enquanto a receta bruta méda obtda pelas undades da empresa em estado dferente daquele da matrz é de R$ 6.931,00 ml, equvalente a 27% do faturamento médo das empresas. TABELA 1. Méda e Medana da Receta Bruta das Empresas do Setor de Servços no Brasl em 2007 (em R$ ml). Receta Bruta das Undades no Receta Bruta das Undades nos Estado da Matrz Estados Dferentes da Matrz Receta Bruta Valor em R$ (em ml) Percentual (%) Valor em R$ (em ml) Percentual (%) Valor em R$ (em ml) Percentual (%) Méda ,00 73, ,00 27, ,00 100,0 Medana 3.206,00 0, ,00 Fonte: Elaboração própra, a partr de mcrodados da Pesqusa Anual do Comérco 2007 (IBGE). A localzação geográfca das empresas no terrtóro naconal é outro fator mportante para a dentfcação dos mercados das frmas do setor de comérco no Brasl. Em méda, cada empresa possu 2 undades em seu estado de orgem (estado no qual está sedada a matrz) e 1 Esta classfcação do porte da empresa está em conformdade com a Carta Crcular nº 64/02, de 14 de outubro de 2002, do BNDES. 10

11 menos de 1 undade em estados dferentes daquele em que está sedada a matrz. Pode-se anda constatar que o maor número de empresas da população analsada tem apenas uma undade em seu estado de orgem, não apresentando flas em outras localdades. A méda da dade das frmas brasleras do setor de servços é de 15,45 anos, sendo que exste um maor número de frmas cuja dade é de aproxmadamente 14 anos. Se consderarmos a dstrbução da dade méda das frmas brasleras normal, podemos anda afrmar que 68,27% das empresas possuem dade méda entre 5,31 e 25,59 anos. Desta forma, pode-se consderar que as empresas que atuam no setor de comérco no Brasl são longevas devdo à méda elevada da dade das frmas. Esses dados, contudo, podem esconder elevadas taxas de mortaldade entre as frmas mas jovens ou recém-cradas que anda não conseguram se consoldar no mercado. Quanto aos profssonas empregados pelas empresas de servços, o tempo de estudo médo desses ndvíduos é de 9,58 anos, ou seja, a méda de seus trabalhadores tem o ensno fundamental completo. Essa nformação pode nos levar a consderar que o setor de comérco no Brasl conta com mão-de-obra pouco qualfcada e especalzada, esta característca pode ser um empeclho à adoção do comérco eletrônco, já que o gerencamento das atvdades de comérco eletrônco exge maor preparo dos trabalhadores em termos de conhecmento de ferramentas de nformátca. A baxa qualfcação da mão-de-obra pode ser expressa pela reduzda presença de profssonas capactados em tecnologa da nformação nessas empresas, que corresponde a 0,01% do total das pessoas empregadas pelo setor. Se a méda do pessoal ocupado pelas empresas é de 76 pessoas, com a maor parte das empresas empregando cerca de 30 funconáros, pode-se afrmar que em méda exste menos de uma pessoa empregada por empresa que seja um profssonal de tecnologa da nformação (TI). A carênca de profssonas de TI no setor de comérco braslero pode estar lgada ao fato de que a maor parte das empresas desse segmento é formada por pequenas empresas, conforme classfcação do IBGE (uma empresa é categorzada como de pequeno porte quando tem entre 10 e 49 empregados). Esses profssonas provavelmente estão concentrados nas empresas de maor porte que dspõem de mas recursos para contratarem profssonas especalzados em TI. Das empresas, apenas 888 adotam comérco eletrônco, o que corresponde a um percentual de 2,31% do total das frmas. Destas empresas, 855 são empresas de captal naconal (96,28%) e 833 não exportam (93,81%). Embora exsta um alto percentual de empresas que não pratcam comérco eletrônco no país, sendo a maor freqüênca delas 11

12 consttuída por empresas naconas e não-exportadoras, em termos relatvos exstem mas empresas multnaconas e exportadoras que pratcam essa estratéga de comérco em detrmento daquelas. Enquanto 10,06% das empresas multnaconas adotam essa prátca de comercalzação, apenas 2,30% das naconas a escolheram. Quanto à categora comérco nternaconal, as exportadoras também superam as não-exportadoras ao adotarem o comérco eletrônco; enquanto das prmeras, 7,79% também pratcam comérco eletrônco, as empresas que não vendem no exteror contam com apenas 2,26% de suas frmas que também realzam o comérco eletrônco. Essas nformações são apresentadas na Tabela 2, em que é apresentado o número de undades das frmas categorzadas pela adoção do comérco eletrônco e dvddas em termos da orgem do captal e comérco nternaconal para o ano de TABELA 2. Número de undades das frmas categorzadas pela adoção do comérco eletrônco e dvddas em termos da orgem do captal e comérco nternaconal no ano de Empresas que não adotam comérco eletrônco Empresas que adotam comérco eletrônco Nº de Empresas Nº de Empresas Quantdade Quantdade Percentual (%) (undades) (undades) Percentual (%) Naconas , ,28 Multnaconas 328 0, ,72 Total , ,00 Exportadoras 706 1, ,19 Não-exportadoras , ,81 Total , ,00 Fonte: Elaboração própra, a partr de mcrodados da Pesqusa Anual do Comérco 2007 (IBGE). As frmas que pratcam o comérco eletrônco apresentaram receta operaconal líquda méda anual mas elevada que as empresas que não adotam essa estratéga. Essas tveram faturamento líqudo médo de R$ 205,14 ml reas nesse ano, ao passo que as prmeras obtveram receta líquda operaconal méda de R$ 1.317,56 ml em 2007, o que representa uma receta 6,5 vezes superor ao das empresas que não realzam esse tpo de comérco. Não é possível defnr, contudo, se uma receta operaconal líquda mas elevada é uma ndcatva do sucesso das atvdades de comérco eletrônco. Sera mas plausível acredtar que as varáves se nfluencam mutuamente, ou seja, as frmas cujas recetas são maores têm maor probabldade de se utlzarem de algum tpo de nova aplcação em tecnologa da 12

13 nformação (como o comérco eletrônco), elevando anda mas seus níves de receta em função da amplação dos canas de comérco. Em termos regonas, constamos que o Sudeste é a regão que concentra o maor número de empresas que adotam a prátca de comérco eletrônco, com 575 empresas. Esse número representa 64,75% das empresas atuantes nessa prátca no país, muto embora apenas 2,70% das empresas da regão adotem o comérco eletrônco. Mesmo que o percentual regonal de frmas que aplcam esse tpo comérco seja pequeno para o Sudeste, este anda supera as demas regões do país. O maor número de empresas pratcantes do comérco eletrônco na regão Sudeste pouco surpreende, haja vsta que o maor número de frmas do setor de comérco está concentrado nessa regão. Das empresas entrevstadas, delas encontram-se na regão Sudeste, o que representa 55,52% de todas as empresas do país. As empresas da regão Norte são aquelas que apresentam a menor partcpação naconal em termos do comérco eletrônco: o é de 2,36%, ao passo que em relação ao total das frmas dessa regão o percentual de pratcantes desse tpo de comérco é de 1,72%, superando o menor índce de partcpação regonal que é o da regão Nordeste. Na Tabela 3 a segur, é apresentado o número de frmas categorzadas pela adoção desse tpo de comérco e dvdas por regão. No ano de 2007, as empresas analsadas empregaram pessoas, das quas 8,07% atuam em empresas que adotam o comérco eletrônco. Destes ndvíduos, mas de 90% estão empregados em empresas naconas e que não exportam. Contudo, as empresas exportadoras que adotam o comérco eletrônco são relatvamente maores empregadoras do que aquelas que comercalzam apenas no mercado nterno. TABELA 3. Número de undades das frmas categorzadas pela adoção do comérco eletrônco e dvdas regão no ano de Empresas que não adotam comérco eletrônco Empresas que adotam comérco eletrônco Nº de Empresas Nº de Empresas Percentual Percentual Percentual Percentual Valor Valor Regonal Naconal Regonal Naconal (undades) (undades) (%) (%) (%) (%) Total Regonal Norte ,28 3, ,72 2, Nordeste ,80 15, ,20 7, Sudeste ,30 55, ,70 64, Sul ,43 18, ,57 20,

14 Centro-Oeste ,57 8, ,43 5, Total , , Fonte: Elaboração própra, a partr de mcrodados da Pesqusa Anual do Comérco 2007 (IBGE). Na Tabela 4, é apresentada a quantdade de pessoal ocupado nas frmas categorzadas pela adoção do comérco eletrônco e dvddas em termos da orgem do captal e comérco nternaconal para Enquanto as empresas exportadoras empregam 11,39% do pessoal ocupado em empresas que pratcam comérco eletrônco, as não-exportadoras empregam somente 8,86% destes. TABELA 4. Pessoal ocupado nas frmas categorzadas pela adoção do comérco eletrônco e dvddas em termos da orgem do captal e comérco nternaconal no ano de Empresas que não adotam comérco eletrônco Empresas que adotam comérco eletrônco Pessoal Ocupado Pessoal Ocupado Valor (undades) Percentual (%) Valor (undades) Percentual (%) Naconas , ,43 Multnaconas , ,57 Total , ,00 Exportadoras , ,11 Não-exportadoras , ,89 Total , ,00 Fonte: Elaboração própra, a partr de mcrodados da Pesqusa Anual do Comérco 2007 (IBGE). O mesmo, entrementes, não se pode observar em termos das empresas multnaconas que adotam comérco eletrônco, posto que essas empregam proporconalmente menos pessoas do total das multnaconas que as empresas cujo captal tem orgem no própro Brasl. O percentual de pessoal ocupado nas multnaconas que empregam comérco eletrônco do total das empresas dessa categora é de 1,96%, ao passo que para as empresas naconas esse percentual é de 9,29%. A regão Sudeste, onde se concentra o maor número de empresas do setor de comérco, é também a regão que emprega o maor número de pessoas nesse segmento. O pessoal ocupado no Sudeste é de ndvíduos, 58,58% do total de trabalhadores do setor. Nessa regão, apenas 10,95% da mão-de-obra está empregada em frmas que se utlzam do comérco eletrônco; contudo, essa regão ocupa 79,48% das pessoas que trabalham em empresas que adotam esse tpo de estratéga de comérco no país. Em âmbto naconal, a regão que menos emprega pessoas em empresas que adotam o comérco eletrônco é a Norte cujo percentual é de 0,83%. Nessa questão, observa-se que 14

15 exste uma grande dferença em termos do percentual de pessoas ocupadas entre as regões, uma vez que a regão Sul, a segunda regão que mas emprega pessoas em empresas que pratcam comérco eletrônco, apresenta um percentual de 15,05% de pessoas ocupadas, bastante nferor à regão Sudeste, que concentra o maor número de empregados nessa categora. A regão Nordeste é a que apresenta o menor percentual de pessoas ocupadas com as atvdades de comérco em comparação com o total de pessoas empregadas nesse segmento em seu terrtóro. Das pessoas empregadas no setor no Nordeste, apenas trabalham em frmas que pratcam o e-commerce, o que corresponde a 1,45% do total das pessoas ocupadas com a atvdade de servços nessa regão. Na Tabela 5, é apresentado o número de pessoas empregadas nas frmas categorzadas pela adoção do comérco eletrônco e dvddas regão para o ano de Do levantamento realzado, pode-se nferr que 97,68% das empresas comercas no Brasl não adotam comérco eletrônco, sendo que no país 96,82% das empresas do setor têm captal orgem naconal e 97,32% não são exportadoras. Apesar da baxa partcpação das empresas multnaconas e exportadoras, essas anda concentram o maor percentual de empresas que empregam o comérco eletrônco dentro dessas categoras, muto embora, em termos, absolutos exstam muto mas empresas naconas e não-exportadoras que adotam essas estratégas de comérco. TABELA 5. Pessoal ocupado nas frmas categorzadas pela adoção do comérco eletrônco e dvddas regão no ano de Empresas que não adotam comérco eletrônco Empresas que adotam comérco eletrônco Pessoal Ocupado Pessoal Ocupado Valor (undades) Percentual Regonal Percentual Naconal Valor (undades) Percentual Regonal Percentual Naconal Total Regonal Norte ,14 3, ,86 0, Nordeste ,55 14, ,45 2, Sudeste ,05 56, ,95 79, Sul ,13 17, ,87 15, Centro-Oeste ,24 6, ,76 2, Total , , Fonte: Elaboração própra, a partr de mcrodados da Pesqusa Anual do Comérco 2007 (IBGE). Anda que esse modelo de comérco não esteja dssemnado no país, observou-se que o rendmento líqudo para o ano de 2007 fo 6,5 vezes maor para as empresas adotantes do que 15

16 para as não-adotantes. Quanto à dstrbução da mão-de-obra, segue-se perfl bastante semelhante ao das empresas no país e quanto às dvsões de captal e comérco nternaconal. Destaca-se, contudo, que as multnaconas que pratcam o comérco eletrônco empregam menos pessoas que as naconas com a mesma estratéga de comérco, o que pode trazer ndícos de que a produtvdade do trabalho possa maor nas empresas de captal estrangero do que nas naconas. MÉTODO O estudo utlza um modelo econométrco que contempla o problema potencal de smultanedade entre a produtvdade do trabalho e o e-commerce. Não apenas o e-commerce pode afetar a produtvdade do trabalho, como frmas podem decdr utlzar e-commerce com o ntuto de aumentar sua produtvdade do trabalho. Um modelo de produtvdade Cobb- Douglas é utlzado, e os parâmetros são estmados por meo de uma endogenous swtchng regresson. O estudo explora mcrodados da Pesqusa Anual de Comérco (PAC) 2007, do Insttuto Braslero de Geografa e Estatístca (IBGE). Foram utlzados também nformações da Relação Anual de Informações Socas (Ras) e do Censo de Captas Estrangeros do Banco Central. Conforme explcado anterormente, em 2007, hava frmas que responderam o questonáro completo da PAC. Este questonáro tem nformações sobre os atvos fxos, mas apenas frmas responderam essa questão e a outras utlzadas no modelo. Consderando-se apenas as empresas sem mssng values para todas as varáves, exste um total de não adotantes de e-commerce, e 691 adotantes. O modelo assume que uma frma produz de acordo com uma função de produção Cobb- Douglas. O output y é uma função do captal, y A K L (1) K, de de trabalho, L: O vetor A captura dferenças na efcênca produtva não relaconadas aos fatores de produção. Ela compreende uma constante refletndo produtvdade multfatoral bem como varáves de controle, tas como setor e regão (BERTSCHEK, FRYGES e KAISER, 2004). Os expoentes e denotam as elastcdades do produto com respeto ao captal e trabalho, respectvamente. Calculando os logs e adconando uma varável aleatóra ndependente e dentcamente dstrbuída (..d) correspondente ao erro resulta-se em: 16

17 ln ln( A ) ln( K ) ln( L ) (2) A produtvdade do trabalho é dada por: y ln( ) ln( A ) ln( K ) ( 1)ln( L ) (3) LI Se uma frma usa e-commerce, a produtvdade do trabalho é dada por: ln( y ) E L ln( A ) ln( K ) ( 1)ln( L ) X (4) E E E Para frmas que não utlzam e-commerce, a produtvdade do trabalho é: E E E ln( y ) ne L ln( A ) ln( K ) ( 1)ln( L ) X (5) ne ne ne ne ne ne Subscrtos E and ne denotam os dos regmes de produtvdade, com e sem atvdades de e- commerce, respectvamente. Frmas decdem utlzar e-commerce se o ganho de produtvdade de E for maor que os custos por trabalhador envolvdos na adoção de E, Logo, a varável latente I * representa a dferença entre os ganhos de produtvdade e os custos decorrentes da adoção de e-commerce, onde a representa o efeto dos ganhos da produtvdade na decsão de se adotar ou não e-commerce, e u é o erro dstrbuída..d.: C. I * y y a(ln( ) E ln( ) ne ) L L C + u (6) Substtundo as equações (4) e (5) na equação (6), o mecansmo de seleção para a adoção de e-commerce é: * 1 f I 0 E (7) 0 otherwse I = ax ( ) C u Z v 0 (8) * E ne O vetor de parâmetros Z nclu tanto varáves X que explcam a produtvdade do trabalho como varáves que nfluencam os custosc de adoção do e-commerce tornam a equação de seleção dentfcada. O erro E ne v a( ) u segue uma dstrbução normal. O modelo endogenous swtchng regresson é estmado por Full Informaton Maxmum Lkelhood (Greene, 2008). A equação de seleção no modelo nclu as seguntes varáves: lk, lpo, tempo_es, perc_rb, tot_uf, cnae2, regao, mult00, exp, perc_dr, empr_ano, cod_ste, onde: 17

18 QUADRO 1. Descrção das varáves Varável lprod lk lpo tempo es perc rb tot uf cnae2 regon mult00 exp perc dr empr ano cod ste Descrção ln (receta líquda / pessoal ocupado) ln(atvo fxo) ln(número de empregados) tempo médo de estudo dos empregados (Ras) percentual de receta bruta advnda de uma undade da federação (UF) outra que a UF da uma varável dummy para o número de UFs onde a frma tem negócos uma varável dummy para a CNAE. Ela pode assumer os valores: cnae50, cnae51 and uma varável dummy para a regão do país. Ela pode assumr os valores: regao1, regao2, uma varável dummy para a orgem de captal (Banco Central) percentual da receta bruta advnda de exportações percentual de profssonas de tecnologa da nformação dade da frma dummy para a exstênca ou não de webste As equações para os regmes com e sem e-commerce não ncluem as seguntes varáves: perc_dr, empr_ano e cod_ste. Com o objetvo de estmar consstentemente os coefcentes das equações de produtvdade, é precso encontrar restrções de exclusão as varáves ctadas anterormente que explcam o uso do e-commerce, mas não necessaramente afetam a produtvdade (BERTSCHEK, FRYGES e KAISER, 2004). Em uma etapa segunte, a produtvdade da frma no caso de utlzar o e-commerce pode ser comparada com a hpotétca produtvdade que a frma tera se não utlzasse e-commerce. Logo, com o ntuto de controlar a decsão de seleção da frma, a produtvdade é calculada condconal à escolha da frma de utlzar ou não e-commerce. De outra forma, os resultados das estmatvas poderam ser vesados. O dferencal de produtvdade para as frmas que utlzam ou não e-commerce pode ser calculado como segue: PDE E[ln( y / L ) E X, E 1] E[ln( y / L ) ne X, E 1] (9). ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS A Tabela 6, a segur, apresenta os resultados do modelo. Antes de ncar a análse dos resultados, é mportante lembrar da equação (3) que é necessáro adconar 1 aos coefcentes do lpo para calcular as elastcdades. Os resultados ndcam que os coefcentes referentes aos fatores de produção são postvos e sgnfcatvos, tanto no caso das frmas com e-commerce quanto das empresas sem e-commerce. O coefcente referente a captal é 18

19 lgeramente superor no caso sem e-commerce, enquanto o nverso ocorre com relação ao coefcente referente a trabalho. O aumento de 1% no nível de estoque de captal aumenta a produtvdade do trabalho em aproxmadamente 0,25%, em ambos os casos. Já um aumento de 1% no nível de pessoal ocupado corresponde a um ncremento de 0,72% e 0,68% na produtvdade do trabalho, para os casos das frmas com e sem e-commerce, respectvamente. Os resultados sugerem que as frmas comercas operam com elevados níves de atvo fxo, por sso os efetos do captal na produtvdade da mão-de-obra são mas baxos. Consderando-se um nível de sgnfcânca de 0,05, observa-se que as constantes que representam a produtvdade multfator - têm valores próxmos e sgnfcatvos em ambos os casos. No caso das frmas sem e-commerce, todas as varáves à exceção de uma das dummes para regão são sgnfcatvas. Já com respeto às frmas com e-commerce, as varáves tot_uf, três das dummes para regões, mult00 e exp não são sgnfcatvas. No que dz respeto à equação de seleção, as varáves perc_rb, tot_uf, exp e empr_ano não são sgnfcatvas. TABELA 6. Resultados do swtchng regresson model equações de produtvdade Coefcente Erro padrão z P> z Com e-commerce lk 0, , ,86 <0,001 lpo -0, , ,60 <0,001 tempo es 0, , ,43 <0,001 perc rb 0, , ,25 0,025 tot uf 0, , ,43 0,665 cnae50 1, , ,73 <0,001 cnae51 0, , ,19 <0,001 regao1-0, , ,61 0,543 regao2-0, , ,00 0,318 regao4-0, , ,06 0,039 regao5-0, , ,95 0,344 mult00 0, , ,41 0,158 exp -0, , ,29 0,773 cons 8, , ,63 <0,001 Sem e-commerce lk 0, , ,34 <0,001 lpo -0, , ,28 <0,001 tempo es 0, , ,16 <0,001 19

20 perc rb 0, , ,76 <0,001 tot uf 0, , ,10 0,036 cnae50 1, , ,26 <0,001 cnae51 0, , ,59 <0,001 regao1-0, , ,89 <0,001 regao2-0, , ,07 0,946 regao4-0, , ,41 <0,001 regao5 0, , ,14 <0,001 mult00 0, , ,89 <0,001 exp 0, , ,35 <0,001 cons 8, , ,31 <0,001 Equação de seleção lk 0, , ,65 <0,001 lpo 0, , ,46 0,001 tempo es 0, , ,39 0,000 perc rb -0, , ,43 0,153 tot uf -0, , ,06 0,952 cnae50 0, , ,86 <0,001 cnae51 0, , ,01 <0,001 regao1-0, , ,04 0,042 regao2-0, , ,43 <0,001 regao4-0, , ,89 0,058 regao5-0, , ,11 0,002 mult00-0, , ,59 0,009 exp 0, , ,55 0,580 perc dr 1, , ,18 <0,001 empr ano 0, , ,67 0,094 cod ste 0, , ,50 <0,001 cons -4, , ,46 <0,001 Log verossmlhança = ,21 N = Wald qu-quadrado (13) = 290,58 Prob > qu-quadrado = <0,001 O maor nteresse do estudo é avalar o efeto do e-commerce, a partr da equação (9). O teste de dferença de médas da produtvdade méda das frmas no caso de utlzar o e-commerce comparada com a hpotétca produtvdade méda que as frmas teram se não utlzasse e- 20

21 commerce, é apresentada na Tabela 7. O mesmo exercíco é feto para o caso das frmas sem e-commerce: TABELA 7. Testes de sgnfcânca de dferenças no log da produtvdade do trabalho Dferença de méda Erro padrão p-valor Frmas com e-commerce 0, , <0,001 Frmas sem e-commerce 0, , <0,001 Pode-se observar que a dferença, nos dos casos, é postva e sgnfcatva. Entretanto, o mpacto é quase ses vezes maor no caso das frmas com e-commerce. Os resultados ndcam que, controlando-se os efetos da endogenedade e vés de seleção, é possível afrmar que a adoção de e-commerce contrbu postvamente para a produtvdade das frmas comercas brasleras. CONCLUSÕES O presente estudo procurou desenvolver uma ponera avalação dos efetos do e-commerce na economa braslera. Mas especfcamente, analsou-se os efetos da adoção dessa forma de novação na produtvdade do trabalho nos setores de atacado e varejo. O estudo utlza uma metodologa econométrca que procurar contemplar os possíves mpactos de endogenedade e vés de seleção. Os resultados ndcam que os coefcentes referentes aos fatores de produção são postvos e sgnfcatvos, tanto no caso das frmas com quanto das empresas sem e-commerce. O coefcente referente a captal é lgeramente superor no caso sem e-commerce, enquanto o nverso ocorre com relação ao coefcente referente a trabalho. O aumento de 1% no nível de estoque de captal aumenta a produtvdade do trabalho em aproxmadamente 0,25%, em ambos os casos. Já um aumento de 1% no nível de pessoal ocupado corresponde a um ncremento de 0,72% e 0,68% na produtvdade do trabalho, para os casos das frmas com e sem e-commerce, respectvamente. O teste de dferença de médas da produtvdade méda das frmas no caso de utlzar o e- commerce comparada com a hpotétca produtvdade méda que as frmas teram se não utlzasse e-commerce, ndca que, controlando-se os efetos da endogenedade e vés de seleção, é possível afrmar que a adoção de e-commerce contrbu postvamente para a produtvdade das frmas comercas brasleras, tanto para os casos das frmas que têm e- commerce quanto para as que não têm. 21

22 As análses descrtvas ndcam que a adoção de comérco eletrônco, em 2007, anda era muto pouco dfundda entre as frmas comercas brasleras, mesmo consderando-se apenas as frmas com 20 ou mas pessoas ocupadas. Consderando-se que, destas frmas, apenas 855 adotam a prátca, há muto espaço para ganhos de produtvdade no setor. A mplantação desse tpo de novação propca redução de custos de transação para as frmas, mas, por outro lado, exge que as empresas reorganzem sua logístca e sua estrutura de tecnologa de nformação, e possuam pessoal qualfcado para atender a esse tpo de servço. Essas melhoras poderam ser alvo de polítcas públcas de ncentvo. REFERÊNCIAS BASANT, R., COMMANDER, S., HARRISON, R., MENEZES-FILHO, N. ICT Adopton and Productvty n Developng Countres: New Frm Level Evdence from Brazl and Inda, Bonn: IZA, Dscusson Paper nº 2294, 45 p., September, BELLEFLAMME, P. Olgopolstc Competton, IT use for product dfferentaton and the productvty paradox, Internatonal Journal of Industral Organzaton, v. 19, n , p , January, BERTSCHEK, I., FRYGES, H., KAISER, U. B2B or Not to be: Does B2B E-Commerce Increase Labour Productvty? Manhem: ZEW, Dscusson Paper nº 04-45, 21 p., CASLER, S. D., GALLATIN, M. S. Sectoral Contrbutons to Total Factor Productvty: Another Perspectve on the Growth Slowdown, Journal of Macroeconomcs, v. 19, n. 02, p , Aprl June, CRESPI, G., CRISCUOLO, C., HASKEL, J., HAWKES, D. Measurng and Understandng productvty n UK market servces, Oxford Revew Economc Polcy, v. 22, n. 04, p , Dec. March DUNT, E., HARPER, I. R., E-Commerce and the Australan Economy, The Economc Record, v. 78, n. 242, p , September, GREENE, W. H. Econometrc analyss.upper Saddle Rver, New Jersey: Pearson Prentce Hall, HAUGLAND, S.A., MYRTVEIT, I. Market orentaton and performance n the servce ndustry: a data envelopment analyss, Journal of Busness Research, v. 60, n. 11, p , Nov KEN, H. T., CHU, S., XU, J. Effcency, effectveness and productvty of marketng n servces, European Journal of Operatonal Research, v. 170, n. 01, p , Aprl, MADDEN, G., COBLE-NEAL, G., Internet Economcs and Polcy: An Australan Perspectve, The Economc Record, v. 78, n. 242, p , September, MENDONÇA, M. A. A., FREITAS, F., SOUZA, J. M., Informaton Technology and Productvty: Evdence for Brazlan Industry from Frm Level Data, v. 14, n. 02, p , Aprl June RACTHFORD, B. T., Has the productvty of retal food stores really declned?, Journal of Retalng, v. 79, n. 3, p , SAPPRASERT, K., The mpact of ICT on the growth of the servce ndustres, Oslo: Innovaton Studes, TIK Workng Paper nº , 24 p., December,

23 AUTORES Luís, Kubota, Doutor Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada Dretora de Estudos e Polítcas Setoras de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Dset) SBS - Quadra 1 - Bloco J - Ed. BNDES Brasíla - DF - Brasl E-mal: Danele, Mlan, Graduanda Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada Dretora de Estudos e Polítcas Setoras de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Dset) SBS - Quadra 1 - Bloco J - Ed. BNDES Brasíla - DF - Brasl E-mal: 23

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL.

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. 1 APRESENTAÇÃO Nos anos 90, o país assstu a vultosas entradas de capal estrangero tanto de curto

Leia mais

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL. A FUNÇÃO DE PRODUÇÃO E SUPERMERCADOS NO BRASIL ALEX AIRES CUNHA (1) ; CLEYZER ADRIAN CUNHA (). 1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL;.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

Leia mais

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO - SEPLAG INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE NOTA TÉCNICA Nº 29 PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

Aplicando o método de mínimos quadrados ordinários, você encontrou o seguinte resultado: 1,2

Aplicando o método de mínimos quadrados ordinários, você encontrou o seguinte resultado: 1,2 Econometra - Lsta 3 - Regressão Lnear Múltpla Professores: Hedbert Lopes, Prscla Rbero e Sérgo Martns Montores: Gustavo Amarante e João Marcos Nusdeo QUESTÃO 1. Você trabalha na consultora Fazemos Qualquer

Leia mais

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial O mgrante de retorno na Regão Norte do Brasl: Uma aplcação de Regressão Logístca Multnomal 1. Introdução Olavo da Gama Santos 1 Marnalva Cardoso Macel 2 Obede Rodrgues Cardoso 3 Por mgrante de retorno,

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização Gestão de Obras Públcas Aula 2 Profa. Elsamara Godoy Montalvão Organzação da Aula Tópcos que serão abordados na aula Admnstração e Gestão Muncpal Problemas Admnstração e Gestão Muncpal Gestão do Conhecmento

Leia mais

IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1

IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1 IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1 Danlo Coelho Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada João Alberto De Negr (IPEA) Insttuto

Leia mais

Como aposentadorias e pensões afetam a educação e o trabalho de jovens do domicílio 1

Como aposentadorias e pensões afetam a educação e o trabalho de jovens do domicílio 1 Como aposentadoras e pensões afetam a educação e o trabalo de jovens do domcílo 1 Rodolfo Hoffmann 2 Resumo A questão central é saber como o valor da parcela do rendmento domclar formada por aposentadoras

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL,

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, 1980/2000 2 1. INTRODUÇÃO 2 2. METODOLOGIA 3 3. ANÁLISE COMPARATIVA

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe Avalação da Tendênca de Precptação Pluvométrca Anual no Estado de Sergpe Dandara de Olvera Félx, Inaá Francsco de Sousa 2, Pablo Jónata Santana da Slva Nascmento, Davd Noguera dos Santos 3 Graduandos em

Leia mais

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 Rcardo Kuresk 2 Glson Martns 3 Rossana Lott Rodrgues 4 1 - INTRODUÇÃO 1 2 3 4 O nteresse analítco pelo agronegóco exportador

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis.

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis. EXERCICIOS AVALIATIVOS Dscplna: ECONOMETRIA Data lmte para entrega: da da 3ª prova Valor: 7 pontos INSTRUÇÕES: O trabalho é ndvdual. A dscussão das questões pode ser feta em grupo, mas cada aluno deve

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

IX PRÊMIO SEAE 2014 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR

IX PRÊMIO SEAE 2014 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR IX PRÊMIO SEAE 2014 Tema 2. Regulação da Atvdade Econômca Inscrção: 17 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR Título da Monografa: A Estrutura Concorrencal do Mercado de Redes de Transporte de Telecomuncações e os Impactos

Leia mais

Estatística stica Descritiva

Estatística stica Descritiva AULA1-AULA5 AULA5 Estatístca stca Descrtva Prof. Vctor Hugo Lachos Davla oo que é a estatístca? Para mutos, a estatístca não passa de conjuntos de tabelas de dados numércos. Os estatístcos são pessoas

Leia mais

Impactos dos encargos sociais na economia brasileira

Impactos dos encargos sociais na economia brasileira Impactos dos encargos socas na economa braslera Mayra Batsta Btencourt Professora da Unversdade Federal de Mato Grosso do Sul Erly Cardoso Texera Professor da Unversdade Federal de Vçosa Palavras-chave

Leia mais

ESTATÍSTICA MULTIVARIADA 2º SEMESTRE 2010 / 11. EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revisões de Estatística

ESTATÍSTICA MULTIVARIADA 2º SEMESTRE 2010 / 11. EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revisões de Estatística ESTATÍSTICA MULTIVARIADA º SEMESTRE 010 / 11 EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revsões de Estatístca -0-11 1.1 1.1. (Varáves aleatóras: função de densdade e de dstrbução; Méda e Varânca enquanto expectatvas

Leia mais

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola Nota Técnca Médas do ENEM 2009 por Escola Crado em 1998, o Exame Naconal do Ensno Médo (ENEM) tem o objetvo de avalar o desempenho do estudante ao fm da escolardade básca. O Exame destna-se aos alunos

Leia mais

DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1

DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1 DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1 ópco: Dspardades regonas - estudos comparados de desenvolvmento e gestão terrtoral Márco Antôno Salvato 2 Paola Fara Lucas de Souza 3 Resumo:

Leia mais

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica.

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica. Análse do Retorno da Edcação na Regão Norte em 2007: Um Estdo à Lz da Regressão Qantílca. 1 Introdcão Almr Rogéro A. de Soza 1 Jâno Macel da Slva 2 Marnalva Cardoso Macel 3 O debate sobre o relaconamento

Leia mais

Equilíbrio Colusivo no Mercado Brasileiro de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

Equilíbrio Colusivo no Mercado Brasileiro de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) Unversdade de Brasíla Departamento de Economa Mestrado em Economa do Setor Públco Equlíbro Colusvo no Mercado Braslero de Gás Lquefeto de Petróleo (GLP) Orentador: Prof. Rodrgo Andrés de Souza Peñaloza

Leia mais

UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO MARIANA CAVALCANTI PINCOVSKY DE LIMA; ANDRÉ DE SOUZA MELO; RICARDO CHAVES LIMA; UFPE/PIMES RECIFE - PE

Leia mais

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00)

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00) Bussab&Morettn Estatístca Básca Capítulo 4 Problema. (b) Grau de Instrução Procedênca º grau º grau Superor Total Interor 3 (,83) 7 (,94) (,) (,33) Captal 4 (,) (,39) (,) (,3) Outra (,39) (,7) (,) 3 (,3)

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

PRODUTIVIDADE E MUDANÇA ESTRUTURAL NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 1970-2001 +

PRODUTIVIDADE E MUDANÇA ESTRUTURAL NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 1970-2001 + RODUTIVIDADE E MUDANÇA ESTRUTURAL NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 1970-2001 + Frederco Rocha * Resumo Este trabalho tem como objetvo mensurar a contrbução da mudança estrutural da ndústra braslera para o ncremento

Leia mais

DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO RESUMO

DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO RESUMO Revsta Economa e Desenvolvmento, n. 21, 2009 DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO Elane Pnhero de Sousa 1 João Eustáquo de Lma 2 RESUMO As mudanças

Leia mais

TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL. PALAVRAS CHAVES: Crescimento, Transferências, Dinâmica, Convergência e Governo.

TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL. PALAVRAS CHAVES: Crescimento, Transferências, Dinâmica, Convergência e Governo. TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL PALAVRAS CHAVES: Crescmento, Transferêncas, Dnâmca, Convergênca e Governo. PEDRO JUCÁ MACIEL Analsta de Fnanças da STN/Mnstéro da Fazenda Mestre

Leia mais

Caderno de Exercícios Resolvidos

Caderno de Exercícios Resolvidos Estatístca Descrtva Exercíco 1. Caderno de Exercícos Resolvdos A fgura segunte representa, através de um polígono ntegral, a dstrbução do rendmento nas famílas dos alunos de duas turmas. 1,,75 Turma B

Leia mais

ANÁLISE DA POSIÇÃO COMPETITIVA DO BRASIL NO MERCADO INTERNACIONAL DE CARNE BOVINA: UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO CONSTANT-MARKET-SHARE (CMS)

ANÁLISE DA POSIÇÃO COMPETITIVA DO BRASIL NO MERCADO INTERNACIONAL DE CARNE BOVINA: UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO CONSTANT-MARKET-SHARE (CMS) ANÁLISE DA POSIÇÃO COMPETITIVA DO BRASIL NO MERCADO INTERNACIONAL DE CARNE BOVINA: UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO CONSTANT-MARKET-SHARE (CMS) Lenlma Vera Nunes Machado CPF: 425.454.202-04 Economsta do Banco da

Leia mais

UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL

UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL Área 11 - Economa Socal e Demografa Econômca Classfcação JEL: I28, H52, C35. André Olvera Ferrera Lourero Insttuto de Pesqusa

Leia mais

MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL

MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL RESUMO Francel Tonet Macel 1 Ana Mara Hermeto Camlo de Olvera 2 O objetvo deste trabalho fo verfcar possíves fatores determnantes da decsão

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é:

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é: UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI A REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS Ademr José Petenate Departamento de Estatístca - Mestrado em Qualdade Unversdade Estadual de Campnas Brasl 1. Introdução Qualdade é hoje

Leia mais

Probabilidade e Estatística. Correlação e Regressão Linear

Probabilidade e Estatística. Correlação e Regressão Linear Probabldade e Estatístca Correlação e Regressão Lnear Correlação Este uma correlação entre duas varáves quando uma delas está, de alguma forma, relaconada com a outra. Gráfco ou Dagrama de Dspersão é o

Leia mais

Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro *

Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro * Stuação Ocupaconal dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero * Alessandra da Rocha Santos Cínta C. M. Damasceno Dense Brtz do Nascmento Slva ' Mara Beatrz A. M. da Cunha Palavras-chave:

Leia mais

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel Estmatva da Incerteza de Medção da Vscosdade Cnemátca pelo Método Manual em Bodesel Roberta Quntno Frnhan Chmn 1, Gesamanda Pedrn Brandão 2, Eustáquo Vncus Rbero de Castro 3 1 LabPetro-DQUI-UFES, Vtóra-ES,

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes A amplação da jornada escolar melhora o desempenho acadêmco dos estudantes? Uma avalação do programa Escola de Tempo Integral da rede públca do Estado de São Paulo 1 INTRODUÇÃO O acesso à educação é uma

Leia mais

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que DESEMPREGO DE JOVENS NO BRASIL I. Introdução O desemprego é vsto por mutos como um grave problema socal que vem afetando tanto economas desenvolvdas como em desenvolvmento. Podemos dzer que os índces de

Leia mais

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring Métodos de Montoramento de Modelo Logt de Credt Scorng Autora: Armando Chnelatto Neto, Roberto Santos Felíco, Douglas Campos Resumo Este artgo dscute algumas técncas de montoramento de modelos de Credt

Leia mais

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica 1 a 5 de Agosto de 006 Belo Horzonte - MG Expressão da ncerteza de Medção para a Grandeza Energa Elétrca Eng. Carlos Alberto Montero Letão CEMG Dstrbução S.A caletao@cemg.com.br Eng. Sérgo Antôno dos Santos

Leia mais

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas Introdução à Análse de Dados nas meddas de grandezas físcas www.chem.wts.ac.za/chem0/ http://uregna.ca/~peresnep/ www.ph.ed.ac.uk/~td/p3lab/analss/ otas baseadas nos apontamentos Análse de Dados do Prof.

Leia mais

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento Análse Econômca da Aplcação de Motores de Alto Rendmento 1. Introdução Nesta apostla são abordados os prncpas aspectos relaconados com a análse econômca da aplcação de motores de alto rendmento. Incalmente

Leia mais

O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL

O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL Poema Iss Andrade de Souza * Joaqum José Martns Gulhoto ** Raul da Mota Slvera Neto *** RESUMO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE)

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) IPECE ota Técnca GOVERO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLAEJAMETO E GESTÃO (SEPLAG) ISTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECOÔMICA DO CEARÁ (IPECE) OTA TÉCICA º 33 METODOLOGIA DE CÁLCULO DA OVA LEI DO ICMS

Leia mais

Análise logística da localização de um armazém para uma empresa do Sul Fluminense importadora de alho in natura

Análise logística da localização de um armazém para uma empresa do Sul Fluminense importadora de alho in natura Análse logístca da localzação de um armazém para uma empresa do Sul Flumnense mportadora de alho n natura Jader Ferrera Mendonça Patríca Res Cunha Ilton Curty Leal Junor Unversdade Federal Flumnense Unversdade

Leia mais

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL Clarssa Côrtes Pres Ernesto Cordero Marujo José Cechn Superntendente Executvo 1 Apresentação Este artgo examna se o rankng das Undades

Leia mais

COMPOSIÇÃO DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DE MINAS GERAIS ALINE CRISTINA CRUZ (1) ; ERLY CARDOSO TEIXEIRA (2) ; MARÍLIA MACIEL GOMES (3).

COMPOSIÇÃO DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DE MINAS GERAIS ALINE CRISTINA CRUZ (1) ; ERLY CARDOSO TEIXEIRA (2) ; MARÍLIA MACIEL GOMES (3). COMPOSIÇÃO DO AGONEGÓCIO NO ESTADO DE MINAS GEAIS ALINE CISTINA CUZ () ; ELY CADOSO TEIXEIA (2) ; MAÍLIA MACIEL GOMES (3).,3.UNIVESIDADE FEDEAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BASIL; 2.UNIVESIDADE FEDEAL DE VIçOSA,

Leia mais

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI.

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI. O desempenho setoral dos muncípos que compõem o Sertão Pernambucano: uma análse regonal sob a ótca energétca. Carlos Fabano da Slva * Introdução Entre a publcação de Methods of Regonal Analyss de Walter

Leia mais

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo CEPAL - SERIE Polítcas socales N 60 III. Consequêncas de um novo padrão de nserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na regão metropoltana de São Paulo A. Introdução Rcardo Paes de

Leia mais

Desempenho dos microempreendedores no Brasil Adriana Fontes 1 Valéria Pero 2. Resumo

Desempenho dos microempreendedores no Brasil Adriana Fontes 1 Valéria Pero 2. Resumo Resumo Desempenho dos mcroempreendedores no Brasl Adrana Fontes 1 Valéra Pero 2 Os mcroempreendedores formam um grupo muto heterogêneo no Brasl, mas sobre-representados na pobreza. Este artgo examna, com

Leia mais

MACROECONOMIA I LEC 201

MACROECONOMIA I LEC 201 ACROECONOIA I LEC 20 3.2. odelo IS-L Outubro 2007, sandras@fep.up.pt nesdrum@fep.up.pt 3.2. odelo IS-L odelo Keynesano smples (KS): equlíbro macroeconómco equlíbro no mercado de bens e servços (BS). odelo

Leia mais

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO Roberta Montello Amaral (UNIFESO) amaralroberta@yahoo.com.br Crado em 1990, o Saeb é um sstema de avalação do MEC que, junto à

Leia mais

Controlo Metrológico de Contadores de Gás

Controlo Metrológico de Contadores de Gás Controlo Metrológco de Contadores de Gás José Mendonça Das (jad@fct.unl.pt), Zulema Lopes Perera (zlp@fct.unl.pt) Departamento de Engenhara Mecânca e Industral, Faculdade de Cêncas e Tecnologa da Unversdade

Leia mais

REGRESSÃO LOGÍSTICA. Seja Y uma variável aleatória dummy definida como:

REGRESSÃO LOGÍSTICA. Seja Y uma variável aleatória dummy definida como: REGRESSÃO LOGÍSTCA. ntrodução Defnmos varáves categórcas como aquelas varáves que podem ser mensurados usando apenas um número lmtado de valores ou categoras. Esta defnção dstngue varáves categórcas de

Leia mais

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,

Leia mais

reducing income disparities in Brazil and the Northeast and Southeast regions of the country, showing that the fight against social inequalities

reducing income disparities in Brazil and the Northeast and Southeast regions of the country, showing that the fight against social inequalities A Importânca da Educação para a Recente Queda da Desgualdade de Renda Salaral no Brasl: Uma análse de decomposção para as regões Nordeste e Sudeste Valdemar Rodrgues de Pnho Neto Técnco de pesqusa do Insttuto

Leia mais

Determinantes da Adoção da Tecnologia de Despolpamento na Cafeicultura 1

Determinantes da Adoção da Tecnologia de Despolpamento na Cafeicultura 1 Determnantes da Adoção da Tecnologa de Despolpamento na Cafecultura 1 Edson Zambon Monte* Erly Cardoso Texera** Resumo: Os cafecultores de Venda Nova do Imgrante, ES, que em sua maora são agrcultores famlares,

Leia mais

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO DA UFRN: UMA ANÁLISE COMPARATIVA

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO DA UFRN: UMA ANÁLISE COMPARATIVA PERCEPÇÃO AMBIETAL DOS ESTUDATES DE EGEHARIA DA PRODUÇÃO DA UFR: UMA AÁLISE COMPARATIVA Rose M. P. R. de Macêdo 1, Sayonara S. Rocha 1, Esmeraldo M. dos Santos 1, Marcus A. F. Melo 1 e Sérgo M. Júnor 1

Leia mais

Determinantes da posse de telefonia móvel no Brasil: o acesso à internet importa?

Determinantes da posse de telefonia móvel no Brasil: o acesso à internet importa? VIII Smpóso Braslero de Sstemas de Informação (SBSI 2012) Trlhas Técncas Determnantes da posse de telefona móvel no Brasl: o acesso à nternet mporta? Marsle Nshjma 1, Jorge Fagundes 2, Marcos A. M. Lma

Leia mais

ABERTURA COMERCIAL, CRESCIMENTO ECONÔMICO E TAMANHO DOS ESTADOS: EVIDÊNCIAS PARA O BRASIL.

ABERTURA COMERCIAL, CRESCIMENTO ECONÔMICO E TAMANHO DOS ESTADOS: EVIDÊNCIAS PARA O BRASIL. ABERTURA COMERCIAL, CRESCIMENTO ECONÔMICO E TAMANHO DOS ESTADOS: EVIDÊNCIAS PARA O BRASIL. André Matos Magalhães Vctor Carvalho Castelo Branco 2 Tago Vasconcelos Cavalcant 3 Resumo Este trabalho consste

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem.

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem. Les de Krchhoff Até aqu você aprendeu técncas para resolver crcutos não muto complexos. Bascamente todos os métodos foram baseados na 1 a Le de Ohm. Agora você va aprender as Les de Krchhoff. As Les de

Leia mais

Empreendimentos de economia solidária e discriminação de gênero: uma abordagem econométrica

Empreendimentos de economia solidária e discriminação de gênero: uma abordagem econométrica Empreendmentos de economa soldára e dscrmnação de gênero: uma abordagem econométrca Grazelle Isabele Crstna Slva Sucupra Marcelo José Braga RESUMO A realdade vvencada por mutas mulheres no mundo atual

Leia mais

Novas Forças de Atração nas Grandes Cidades *

Novas Forças de Atração nas Grandes Cidades * Novas Forças de Atração nas Grandes Cdades * Cro Bderman ** Resumo Este artgo procura explcar a atual desconcentração dos servços nas grandes áreas urbanas e o movmento paralelo de concentração para os

Leia mais

ESTIMANDO UMA MATRIZ DE INSUMO-PRODUTO INTER-REGIONAL REGIONAL RIO GRANDE DO SUL RESTANTE DO BRASIL. TD Nereus 20-2003

ESTIMANDO UMA MATRIZ DE INSUMO-PRODUTO INTER-REGIONAL REGIONAL RIO GRANDE DO SUL RESTANTE DO BRASIL. TD Nereus 20-2003 ESTIMANDO UMA MATRIZ DE INSUMO-PRODUTO INTER-REGIONAL REGIONAL RIO GRANDE DO SUL RESTANTE DO BRASIL Alexandre. A. Porsse Eduardo A. Haddad Eduardo P. Rbero TD Nereus 20-2003 2003 São Paulo 2003 ESTIMANDO

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado Varabldade Espacal do Teor de Água de um Argssolo sob Planto Convenconal de Fejão Irrgado Elder Sânzo Aguar Cerquera 1 Nerlson Terra Santos 2 Cásso Pnho dos Res 3 1 Introdução O uso da água na rrgação

Leia mais

Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1

Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1 DETERMINANTES DA ADOÇÃO DA TECNOLOGIA DE DESPOLPAMENTO NA CAFEICULTURA: ESTUDO DE UMA REGIÃO PRODUTORA DA ZONA DA MATA DE MINAS GERAIS govanblas@yahoo.com.br Apresentação Oral-Cênca, Pesqusa e Transferênca

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDANÇA NO RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ENTRE OS MUNICÍPIOS CEARENSES

TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDANÇA NO RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ENTRE OS MUNICÍPIOS CEARENSES GOVERO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE PLAEJAMETO E GESTÃO (SEPLAG) Insttuto de Pesqusa e Estratéga Econômca do Ceará (IPECE) TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDAÇA O RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ETRE

Leia mais

Camila Spinassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Camila Spinassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Camla Spnassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Vtóra Agosto de 2013 Camla Spnassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Leia mais

Área Temática: Economia e Relações Internacionais O INTERCÂMBIO COMERCIAL RIO GRANDE DO SUL - CHINA: CONCENTRAÇÃO, DESEMPENHO E PERSPECTIVAS

Área Temática: Economia e Relações Internacionais O INTERCÂMBIO COMERCIAL RIO GRANDE DO SUL - CHINA: CONCENTRAÇÃO, DESEMPENHO E PERSPECTIVAS Área Temátca: Economa e Relações Internaconas O INTERCÂMBIO COMERCIAL RIO GRANDE DO SUL - CHINA: CONCENTRAÇÃO, DESEMPENHO E PERSPECTIVAS Paulo Rcardo Festel¹ Slva Zanoso Mssagga² Resumo:O objetvo deste

Leia mais

LOGÍSTICA. Capítulo - 8 Armazenamento. Mostrar como o armazenamento é importante no sistema logístico

LOGÍSTICA. Capítulo - 8 Armazenamento. Mostrar como o armazenamento é importante no sistema logístico O Papel da Logístca na Organzação Empresaral e na Economa LOGÍSTICA Capítulo - 8 Objectvos do Capítulo Mostrar como o armazenamento é mportante no sstema logístco Identfcação dos prncpas tpos de armazenamento

Leia mais

A mobilidade ocupacional das trabalhadoras domésticas no Brasil

A mobilidade ocupacional das trabalhadoras domésticas no Brasil A mobldade ocupaconal das trabalhadoras doméstcas no Brasl Resumo Kata Sato Escola de Economa de São Paulo Fundação Getúlo Vargas EESP-FGV André Portela Souza Escola de Economa de São Paulo Fundação Getúlo

Leia mais

Das ideias ao sucesso

Das ideias ao sucesso www.pwc.pt Das deas ao sucesso PwC Startup Portugal 1 mllon fund project Busness Plan FY 2014/2015 Crou recentemente uma empresa com forte capacdade de crescmento? Tem espírto empreendedor com deas novadoras?

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil.

Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil. 1 A INSERÇÃO E O RENDIMENTO DOS JOVENS NO MERCADO DE TRABALHO: UMA ANÁLISE PARA A REGIÃO SUL DO BRASIL Prscla Gomes de Castro 1 Felpe de Fgueredo Slva 2 João Eustáquo de Lma 3 Área temátca: 3 -Demografa

Leia mais

Regulação, Mercado ou Pressão Social? Os Determinantes do Investimento Ambiental na Industria *

Regulação, Mercado ou Pressão Social? Os Determinantes do Investimento Ambiental na Industria * Regulação, Mercado ou Pressão Socal? Os Determnantes do Investmento Ambental na Industra Claudo Ferraz e Ronaldo Seroa da Motta Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada (IPEA) Av. Presdente Antono Carlos 51,

Leia mais

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado 64 Capítulo 7: Introdução ao Estudo de Mercados de Energa Elétrca 7.4 Precfcação dos Servços de Transmssão em Ambente Desregulamentado A re-estruturação da ndústra de energa elétrca que ocorreu nos últmos

Leia mais

Investigação do desempenho das cooperativas de

Investigação do desempenho das cooperativas de Investgação do desempenho das cooperatvas de crédto de Mnas Geras por meo da Análse Envoltóra de Dados (DEA) Marco Aurélo Marques Ferrera Rosane Mara Lma Gonçalves Marcelo José Braga Resumo Este trabalho

Leia mais

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA ",, 1," ;,,," 1, C?5lMnstérO Públco do "':'1"') Trabalho PRT 23,! Superlntenrlenca RegonaJ do Ma:toGro$So!! (', ' \_ \ '1 j t t' 1 PROJETO: Qualfcação e Renserção Profssonal dos Resgatados do Trabalho

Leia mais

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP º. Autor Patríca Lopes Rosado: Economsta, Mestre em Economa Rural e Doutoranda em Economa Aplcada pelo Departamento

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 00 ODELOS ATEÁTICOS E CONSUO DE ENERGIA ELÉTRICA Clece de Cássa Franco Cdade Centro Unverstáro Francscano klleyce@hotmal.com Leandra Anversa Foreze Centro Unverstáro Francscano

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

Otimização de Custos de Transporte e Tributários em um Problema de Distribuição Nacional de Gás

Otimização de Custos de Transporte e Tributários em um Problema de Distribuição Nacional de Gás A pesqusa Operaconal e os Recursos Renováves 4 a 7 de novembro de 2003, Natal-RN Otmzação de ustos de Transporte e Trbutáros em um Problema de Dstrbução Naconal de Gás Fernanda Hamacher 1, Fernanda Menezes

Leia mais

Diferença entre a classificação do PIB per capita e a classificação do IDH

Diferença entre a classificação do PIB per capita e a classificação do IDH Curso Bem Estar Socal Marcelo Ner - www.fgv.br/cps Metas Socas Entre as mutas questões decorrentes da déa de se mplementar uma proposta de metas socas temos: Qual a justfcatva econômca para a exstênca

Leia mais

REGULAMENTO GERAL (Modalidades 1, 2, 3 e 4)

REGULAMENTO GERAL (Modalidades 1, 2, 3 e 4) REGULAMENTO GERAL (Modaldades 1, 2, 3 e 4) 1. PARTICIPAÇÃO 1.1 Podem concorrer ao 11º Prêmo FIEB de Desempenho Socoambental da Indústra Baana empresas do setor ndustral nas categoras MICRO E PEQUENO, MÉDIO

Leia mais

ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COMÉRCIO EXTERNO

ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COMÉRCIO EXTERNO ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COÉRCIO ETERNO Nota préva: O texto que se segue tem por únco obectvo servr de apoo às aulas das dscplnas de Economa Internaconal na Faculdade de Economa da Unversdade do Porto.

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA *

ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA * ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA * 39 Danel A. Das ** Carlos Robalo Marques *** Fernando Martns **** Artgos Resumo Este artgo nvestga a forma

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA E DESEMPENHO: UM ESTUDO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS NÃO LISTADAS NA BOVESPA

GOVERNANÇA CORPORATIVA E DESEMPENHO: UM ESTUDO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS NÃO LISTADAS NA BOVESPA GOVERNANÇA CORPORATIVA E DESEMPENHO: UM ESTUDO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS NÃO LISTADAS NA BOVESPA MOISÉS ARAÚJO ALMEIDA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO JOSÉTE FLORENCIO DOS SANTOS UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

Palavras-chave: Governança corporativa. Desempenho. Empresas de capital aberto.

Palavras-chave: Governança corporativa. Desempenho. Empresas de capital aberto. AS EMPRESAS QUE ADOTAM AS MELHORES PRÁTICAS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA POSSUEM MELHOR DESEMPENHO? UM ESTUDO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE CAPITAL ABERTO NÃO LISTADAS EM BOLSA Mosés Araújo Almeda Doutorando

Leia mais

A DEMANDA DE CELULOSE NO MERCADO INTERNACIONAL PULP DEMAND IN THE INTERNATIONAL MARKET

A DEMANDA DE CELULOSE NO MERCADO INTERNACIONAL PULP DEMAND IN THE INTERNATIONAL MARKET 48 CRUZ, E.S. et al. A DEMANDA DE CELULOSE NO MERCADO INTERNACIONAL Edmlson Santos Cruz 1, Antono Donzette de Olvera 2, José Roberto Soares Scolforo 2, José Lus Perera de Rezende 2 RESUMO: Este estudo

Leia mais

IV - Descrição e Apresentação dos Dados. Prof. Herondino

IV - Descrição e Apresentação dos Dados. Prof. Herondino IV - Descrção e Apresentação dos Dados Prof. Herondno Dados A palavra "dados" é um termo relatvo, tratamento de dados comumente ocorre por etapas, e os "dados processados" a partr de uma etapa podem ser

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS RETORNOS AOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO PARA TRABALHADORES DO SEXO MASCULINO NO BRASIL vanessadafonsecapereira@gmail.

AVALIAÇÃO DOS RETORNOS AOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO PARA TRABALHADORES DO SEXO MASCULINO NO BRASIL vanessadafonsecapereira@gmail. AVALIAÇÃO DOS RETORNOS AOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO PARA TRABALHADORES DO SEXO MASCULINO NO BRASIL vanessadafonsecaperera@gmal.com Apresentação Oral-Desenvolvmento Rural, Terrtoral e regonal VANESSA DA

Leia mais

Decisão de Recompra de Ações: Intenção de Blindagem em Período de Turbulência Financeira?

Decisão de Recompra de Ações: Intenção de Blindagem em Período de Turbulência Financeira? Decsão de Recompra de Ações: Intenção de Blndagem em Período de Turbulênca Fnancera? Resumo Autora: Llam Sanchez Carrete Este trabalho tem como objetvo avalar se o anúnco de programas de recompra de ações

Leia mais

Visão econômica sobre a produção de laranja no Brasil: uma aplicação da Teoria dos Jogos

Visão econômica sobre a produção de laranja no Brasil: uma aplicação da Teoria dos Jogos Vsão econômca sobre a produção de laranja no Brasl: uma aplcação da Teora dos Jogos 44 Vsão econômca sobre a produção de laranja no Brasl: uma aplcação da Teora dos Jogos Recebmento dos orgnas: 17/11/2011

Leia mais