Guia 2011/2012 Demonstrações Financeiras e Sinopses Normativa e Legislativa

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1 Guia 2011/2012 Demonstrações Financeiras e Sinopses Normativa e Legislativa Fonte de informação valiosa para a elaboração das demonstrações financeiras do exercício que se encerra em 31 de dezembro de 2011

2 Guia 2011/2012 Demonstrações Financeiras e Sinopses Normativa e Legislativa Este documento está disponível para consulta e download no site:

3 PwC - Centro de Documentação PwC Demonstrações financeiras e sinopses normativa e legislativa: guia 2011/2012 / PwC [21. ed.] - São Paulo: PwC, dez p. Conteúdo: Apresentação: Fernando Alves; Contexto Econômico: Conciliar o combate a um repique da inflação com o compromisso de assegurar um crescimento econômico sustentado no país foi o principal desafio do Banco Central e da equipe econômica do governo Dilma Rousseff ao longo de 2011; Contexto Normativo: Quando harmonia não significa tranquilidade; Contexto Tributário: Tributação & desenvolvimento, o direito em rede na era da informação e o resgate da relação fisco-contribuinte: entre legalidade e democracia; Sinopse Normativa: Nacional (CPC, CFC, CVM, CMN e BACEN, SUSEP, ANS e IBRACON) e Internacional (IASB e FASB); Straight Away Brasil Boletim de IFRS da PwC, Manual de Contabilidade; Sinopse Legislativa: Tributos e Contribuições Federais, Estaduais e Municipais, Trabalhista e Previdência Social, Societária, Outros Assuntos, Atos do Poder Judiciário; Evolução de taxas de câmbio, índices de inflação e juros. Inclui Sumário executivo e CD Rom: Companhia ABC PME S.A. Demonstrações financeiras ilustrativas em 31 de dezembro de 2011 e Planilha de Divulgação: CPC para PMEs 1. Demonstrações financeiras 2. Sociedades anônimas Demonstrações financeiras 3. Empresas - Demonstrações financeiras. I. Título. CDU: (81)(036) Índices para catálogo sistemático 1. Brasil: Sociedades anônimas : Demonstrações financeiras (81) 2. Brasil: Empresas : Demonstrações Financeiras (81) 3. Brasil: Contabilidade : Demonstrações financeiras (81) 4. Brasil: Contabilidade : Demonstrações financeiras: Guia (81) (036) O Guia 2011/2012: Demonstrações Financeiras e Sinopses Normativa e Legislativa é uma publicação anual editada pelos sócios e colaboradores da PwC e dirigida aos nossos clientes e profissionais PricewaterhouseCoopers Brasil Ltda. Todos os direitos reservados. Neste documento, PwC refere-se à PricewaterhouseCoopers Brasil Ltda., a qual é uma firma membro do network da PricewaterhouseCoopers International Limited, sendo que cada firma membro constitui-se em uma pessoa jurídica totalmente separada e independente. O termo PwC refere-se à rede (network) de firmas membro da PricewaterhouseCoopers International Limited (PwCIL) ou, conforme o contexto determina, a cada uma das firmas membro participantes da rede da PwC. Cada firma membro da rede constitui uma pessoa jurídica separada e independente e que não atua como agente da PwCIL nem de qualquer outra firma membro. A PwCIL não presta serviços a clientes. A PwCIL não é responsável ou se obriga pelos atos ou omissões de qualquer de suas firmas membro, tampouco controla o julgamento profissional das referidas firmas ou pode obrigá-las de qualquer forma. Nenhuma firma membro é responsável pelos atos ou omissões de outra firma membro, nem controla o julgamento profissional de outra firma membro ou da PwCIL, nem pode obrigá-las de qualquer forma. Permitida a reprodução desde que citada a fonte. Dezembro, 2011

4 Apresentação Chegamos à 21 a edição do Guia de Demonstrações Financeiras da PwC. Esta publicação mobiliza nossos especialistas da área de Auditoria e de Consultoria Tributária e Societária na compilação, análise e discussão das instruções, deliberações, normas e leis que sofreram alterações ou que foram publicadas no ano de 2011 e que, de alguma forma, afetam o processo de elaboração de demonstrações financeiras. Para esta edição, preparamos o Sumário Executivo, anexo ao Guia, que de forma objetiva aborda os temas relevantes que têm sido discutidos atualmente no nosso ambiente empresarial, além de destacar as medidas mais importantes tratadas no Guia das Demonstrações Financeiras. As pequenas e médias empresas receberam um tratamento especial nesta edição: preparamos, em formato digital, um modelo de demonstrações financeiras e um checklist de divulgação segundo as normas do CPC/IFRS. Ambos podem ser úteis no processo de preparação e apresentação das demonstrações financeiras deste exercício social de Na seção Contexto Econômico fazemos uma análise macroeconômica do ano de 2011, marcado pela busca de um difícil equilíbrio entre reduzir o ímpeto inflacionário - ameaçador da estabilidade econômica - e assegurar a continuidade do crescimento econômico. O mercado doméstico, embora exibindo sinais de perda de seu vigor, permaneceu atuante como indutor do crescimento econômico, ostentando níveis de emprego e de renda elevados. O ano de 2011 foi ainda de grande aprendizado para o nosso ambiente contábil; finalmente pode-se afirmar que a atual prática contábil brasileira já está harmonizada com as normas contábeis internacionais IFRS (International Financial Reporting Standards). Grandes desafios, porém, ainda estão reservados aos profissionais envolvidos na preparação e análise das demonstrações financeiras, tais como: aprimorar o conhecimento desse novo conjunto de normas; preparar-se para outras mudanças que estão por vir; entender a essência das transações e operações e traduzi-las para a contabilidade; e, ainda, rever os sistemas de controles internos que são base para a preparação de demonstrações financeiras. Dessa forma, na seção Contexto Normativo, apresentamos as nossas reflexões acerca desses desafios emergentes. No Contexto Tributário, convidamos o renomado doutor em Direito Tributário, o Professor Eurico Marcos Diniz de Santi, que nos brindou com um artigo instigante sobre os dois grandes problemas que atingem o Direito Tributário brasileiro: o primeiro referese à desconexão entre normas, práticas jurídicas e objetivos estabelecidos para políticas públicas; e o segundo diz respeito ao déficit de democracia provocado pela dificuldade do Poder Legislativo de entender e superar os problemas da complexidade do nosso sistema tributário. Nas seções Sinopses Normativa Nacional, Internacional e Legislativa, reunimos e compilamos as resoluções, os pronunciamentos, as normas, as medidas e os decretos instituídos ou alterados ao longo de A essas novas regras agregamos, quando oportuno, comentários e interpretações resumidos de nossos especialistas com a finalidade de facilitar a interpretação e possibilitar uma avaliação por parte dos leitores sobre os possíveis impactos dessas normas na preparação das demonstrações financeiras. Com esta publicação, objetivamos disseminar nosso conhecimento como empresa líder em seu segmento de atuação por meio de subsídios práticos que constituam fonte útil de consulta para os envolvidos na preparação das demonstrações financeiras. Fernando Alves Sócio Presidente PwC - Brasil Fernando Alves Sócio Presidente PwC Brasil PwC 3

5 4 Demonstrações Financeiras e Sinopse Legislativa Sumário

6 Contexto Econômico Conciliar o combate a um repique da inflação com o compromisso de 09 assegurar um crescimento econômico sustentado no país foi o principal desafio do Banco Central e da equipe econômica do governo Dilma Rousseff ao longo de 2011 Normativo Quando harmonia não significa tranquilidade 13 Tributário Tributação & desenvolvimento, o direito em rede na era da informação 21 e o resgate da relação fisco-contribuinte: entre legalidade e democracia Sinopses Normativa Nacional (CPC, CFC, CVM, CMN e BACEN, SUSEP, ANS e IBRACON) 25 Internacional (IASB e FASB) 47 Straight Away Brasil Boletim de IFRS da PwC 54 Manual de Contabilidade 55 Legislativa Tributos e Contribuições Federais 59 Tributos e Contribuições Estaduais/Municipais 70 Trabalhista e Previdência Social 71 Societária 72 Outros Assuntos 72 Atos do Poder Judiciário 73 Evolução de taxas de câmbio, índices de inflação e taxa de juros Taxas de câmbio 81 Índices de Inflação 82 Taxas de Juros 84 PwC 5

7 Contexto Econômico Conciliar o combate a um repique da inflação com o compromisso de 07 assegurar um crescimento econômico sustentado no país foi o principal desafio do Banco Central e da equipe econômica do governo Dilma Rousseff ao longo de 2011 Normativo Quando harmonia não significa tranquilidade 11 Tributário Tributação & desenvolvimento, o direito em rede na era da informação 19 e o resgate da relação fisco-contribuinte: entre legalidade e democracia Sinopses Normativa Nacional (CPC, CFC, CVM, CMN e BACEN, SUSEP, ANS e IBRACON) 25 Internacional (IASB e FASB) 47 Straight Away Brasil Boletim de IFRS da PwC 54 Manual de Contabilidade 55 Legislativa Tributos e Contribuições Federais 59 Tributos e Contribuições Estaduais/Municipais 70 Trabalhista e Previdência Social 74 Societária 72 Outros Assuntos 72 Atos do Poder Judiciário 73 Evolução de taxas de câmbio, índices de inflação e taxa de juros Taxas de câmbio 81 Índices de Inflação 82 Taxas de Juros 84 PwC 5

8 Economia em 2011 e Perspectivas para 2012 Contexto Econômico

9 Contexto Eonômico Conciliar o combate a um repique da inflação com o compromisso de assegurar um crescimento econômico sustentado no país foi o principal desafio do Banco Central e da equipe econômica do governo Dilma Rousseff ao longo de 2011 O ano de 2011 foi marcado por uma sensível desaceleração da economia, diante dos números exuberantes do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, reação natural primeiramente às medidas tomadas para conter uma escalada dos índices inflacionários no início do ano e, mais tarde, como reflexo de uma redução do consumo em função da crise fiscal que se instalou na Zona do Euro. A inflação, que no início do ano ressurgiu ameaçadora, se mostrava, no último trimestre de 2011, com menor vigor. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrara um aumento de 6,0% nos doze meses encerrados em janeiro deste ano, havia evoluído para 7,31% nos doze meses encerrados em agosto. A alta foi consequência da manutenção de níveis elevados de consumo, diante da baixa capacidade dos segmentos industrial e de serviços de providenciar uma oferta ajustada à demanda aquecida. Para debelar esse quadro, e fazer os índices inflacionários voltarem para a faixa da meta, o Banco Central promoveu uma elevação de 1,75 ponto percentual na taxa Selic entre janeiro e julho, além de adotar medidas macroprudenciais para reduzir o ritmo de expansão do crédito. A taxa Selic, que iniciou o ano em 11,25%, chegou a 12,5% em julho. A partir de julho, o BC iniciou um movimento de redução da taxa Selic com o claro objetivo de trazer a inflação para dentro da meta. Sob esse movimento, a Selic chegou a 11,5% em outubro. A estratégia surtiu efeito, provocando uma desaceleração dos índices inflacionários. Segundo dados oficiais, a inflação medida pela variação mensal do IPCA alcançou 0,53% em setembro, acumulando uma variação de 7,31% nos doze meses até setembro, 2,61 pontos percentuais acima da observada em igual período de Em outubro, a inflação medida pelo IPCA ficou em 0,43%, com uma variação acumulada de 6,97% em um período de dozes meses. PwC 9

10 Sob a ação do Banco Central, o arrefecimento do ritmo da atividade econômica já era esperado. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ocorreu uma expansão de 3,1% no Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre de 2011, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, e de 0,8% ante o primeiro trimestre, segundo dados dessazonalizados. Dessa forma, o PIB acumulado nos últimos quatro trimestres apresentou crescimento de 4,7% em relação aos quatro trimestres anteriores. Para o terceiro trimestre, a expectativa de economistas e analistas era de que os números a serem apresentados pelo IBGE exibiriam um crescimento do PIB bem menor. As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central reduziram a sua expectativa de crescimento do PIB para 2011: em outubro, haviam previsto um aumento de 3,51% do PIB; um mês depois, o mercado trabalhava com uma taxa de expansão da economia brasileira de 3,29%. Alguns analistas não descartavam a possibilidade de o Brasil ser obrigado a lidar com uma recessão técnica no segundo semestre de 2011 e encerrar o ano com um crescimento econômico inferior a 3%. O estouro da crise na Europa, focado inicialmente na Grécia, na Irlanda e em Portugal, mas que levou a Itália de roldão em novembro, surtiu impacto na economia brasileira, freando a disposição das famílias para o consumo. As vendas no varejo apresentaram sinais de estagnação. Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE, o volume de vendas do comércio ampliado cresceu 5,3% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em julho, havia registrado alta de 7,2%; e em junho, de 9,5%. O comércio de carros novos no Brasil, por exemplo, recuou 10% em outubro, na comparação com setembro, e 7,6%, em relação ao mesmo período de As vendas a prazo apresentaram, em outubro, a menor taxa de crescimento anual de 2011, com um aumento de apenas 0,5% no número de consultas, o que foi apontado pela Associação Comercial de São Paulo como resultado de uma maior cautela do consumidor diante das incertezas da economia. Na indústria, que já vinha anteriormente sentindo os impactos das importações, foi constatada em setembro uma redução de 2% da produção. Além da manutenção de forte concorrência proporcionada pelos produtos importados, que se beneficiam de uma política cambial favorável, os analistas diagnosticaram como causa da retração a desaceleração do consumo no mercado interno. O desempenho fez com que alguns economistas revisassem suas projeções para expansão industrial em 2011 de 2% para 1%. Outro ponto preocupante apresentado foi uma redução dos investimentos do governo. Cálculos divulgados em novembro apontaram para uma aplicação de apenas 10% dos investimentos previstos em infraestrutura para este ano. Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) até setembro somaram R$ 91,8 bilhões, 11% abaixo do registrado no mesmo período de A expectativa de alguns economistas é a de que os investimentos cresçam 6% em 2011, depois de terem exibido um aumento de 20% em Para 2012, a projeção é de um aumento de 5%. Mesmo também apresentando sinais de perda de sua pujança, o mercado interno continuou a puxar a atividade econômica em 2011, com a perspectiva de se manter como a mola-mestra do crescimento também em O mercado de trabalho continuou aquecido, mantendo-se em setembro um índice de desemprego de 6% da população o mais baixo da série histórica do IBGE. No mercado externo, os parceiros comerciais que mais demandam produtos manufaturados, os países europeus e os Estados Unidos, estão envolvidos em crises. O desaquecimento das economias dos Estados Unidos e da União Europeia (UE) fez as duas regiões perderem mais participação na exportação brasileira de manufaturados. Embora a expectativa seja a de que o Brasil deverá bater o recorde de exportação total tanto para os europeus quanto para os norteamericanos em 2011, as vendas, porém, devem crescer menos que a média total. De janeiro a setembro de 2011, a UE respondeu por 19,04% da venda brasileira de manufaturados ao exterior no ano passado, a participação no mesmo período foi de 19,79%. O mercado dos EUA recuou, entre o ano passado e este, de 13,2% para 12,3% no período considerado. As commodities continuaram a puxar as exportações. Seguem sendo o principal item da pauta de exportações, ainda mais com a queda das vendas de produtos manufaturados. As commodities nesse ano foram ainda beneficiadas por um aumento de preços. Mas, com a crise europeia, as commodities também perderam um pouco de sua força. Houve, nos últimos dias, queda dos preços em dólar. O Índice Commodities Brasil (IC-Br), divulgado pelo Banco Central, mostrou queda de 3,29% em outubro, em relação a setembro. No acumulado do ano, no entanto, o IC-Br ainda acumula alta de 2,07%, e no acumulado em 12 meses, a elevação é de 15,49%. Apesar das complicações que lhe são impostas pela crise, a China permaneceu firme como o principal parceiro comercial do Brasil. A China, assim como vários dos países emergentes, está se mantendo em crescimento ainda que com índices de expansão menores graças à força de seu mercado interno. A balança comercial registrou superávit de US$ 2,35 bilhões em outubro, o maior desde 2007, que representa um crescimento de 28,9% ante o mesmo mês de As exportações somaram US$ 22,14 bilhões e as importações, US$ 19,78 bilhões os maiores valores registrados para o mês de outubro. Para 2012, a expectativa dos economistas é a de continuidade do crescimento econômico, possivelmente com taxas maiores que as observadas neste ano. A confiança é grande na continuidade da pujança do mercado doméstico, que continuará a fazer a diferença no Brasil e nos demais países emergentes em um cenário externo combalido por conta da crise europeia. A chamada nova classe média os contingentes das classes D e E que migraram para a classe C deverá continuar a ser um importante indutor do consumo interno, graças ao aumento de mais de 13% previsto para o salário mínimo em A expectativa é a de que a população na faixa salarial de R$ 705 a R$ deverá contribuir com um potencial de consumo de R$ 400 bilhões, o que representa um crescimento de 15% na comparação com A outra face dessa moeda é que o esperado aumento do salário mínimo, associado aos incentivos dados pelo governo à indústria, deverá contribuir para que dificilmente se cumpram as metas de superávit primário previstas, tornando a política fiscal um dos grandes desafios do governo federal para Alguns analistas consideram que o tamanho do crescimento do PIB terá como um dos fatores mais determinantes a duração da crise na Zona do Euro. Se a turbulência continuar por muito tempo no nível de gravidade registrado em novembro, quando Grécia e Itália estiveram sob ameaça de ir à lona, a expansão da economia brasileira deverá ser afetada. 10 Demonstrações Financeiras e Sinopse Legislativa

11 Quando harmonia não significa tranquilidade Contexto Normativo

12 Contexto Normativo Quando harmonia não significa tranquilidade Valdir Coscodai Sócio PwC - Brasil As mudanças vieram para ficar e são constantes. O bom disso é que todos podem participar dos debates e influenciar Introdução Finalmente podemos dizer que a atual prática contábil brasileira está totalmente harmonizada com as normas contábeis internacionais IFRS. Mas essa harmonia não tem nada a ver com tranquilidade, muito pelo contrário. Todos os participantes do mercado, desde os administradores, investidores, auditores, contadores até os próprios reguladores, vivenciaram o esforço feito para se chegar até aqui. Mas será que todos têm idéia do que, de fato, significa termos uma prática contábil harmonizada com a prática internacional? Que tal se aprofundar um pouco mais no ambiente contábil atual e dar adeus à razoável estabilidade existente na prática antiga? As mudanças vieram para ficar e são constantes. O bom disso é que todos podem participar dos debates e influenciar. Contexto Se pararmos para analisar a quantidade de normas emitidas desde o fim de 2007 até hoje, um período razoavelmente curto de tempo, o volume é de fato representativo. Foram emitidos 43 Pronunciamentos Técnicos, 16 Interpretações e 5 Orientações pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), com envolvimento de diferentes entidades ABRASCA, APIMEC, BM&F BOVESPA, CFC, FIPECAFI e IBRACON. Nos dois últimos anos, já foram revisados e publicados, em sua primeira ou até segunda revisão, 17 Pronunciamentos e 1 Orientação. Diversos reguladores do mercado brasileiro, como CVM, BACEN, SUSEP e ANS, também participaram e homologaram parte substancial dessas normas para aplicação nas entidades por eles regulamentadas. PwC 13

13 Podemos afirmar que 2011 foi o primeiro ano de plataforma estável, passado o ciclo de adoção do IFRS no Brasil Finalmente, cabe destacar a participação da Receita Federal do Brasil no processo de elaboração e discussão das normas, sem a qual, as mudanças contábeis estariam ameaçadas de não acontecer de forma integral e adequada. Da mesma forma que essas entidades se uniram para publicar no Brasil as normas internacionais tais como elas foram divulgadas originalmente, muitos outros participantes do mercado têm dado continuidade a esse processo. As mesmas entidades, com o reforço de companhias e profissionais envolvidos, estão participando das discussões das normas internacionais que estão por vir aquelas que serão adotadas em 2013, 2014, 2015, e que já estão disponíveis para comentários no International Accounting Standards Board (IASB). Um padrão contábil global único exige constante participação de todos. Para isso, são essenciais a dedicação, o comprometimento, a coordenação de esforços de diferentes áreas e o envolvimento do contador, do administrador, do auditor, do regulador, dos participantes do mercado como um todo. Em linhas gerais, podemos dizer que o encerramento desse primeiro ciclo de mudanças/harmonização, que culminou na adoção do IFRS em 2010, foi muito bem-sucedido, mas tem espaço para melhorias. Em 2011, algumas lições ainda estão sendo assimiladas e analisadas pelas entidades e pelos reguladores. Alguns aspectos de aprimoramento estão sendo apurados e deverão ser implementados, como alterações nas estruturas de controles internos e avanços na divulgação das demonstrações financeiras. Uma ou duas normas ainda estão sendo discutidas pelos participantes do mercado, pois ainda não há pleno consenso em relação a elas. Nesse contexto nem um pouco tranquilo, é difícil aceitar que devem ser acrescentadas às responsabilidades dos participantes do mercado a atenção e a atuação proativa no processo de emissão de normas contábeis a serem aplicadas pelo IASB futuramente no Brasil. Se analisarmos a relevância dessa responsabilidade e seus impactos nos negócios das entidades, não há dúvida de que esse é o caminho a ser seguido. Qual o cenário para a preparação das demonstrações financeiras de 2011? Podemos afirmar que 2011 foi o primeiro ano de plataforma estável, passado o ciclo de adoção do IFRS no Brasil. A partir de então e, de forma generalizada, não se fala mais em transição. Foi o início da consolidação da norma internacional que veio para nortear a prática contábil brasileira. No primeiro ano, impactos significativos foram observados nas demonstrações financeiras das empresas, abrangendo determinadas transações e, mais profundamente, determinados setores de negócios. Por exemplo, foram observados: ajustes significativos provenientes da atribuição de novo custo ao imobilizado (deemed cost) pelas empresas que optaram pela adoção permitida pela norma no primeiro ano e/ou provenientes das novas regras de revisão anual das vidas úteis do imobilizado; efeitos decorrentes de mudanças no cálculo de ágio e sua alocação aos ativos e passivos adquiridos em uma combinação de negócios; despesas pré-operacionais antes reconhecidas no ativo diferido e que agora afetam diretamente o resultado do exercício; diferenças na mensuração e no reconhecimento de ativos biológicos, agora ao seu valor justo e não mais ao custo histórico; mudanças significativas no processo de mensuração e reconhecimento de ativos públicos de infraestrutura em empresas que possuem concessões públicas e que estão sob o escopo da Interpretação ICPC 01 (IFRIC 12); reclassificações de certos instrumentos financeiros, antes no patrimônio, como dívida; diferenças nas regras de consolidação e na classificação de participações dos não controladores. Outros ajustes, além dos que destacamos, fizeram parte das notas de reconciliação das demonstrações financeiras atuais com a prática contábil anterior. Mas isso já é passado! Agora é necessário refletir sobre as mudanças que afetam as demonstrações financeiras das entidades brasileiras neste exercício. Será que após as revisões dos pronunciamentos e das orientações, a leitura e o entendimento de todos os seus aspectos sofreu alteração? Como é possível aprimorar as demonstrações financeiras que estão por vir? Como as atuais normas impactam o meu dia a dia agora em 2011? Revisões de Pronunciamentos pelo CPC Entre 2010 e 2011, foram revistos 17 Pronunciamentos Técnicos e 1 Orientação. Essas revisões se concentraram substancialmente em mudanças de texto para melhorar o entendimento e o alinhamento com as normas internacionais. Não houve mudança de conceitos ou novas orientações. 14 Demonstrações Financeiras e Sinopse Legislativa

14 Para a tranquilidade do mercado, todas as normas internacionais obrigatoriamente aplicáveis em 2011 já estão contempladas nas práticas contábeis brasileiras, inclusive a maioria delas está contemplada desde 2010, por meio das normas revisadas pelo CPC. Exceção relevante, em termos de alterações, é feita às normas de consolidação para os empreendimentos controlados em conjunto (joint ventures) que, desde 1º de janeiro de 2011, podem ser mensurados pelo método de equivalência patrimonial, independentemente de haver investimento em controlada nas demonstrações financeiras ou de denominá-las demonstrações financeiras consolidadas. Emissão mais tempestiva das DFs: alterações na estrutura de controles internos e na dinâmica do processo Eis a primeira lição que as empresas tiveram de assimilar e em relação à qual ainda há espaço para avanços: não é mais possível conviver com um sistema de controles internos único para gerar diversos tipos de demonstrações financeiras para diferentes finalidades, sejam elas societárias, fiscais, adequadas às práticas contábeis e padrões requeridos pela matriz ou a requerimentos específicos dos reguladores a que algumas entidades estão sujeitas. A tendência é de se implementar rotinas nos controles internos diferenciados para a preparação de demonstrações financeiras diferenciadas. No primeiro ano, talvez nem todas as empresas tenham tido tempo de consolidar as suas necessidades de alteração nos controles internos voltados para a aplicação das novas normas e implementá-las de forma eficaz. Como nos últimos anos a controladoria e a contabilidade ganharam maior importância no ambiente de negócios, as empresas que mapearam os controles internos de suporte aos diversos aspectos de divulgação requeridos nas demonstrações financeiras estão dando um passo à frente da concorrência. É uma forma de garantir a melhoria constante na qualidade das informações que são divulgadas ao mercado e que são esperadas pelos usuários dessas demonstrações. Sem contar que as empresas serão mais tempestivas na emissão de seus relatórios. O processo de mapeamento de controles internos das áreas de contabilidade e controladoria das empresas certamente minimiza os riscos de descumprimento dos numerosos requerimentos de divulgação existentes hoje na prática contábil brasileira. Além disso, promove a transparência e proporciona aos administradores uma visão geral das necessidades de melhoria nos controles internos para minimizar riscos na emissão de informações ao mercado. Todo esse processo culmina, de forma genérica, na realização de um primeiro grande objetivo: orientar o administrador na tomada de decisões. Em segunda instância, um processo efetivo de emissão de demonstrações financeiras garante que os resultados econômicos e financeiros das empresas sejam objeto de boa análise do mercado, principalmente dos investidores. Que tal sistematizar a entrega de dados para composição de notas explicativas por parte das áreas envolvidas em determinadas atividades? Que tal requerer não só a preparação, mas também a revisão dessas notas por outras áreas, fazendo um trabalho conjunto, um trabalho em equipe que agrega valor ao relatório de demonstrações financeiras da empresa? É importante, por exemplo, envolver o departamento jurídico na emissão das notas que tratam das provisões para contingências, nas menções às garantias contratuais e em outras menções vinculadas aos contratos representativos da empresa que constam do relatório do contador. Também seria de grande ajuda o envolvimento do departamento financeiro e da tesouraria na preparação das complexas notas relacionadas aos instrumentos financeiros. Sem dúvida, uma revisão tempestiva dessas informações pelos responsáveis por essas áreas seria de grande valia para o gestor contábil. Enriquecendo o conteúdo das demonstrações financeiras padrão Na prática, um bom primeiro passo na preparação das demonstrações financeiras deste ano seria analisar as que foram emitidas em 2010 e tentar dar a elas uma roupagem um pouco menos padronizada. O ideal é refletir sobre a necessidade do usuário externo e adaptar à realidade do negócio da empresa as notas explicativas, que mencionam, muitas vezes de forma literal, trechos das normas contábeis brasileiras. O interessante é fazer bom uso das demonstrações financeiras padrão emitidas no mercado, complementando-as e ajustando-as de acordo com a necessidade da sua empresa, sem fugir às exigências de divulgação requeridas pela prática e retratando melhor a realidade e a essência dos negócios, além das decisões tomadas pela administração ao longo de No contexto atual, é imperativo investir tempo e recursos na melhoria da qualidade das demonstrações financeiras divulgadas ao mercado. É importante ter em mente que a informação tem caráter relevante quando é capaz de influenciar as decisões econômicas dos usuários. É imperativo investir tempo e recursos na melhoria da qualidade das demonstrações financeiras divulgadas ao mercado PwC 15

15 Se estivermos apenas discorrendo sobre as normas, sem informar com objetividade acontecimentos passados, presentes e futuros, confirmando e/ou corrigindo informações que o usuário das demonstrações tenha obtido, não estamos transmitindo informações relevantes. Outras providências com repercussão no dia a dia As normas em vigor precisam ser entendidas e as transações analisadas corretamente e de forma prévia. A seguir, tratamos de duas normas que merecem atenção, como exemplos. Saindo na frente com uma combinação de negócios estruturada Um pronunciamento que foi bastante discutido quando de sua emissão e que está entre os mais complexos é o que trata de combinações de negócios, operações comuns no cenário brasileiro atual. As estratégias das empresas relacionadas a fusões e aquisições que envolvem obtenção de controle de negócios devem ser muito bem avaliadas. Percebe-se que operações e empresas continuam sendo adquiridas sem uma reflexão mais estruturada quanto aos impactos gerados pela combinação de negócios. Aqueles que se preparam pensando nesses impactos alcançam com muito mais facilidade os objetivos econômicos, financeiros e contábeis almejados. Hoje em dia, a tendência é de se realizar compras estruturadas. E o que isso significa? Saber planejar a operação com embasamento nas normas contábeis e seus impactos: simular o cálculo do valor justo, a apuração do ágio e o momento de mensuração e reconhecimento contábil de ambos. Por exemplo, se a aquisição envolver troca de ações, o que é comum no mercado, e o anúncio de aquisição for efetuado na data de hoje, o valor justo da ação tenderá a subir até o momento da troca de ações, que geralmente ocorre no futuro. Como a data da troca de ações é, geralmente, segundo a norma contábil, a data efetiva da mensuração do valor justo da ação, o adquirente deve estar atento à expectativa de alta no preço das ações para poder equacionar de maneira satisfatória o valor pago pelo negócio e o consequente impacto sobre o ágio no momento de seu reconhecimento. Esse impacto torna-se significativo nas demonstrações financeiras da entidade, caso não seja levado em consideração desde o início da negociação. Negociações comuns que envolvem operações com instrumentos de dívida ou de patrimônio Com o atual cenário econômico, têm surgido no mercado algumas operações com instrumentos cuja análise da classificação como instrumento de dívida ou de patrimônio pode ser complexa. Essas operações vão desde a captação de recursos financeiros por meio da emissão de instrumentos de dívida perpétua (perpetual debt, com variadas formas de remuneração e diferentes formas de liquidação) até a aquisição indireta de ações de emissão da própria companhia por meio de uma instituição financeira, aproveitando as atuais cotações de mercado desses instrumentos. É importante ressaltar a existência de questões críticas envolvendo a classificação dessas operações entre passivo e patrimônio líquido. A análise sobre tal classificação em consonância com o CPC 39 (IAS 32) pode ser bastante complexa e requer um adequado entendimento da transação e uma avaliação de cada componente dos termos contratuais do instrumento financeiro. As normas em vigor precisam ser entendidas e as transações corretamente analisadas 16 Demonstrações Financeiras e Sinopse Legislativa

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